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Mapeando o Corpo – Brincadeira para aprender sobre o Corpo Humano

Conhecer todas as funcionalidades do corpo é uma tarefa que pode levar uns bons anos dependendo da dedicação dos alunos. Mas é importante que os aspectos mais básicos dos órgãos principais órgãos do corpo sejam conhecidos para que possam identificar eventuais problemas, tomar os devidos cuidados, ou mesmo sanar aquelas dúvidas mais comuns. E uma forma simples de iniciar este aprendizado é mapeando o corpo.

Esta brincadeira pode ser muito simples ou muito complexa, dependendo do nível de ensino onde seus alunos estão. Independente de sua dificuldade, o objetivo é sempre o mesmo: mapeando o corpo, os alunos terão uma noção exata de onde fica cada órgão, e qual a sua função no organismo. Vamos aos materiais?

Mapeando o Corpo – Materiais Necessários?

Mapeando o Corpo

  • Público alvo: pode ser feita com crianças e com adolescentes. Ou no caso, desde a educação infantial até mesmo, o ensino fundamental.
  • Idade: à partir de 6 anos de idade, sendo possível aprimorá-la para adolescentes, acompanhando a complexidade com a idade.
  • Recursos: é interessante usar uma folha de papel Kraft grande para a criança desenhar o corpo dos colegas, além de uma caneta ou pincel atômico para fazer o molde do corpo, folhas de papel na cor branca para escrever o nome das parte de um corpo e criar as fichas, tesoura para picar os papéis e também cola para colocar os papéis na folhas.
  • Objetivo: o objetivo da brincadeira mapeando o corpo humano será fazer com que as crianças identifiquem quais as partes do corpo do colega correspondem as fichas que a professora distribuiu. Com isso, eles devem colar as fichas no local o que promove o ensino de forma mais descontraída e divertida entre toda as crianças da sala de aula.

Passo a passo:

  1. A brincadeira começa separando a turma em grupos, onde a criança deve deitar-se sobre o papel kraft e o restante dos alunos deverão desenhar todo o corpo do colega (basicamente contornando o corpo do colega na folha) a qual será o mapa do corpo.
  2. Ao terminarem, a criança precisa se levantar, e todos juntos deverão desenhar os olhos, a boca, o nariz e outros.
  3. Com isso, a professora distribui fichas com o nome das partes do corpo, e o grupo de alunos deverá colar as fichas que representam a parte do corpo no local.

O grande charme desta brincadeira é pode explorá-a mais a fundo conforme os alunos ficam mais experientes no assunto. Sendo realizada periodicamente, ela não perderá a graça para seus alunos.

Bellini Bellini
Post Author
Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

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