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5 dicas para sobreviver no trabalho

5 dicas de ouro para sobreviver no trabalho

Olá! Fazia um tempo que queria começar a falar sobre o lado coorporativo, as relações de trabalho de como algumas ‘situações’ acontecem. Trabalho a 7 anos no mercado da educação em escolas de idiomas, cursos preparatórios e faculdades, tanto como professor, quanto coordenador e gestor, onde além de cometer erros desde sempre, acompanho no dia a dia condutas e situações que na maioria das vezes poderiam ser evitadas com uma pequena dose de bom senso, autocontrole e educação.
Para não ficar algo muito extenso, vou tratar desse tema em diversos artigos, sempre usando de dicas oriundas do que venho vivendo e vivenciando no momento.
Hoje anotei 5 dicas para melhorar o espaço social onde trabalhamos. Leia e comente por favor!!​
Como sobreviver ao trabalho
Como sobreviver no trabalho

Seja gentil com todos os funcionários

Gentileza gera gentileza, já dizia o artista. Seja o que for, quando for e como for, não deixe a educação de lado. Comprimente as pessoas independente de ser chefe, cliente, subordinado ou igual e tenha em mente que dar bom dia, boa tarde, boa noite e pedir com licença e por favor são requisitos de boa educação. Seja solicito e faça pedidos ao invés de dar ordens. Lembro que uma vez, enquanto eu ainda estudava na escola técnica, um rapaz que eu admirava pela inteligência me perguntou admirado qual minha motivação ao dar bom dia e falar com os porteiros da instituição. Nesse dia eu busquei os motivos e apresentei para ele os seguintes: 1º eles são ótimas pessoas, se você conversar vai perceber; 2º me sinto mais seguro já que eles sabem quem eu sou; 3º eles sempre estão aqui para me ajudar. Esses motivos não mudaram, ao ser bacana com as pessoas a sua volta elas se sentem melhor e se dispõem a te ajudar também. Você torna a convivência melhor e acaba gerando parceiros e amigos no lugar de colegas.

Não leve as exigências para o lado pessoal

Recentemente presenciei uma professora infeliz com as demandas oriundas sobre os professores de uma escola. Em seu discurso tudo recaía nos ombros dos professores, em especial nos ombros dela. Avaliando a situação de maneira mais cética, até para poder me intrometer e sair em defesa da mesma caso necessário, percebi que todos os professores estavam sofrendo do mesmo stress com as cadernetas, inclusive eu. Que apesar das exigências serem chatas, elas tinham que acontecer para cumprir com os calendários e cobrar isso, neste caso, não era mais do que o dever de quem delegava as tarefas pedir isso. Ao argumentar com ela tentei mostrar que a situação não era diferente, mas ouvi uma série de argumentos exagerados que retratavam a infelicidade dela de maneira tão intensa que dava aquela agonia. Isso tudo acontece porque não existe um reconhecimento dos papeis na instituição. A professora exige do administrador um facilitador, mas se sente mal ao ser atribuída de funções que fazem parte de sua função na escola.

Seja diplomático com os colegas

Caramba, radicalismo é TÃO fora de moda. Apender a dar espaço para os outros e fazer e receber favores cotidianos não são apenas uma cortesia, mas uma caminho para o convívio em comunidade. Vejo que a imposição seja em ordem horizontal (colegas de mesmo cargo ou função independente) quanto em ordem vertical (subordinados e superiores) não é bem aceita pela comunidade quando não explicitada com razões justas e debatidas de maneira amável.

Nunca contra-ataque os colegas invejosos

Quem não tem um colega invejoso, não é mesmo? Apesar de parecer um convite a passividade, acredito que essa dica é uma das mais importantes para se manter são na rotina de trabalho e evitar problemas futuros. No meio da educação professores da rede privada são compelidos a uma competição diária para ver quem consegue mais horários no semestre seguinte, quem consegue verba para seus projetos ou horários melhores. Essa situação de competitividade no lugar de cooperação causam fofocas, roubos de projetos, perseguições e situações que nos levam a querer bater boca e apontar dedos, mas pelo que vivencio essa nunca é uma boa alternativa. A melhor situação está em um primeiro momento relevar e ignorar, de maneira que a atenção recaia realmente sobre o invejoso, o que deixará em evidencia também suas fraquezas. Uma segunda solução, caso a situação se agrave é comunicar ao gestor. Em geral uma comunicação sóbria e transparente com o gestor, coordenador ou RH fazem com que o seu trabalho seja visto de maneira mais intima, ao mesmo tempo que você registra e formaliza a sua queixa. Claro que para isso você deve falar apenas a verdade e sempre registrar com fotos, diário e qualquer outro recurso tudo o que você faz.

Deixe a raiva de lado quando acontecer algo ruim

Embora pareça um complemento da primeira dica, esta é válida para TUDO. Ser explosivo é muito diferente de ter atitude, e grosseria é sempre reprovada por todos. Devemos sempre lembrar que decisões impensadas em geral são infelizes e diferem daquelas que teríamos ao tomar um copo com água fresca e repensar no tempo de recobrar a razão.

Bom, essas foram as dicas da semana… Espero que vocês tenham gostado e dependendo do feedback vou trazer novas toda a semana. Pelo menos enquanto tiver criatividade para falar. Muito obrigado, por favor compartilhe e até a próxima!
Bellini Bellini
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Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

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