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A Brincadeira do Comprimento – Quebrando o gelo

A brincadeira do comprimento – Quebrando o gelo

Você deve estar se perguntando sobre como seria a brincadeira do comprimento… Bom, a escola pode ser um lugar muito estranho no primeiro dia para muitas crianças, seja aquelas que começaram a estudar recentemente, seja aquelas que vieram de outros colégios ou mesmo outras turmas, e que agora se sentem destacadas das outras crianças por não estar quebrando o gelo. Isto é bem comum e característico de qualquer pessoa, em qualquer idade.

Mas vamos nos ater aos pequenos aqui. O primeiro dia de aula pode ser uma ótima oportunidade para estreitar os laços entre os alunos, e uma forma muito simples e divertida de fazer isso, através das brincadeiras, de preferência aquelas que envolvem todos os alunos sem distinção em grupos.

Para mostrar como isto pode ser fácil de fazer, vamos mostrar a brincadeira do comprimento. Também conhecido como Gato e Rato, ela é muito fácil de ser organizada entre os alunos.

Quebrando o Gelo com A Brincadeira do Comprimento

Quebrando o gelo - Comprimento

  • Público alvo: a atividade está destinada a grupos de crianças menores de 7 anos.
  • Idade: a partir dos 4 anos de idade.
  • Recursos: para realizar essa atividade não será necessário nenhum material.
  • Objetivo: o objetivo da brincadeira é integrar e socializar os alunos no primeiro dia de classe.

Passo a passo:

  1. O professor forma uma roda e deixa um aluno dentro e outro fora.
  2. O que está dentro é o rato e o que está fora é o gato.
  3. O aluno que ficou fora deve perguntar; O rato está?
  4. Todas as crianças da rosa respondem: não, não está!
  5. Nesse espaço de tempo a roda gira e o gato tenta passar para pegar o rato.

A brincadeira é muito dinâmica por não limitar o gato e o rato para apenas um aluno. A cada nova rodada, é possível escolher novos alunos, ou ainda inventar novas regras, como um “Rei da Mesa”, por exemplo, trocando apenas o gato ou apenas o rato, até um deles ser pego e trocar o capturado ou captor. Assim como os alunos podem se divertir com a variedade, você também pode se permitindo ser mais criativo. Desta forma, o primeiro dia de aula será inesquecível par eles.

Bellini Bellini
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Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

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