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Ação Solidária – Brincadeira sobre Cidadania

Toda criança tem o direito de brincar e se divertir. E isso não é apenas um fato consumado, é um ponto coberto no estatuo da criança e do adolescente. Se por algum motivo esse direito é privado, pode-se perder muitos pontos positivos da infância, e esses pontos não se recuperam. E trazer essas brincadeiras para quem não pode ou não sabe delas é uma ação solidária, e vamos mostrar a você hoje como fazer.

Ação Solidária – Como preparar?

Assim como na última brincadeira, a ação solidária não é exatamente uma brincadeira em sala de aula, embora o princípio básico seja. O professor deve conscientizar os alunos deste valor importante, e à partir deles, conscientizar outras crianças. Veja como fazer.

Ação Solidária

Público-alvo: atividade destinada a alunos maiores de 10 anos de idade.

Idade: crianças à partir de 10 anos de idade, ou entre 14 e 16 anos, que estão cursando a primeira parte do ensino fundamental.

Recursos: apenas a informação prévia em sala de aula.

Objetivo: compartilhar com a comunidade fora da escola o direito de brincar e compartilhar experiências enriquecedoras para todos os envolvidos.

Passo a passo

  1. O professor em sala de aula deve explicar aos alunos sobre o direito de brincar previsto no estatuto da criança e do adolescente.
  2. Em seguida, o professor deve indagar os alunos sobre questões sociais de crianças que não tem tempo para brincar, já que devem ser responsáveis pelos ingressos familiares.
  3. O professor sugere aos alunos uma campanha pelo bairro onde cada criança deve brincar com as que encontra no caminho de atirei o pau no gato, ou alguma outra definida pelos alunos.
  4. Toda a ação deve ser autorizada pelos pais.

Aumentando um pouco a escala, a ação solidária se torna algo que envolve toda a comunidade, começando nos professores, e terminando em outras crianças e pais. Se bem organizado, pode-se criar um bairro muito mais seguro e tranquilo de se viver, além de garantir um direito comum a toda criança. Um forte abraço, e até a próxima!

Bellini Bellini
Post Author
Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

Comments

1 Comentário
  1. posted by
    Neliy
    out 13, 2016 Reply

    Muito bom

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