Faça parte do nosso mundo mágico!

Por enquanto somos poucos, mas logo seremos uma legião! Inscreva-se! <3

Ações Cidadãs – Brincadeira sobre Cidadania

Definir o que são ações cidadãs pode ser algo um pouco mais difícil do que imagina. Por mais que existam o que chamamos de “regras de convivência”, ações com mais empenho muitas vezes não são bem explicadas. E o resultado é a falta delas.

Hoje você vai aprender como incentivá-las.

Como incentivar ações cidadãs?

Essa não se trata necessariamente de uma brincadeira, mas de uma dinâmica que pode ser aplicada em sala de aula. O objetivo é mostrar o valor da cidadania, e mais importante saber se os alunos realmente a praticam ou não. Veja o que precisa.

Ações Cidadãs

Público alvo: pode ser realizada com crianças maiores, por exigir dos pequenos uma reflexão mais complexa sobre direitos e os deveres.

Idade: crianças à partir de 10 anos de idade até os mais velhos, que geralmente estão cursando a primeira parte do ensino fundamental.

Recursos: o professor pode usar imagens com ações que podem ser consideradas cidadãs. Para isso não serão necessários muitos recursos. Apenas a busca por imagens de vídeos para transmitir através de um computador, televisões e outros com uma qualidade relativamente boa para que os alunos possam entender a dinâmica de toda a aula.

Objetivo: fazer com que todos os alunos entendam que existem ações importantes para a cidadania, e as pessoas deveriam realizar com frequência. Isso ainda fará o aluno ver em sua casa quais são as ações cidadãs que ele e sua família realizam no dia a dia para que na próxima aula possa contar para sua turma.

Passo a passo

  1. Comece explicando aos alunos o que são ações cidadãs, qual a sua importância para a sociedade e passe as imagens que demonstre-as.
  2. Ao fim da transmissão, pergunte se eles já vivenciaram alguma ação que foi demonstrada, e como reagiriam se fizessem o mesmo com eles. Depois passe um dever de casa divertido, onde terão que analisar sua família e ver quais são as ações cidadãs que ele e todos os outros da casa fazem no dia a dia.
  3. É interessante passar a lição na sexta-feira e vê-las na segunda.

Gostou da ideia? Organize em suas tarefas diárias para incluir a dinâmica, e diga para nós nos comentários como as ações cidadãs ajudaram os alunos. Um forte abraço, e até a próxima.

Bellini Bellini
Post Author
Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

Leave A Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *