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Ajuda ao próximo – Brincadeira sobre Cidadania

Dar uma ajuda ao próximo é uma atitude que muitas vezes passar despercebida, ou é mesmo negligenciada por nós. E quando falamos próximo, pode ser realmente alguém ao nosso redor, que precisa de algum tipo de auxílio, mas que não tem.

Por mais que o papel de um professor não seja educar no mesmo sentido de um pai ou mãe, é importante que este valor seja mostrado de uma maneira simples e direta para que seus alunos se animem mais uns pelos outros, e assim criar um ambiente mais ameno para todos. Hoje você vai ver como fazer.

Ajuda ao Próximo – Como oferecer?

Assim como algumas outras brincadeiras nesta categoria, a ajuda ao próximo não é exatamente uma brincadeira, mas uma ação solidária e importante para ensinar valores aos alunos. O professor pode preparar suas aulas com este projeto em mente, premiando seus alunos, ainda que secretamente, pela participação e empenho.

Ajuda ao Próximo

Público alvo: atividade destinada a alunos maiores de 10 anos de idade.

Idade: crianças à partir de 10 anos de idade e os mais velhos, geralmente cursando a primeira parte do ensino fundamental.

Recursos: para essa ação, é necessário a fabricação de sucos ou qualquer outro refresco ou alimento que a turma decida.

Objetivo: explicar o sentido da solidariedade, e além disso, fazer os alunos participarem de uma ação na prática.

Passo a passo

  1. O professor deve pedir que pequenos grupos fabriquem cartazes de vendas de seus sucos, para que o dinheiro estará destinado.
  2. Logo em seguida, cada equipe deve fabricar seus próprios sucos.
  3. O professor leva todos ao pátio da escola no horário do intervalo/recreio para as vendas.
  4. O dinheiro deve ser usado para os fins que propuseram no começo da ação.

Se organizado com uma boa antecedência, seu projeto de ajuda ao próximo pode ser absorvido pelos alunos. E se feito com carinhos, seus alunos sempre se lembrarão como é importante uma atitude dessas, em qualquer momento. Um forte abraço, e até a próxima!

Bellini Bellini
Post Author
Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

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