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Alerta! – Brincadeira para Adolescentes

Alerta – Brincadeira Simples para os momentos de descontração

A Queimada é uma brincadeira bem popular na maior parte dos colégios, e como já vimos, tem suas raízes nas brincadeiras indígenas. Mas existe uma outra variação, que pode ser tão divertida quanto, e sem tantas regras. Trata-se do jogo Alerta.

Veja como esta brincadeira funciona, e como ela é fácil de ser utilizada tanto para os alunos nos seus anos finais de ensino fundamental, como dos anos de ensino médio. Verá que ela possui mais possibilidades do que imagina para aplicação didática.

Como Aplicar a brincadeira Alerta?

Usar este jogo em aula é muito fácil. Você pode utilizá-lo tanto nas aulas de educação física, ou até mesmo nas aulas de física – estudos práticos de reflexos e gravidade ganham um grande destaque aqui. Veja do que precisa para começar.

brincadeira alerta

 

  • Público alvo: adolescentes e pré-adolescentes, recomendados para o intervalo.
  • Idade: à partir dos 11 anos.
  • Recursos: apenas um espaço amplo, e uma bola de vôlei ou uma mais leve para que a brincadeira não machuque os alunos.
  • Objetivo: dinâmica que estimula a atividade física e o condicionamento dos adolescentes.

Passo a passo:

  1. O jogador pega a bola, joga para cima e grita o nome de uma pessoa. A pessoa que teve seu nome citado deve pegar a bola e gritar “Alerta!”. Imediatamente, todos devem ficar estátuas.
  2. O jogador dá 3 passos e, parado, deverá tentar acertar com a bola na pessoa que estiver mais próxima.
  3. Se acertar, a pessoa atingida sai da brincadeira. Se errar, ele é quem sai. É uma espécie de queimada parada.
  4. Ganha quem sobrar por último na brincadeira.

Não existe mistérios para se aplicar a brincadeira Alerta. Usada com uma boa frequência, seus alunos ficarão motivados a buscar melhores resultados, que você pode recompensá-los desta e de outras formas. Considere este fator.

Bellini Bellini
Post Author
Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

Comments

1 Comentário
  1. posted by
    Larissa
    jun 28, 2016 Reply

    Olá Professor,
    Gosto de queimada e também outras brincadeiras que antigamente (na minha época) fazia bastante sucesso, como por exemplo, amarelinha, mimica e jogo do erro. Vale a pena falar desses também 😉

    Parabéns pelo conteúdo.

    Abraços,
    Larissa

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