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O Apanhador no campo de centeio – Uma análise literária

Bellini Bellini
Jun 01, 2016
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E aqui estamos para mais uma análise literária, desta vez sobre O Apanhador no Campo de Centeio. Acredito que esse material está bem montado, pois se trata de um dos livros no meu TOP 10. Por favor leiam, comentem, participem e movimentem a página. Todo esse trabalho é para produzir materiais fantásticos para vocês e disseminar boas ideias e energias pela WEB!

O Apanhador no Campo de Centeio

Para quem não leu nem ouviu falar, fica difícil imaginar por que um livro que conta a história de um adolescente problemático e com uma visão cáustica do mundo se chamaria O Apanhador no Campo de Centeio. A aparente desconexão entre o enredo e o título não é a única “peculiaridade” da obra.

Jerome David Salinger (1919-2010), publicou “O apanhador no Campo de Centeio” (The Catcher in The Rye) em 1951. Como Salinger usou gírias e palavrões em seu texto e discutiu sexualidade adolescente de uma forma complexa e aberta, muitos leitores se sentiram ofendidos, e o livro provocou grande controvérsia. Alguns críticos argumentaram que a obra não era literatura séria, citando o seu tom casual e informal como prova. O livro foi e continua a ser banido em algumas comunidades dos EUA e, consequentemente, foi atirado para o centro dos debates sobre direitos da Primeira Emenda, censura e obscenidade na literatura.

Jerome David Salinger

Embora controversa, a novela apelou para um grande número de leitores. Foi um bestseller popular e sucesso de crítica geral. A escrita de Salinger parecia tocar nas emoções dos leitores de uma forma sem precedentes. Como a contestação cultural começou a crescer durante os anos 1950 e 1960, O Apanhador no Campo de Centeio foi frequentemente interpretado como um conto de alienação de um indivíduo dentro de um mundo sem coração. Holden parecia estar para os jovens em todos os lugares, que se sentiam rodeados de todos os lados por pressões para crescerem e viverem suas vidas de acordo com as regras, e a restringir suas próprias personalidades em conformidade a uma norma cultural. Muitos leitores viram Holden Caulfield como um símbolo da pura individualidade irrestrita em face da opressão cultural.

O próprio J.D. Salinger virou uma figura de culto. Após vender milhões de exemplares e se estabelecer como um dos grandes nomes da Literatura no século XX, o autor, que sempre demonstrou ser avesso aos holofotes, se isolou e cortou quaisquer vínculos com a imprensa e a mídia em geral, se tornando um verdadeiro mito contemporâneo.

Resumo de “O apanhador no campo de centeio”

O livro narra um fim-de-semana na vida de Holden Caulfield, um jovem de dezessete anos vindo de uma família de classe média alta de Nova York. Holden não é específico sobre  sua localização, enquanto ele está contando a história, mas deixa claro que está em tratamento em um hospital psiquiátrico ou casa de repouso.  Eis sua história: Holden, estudante de uma conceituada escola preparatória, volta para casa mais cedo no inverno, depois de ter sido reprovado em quase todas as matérias e “convidado a se retirar” da escola. No regresso para casa, decide se hospedar num hotel, adiando assim o confronto com a família. Holden vai refletindo sobre a sua curta vida, repensando sua cáustica visão de mundo e tentando definir alguma diretriz para seu futuro. Antes de enfrentar os pais, procura algumas pessoas importantes para ele, como um professor, o Sr. Antolini, uma antiga namorada e Phoebe, sua irmã mais nova e, junto a eles, tenta explicar e inclusive entender a confusão que passa pela sua cabeça. Holden termina sua narrativa dizendo ao leitor que não vai contar a história de como ele foi para casa e ficou “doente”. E que planeja ir para uma nova escola no outono e está cautelosamente otimista sobre o seu futuro.

A exposição dos principais temas do livro, assim a análise dos principais personagens e da simbologia permitirão uma visão mais abrangente da obra.

Temáticas e personagens principais no livro O apanhador no campo de centeio

Temas que mais me chamaram atenção:

A alienação como uma forma de autoproteção: Ao longo do romance, Holden parece ser excluído e vítima do mundo ao seu redor. Ele se sente preso do “outro lado” da vida, e sempre tenta encontrar seu caminho em um mundo ao qual sente que não pertence.

À medida que o romance avança, começamos a perceber que a alienação de Holden é sua maneira de proteger a si mesmo. Assim como ele usa o chapéu de caça (ver simbologia) para anunciar sua singularidade, o personagem usa seu isolamento como prova de que ele é melhor do que todos os outros ao seu redor. A verdade é que as interações com outras pessoas normalmente o confundem e intimidam, e seu senso de superioridade cínico serve como um tipo de autoproteção. Assim, a alienação de Holden é a fonte da pouca estabilidade que ele possui em sua vida.

A falsidade do Mundo Adulto: Falsidade” é um dos conceitos favoritos de Holden, que ele usa para descrever a superficialidade, hipocrisia, pretensão e superficialidade que encontra no mundo ao seu redor. A Falsidade, para Holden, permanece como um símbolo de tudo o que há de errado no mundo em torno dele e fornece uma desculpa para se retirar em seu isolamento cínico.

Embora simplista, as observações de Holden não são totalmente imprecisas. Ele pode ser um narrador altamente perspicaz, e está muito consciente do comportamento superficial dos que o rodeiam. Ao longo do romance, ele encontra muitos personagens que parecem afetados, pretensiosos ou superficiais. Ele gostaria que nós acreditássemos que ele é um modelo de virtude em um mundo de falsidade, mas simplesmente não é o caso. Embora ele gostaria de acreditar que o mundo é um lugar simples, e que a virtude e inocência estão de um lado da cerca, enquanto a superficialidade e a mentira de outro, Holden é sua própria contraprova. O mundo não é tão simples quanto ele gostaria e precisaria que fosse; ele mesmo não pode aderir aos padrões em preto e branco com o qual julga outras pessoas.

O Apanhador no Campo de Centeio fala sobretudo da recusa em aceitar o amadurecimento e o sofrimento nele implicado. A análise dos personagens permite desenvolver melhor esse e os temas anteriormente já expostos.

Personagens principais:

Holden Caulfield: O número de leitores que se identificaram com Holden e fizeram dele seu herói é verdadeiramente impressionante. Algo em seu descontentamento, sua maneira vívida de expressá-lo, o faz ressoar poderosamente entre leitores que vêm de origens completamente diferentes das suas. É tentador compartilhar seu ponto de vista e se deleitar com sua rabugice ao invés de tentar deduzir o que há de errado com ele. Os sinais óbvios de que Holden é um narrador conturbado e pouco confiável são múltiplos: ele foi “convidado a se retirar” de quatro escolas; ele manifesta completa apatia em relação ao futuro; ele está internado, e supervisionado por um psicanalista, por uma queixa não especificada; e ele não é capaz de se conectar a outras pessoas. Sabemos de dois traumas no seu passado que claramente têm algo a ver com seu estado emocional: a morte de seu irmão Allie e o suicídio de um de seus colegas de escola. Mas, mesmo com esse conhecimento, as peculiaridades de Holden não podem simplesmente ser explicadas como sintomas de uma doença facilmente identificável.

A mais notável das “peculiaridades” de Holden é como ele é extremamente crítico, de quase tudo e todos. Ele critica e filosofa sobre as pessoas que são chatas, pessoas que são inseguras, e, acima de tudo, as pessoas que são “falsas”. Holden carrega essa propensão para julgar a um extremo tal que muitas vezes se torna extremamente divertido, como quando ele especula que as pessoas são tão grosseiras que, alguém provavelmente vai escrever “foda-se” em sua lápide.

“A maioria das pessoas ou não sabe sorrir ou tem um sorriso pavoroso”.

“De cada dez pessoas que choram de se acabar com alguma cretinice no cinema, nove são, no fundo, uns bons sacanas”.

“É engraçado, basta a gente dizer alguma coisa que ninguém entende para que façam praticamente tudo que a gente quer”.

Holden aplica o termo “falso” não para as pessoas que não são sinceras, mas para aquelas que são demasiado convencionais ou muito típicas, por exemplo, os professores que “agem como” professores, assumindo uma postura diferente na classe da que eles fazem numa conversação, ou pessoas que se vestem e agem como os outros membros de sua classe social. Enquanto Holden usa o rótulo de “falso” para dar a entender que essas pessoas são superficiais, seu uso do termo, na verdade, indica que suas próprias percepções de outras pessoas são superficiais. Em quase todos os casos, ele rejeita julgamentos complexos em favor de estereótipos simplistas.

A segunda faceta da personalidade de Holden que merece comentário é a sua atitude em relação ao sexo. Holden é virgem, mas ele está muito interessado em sexo, e, na verdade, ele passa a maior parte do romance tentando perder a virgindade. Ele sente fortemente que o sexo deve acontecer entre as pessoas que se gostam profundamente e respeitam um ao outro; e ele está chateado com a percepção de que o sexo pode ser casual.

Phoebe Caulfield: Antes de encontrarmos Phoebe, a versão de Holden da história é tudo que nos foi dado. Ele julga ser o único caráter nobre em um mundo de adultos superficiais e falsos, e devemos crer em sua palavra. Parece haver uma dicotomia simples entre o mundo doce da inocência da infância, onde Holden quer ficar, e o mundo cruel da hipocrisia adulto, aonde ele tem medo de ir. Mas Phoebe complica sua narrativa. Em vez de simpatizar com a recusa de Holden para crescer, ela torna-se irritada com ela. Apesar de ser seis anos mais jovem que seu irmão, Phoebe entende que crescer é um processo necessário; ela também entende que a recusa de Holden em amadurecer revela menos sobre o mundo exterior do que sobre si mesmo. Ao lado de Phoebe, a maturidade emocional atrofiada de Holden e sua perspectiva teimosa parecem menos charmosas e mais tolas. Phoebe, então, serve como um guia e substituto para o público. Porque ela conhece seu irmão melhor do que nós, então nós confiamos em seus julgamentos sobre ele. Nossa lealdade ao narrador enfraquece um pouco, ao que ouvir seu lado da história.

Phoebe faz a imagem de Holden da infância-de crianças que brincam através de um campo de centeio parecer simplista, uma fantasia idealizada. O personagem de Phoebe desafia a visão de Holden do mundo: ela é uma criança, mas não se encaixa na visão romantizada de Holden da inocência infantil. Embora nunca o verbalize explicitamente, Phoebe parece perceber que a amargura de Holden para o resto do mundo é na verdade amargura em relação a si mesmo. Ela vê que ele é um jovem profundamente triste, inseguro e que precisa de amor e apoio.

Mr. Antolini: Mr. Antolini é o adulto que mais se aproxima de Holden. Ele consegue evitar a alienação de Holden, e ser rotulado como um “falso”, porque não se comporta de maneira convencional. Ele não se dirige a Holden na posição de um professor ou uma figura de autoridade. Ele não crítica Holden por lhe telefonar no meio da noite, ou por Holden estar bêbado e fumar. Além disso, ao abrir sua porta para Holden no calor do momento, ele não mostra reservas quanto a expor o seu eu privado, com seu apartamento bagunçado, sua mulher mais velha com os cabelos em rolos, e sua própria fraqueza em relação ao álcool.

O conselho do Sr. Antolini para Holden sobre por que ele deve aplicar-se aos estudos também não é convencional. Ele reconhece que Holden é diferente de outros estudantes, e ele valida o sofrimento e confusão de Holden, sugerindo que um dia possa valer a pena escrever sobre elesO Sr. Antolini representa a educação não como um caminho de conformidade, mas como um meio para Holden para desenvolver a sua voz única e para encontrar as ideias que são mais apropriadas para ele.

Os símbolos que você tem que prestar atenção ao ler o livro:

O Apanhador no Campo de Centeio: Essa imagem ocorre quando Holden admira uma criança que está andando na rua, ao invés de na calçada, cantando a canção de Robert Burns “Entrando no Centeio”. No Capítulo 22, quando Phoebe pergunta a Holden o que ele quer fazer de sua vida, ele responde com a sua imagem, a partir da música, de um “apanhador no centeio.” Holden imagina um campo de centeio no alto de um penhasco, cheio de crianças que brincam e jogam. Ele diz que gostaria de proteger as crianças de cair fora da borda do penhasco por “captura” quando elas estivessem prestes a cair. Phoebe o adverte sobre o real significado da canção.

 O chapéu de caça vermelho: é um dos símbolos mais reconhecidos da literatura americana do século XX. Ele é inseparável da nossa imagem de Holden, com uma boa razão: é um símbolo de sua singularidade e individualidade. O chapéu é estranho, e isso mostra que Holden deseja ser diferente de todos ao seu redor. Ao mesmo tempo, ele é muito autoconsciente sobre o chapéu:  sempre menciona quando o está usando, e muitas vezes não o usa quando está perto das pessoas que conhece. A presença do chapéu, portanto, espelha o conflito central no livro: a necessidade de isolamento de Holden versus sua necessidade de companheirismo.

Os patos na lagoa do Central Park: A curiosidade de Holden sobre para onde os patos vão no inverno revela o lado genuinamente jovem de seu personagem. Na maior parte do livro, ele soa como um velho rabugento que está zangado com o mundo, mas sua curiosidade em relação aos patos representa a curiosidade dos jovens e uma vontade alegre de encontrar os mistérios do mundo. É um momento memorável, porque Holden carece claramente dessa vontade em outros aspectos da sua vida.

Os patos e sua lagoa são simbólicos de várias maneiras. Sua perseverança misteriosa em face de um ambiente inóspito coincide com o entendimento de Holden de sua própria situação. Além disso, os patos provam que alguns desaparecimentos são apenas temporários. Traumatizado e consciente da fragilidade da vida com a morte de seu irmão Allie, Holden está apavorado com a ideia de mudança e desaparecimento. Os patos desaparecem a cada inverno, mas eles retornam a cada primavera, simbolizando assim a mudança que não é permanente, mas cíclica. Finalmente, a própria lagoa torna-se uma metáfora menor para o mundo como Holden o vê, porque é “parcialmente congelado e, em parte, não congelado.” A lagoa está em transição entre dois estados, assim como Holden está em transição entre a infância e a idade adulta.

Ideias para professores trabalharem o livro: O apanhador no campo de centeio em sala de aula!

  1. O Apanhador no Campo de Centeio pode ser trabalhado no Ensino Médio, nas disciplinas: Literatura, Língua Portuguesa, História, Filosofia e
  2. Pode-se começar pedindo aos alunos que pesquisem sobre o autor e o livro antes de sugerir sua leitura, já que há bastante material disponível na internet. É interessante que os resultados sejam apresentados oralmente.
  3. É importante ressaltar que embora tenha se tornado um livro “de culto”, o Apanhador no Campo de Centeio pode ser analisado como qualquer outro livro da história da Literatura, identificando o contexto histórico no qual se insere, as inovações que trouxe ao gênero e as circunstâncias que influenciaram em sua repercussão.
  4. Os dilemas existenciais do protagonista podem ser abordados sob o ponto de vista da
  5. Pode-se sugerir atividades de produção textual que explorem os dilemas da adolescência retratados na história de Holden, como uma proposta de redação, por exemplo.
  6. Uma montagem teatral pode ser uma boa atividade para concluir o trabalho com o livro.

 5 Motivos para ler o livro O Apanhador no campo de centeio com seus alunos

  1. É um clássico da Literatura contemporânea.
  2. É uma obra de fácil leitura.
  3. Traz uma temática especialmente atrativa para o público adolescente.
  4. Provavelmente suscitará uma identificação dos alunos com o protagonista da história.
  5. Permite discutir temas delicados, como sexualidade, consumo de álcool e tabagismo na adolescência.

Galeria de imagens do livro do J. D. Salinger e algo mais!

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Livro em português! – Melhor dica!

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Segunda melhor dica para quem lê em inglês! <3

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Minha última melhor dica: A biografia

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Melhor sobre o Apanhador no Campo de Centeio no Youtube

Literatura Fundamental 95: O Apanhador no Campo de Centeio

Memórias de Salinger – Trailer Oficial Legendado

Tatiana Felgrin fala do Salinger e de O apanhador no campo de centeio

A Isabela Lubrano faz uma resenha maravilhosa para jovens leitores! <3

Bom pessoal, é isso. Sendo O apanhador… um livro que fala da adolescência ele por si só já está cercado de polêmica, O Apanhador no Campo de Centeio certamente facilitará a tarefa de demonstrar a importância da Literatura, não só para a formação acadêmica e também para a vida de um modo geral, aos alunos do Ensino Médio.

Obrigado por ler até aqui. Muito obrigado por tudo, muita paz luz e boas energias, compartilhe e comente e até mais!

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6 Comentários

  1. Ainda no mundo de hoje, existem inúmeras pessoas criando personalidades de acordo com a “norma cultural”. Ao contrário do escritor Salinger! Chamaria de autêntico e com uma percepção diferenciada além de quebrar diversos tabus entre jovens e me permita incluir também os adultos “quadrados”… E ainda acrescento a palavra CORAGEM pela época!

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  2. Comecei a ler os clássicos conscientemente a partir dos 15 anos e não me arrependo de recorrer a eles sempre que quero ter uma boa leitura. O apanhador do campo de centeio foi um dos clássicos que me marcou. A visão crítica do jovem diante de um mundo quadrado e conformista escrito de uma forma tão envolvente não tinha como não me conquistar. Foi preciso de muita ousadia para escrever algo assim ainda mais na geração antiquada do Salliger. Foi um livro que me trouxe muitas reflexões e que pretendo um dia revisitar. Recomendo e muito esse livro pros jovens que estão começando sua carreira literária como também para qualquer um que quiser ter uma boa leitura maravilhosamente ambientada, a tal ponto que nos sentimos muitas vezes lá ao lado das personagens acompanhando toda a cena… Ótima dica de livro 😀

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  3. Excelente (como Holden dizia, é uma expressão falsa, então…)
    Muito bom esse site, continue com esse ótimo trabalho, me ajudou muito….valeu!

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  4. Pingback: Transtornos da Mente | PROJETOS NO PAPEL

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