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Aprendendo o coletivo – Brincadeira sobre Classes Gramaticais

Entre as classes gramaticais mais complicadas de se memorizar em um primeiro momento, muito por conta da falta de uso constante, estão os substantivos coletivos. Embora utilizemos em algumas categorias, a de animais passa um pouco despercebida por nos resumirmos basicamente aos animais domésticos (ninhada, por exemplo), ou alguns grupos de animais (como manada, por exemplo). Para quem está aprendendo o coletivo, Às vezes a confusão pode ser bem frequente.

Mas você pode reverter isto de uma maneira bem interessante. Através das brincadeiras, os alunos podem associar os substantivos coletivos de animais de maneira muito fácil. E com o tempo, você pode aplicar o jogo em outras categorias. Conheça a brincadeira Aprendendo o Coletivo.

Como fazer a brincadeira Aprendendo o Coletivo?

Aprendendo o Coletivo

  • Público alvo: pode ser adaptada para todo o ensino fundamental e ensino médio.
  • Idade: a brincadeira apresentada aqui, é destinada a alunos de 4° série, mas pode ser adaptada a todos os níveis de educação.
  • Recursos: para tal brincadeira em sala de aula, será necessário confeccionar peças de diferentes cores, porem todas com a base azul. Nesse local deve conter o nome do animal. Nas peças vermelhas deve estar escrito o coletivo como mostra a imagem acima.
  • Objetivo: trabalhar de forma dinâmica com os alunos os coletivos de cada animal.

Passo a passo:

  1. O professor deve separar os alunos em duplas.
  2. Coloque sobre a mesa aproximadamente 7 cartas azuis e 16 vermelhas. Cada um deve tirar uma carta de cada cor.
  3. Caso não encontre a palavra de coletivo correta, deve esperar mais um turno para conseguir encaixar.
  4. Ganha quem conseguir encaixar todas as peças azuis nas vermelhas.

Por ser fácil aplicação, você pode adaptar a brincadeira para qualquer subcategoria de substantivos coletivos, aplicando para objetos, profissões, frutas, entre outros. Desta forma, seus alunos vão aprender se entretendo, bem como você mesmo ensinar dessa forma.

Bellini Bellini
Post Author
Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

Comments

1 Comentário
  1. posted by
    Fernando Blikstein
    jun 2, 2016 Reply

    Gostei bastante da atividade proposta para se aprender o coletivo. Como professor e uma pessoa engajada na área da educação, acho que é fundamental proporcionar brincadeiras para que o aluno goste da aula e se sinta motivado com as atividades propostas durante a aula. Além do que, as brincadeiras proporcionam interatividades entre os estudantes, ensinando como ser competitivo de forma saudável.
    Penso que cada oportunidade de inovar sempre será interessante para o profissional educador. Ele poderá perceber que os alunos estarão mais interessados na aula, quando ela partir para um lado mais lúdico.

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