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Arco e Flecha – Brincadeira Indígena

Bellini Bellini
nov 05, 2016
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Uma das armas de guerra mais conhecidas dos índios é o Arco e Flecha. Feitos de forma rústica, com madeira e cordas à partir de cipós, os arcos eram sua arma básica na defesa da tribo contra grupos inimigos. Ou contra as várias feras da mata. Não por acaso, ela também era sua ferramenta de caça.

A arquearia se mantém até os dias de hoje com força, sendo um esporte olímpico. Mas não precisamos daqueles modelos cheios de recursos para um tiro perfeito. Hoje vamos aprender a usar o arco e flecha tal como os indígenas faziam.

Transformando o Arco e Flecha em brincadeira

O arco e flecha dos índios tem uma excelente vantagem, pois pode ser preparado com poucos recursos e ainda manter sua qualidade e pontaria. É um exercício interessante para as crianças aprender o uso da ferramenta, assim como as brincadeiras que a seguem.

Arco e Flecha
Público alvo: as crianças e principalmente adolescentes que gostam de se divertir e ter fôlego para correr durante toda a brincadeira.

Idade: crianças à partir de 10 anos de idade. Adolescentes em seus 16 anos também podem participar.

Recursos: a brincadeira precisa ser realizada em um ambiente com espaço bem amplo para poderem atingir um ponto do qual pode ser o seu objetivo. Além de um arco e uma flecha usado como sua ‘arma’.

Objetivo: a brincadeira tem como objetivo atingir ao centro ou até o máximo possível do ponto principal de um objeto. Tem indígenas que miram a flecha no chão, depois de criar qual o ponto a ser atingindo.

Passo a passo

  1. A brincadeira do arco e flecha pode ser vista como quase o treinamento dos pequenos, e pode também ser uma distração para atingir o objetivo que mais lhe agrada.
  2. A ideia é fazer com que a pessoa atinja seu ponto principal o máximo que puder, e pode criar uma competição entre os outros participantes.
  3. Quem conseguir atingir mais pontos, será o ganhador.

É importante que os professores deixem claro aos alunos que esta ferramenta deve ser usada unicamente para a diversão, e não como uma arma, ainda que as origens sejam estas. Transformando em uma brincadeira sadia, seus alunos podem aprender concentração, reflexos e criar uma competição saudável.

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