Faça parte do nosso mundo mágico!

Por enquanto somos poucos, mas logo seremos uma legião! Inscreva-se! <3

Arco e Flecha – Brincadeira Indígena

Uma das armas de guerra mais conhecidas dos índios é o Arco e Flecha. Feitos de forma rústica, com madeira e cordas à partir de cipós, os arcos eram sua arma básica na defesa da tribo contra grupos inimigos. Ou contra as várias feras da mata. Não por acaso, ela também era sua ferramenta de caça.

A arquearia se mantém até os dias de hoje com força, sendo um esporte olímpico. Mas não precisamos daqueles modelos cheios de recursos para um tiro perfeito. Hoje vamos aprender a usar o arco e flecha tal como os indígenas faziam.

Transformando o Arco e Flecha em brincadeira

O arco e flecha dos índios tem uma excelente vantagem, pois pode ser preparado com poucos recursos e ainda manter sua qualidade e pontaria. É um exercício interessante para as crianças aprender o uso da ferramenta, assim como as brincadeiras que a seguem.

Arco e Flecha
Público alvo: as crianças e principalmente adolescentes que gostam de se divertir e ter fôlego para correr durante toda a brincadeira.

Idade: crianças à partir de 10 anos de idade. Adolescentes em seus 16 anos também podem participar.

Recursos: a brincadeira precisa ser realizada em um ambiente com espaço bem amplo para poderem atingir um ponto do qual pode ser o seu objetivo. Além de um arco e uma flecha usado como sua ‘arma’.

Objetivo: a brincadeira tem como objetivo atingir ao centro ou até o máximo possível do ponto principal de um objeto. Tem indígenas que miram a flecha no chão, depois de criar qual o ponto a ser atingindo.

Passo a passo

  1. A brincadeira do arco e flecha pode ser vista como quase o treinamento dos pequenos, e pode também ser uma distração para atingir o objetivo que mais lhe agrada.
  2. A ideia é fazer com que a pessoa atinja seu ponto principal o máximo que puder, e pode criar uma competição entre os outros participantes.
  3. Quem conseguir atingir mais pontos, será o ganhador.

É importante que os professores deixem claro aos alunos que esta ferramenta deve ser usada unicamente para a diversão, e não como uma arma, ainda que as origens sejam estas. Transformando em uma brincadeira sadia, seus alunos podem aprender concentração, reflexos e criar uma competição saudável.

Bellini Bellini
Post Author
Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

Leave A Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *