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Beigoma – Brincadeiras Orientais

Beigoma – uma brincadeira oriental

Hoje vamos falar da Beigoma – Se você, professor, tem entre seus 25 a 35 anos, com certeza deve ter assistido ou pelo menos ouvido falar de Beyblade, animação japonesa que mostrava disputas de jovens garotos com piões que guardavam criaturas lendárias dentro de si, seguindo fortes inspirações de outras histórias da época, como Pokémon, Digimon e Monster Hunter.

Beigoma

Certo, mas o que isto tem a ver com educação? Diretamente nada, mas na verdade Beyblade, que até hoje tem sua parcela de fãs aqui no Brasil, é inspirado em uma clássica brincadeira japonesa conhecia como Beigoma, com piões que remetem aos modelos estilizados do anime.

E você pode incluir esta brincadeira do Beigoma como uma tradições oriental e brasileira. Afinal, brincar de bater piões é algo tão típico daqui quanto em terras nipônicas.

Beigoma – Como Brincar?

  • Público alvo: geralmente o público alvo são meninos pequenos.
  • Idade: essa brincadeira poderá ser realizada a partir dos 6 anos.
  • Recursos: um pião normal, ou até mesmo um pião usado no Japão chamado de Beigoma. Pode ser usado um barbante para os lançamentos dos piões, ou um disparador especial para esse jogo.
  • Objetivo: o objetivo da brincadeira é encontrar os vencedores da disputa entre os beigoma, onde as crianças lançam seus piões e o que ficar mais tempo rodando no local específico será o vencedor.

Passo a passo:

  1. A brincadeira precisa ser realiza a partir de uma dupla e a mesma terá um pião ou mais em sua mão como for determinado logo no início da competição.
  2. Cada jogador deve lançar o seu pião em um local a qual foi escolhido para a realizar a competição a partir de um barbante e ou com outros disparadores.
  3. Ao lançar o pião, deve-se fazer com que ele fique mais tempo rodando do que o do adversário. O pião que permanecer por mais tempo rodando será o vencedor.

Se o professor preferir, pode-se permitir as crianças dar mais personalidade ao seu pião, pintando de outras cores, dando nomes, e buscando maneiras de tornar a brincadeira mais divertida sem perder o aprendizado nas aulas. Desta forma, eles ficarão muito mais animados!

Bellini Bellini
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Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

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