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Brincadeira – Coesão e coerência em caixas – Classes Gramaticais

Coesão e coerência em caixas

Uma boa forma de aplicar os conhecimentos das classes gramaticais é através de textos. E juntos a eles, existem outros termos e detalhes que devem ser atentados logo no início para que os alunos compreendam sua estrutura por completo. Sendo um dos pontos mais fáceis de serem explicados a coesão e a coerência, o que podemos fazer de maneira divertida nessa brincadeira de coesão e coerência em caixas !

Com o objetivo de trazer clareza ao texto, a coesão e coerência nem sempre são compreendidas pelos estudantes, embora eles façam uso constantemente para se expressar. Para deixar o objetivo destas mecânicas gramaticais ainda mais evidentes, temos a seguinte brincadeira para você.

A coesão e coerência em caixas

Caixa 2

Público alvo: pode ser adaptada para todo o ensino fundamental e ensino médio.

Idade: A brincadeira apresentada aqui, é destinada a alunos de 4° série.

Recursos: Para realizar a atividade será necessário ter 4 cubos cada um com 6 palavras escritas. Os cubos podem ser feitos com qualquer tipo de caixa e de qualquer material. Para a brincadeira para aprender classes gramaticais o responsável deve colocar a turma em círculo e cada um deve jogar o dado por vez, em ordem.

Objetivo: entender sobre coesão e coerência de forma divertida e dinâmica.

Passo a passo:

  1. O aluno após tirar os dados, vê a palavra sorteada e o responsável o questiona como ordenar a mesma em uma frase.
  2. O ideal é sempre mediar, dando maior possibilidade para o aluno pensar e desenvolver o máximo de frases possíveis. Sendo um jogo mais simples de ser feito, você pode separar aulas especiais para realizá-lo, ou ainda fazer em conjunto com outras brincadeiras, como a indicada neste post.

Desta forma, seus ensinamentos se tornarão muito mais interessantes!

Bellini Bellini
Post Author
Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

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