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Como fazer um plano de aula?

Como fazer um plano de aula?

Neste artigo vamos falar sobre como fazer um plano de aula, mas antes de ir para o texto, quero pedir que se esse material te ajudar, não deixe de compartilhar nas redes sociais e deixar um comentário. Estou trabalhando fortemente para oferecer textos diários de qualidade e preciso muito do seu feedback para saber se estou no caminho certo.

plano de aulas

Querendo ou não, os planos de aula estão entre os instrumentos mais populares e úteis do dia a dia do professor. Ao entrar em uma sala de aula o educador terá que ter em mente tudo que irá lecionar de maneira adaptada aquele público e recursos oferecidos. É justamente com o plano de aula que o professor consegue planejar o que irá passar para os seus alunos dentro da sala de aula e definir um controle dos materiais necessários, conteúdos explorados e etapas de brainstorm, discussão e testagem, para que a aula sempre esteja bem elaborada.

Antes de tudo os professores precisam ver o plano de aula como uma necessidade, algo que irá auxiliar no seu trabalho e te fará ganhar tempo no decorrer dos anos, sendo não apenas uma obrigação que é imposta pelo sistema, mas um recurso útil e funcional onde o principal objetivo é justamente distribuir todo o conteúdo programado durante a aula, explicitando as etapas de modo a conter o tempo necessário para destrinchar o conteúdo, as atividades e os recursos necessários.

Encontrei este vídeo do professor Ricardo Alencar que oferece um bom passo a passo de como montar um plano de aula adequado, assim como seus objetivos e interesses:

Claro que não posso deixar de dar minhas já tradicionais dicas para te ajudar nessa missão. Então, seguem minhas observações de como elabora um bom plano de aula:

Desenvolva aulas Temáticas!

Defina qual será o tema que você irá trabalhar com a turma naquele momento, como por exemplo, nos meses que possuem datas comemorativas como páscoa, dia do índio, dia da independência, pois assim você terá um assunto para discutir com os alunos. – Aulas temáticas são sempre mais interessantes e te obrigam a gerar um contexto multi e interdisciplinar. Valorize, contextualize e encante seus alunos.

Crie algo customizado para seu público

Identifique qual serão a série e a turma que você estará trabalho, pois só assim você saberá como aplicar as atividades para os jovens e crianças de acordo com as suas necessidades. – Uma atividade que funciona com crianças não funciona tão bem com adolescentes, apesar da pouca diferença de idade as mudanças de comportamento são radicais. Conheça o seu público e crie algo dentro dos interesses dele.

Tenha noção do Tempo!

Saiba o tempo do início e do término de cada atividade, afinal pode ser que as atividades durem mais que o previsto ou menos, mas depende muito de como irá proceder cada atividade e como os alunos irão desenvolver. – A questão está em prever e saber prever, pois uma atividade fora de hora pode atrapalhar seus objetivos e te obrigar a modificar o planejamento das aulas seguintes.

Tenha sempre um objetivo em Mente!

Defina quais serão os objetivos, o que você pretende passar para os seus alunos, não precisa colocar grandes projetos mais sim qual será o conhecimento adquirido pelos seus alunos na sala de aula. – Toda a vez que temos um objetivo em mente, nosso corpo e cérebro reagem a isso e nos fazem ficar mais focado em alcança-lo. Ao criar o seu plano de aula, coloque pelo menos um objetivo como ponto central de seus esforços.

A chave está no desenvolvimento da aula!

Saiba como você irá desenvolver o tema que foi escolhido, se será feito através de teatro, música, dança, jogos, debate, filme…. Tenha em mente que tudo precisa ser feito para que a aula seja mais divertida e contagiante, promovendo memórias e sempre surpreendendo o estudante.

Veja essa super experiência da professora Andressa Machado que usa o recurso história para gerar uma ambientação e uma continuidade para desenvolver sua aula:

Liste seu material – Se prevenir nunca é demais!

Quais serão os materiais didáticos que serão necessários para desenvolver as atividades como cola, quadros, papéis, canetas, lápis de cor, glíter, som, fantoches etc. Lembre-se de que tudo precisa ser feito com antecedência para garantir alguns materiais na escola, que independente de ser pública ou privada deve oferecer todo o material sem gerar custos ao professor.

Sempre teste seus alunos, e teste muito!

A avalição é muito importante, pois ajudará você a perceber quais são as dificuldades do aluno ou se ele conseguiu desenvolver tudo o que foi proposto. Procure avaliar o trabalho individual e o trabalho em grupo, e qual o conhecimento adquirido por seu aluno durante o projeto. – Pessoalmente, eu gosto de testar os alunos em cada etapa, das mais variadas maneiras. Acredito que se produzimos muitos testes, encontramos mesmo que por sorte uma linguagem adaptada ao aluno, ao mesmo tempo que trabalhamos para fortalecer a famosa avaliação 360º que tanto nos sugerem nos processos de avaliação continuada.

Enfim, é claro que todos os planos de aula são diferentes uns dos outros e muito depende da escola que você está trabalhando e do desenvolvimento da turma, mas procure sempre inovar e fazer uso desse recurso para tornar a sua aula bem mais dinâmica e divertida ao mesmo tempo que documenta sua experiência docente, que é sempre muito valiosa.

Muita luz e paz! Espero vocês amanhã para mais um texto aqui no Demonstre. -Por favor não deixe de compartilhar e comentar o post para que eu continue produzindo textos e sempre melhorando a qualidade.

Referência: COMO FAZER UMPLANO DE AULA PARA O ENSINO INFANTIL Autora: Simone Helen Drumond http://simonehelendrumond.blogspot.com

Bellini Bellini
Post Author
Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

Comments

5 Comments
  1. posted by
    Tathiane Marcela Bueno
    jan 25, 2016 Reply

    Muito boas as dicas ?

    • Felipo Bellini
      posted by
      felipobellini
      jan 26, 2016 Reply

      Obrigado!!! <3

  2. posted by
    Ângela
    abr 25, 2016 Reply

    Amei as dicas parabéns.

    • Felipo Bellini
      posted by
      felipobellini
      abr 25, 2016 Reply

      <3

  3. posted by
    Fabi gurgel
    set 16, 2016 Reply

    Gostei muito das dicas irão me ajudar bastante ..

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