Faça parte do nosso mundo mágico!

Por enquanto somos poucos, mas logo seremos uma legião! Inscreva-se! <3

Competição – Brincadeira sobre Debate Político

A competição sadia é uma das formas mais eficientes de incentivar o crescimento e a conscientização dos alunos sobre si mesmos e seus colegas. Cabe ao professor mostrar o melhor caminho para que as disputas sejam as mais saudáveis possíveis, e isso pode ocorrer dentro do debate político. Na brincadeira a seguir, vamos mostrar como.

Preparando a Competição

Diferente da brincadeira do debate político, em que os alunos vencem com o melhor argumento, a competição aqui tem como objetivo colocar os conhecimentos dos alunos à prova. Tudo é feito de uma maneira leve e mais amena para se divertirem aprendendo. Veja como preparar.

Competição

Público alvo: crianças ou adolescentes que estejam cursando o ensino fundamental e que já saibam ler e interpretar texto, possuindo um conhecimento básico sobre política do país.

Idade: crianças à partir de 14 anos de idade, além de adolescentes à partir de 16 anos.

Recursos: para criar a competição, será necessário apenas pegar a carteira e colocar uma de frente a outra para os alunos ficarem de frente. Coloque uma espécie de campainha ou use outro artifício para servir de “toque” para que o aluno possa responder.

Objetivo: fazer com que os alunos estimulem mais os seus interesses para a política e depois da competição possam ir a busca de informações relevantes sobre a política e também sobre a ideologia política. Com isso todos aprendem de forma divertida.

Passo a passo

  1. Para brincar, a professora deve avisar a turma sobre a competição com certo tempo de antecedência para eles se prepararem.
  2. Depois deve dividir a turma em dois grupos, uma pessoa de cada grupo é colocada frente a frente para responder as perguntas que o professor fizer.
  3. O aluno que apertar o botão ou a campainha primeiro momento terá o direito de responder.
  4. Aqueles que fizeram mais pontos, serão considerados os grandes vencedores.

Apesar de lembrar um pouco as brincadeiras televisivas, a ideia aqui é que os alunos apenas desenvolvam seus conhecimentos de forma sadia, sem a pressão de outros estudos. Conforme amadurecem seus conhecimentos, você pode aplicar outras brincadeiras. Um forte abraço, e até a próxima.

Bellini Bellini
Post Author
Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

Leave A Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *