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Derruba Toco – Brincadeira Indígena

Assim como várias outras culturas, os indígenas também valorizam a força de seus guerreiros através de jogos que exemplifiquem o seu poder. Um deles, realizado especificamente em festas e ocasiões especiais, é o Derruba Toco.

Como preparar o Derruba Toco?

Esta é uma brincadeira que deve ser feita com cuidado, já que envolve um contato físico direto. Portanto, deixe as regras bem claras, e no caso dos mais pequenos, esteja sempre de olho para evitar que se machuquem.

Derruba Toco

Público alvo: crianças, adolescentes e adultos que gostam de se divertir e tem fôlego suficiente para correr ao longo da brincadeira.

Idade: crianças à partir de 10 anos de idade. Pessoas de idade mais avançada como os adolescentes de 16, além dos adultos de 20, também podem participar.

Recursos: a brincadeira precisa ser realizada em um ambiente com o espaço bem amplo para poderem lutar ao longo de sua tentativas para pegar o toco, que pode ser feito com uma madeira ou o próprio tronco.

Objetivo: a brincadeira tem como intuito derrubar o toco, mas não a partir do seu próprio corpo e sim com alguma parte do corpo do seu adversário. Por isso há muita luta e força ao longo da brincadeira.

Passo a passo

  1. A brincadeira do derruba toco deve ser realizado apenas com duas pessoas por vez.
  2. A dupla deve lutar entre si com o objetivo de fazer um dos jogadores tocar no toco e então derrubar. Por isso, há muitos tombos para que consiga atingir seu objetivo.
  3. A brincadeira pode terminar quando toco for de fato tocado por um dos jogadores e claro, ele precisa ser derrubado.

O Derruba toco é uma brincadeira que valoriza a competição e a força. Tenha isso em mente ao preparar a brincadeira, para que participem apenas aqueles que se interessam pela mesma. E procure não penalizar os alunos que não quiserem brincar.

Bellini Bellini
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Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

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