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Descobrindo os nomes – Brincadeiras para Aprender História

Descobrindo os Nomes – Brincadeira para afixar o conhecimento histórico de pessoas importantes.

Uma das dificuldades mais comuns entre os alunos de história é memorizar quem foram as tais figuras históricas que influenciam até hoje os meios sociais, políticos e artísticos. Muitas vezes, alguns nomes acabam virando sinônimo de piada, já que sua real importância não é devidamente explicada. Para ajudar os professores, preparamos a brincadeira Descobrindo os Nomes.

Como preparar a brincadeira Descobrindo os Nomes?

Este é um jogo fácil de ser aplicado, pois basicamente reúne imagens e associações, o que força os alunos a tentarem compreender através dos estudos quem foram aquelas pessoas. Veja o que você precisa para dar inicio a suas aulas mais interativas.

Descobrindo os Nomes

  • Público alvo: pode ser feita com crianças e com adolescentes. Ou no caso, desde a educação infantil até o ensino fundamental.
  • Idade: à partir dos 6 anos de idade, podendo ser facilmente aplicada para adolescentes e jovens.
  • Recursos: será necessário imprimir uma quantidade vasta de fotos e deixar em exposição na região da lousa. As fotos devem ser de alguns personagens históricos para as crianças adivinharem os seus nomes.
  • Objetivo: a ideia é fazer as crianças descobrirem e reconhecerem personagens importantes na história através de erros e acertos. Com as figuras, eles podem fixar o nome e pesquisar o que eles fizeram.

Passo a passo:

  1. A brincadeira “Descobrindo os Nomes” é simples e deve ser feita na sala de aula.
  2. Coloque as fotos na lousa, separe a turma em grupos ou em duplas, fazendo com que eles tenham que adivinhar o nome ou o que fizeram aqueles personagens.
  3. Dê um tempo para escreverem no papel, e ao finalizar peça para que eles respondam o nome de cada personagem.

Você pode aplicar esta brincadeira regularmente, como uma maneira de afixar o conteúdo. Se os alunso acharem interessante, pode até mesmo ser um meio de avaliação para os professores, pedindo tarefas um pouco mais complexas. Teste e confira os resultados!

Bellini Bellini
Post Author
Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

Comments

2 Comments
  1. posted by
    Larissa Belgini
    maio 25, 2016 Reply

    Interessante esse tipo de método, vale tentar! Abs, Larissa

    • Felipo Bellini
      posted by
      felipobellini
      maio 27, 2016 Reply

      Vale sim!!! Eu acredito que todo o tipo de educação é válida. Se o aluno gosta de ler, ótimo. Mas se ele prefere fazer quizes, também é muito válido. Falo sempre para os meus alunos, que o aprendizado ocorre de qualquer direção. Se vendo vídeos eles se sentem bem, que vejam vários; se cantar músicas ajuda a assimilar o conteúdo e torna a aula prazerosa, é isso que vamos fazer, independente da idade.

      Desde que assumi o compromisso de experimentar e criar atividades de acordo com o que a minha audiência pede, minhas aulas têm sido um verdadeiro sucesso! 😀 <3

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