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Dia da Mulher – Material para o ensino fundamental 1

Dia da mulher: materiais de suporte para o ensino fundamental I

Para que você docente possa trabalhar de modo contundente com alunos do Ensino Fundamental I, foi selecionado um conjunto de materiais de suporte com o intuito de auxilia-lo nessa nobre tarefa. Apesar de os alunos do ensino fundamental I não poderem receber uma abordagem tão crítica quanto seus colegas do ensino fundamental II e médio, eles já são capazes de compreender aspectos como a violência contra a mulher e a luta por igualdade. Sabendo disso, esses materiais lhe fornecerão uma base sólida para ministrar suas aulas.

Dia da mulher: materiais de suporte para o nível fundamental 1

Lei Maria da Penha – LEI Nº 11.340, DE 7 DE AGOSTO DE 2006.

A lei Maria da Penha é um mecanismo criado pelo legislativo com o intuito de coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Sabe-se que todos os dias milhares de mulheres são agredidas e, muitas delas já sofrem com esse problema há bastante tempo. A sensação de impunidade encoraja o praticante de atos libidinosos, principalmente quando se trata de agressão. Sabendo disso, faz-se importante ter consciência da existência da Lei Maria da Penha, que veio como uma ferramenta para combater esse quadro. O docente poderá utilizar-se da própria lei como base e exemplo de políticas para a preservação da integridade da mulher.

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm

História da Mulher no Exército Brasileiro

Apesar do serviço militar não ser obrigatório para as mulheres isso não significa que elas não possam ou nunca puderam contribuir com a segurança da nação. Essa pequena matéria do Exército Brasileiro conta sobre a história da mulher nas forças armadas de nosso país e o papel que elas desempenharam no passado e o que fazem atualmente. Esse tema militar normalmente é utilizado como o maior argumento contra as mulheres quando buscam por igualdade. Mas, pouco ou nada se fala sobre as mulheres que serviram o Brasil. Elas desempenham papel vital nas nossas forças armadas.

http://www.eb.mil.br/web/ingresso/mulheres-no-exercito/-/asset_publisher/6ssPDvxqEURl/content/a-historia-da-mulher-no-exercito?redirect=http%3A%2F%2Fwww.eb.mil.br%2Fweb%2Fingresso%2Fmulheres-no-exercito%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_6ssPDvxqEURl%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-1%26p_p_col_count%3D1

Mulheres no Exército – Como ingressar

Como complemento ao material anterior, é interessante saber e mostrar como mulheres podem ingressar no EB. Hoje em dia as mulheres podem se inscrever como combatentes no exército e exercer funções antes restritas apenas aos homens. Essa mudança deu-se através de uma lei, e atualmente pouco mais de 22 mil mulheres têm desempenhando essa importante função em benefício da nação. Esse tipo de conhecimento é capaz de quebrar paradigmas e estereótipos sobre a mulher, principalmente no que tange a ideia de fragilidade ligada ao sexo feminino. E isso ainda pode encorajar as meninas a futuramente se alistarem e contribuírem com o serviço militar.

http://www.brasil.gov.br/defesa-e-seguranca/2014/04/mulheres-podem-se-inscrever-voluntariamente-nas-forcas-armadas

http://www.eb.mil.br/web/ingresso/mulheres-no-exercito/-/asset_publisher/6ssPDvxqEURl/content/mulheres-no-exercito?redirect=http%3A%2F%2Fwww.eb.mil.br%2Fweb%2Fingresso%2Fmulheres-no-exercito%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_6ssPDvxqEURl%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-1%26p_p_col_count%3D1

Trajetória da historiografia das mulheres no Brasil

Resumo: É fato conhecido que a história, escrita fundamentalmente pelos homens, durante muitos anos optou em excluir as mulheres dos relatos historiográficos. Este texto discute a inserção do sujeito feminino na historiografia brasileira, a partir de diversas contribuições: o movimento feminista, os novos paradigmas científicos e a contribuição dos Annales, que permitiram um alargamento das abordagens e dos métodos utilizados para as pesquisas envolvendo as mulheres.

Esse periódico trata de analisar minuciosamente a trajetória das mulheres no Brasil, apesar das dificuldades encontradas por conta de sua ocultação nos registros históricos por diversas vezes. Apenas para exemplificar, existem trabalhos científicos que contribuíram com toda a sociedade no qual as mulheres tiveram participação ou mesmo idealizaram tais projetos e obras. Porém, seus tutores, professores ou colegas simplesmente ficaram com todo o crédito. Por tal razão, saber até onde as mulheres contribuíram em vários aspectos da humanidade torna-se uma tarefa difícil, mas não impossível, e é justamente essa a missão dessa obra – tornar nítida para o docente à importância de reconhecer e valorizar as contribuições da mulher.

Obviamente esse material de apoio não deve ser apresentado logo de início para os alunos do ensino fundamental I. Todavia, possuindo ele em mãos, o docente terá um material de extrema qualidade para complementar suas aulas e poder passar aos alunos essa visão crítica da história da mulher no Brasil, de maneira mais simplificada e entendível para os alunos.

http://periodicos.uesb.br/index.php/politeia/article/viewFile/276/311

Diversas atividades sobre o Dia Internacional da Mulher

Nesse compilado de atividades existem dezenas de desenhos para colorir, rodas de conversa que estimulam a troca de informações, experiências e feedbacks. Além disso, também há poemas e músicas voltadas para este tema. Basicamente esse material é completo e lhe fornece uma gama de opções interessantes, tal como o desenvolvimento de pesquisas, acrósticos, confecção de cartas e cartões, além ainda da construção de um pequeno livro sobre os direitos das mulheres. Isso sem falar na resolução de questionários! É muita coisa, não é mesmo?

São formas lúdicas e totalmente educativas de tratar o tema com o devido valor e ainda contar com a praticidade de ter várias opções à sua disposição. Esses tipos de atividades possuem a vantagem de engajar os alunos e ainda proporcionar-lhes inteiração e trabalho em grupo.

http://caixinhamagicadeideias.blogspot.com.br/2012/02/atividades-do-dia-internacional-da.html

“Dia da mulher 8 de março. O que muitos não sabem”

Esse vídeo ilustra de modo simplório como era a vida das mulheres nas fábricas. Sabemos que as condições não eram as melhores, uma vez que não havia períodos de descanso, o trabalho era exaustivo e a carga horária completamente absurda para qualquer padrão nos dias de hoje. Isso ainda aliado ao fato de que mulheres e crianças ganhavam muito menos do que os homens, desempenhando as mesmas funções.

https://www.youtube.com/watch?v=u3xMq_LakAk

As Fábricas e os Trabalhadores

Esse pequeno artigo nos apresenta um panorama geral de como eram as condições de vida nas fábricas do período da revolução industrial. Condições ergonomicamente corretas e de segurança no trabalho eram praticamente inexistentes, além da carga horária chegar a 16 horas por dias e não haver direitos trabalhistas. Milhares de mulheres e crianças viveram sob essas condições. Não obstante, é exatamente por causa disso que começaram a surgir os primeiros movimentos de militância feminina.

http://revolucao-industrial.info/as-fabricas-e-os-trabalhadores.html

O aluno não somente deve conhecer as injustiças sofridas pelas mulheres ao longo da história, assim como também precisa ter conhecimento sobre a ocultação dos grandes feitos realizados por elas. Mas, não é só isso. Também é preciso compreender de uma vez por todas que essa ideia de “sexo frágil” está ultrapassada, uma vez que as mulheres podem desempenhar qualquer trabalho ou função na sociedade, inclusive trabalhos esses que por muito tempo foram restritos aos homens; tal como no exemplo do serviço militar e de certas funções dentro do exército.

 Já está mais do que provado a igualdade de gênero, agora é preciso estimular a “igualdade de compreensão” dessa realidade e o dia da mulher é uma super oportunidade para dialogar isso!

Post Author
Felipo Bellini
Professor ligado no 220v e disposto a transformar o seu espaço em prol de seus alunos e comunidade.

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