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Gira gira – Brincadeira para aprender Tabuada

Gira Gira – Jogo Clássico para os Estudos de Tabuada

O gira gira é uma brincadeira famosa e muito divertida para se aprender a tabuada. Muito popular há vários anos atrás, hoje ela é uma lembrança um tanto distante para os adultos, mas que não deixa de ter o seu valor tanto como brincadeira como de ferramenta educacional.

E hoje, não apenas como ferramenta de educação, mas uma forma de trazer a nostalgia de volta.

Preparando o Gira Gira

O gira gira ainda pode ser encontrado facilmente em lojas de brinquedos. Porém, tal como vários outros jogos de tabuleiro, seu preço pode ser um pouco salgado, sobretudo para se usar em sala de aula.

Para contornar esta dificuldade, você pode seguir as instruções a seguir.

Gira Gira

  • Público alvo: pode ser feita com crianças e adolescentes que estejam cursando o ensino fundamental.
  • Idade: crianças à partir dos 7 anos de idade que estejam no ensino fundamental.
  • Recursos: o professor deve confeccionar, sozinho ou junto de seus alunos, 2 círculos com números de 0 a 10 e ponteiros semelhantes a de um relógio. Pode ser feito de papel ou de goma EVA.
  • Objetivo: o objetivo da brincadeira é fazer com que os alunos aprendam a tabuada na prática através de um jogo educativo e dinâmico.

Passo a passo:

  1. O professor separa os grupos em círculos para jogar.
  2. O primeiro participante deve girar ambos os círculos.
  3. Um número multiplica pelo outro e o participante deve dizer o resultado.
  4. Em uma folha a professora marca os acertos de todos da equipe.
  5. Ganha quem tiver mais acertos.

O gira gira adiciona um fator de aleatoridade nos estudos da tabuada, desafiando os alunos a memorizarem de maneira mais efetiva. E se bem aplicado, eles aprenderão de forma divertida, e sem perceberem. Procure testar a brincadeira em sala.

Bellini Bellini
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Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

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