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Go ou Baduk – Brincadeira Oriental

Uma das características mais marcantes da cultura japonesa é o incentivo a inteligência e as atividades mentais como um todo. Isto acontece desde os tempos feudais, com seus estrategistas de mente afiada. E isto é refletido em um de seus jogos de tabuleiro mais tradicionais, o Go.

Também conhecido como Baduk ou GoIchi, o Go pode ser equivalente ao jogo de Damas no ocidente pela simplicidade de suas regras. Além disso, o grau de complexidade surpreendente em suas estratégias. Diferente do Shogi, que mais se assemelha ao Xadrez em termos de regras, o Go pode ser facilmente ensinado aos alunos. Veja como a seguir.

Conhecendo o Go

As regras do Go são muito simples, e podem ser incentivadas pelo professor como uma atividade durante o intervalo, ou dentro de sala.

Go ou Baduk

Público alvo: o público da brincadeira são crianças e adolescentes.

Idade: pode ser realizada em qualquer idade à partir de 10 anos.

Recursos: a brincadeira é um xadrez típico dos países orientais. E por isso, ocorre a necessidade de usar um tabuleiro feito de madeira ou outro material. Isso sem contar as pedras brancas e pretas para movimentar.

Objetivo: o objetivo da brincadeira é fazer com que os jogadores de fato exercitem a sua mente e possam criar estratégias para que as suas peças simulem quase que uma batalha pelo seu território.

Passo a passo

  1. A brincadeira exige que duas pessoas brinquem.
  2. Com um tabuleiro e peças (ou pedras) nas cores pretas e brancas é necessário ter as peças espalhadas no tabuleiro quadriculando, simulando uma espécie de batalha por território em um espaço limitado.
  3. As pedras não devem se mover, apenas colocadas e retiradas.
  4. O seu objetivo na brincadeira Go é criar um território maior e evitar que o seu concorrente tenha um amplo crescimento no seu território para que não saia vencedor dessa batalha.

Ensinando estratégia através da diversão, o Go pode ser uma ótima forma de estimular a mente de maneiras inimagináveis. Procure testá-lo em sala de aula, você não vai se arrepender!

Bellini Bellini
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Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

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