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Hanetsuki – Brincadeira Oriental

Você já deve ter ouvido falar do Badminton, aquele esporte que ganha um pouco mais de destaque apenas nas olimpíadas. Mas o esporte com petecas e raquetes de tênis é muito mais antigo do que aparenta. No japão, ele se chama Hanetsuki, e é sobre esta brincadeira oriental que falaremos hoje.

Preparando o Hanetsuki

Esta é uma brincadeira muito fácil de ser realizada, pois depende unicamente de uma peteca, tal como em antigos jogos indígenas. Mas seu sucesso a ponto de virar um esporte olímpico como o Badminton vem de suas particularidades, como você pode ver adiante.

Hanetsuki
Público alvo: o público da brincadeira são meninos e meninas.

Idade: pode ser realizada em qualquer idade à partir de 06 anos.

Recursos: a brincadeira é feita com uma peteca típica do Japão, e a mesma pode ser feita com auxílio de madeira e panos. Ela é quase um leque e tem um taxo de madeira para ter um bom movimento.

Objetivo: se divertir com todos os seus amigos, sendo que a peteca com taxo de madeira deve ter uma boa movimentação para jogar o chamado badminton.

Passo a passo

  1. Você pode brincar tanto sozinho com outras pessoas, devido a possibilidade de pegar sua própria peteca ou no caso, hanetsuki.
  2. A ideia é que a pessoa comece a jogar para cima a peteca e não deixe ela cair ao chão.
  3. Faça manobras e movimentos distintos que permitem a brincadeira ficar ainda mais emocionante com o item voando mais alto. Jogando em duplas, o objetivo é sempre fazer com que o adversário deixe a peteca cair.

O Hanetsuki pode ser praticado tanto como uma competição sadia entre os alunos, como uma brincadeira simples nos intervalos. Introduza com este último objetivo em mente, para que seus alunos se divirtam muito, e conheçam um lado único da cultura oriental.

Bellini Bellini
Post Author
Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

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