Faça parte do nosso mundo mágico!

Por enquanto somos poucos, mas logo seremos uma legião! Inscreva-se! <3

Ideologias na Sala – Brincadeira sobre Debate Político

Desenvolver ideologias na sala de aula tem sido um assunto polêmico em diversas esferas da sociedade, mas a verdade é que são justamente os ambientes escolares os mais adequados para suas criações. Não por influência dos professores, mas pelas opiniões e consciências dos próprios alunos, que também estão diante dos problemas da sociedade.

E nessa brincadeira vamos mostrar como isso é possível de uma forma simples e direta.

Ideologias na Sala – Como preparar a brincadeira

Você pode incentivar a criação de ideologias em sala de aula de forma muito simples, trabalhando um aspecto essencial no dia a dia dos alunos – o bem estar deles próprios. A brincadeira a seguir é fácil de preparar, veja como.

Ideologias na Sala

Público alvo: crianças ou adolescentes que estejam cursando o ensino fundamental e que já saibam ler, além de interpretar textos.

Idade: à partir de 10 anos de idade, ou adolescentes à partir dos 16 anos.

Recursos: cartolina de cores distintas e canetas para criar listas de ideologias da sala de aula. Além disso, serão precisos fitas ou barbantes para a fixação dos cartazes ao longo da sala de aula e em um bom lugar.

Objetivo: o intuito da atividade é fazer com que os alunos possam elaborar em conjunto a lista de ideologias que serão feitas para a sala de aula e devem ser elaboradas ao longo do seu ano letivo.

Passo a passo

  1. Faça a turma se dividir em grupos, sendo que cada grupo deve criar o cartaz e as listas de ideologias que devem ser desenvolvidas ao longo do ano pela turma e pela professora.
  2. As ideologias fazem parte de ideias que devem ser realizadas no ano e com isso todos podem ter a noção da responsabilidade ao desenvolver todas as ideologias políticas.

Gostou da ideia? A simplicidade com que pode ser preparada facilita que os alunos se sintam a vontade para trabalhar suas ideologias, e visar o bem estar de todos. No futuro, essa consciência pode trazer grandes frutos para todos. Um forte abraço, e até a próxima!

Bellini Bellini
Post Author
Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

Comments

1 Comentário
  1. posted by
    Maryane Ferreira
    out 24, 2016 Reply

    Discutir na escola esse tema é necessário uma vez que a escola tem a função de formar os alunos. Lógico que de modo imparcial. O que essa ideia da escola sem partido está propondo é inconcebível e irreal. Espero mesmo que as escola não sejam censuradas dessa forma.

Leave A Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *