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Jô-Quem-Pô – Aprenda uma brincadeira oriental

Bellini Bellini
mar 07, 2016
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Jô-Quem-Pô – uma brincadeira oriental

A cultura japonesa possui algumas brincadeiras bem curiosas, que além de servirem para divertir, são capazes de ensinar diversos pontos da capacidade humana sem esforço. Ou melhor dizendo, com esforço, mas um esforço divertido, imperceptível. E não há exemplo mais simples do que o Jô-quem-Pô.

Também chamado de Jankenpon, ou simplesmente Pedra, Papel e Tesoura, o Jô-Quem-Pô é capaz de ensinar reflexos, leitura de movimentos corporais, e capacidade de percepção em um jogo muito simples. E o melhor é que elas podem ser complementadas com outras brincadeiras. Veja como é fácil de se utilizar em colégios.

Jô-Quem-Pô – como brincar?

Jô-Quem-Pô

  • Público Alvo: alunos de nível inicial ou primaria.
  • Idade: essa brincadeira poderá ser realizada em todas as idades.
  • Recursos: nenhum, apenas o uso de suas mãos para poder fazer os movimentos do jô-quem-pô. Mas claro, a brincadeira deve ser realizada entre duas pessoas ou a mais.
  • Objetivo: O objetivo da brincadeira é encontrar os vencedores da disputa pedra, papel e tesoura. Ela é feita para encontrar quais os ganhadores de uma disputa distinta ou para brincar entre amigos.

Passo a passo

  1. A brincadeira precisa ser realiza a partir de uma dupla, ou seja que o professor responsável deve colocar ambos alunos de frente um ao outro.
  2. A brincadeira consiste em cada um dos participantes devem jogar as suas mãos para a frente e então escolher qual será o elemento a ser representado em sua mão, seja pedra, papel ou a tesoura.
  3. A pedra é feita com a mão fechada, o papel é feito com a palma da mão aberta e a tesoura é feita com dedos indicador e médio estendidos.
  4. E tem as regras, pedra ‘quebra’ a tesoura, a tesoura ‘corta’ o papel e por fim o papel que irá ’embrulhar’ a pedra.

Embora possa parecer boba, a brincadeira é muito interessante por testar todos os tópicos que listamos lá no início. Com o tempo, seus reflexos, tanto corporais como mentais, se tornarão mais apurados, o que abre possibilidades interessantes para outras atividades, como cálculos matemáticos e análises textuais, por exemplo. Durante os intervalos, incentive este tipo de atividade, com o tempo valerá muito a pena.

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