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Kendama – Brincadeira Oriental

Você já deve ter ouvido falar da Kendama por conta do seu nome popular aqui no Brasil: o biboquê. Presente em vários lugares do mundo, o Kendama é um jogo muito simples de reflexos, que pode ser praticado sozinho ou em grupos.

Hoje você vai conhecer um pouco mais dessa brincadeira, e como prepará-la para seus alunos.

Como preparar o Kendama?

Esta é uma brincadeira muito simples, e que pode ser praticada ainda nos jardins de infância, incentivando a criatividade. E como você poderá perceber, não existem mistérios para aplicá-la.

Kendama
Público alvo: o público da brincadeira são tanto meninos como meninas.

Idade: pode ser realizada em qualquer idade à partir de 06 anos.

Recursos: a brincadeira pode ser feita com um pote de plástico, barbante e uma bola pequena, que juntos permite criar o típico bilboquê. Além de um pedaço de madeira para o manuseio.

Objetivo: o objetivo da brincadeira é colocar a bolinha desse seu bilboquê em cima. Ao mexer a bola que está no barbante ela deve ficar em cima do brinquedo.

Passo a passo

  1. A brincadeira não exige que mais pessoas brinquem com a pessoa.
  2. Pegue o cabo com o polegar e o indicador para que colocar sua bola logo em cima do brinquedo, ou no caso, no orifício central que está ligando a corda com o suporte.
  3. O movimento é contínuo até conseguir o feito de colocar a bolinha em cima do brinquedo, na sua região central.

O Kendama pode ser aplicado de várias formas dentro de sala. Uma sugestão, inspirada em programas como Chaves, e permitir aos alunos criarem suas próprias versões do biboquês com os mesmos materiais. Elas podem fazer competições entre si também, como quem acerta mais encaixes por vezes seguidas sem deixar cair. Assim, a brincadeira se tornará ainda mais divertida.

Bellini Bellini
Post Author
Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

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