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Marimbondo – Brincadeira Indígena

O Marimbondo são uns bichos irritantes, não é verdade? E não é de hoje que eles causam incômodo e tiram as noites de sono de muita gente. E os indígenas sabem muito bem disso, já que os bichos estão sempre rodeando suas casas. E a influência deles acabou gerando uma brincadeira muito divertida.

Como fazer a brincadeira do Marimbondo?

A brincadeira do Marimbondo é muito simples de fazer, mas é necessário um ambiente que permite modelar as casinhas do bicho apropriadamente. Se houver praias ou rios próximos ao colégio, procure explorar as possibilidades do jogo.

Marimbondo

Público alvo: crianças e principalmente adolescentes que gostam de se divertir. Ter fôlego é essencial.

Idade: crianças à partir de 10 anos de idade, e  adolescentes entre 15 e 17 anos.

Recursos: um local que permita boa movimentação entre todos os participantes da brincadeira, que geralmente ocorre na beira do rio. Também se usa terra ou areia para criar todas casas do inseto.

Objetivo: o objetivo da brincadeira é criar casas de marimbondo com a areia ou a terra, sendo que os adversários não podem permitir que a casa seja construída.

Passo a passo

  1. A brincadeira é realizada em dois grupos, onde precisam ter um ligado no outro grupo para impedir que crie a casa de marimbondo.
  2. Se o grupo se aproximar de sua casa quase pronta de marimbondo, deve-se agir e impedir que eles se aproximem ou destruam toda a sua casa. A casa só pode ser destruída atirando bolas de terra, que os defensores devem impedir.
  3. O grupo que tiver a casa pronta em primeiro lugar sem sofrer uma destruição irá ganhar.

E aí, gostou da brincadeira? Ela é bem divertida, não é verdade? Contudo, cabe avisar do cuidado ao realizar o jogo do Marimbondo com as crianças, para que elas não se machuquem com as bolas de terra. Tendo esta preocupação, tudo pode rolar sem grandes problemas. Um forte abraço!

Bellini Bellini
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Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

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