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Montando o Corpo – Brincadeira sobre o Corpo Humano

Em uma brincadeira anterior, vimos como as explicações sobre o corpo humano podem ser muito mais divertidas através de uma brincadeira simples, desenhando o corpo através dos próprios alunos. Agora, servindo como um complemento, ou como uma nova brincadeira, você poderá trocar as palavras pelos desenhos das partes do corpo! Montando o corpo, a compreensão será ainda mais interessante.

A brincadeira pode ser feita de uma maneira bem fácil, e pode partir dos esforço dos próprios alunos e professor para fazer os desenhos. Veja do que precisa para fazer esta brincadeira interessante.

Como fazer a brincadeira Montando o Corpo?

Montando o Corpo

  • Público alvo: pode ser feita com crianças e com adolescentes. Ou no caso, desde a educação infantil até o ensino fundamental.
  • Idade: crianças à partir de 6 anos, mas a pessoa pode aprimorar toda a brincadeira para adolescentes aumentando a sua complexidade.
  • Recursos: usar uma folha de papel Kraft grande para colarem todas as partes do corpo. Ou pode ser cartolina de cores bem vibrantes, mas o importante é que consigam usar todos os espaços montando o corpo humano. Também será utilizado uma tesoura para recortar as partes e claro, a cola para aplicar as partes do corpo humano do desenho no papel.
  • Objetivo: o objetivo da brincadeira montando o corpo humano será fazer com que todas crianças montem o corpo do desenho que fora distribuído para eles, onde possam identificar quais são as partes de um corpo humano correspondem ao local do desenho. Colando cada parte do corpo na folha e montando no final todo o corpo humano.

Passo a passo:

  1. Distribua o desenho com as partes do corpo humano para as crianças, sendo que essas partes precisam estar separadas indicando a sua necessidade de recortá-las.
  2. Depois recortá-las, distribua a cola e as folhas de papel kraft ou cartolina para eles montarem o corpo.
  3. É interessante que as crianças tenham uma folha e um desenho para cada um, promovendo com que todos possam aprender as partes do corpo humano. No final de toda a brincadeira, você pode promover uma exposição na sala de aula com as folhas.

Uma sugestão ao desenhar as partes do corpo, é fazer com que os próprios alunos façam os desenhos, assim se acostumando com seus formatos, e até mesmo  colocando a criatividade para funcionar. Outra boa ideia pra tornar este exercício ainda mais interessante é complementá-lo com a brincadeira que sugerimos em outro exercício, com o desenho do corpo humano feito pelos alunos. Desta forma, o exercício se tornará ainda mais imersivo para eles.

Bellini Bellini
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Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

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