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MORE ou Santo MORE – Dica de Site

More – uma ferramenta online para gerar referências

Texto atendendo aos pedidos de todos os meus alunos dos cursos técnicos e clientes de tradução em vias de entregar trabalho. Conheça o SANTO MORE, a melhor ferramenta para organizar as referências de sua monografia, artigo ou trabalho acadêmico nos padrões da ABNT.

More ou Santo More
More ou Santo More
Cedo ou tarde, todo profissional do ramo editorial ou estudante irá se deparar com as regras da ABNT, seja para o registro de livros, filmes e músicas, seja para o registro de ensaios, monografias, e outros documentos acadêmicos de igual importância. E para quem possui muitos destes registros, ou precisa procurar por eles com regularidade, é um verdadeiro teste de paciência se adequar a todos os pormenores que a Associação Brasileira de Normas Técnicas exige. E foi pensando nessa necessidade de organização que surgiu o MORE.

O que é o More?

            O MORE, sigla para Mecanismo Online de Referência, já é um projeto com bastante tempo de estrada. Criado em 2005 dentro de um programa de incentivo à inclusão digital organizada pela UFSC, a plataforma gratuita passou e continua passando por novas reformulações, incluindo novas áreas para formulários, sempre tomando como base as exigências da ABNT.

O que o More faz?

            Basicamente, o MORE organiza referências de áreas acadêmicas como livros, ensaios, monografias, enciclopédias, teses, dicionários, artigos, entre outros; áreas pertinentes aos meios online, especificamente homepages e e-mails; e mais recentes, áreas jurídicas, como legislação e jurisprudência, e para registros culturais como partituras e filmes.

Colocando as informações solicitadas pela plataforma, ela automaticamente as adequa às normas da ABNT, como o uso correto de maiúsculas e minúsculas, ordem de datas, editoras, os nomes dos autores, etc. Um grande facilitador para quem precisa se organizar com tantas referências e se vê perdido, sobretudo estudantes em épocas de monografias e escritores de livros mais técnicos.

O que é preciso para usar o More?

Utilizar o MORE é muito fácil. O cadastro é rápido, necessitando de uma conta de e-mail, e a confirmação é automática. Ele também pede o nível de instrução do usuário, provavelmente como ferramenta de análise para novas atualizações. Com o cadastro realizado, você já pode utilizar os serviços.

Como faz para gerar as referências no More?

Basicamente, você conseguir referências de duas formas: ou você as encontra através da aba de pesquisas, ou cria as suas próprias nas seções de acordo. Na primeira opção, digite na área de pesquisa o que você exatamente procura, colocando de preferência o nome do autor, da editora e do ano de publicação para filtrar melhor as buscas. Com a referência encontrada, basta clicar na opção “importar”, e ela estará na sua conta.

Caso prefira criar suas próprias referências, seja por não encontrar as desejadas na pesquisa, seja por questões de organização, ou por ambas, atente-se ao tipo de material a ser referenciado. O MORE oferece suporte para vários tipos de documentos, como os citados acima, e isso significa que para cada um, o preenchimento de dados é diferente, assim como os registros na ABNT também são feitos de forma diferenciada entre os documentos.

Vamos pegar como exemplo o registro de um filme. Ao selecionar a opção na aba “criar referências”, ela exibe diversas opções de registro, algumas obrigatórias (Título, Produtora, Ano de Lançamento, Local de Lançamento) e outras opcionais (diretor(es), produtor(es), realizadores, coordenadores, intérpretes, roteiristas, tempo de duração, etc). Com o preenchimento dos dados, é só clicar na opção “criar referências e citações”, e se tudo estiver correto, ela será salva em sua conta.

Espero com esse texto ter ajudado e iluminado a sua vida no meio dos trabalhos da escola ou universidade. Boas energias e até a próxima.

Bellini Bellini
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Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

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