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O que lhe parece certo? – Brincadeira para aprender sobre Cidadania

Ensinar sobre cidadania pode parecer uma tarefa subjetiva em determinados momento devido as possibilidades que elas podem apresentar como solução para um problema, algumas muito boas, outras nem tanto. Mas a grande questão que o professor deve perguntar a seus alunos é: o que lhe parece certo quando as questões de cidadania?

Você pode transformar este questionamento em uma brincadeira para os alunos, mas não com o objetivo único de entreter, mas sim de incentivar a reflexão. Veja como isso é possível.

Como preparar a brincadeira: O que lhe parece certo?

O que lhe parece certo

Público alvo: pode ser realizada com crianças maiores, por exigir aos pequenos uma reflexão mais complexa sobre direitos e os deveres.

Idade: crianças à partir de 10 anos de idade e até os mais velhos, que geralmente estão cursando a primeira parte do ensino fundamental.

Recursos: a professora pode usar figuras ou imagens de vídeos para mostrar situações onde desejará obter a resposta dos alunos sobre o que seria correto fazer diante de determinado acontecimento. Passa ser importante usar o caderno dos alunos, para que cada um faça sua anotação, e ao fim da brincadeira, compartilhe o que pode aprender.

Objetivo: o objetivo da brincadeira o que lhe parece certo é fazer as crianças refletirem sobre direitos e deveres de um cidadão. Pode ser complexo em um primeiro momento, mas as crianças precisam saber quais são as atitudes corretas na cidadania, fazendo com que de fato reflitam e possam compartilhar o que entenderam no final da sua aula.

Passo a passo:

  1. Selecione imagens em um papel ou em vídeo e compartilhe a história com os alunos.
  2. Conte uma história em que eles possam associar no final a cidadania, e pergunte quais seriam as atitudes mais corretas e sensatas ao final da sua explicação.
  3. Escute o que alguns possam ter a dizer, como eles reagiriam se a situação acontecesse com eles, deixando o aprendizado mais descontraído.
  4. Faça parecer um jogo de adivinhações, mas no final da aula é necessário ouvir o que cada um aprendeu diante da lição ensinada no dia.

Você pode dedicar sua aula inteira a este tipo de brincadeira, fazendo com que os alunos saim um pouco da rotina de estudos, e ao mesmo tempo tenham uma experiência nova para pensarem.

Bellini Bellini
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Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

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