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Paul Bunyan – O Lenhador Gigante dos Estados Unidos – Mitos e Educação

Paul Bunyan – O Lenhador Gigante – Mito dos Estados Unidos

Um nome muito famoso no folclore da América do Norte é o de Paul Bunyan, o lenhador gigante. Isto porque segundo as lendas, sendo muito forte e inteligente, ele realizou feitos extraordinários, como criar o Grand Canyon, ganhando assim um legado que garante diversas estátuas do personagem em várias regiões dos Estados Unidos, ganhando até o Paul Bunyan Day, ou dia de Paul Bunyan.

Paul Bunyan - O Mito do Lenhador Gigante

Então, se um dia você viajar para os Estados Unidos, ou mesmo ver uma estátua de um lenhador gigante ao lado de um enorme boi azul, vai se lembrar do mito que conheceu aqui no Demonstre, conheça a lenda e não deixe de comentar, ok?

Resumo da lenda de Paul Bunyan – O Lenhador Gigante

Paul Bunyan

Contam as lendas que Paul Bunyan nasceu na cidade do Maine, nos Estados Unidos, no dia 12 de Fevereiro de 1834.

Logo que nasceu ficou evidente que não se tratava de um ser humano comum. Mesmo ainda bebê, seu tamanho e sua força eram evidentes. Quando Paul nasceu ele era tão grande que foram necessárias cinco cegonhas para entregá-lo à sua família.

A lenda diz que, ainda bebê, Paul destruiu vários hectares de floresta por rolar enquanto dormia e só acordou após receber tiros de canhões da marinha britânica por sete horas seguidas.

Ele tinha como fiel companheiro o boi gigante e azul chamado Babe, que o acompanhava a toda parte onde ia e o ajudou em muitos de seus feitos por todo o continente.

Segundo as histórias contadas, Paul Bunyan criou o Grand Canyon, cavou o rio St. Lawrence, levou  as baleias da região dos Grandes Lagos para o mar, cortou todas as árvores de Dakota do Norte para criar terras agrícolas, entre outras façanhas.

Os estudiosos de contos e lendas consideram o lenhador como um personagem do chamado “fakelore”, que diferente do folclore tradicional que é passadode geração em geração, é uma invenção deliberada criada por jornalistas e publicitários para promover a indústria de madeira no início dos anos 1900.

Curiosidades sobre a lenda dos Estados Unidos

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 -Em 1958 a Walt Disney produziu um musical intitulado Paul Bunyan

-Existem pelo menos seis estados nos Estados Unidos que alegam ser a terra natal do mito. Entre estes estão Michigan, Minnesota, Maine e Califórnia.

-Em Junho de 2013 foi lançado um filme de terror que mostra Paul Bunyan como um gigante assassino, cortando pessoas ao meio com um machado. Dizem que o filme é muito ruim.

-Existe até um parque temático do lenhador, que se chama Paul Bunyan Land e fica na cidade de Brainerd, no Minnesota.

Veja o musical da Disney de 1958

Sugestão de atividade para os professores utilizarema lenda do lenhador gigante em sala de aula

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Nas lendas sobre o Paul Bunyan, ele é citado como quem fez muitas das belezas naturais na região, como o  Grand Canyon. Seria leal sugerir aos alunos que citem lugares aqui em nosso país que, se estivessem nos Estados Unidos, poderiam ser feitos por um gigante como Paul Bunyan.

Exemplo: Pão de Açúcar, Cataratas do Iguaçú, etc.

Galeria da lenda do Paul Bunyan

Sites, textos e livros sobre o assunto:

 -Musical da Disney de 1958: https://www.youtube.com/watch?v=4CNtcDjywBA

-Site oficial do parque Paul Bunyan Land: http://www.paulbunyanland.com/

-Mais sobre a lenda: http://portal-dos-mitos.blogspot.com.br/2013/11/paul-bunyan.html

-Trailer do filme de terror: https://www.youtube.com/watch?v=pMmwadm5Kj8

Bellini Bellini
Post Author
Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

Comments

3 Comments
  1. posted by
    Julio
    dez 19, 2015 Reply

    Os estadunidenses costumam contar fakelore, tem aquela outra que eles dizem que um cara de braço forte pisou na lua e disse ‘Um pequeno passo para o homem, mas um grande salto para a humanidade’.

  2. posted by
    Dora
    dez 21, 2015 Reply

    Os povos antigos inventavam histórias desse tipo porque não entendiam como a natureza agia, então acreditavam que Thor, os pássaros gigantes e outras personagens mitológicas faziam o trovão e todas as coisas que eles não conseguiam explicar. Por isso o folclore é tão rico e complexo. Mas esse fakelore é forçoso.

  3. posted by
    Kadija
    dez 22, 2015 Reply

    Eu já assisti desenho animado do Paul Bunyan, ele era sempre animado, não tinha tempo ruim, e defendia o território dele de pessoas más intencionadas ou de fenômenos naturais.

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