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Peixe Pacu – Brincadeira Indígena

O peixe Pacu é parte de uma família de peixes que são muito conhecidos e abundantes nas regiões do Mato Grosso, no Amazonas e na região da Bacia do Prata, todos locais com grande incidência de índios, que faziam destes animais uma de suas fontes de alimentação.

O Peixe Pacu é tão popular, que rendeu uma brincadeira entre os pequenos indígenas. E é desta brincadeira na qual iremos falar hoje.

Como se brinca de Peixe Pacu?

Com apenas uma vareta grande o bastante para uma criança, é possível realizar o jogo sem grandes problemas. Porém, é preciso um amplo espaço para que ela seja aproveitada de acordo. Em locais que tenha água, como lagos e rios calmos, por exemplo, fica melhor ainda.

Peixe Pacu
Público alvo: as crianças e principalmente adolescentes que gostam de se divertir.

Idade: crianças à partir de 10 anos de idade. Pessoas de idade mais avançada como ocorre com os adolescentes de 16 anos, também podem participar.

Recursos: a brincadeira precisa ser realizada em um ambiente com espaço bem amplo, para correrem ao longo de toda extensão. Além disso, será necessário uma vara para fingir pescar os jogadores.

Objetivo: “pescar” os jogadores com um pedaço de pau, ou com uma vara de pescar enquanto todos eles correm em grupo para fugir, o que for pescado perde a brincadeira.

Passo a passo

  1. A brincadeira do peixe pacu consiste em um grupo do qual é composto por até 8 ou 10 pessoas, sendo que um dos participantes será o escolhido para ser o pescador que terá que correr atrás dos jogadores para conseguir pescá-los.
  2. Os jogadores devem correr para não serem atingidos pela vara.
  3. A brincadeira acaba quando todos os jogadores forem atingidos.

Esta é uma brincadeira adequada para os intervalos dos alunos. Mas se preferir, você pode aplicá-la como um método de ensino para que conheçam mais da cultura indígena. No dia do Índio, ela fará ainda mais sentido.

Bellini Bellini
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Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

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