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Procurando palavras

Durante os primeiros anos de estudo da língua portuguesa, é comum os alunos mais jovens ficarem um pouco perdidos quanto ao uso de sinônimos e classes gramaticais em geral, procurando palavras que façam sentido. E se considerarmos a dificuldade de estimular a leitura como um hábito regular, a situação fica ainda mais complicada.

Para resolver isto de uma forma mais direta, e mais divertida, temos uma ideia de brincadeira que pode ajudar tanto os alunos professores, deixando ambos mais tranquilos com o aprendizado.

Como fazer a brincadeira Procurando Palavras?

Fazer este tipo de brincadeira é bem simples, já que precisa apenas do próprio quadro negro para fazê-la dinâmica. Além disso, ela pode ser feita variando os temas. E aqui, você pode incluir tanto a própria língua portuguesa como outras disciplinas. Veja como fazer.

Procurando Palavras

Público Alvo: a partir dos 11 anos

Objetivo: esta é uma brincadeira que ajuda a desenvolver a criatividade do aluno e estimula o aprendizado para elaborar palavras relacionadas a um mesmo tema e escrevê-las de forma correta.

Recursos: um bom pilot e o quadro negro são suficientes para fazer a brincadeira de forma dinâmica e de bom aprendizado para todos.

Passo a passo

  1. A classe escolhe um assunto (cidade, frutas, animais, artistas) e uma palavra-chave, que pode ser qualquer palavra qualquer.
  2. Combina-se, então, o tempo do jogo (cinco minutos, por exemplo).
  3. Os alunos devem escrever de forma correta, o maior número de palavras ligadas ao assunto e iniciadas com as letras da palavra-chave.

Fácil, não? Como um complemento, você pode pedir aos alunos que busquem outras palavras conforme se desenvolvem. Assim, é possível fazer uso da brincadeira novamente, mas em níveis mais avançados e complexos. Não deixe de comentar abaixo como a brincadeira Procurando Palavras melhorou suas aulas. Vai nos ajudar bastante com as próximas brincadeiras. Até a Próxima!

Bellini Bellini
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Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

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