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Questionando a turma – Brincadeira sobre Debatendo Política

São poucos os casos de turmas ainda no ensino fundamental ou médio que possuem discussões políticas saudáveis. Mas isto não quer dizer que você tenha de fazer parte da maioria neste sentido. Questionando a turma acerca de tópicos importantes da política, que as envolvam diretamente no caso da educação, é possível criar debates mais fortes, e assim criar o senso de responsabilidade social tão importante para o futuro.

Existe uma ótima maneira de se criar este ambiente de debate através de uma brincadeira simples, com uma estrutura similar aquelas vistas em programas como Passa Ou Repassa, por exemplo. Desta forma, você pode fazer com que eles tenham mais consciência, sem necessariamente empurrar assuntos nos quais eles não gostem.

Questionando a Turma – Como Fazer?

Questionando a Turma

  • Público alvo: feita com homens e mulheres de idade avançada, ou que são do ensino fundamental na sua primeira ou segunda parte.
  • Idade: à partir dos 10 anos, mas o mais interessante é questionar a turma mais avançada com 14 anos ou do final do fundamental.
  • Recursos: não é preciso de recursos, apenas usar todas carteiras da sala de aula de forma mais descontraída para que seus alunos e você (professora) possam conversar sem qualquer interferência.
  • Objetivo: questionar a turma de forma descontraída em um jogo de perguntas e respostas, onde os alunos podem se separar em grupos sugerindo a competição de pontos entre eles.

Passo a passo:

  1. Reúna a turma e divida ela em grupos para realizar quase uma competição de perguntas e respostas.
  2. A professora faz a pergunta, e quem bater primeiro na mesa responde.
  3. Se acertar recebe o ponto, mas se errar passa o direito de resposta para o outro grupo.
  4. O grupo do qual marcar mais pontos será o vencedor e todos aprendem sobre ideologia.

Você pode colocar um ou vários assuntos recentes para que eles debatam dessa forma, visando deixar a brincadeira mais dinâmica e ampla em assuntos. Se eles gostarem, experimente fazer isto como uma forma de avaliação, pois pode tirar o fator decoreba deles.

Bellini Bellini
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Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

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