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Questionar a turma – Brincadeiras para Aprender História

Questionar a turma sobre determinados assuntos pode ser algo interessante para saber o quão concentrados na aula. E essa dinâmica pode ser aplicada constantemente. Veja como fazer esses questionamentos diretamente, sem precisar de perguntas diretas no quadro.

Como preparar a brincadeira de Questionar a Turma?

Vamos ser sinceros: não é comum os professores fazerem perguntas sobre o assunto em sala de aula diretamente para os alunos. Não ao menos como é nos programas de paródias escolares que víamos na infância. Mas é algo que pode estimulá-los a prestar mais atenção se for feita de uma forma que não se sinta pressionados.

Questionando a Turma

Público alvo: pode ser feita com crianças e com adolescentes, da Educação Infantil até o Ensino Fundamental.

Idade: à partir dos 6 anos de idade. Adolescentes com idade mais avançada, entre 14 e 16 anos de idade, também podem participar.

Recursos: não é preciso muitos recursos. Apenas use todas carteiras da sala de aula de forma mais descontraída para que os alunos e professor possam conversar sem qualquer interferência.

Objetivo: questionar a turma de forma descontraída, em que os alunos podem se separar em grupos sugerindo a competição de pontos entre eles.

Passo a passo

  1. A brincadeira de questionar a turma pode ser feita logo no término de todas as aulas, depois de explicar alguns pontos da história.
  2. Aos alunos cabe prestar atenção na aula para responder as perguntas que podem ser feitas pelo professor.
  3. A professora faz uma pergunta aleatória para o aluno e pede para ele interpretar da melhor forma a resposta para o ato histórico.

Como dá para ver no passo a passo, a ideia aqui é sempre incentivar o aluno a não se sentir desanimado por falar para a turma. Ou ainda, achar que está falando de forma errada. O entendimento sobre o assunto sempre vai além de uma resposta padronizada, então busque essa liberdade quando questionar a turma. Um forte abraço, e até a próxima!

Bellini Bellini
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Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

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