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Rosto cabra-cega – Brincadeira Oriental

Existem brincadeiras que incentivam a montar o corpo humano de forma consciente, sabendo onde fica cada parte e qual sua funcionalidade. Mas para desenvolver a criatividade, você não precisa necessariamente seguir esta regra. Na brincadeira oriental de hoje, vamos ver o Rosto Cabra-Cega.

O Que precisa para fazer o Rosto Cabra-Cega?

Não é preciso muitos recursos para fazer o Rosto Cabra-Cega. Mas certifique-se não apenas que a brincadeira possa ser realizada sem problemas em sala de aula. Por exemplo, ter uma variedade maior de peças de rosto para criar a diversidade que os alunos gostam.

Rosto Cabra-Cega

Público alvo: crianças e pré-adolescentes

Idade: a brincadeira pode ser feita à partir de 6 anos de idade.

Recursos: um cartaz que permita colar as partes de um corpo e folhas para desenhar as partes. Além disso, uma renda para que as pessoas tenham seus rostos vendados para iniciar a brincadeira.

Objetivo: o objetivo da brincadeira é montar um rosto à partir de peças de rostos que foram criadas, mas o detalhe principal é ter os olhos vendados para deixar as montagens muito mais divertidas.

Passo a passo

  1. A brincadeira é simples e muito divertida. Pode ser feita por um grupo de pessoas onde todos terão que montar um rosto com as peças que forem disponibilizadas na sua vez.
  2. Com os olhos vendados, os participantes terão que montar o rosto no painel sem ver qual a peça, ou qual o formato do rosto disponível.
  3. Não há vencedores, apenas a diversão em montar um rosto divertido e que todos vão dar muitas risadas devido as trabalhadas diante dos olhos vendados por um lenço ou um outro pano.

O Rosto Cabra-Cega pode ser um complemento interessante para os estudos de ciências, por exemplo. Uma vez que tenham aprendido as partes do corpo humano de forma correta, poderão brincar de forma até mais divertida, estando conscientes do que fazem. Não deixe de trazer esta diversão para elas.

Bellini Bellini
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Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

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