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São Iguais – Brincadeira para Classes Gramaticais

Considerada uma brincadeira para “velhos”, o bingo tem seu lado divertido por trazer um pouco de aleatoriedade e conhecimento atrelados ao divertimento. Por não ser cansativo, é possível jogar por um período considerável de tempo, e talvez daí esteja sua relação com os idosos, já que eles possuem bem mais tempo para aproveitar a brincadeira. Em “São Iguais”, o jogo busca uma ideia parecida, mas para ensinar os alunos as classes gramaticais.

O professor pode transformar este jogo em algo bem interessante, pois permite aos alunos, divididos em grupos, criar uma competitividade a ponto de quererem melhorar seus conhecimentos. E é disto que qualquer aluno precisa – desafio.

Como fazer a Brincadeira São Iguais?

Brincadeira - São Iguais

 

 

Público alvo: pode ser adaptada para todo o ensino fundamental e ensino médio.

Idade: a brincadeira apresentada aqui, é destinada a alunos de 1° série, mas pode ser adaptada a todos os níveis de educação.

Recursos: o professor ou responsável pela atividade deve criar cartelas com diferente nomes e imprimir algumas para brincar em sala (a imagem disponível acima pode ser utilizada para este fim). Por outro lado, deve formar pequenas cartelas com imagens que parecem em todas as cartela. Lembrando que cada cartela deve conter nomes diferentes, ou seja, que nem todas podem ser iguais.

Objetivo: trabalhar de forma dinâmica com os alunos a associação de imagens e palavras.

Passo a passo:

  1. Separe pequenos grupos.
  2. O responsável distribui uma cartela com nomes aos grupos.
  3. Em sequência sorteia as imagens aleatoriamente e mostra a turma perguntando bem alto, que imagem é essa.
  4. Cada equipe deve fazer um x na palavra que representa a imagem. Os que não tem a palavra aguarda um próximo turno.
  5. Ganha a equipe que marcar toda a cartela.

Não deixe de desafiar seus alunos! Ideias como esta, realizadas periodicamente, os deixarão mais animados para estudar, indo um pouco mais além do padrão didático de estudos apenas para avaliações. E ainda que estes métodos sejam aplicados, eles estarão bem mais preparados para este fim.

Bellini Bellini
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Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

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