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Sugerindo ideologias – Brincadeira sobre Debate Político

Estamos em uma época cujo conflito de ideias se torna algo muito mais intenso pelo simples fato de não haver comunicação o bastante entre grupos, em que um não busca compreender a ideologia do outro. Ou ainda, entre aqueles que não possuem uma opinião formada – e portanto não possuem uma proposta de resolução – e os que talvez possuam uma resposta. É para acabar com este último aspecto que temos a atividade Sugerindo Ideologias.

Como criar a Atividade Sugerindo Ideologias

Esta é uma atividade que deve ser feita com bastante cuidado, para evitar conflitos mais graves dentro de sala. Sugerir ideologias significa trazer ideias que afetem a sociedade como um todo, portanto é importante que os professores direcionem os alunos a terem discussões saudáveis, e sobretudo imparciais – afinal, por mais que seja um ponto de vista pessoal, elas não devem favorecer apenas os próprios alunos.

Sugerindo Ideologias

Público alvo: crianças ou adolescentes que estejam cursando o ensino fundamental e que já saibam ler e interpretar textos.

Idade: à partir dos 10 anos de idade.

Recursos: pegue imagens que possam demonstrar situações que a criança ou adolescente deverá sugerir ideologias. Imprima elas e a coloque em cima da lousa para a melhor visualização dos alunos

Objetivo: fazer os alunos identificarem ocasiões e problemas que deveriam ser solucionados com as iniciativas políticas, e assim desenvolver ideologias para que aquele problema acabe.

Passo a passo

  1. A ideia é deixar todas as imagens na lousa para que todos os alunos possam identificar as situações e criar ideologias políticas que deveriam ser criadas e desenvolvidas para solucionar os problemas.
  2. Essa brincadeira é basicamente uma atividade, e é feita de maneira individual.
  3. Ao final, todos devem dizer o que desenvolveu e por que é importante.

Através das opiniões dos alunos, é possível montar novas atividades e procurar observar os seus pontos de vista de maneiras inéditas. Muitas vezes, aqueles alunos mais retraídos ou os mais brincalhões possuem uma visão única e que pode ajudar a todos se for bem incentivado. Tenha estes detalhes em mente.

Bellini Bellini
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Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

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