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Tako-age – Brincadeiras Orientais

Tako-Age – Aprenda a levantar Pipas como os japoneses fazem

A brincadeira de colocar pipas no céu não é exclusiva dos brasileiros. Na verdade, ela faz parte de várias culturas espalhadas pelo mundo, e uma de suas raízes estão no oriente, no Japão para ser específico. Lá, a brincadeira se chama Tako-Age, e possui algumas similaridades com nossas pipas, mas várias outras características únicas. Vamos conhecer um pouco?

Como se faz uma Tako-Age?

A confecção de uma pipa japonesa é quase da mesma forma de uma pipa, mas são necessários alguns materiais diferentes, além de ter um estilo para levantá-la e mantê-la por mais tempo no céu. No Tako-Age, elas são bem mais dinâmicas, e não deixam seus participantes parados. Veja como.

Tako-age

Público alvo: meninas e meninos que sejam de fato mais velhos.
Idade: essa brincadeira poderá ser realizada a partir do 10 anos.
Recursos: para criar sua pipa é possível usar hashis descartáveis e um saco de nylon de lixo. A pipa ou kite poderá ter qualquer tipo e formato desejado, sendo diferente das mais vistas no nosso país.
Objetivo: simplesmente se divertir e colocar sua pipa em evidência diante de outras pessoas. O interessante é deixar as pipas o mais alto possível e controlá-las através das linhas presas.

Passo a passo:

  1. A brincadeira é simples e não há necessidade para outros jogadores, pois pode ser realizada isoladamente.
  2. As crianças ou o adulto pode criar a pipa que desejar e em um local aberto com boa presença de vento poderá lançar a pipa, podendo também puxar ou afrouxar com as linhas presas a pipa do qual permitirá pegar mais força e direção para os locais que o vento carregar.
  3. Quando mais alto, mais legal será localizar a sua pipa. Crie uma bem divertida para criar um efeito diferente no céu.

Por ser algo mais descontraído, o professor pode apresentar a brincadeira em sala, incentivar a criação das pipas, e colocar como uma tarefa extra o resultado de seus esforços. Dessa forma, eles conhecem um pouco mais da cultura oriental sem nem ao menos perceberam.

Bellini Bellini
Post Author
Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

Comments

1 Comentário
  1. posted by
    Larissa Belgini
    jun 8, 2016 Reply

    Confesso que fiquei supresa pois sempre tive a certeza que a pipa era uma brincadeira criada no Brasil e adaptada por outros países! Obrigada pelo esclarecimento 😉

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