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Teia de Aranha – Brincadeira para o Primeiro Dia de Aula

Teia de Aranha – Brincadeira para Quebrar o Gelo

Toda criança, mesmo que ainda esteja formando seu caráter, já guarda algumas mensagens nas quais acredita de coração. Porém, nem sempre estas são bem expressadas, seja por falta de entendimento, ou por algum tipo de timidez. Em sala de aula, você pode ajudar a expressar isso através da Teia de Aranha.

Como fazer a Teia de Aranha?

A brincadeira é muito simples, e pode mostrar um pouquinho de cada aluno sem que ele precise se apresentar por completo. Também é uma forma de ligar a turma, através de laços, que assim como uma teia, pode ser bem forte.

Teia de Aranha

  • Público alvo: a atividade pode ser adaptada a todos os níveis de ensino fundamental, secundaria e até mesmo superior.
  • Idade: à partir dos 7 anos de idade.
  • Recursos: para realizar essa atividade, o único item necessário é de um barbantes longo.
  • Objetivo: o objetivo da brincadeira é fazer que toda a turma interaja, estimulando o entrosamento de todos.

Passo a passo:

  1. O professor pode pedir que todos formem um círculo em pé ou sentados.
  2. O professor entrega a um aluno o rolo de barbante.
  3. Ele deve entregar o rolo do barbante a outro companheiro e ficar segurando a ponta. Ao entregar o barbante, o entregando deve dizer uma mensagem positiva.
  4. Quando todas tenham passado pelo barbante, uma teia deve ser vista e o professor indaga a turma: “o que vocês acham que deve ter em nossa teia? E o que não?

Uma dica para o professor é não dizer o objetivo da brincadeira de imediato, para que as respostas dadas por cada aluno sejam mais verdadeiras, ou ao menos mais claras. Se bem feita, tanto os alunos como os professores podem saber como lidar uns com os outros, e podem criar laços tão fortes quanto a teia de aranha mostrada.

Bellini Bellini
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Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

Comments

1 Comentário
  1. posted by
    Larissa Belgini
    jun 8, 2016 Reply

    Ah que tempo bom! Essa brincadeira eu fazia na escola com barbante colorido, criando, recomendo pois da um “ar” mais divertido (Não é a toa que ficou guardado na minha memória rsrs).

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