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Tobdaé – Brincadeira Indígena

Tobdaé – Conhecendo uma nova forma de Jogar Queimada?

O tobdaé é uma brincadeira indígena muito conhecida nos colégios Brasil a fora, muito praticada pelos estudantes de ensino fundamental e médio, mas com outro nome: queimada. Sim, as origens desta brincadeira-quase-esporte são indígenas, e sofreu tantas variações na queimada que hoje podem ser considerada duas brincadeiras diferentes, embora o objetivo continue sendo o mesmo. Veja como é o Tobdaé.

Como preparar o Tobdaé?

Como dito antes, o Tobdaé é a origem da queimada. E como entre as tribos ainda não existiam bolas, o jogo era feito com petecas. E são com elas que você deve preparar toda a brincadeira.

tobdae

  • Público alvo: crianças, adolescentes e adultos que gostam de se divertir, e têm folego suficiente para correr ao longo da brincadeira.
  • Idade: crianças à partir de 10 anos de idade, e pessoas de idade mais avançada como adolescentes de 16 anos, e adultos de 20 anos.
  • Recursos: um local que permita maior movimentação entre todos os participantes da brincadeira, e uma peteca que pode ser feita a partir de materiais variados, servindo como uma bola.
  • Objetivo: a brincadeira é a habitual queimada. Mas ao invés de uma variedade de pessoas, ocorre apenas entre duas, com a intenção de queimar o adversário para eliminá-lo, além de desviar das petecas.

Passo a passo:

  1. A brincadeira é realizada em dupla e não mais do que isso.
  2. A intenção é que cada um dos jogadores tenha uma peteca em mãos para ter que atingir o adversário e no meio disso tentar desviar de todas as petecas que são jogadas diretamente nele.
  3. O jogador que for atingido será um eliminado da rodada, dando espaço para que outro jogador entre no jogo.
  4. Vence a dupla que eliminar todos os membros da equipe em sequência.

O tobdaé pode ser jogado em várias equipes, e até mesmo com várias petecas. E como o jogo aqui é muito mais dinâmico, ele pode render momentos intensos para os alunos. Não deixe de incluí-lo.

Bellini Bellini
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Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

Comments

1 Comentário
  1. posted by
    Larissa Belgini
    jun 6, 2016 Reply

    Os índios possuem muitos jogos e brincadeiras indígenas e trazer isso para a infância dos nossos filhos é faz valorizar nossa cultura!

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