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Undokai – Brincadeira Oriental

As gincanas são uma série de brincadeiras praticamente universais em diversas culturas, incluindo as orientais. Embora as brincadeiras em si sejam diferentes em cada povo, em essência se trata do mesmo objetivo: com uma série de jogos, fazer com que todos participem de maneira sadia. No japão, ela é chamada de Undokai, e veremos algumas destas brincadeiras hoje.

Preparando o Undokai

O Undokai não é muito diferente de uma gincana regular. Logo, você pode montar as brincadeiras que achar válidas para o divertimento dos seus alunos. Mas para tornar a brincadeira mais próxima de sua versão japonesa, temos algumas sugestões a seguir.

 

Público alvo: o público da brincadeira são tanto meninos como meninas.

Idade: pode ser realizada em qualquer idade à partir de 10 anos.

Recursos: a brincadeira não precisa de materiais mais complexos, pelo fato de ser uma gincana com diferentes itens. Ou seja, terá o uso de itens aleatórios como cordas, garrafas e assim em diante.

Objetivo: o objetivo da brincadeira é realizar um competição bem grande entre a família e amigos, e a equipe que se sobressair será a campeã. A ideia é movimentar e se divertir com todos.

Passo a passo

  1. A brincadeira exige que um grupo de pessoas participem, por se tratar de uma gincana.
  2. A corrida de crianças com saco na cabeça e imitando pequenos gatinhos que devem seguir o som do tambor feito na lata, pescar garrafas e muitas outras brincadeiras divertidas.

O Undokai pode ser preparado tanto para as aulas, como para intervalos e aquelas reuniões de família. A ideia é que você possa criar um ambiente divertido para todos, mesmo que seja uma competição. Agindo de maneira saudável, é possível chegar a ótimos resultados. E com isso fechamos nossa série de brincadeiras orientais, esperamos que tenha gostado! Até a próxima

Bellini Bellini
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Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

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