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Verdade ou Consequência – Brincadeira para Adolescentes

Verdade ou Consequência – Veja como tornar esta brincadeira mais educativa

Verdade ou Consequência é uma das brincadeiras mais clássicas entre os adolescentes. Dependendo do grupo em que se encontra, ela pode ser ótima para incentivar amizades entre eles, ou revelar pontos que possam afetar seus estudos. Veja como praticá-la em sala de aula, e de uma maneira muito mais focada nos estudos.

Como preparar Verdade ou Consequência?

Dentro do ambiente escolar, o professor pode direcionar os alunos de uma maneira diferenciada para que consigam fazer a brincadeira sem quaisquer consequências graves nas relações entre eles. Confira.

Verdade ou Consequência

Público Alvo: adolescentes acima dos 13 anos.
Idade: entre 13 e 17 anos.
Recursos: um lápis, caneta, garrafa, ou qualquer objeto com duas pontas de formatos diferentes que possa ser girado para um círculo de alunos.
Objetivo: este é uma opção de atividades que contribui para a interação entre os alunos.

Passo a passo:

  1. Os participantes se sentam formando um círculo.
  2. O jogo começa com um participante que gira a garrafa. No momento em que a garrafa para de girar, ela aponta para duas pessoas.
  3. O participante para quem o fundo da garrafa estiver apontado deve começar a brincadeira dizendo “verdade ou desafio?” e a pessoa que estiver na direção da ponta da garrafa deve escolher uma das opções.
  4. Se a resposta for “verdade”, ele terá que responder à pergunta feita pelo outro participante, se ela optar por “desafio”, ele deverá pagar uma prenda como dançar, cantar, imitar alguém, etc.

O professor pode adaptar as perguntas ditas pelos alunos com conteúdos relacionados a disciplina, incentivando o aluno a saber do que está falando para evitar perguntas que não façam sentido ou que estejam fora do contexto didático. Esta pode ser uma forma de incentivar o crescimento deles sem forçá-los a perguntas mais pessoais, e melhorar seu conhecimento. Faça um teste em sala!

Bellini Bellini
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Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

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