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Zarabatana – Brincadeira Indígena

De um brinquedo clássico a uma verdadeira arma de guerra, a Zarabatana é um utensílio dos índios que sobreviveu as eras, e até hoje continua sendo muito bem utilizado para ambos os propósitos mencionados acima. Mas vamos deixar esse aspecto bélico de lado, e nos concentrarmos na brincadeira com a Zarabatana.

Confira adiante como preparar uma Zarabatana.

Transformando a Zarabatana numa brincadeira

Usar a Zarabatana como um brinquedo é muito simples. Sua variedade de tamanhos e materiais podem tanto levar para os modelos mais populares – pequenos e práticos – até as grandes versões utilizadas pelos índios em suas caçadas. Veja como fazer.

Zarabatana

Público alvo: as crianças e principalmente adolescentes que gostam de se divertir e ter fôlego para correr durante toda a brincadeira.

Idade: crianças à partir de 10 anos de idade. Adolescentes de 16 anos também podem se aproveitar muito bem do jogo.

Recursos: a brincadeira é realizada com o brinquedo que dá nome a ela, a zarabatana. Ela é composta por canudos de talos de mamoeiro, mamona ou até mesmo por finos bambus para soprá-los.

Objetivo: feita com a zarabatana, o objetivo é que os participantes atinjam uma pessoa ou um objeto apenas usando o brinquedo. Para isso, basta soprar esse canudo e apontar para o alvo.

Passo a passo

  1. A brincadeira da zarabatana não tem regras ou uma forma a qual deve ser seguida.
  2. Pode ser realizada com várias pessoas, ou até mesmo sozinho.
  3. Para isso basta a pessoa mirar no seu alvo, assoprar a zarabatana para que consiga atingi-lo.
  4. Toda a brincadeira pode ser feita como uma competição entre outras pessoas.

Um detalhe importante: tenha cuidado ao brincar com a Zarabatana! Por mais divertido que seja, deve-se usar materiais que não machuquem seus participantes. Papel amassado em bolinhas é uma boa sugestão, e não incentive o uso de pedrinhas e materiais mais duros – um projétil desses vindos de uma zarabatana podem machucar as crianças.

Bellini Bellini
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Felipo Bellini
Professor de inglês e tradutor. Leciono na educação básica como concursado pelo governo do estado do Rio Grande do Norte atuando no: Ensino Fundamental II, Ensino Médio regular e na Educação de Jovens e Adultos - EJA; gerencio a empresa Traduza, onde me responsabilizo tanto pela tradução de livros e artigos científicos, como orientação da equipe; e sou mestrando do programa de pós graduação em linguagem da UFRN. Na infância apresentei problemas de aprendizagem, o que me permitiu ter contato com diversas experiências para evoluir meu nível escolar, e no decorrer desse processo refletir a prática e interação como objetos necessários para a aquisição de conteúdo. Todo esse contato com as metodologias de aprendizagem e acompanhamento da minha família fez com que muito cedo assumisse minha primeira sala de aula, sendo monitor e depois professor em um curso pré-vestibular da cidade. O interesse na docência era claro, e com 17 anos entrei em Letras na UFRN. Participei desde o primeiro semestre de projetos de pesquisa e extensão; sendo os mais relacionados ao ensino o PIBID, o ÁGORA, o PROCEM e o Curso de Português para Estrangeiros com Cinema. Minha intenção era diversificar e experimentar o que estivesse ao meu alcance, afim de gerar o máximo de experiências na universidade. Por indicação consegui uma estadia para o País de Gales, no Reino Unido, onde fiquei durante 6 meses dando aula de português para estrangeiros na universidade de Cardiff, e recebi uma bolsa da CELTIC para cursar o nível C1 e um curso de literatura básico. No período fiz também o curso técnico de tradução acadêmica pela Cardiff Library (4 meses) e o de Counselor - Educational Issues (2 meses), o último me dando vivência dentro das escolas públicas do país. Após minha formação, em 2013, empreendi na área da educação, montando duas empresas. A primeira uma rede social para professores e alunos chamada TUTORA.ME, onde conseguimos a adesão de mais de 6 mil membros cadastrados, sendo mais de 25% deles ativos diariamente até o fim da plataforma no final de 2015. A segunda um cursinho popular chamado Garra-RN, onde o maior foco era o aprendizado dos alunos através da colaboração e aulas desafio. Esse método nos trouxe ótimos resultados na unidade de Goianinha, com mais de 70% dos alunos aprovados nos concursos públicos de interesse no fim de 2015 e início de 2016. Hoje posso dizer que minha maior motivação são as aulas que leciono no ensino público, onde sou concursado desde 2014. Adoro sair das aulas e ouvir dos alunos que eles tiveram a melhor aula até o momento. Minha busca está na transformação do espaço social e em como conseguir engajamento e metrificar a performance dos meus alunos através de suas atitudes pró-aprendizagem. Neste processo de formação docente que continuo passando encontrei no desenvolver da leitura e escrita com o alunado a resposta para precipícios sociais que nas dinâmicas e brincadeiras costumeiras das aulas de inglês não evidenciava. Passei a inserir dentro das aulas de inglês diversas atividades para resolver os problemas escolares e da comunidade, sempre na perspectiva do aluno. Foram desde cartas de protestos até fanpages para campanhas sociais. Pesquisas comunitárias, projetos de empreendedorismo e até um projeto de escola bilíngue que nas discussões me motivaram a seguir adiante e procurar o curso de Especialização do Ensino da Escrita, onde pretendo me aprimorar e retornar o máximo que puder para os meus alunos.

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