10 lendas urbanas de terror

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Olá pessoal, hoje no demonstre estamos trazendo mais uma lista com lendas, desta vez sã 10 lendas urbanas de terror, lendas assustadoras que talvez você não conheça.

10 lendas urbanas de terror

A lista a seguir serve para aprendemos que os medos não vem apenas das lendas da loira do banheiro, maria sangrenta ou mulher de branco, mas sim, que existem outras lendas assustadoras ao redor do mundo.

lendas urbanas, são pequenos contos que passam de boca a boca, por jornais, redes sociais, que constituem um tipo de “folclore moderno” ou “folclore contemporâneo”.

geralmente são histórias verdadeiras, mas que acabam se tornando lendas pelo motivo de serem espalhadas muitas vezes de forma errada, onde as pessoas fazem distorções e vão aumentando a história fazendo com que elas fiquem mais interessantes. Pela falta de provas e pelas distorções que são causadas nessas histórias fica bem difícil de distinguir a realidade da imaginação dos outros. Mesmo assim não deixam de ser um tanto interessante e assustadoras.

Embora a maioria das pessoas não gostem de ler, ouvir ou ver essas histórias e lendas que causam medo, é de uma extrema importância, pois sabemos que esse tipo de coisa causa adrenalina no nosso corpo, o que nós faz sentir vivos. Lendas de terror causam pavor e muitas vezes podem priva-las de suas reações primitivas de defesa ou fuga. É por esse motivo que vamos logo avisando que nenhuma dessas histórias da lista são realmente verdadeiras, mas sim histórias contadas pelas pessoas para causar medo aos desavisados. Como as lendas folclóricas que contam na beira da fogueira!

Agora se acomode e prepare sua mente para  e ler essas 10 lendas urbanas de terror!

1 – lendas urbanas de terror – O Homem do Saco

1 - lendas urbanas de terror - O Homem do Saco

Nossa primeira lenda da lista é uma das menos assustadoras na minha opinião. Derivada dos mendigos que vivem em todas as cidades, essa lenda é usada pelas mães para assustar os meninos malcriados que saem para brincar sozinhos na rua. De acordo com ela, um velho malvestido, e com um enorme saco de pano nas costas, anda pela cidade levando embora as crianças que fazem arte. Em algumas versões, o velho é retratado realmente como um mendigo, outras ainda o apresentam como um cigano; creio que isso dependa da região do país onde ela é contada. Há ainda versões mais cruéis em que o velho leva a criança para sua casa e lá faz sabonetes e botões com elas.

2 – Lendas urbanas – O buraco da fechadura

2 - Lendas urbanas - O buraco da fechadura

Um viajante, de passagem por uma cidade do interior, precisou encontrar um hotel para se hospedar, já que ficaria alguns dias por aí a negócios. Ele então deu entrada no primeiro estabelecimento que viu e foi logo pedindo as chaves de seu quarto.

A moça da recepção, no entanto, explicou que a porta sem número, vizinha à suíte onde o viajante ficaria era usada para estocar mantimentos e que ficava fechada dia e noite. Ela pediu para que ele não fosse até lá, nem tentasse abrir a porta, já que que o hotel determinava que nenhum hóspede poderia adentrar aquele lugar. Sem mais perguntas, o homem foi direto para seu quarto.

Na segunda noite em que passou ali, no entanto, o viajante não aguentou de curiosidade. Ele foi até a porta e, então, tentou abri-la. Mas, como a recepcionista havia alertado, o quarto estava realmente trancado. Ele então, resolveu espiar dentro do quarto, pelo buraco de fechadura.
Sem entender porque tanto suspense, ele viu apenas uma quarto comum, bem parecido com o seu, onde uma mulher muito pálida estava recostada na parede, bem em frente à porta. Confuso, então, o viajante voltou a dormir.

Na noite seguinte, o homem decidiu olhar pelo buraca da fechadura mais uma vez. Dessa vez, no entanto, ele não conseguiu ver nada, a não ser uma mancha extremamente vermelha. Ele achou que a mulher, ao notar estar sendo espiada, tivesse colocado um pano vetando o buraco da fechadura.

Sem aguentar de curiosidade, o viajante foi até a recepção conversar com a mulher que o havia recebido no primeiro dia. Quando ouviu os relatos do homem, a recepcionista ficou assustada e disse a ele que contaria toda a história. Segundo ela, anos atrás, um homem havia assassinado sua esposa naquele quarto e seu fantasma nunca mais saiu dali. Aliás, tudo que contam sobre o espírito da moça assassinada é que se mostra muito pálido e com os olhos injetados de sangue, tão vermelho quanto jamais imaginado!

3 – lendas urbanas de terror – Rake

3 - lendas urbanas de terror - Rake

Em 2003, no nordeste dos Estados Unidos, houve um incidente envolvendo uma criatura aparentemente humana, que atraiu muita atenção da mídia local. Depois que a história veio à tona, a maioria dos documentos online e escritos foram misteriosamente destruídos. Mas os boatos sobre a criatura não sessaram e muitos ainda disseram ter visto um ser bizarro durante a noite, nas casas daquela região.

O problema foi tão sérios que especialistas de várias áreas do conhecimento começaram a estudar as pistas do tal humanoide e, em 2006, acabaram fazendo uma descoberta terrível. Conforme uma dezena de documentos que encontraram, pessoas relatavam encontros medonhos com o tal ser, mencionado nos escritos como “Rake”.

Dentre todos os relatos, a história mais chocante foi a de uma mulher, que relatou ter acordado no meio da noite e, como havia despertado seu marido também, pediu desculpas por ter se virado com tanta força na cama. Acontece, no entanto, que ao se virar, o homem praticamente congelou e imediatamente arrastou sua mulher para o chão. Isso porque, ao pé da cama do casal, sentado de costas, estava a tal criatura, descrita como meio homem, meio cão, completamente sem pelos.

Não houve tempo de fugir ou reagir ao ataque do Rack, que arranhou o rosto do homem em um gesto rápido. Assustado, o casal correu para o quarto da filha, que já estava completamente mutilada e dando os últimos suspiros. As últimas palavras da garota foram: “Ele é o Rake”.

4 – lendas urbanas – Pocong

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4 - lendas urbanas - Pocong

Conta a lenda que, quando uma pessoa morre, ela passa 40 dias presa dentro da sua própria mortalha (as roupas ou panos usados para cobrir um cadáver que está prestes a ser sepultado): a pocong seria exatamente esse espírito aprisionado às vestimentas fúnebres.

Aguardando o mencionado prazo pacientemente, acredita-se que ela saltaria para fora de sua sepultura se nada fosse feito após a quarentena, alertando às pessoas de que os laços presos à sua cabeça, pés e pescoço precisam ser desfeitos. Uma vez desatadas as amarras (que seriam feitas necessariamente para evitar qualquer fuga do fantasma para o mundo exterior), o espírito estaria livre para partir do nosso planeta e jamais retornar.

Dizem ainda que, quando os sagrados ritos de sepultamento não são obedecidos, a pocong seria capaz de sair de seu sepulcro e vagar por aí em busca de ajuda, livremente, surpreendendo alguns desavisados que gostam de perambular pela noite. É claro que diversos vídeos e filmes acabaram sendo gravados nos últimos anos, muitos dos quais percorrem toda a internet e são bem duvidosos, como este que podemos conferir no player a seguir:

5 – lendas de terror – Bruxa de Bruma

5 - lendas de terror - Bruxa de Bruma

Voltando para a Grã-Bretanha, a Gwrach y Rhibyn (Bruxa da Bruma ou da Baba) é outra criatura do folclore britânico que assusta os galeses por, assim como o Barghest, ser vista como um agouro de morte. Caracterizada como um ser de aparência feminina nada bonito e com cabelos desgrenhados, braços enrugados e murchos, asas de morcego, presas escuras no lugar de dentes e olhos profundos, sua “marca registrada” seria o agonizante grito dado no momento em que está anunciando alguma morte.

Chegando à noite até à janela da pessoa já marcada para passar dessa para a melhor, a tal bruxa não apenas chamaria o nome da vítima escolhida para vir ao seu encontro como também seria capaz de viajar invisível ao seu lado até que o evento sobrenatural acontecesse. Além de deixar suas marcas de garras nas casas visitadas, a Gwrach y Rhibyn é conhecida pelo seu incomum bater de asas, alto demais para pertencer a uma ave.

6 – lendas urbanas – El Petizo

6 - lendas urbanas - El Petizo

Em uma região conhecida como El Duraznito, conta-se que um ser sobrenatural tem atacado com frequência diversas pessoas que resolvem sair à noite, sozinhas, visivelmente vulneráveis. Derrubando suas vítimas no chão e as puxando pelos cabelos, a sombra negra com a aparência de um homem em decomposição não apenas parece ser imune à armas de fogo como a qualquer objeto cortante, segundo conta os relatos de um recente sobrevivente.

O garoto que saiu à noite de bicicleta para visitar alguns amigos que caçariam naquele dia teria sido atacado pelo El Petizo da mesma forma acima relatada, e, ao tentar feri-lo com uma espingarda e uma faca que levava consigo, logo percebeu que nenhum efeito surtira em seu adversário.

A vítima conta que só pode ser salva da criatura porque um homem que se encontrava nas redondezas pode ouvir os seus gritos de socorro e logo correu para ajudá-la, o que teria assustado a misteriosa sombra de imediato.

7 – lendas urbanas de terror – O homem do machado

7 - lendas urbanas de terror - O homem do machado

“Axeman” apelido dado por causa da sua arma na hora de fazer as suas vitímas. Ele gerou grande pânico em Nova Orleans entre os anos de 1918 e 1919. Ele atacava da seguinte forma, batia em algumas casas e atacava quem estivesse lá.

O assassino fez questão de enviar uma carta para a imprensa local, alertando que iria atacar novamente no dia 19 de março, porém destacou que não tiraria a vida de quem estivesse ouvindo jazz. Na noite prometida, muitos salões de dança da cidade estavam em festa, todos ao som citado pelo Serial Killer. Nesse dia ninguém foi vitima do assassino, mas depois de um período ele acaba fazendo pelo menos mais 12 vítimas na cidade.

8 – lendas urbanas – Teke Teke

8 - lendas urbanas - Teke Teke

Esta curiosa criatura de nome tão engraçado que toca o terror em bastante gente que mora do outro lado do mundo. Contam os japoneses que, certo dia, uma jovem garota que caminhava pelos trilhos de uma estação ferroviária acabou ficando presa por ali e, inevitavelmente, teve o azar de ser atingida por um trem que se aproximava em alta velocidade. Com o corpo decepado ao meio e agonizando no local por um longo espaço de tempo, a garota falecera ali e teria retornado ao nosso mundo sob a forma de um temido espírito vingativo.

Carregando uma foice consigo – e mesmo sem a parte debaixo do corpo –, a Teke Teke não pouparia ninguém que aparecesse pela sua frente – quer seja uma boa pessoa, quer não. Andando por aí apoiada pelos seus cotovelos (ou pelas mãos) e arrastando seu tronco pelo chão, a garota-fantasma estaria pronta para “fazer justiça com as próprias mãos” cortando suas vítimas ao meio em uma clássica releitura do acidente sofrera tempos atrás.

Bastante ágil, dizem que ela é tão medonha que as pessoas que a olham diretamente entram em uma espécie de estado choque, e o transe que se apossa de seus corpos definitivamente colabora para evitar qualquer planejamento de fuga – a morte é quase certa. Apesar de pouco se saber sobre ela, a criatura foi batizada com este nome pois “Teke Teke” é o som produzido pelo seu indesejado caminhar mortal.

9 – lendas urbanas de terror – Cabeça de Porco

9 - lendas urbanas de terror - Cabeça de Porco

Essa lenda é com certeza a que eu mais tenho medo nessa lista. Ela diz que um açougueiro de Chicago, por volta de 1893, é dado como morto mesmo depois do seu corpo nunca ter sido encontrado. Ele usava uma máscara de cabeça de porco e grunhia durante o abate para parecer um deles. Um belo dia escorregou e os porcos o partiram no meio.

Pouco tempo depois, seus ex-clientes começaram a aparecer mortos, sem as vísceras, pele e de cabeça para baixo, drenados na banheira como os porcos de seu açougue. Diz a lenda que, se alguém disser na frente do espelho do banheiro “Here Piggy, Pig Pig”, ele volta do matadouro para pegar quem o invocou.

10 – lendas urbanas de terror – O opala preto

10 - lendas urbanas de terror - O opala preto

A nossa ultima lenda é bem conhecida aqui no brasil, isso pelo fato de ela ter nascido aqui. A lenda conta a história do assassino carioca Ubiratã Carlos de Jesus Chavez, que aterrorizou o Rio de Janeiro na década de 1970.

Segundo a lenda, Ubiratã dirigia um Opala preto durante uma perseguição policial, quando entrou em um túnel em alta velocidade e bateu violentamente num fusca.

Do acidente não restou nenhum sobrevivente, mas segundo dizem, há certas noites em que se percebe um opala preto perseguindo os carros que passam pelo túnel em alta velocidade, desaparecendo repentinamente no fim dele.

FIM

Bom pessoal, é isso. Espero que tenha gostado deste post e comente dicas de novos posts para o blog.

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