A Maldição do Faraó – uma lenda do Egito

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A Maldição do Faraó - uma lenda do Egito 4

Conheça mais sobre a lenda egípcia da Maldição do Faraó:

Os faraós eram encarados no antigo Egito como deuses. Tanto em vida quanto após sua morte, tais reis eram venerados pelo seu povo.

Eles eram tão ricos que suas posses eram além do que é possível ser contado. E era costume que quando um faraó morresse, parte de sua fortuna fosse enterrada junto com ele em uma enorme tumba no meio do deserto.

Tutancamon, um dos mais conhecidos faraós da história, morreu aos 19 anos de idade como resultado de problemas hereditários que lhe afetaram a estrutura óssea.

Como era costume na época, uns 1500 anos antes de Cristo, os faraós eram sepultados em enormes tumbas no lugar que ficou conhecido como Vale dos Reis, um tipo de cemitério no meio do deserto, onde apenas os grandes reis egípcios podiam ser enterrados. Ali suas tumbas ficavam escondidas em meio às areias do deserto.

Os egípcios acreditavam na vida após a morte, por isso era enterrado junto aos faraós grandes quantidades de ouro, marfim e outros materiais muito valiosos, de forma que eles pudessem levar consigo suas riquezas para a outra vida. Por essa causa os arqueólogos afirmam que o Vale dos Reis é o local mais rico que se conhece no planeta!

Porém, as tumbas eram consideradas locais sagrados, onde nenhum homem jamais poderia entrar. Por essa causa, é dito que nas entradas das tumbas haviam palavras atribuindo uma maldição a todo aquele que ousasse violar o local de descanso dos reis.

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Resumo da lenda da Maldição do Faraó

No dia 26 de novembro de 1922, o arqueólogo Howard Carter encontrou uma entrada para a tumba de Tutankamon. Ali dentro tudo reluzia devido à grande quantidade de ouro escondida naquela sala já por mais de 3 milênios.

Todos os artefatos encontrados ali dentro da tumba de Tutankamon somavam cerca de cinco mil peças de valor incalculável!

Mas logo eventos sinistros começaram a ocorrer. Seria a maldição que recaía sobre aqueles que ousaram aventurar-se na tumba de Tutankamon?

O primeiro caso ocorreu em 1923. Lord Carnavon, o financiador da expedição que havia encontrado a tumba de Tutankamon, fazia a barba quando se cortou com a navalha.

O corte foi exatamente acima de uma picada de mosquito que Carnavon havia levado dias antes, quando ainda participava da expedição ao Vale dos Reis. O corte levou a picada a infeccionar e Carnavon faleceu poucos dias depois.

Sua neta mencionou que no exato momento em que Carnavon morreu todas as luzes do Cairo se apagaram, e ninguém jamais soube explicar o que causou essa queda de energia, que só voltou 20 minutos depois.

Além disso, no mesmo instante em que Carnavon morria no Cairo, sua cachorrinha de estimação que estava na Inglaterra, uivou e morreu sem nenhuma explicação.

Seria apenas coincidência? Ou a maldição do faraó estava mesmo perseguindo aqueles que ousaram violar sua tumba?

Os eventos estranhos não pararam por aí.

Tempos depois o casal Charriel e Garry Manson viajaram ao Egito numa excursão. Lá eles visitaram o Vale dos Reis e Charriel tocou na tinta das paredes da tumba de Tutankamon.

Semanas depois, quando já haviam retornado a sua casa nos Estados Unidos, Charriel começou a se sentir mal e acabou no hospital. Havia algo de errado em seus pulmões. Seu quadro de saúde piorava rapidamente e os médicos não conseguiam descobrir o que estava havendo.

Dez dias depois de ter sido internada no hospital, Charriel faleceu. Os médicos então fizeram uma autópsia e descobriram que a causa de sua morte havia sido a inalação de um fungo.

A partir dessa descoberta, especialistas começaram uma pesquisa mais detalhada sobre a relação entre a tumba e o fungo e descobriram algo assustador: As paredes da tumba estavam cobertas por um afloramento do tal fungo, que havia entrado ali quando os antigos egípcios pintaram as paredes.

O fungo viveu ali durante 3 mil anos, até que a tumba foi descoberta e aberta.

Os pesquisadores descobriram também que no decorrer dos anos desde a descoberta da tumba, houveram outros casos de pessoas que morreram subitamente logo após terem visitado o lugar.

Ao todo, foram 35 as pessoas que morreram após terem participado de escavações no local ou terem tocado em algo na tumba.

E sobre a maldição gravada nas paredes da tumba, alguns afirmam que havia uma única frase que dizia:

“A morte abaterá com suas asas quem perturbar o sono do faraó.”

Seja maldição ou apenas coincidência, muitas pessoas acabaram pagando um alto preço por terem violado a tumba de Tutankamon.

Curiosidades sobre a lenda da Maldição do Faraó

  • Em 1925, três anos após sua descoberta, pesquisadores retiraram a múmia de Tutankamon de sua tumba e a desembrulharam. Isso revelou alguns fatos intrigantes.
  • É possível que Tutankamon tivesse a síndrome de Antley – Bixer que causava mal-formação de partes de seu corpo. Seu crânio era alongado e sua genital era pouco desenvolvida.
  • A causa da morte de Tutankamon é um mistério. Pesquisadores descobriram um ferimento na base de seu crânio que pode ter sido causado por um golpe ou um acidente, ocorrido duas horas antes de ele morrer. Será que o rei foi assassinado ou morreu devido a um acidente?

Sites, textos e livros sobre a lenda da Maldição do Faraó:

Sugestão de atividade para professores utilizarem em sala de aula para fixar a lenda da Maldição do Faraó

Uma sugestão seria assistir em sala de aula o vídeo acima. Ou pedir aos alunos que assistam em casa e após isso conversar em sala de aula sobre o que foi mostrado no Documentário.

Pode ser feita uma redação, dissertativa ou mesmo uma história narrativa sobre uma expedição imaginária à tumba de Tutankamon.

FIM

Bem interessante essa lenda, não? Quer saber um pouco mais sobre outras semelhantes em diversos países do mundo? Não deixe de acompanhar a nossa série. Amanhã tem mais. Até lá.

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