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A Educação Especial e a Cidadania do Portador de Necessidades Especiais 

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “A Educação Especial e a Cidadania do Portador de Necessidades Especiais” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais da educação especial e métodos de ensino, mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

A Educação Especial e a Cidadania do Portador de Necessidades Especiais

A educação especial é uma modalidade de ensino destinada a educandos portadores de necessidades educativas especiais no campo da aprendizagem, originadas quer de deficiência física, sensorial, mental ou múltipla, quer de características como altas habilidades, super dotação ou talentos.

A educação especial e a cidadania do portador de necessidades especiais 

Os portadores de necessidades especiais têm o direito de ver facilitado o acesso a hospitais, escolas, bibliotecas, museus, estádios, em suma, edifícios de uso público e áreas destinadas ao uso comum do povo. Descabe a visão míope a ponto de tratá-los como cidadãos de segunda classe, ferindo de morte o direito à igualdade e à cidadania.

A Construção Social do Estigma

Portadoras de símbolos de estigmas, as pessoas com algum tipo de deficiência, involuntariamente, por possuírem informações sociais que malogram as perspectivas de normalidade, não se harmonizam com a representação das expectativas sociais. Com isto, estas pessoas têm suas identidades sociais reais discriminadas, o que, por muitas vezes, terminam por reduzir suas chances de vida, colocando-as em situações de vulnerabilidade social.

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A presente comunicação objetiva revisitar a literatura para apresentar uma lacônica incursão na História para tomar conhecimento das narrativas existentes acerca das situações de vida das pessoas com deficiência, situando em cada momento histórico, em diferentes contextos culturais, a representação da deficiência e a produção de identidades socialmente estigmatizadas das pessoas com deficiência.

O Preconceito e o Esteriótipo

Com referência teórica central do conceito de estigma proposto pelo cientista social e escritor canadense Erving Goffman, discutirá os conceitos de identidade social real e identidade social virtual com a pretensão de ratificar que todas as sociedades produzem os modelos considerados normais ao ser humano; de modo que, focando a pessoa com deficiência, o processo de estigmatização a priva de sua dignidade e valor humano e, dessa forma, a deixa em desvantagens para participação ativa na sociedade. Neste sentido, esta comunicação se justifica por colocar em debate a estigmatização acometidas às pessoas com deficiência enquanto reprodução de um preconceito enraizado na sociedade com relação a estas pessoas.

Vídeo Sobre a Construção Social do Estigma:

Segregação dos Diferentes Através da História

Em 1960, as pessoas com deficiência eram denominadas como inválidas e incapacitadas (Lobato, 2009), neste período, surgiu o modelo médico, caracterizado pela prestação de serviços de apoio ao deficiente, sendo necessário protegê-lo devido à sua incapacidade.

Em 1978, através da emenda da Constituição Brasileira, garantiu-se aos deficientes a melhoria de sua condição social e econômica sob a educação especial e gratuita (Nogueira, 2006). No ano de 1982, foi lançado, pela Assembleia Geral das Nações Unidas, o programa de Ação Mundial para Pessoas com Deficiências, que tem como proposta promover medidas para prevenção e reabilitação da deficiência, e realização da igualdade e participação das pessoas com deficiência na vida social e no desenvolvimento (Programa de Ação Mundial para Pessoas com Deficiências, 1982).

Educação Para Deficientes

Com a nova Constituição Brasileira, em 1988, garantiu-se a educação na rede de ensino regular aos portadores de deficiência (Nogueira, 2006). Com a Lei Federal 7.853, Portadores de Deficiência, de 1989, fica claro: “Dispõe sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiência, sua integração social, sobre a Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência.

Vídeo Sobre Segregação dos Diferentes Através da História:

Analise dos Determinantes Culturais, Econômicos, Políticos e Ideológicos que Condicionam a Segregação

É destacada a necessidade de atenção e cuidado à pessoa com deficiência, centrada na comunidade e em domicílio. Além disso, é preciso criar programas intersetoriais de erradicação da pobreza e de redução da vulnerabilidade social em nível local, de cada território identificado.

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Esses programas devem organizar-se de maneira articulada e com base na Atenção Primária à Saúde, envolvendo atores locais, equipamentos culturais, escolares e socioassistenciais presentes no território, bem como representantes do governo e setor jurídico

Democratização da saúde

Após publicação da Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência, em 2002, foram definidas as diretrizes para que estados e municípios organizassem suas ações para atendimento a essas pessoas. Neste momento, preconizou-se uma concepção ampliada de atenção à saúde da pessoa com deficiência, ao contemplar um cuidado articulado e contínuo nos três níveis de complexidade, abarcando prevenção/promoção à saúde e reabilitação, visando tanto integralidade das ações quanto do ser.

Vídeo Sobre Analise dos Determinantes Culturais Ideológicos que Condicionam a Segregação:

Avanços e Perspectivas Atuais em Relação a Vivência da Cidadania dos Portadores de Necessidades Especiais

Os avanços conquistados nos últimos anos nas políticas para pessoas com deficiência, fruto da participação popular e do diálogo democrático estabelecido entre sociedade e governo. Buscando fazer uma retrospectiva das ações implementadas na esfera federal partindo dos primeiros normativos, perpassando as ações e programas estabelecidos pelo governo federal para esse assunto, e delineando a trajetória do tema pessoa com deficiência na agenda nacional.

Os avanços no marco legal federal, como anteriormente demonstrado. Foi um importante espaço institucionalizado de participação social e política, com a representação da sociedade civil e do poder público, oriundo das três esferas de governo, e consolidou o modelo de gestão participativa das políticas sociais direcionadas às pessoas com deficiência.

Vídeo Sobre os Avanços e Perspectivas Atuais em Relação a Vivência da Cidadania dos Portadores de Necessidades Especiais:

FIM

Chegamos ao fim de uma lista que foi recheada de conteúdos, e hoje falamos de A Educação Especial e a Cidadania do Portador de Necessidades Especiais  com suas características. Se você gostou do assunto e do texto, compartilha nas redes sociais, e ajude a divulgar nossos trabalhos. Você também pode acessar as nossas redes sociais.

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