A idade média no ocidente e no oriente

Olá pessoal hoje o demonstre traz um trabalho onde retrata do nosso dia a dia de acordo com o nosso modo de viver, com base no uso de práticas históricas, e nesse post vamos trabalhar com “A idade média no ocidente e no oriente”.

Onde vamos mostrar o modo de se relacionar das pessoas baseada em práticas históricas, que demonstram como estão se sentindo.

A idade média no ocidente e no oriente

A Idade Média foi tradicionalmente delimitado com ênfase em eventos políticos. Assim, ele teria se iniciado com a desintegração do Império Romano do Ocidente, no século V (476 d. C.), e terminado com o fim do Império Romano do Oriente, com a Queda de Constantinopla, no século XV (1453 d.C.), também chamado de Império Bizantino.

A idade média no ocidente e no oriente

O período da idade média na Europa foi muito conturbado com vários acontecimentos, muitos desse acontecimentos ficaram marcados até os dias atuais.

A Europa da Alta Idade Média

A Alta Idade Média foi o período inicial da Idade Média, que se estendeu da queda do Império Romano do Ocidente, em 476, até o enfraquecimento do feudalismo no início do século XI.

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Idade Média esteve dividida em dois períodos: Alta idade Média: que se estendeu do século V ao século IX Baixa Idade Média: que se estendeu do século X ao século XV

A Igreja Medieval

A influência da religião em todos os aspectos da vida medieval era imensa, a fé inspirava e determinava os mínimos atos da vida cotidiana.

Vídeo sobre A Europa da Alta Idade Média:

A igreja e a evangelização da Europa Ocidental

O homem medieval foi condicionado a crer que a igreja era a intermediária entre o indivíduo e Deus, e que a graça divina só seria alcançada através dos sacramentos.

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A vida monástica e as ordens religiosas começaram a surgir na Europa a partir de 529, quando São Bento de Múrcia fundou o mosteiro no monte Cassino, na Itália e criou a ordem dos beneditinos.

Vídeo sobre A igreja e a evangelização da Europa Ocidental:

Os francos e o Império Carolíngio

O primeiro rei dos francos foi Clóvis, que foi também fundador da Dinastia dos Merovíngios. Antes de sua entrada os francos se dividiam em dois grupos: os francos sálidos e os francos ripuários. Clóvis assumiu primeiramente os sálidos e em seguida os ripuários.

Em 496, Clóvis derrotou os alamanos, e neste momento se converteu ao cristianismo, pois grande parte da população de Gália era cristã, e por isso acreditava que a sua conversão seria uma importante para sua carreira política.

O Império Carolíngio de 800 a 843

Após as conquistas de Carlos Magno o cristianismo se proagou e omo forma de agradecimento, em dezembro de 800 o papa Leão III coroou o monarca como o imperador dos romanos, fazendo assim renascer o Império Romano do Ocidente, extinto desde 476, que agora ficara conhecido como Império Carolíngio.

Vídeo sobre Os francos e o Império Carolíngio:

Sociedade e economia na ordem feudal

O feudalismo, estrutura econômica social, política e cultural, baseada na posse da terra, predominou na Europa Ocidental durante a Idade Média. Foi marcado pelo predomínio da vida rural e pela ausência ou redução do comércio no continente europeu. A sociedade feudal baseava-se na existência de dois grupos sociais – senhores e servos.

O trabalho na sociedade feudal estava fundado na servidão, onde os trabalhadores viviam presos à terra e subordinados a uma série de obrigações em impostos e serviços. O feudalismo variava de região para região e de época para época, ao longo da Idade Média.

Vassalos

Vassalo é aquele que oferece ao senhor ou suserano fidelidade e trabalho em troca de proteção e um lugar no sistema de produção. As redes de vassalagem estendiam-se para várias regiões, sendo o rei o “suserano dos suseranos”

Vídeo sobre Sociedade e economia na ordem feudal:

Transformações do feudalismo

Uma das primeiras mudanças ocorridas esteve ligada com o aumento da produção agrícola, que graças ao incremento de novas técnicas, permitiu uma maior circulação de mercadorias pela Europa. Novas rotas terrestres e marítimas se instalaram chegando a integrar a Europa a outras regiões do Oriente.

A expansão comercial e demográfica ampliou as cidades medievais para fora dos limites dos muros. O crescimento do comércio fez com que o eixo das principais atividades econômicas fosse deslocado do campo para as cidades.

As cruzadas e o comércio

Cruzadas também representaram uma interessante alternativa às tensões sociais que se desenhavam na Europa Medieval. A escassez de terras para a nobreza poderia ser finalmente resolvida com o domínio dos territórios a leste. De fato, ao conquistarem domínios na Síria, no Império Bizantino e na Palestina, vários nobres formaram propriedades que deram origem a diversos Estados feudais, conhecidos como reinos francos ou latinos.

Vídeo sobre Transformações do feudalismo:

A crise do mundo medieval

A crise aconteceu com a mudança nas relações econômicas foi de grande importância para que as práticas e regras que regulavam o interior dos feudos sofressem significativas transformações.

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Essa nova configuração econômica, pouco a pouco, influiu na transformação nos laços sociais e nas idéias que sustentavam aquele tipo de ordenação presente em toda a Europa.

Peste bubônica

A peste bubônica (peste negra) liquidou aproximadamente um terço da população européia. Com isso, a disponibilidade de servos diminuiu e os salários dos trabalhadores elevaram-se significativamente. Esse processo fez com que as obrigações servis fossem cada vez mais rígidas, tendo em vista a escassez de trabalhadores.

Vídeo sobre A crise do mundo medieval:

O império otomano

Império Otomano um importante estado que durou de 1299 a 1922, e que compreendia vastos territórios no norte da África, sudeste da Europa e Oriente Médio. Estabelecido por um ramo dos vários povos turcos que migrou para a península da Anatólia (onde hoje existe o moderno estado da Turquia), o Império Otomano é considerada a última potência global do mundo islâmico até os dias atuais.

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A característica marcante e explicativa da expansão do império era a tolerância dos otomanos com as tradições e as religiões dos povos conquistados. Sob a administração do sultão em Constantinopla, estavam albaneses, sérvios, búlgaros, gregos, romenos, croatas, árabes, curdos, turcos, berberes, e muitos outros; tais povos tinham várias denominações religiosas, entre elas, cristãos católicos, maronitas, coptas e ortodoxos, muçulmanos sunitas e xiitas, judeus, mandeus, drusos, entre outros.

A queda de Constantinopla

A queda de Constantinopla para os turcos otomanos foi um evento histórico que segundo alguns historiadores marcou o fim da Idade Média na Europa, e também decretou o fim dos últimos vestígios do outrora poderoso Império Romano agora dividido e chamado de Império Bizantino. Constantinopla  é o antigo nome da cidade de Istambul, na atual Turquia. O nome original era Bizâncio. O nome da cidade era uma referência ao imperador romano Constantino, que tornou a cidade capital do Império Romano em 11 de maio de 330.

Vídeo sobre o império otomano e a queda de Constantinopla:

FIM

Chegamos ao fim do poste onde fala das Estudo das práticas históricas, falando e explicando como foi feito até os dias atuais, assim tanto nos negócios quanto na vida pessoal. Se você gostou compartilhe nas redes sociais.

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