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Dinâmicas para lidar com o luto

Neste post, você encontrará diversas dinâmicas para lidar com o luto que com certeza te ajudarão a enfrentar esse momento complicado de perda.

Dinâmicas para lidar com o luto

O luto é um conjunto de reações a uma perda significativa, geralmente pela morte de outro ser. Quanto maior o apego ao objeto perdido, maior o sofrimento do luto.

O luto tem diferentes formas de expressão em culturas distintas e é por isso que neste post você encontrará diversas dinâmicas para lidar com o luto.

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Dinâmicas para lidar com o luto – Complete

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Essa dinâmica tem como objetivo fixar o conceito sobre a imortalidade da alma e ver com mais naturalidade a perda de entes queridos. É um excelente método para trabalhar a morte na educação infantil de forma menos agressiva e mais natural.

Recursos para a dinâmica:

  • Cartolina;
  • Canetinhas coloridas;
  • Fita crepe e papel A4 com as palavras chaves.

Execução da dinâmica:

  1. Primeiramente, o coordenador deverá escrever todas as frases incompletas na cartolina com canetinhas coloridas.
  2. Depois deverá colar o cartaz sobre a parede da sala de aula e ao seu lado um papel com as palavras chaves. Deverá escolher um aluno para completar a primeira frase com a palavra chave, mas caso ele não saiba a resposta , os outros poderão ajudá-lo. (Obs.: Para completá-la o aluno poderá escrever na cartolina ou colar a palavra chave impressa).
  3. Após completar a frase o coordenador deverá fazer um comentário e riscar a palavra utilizada.  Depois deverá seguir o mesmo procedimento com as demais frases.
    • Como nascer, a morte é um fenômeno _____________.(natural)
    • Devemos ____________por aqueles que já desencarnaram. (orar)
    • Não devemos ficar ________________demais com a morte.(entristecidos)

Dinâmicas para lidar com o luto – Rei leão

Essa dinâmica visa compreender que a morte faz parte do ciclo natural da vida, identificar situações de vivência do luto por morte, separações, ausências dentre outras e expressar os sentimentos de dor vividos nestas situações de perdas, reconhecer em algumas histórias infantis, as idéias subjacentes à concepção de morte, conhecer as expressões metafóricas utilizadas pelos adultos para comunicar perdas significativas às crianças, dadas às próprias dificuldades frente à morte.

Recursos para a dinâmica:

  • Filme: O Rei Leão

Execução da dinâmica:

  1. Após a exibição, organize a turma em círculo e solicite a eles que expressem os seus sentimentos em relação ao que viram e ouviram. Converse com os alunos e ouça o que eles têm a dizer sobre os sentimentos de tristeza profunda e desamparo, vividos por Simba, ao perceber que seu pai, o Rei Mufasa, está morto; o choro como expressão de dor pela perda do pai; a reação de negar a morte do pai, quando tenta fazê-lo acordar, levantar e voltar para casa, dentre outros aspectos destacados durante o debate.
  2. Nesse momento, encoraje os alunos a relatar para a turma situações de vivência do luto por morte, separações e ausências de pessoas queridas, de animais de estimação e outros e a expressar os sentimentos de dor vividos nestas situações de perdas. Professor e alunos deverão acolher de forma respeitosa, sensível e amorosa as experiências de dor trazidas pelos colegas.
  3. Na sequência, peça aos alunos que representem o que é a morte, utilizando para isto recursos artísticos variados, como desenhos, pinturas, colagens, dentre outros. Coloque no centro da roda materiais diversos, como: folhas de papel de cores e texturas variadas, lápis de cor, giz de cera, pedaços de carvão, tintas guaches de diferentes cores, revistas, jornais, tubos de cola, tesouras e outros.
  4. Ao final, incentive os alunos a falar sobre suas representações acerca da morte. Como ela é expressa? Que significados dão para ela? Proponha aos alunos a confecção de um mural para expor as suas produções. Eles poderão dar um título bem criativo ao mural!
  5. Para ampliar a discussão sobre o tema, apresente aos alunos algumas imagens que retratam a morte e deixe que falem livremente sobre o que sentem, o que percebem e as possíveis semelhanças entre as imagens apresentadas e as representações feitas por eles.

Dinâmicas para lidar com o luto – Compreendendo

Através dessa dinâmica, será possível observar nas crianças como elas lidão com a morte de forma vista sendo de fora de sua realidade.

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Recursos para a dinâmica:

  • Leitura do texto a seguir:

História de uma folha

Era uma vez uma Folha, que crescera muito. A parte intermediária era larga e forte, as cinco pontas eram firmes e afiladas. Surgira na primavera, como um pequeno broto em um galho grande, perto do topo de uma árvore alta. A Folha estava cercada por centenas de outras folhas, iguais a ela. Ou, pelo menos, assim parecia. Mas não demorou muito para que descobrisse que não havia duas folhas iguais, apesar de estarem na mesma árvore.

Alfredo era a folha mais próxima. Mário era a folha à sua direita. Clara era a linda folha por cima. Todos haviam crescido juntos. Aprenderam a dançar a brisa da primavera, a se esquentar indolentemente ao sol do verão, a se lavar na chuva fresca. Mas Daniel era seu melhor amigo.

Era a folha maior no galho e parecia que estava lá antes de qualquer outra. A Folha achava que Daniel era também o mais sábio. Foi Daniel quem lhe contou que eram parte de uma árvore. Foi Daniel quem explicou que estavam crescendo num parque público. Foi Daniel quem revelou que a árvore tinha raízes fortes, escondidas na terra lá embaixo. Foi Daniel quem falou dos passarinhos que vinham pousar no galho e cantar pela manhã. Foi Daniel quem contou sobre o sol, a lua, as estrelas e as estações.

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A primavera passou. E o verão também.

Fred adorava ser uma folha. Amava o seu galho, os amigos, o seu lugar bem alto no céu, o vento que o sacudia, os raios do sol que o esquentavam, a lua que o cobria de sombras suaves.

O verão fora excepcionalmente ameno. Os dias quentes e compridos eram agradáveis, as noites suaves eram serenas e povoadas por sonhos.

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Muitas pessoas foram ao parque naquele verão. E sentavam sob as árvores. Daniel contou à Folha que proporcionar sombra era um dos propósitos das árvores.

– O que é um propósito? – perguntou a Folha.

– Um razão para existir – respondeu Daniel – tornar as coisas mais agradáveis para os outros é uma razão para existir. Proporcionar sombra aos velhinhos que procuram escapar do calor de suas casas é uma razão para existir.

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A Folha tinha um encanto todo especial pelos velhinhos. Sentavam em silêncio na relva fresca, mal se mexiam. E quando conversavam eram aos sussurros, sobre os tempos passados.

As crianças também eram divertidas, embora às vezes abrissem buracos na casa da árvore ou esculpissem seus nomes. Mesmo assim, era divertido observar as crianças.

Mas o verão da Folha não demorou a passar.

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E chegou ao fim numa noite de outubro. A Folha nunca sentira tanto frio. Todas as outras folhas estremeceram com o frio. Ficaram todas cobertas por uma camada fina de branco, que num instante se derreteu e deixou-as encharcadas de orvalho, faiscando ao sol…

Mais uma vez, foi Daniel quem explicou que haviam experimentado a primeira geada, o sinal que era outono e que o inverno viria em breve.

Quase que imediatamente, toda a árvore, mais do que isso, todo o parque, se transformou num esplendor de cores. Quase não restava qualquer folha verde.

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Alfredo se tornou um amarelo intenso. Mário adquiriu um laranja brilhante. Clara virou um vermelho ardente. Daniel estava púrpura. E a Folha ficou vermelha, dourada e azul. Todos estavam lindos. A Folha e seus amigos converteram a árvore num arco-íris.

– Por que ficamos com cores diferentes, se estamos na mesma árvore? Perguntou a Folha.

– Cada um de nós é diferente. Tivemos experiências diferentes. Recebemos o sol de maneira diferente. Projetamos a sombra de maneira diferente. Por que não teríamos cores diferentes?

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Foi Daniel, como sempre, quem falou. E Daniel contou ainda que aquela estação maravilhosa se chamava outono.

E um dia aconteceu uma coisa estranha. A mesma brisa que, no passado, os fazia dançar começou a empurrar e puxar suas hastes, quase como se estivesse zangada. Isso fez com que algumas folhas fossem arrancadas de seus galhos e levadas pela brisa, reviradas pelo ar, antes de caírem suavemente ao solo.

Todas as folhas ficaram assustadas.

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– O que está acontecendo? – perguntaram umas às outras, aos sussurros.

– É isso que acontece no outono – explicou Daniel – é o momento em que as folhas mudam de casa. Algumas pessoas chamam isso de morrer.

Execução da dinâmica:

  1. Logo após a leitura da história, peça aos alunos que se organizem em grupos. Cada grupo deverá receber uma cópia do texto “A HISTÓRIA DE UMA FOLHA” que poderá ser relido pelas crianças, na medida em que forem discutindo algumas questões propostas pelo professor. As questões poderão ser distribuídas ou sorteadas entre os grupos. A seguir algumas questões que podem ser levantadas:
    • Na história da Folha, que relações vocês conseguem estabelecer entre as estações do ano e as fases próprias do ciclo da vida humana – nascimento, desenvolvimento, reprodução, envelhecimento e morte? Vocês compreendem que a morte é um acontecimento irreversível no ciclo natural da vida?
    • Vocês concordam com a fala do Daniel de que todos nós vamos morrer um dia e de que tudo morre? Concordam com o dito popular de que “Para morrer, basta estar vivo?” Alguém do grupo pensa de forma diferente?
    • Num determinado momento da história, a Folha disse para o Daniel: – “Eu não vou morrer!” Vocês acham isso possível? Mas nos desenhos animados os heróis nunca morrem, são imortais! Como explicar isso? Qual a ideia de morte no mundo imaginário, fantástico? E no mundo real?
    • – “Tenho medo de morrer”, disse Folha a Daniel. – “Todos temos medo do que não conhecemos. Isso é natural”, disse Daniel. O que pensam vocês sobre esse diálogo entre a Folha e o Daniel? Concordam? Discordam? Listem os medos de vocês diante da morte (se houver!).
    • – “Para onde vamos quando morremos?” Perguntou a Folha para Daniel. Alguém já se fez esta pergunta? O que pensam sobre isso? O que dizem os seus pais e as pessoas de sua convivência social acerca desta questão? Existem formas diferentes de entender esta pergunta no grupo?
    • – “Voltaremos na primavera?” Essa questão da Folha dirigida ao Daniel poderia significar o desejo de nascer novamente para a vida? Poderia também revelar a dificuldade da Folha em compreender que a morte faz parte do ciclo da vida?
    • – O que vocês entendem da frase “Era a folha maior no galho e parecia que estava lá antes de qualquer outra”? Assim como há folhas que nascem antes de outras, também podem morrer antes das outras? Quem nasce primeiro pode morrer por último? O inverso também pode acontecer?
  2. Dando prosseguimento, solicite aos grupos que compartilhem com os colegas as discussões realizadas por eles. Aproveite este momento para ampliar as ideias dos alunos sobre o tema e conhecer as várias concepções de morte expressas pela turma, próprias da cultura, das crenças religiosas, dos valores familiares dos diferentes grupos sociais.
  3. Após as discussões, solicite aos grupos que escolham uma parte da história para ser ilustrada de forma bem criativa! As ilustrações da “HISTÓRIA DE UMA FOLHA” poderão compor o mural juntamente com as representações dos alunos acerca da morte.

Dinâmicas para lidar com o luto – O vovô foi fazer uma longa viagem?

Através dessa dinâmica, será possível trabalhar com as crianças o conceito de morte, como deve ser feito o anuncio da perda de um ente querido.

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Recursos para a dinâmica:

  • Pesquisa de campo.

Execução da dinâmica:

Para iniciar este momento, diga aos alunos que, assim como algumas histórias infantis tratam a morte de forma reversível, ou seja, de modo que os personagens possam sobreviver a ela, os adultos também procuram poupar as crianças de entrar em contato com os sentimentos dolorosos relativos à perda de pessoas queridas, de animaizinhos de estimação… Eles temem provocar dor às crianças ao falar de morte com elas! Temem que elas não compreendam um conceito tão complexo, abstrato, ligado a questões culturais, religiosas e até mesmo misteriosas. Por isso, usam as mais diferentes explicações e expressões para comunicar-lhes a morte de alguém, procurando minimizar o sofrimento das crianças.

Em seguida, peça aos alunos que digam quais as expressões que eles conhecem e que são utilizadas pelos adultos para comunicar situações de perdas às crianças. Ouça o que eles têm a dizer e faça o registro na lousa. Provavelmente aparecerão expressões metafóricas, tais como: “Afinal, descansou!”; “Dormiu para sempre”; “Partiu…”; “Foi fazer uma longa viagem”; “Foi embora”; “Bateu as botas”; “Foi para o andar de cima”; “Virou uma estrelinha”, “Passou desta para melhor”, “Está lá no céu”, dentre outras.

Dando continuidade, proponha aos alunos entrevistar pessoas adultas da escola, da família, da vizinhança, dos vários espaços sociais de convivência, a fim de conhecer as expressões utilizadas por elas para comunicar perdas significativas às crianças. Distribua aos alunos uma folha com a seguinte questão: “Que expressões você usa para comunicar a uma criança a morte de alguém?” Peça aos alunos que registrem na folha, as respostas dadas à pergunta feita.

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Com as entrevistas realizadas, os alunos deverão socializar com toda a turma as respostas obtidas. Em seguida, solicite a produção de um texto coletivo sobre as expressões metafóricas utilizadas pelos adultos para comunicar a morte às crianças. O texto poderá fazer parte do mural de sala sobre a aula “Falando de morte com os alunos”.

Dinâmicas para lidar com o luto – Histórias

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Essa dinâmica é um excelente instrumento para trabalhar com os adolescentes, uma vez que através de histórias, eles vão conseguir identificar modelos de como reagir à morte.

Recursos para a dinâmica:

  • Leitura das seguintes histórias:
    • A Bela Adormecida
    • Branca de Neve e os 7 anões
    • Chapeuzinho Vermelho
    • A mulher que matou os peixes – Clarice Lispector
    • “Menina Nina. Duas razões para não chorar” (Trecho do livro que conta a morte da “Vovó Vivi”) – Ziraldo

Execução da dinâmica:

  1. Peça que se organizem em grupos e, com a colaboração do professor responsável, leiam algumas histórias infantis que abordam questões como perdas, separações e ausências, procurando reconhecer as ideias subjacentes à concepção de morte em cada história. Deverão registrar o trabalho realizado por eles nos cadernos!
  2. Após a realização dos trabalhos, peça aos grupos para socializar com toda a classe as ideias e as análises realizadas por eles, referentes à concepção de morte nas histórias lidas.
  3. Nesse momento, o professor poderá incrementar o debate, abordando alguns aspectos que possibilitam uma análise crítica sobre a relação entre as histórias lidas e as ideias de morte. Sugiro as seguintes questões para serem abordadas:
  • Vocês conseguiram perceber o contraste entre as histórias clássicas da literatura infantil e as de Clarice Lispector e Ziraldo, na forma de abordar a morte? Como cada uma delas trata a questão da morte?
  • Em quais histórias vocês puderam reconhecer o caráter protetor dado às crianças, evitando a experiência de dor da perda?
  • Que histórias abordam a morte de forma reversível, como aquelas dos heróis imortais dos desenhos?
  • Em quais histórias puderam reconhecer a concepção de morte como um acontecimento universal e irreversível? Dentre outras.

Dinâmicas para lidar com o luto – Sensações de vida e morte

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Essa dinâmica visa analisar a prática da vida individual do ser humano. É uma excelente forma de reconhecer os problemas individuais de cada adolescente.

Recursos para a dinâmica:

  • 2 velas: uma gasta e uma nova.

Execução da dinâmica:

  1. Primeiramente, posicione os participantes em círculo em uma sala escura.
  2. Pegue a vela gasta, passe de mão em mão e peça que os participantes repitam o seguinte discurso quando estiverem com ela em mãos: Eu tenho tenho apenas alguns minutos de vida. Em minha existência eu poderia ter feito ________ e deixado de fazer ________ (esses espaços vazios devem ser preenchidos de acordo com os participantes).
  3. Em seguida, peque a vela nova, passe novamente de mão em mão e peça que os participantes repitam o seguinte discurso quando estiverem com ela em mãos: Eu tenho a vida inteira pela frente e posso ___________  e desejar _________.
  4. Ao terminar de passar as velas, faça uma análise conjunta da dinâmica e dos sentimentos revelados.

Dinâmicas para lidar com o luto – Manchete

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Essa dinâmica é idealizada para trabalhar em um grupo de adultos com o objetivo de sensibilizar o ser humano para o tema MORTE, para que este esteja apto a lidar com ela de maneira mais natural e mais humana.

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Recursos para a dinâmica:

  • Folha de papel;
  • Caneta.

Execução da dinâmica:

  1. Solicite aos participantes que escrevam uma manchete de revista onde será anunciado a morte de si próprio.
  2. A manchete deve destacar todos os detalhes, que eles como bons paparazzis irão levantar: como aconteceu, aonde, qual causa, o que deixou, entre outros. Após a confecção das manchetes irão um a um socializar para o grupo.
  3. Encerre pedindo aos participantes que falem o que acharam da dinâmica e do assunto, contando o que sentiram com o trabalho realizado.

Dinâmicas para lidar com o luto – Empatia

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Essa dinâmica na verdade é mais um exercício de como demonstrar empatia perante ao luto. Ela pode ser utilizada em grupos de adulto, que mesmo com uma grande bagagem de experiências, muitas das vezes não sabem reagir ao luto.

Recursos para a dinâmica:

  • Sala ampla.

Execução da dinâmica:

  1. Mostre-se disponível, mas respeite os momentos de solidão. O espaço para receber abraços deve ser respeitado tanto quanto o espaço para chorar e liberar a tristeza. Aos poucos, quem passa por um luto vai buscar a recuperação de sua rotina e vida social. Mostrar-se disponível é isso: estar por perto, mas aceitando os limites pessoais.
  2. Compartilhe sua experiência, mas não faça comparações. Se você superou a morte de seus pais, não faça pouco caso de alguém que perdeu um avô. Se você perdeu um filho, não compare o seu sofrimento com o de quem perdeu o marido ou a esposa. Além de desagradáveis, essas comparações não querem dizer nada: a morte sempre vai causar dor, isso é o que você deve ter em mente.
  3. Ouça. E, quando perceber que há abertura, sugira assuntos. Entenda essa necessidade como um processo natural para superar a dor. Em outro extremo, o silêncio pode ser a preferência. Ainda assim, uma boa companhia sempre ajuda. Lembre-se de que, em algum ponto, a pessoa voltará a ter interesse por outros assuntos. Falar de qualquer tema que desvie o foco do luto representa parte da recuperação da rotina. Por isso, se notar que é hora, inicie conversas, em particular ou em grupo, sobre assuntos variados.
  4. Aceite os ritmos de superação pessoal, mesmo que com você tenha sido diferente.  Isso envolve questões como o que fazer com os objetos pessoais de quem se foi, a retomada da rotina social ou se abrir para um novo relacionamento, por exemplo. Frases de julgamento ou comparação são apenas prejudiciais.
  5. Ofereça apoio segundo suas crenças, mas não obrigue outros a aceitá-las. Não force a barra: insistir para que a pessoa em luto faça uma oração com você, aceite a vida eterna da alma ou qualquer outro dogma que não faz parte do que ela acredita pode ser interpretado como falta de consideração, além de causar desconforto e irritação. Sempre respeite as crenças da pessoa, mesmo que ela não tenha nenhuma.

Até a próxima!

Espero que após esse post, você consiga trabalhar o luto de uma forma mais sutil e aberta, assim a morte continuará sendo dura, entretanto, mais fácil de ser encarada.

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