Aula de História

Ao estudar a história nos deparamos com o que os homens foram e fizeram, e isso nos ajuda a compreender o que podemos ser e fazer.

Assim, a história é a ciência do passado e do presente, mas o estudo do passado e a compreensão do presente não acontecem de uma forma perfeita, pois não temos o poder de voltar ao passado e ele não se repete.

Aula de História

A palavra história tem sua origem nas investigações de Heródoto; em grego antigo, o termo “História” é Ἱστορίαι (Historíai). Todavia, será Tucídides o primeiro a aplicar métodos críticos, como o cruzamento de dados e uso de diversas fontes diferentes.

O estudo histórico começa quando o ser humano encontra os elementos de sua existência nas realizações dos seus antepassados. Esse estudo, do ponto de vista europeu, divide-se em dois grandes períodos: Pré-História e História.

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Os historiadores usam várias fontes de informação para construir a sucessão de processos históricos, como, por exemplo, escritos, gravações, entrevistas (História oral) e achados arqueológicos. Algumas abordagens são mais frequentes em certos períodos do que em outros e o estudo da História também acaba apresentando costumes e modismos (o historiador procura, no presente, respostas sobre o passado, ou seja, é influenciado pelo presente).

Introdução a História

História (do grego antigo ἱστορία, transl.: historía, que significa “pesquisa”, “conhecimento advindo da investigação”) é a ciência que estuda o ser humano e sua ação no tempo e no espaço concomitantemente à análise de processos e eventos ocorridos no passado. O termo “História” também pode significar toda a informação do passado arquivada em todas as línguas por todo o mundo, por intermédio de registos históricos.

Como Aprender História:

Variedades de Tipo de História:

A História divide-se em quatro períodos:

  • Idade Antiga – A Antiguidade compreende-se de cerca de 4 000 a.C. até 476 d.C., quando ocorre a queda do Império Romano do Ocidente. É estudada com estreita relação ao Próximo Oriente, onde floresceram as primeiras civilizações, sobretudo no chamado Crescente Fértil, que atraiu, pelas possibilidades agrícolas, os primeiros habitantes do Egito, Palestina, Mesopotâmia, Irão e Fenícia. Abrange, também, as chamadas civilizações clássicas, Grécia e Roma (ver: Arte e cultura clássicas).
  • Idade Média – A Idade Média é limitada entre o ano de 476 d.C. até 1453, quando ocorre a conquista de Constantinopla pelos turcos otomanos e consequente queda do Império Romano do Oriente. É estudada com relação às três culturas em confronto em torno da bacia do mar Mediterrâneo. Caracterizou-se pelo modo de produção feudal em algumas regiões da Europa.
  • Idade Moderna – A chamada Idade Moderna é considerada de 1453 até 1789, quando da eclosão da Revolução Francesa. Compreende o período da invenção da Imprensa, os descobrimentos marítimos e o Renascimento. Caracteriza-se pelo nascimento do modo de produção capitalista.
  • Idade Contemporânea – A chamada Idade Contemporânea compreende-se de 1789 até aos dias atuais. Envolve conceitos tão diferentes quanto o grande avanço da técnica, os conflitos armados de grandes proporções, a Nova Ordem Mundial  e a ideia de “fim da história.”

Variedades de Uso do Historiador:

O indivíduo que estuda e escreve sobre a história e é considerado uma autoridade neste campo, é denominado historiador. Historiadores se preocupam com a narrativa contínua e metódica, e também com a narrativa que pode ser descontínua e subjetiva, bem como a pesquisa dos eventos passados relacionados ao ser humano, e o estudo dos eventos ocorridos ao longo do tempo e também no espaço. Embora o termo historiador possa ser usado para descrever tanto os profissionais quanto os amadores da área, costuma ser reservado para aqueles que obtiveram uma graduação acadêmica na disciplina. Alguns historiadores, no entanto, são reconhecidos unicamente com mérito em seu treinamento e experiência no campo. Tornou-se uma ocupação profissional no fim do século XIX.

Como a História Pode Ser Usado na Escola:

A  história é uma ciência que estuda a vida do homem através do tempo. Ela investiga o que os homens fizeram, pensaram e sentiram enquanto seres sociais. Nesse sentido, o conhecimento histórico ajuda na compreensão do homem enquanto ser que constrói seu tempo. Contudo, isso aumentará o conhecimento dos alunos.

10 Aulas de Introdução Para Aprender História:

A história é feita por homens, mulheres, crianças, ricos e pobres; por governantes e governados, por dominantes e dominados, pela guerra e pela paz, por intelectuais e principalmente pelas pessoas comuns, desde os tempos mais remotos. A história está presente no cotidiano e serve de alerta à condição humana de agente transformador do mundo. Portanto, vídeos vão abordar um pouco mais sobre a história.

Período Colonial Brasileiro:

Nesse vídeo do canal Aulalivre – Enem 2019 e vestibulares, o prof. Schiavone irá revisar o período colonial brasileiro, passando pelos principais tópicos desse pedaço da história do nosso país.

História Geral:

Nesse vídeo do canal Aulalivre – Enem 2019 e vestibulares, o professor André revisará os principais conteúdos de História do Brasil que podem aparecer em concursos e vestibulares.

História – Pré-História:

Nesse vídeo do canal Se Liga Nessa História, vai aborda traços da pré-história. Tentaram transformar 99% da Historia em um período sem importância, mas jamais conseguirão esconder nossa verdadeira origem.

História – Revolução Francesa:

Nesse vídeo do canal Débora Aladim, essa aula vai ser abordado um resumo sobre revolução francesa, com tudo que você precisa para se da bem no vestibular.

História – Brasil Império:

Nesse vídeo do canal Aulalivre – Enem 2019 e vestibulares, traz essa aula de história  que contempla o período Imperial do Brasil, que vai de 1822 a 1889, além de contextualizar o Período Joanino entre 1808 e 1822.

História Geral – Roma:

Nesse vídeo do canal Pró Universidade Online, traz essa aula de história sobre Roma com o professor Oto. Roma foi centro de uma grande civilização que dominou a região mediterrânica durante séculos. Foi derrubada por algumas tribos germânicas, dando início à era da Idade Média.

Como Estudar História:

Nesse vídeo do canal Se Liga Nessa História, Neste vídeo você vai aprender aprender um esquema rápido e eficiente para mandar muito bem em História.

História Geral – Primeiro Reinado:

Nesse vídeo do canal Humanas em Foco,traz essa aula para abordar assuntos do primeiro reinado.

História – Era Vargas:

Nesse vídeo do canal Biologia com Samuel Cunha, traz essa aula sobre a ERA VARGAS, com o professor Thiago Reis.

História do Brasil – Brasil Colônia:

Nesse vídeo do canal Aula De, vai ser abordado Tratado de Tordesilhas, Descobrimento do Brasil, Capitanias Hereditárias, Exploração do pau-brasil, escravidão indígena e africana, ciclo da cana-de-açúcar, domínio holandês no Brasil, bandeirantes, ciclo do ouro, Guerra dos Emboabas, Revoltas e muito mais!

FIM

Abordamos hoje, aula de história, esperamos que aproveite o post, e tire o máximo de proveito dele, se você gostou compartilhe em suas redes sociais com seus amigos. agradecemos por acompanhar o demonstre.

Grécia e Roma: a antiguidade clássica

Olá pessoal hoje o demonstre traz um trabalho onde retrata do nosso dia a dia de acordo com o nosso modo de viver, com base no uso de práticas históricas, e nesse post vamos trabalhar com a “Grécia e Roma: a antiguidade clássica”.

Onde vamos mostrar o modo de se relacionar das pessoas baseada em práticas históricas, que demonstram como foi nos anos e tempos que sem passaram.

Grécia e Roma: a antiguidade clássica

Esse foi um longo período da História da Europa que se estende aproximadamente do século VIII a.C., com o surgimento da poesia grega de Homero, à queda do Império Romano do Ocidente no século V d.C., mais precisamente no ano 476.

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No eixo condutor desta época, que ao contrário de outras anteriores ou posteriores, estão os factores culturais das suas civilizações mais marcantes, a Grécia e a Roma antigas.

A Grécia da origem ao período homérico

O Período Homérico corresponde ao segundo período de desenvolvimento da civilização grega que ocorreu após o período pré-homérico, entre os anos de 1150 a.C. a 800 a.C.. O nome dado a esta fase, está relacionado com o poeta grego Homero, autor dos poemas épicos “A Ilíada” e a “Odisseia”.

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Com a invasão dos povos dórios nas regiões gregas, a sociedade da época sofreu no período anterior a diáspora grega (dispersão de diversos povos), visto a maneira violenta que eles tomaram e destruíram diversas cidades da Hélade grega. Após esse evento, que pôs fim ao período anterior (pré-homérico), a sociedade grega passa por uma fase de reestruturação, que tem início com o período homérico.

Características do Período Homérico

As principais características dos genos eram: sistema fechado, autônomo e autossuficiente (independência econômica), de forma que o trabalho coletivo era realizado por membros da mesma família. Eles eram comandados pelo Pater, o chefe e autoridade máxima dessas organizações que possuía autoridade política, militar e religiosa.

Assim, os genos eram sociedades patriarcais, cujos membros compartilhavam laços consanguíneos. Nos genos, os bens eram comuns a todos os habitantes, ou seja, era baseado numa sociedade igualitária, donde seus membros (os gens) cultivavam as terras e criavam animais para o sustento de todos.

Vídeo sobre a Grécia da origem ao período homérico:

A formação da pólis grega

Pólis corresponde às diversas Cidades-Estado que se formaram no território grego entre o final do Período Homérico e o desenvolvimento do Período Arcaico. A princípio, o Período Homérico (XII a.C. – VIII a.C.) ficou conhecido pela formação das chamadas comunidades gentílicas. Estas consistiam em pequenas unidades agrícolas autossuficientes, nas quais todas as riquezas eram produzidas de forma coletiva.

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À frente desse grupo tínhamos o pater, uma espécie de patriarca que determinava a organização das ações administrativas, judiciárias e religiosas a serem desempenhadas por todos que compartilhavam aquele mesmo espaço.

Invenção da democracia

Este sistema de governo foi desenvolvido em Atenas (uma das principais cidades da Grécia Antiga). Embora tenha sido o berço da democracia, nem todos podiam participar nesta cidade. Mulheres, estrangeiros, escravos e crianças não participavam das decisões políticas da cidade. Portanto, esta forma antiga de democracia era bem limitada.

Vídeo sobre a formação da pólis grega:

As cidades estado gregas

As cidades estado gregas cada uma delas, por sua diversidade cultural, tinha autonomia e sua própria forma de governar. Enquanto Esparta preparava seus jovens para as guerras, mandando-os ainda criança para o exílio, instruindo-os com táticas militares e treinamento físico; Atenas incentivava o intelecto e obteve grande destaque no Teatro com o desenvolvimento dos gêneros tragédia e comédia (representações da vida real como forma de entretenimento e informação).

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Atenas destacou-se também na Arquitetura, com construções inovadoras como o Parthenon, templo em homenagem à deusa Atena; e na Filosofia, com os pensadores Sócrates, Platão e Aristóteles.

Vídeo sobre as cidades estado gregas:

O universo cultural da pólis

As polis gregas eram divididas em duas partes: a Ástey (zona urbana) e a Khora (zona rural), sendo formadas por casas, ruas, muralhas e espaços públicos.

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Como espaços públicos, podemos destacar a a Acrópole, ponto mais alto da cidade, formada por palácios e templos dedicados aos deuses; e a Ágora, a praça principal donde ocorriam as feiras e diversos atos públicos como as manifestações cívicas e religiosas.

jogos olímpicos, o pensamento filosófico, a matemática grega

Originalmente, os Jogos Olímpicos da Antiguidade foram realizados em Olímpia, na Grécia, do século VIII a.C. ao século V d.C. No século XIX, o Barão Pierre de Coubertin fundou o Comitê Olímpico Internacional (COI) em 1894. O COI se tornou o órgão dirigente do Movimento Olímpico, cuja estrutura e as ações são definidas pela Carta Olímpica.

Uma religião, se encarada de um modo ligeiro e superficial, não pode perdurar, especialmente quando não tem um sacerdócio para fomentar as suas formas e para preencher, de temor e de respeito, os corações dos devotos. A religião do Olimpo não prometia a salvação, nem saciava a sede espiritual dos seus crentes; portanto, estava fadada a perecer.

A matemática grega clássica ou matemática da Grécia Antiga é o nome dado à matemática escrita em grego dentre ~600 a.C. (época em que viveu Tales de Mileto) até o fechamento da Academia de Platão em 529 d.C.

Vídeo sobre O universo cultural da pólis:

A crise das pólis

Atenas, o centro glorioso do século de ouro da Grécia, chegava ao fim. Esparta  também não teve destino diferente; enfim, todas as cidades-estados ficaram enfraquecidas com as Guerras do Peloponeso e tornaram-se alvos fáceis para a dominação de outros povos.

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Os macedônios, povo que habitava o norte da Grécia, conseguiram progredir e fortalecer-se econômica e militarmente. Aproveitando-se da fraqueza e da desunião dos gregos, Filipe II, o rei da Macedônia, preparou um poderoso exército e conquistou o território grego.

Conquista macedônica

A Macedônia  tornou-se o centro do maior império formado até então, que só seria superado anos depois pelo Império Romano. As conquistas de Alexandre Magno, promovendo a fusão das culturas das várias regiões conquistadas no Oriente com os valores gregos deu origem a cultura helenística, que teve como centro de difusão cultural Alexandria, no Egito, e Pérgamo, na Ásia Menor.

Vídeo sobre a crise das pólens:

Roma: origem

Roma é uma das cidades mais importantes da história da humanidade, exercendo uma influência sem igual no desenvolvimento da história e da cultura dos europeus durante milênios e na construção da Civilização Ocidental. Sua história abrange mais de 2500 anos, desde a sua fundação lendária em 753 a.C.

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Roma é uma das mais antigas cidades continuamente ocupadas na Europa e é conhecida como “A Cidade Eterna”, uma ideia expressa por poetas escritores da Roma Antiga. No mundo antigo, foi sucessivamente a capital do Reino de Roma, da República Romana e do Império Romano e é considerada um dos berços da civilização ocidental.

monarquia e república

Desde o século I, a cidade é a sede do papado e no século VIII a cidade tornou-se a capital dos Estados Pontifícios, que duraram até 1870. Em 1871, Roma se tornou a capital do Reino da Itália e em 1946 da República Italiana. Após a Idade Média, Roma foi governada pelos papas Alexandre VI e Leão X, que transformaram a cidade em um dos principais centros do Renascimento italiano, juntamente com Florença. A versão atual da Basílica de São Pedro foi construída e a Capela Sistina foi pintada por Michelangelo. Artistas famosos e arquitetos, como Bramante, Bernini e Rafael, residiu por algum tempo em Roma, contribuindo para a sua arquitetura renascentista e barroca.

Vídeo sobre Roma:

O declínio do império Romano

O processo de declínio do Império Romano do Ocidente começou em meados do século IV d.C., sobretudo em razão da série de problemas que desde o século III o assolava, como as invasões bárbaras, a crise econômica e a disputa dos militares pelo poder.

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As ondas migratórias dos povos bárbaros do norte da Europa e de regiões da Ásia em direção a Roma, provocadas por transformações climáticas e outros fatores similares, forçavam o Império a repelir os invasores e a mover progressivamente mais contingentes do exército para a defesa do centro do Império, que era a cidade de Roma.

Economia

No processo de declínio do Império Romano do Ocidente começou em meados do século IV d.C., sobretudo em razão da série de problemas que desde o século III o assolava, como as invasões bárbaras, a crise econômica e a disputa dos militares pelo poder. As ondas migratórias dos povos bárbaros do norte da Europa e de regiões da Ásia em direção a Roma, provocadas por transformações climáticas e outros fatores similares, forçavam o Império a repelir os invasores e a mover progressivamente mais contingentes do exército para a defesa do centro do Império, que era a cidade de Roma.

Vídeo sobre o declínio do império Romano:

A religião cristã

Justiniano tinha grande interesse pelas questões teológicas. . “Faltava apenas unificar a crença, transformar a Igreja em um instrumento homogêneo de domínio”. Seu objetivo maior era unir o Oriente com o Ocidente por meio da religião. Seu programa político pode ser sintetizado numa breve fórmula: “Um Estado, uma Lei, uma Igreja”. Justiniano procurou solidificar o monofisismo (doutrina elaborada por Eutiques, segundo a qual só havia uma natureza, a divina, em Cristo).

Essa doutrina tornou-se forte na Síria (patriarca de Antioquia) e no Egito (patriarca de Alexandria), que tinham aspirações emancipacionistas. Os seguidores dessa heresia tinham na imperatriz Teodora uma partidária. Esta tentou conciliar ortodoxos e heréticos, com relativo êxito.

Governo de Justiniano

O Estado, no governo do Imperador Justiniano, encarregou-se de diversos projetos econômicos, ampliando seu sistema burocrático. Em relação aos aspectos externos, o Imperador procurou reestabelecer o Império Romano, reconquistando as províncias no norte da África que estavam sob o domínio dos vândalos; e a Espanha e a Itália, dominadas pelos ostrogodos. Para a manutenção militar de suas novas fronteiras no Oeste, o imperador foi forçado a aumentar os impostos.

Vídeo sobre a religião cristã e o Governo de Justiniano:

FIM

Chegamos ao fim do poste onde fala da Grécia e Roma: a antiguidade clássica, falando e explicando como foi feito até os dias atuais, assim tanto nos negócios quanto na vida pessoal. Se você gostou compartilhe nas redes sociais.

Civilizações – Índia, China, Hebreus, Fenícios e Persas

Olá pessoal hoje o demonstre traz um trabalho onde retrata do nosso dia a dia de acordo com o nosso modo de viver, com base no uso de práticas históricas, e nesse post vamos trabalhar com “A índia, a china, os hebreus, os fenícios e os persas “.

Onde vamos mostrar o modo de se relacionar das pessoas baseada em práticas corporais, que demonstram como estão se sentindo.

A índia, a china, os hebreus, os fenícios e os persas

Todas essas foram civilizações que contribuíram muito para o desenvolver do mundo que são representadas em vários livros da historia, mostrando suas características e seus ensinamentos.

Nessas civilizações tiveram muitas desavenças, com brigas por terras, escravidão, problemas com agricultura.

A civilização do vale do indo

Civilização do Vale do Indo foi uma civilização da Idade do Bronze (3300-1300 aC, período maduro 2600-1900 aC) principalmente nas regiões do noroeste da Ásia Meridional, estendendo de o que é o atual nordeste do Afeganistão e noroeste de Paquistão e Índia. Foi uma das três primeiras civilizações do Velho Mundo, e das três, a mais difundida.

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A aridificação desta região durante o terceiro milênio aC pode ter sido o estímulo inicial para a urbanização deste povo, mas eventualmente também reduziu o suprimento de água o suficiente para causar a morte da civilização e espalhar sua população para o leste

Cultura

A civilização harapense é chamada às vezes a cultura harapense madura para distingui-la entre estas culturas. A partir de 1999, mais de 1.056 cidades e assentamentos foram encontrados, dos quais 96 foram escavados, principalmente na região geral dos rios Indo e Gagar e seus afluentes.

Vídeo sobre a civilização do vale do indo:

https://youtube.com/watch?v=6mTWxT5IFgU

A civilização clássica indiana

A história da Índia tem início, com o registro arqueológico, da presença do homo sapiens há cerca de 34 000 anos. Uma civilização da Idade do Bronze emergiu em época aproximadamente contemporânea às civilizações do Oriente Médio. Como regra, a história da Índia abrange todo o subcontinente indiano, correspondente às atuais República da Índia, Paquistão, Bangladesh, Sri Lanca, Nepal e Butão.

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A civilização do Vale do Indo surgiu no século XXXII a.C. e atingiu a maturidade a partir do século XXV a.C. Seguiu-se-lhe a civilização védica. A origem dos indo-arianos é um ponto de relativa controvérsia. A maioria dos estudiosos acredita em algum tipo de hipótese de migração indo-ariana, segundo a qual os arianos, um povo semi-nômade possivelmente da Ásia Central ou do norte do Irã, teriam migrado para o noroeste do subcontinente entre 2 000 e 1 500 a.C..

Marcos da Civilização

Os nascimentos de Mahavira e de Buda no século VI a.C. marcam o começo da fase mais bem registrada da história indiana. Pelos 1500 anos seguintes, a Índia produziu a sua civilização clássica e, segundo alguns historiadores, a maior economia do mundo antigo entre os séculos I e XV d.C., ao controlar entre um-terço e um-quarto da riqueza mundial até a época mogol, após o quê declinou rapidamente sob domínio britânico.

Vídeo sobre a civilização clássica indiana:

Reações contra o sistema de castas

A divisão da sociedade em castas é determinada a partir da hereditariedade. As castas se definem de acordo com a posição social que determinadas famílias hindus ocupam. Fator que estabelece um tipo de “hierarquia” social marcada por privilégios e deveres.

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Em um primeiro momento existiam somente quatro tipos de castas na Índia, que eram: os brâmanes (composta por sacerdotes), xatrias (formada por militares), vaixias (constituída por fazendeiros e comerciantes) e a mais baixa, os sudras (pessoas que deveriam servir as castas superiores).

Novas crenças religiosas

As castas apresentam quatro tipos distintos, são os brâmanes (camada mais importante, é composta por sacerdotes), xátrias (formada por militares), vaixias (constituída por comerciantes e fazendeiros) e os sudras (composta pela camada inferior e que deveria servir as camadas superiores). Uma vez que um indivíduo compõe uma determinada casta ele dever permanecer nela, pois a mudança é reconhecida como uma ofensa à religião praticada.

Vídeo sobre Reações contra o sistema de castas:

A origem da civilização chinesa

A civilização chinesa possui mais de quatro mil anos de idade. Estes registros atestam a condição de uma das mais antigas e importantes civilizações de todo o mundo.

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Os registros mais remotos do povo chinês comprovam a sua formação múltipla marcada pela influência de vários povoados que habitaram pioneiramente o território e estabeleceram-se nas proximidades do rio Amarelo.

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São eles os inventores da pólvora, do compasso, das primeiras prensas e da medicina. Entretanto, na Idade Contemporânea, a superioridade do Império Chinês foi abalada pelo contato com as nações europeias envolvidas no processo de expansão da economia industrial. Durante o século XIX, a ação imperialista acabou estabelecendo uma série de conflitos que colaboraram para um novo período da história chinesa. Os chineses então modernizaram suas instituições e, hoje, ocupam a categoria de potência mundial.

Vídeo sobre A origem da civilização chinesa:

O império chinês

A China era predominantemente agrária, situação que perdurou até a Revolução de 1949. Contudo, na China não se instalou o sistema feudal tal qual aconteceu na Europa. Os imperadores tinham controle sobre o país através de uma classe de funcionários recrutados por um sistema burocrático chamado de “sistema de exames”.

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A economia era baseada na agricultura, e a sociedade era dividida em uma pequena porção de proprietários de terras e uma grande porção de camponeses. A última fase do sistema imperial foi marcada pela Dinastia Manchu, que foi de 1644 a 1911, neste período, o poder estava totalmente concentrado nas mãos dos imperadores que se sucederam no trono.

Como funcionava o Império Chinês

Os imperadores tinham controle sobre o país através de uma classe de funcionários recrutados por um sistema burocrático chamado de “sistema de exames”. A economia era baseada na agricultura, e a sociedade era dividida em uma pequena porção de proprietários de terras e uma grande porção de camponeses.

Vídeo sobre O império chinês:

https://youtube.com/watch?v=pFxNT4ZjRlk

Da idade do Bronze à idade do Ferro

A Idade do Bronze é um período da civilização no qual ocorreu o desenvolvimento da liga metálica, resultante da mistura de cobre com estanho.

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Iniciou-se no Oriente Médio em torno de 3300 a.C. substituindo o Calcolítico, embora noutras regiões esta última idade seja desconhecida e a do bronze tenha substituído diretamente o período neolítico. Na África subsaariana, o neolítico é seguido da idade do ferro.

(tópicos e características)

A idade do Bronze é classificada em 3, que são elas a idade inicial do bronze e idade média do Bronze.

No Antigo Egito, a Idade de Bronze começa no período protodinástico, c. 3150 a.C. A Idade do bronze arcaica do Egito, conhecida como a época Tinita, segue imediatamente a unificação do Baixo e Alto Egito, c. 3100 a.C. É geralmente considerado abrangendo as primeira e Segunda dinastias, com duração a partir do período protodinástico do Egito até cerca de 2686 a.C., ou o início do Império Antigo.

O Império Médio durou de 2055-1650 a.C. Durante este período, a culto fúnebre a Osíris ascendeu para dominar a religião popular egípcia. O período compreende duas fases: a 11ª Dinastia, que governou de Tebas, e a 12ª[4] e 13ª dinastias que foram centradas em torno de el-Lisht. O império unificado já foi considerado como compreendendo as 11ª e 12ª dinastias, mas historiadores atuais pelo menos parcialmente consideraram a 13ª dinastia como pertencente ao Império Médio.

Vídeo sobre Da idade do Bronze à idade do Ferro:

https://youtube.com/watch?v=GEMqoFhGfk4

Os hebreus

Os Hebreus foram um povo semítico da região do Levante, localizado no Oriente Médio. O etnônimo também foi utilizado a partir do período romano para se referir aos judeus, um grupo étnico e religioso de ascendência hebraica.

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Acredita-se que, originalmente, os hebreus chamavam a si mesmos de israelitas, embora esse termo tenha caído em desuso após a segunda metade do século X a.C.

Origem dos êxodos

Êxodo a história da saída dos israelitas do Antigo Egito, tal como descrita na Bíblia hebraica. Stricto sensu, refere-se apenas à fuga dos israelitas do Egito tal como descrita no Livro do Êxodo; lato sensu, pode abranger também as posteriores legislações e andanças pelos desertos que separam o Egito de Canaã, descritas nos livros do Levítico, Números e o Deuteronômio.

Vídeo sobre Os hebreus e a origem dos êxodos:

Os hebreus antigos: sociedade

Após a morte de Moisés, os hebreus chegaram à palestina e, sob a liderança de Josué, que cruza o rio Jordão, combate com os cananeus que então habitavam a terra prometida. Vencidos os cananeus, os israelitas se estabelecem na Palestina. Nessa temo, o povo hebreu estava dividido em 12 tribos (“os doze filhos de Israel”), que viviam em clãs compostos pelos patriarcas, seus filhos, mulheres e trabalhadores não livres.

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As principais lideranças deste período foram os juizes: Sansão, Otoniel, Gideão e Samuel, todos eram considerados enviados de Jeová, para comandar os Hebreus.

Política

A  união das doze tribos era difícil de ser conseguida e mantida, pois os juizes tinham um poder temporário e mesmo com a unidade cultural, (língua, costumes, e, principalmente religião), havia muita divisão política entre as tribos. Assim foi preciso estabelecer uma unidade política. Isto foi conseguido através da centralização do poder nas mãos de um monarca, Rei, o qual teria sido escolhido por Jeová para governar.

Vídeo sobre os hebreus antigos:

A civilização marítima dos fenícios

A Civilização Fenícia desenvolveu-se na região litorânea noroeste do Oriente Médio, onde hoje se localiza o litoral da Síria e do Líbano. O início da ocupação da região ocorreu por volta do ano 3000 a.C., mas o apogeu das cidades fenícias efetuou-se entre 1200 a.C. e 900 a.C. Os fenícios tiveram como principais legados a criação do alfabeto e a navegação.

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 A falta de terras férteis em abundância, contrariamente ao que ocorria na Mesopotâmia e Egito, levou-os a se dedicarem à troca de produtos com diversos povos da Antiguidade.

Vídeo sobre a civilização marítima dos fenícios:

Civilização persa

A civilização persa foi uma das mais expressivas civilizações da Antiguidade. A Pérsia situava-se a leste da Mesopotâmia, num extenso planalto onde hoje corresponde ao Irã, localizado entre o golfo Pérsico e o mar Cáspio.

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o contrário das regiões vizinhas, possuía poucas áreas férteis.

O império persa

Ciro inaugurou o chamado império persa. Com o aumento da população, houve a necessidade da expansão geográfica. Ciro, o Grande (560-530 a.C.), tornou-se rei dos medos e persas, após haver conquistado Ecbátana e destronado Astíages (555 a.C.). Conquistou também a Babilônia (539 a.C.). O império ia desde o Helesponto até as fronteiras da Índia.

Ciro não proibia as crenças nativas dos povos conquistados. Concedia alguma autonomia  para as classes altas, que governavam as regiões dominadas pelos persas, mas exigia, em troca, homens para seu exército, alimentos e metais preciosos. Ciro morreu em 529 a.C.

Vídeo sobre o império persa:

https://youtube.com/watch?v=cbMT1Ywa050

FIM

Chegamos ao fim do poste onde fala das Estudo das práticas históricas, falando e explicando como foi feito até os dias atuais, assim tanto nos negócios quanto na vida pessoal. Se você gostou compartilhe nas redes sociais.

A idade média no ocidente e no oriente

Olá pessoal hoje o demonstre traz um trabalho onde retrata do nosso dia a dia de acordo com o nosso modo de viver, com base no uso de práticas históricas, e nesse post vamos trabalhar com “A idade média no ocidente e no oriente”.

Onde vamos mostrar o modo de se relacionar das pessoas baseada em práticas históricas, que demonstram como estão se sentindo.

A idade média no ocidente e no oriente

A Idade Média foi tradicionalmente delimitado com ênfase em eventos políticos. Assim, ele teria se iniciado com a desintegração do Império Romano do Ocidente, no século V (476 d. C.), e terminado com o fim do Império Romano do Oriente, com a Queda de Constantinopla, no século XV (1453 d.C.), também chamado de Império Bizantino.

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O período da idade média na Europa foi muito conturbado com vários acontecimentos, muitos desse acontecimentos ficaram marcados até os dias atuais.

A Europa da Alta Idade Média

A Alta Idade Média foi o período inicial da Idade Média, que se estendeu da queda do Império Romano do Ocidente, em 476, até o enfraquecimento do feudalismo no início do século XI.

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Idade Média esteve dividida em dois períodos: Alta idade Média: que se estendeu do século V ao século IX Baixa Idade Média: que se estendeu do século X ao século XV

A Igreja Medieval

A influência da religião em todos os aspectos da vida medieval era imensa, a fé inspirava e determinava os mínimos atos da vida cotidiana.

Vídeo sobre A Europa da Alta Idade Média:

A igreja e a evangelização da Europa Ocidental

O homem medieval foi condicionado a crer que a igreja era a intermediária entre o indivíduo e Deus, e que a graça divina só seria alcançada através dos sacramentos.

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A vida monástica e as ordens religiosas começaram a surgir na Europa a partir de 529, quando São Bento de Múrcia fundou o mosteiro no monte Cassino, na Itália e criou a ordem dos beneditinos.

Vídeo sobre A igreja e a evangelização da Europa Ocidental:

Os francos e o Império Carolíngio

O primeiro rei dos francos foi Clóvis, que foi também fundador da Dinastia dos Merovíngios. Antes de sua entrada os francos se dividiam em dois grupos: os francos sálidos e os francos ripuários. Clóvis assumiu primeiramente os sálidos e em seguida os ripuários.

Em 496, Clóvis derrotou os alamanos, e neste momento se converteu ao cristianismo, pois grande parte da população de Gália era cristã, e por isso acreditava que a sua conversão seria uma importante para sua carreira política.

O Império Carolíngio de 800 a 843

Após as conquistas de Carlos Magno o cristianismo se proagou e omo forma de agradecimento, em dezembro de 800 o papa Leão III coroou o monarca como o imperador dos romanos, fazendo assim renascer o Império Romano do Ocidente, extinto desde 476, que agora ficara conhecido como Império Carolíngio.

Vídeo sobre Os francos e o Império Carolíngio:

Sociedade e economia na ordem feudal

O feudalismo, estrutura econômica social, política e cultural, baseada na posse da terra, predominou na Europa Ocidental durante a Idade Média. Foi marcado pelo predomínio da vida rural e pela ausência ou redução do comércio no continente europeu. A sociedade feudal baseava-se na existência de dois grupos sociais – senhores e servos.

O trabalho na sociedade feudal estava fundado na servidão, onde os trabalhadores viviam presos à terra e subordinados a uma série de obrigações em impostos e serviços. O feudalismo variava de região para região e de época para época, ao longo da Idade Média.

Vassalos

Vassalo é aquele que oferece ao senhor ou suserano fidelidade e trabalho em troca de proteção e um lugar no sistema de produção. As redes de vassalagem estendiam-se para várias regiões, sendo o rei o “suserano dos suseranos”

Vídeo sobre Sociedade e economia na ordem feudal:

Transformações do feudalismo

Uma das primeiras mudanças ocorridas esteve ligada com o aumento da produção agrícola, que graças ao incremento de novas técnicas, permitiu uma maior circulação de mercadorias pela Europa. Novas rotas terrestres e marítimas se instalaram chegando a integrar a Europa a outras regiões do Oriente.

A expansão comercial e demográfica ampliou as cidades medievais para fora dos limites dos muros. O crescimento do comércio fez com que o eixo das principais atividades econômicas fosse deslocado do campo para as cidades.

As cruzadas e o comércio

Cruzadas também representaram uma interessante alternativa às tensões sociais que se desenhavam na Europa Medieval. A escassez de terras para a nobreza poderia ser finalmente resolvida com o domínio dos territórios a leste. De fato, ao conquistarem domínios na Síria, no Império Bizantino e na Palestina, vários nobres formaram propriedades que deram origem a diversos Estados feudais, conhecidos como reinos francos ou latinos.

Vídeo sobre Transformações do feudalismo:

A crise do mundo medieval

A crise aconteceu com a mudança nas relações econômicas foi de grande importância para que as práticas e regras que regulavam o interior dos feudos sofressem significativas transformações.

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Essa nova configuração econômica, pouco a pouco, influiu na transformação nos laços sociais e nas idéias que sustentavam aquele tipo de ordenação presente em toda a Europa.

Peste bubônica

A peste bubônica (peste negra) liquidou aproximadamente um terço da população européia. Com isso, a disponibilidade de servos diminuiu e os salários dos trabalhadores elevaram-se significativamente. Esse processo fez com que as obrigações servis fossem cada vez mais rígidas, tendo em vista a escassez de trabalhadores.

Vídeo sobre A crise do mundo medieval:

O império otomano

Império Otomano um importante estado que durou de 1299 a 1922, e que compreendia vastos territórios no norte da África, sudeste da Europa e Oriente Médio. Estabelecido por um ramo dos vários povos turcos que migrou para a península da Anatólia (onde hoje existe o moderno estado da Turquia), o Império Otomano é considerada a última potência global do mundo islâmico até os dias atuais.

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A característica marcante e explicativa da expansão do império era a tolerância dos otomanos com as tradições e as religiões dos povos conquistados. Sob a administração do sultão em Constantinopla, estavam albaneses, sérvios, búlgaros, gregos, romenos, croatas, árabes, curdos, turcos, berberes, e muitos outros; tais povos tinham várias denominações religiosas, entre elas, cristãos católicos, maronitas, coptas e ortodoxos, muçulmanos sunitas e xiitas, judeus, mandeus, drusos, entre outros.

A queda de Constantinopla

A queda de Constantinopla para os turcos otomanos foi um evento histórico que segundo alguns historiadores marcou o fim da Idade Média na Europa, e também decretou o fim dos últimos vestígios do outrora poderoso Império Romano agora dividido e chamado de Império Bizantino. Constantinopla  é o antigo nome da cidade de Istambul, na atual Turquia. O nome original era Bizâncio. O nome da cidade era uma referência ao imperador romano Constantino, que tornou a cidade capital do Império Romano em 11 de maio de 330.

Vídeo sobre o império otomano e a queda de Constantinopla:

FIM

Chegamos ao fim do poste onde fala das Estudo das práticas históricas, falando e explicando como foi feito até os dias atuais, assim tanto nos negócios quanto na vida pessoal. Se você gostou compartilhe nas redes sociais.

Da pré-história às primeiras civilizações

Olá pessoal hoje o demonstre traz um trabalho onde retrata do nosso dia a dia de acordo com o nosso modo de falar, com base no uso de práticas históricas, e nesse post vamos trabalhar com o tempo “Da pré-história às primeiras civilizações”.

Onde vamos mostrar o modo de se relacionar das pessoas baseada em práticas históricas, que demonstram como estão se sentindo.

Da pré-história às primeiras civilizações

A história que vem da pré historia as primeiras civilizações é uma grande mudança desde o começo, onde os povos criaram seus costumes e culturas e foram aprendendo diversas outras coisas ao longo dos tempos.

As primeiras civilizações foi um período de muita confusão onde os povos começavam a se acostumar uns com os outros e tentar ter um estilo de vida abundante.

O que é a história

História é a ciência que estuda o ser humano e sua ação no tempo e no espaço concomitantemente à análise de processos e eventos ocorridos no passado.

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O termo “História” também pode significar toda a informação do passado arquivada em todas as línguas por todo o mundo, por intermédio de registos históricos

Papel do Historiador

O papel do historiador é estudar e entender se realmente a historia relatada é verdade e se tem fundamentos, os historiadores antigos tinham o papel de guardar as informações históricas para que o resto da humanidade tenha conhecimento desse assunto.

Vídeo sobre O que é a história e qual o papel do historiador?:

Os homens e a caça

Os homens tem uma grande relação com caça de animais pois sem a caça não ia ter alimentos para suas famílias.

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A caça era feita em tempos antigos com armas feitas artesanalmente, que podiam ser flechas, arapucas e outros.

Caça

Caça é a prática de matar ou capturar animais; perseguindo, prendendo ou rastreando-os intencionalmente para tais fins. Os alvos da caça são normalmente animais selvagens, mas existem ocorrências em animais domésticos. Historicamente, os seres humanos agiram como caçadores por diversos motivos, como lazer, controle de população animal(ou daquelas consideradas pestes), alimentação, comércio e até defesa pessoal e de bens.

Vídeo sobre os homens e a caça:

A origem do homem americano

A ideal mais aceita propõe que o ser humano chegou ao continente americano atravessando uma ponte de gelo ou terras emersas na região do Estreito de Bering, entre os atuais Estados Unidos e Rússia.

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Alguns cientistas afirmam que a chegada dos primeiros grupos teria acontecido há cerca de 20 mil anos, durante a última glaciação, época em que a temperatura do planeta esteve extremamente baixa e as geleiras avançaram dos pólos em direção ao equador.

Ocupação e povoamento das Américas

Esses povos teriam vindo das atuais Mongólia e Sibéria, na Ásia, seriam caçadores e estariam perseguindo suas presas quando fizeram a travessia para a América do Norte. Tudo indica que, naquele momento, o nível do mar estava aproximadamente 150 metros mais baixo do que atualmente, formando assim uma sólida faixa de gelo.

Vídeo sobre a origem do homem americano:

Pré-história brasileira

É o período antes do famoso descobrimento do Brasil, ou melhor o período que vem antes de 1500.

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A presença humana no território hoje ocupado pelo Brasil data de 12 mil anos, conforme evidências arqueológicas. As primeiras descobertas para a reconstrução da pré-história brasileira começaram há cerca de um século na região de Lagoa Santa, em Minas Gerais.

Sítios Arqueológicos Brasileiros

No Boqueirão da Pedra Furada, um grupo de arqueólogos notificou a presença de facas, machados e fogueiras com aproximadamente 48 mil anos. Na região da Lagoa Santa, em Minas Gerais, foi encontrado o fóssil Luzia, de 11,5 mil anos.

Vídeo sobre Pré-história brasileira:

Neolítica

Neolítico ou Período da Pedra Polida é o período histórico que vai aproximadamente do X milênio a.C., com o início da sedentarização e surgimento da agricultura, ao III milênio a.C., dando lugar à Idade dos Metais.

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As primeiras aldeias eram criadas próximas de rios, de modo a usufruir da terra fértil (onde eram colocadas sementes para plantio) e água para seres humanos e animais.

Revolução agrícola

Revolução Agrícola, foi a transição em grande escala de muitas culturas humanas do estilo de vida de caçador-coletor e nômade para um agrícola e sedentário fixo, tornando possível uma população cada vez maior.

Vídeo sobre Neolítica e a revolução agrícola:

Mesopotâmia

É a área do sistema fluvial Tigre-Eufrates, o que nos dias modernos corresponde a aproximadamente a maior parte do atual Iraque e Kuwait, além de partes orientais da Síria e de regiões ao longo das fronteiras Turquia-Síria e Irã-Iraque.

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Foi um dos berços da civilização pelo mundo ocidental, a Mesopotâmia da Idade do Bronze abrigava a Suméria, além dos impérios Acadiano, Babilônico e Assírio, todos nativos ao território do atual Iraque.

Começo da civilização

As primeiras civilizações se formaram a partir de quando o homem descobriu a agricultura e passou a ter uma vida mais sedentária, por volta de 4.000 a.C. Essas primeiras civilizações se formaram em torno ou em função de grandes rios: A Mesopotâmia estava ligada aos Rios Tigre e Eufrates, o Egito ao Nilo, a Índia ao Indo, a China ao Amarelo.

Vídeo sobre Mesopotâmia e o começo da civilização:

A civilização egípcia

A Civilização Egípcia foi uma das mais importantes civilizações que se desenvolveram na região do Crescente Fértil. Instalada no extremo nordeste da África, numa região caracterizada pela existência de desertos e pela vasta planície do rio Nilo.

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A Civilização Egípcia formou-se a partir da mistura de diversos povos, entre eles, os hamíticos, os semitas e os núbios, que surgiram no Período Paleolítico.

Vídeo sobre a civilização egípcia:

A civilização Núbia

Núbia é a região situada no vale do rio Nilo que atualmente é partilhada pelo Egito e pelo Sudão mas onde, na antiguidade, desenvolveu-se na mais antiga civilização da África, baseada na civilização anterior do Alto Egito, e tanto que Napata antes de ser a capital da Núbia independente da sua metrópole colonial egipcia, era uma mera colonia egípcia ao sul de Assuã, anexada durante o Médio Império.

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Aparentemente os núbios eram filhos de colonos sul-egípcios com escravas nilóticas, que deu origem ao Reino de Cuche, que existiu entre o III milênio a.C. e o século IV d.C. da nossa era. Este reino foi então dominado pelo Reino de Axum e aparentemente, os núbios formaram novos pequenos estados fora da região ocupada.

Desde o começo

Na época do Egito faraônico, a Núbia era uma região que separava esse país da África subsaariana. Atualmente, seu território se encontra dividido entre o Egito e o Sudão. Núbia é uma antiga região no nordeste da África, situada ao longo do rio Nilo, desde a primeira catarata até as proximidades de Khartum, no atual Sudão. Além do vale do Nilo, incluía as áreas desérticas a leste até o mar Vermelho e a oeste até o deserto da Líbia. Habitada por povos nilóticos negros, a Núbia constituiu ao longo de milênios um ponto de encontro entre as civilizações egípcias – e, por conseguinte, o mundo mediterrâneo – e os povos negros da África.

Vídeo sobre a civilização Núbia:

FIM

Chegamos ao fim do poste onde fala das Estudo das práticas históricas, falando e explicando como foi feito até os dias atuais, assim tanto nos negócios quanto na vida pessoal. Se você gostou compartilhe nas redes sociais.

História do Brasil

Olá pessoal hoje o demonstre traz um trabalho onde retrata do nosso dia a dia de acordo com o nosso modo de viver, com base no uso de históricas, e nesse post vamos trabalhar com o “História do Brasil”.

Onde vamos mostrar o modo de se relacionar das pessoas baseada em práticas históricas, que demonstram como estão se sentindo.

História do Brasil

A História do Brasil começa com a chegada dos primeiros humanos no continente americano há mais de 8.000 anos.

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Em fins do século XV toda a área hoje conhecida como Brasil era habitada por tribos seminômades que subsistiam da caça, pesca, coleta e agricultura.

Brasil colônia

O Brasil Colônia, na História do Brasil, é a época que compreende o período de 1530 a 1822.

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Este período começou quando o governo português enviou ao Brasil a primeira expedição colonizadora chefiada por Martim Afonso de Souza. Em 1532, ele fundou o primeiro núcleo de povoamento, a Vila de São Vicente, no litoral do atual estado de São Paulo.

Fatos Relevantes

Para colonizar o Brasil e garantir a posse da terra, em 1534, a Coroa dividiu o território em 15 capitanias hereditárias. Estas eram imensos lotes de terra que se estendiam do litoral até o limite estabelecido pelo Tratado de Tordesilhas.

O sistema de Governo Geral foi criado em 1548, pela Coroa, com o objetivo de organizar a administração colonial. O primeiro governador foi Tomé de Souza (1549 a 1553), que recebeu do governo português, um conjunto de leis. Estas determinavam as funções administrativas, judicial, militar e tributária do Governo Geral. O segundo governador geral foi Duarte da Costa (1553 a 1558), e o terceiro foi Mem de Sá (1558 a 1572).

Os portugueses que vieram para o Brasil pertenciam a várias classes sociais em Portugal. A maioria era formada por elementos da pequena nobreza e do povo. Também é preciso ter em conta que as tribos indígenas tinham línguas e culturas distintas. Algumas eram inimigas entre si e isto era usado pelos europeus quando desejavam guerrear contra os portugueses.

Vídeo sobre Brasil colônia:

República

O regime republicano no Brasil foi instaurado com a proclamação da república, ocorrida em 15 de novembro de 1889.

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Este golpe depôs Dom Pedro II, deixando o país de ser um Império e passando a ser uma república presidencialista, convencionando, em termos historiográficos, um novo período da história brasileira, que perdura até hoje.

Vídeo sobre República:

Era Vargas

Era Vargas é o nome que se dá ao período em que Getúlio Vargas governou o Brasil por 15 anos, de forma contínua (de 1930 a 1945). Esse período foi um marco na história brasileira, em razão das inúmeras alterações que Getúlio Vargas fez no país, tanto sociais quanto econômicas.

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A Era Vargas teve início com a Revolução de 1930, onde expulsou do poder a oligarquia cafeeira, dividindo-se em três momentos:

  • Governo Provisório -1930-1934
  • Governo Constitucional – 1934-1937
  • Estado Novo – 1937-1945

Três Períodos da Era Vargas

O Governo Provisório teve como objetivo reorganizar a vida política do país. Neste período, o presidente Getúlio Vargas deu início ao processo de centralização do poder, eliminando os órgãos legislativos (federal, estadual e municipal).

Nesse segundo mandato, conhecido como Governo Constitucional, a altercação política se deu em volta de dois ideais primordiais: o fascista – conjunto de ideias e preceitos político-sociais totalitário introduzidos na Itália por Mussolini –, defendido pela Ação Integralista Brasileira (AIB), e o democrático, representado pela Aliança Nacional Libertadora (ANL), era favorável à reforma agrária, a luta contra o imperialismo e a revolução por meio da luta de classes.

No dia 10 de novembro de 1937, era anunciado em cadeia de rádio pelo  presidente Getúlio Vargas o Estado Novo. Tinha início então, um período de ditadura na História do Brasil.

Vídeo sobre Era Vargas:

Era populista

Populismo é basicamente um “modo” de exercer o poder. Ou seja, dá-se uma importância ao povo, às classes menos favorecidas, cuida-se delas e, assim, conquista-se sua confiança o que permite que se exerça um autoritarismo consentido, uma dominação que não é percebida por quem é dominado.

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Historicamente o populismo está ligado a fenômenos políticos da América Latina e se identifica com a industrialização e urbanização. No caso específico do Brasil este processo se inicia nos anos vinte e trinta o que coloca o populismo em foco exatamente neste período.

Manipulação das massas

A manipulação das massas é compreensível na medida em que a industrialização fez migrar para as grandes cidades um grande contingente de trabalhadores das zonas rurais como também de outros países. Estas massas vindas de diferentes lugares tinham dificuldades de organizar-se e, assim, preferiam confiar seus anseios àquele que se dizia um amigo, o líder populista.

Vídeo sobre Era populista:

Escravidão

A escravidão no Brasil surgiu a partir do início do século XVI, sendo a maneira estabelecida enquanto força de produção no país, desde o período colonial até o final do Império.

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A escravidão permaneceu cerca de 400 anos no país.

Tipos de Escravidão

No caso dos portugueses, os negros africanos eram trazidos de suas colônias para serem utilizados principalmente na agricultura e na mineração, desempenhavam também vários tipos de serviços domésticos e/ou urbanos.

Nas cidades haviam também os chamados “escravos de ganho”, utilizados em trabalhos do ramo comercial ou de serviços, normalmente vendendo produtos manufaturados ou auxiliando na administração de pequenos comércios.

Vídeo sobre Escravidão:

Ditadura Militar

O Regime militar foi o período da política brasileira em que militares conduziram o país. Essa época ficou marcada na história do Brasil através da prática de vários Atos Institucionais que colocavam em prática a censura, a perseguição política, a supressão de direitos constitucionais, a falta total de democracia e a repressão àqueles que eram contrários ao regime militar.

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A Ditadura militar no Brasil teve seu início com o golpe militar de 31 de março de 1964, resultando no afastamento do Presidente da República, João Goulart, e tomando o poder o Marechal Castelo Branco.

Golpe Militar

O Golpe Militar de 1964 marca uma série de eventos ocorridos em 31 de março de 1964 no Brasil, e que culminaram em um golpe de estado no dia 1 de abril de 1964. Esse golpe pôs fim ao governo do presidente João Goulart, também conhecido como Jango, que havia sido de forma democrática, eleito vice-presidente pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).

Vídeo sobre Ditadura Militar:

FIM

Chegamos ao fim do poste onde fala da História do Brasil, falando e explicando como foi feito até os dias atuais, assim tanto nos negócios quanto na vida pessoal. Se você gostou compartilhe nas redes sociais.

História Geral

Olá pessoal hoje o demonstre traz um trabalho onde retrata do nosso dia a dia de acordo com o nosso modo de viver, com base no uso de fatos históricos, e nesse post vamos trabalhar com o “História Geral”.

Onde vamos mostrar o modo de se relacionar das pessoas baseada em práticas históricas, que demonstram como estão se sentindo.

História Geral

O estudo da História Geral permite uma abordagem ampla das ações humanas ao longo do tempo. Essa história nos permite compreender como foi as mudanças ao longo  dos tempos.

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A história geral engloba dentro de si diversos fatores que marcaram a história mundial, e mudaram a vida das pessoas, sendo que algumas foi para melhor e outras para se adaptar as mudanças.

Revolução industrial

A revolução industrial começou a partir de quando o homem não conseguiu dá conta de muito serviço, assim viu-se a necessidade, de criar máquinas. As máquinas foram inventadas, com o propósito de poupar o tempo do trabalho humano.

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Uma delas era a máquina a vapor que foi construída na Inglaterra durante o século XVIII. Graças a essas máquinas, a produção de mercadorias ficou maior e os lucros também cresceram. Vários empresários; então, começaram a investir nas indústrias.

Consequências da Revolução Industrial

O desenvolvimento industrial arruinou os artesãos, pois os produtos eram confeccionados com mais rapidez nas fábricas. A valorização da ciência, a liberdade individual e a crença no progresso incentivaram o homem a inventar máquinas.

Vídeo sobre Revolução industrial:

Idade média

A Idade Média foi um longo período da história que se estendeu do século V ao século XV. Seu início foi marcado pela queda do Império Romano do Ocidente, em 476, e o fim, pela tomada de Constantinopla pelos turcos em 1453.

Os humanistas do século XV e XVI chamavam a Idade Média de Idade das Trevas. Afirmavam que havia ocorrido na Europa, um retrocesso artístico, intelectual, filosófico e institucional, em relação à produção da Antiguidade Clássica.

Idade Moderna

Idade Moderna foi uma das formas encontradas pelos historiadores para se dividir a história da humanidade. Seu recorte temporal inicia-se com a queda do Império Bizantino e a tomada da cidade de Constantinopla pelo Império Turco-Otomano, em 1453. Seu recorte final está delimitado com a Revolução Francesa, em 1789. Essa divisão é pautada na perspectiva histórica europeia, já que os marcos divisórios referem-se indireta ou diretamente a fatos importantes para os europeus. A tomada de Constantinopla pelos turcos pôs fim ao Império Bizantino – herdeiro direto do Império Romano da Antiguidade e surgido onde hoje é a Itália – e representou o fim de uma longa era.

Vídeo sobre Idade média e moderna:

Liberalismo

Liberalismo é uma teoria política e social que enfatiza fundamentalmente os valores individuais da liberdade e da igualdade. Para os liberais, todo indivíduo têm direitos humanos inatos. O governo tem o dever de respeitar tais direitos e deve atuar principalmente para resolver disputas quando os interesses dos indivíduos se chocam.

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De acordo com a filosofia política liberal, a sociedade e o governo devem proteger e promover a liberdade individual, em vez de impor constrangimentos; a pluralidade e a diversidade devem ser encorajadas e a sociedade deve ser igual e justa na distribuição de oportunidades e recursos. O liberalismo é, portanto, uma teoria individualista, pois entende que o indivíduo tem prioridade sobre o coletivo.

Vídeo sobre Liberalismo:

Primeira Guerra Mundial

A Primeira Guerra Mundial foi uma guerra global centrada na Europa, que começou em 28 de julho de 1914 e durou até 11 de novembro de 1918.

O conflito envolveu as grandes potências de todo o mundo, que se organizaram em duas alianças opostas: os aliados e os Impérios Centrais, a Alemanha e a Áustria-Hungria.

Segunda Guerra Mundial

A Segunda Guerra Mundial, ocorrida entre 1939 e 1945, é assim chamada por ter se tratado de um conflito que extrapolou o espaço da Europa, continente dos principais países envolvidos. Além do norte da África e a Ásia, o Havaí, território estadunidense, com o ataque japonês a Pearl Harbor, foi também palco de disputas territoriais e ataques inimigos.

Vídeo sobre Primeira e Segunda Guerra Mundial:

Nazismo

O Nazismo, ou Nacional Socialismo, foi a ideologia criada e defendida pelo Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei, NSDAP). O Partido Nazista foi fundado em 1920 por Anton Drexler. Adolf Hitler assumiu a liderança do partido em 1921, mantendo-se no posto até sua morte, ao final da Segunda Guerra Mundial.

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A suástica era o símbolo Nazista A suástica era o símbolo Nazista No início dos anos 1920 a Alemanha se encontrava em uma profunda crise econômica e moral decorrentes da derrota na Primeira Guerra Mundial e da assinatura, em 1919, do Tratado de Versalhes.

Fascismo

Fascismo é uma conduta política extremamente autoritária, marcada pelo nacionalismo, pela militarização dos conflitos e por uma preocupação obsessiva com a ideia de decadência de uma comunidade ou nação. Hostil às formas modernas de democracia, o fascismo recorre a violência, criando um inimigo – interno e/ou externo – que deve ser exterminado para garantir a segurança e supremacia de um grupo considerado superior.

Vídeo sobre Nazismo e Fascismo:

Guerra Fria

A Guerra Fria, que teve seu início logo após a Segunda Guerra Mundial (1945) e a extinção da União Soviética (1991).

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É a designação atribuída ao período histórico de disputas estratégicas e conflitos indiretos entre os Estados Unidos e a União Soviética, disputando a hegemonia política, econômica e militar no mundo.

Causas da Guerra Fria

Com o fim da Segunda Guerra Mundial, o contraste entre o capitalismo e socialismo era predominante entre a política, ideologia e sistemas militares. Apesar da rivalidade e tentativa de influenciar outros países, os Estados Unidos não conflitou a União Soviética (e vice-versa) com armamentos, pois os dois países tinham em posse grande quantidade de armamento nuclear,  e um conflito armado direto significaria o fim dos dois países e, possivelmente, da vida em nosso planeta.  Porém ambos acabaram alimentando conflitos em outros países como, por exemplo, na Coreia e no Vietnã.

Vídeo sobre Guerra Fria:

FIM

Chegamos ao fim do poste onde fala das Estudo das práticas histórica, falando e explicando como foi feito até os dias atuais, assim tanto nos negócios quanto na vida pessoal. Se você gostou compartilhe nas redes sociais.

A ascensão das massas (1848 – 1910)

Olá pessoal hoje o demonstre traz um trabalho diferenciado, onde fala das teorias da política e seus pensadores, e neste dia vamos falar da história da política, com a ascensão das massas (1848 – 1910).

Onde vamos falar dessas etapas de desenvolvimento, do inicio ao fim falando e mostrando todas as etapas do processo do surgimento das teorias políticas até os dias atuais, baseado nas origens.

A ascensão das massas (1848 – 1910)

A ascensão das massas consolidação do poder político da burguesia e o surgimento do proletariado industrial enquanto força política foram os reflexos mais importantes daquele ano, que também foi marcado pela publicação do “Manifesto Comunista” de Marx.

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O período inicial da revolução, também chamado de República Social, foi marcado pela provisoriedade e pela intensa disputa entre os diferentes interesses envolvidos na consolidação do poder.

Que tão poucos ousem ser excêntricos marca o perigo dominante da época

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Um homem livre deveria ter garantido a liberdade de pensamento, expressão, opinião e ações; esta garantia devia ser concedida não apenas pela a ética e moral do direito à liberdade, mas também para assegurar o desenvolvimento criativo de uma sociedade.

John Stuart Mill

John Stuart Mill foi um filósofo e economista britânico. É considerado por muitos como o filósofo de língua inglesa mais influente do século XIX.

Vídeo sobre John Stuart Mill:

Nenhum homem é bom o suficiente para governar outrem sem seu consentimento

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Sim um homem não pode mandar nos outros sem que essa pessoa não esteja ciente, se a pessoa não controla nem o seus próprios anseios, como essa pessoa pode querer mandar em outra.

Abraham Lincoln

Abraham Lincoln /ˈeɪbrəhæm ˈlIŋkən/ foi um político norte-americano que serviu como o 16° presidente dos Estados Unidos, posto que ocupou de 4 de março de 1861 até seu assassinato em 15 de abril de 1865.

Vídeo sobre Abraham Lincoln:

https://youtube.com/watch?v=48UOAGC08Xs

A propriedade é um roubo

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Afirma como anarquista, criticando a propriedade privada. Tinha em mente que quando se explorava a força de trabalho de um semelhante por semelhante, isso se definia como roubo. Além disso, destaca que cada pessoa deve comandar os meios de produção que está utilizando.

Pierre-Joseph Proudhon

Pierre-Joseph Proudhon foi um filósofo político e econômico francês, foi membro do Parlamento Francês.

Vídeo sobre Pierre-Joseph Proudhon:

O homem privilegiado tem o intelecto e o coração corrompidos

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O poder corrompe a todos destruindo seus corações e mentes, pois mesmo os mais virtuosos abandonam a busca da verdade e a essência da moral para garantir e proteger o poder concedido. Sua conclusão foi de que toda e qualquer autoridade deve ser rejeitada.

Mikhail Bakunin

Mikhail Aleksandrovitch Bakunin, também aportuguesado de Bakunine ou Bakúnine, foi um teórico político russo. É considerado uma das figuras mais influentes do anarquismo e um dos principais fundadores da tradição social anarquista.

Vídeo sobre Mikhail Bakunin:

O melhor governo é aquele que não governa

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Uma expressão bastante utilizada que representa como deveria ser as pessoas que estão no poder, não governar e sim trabalhar para as pessoas com o intuito de dar uma melhora na vida delas, e não o massacre.

Henry David Thoreau

Henry David Thoreau foi um autor estadunidense, poeta, naturalista, ativista anti-impostos, crítico da ideia de desenvolvimento, pesquisador, historiador, filósofo e transcendentalista.

Vídeo sobre Henry David Thoreau:

O comunismo é o enigma da história resolvido

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O comunismo é a solução do enigma da história e sabe que o é.” Assim, Marx não é directamente culpado pelas terríveis tragédias cometidas por muitos dos seus sequazes, mas, como me disse o filósofo J.M. Domenach, “A peste estalinista está na lógica do marxismo a partir do momento em que uma filosofia que pretende ser uma explicação científica e completa da história toma o poder”.

Karl Marx

Karl Marx foi um filósofo, sociólogo, jornalista e revolucionário socialista. Nascido na Prússia, mais tarde se tornou apátrida e passou grande parte de sua vida em Londres, no Reino Unido.

Vídeo sobre Karl Marx:

A vontade do poder

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Nos dias atuais todas as pessoas tem vontade de poder, uns são para poder ajudar outras pessoas que estão precisando, e muitos é apenas para que possam ser chamados de autoridades e não ajudam.

Friedrich Nietzsche

Friedrich Wilhelm Nietzsche foi um filósofo, filólogo, crítico cultural, poeta e compositor prussiano do século XIX, nascido na atual Alemanha. Ele escreveu vários textos críticos sobre a religião, a moral, a cultura contemporânea, filosofia e ciência, exibindo uma predileção por metáfora, ironia e aforismo.

Vídeo sobre Friedrich Nietzsche:

Ou se matam as mulheres ou se lhes dá o voto

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Uma expressão que é bastante influenciadora, onde diz que as mulheres e dizem que elas tem por direito de dar sua opinião em relação a política, concedendo o voto para que a sociedade seja igual.

Emmeline Pankhurst

Emmeline Pankhurst, nascida Emmeline Goulden, foi uma das fundadoras do movimento britânico do sufragismo. O nome da “Sra. Pankhurst”, mais do que qualquer outro, está associado com a luta pelo direito de voto para mulheres de classe média alta no período imediatamente antes da Primeira Guerra Mundial.

Vídeo sobre Emmeline Pankhurst:

O indivíduo é uma simples engrenagem num mecanismo em movimento

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Destaca que o processo de racionalização da atividade econômica também envolve a passagem de uma racionalidade material – na qual a vida econômica está submetida a valores de ordem ética ou política – para uma racionalidade formal, ou seja, na qual a lógica impessoal das atividades econômicas e e lucrativas se torna predominante.

Max Weber

Karl Emil Maximilian Weber foi um intelectual, jurista e economista alemão considerado um dos fundadores da Sociologia. Seu irmão foi o também famoso sociólogo e economista Alfred Weber.

Vídeo sobre Max Weber:

FIM

Chegamos ao fim da lista, que fala das etapas de Fundamentos da Política, falando e explicando como foi feito até os dias atuais, assim tanto nos negócios quanto na vida pessoal. Se você gostou compartilhe nas redes sociais.

Economia contemporânea (1970 – presente)

Olá pessoal hoje o demonstre traz um trabalho diferenciado, onde fala das teorias da economia, e neste dia vamos falar da história da economia, com a Economia contemporânea (1970 – presente).

Onde vamos falar dessas etapas de desenvolvimento, do inicio ao fim falando e mostrando todas as etapas do processo do surgimento das teorias econômicas até os dias atuais, baseado nas origens.

Economia contemporânea (1970 – presente)

A economia contemporânea se posta como um grande desafio para as pessoas entenderem como ela está de posicionando, alguns fica com muito medo, outros não medem esforços e vão em busca de melhora.

Projeto sem título 17

O bombardeio de notícias nos meios de comunicação, o comentários das pessoas nas ruas e o uso de um vasto número de termos técnicos fazem com que essa pareça ser uma realidade distante para as pessoas.

É possível investir sem correr risco – engenharia financeira

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Não é possível investir sem correr risco pois não existe nada na vida que não tenha risco, mas acontece que os risco podem ser calculados e diminuir o tamanho do risco de acordo com o investimento.

Engenharia financeira é um campo multidisciplinar relativo à criação de novos instrumentos financeiros e estratégias, tipicamente opções exóticas e derivativos de taxa de juro e especializados.

Fischer Black e Myron Scholes

Fischer Sheffey Black foi uma economista americana, mais conhecida como uma das autoras da famosa equação Black-Scholes.

Myron Samuel Scholes é um economista canadense-estadunidense. Foi laureado com o Prémio de Ciências Económicas em Memória de Alfred Nobel de 1997.

Vídeo sobre Fischer Black e Myron Scholes:

https://youtube.com/watch?v=TtYV90Vrz9o

As pessoas não são 100% racionais – economia comportamental

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A Economia Comportamental é uma disciplina relativamente nova, decorrente da incorporação, pela economia, de desenvolvimentos teóricos e descobertas empíricas no campo da psicologia, da neurociência e de outras ciências sociais. Seus pesquisadores partem de uma crítica à abordagem econômica tradicional, apoiada na concepção do “homo economicus’ que é descrito como um tomador de decisão racional, ponderado, centrado no interesse pessoal e com capacidade ilimitada de processar informações.

Amos Tversky e Daniel Kahneman

Amos Tversky foi um pioneiro da ciência cognitiva, um colaborador de longa data de Daniel Kahneman, e uma figura chave na descoberta do enviezamento humano sistemático e a gestão do risco.

Daniel Kahneman é um teórico da economia comportamental, a qual combina a economia com a ciência cognitiva para explicar o comportamento aparentemente irracional da gestão do risco pelos seres humanos.

Vídeo sobre Amos Tversky e Daniel Kahneman:

Imposto menor pode significar receita maior – tributação e incentivos econômicos

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Sim, no Brasil por exemplo quanto mais dinheiro a pessoa tenha pode ser abatido no valor de ser imposto de renda, pois quem ganha entre 13 mil paga 11% de imposto e já os que estão no topo pagam cerca de 9%.

Robert Mundell e Arthur Laffer

Robert Alexander Mundell é um economista canadense.

Arthur Laffer é um economista americano. Concentrou seus estudos no setor público, sendo o pai e forte defensor da corrente da Economia pelo lado da oferta e membro da equipe no governo Reagan.

Vídeo sobre Robert Mundell e Arthur Laffer:

Os preços dizem tudo – mercados eficientes

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Na maioria das hípoteses o preço representa bem o produto, mas em algumas situações o preço é bem mais alto que o valor real que poderia se pagara, mas mesmo em economia decaída muitas pessoas ainda compram o produto pelo preço e não porque ele lhe servirá.

Eugene Fama

Eugene “Gene” Francis Fama é um economista dos Estados Unidos. Conhecido pela suas contribuições teóricas e empíricas em teoria do portfólio e precificação de ativos. Foi laureado com o Prémio de Ciências Económicas em Memória de Alfred Nobel de 2013, juntamente com Lars Peter Hansen e Robert Shiller.

Vídeo sobre Eugene Fama:

Com o tempo, até o egoísta colabora com os outros – concorrência e cooperação

Sim o egoísta quando se ver em uma situação complicada colabora com os concorrente mas pode observar que ele quer algo em troca, e nos dias atuais é muito comum esse tipo de acontecimento. Quando existe concorrência e cooperação entre empresas o mercado fica bem mais solido.

Robert Axelrod

Robert Marshall Axelrod é um cientista político estadunidense. Ele é professor de ciência política e políticas públicas na Universidade de Michigan, onde trabalha desde 1974. Axelrod é conhecido por seu trabalho interdisciplinar sobre a evolução da cooperação, que é frequentemente citado em artigos.

Vídeo sobre Robert Axelrod:

A maioria dos carros vendidos é “abacaxi” – incerteza do mercado

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Na compra de um bem usado o vendedor tem menos informação que o comprador, essa assimetria de informação aumenta o grau de incerteza do comprador, tornando-os menos dispostos a pagar preços maiores por bens usados. Os vendedores dos bons produtos retiram seus bens por não aceitar preços baixos, isso se torna uma falha de mercado, pois gente disposta a pagar mais por produtos melhores não os encontram/não tem informação.

George Akerlof

George Arthur Akerlof é um economista estadunidense, professor de economia na Universidade de Berkeley. Seu pai era sueco e sua mãe judia estadunidense. Foi laureado com o Prémio de Ciências Económicas em Memória de Alfred Nobel de 2001, juntamente com Michael Spence e Joseph Stiglitz.

Vídeo sobre George Akerlof:

As promessas do governo são inacreditáveis – bancos centrais independentes

Uso político dos bancos centrais levou os economistas a perceber que é importante que essas instituições possam zelar pela moeda sem intervenções dos governos. Alguns críticos também apontam desvantagens dessa independência. Quando um Banco Central baixa a taxa de juros, estimula a atividade econômica ao mesmo tempo em que facilita o financiamento das despesas do Estado.

Edward Prescott e Finn Kydland

Edward Christian Prescott é um economista estadunidense. Foi agraciado com o Prémio de Ciências Económicas em Memória de Alfred Nobel de 2004, por sua contribuição à macroeconomia dinâmica. É um crítico da ajuda financeira aos bancos.

Finn Erling Kydland é um economista norueguês. Foi agraciado com o Prémio de Ciências Económicas em Memória de Alfred Nobel de 2004.

Vídeo sobre Edward Prescott e Finn Kydland:

A economia é caótica, mesmo quando os indivíduos não o são – complexidade e caos

Se a economia constitui um sistema complexo, cada indivíduo pode alterar seu comportamento, agindo ligeiramente diferente que seja a qualquer acontecimento. Essas pequenas diferenças ocasionam uma miríade de resultados inesperados pelos modelos convencionais. Logo, a economia é caótica, mesmo que os agentes econômicos desejem a calmaria inercial. Os economistas nem sempre podem (e conseguem) prever o rumo das ações dos agentes econômicos – e seus resultados macroeconômicos.

René Thom

René Frédéric Thom foi um matemático francês. É pai da historiadora Françoise Thom.

Vídeo sobre René Thom:

Redes sociais são um tipo de capital – capital social

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Sim hoje as redes sociais são um tipo de capital, onde as pessoas fazem muitos negócios e uns ficam ricos através dela, podendo criar meios de vendas recorrentes, tendo sua renda residual.

Capital social é todos os valores decorrentes da associação com um grupo seriam considerados capital social (o que, de certa forma, deixa o conceito um tanto o quanto abstrato).

Robert Putnam

Robert David Putnam é um cientista político e professor norte-americano, com atuação na Universidade Harvard. Para Putnam, capital social refere-se a práticas sociais, normas e relações de confiança que existe entre cidadãos de uma dada sociedade. Sistema de participação que estimulam a cooperação.

Vídeo sobre Robert Putnam:

Formação é só um sinal de capacidade – sinalização e detecção

Sim formação é um sinal de capacidade, mas apenas um sinal como a expressão mesmo diz, porque muitos profissionais tem o diploma mas não sabem desenvolver o trabalho de acordo com sua profissão, muitos aprendem depois que são contratados.

Michael Spence e Joseph Stiglitz

Andrew Michael Spence é um economista estadunidense. Foi laureado com o Prémio de Ciências Económicas em Memória de Alfred Nobel de 2001. Defende a ideia que o sistema financeiro extorque dinheiro de prefeituras e governos estaduais no mundo todo.

Joseph Eugene Stiglitz é um economista estadunidense. Foi presidente do Conselho de Assessores Econômicos no governo do Presidente Bill Clinton, Vice-Presidente Sênior para Políticas de Desenvolvimento do Banco Mundial, onde se tornou o seu economista chefe. Recebeu, juntamente com A. Michael Spence e George A.

Vídeo sobre Michael Spence e Joseph Stiglitz:

FIM

Chegamos ao fim da lista que fala da Economia contemporânea (1970 – presente), falando e explicando como foi feito até os dias atuais, assim tanto nos negócios quanto na vida pessoal. Se você gostou compartilhe nas redes sociais.

Economia pós-guerra (1945 – 1970)

Olá pessoal hoje o demonstre traz um trabalho diferenciado, onde fala das teorias da economia, e neste dia vamos falar da história da economia, com a Economia pós-guerra (1945 – 1970).

Onde vamos falar dessas etapas de desenvolvimento, do inicio ao fim falando e mostrando todas as etapas do processo do surgimento das teorias econômicas até os dias atuais, baseado nas origens.

Economia pós-guerra (1945 – 1970)

Após a guerra políticas de assistência social foram adotadas para amparar os trabalhadores em situação de desemprego, doença e velhice.  O consumo popular passou a ser o carro-chefe da expansão da economia. A tecnológica e a obsolescência programada dos produtos faziam girar as grandes estruturas industriais.

Projeto sem título 13

Algumas regiões expandiram-se rapidamente, como certos países da América Latina e do Extremo Oriente. Entretanto, na maior parte dos países africanos, no sudeste asiático e na península indiana, as lutas de descolonização deixaram profundas cicatrizes, cujos reflexos ainda persistem.

Havendo guerra e depressão, os países devem cooperar – comércio internacional de Bretton Woods

A cooperação é essencial em momentos de desespero, onde pessoas em seus países estão totalmente desamparadas, na maioria dos desastres acontecidos no mundo uma grande quantidade de países de primeiro mundo se mobilizam com a situação.

Bretton Woods

Sistema Bretton Woods de gerenciamento econômico internacional, estabeleceram em julho de 1944 as regras para as relações comerciais e financeiras entre os países mais industrializados do mundo. O sistema Bretton Woods foi o primeiro exemplo, na história mundial, de uma ordem monetária totalmente negociada, tendo como objetivo governar as relações monetárias entre Nações-Estado independentes.

Vídeo sobre Bretton Woods:

Tudo o que os países pobres precisam é de um grande impulso – economia desenvolvimentista

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Um grande impulso para os países pobres é de grande serventia, pelo fato de ser uma grande alavancagem no desenvolvimento do país. Política econômica baseada na meta de crescimento da produção industrial e da infraestrutura, com participação ativa do estado, como base da economia e o consequente aumento do consumo.

Paul Rosenstein-Rodan e Walt Rostow

Paul Narcyz Rosenstein-Rodan era um economista de origem judaica nascido em Cracóvia, que foi treinado na tradição austríaca sob Hans Mayer em Viena.

Walt Whitman Rostow OBE foi um economista e teórico político americano que serviu como Assistente Especial para Assuntos de Segurança Nacional ao Presidente dos EUA, Lyndon B. Johnson, de 1966 a 1969.

Vídeo sobre Paul Rosenstein-Rodan e Walt Rostow:

As pessoas são influenciadas por alternativas irrelevantes – decisões irracionais

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As pessoas são influenciadas a partir do que outras pessoas acham, de modo a agirem sem pensar, ou melhor tomam decisões irracionais, por estarem com medo do qque pode acontecer no futuro

Maurice Allais

Maurice Allais foi um físico e economista francês. Maurice Allais fez um percurso como economista e professor universitário, tendo-se dedicado à teoria da decisão e à política monetária, entre outras áreas, e sido autor de mais de uma centena de livros.

Vídeo sobre Maurice Allais:

Os governos devem se restringir a controlar a oferta de moeda – política monetarista

Política monetária é a atuação de autoridades monetárias sobre a quantidade de moeda em circulação, de crédito e das taxas de juros controlando a liquidez global do sistema econômico.

Milton Friedman

Milton Friedman foi um economista, estatístico e escritor norte-americano, que lecionou na Universidade de Chicago por mais de três décadas.

Vídeo sobre Milton Friedman:

Quanto mais pessoas trabalham, mais altas são as suas contas – inflação e desemprego

Um grande desafio dos economistas é a inflação porque quanto maior for o dinheiro arrecadado se não tiver controle financeiro a inflação cresce incontrolavelmente. A queda da taxa de inflação é generalizada, mas particularmente importante na inflação de serviços. No curto prazo, a taxa de inflação de serviços é determinada por duas relações: a relação entre taxa de juros real e desemprego e entre desemprego e inflação de serviços

Alban William Phillips

Alban William Housego “A. W.” “Bill” Phillips, MBE foi um economista da Nova Zelândia que passou a maior parte de sua carreira acadêmica como professor de economia na London School of Economics. Sua contribuição mais conhecida para a economia é a curva de Phillips, que ele descreveu pela primeira vez em 1958.

Vídeo sobre Alban William Phillips:

O consumo cai ao longo da vida – poupar para gastar

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O consumo cai ao longo da vida por que as pessoas vão buscando coisas novas e vão usando de economia para que possam gastar as vezes com mateiral de luxo próprio e outros.

Franco Modigliani

Franco Modigliani foi um economista nascido na Itália, naturalizado norte-americano em 1946. Obteve um doutorado em economia na New School for Social Research em 1944, onde trabalhou com Jacob Marschak. A sua tese de doutoramento formou, junto com o modelo IS/LM de John R.

Vídeo sobre Franco Modigliani:

As instituições são importantes – instituições na economia

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As instituições na economia são ideais pois desenvolvem papeis importantes que fazem parte do processo de controle e gestão de riscos do dinheiro de um país podendo mudar esse cenário.

Douglass North

Douglass Cecil North foi um economista estadunidense. North era considerado, juntamente com Ronald Coase, um dos fundadores da nova economia institucional. Foi laureado com o Prémio de Ciências Económicas em Memória de Alfred Nobel de 1993. Há alguns estudos introdutórios no Brasil sobre North.

Vídeo sobre Douglass North:

 As pessoas se safam quando podem – informação e incentivos de mercado

O mercado de incentivo tem muito mais a oferecer para conquistar o engajamento e a lealdade de diferentes públicos. Por exemplo: uma boa estratégia de capacitação também pode ser utilizada como uma forma de recompensar e reconhecer os participantes de um programa.

Kenneth Arrow

Kenneth Joseph Arrow foi um economista estadunidense.

Vídeo sobre Kenneth Arrow:

Teorias da eficiência do mercado exigem muitas suposições – mercados e resultados sociais

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A eficiência em todo e qualquer trabalho é baseada em estudos que mostrem sobre esses acontecidos anteriormente, onde os erros que outros cometeram são estudados para fazer de maneira diferente.

Gérard Debreu

Gérard Debreu , nascido em Calais , na França ,4 de julho de 1921 e morreu em 31 de dezembro de 2004em Paris , é um matemático e economista francês , que também adquiriu a nacionalidade americana . Ele é o primeiro francês a receber o Prêmio Nobel de Economia em 1983 por seu trabalho sobre o equilíbrio geral.

Vídeo sobre Gérard Debreu:

Não há sistema de votação perfeito – teoria da escolha social

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O sistema de votação não é seguro segundo algumas pessoas, pois na área de informática todos os profissionais sabem que não existe nenhum sistema completamente seguro

A teoria da escolha social estuda como as preferências individuais se agregam para formar uma preferências coletiva. A teoria da escolha social remonta à publicação por Condorcet do paradoxo da votação.

Kenneth Arrow

Kenneth Joseph Arrow foi um economista estadunidense.

Vídeo sobre Kenneth Arrow:

FIM

Chegamos ao fim da lista que fala da Economia pós-guerra (1945 – 1970), falando e explicando como foi feito até os dias atuais, assim tanto nos negócios quanto na vida pessoal. Se você gostou compartilhe nas redes sociais.

Guerra e depressões (1929 – 1945)

Olá pessoal hoje o demonstre traz um trabalho diferenciado, onde fala das teorias da economia, e neste dia vamos falar da história da economia, com Guerra e depressões (1929 – 1945).

Onde vamos falar dessas etapas de desenvolvimento, do inicio ao fim falando e mostrando todas as etapas do processo do surgimento das teorias econômicas até os dias atuais, baseado nas origens.

Guerra e depressões (1929 – 1945)

Com o grande desequilíbrio na economia dos Estados Unidos. Durante a década de 1920, houve um rápido crescimento do mercado de ações no país, com os americanos investindo loucamente nas bolsas de valores, acreditando que elas se manteriam sempre em alta.

Projeto sem título 11

Isso foi uma grande revolução no mercado econômico, com falta de emprego, e escassez de dinheiro.Esse foi em grande efeito na economia mundial, com o período de altos e baixos e uma grande incerteza, por parte das empresas, pessoas, e o estado.

O desemprego não é uma escolha – depressões e desempregos

O desemprego não é uma escolha pelo caso de que empregados não são pessoas que tem o próprio domino de segurança em um emprego, ou melhor são pessoas que dependem de decisões de outros.

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As pessoas quando perdem um emprego muitas baixam a cabeça para  a situação, e a cada dia ficam só pensando o que será delas sem o salário, e não buscam outros formas de ganhar dinheiro.

John Maynard Keynes

John Maynard Keynes, foi um economista britânico cujas ideias mudaram fundamentalmente a teoria e prática da macroeconomia, bem como as políticas económicas instituídas pelos governos.

Vídeo John Maynard Keynes:

Algumas pessoas adoram o risco, outras o evitam – riscos e incerteza

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Pessoas que vivem em risco são todas, mais algumas pensam que  não correm risco, sendo que  a vida já é um risco, Pessoas que adoram correr risco são pessoas preparadas para qualquer situação, ao contrario de pessoas que tem o medo do risco quando acontece algo não planejado elas não sabem enfrentar a situação.

Frank Knight

Frank Hyneman Knight foi um economista americano que passou a maior parte da sua carreira na Universidade de Chicago, onde ele tornou-se um dos fundadores da Escola de Chicago. Os vencedores do Nobel Milton Friedman, George Stigler e James M. Buchanan foram todos estudantes de Knight em Chicago.

Vídeo Frank Knight:

Gastos públicos fazem a economia crescer mais do que o valor gasto – o multiplicador keynesiano

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É a produção total da economia que aumenta de acordo com um múltiplo de um aumento nos gastos do governo, dos consumidores e das empresas. A teoria diz como um aumento nos gastos eleva a produção total por um múltiplo desse aumento dos gastos.

John Maynard Keynes

John Maynard Keynes, foi um economista britânico cujas ideias mudaram fundamentalmente a teoria e prática da macroeconomia, bem como as políticas econômicas instituídas pelos governos.

Vídeo John Maynard Keynes:

A economia está inserida na cultura – economia e tradição

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Economia da cultura é o ramo da economia que estuda a relação entre a cultura e os fenômenos econômicos. Neste contexto, “cultura” é definida como as crenças compartilhadas e preferências de grupos de pessoas. Questões programáticas incluem-se como mais cultura pode ser importante para os resultados econômicos e qual sua relação com as instituições.

Karl Polanyi

Karl Paul Polanyi, nascido Károly Pál Pollacsek, foi um filósofo social, historiador da economia, antropólogo econômico, sociólogo e economista político húngaro, conhecido por sua oposição ao pensamento econômico tradicional, inserindo-se na chamada vertente heterodoxa.

Vídeo Karl Polanyi:

Executivos querem vantagens, não o lucro da empresa – governança e cooperativismo

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Muitas vezes isso é bem diferente, pois os executivos tem um motivo para fazer a empresa crescer e gerar lucros, mas na maioria dos casos os executivos só fazem seu trabalho porque são obrigados, não exercendo um papel de liderança sobre seus subordinados.

Adolf Berle e Gardiner Means

Adolf Augustus Berle Jr. foi advogado, educador, autor e diplomata norte-americano. Ele foi o autor de The Modern Corporation e Private Property, um trabalho inovador sobre governança corporativa e um membro importante do “Brain Trust”, do presidente dos EUA Franklin Roosevelt.

Gardiner Coit Means foi um economista americano que trabalhou na Universidade de Harvard, onde conheceu o advogado-diplomata Adolf Berle. Juntos, eles escreveram o trabalho seminal de governança corporativa, The Modern Corporation e Private Property.

Vídeo Adolf Berle e Gardiner Means:

A economia é uma máquina previsível – testando teorias econômicas

Sim a economia é previsível, pelos atos de quem comando um pais será previsível o que acontecerá no futuro, sem tem uma boa administração terá um excelente futuro, não é mau administrado, o futuro não será dos melhores.

Ragnar Frisch

Ragnar Anton Kittil Frisch foi um economista norueguês. Foi co-laureado, juntamente com Jan Tinbergen, com o Prémio de Ciências Económicas em Memória de Alfred Nobel em 1969, o primeiro Prémio Nobel em tal categoria. Formou-se em economia e doutorou-se em 1925 pela Universidade de Oslo.

Vídeo Ragnar Frisch:

Economia é a ciência de recurso escassos – definições de economia

Escassez, nada mais é que ter recursos insuficientes para atender a uma necessidade. E não são somente as grandes organizações que lidam com o problema da escassez, mas também as pessoas no seu dia a dia. Recursos são os meios que se utilizam para produzir algo. Mas quando se fala em recursos logo vem à mente a ideia de dinheiro.

Lionel Robbins

Lionel Charles Robbins, Barão Robbins foi um economista britânico que propôs uma das primeiras definições contemporâneas de economia e por muitos a mais aceita: “A economia é a ciência que estuda as formas de comportamento humano resultantes da relação existente entre as ilimitadas necessidades a satisfazer e os recursos que, embora escassos, se prestam a usos alternativos”.

Vídeo Lionel Robbins:

Queremos manter uma sociedade livre – liberalismo econômico

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Sociedade livre é onde o governo não pode reivindicar o monopólio sobre o dinheiro que as pessoas utilizam. Mais ainda: o governo não deve jamais incorrer em práticas oficiais de falsificação (isto é, criação artificial) de dinheiro, alegando estar agindo em nome da “estabilidade macroeconômica”.

Friedrich Hayek

Friedrich August von Hayek foi um economista e filósofo austríaco, posteriormente naturalizado britânico. É considerado um dos maiores representantes da Escola Austríaca de pensamento econômico.

Vídeo Friedrich Hayek:

Industrialização cria crescimento sustentável – o surgimento das economias modernas

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O crescimento sustentável é com nova tecnologia e o crescimento da industrialização, mais pessoas se mudam de zonas rurais para as cidades em busca trabalho., Dessa forma os trabalhadores beneficiam-se e contribuem para a mudança cultural e a ampliação do comércio, Trabalho industrializado requer qualificação e formação.

Simon Kuznets

Simon Smith Kuznets foi um economista russo naturalizado estadunidense. Recebeu o Prémio de Ciências Económicas em Memória de Alfred Nobel de 1971. O prêmio foi recebido pela sua famosa “curva de Kuznets”, que relaciona ‘Desigualdade de Renda’ ao ‘Crescimento do Produto’ de uma Economia.

Vídeo Simon Kuznets:

Preços diferentes para pessoas diferentes – discriminação de preços

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Discriminação de preços é a prática de cobrar preços diferentes pelo mesmo produto. Para que a discriminação de preços seja eficaz, é necessário que a empresa seja capaz de identificar os diferentes consumidores, e de lhes cobrar preços diferentes e os consumidores não tenham a possibilidade de fazer arbitragem.

Joan Robinson

Joan Violet Robinson foi uma economista pós-keynesiana britânica que ampliou a teoria de John Maynard Keynes. Foi a introdutora do termo “monopsônio” em 1933 que significa um mercado que possui apenas um demandador. É tida como a maior economista do século XX.

Vídeo Joan Robinson:

FIM

Chegamos ao fim da lista que fala das Guerra e depressões (1929 – 1945), falando e explicando como foi feito até os dias atuais, assim tanto nos negócios quanto na vida pessoal. Se você gostou compartilhe nas redes sociais.

Revoluções industrial e econômica (1820 – 1929)

Olá pessoal hoje o demonstre traz um trabalho diferenciado, onde fala das teorias da economia, e neste dia vamos falar da história da economia, com as Revoluções industrial e econômica (1820 – 1929)

Onde vamos falar dessas etapas de desenvolvimento, do inicio ao fim falando e mostrando todas as etapas do processo do surgimento das teorias econômicas até os dias atuais, baseado nas origens.

Revoluções industrial e econômica (1820 – 1929)

A Revolução Industrial foi um processo de grandes transformações econômico-sociais que começou na Inglaterra no século XVIII. O modo de produção industrial se espalhou por grande parte do hemisfério norte durante todo o século XIX e início do século XX.

Projeto sem título 10

A revolução econômica é baseada em gastos de empresas e pessoas que gastam exageradamente, sendo assim foram criadas medidas e métodos práticos de economizar e fazer o dinheiro render.

Quanto devo produzir dada a concorrência? – Efeitos da concorrência

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Os efeitos da concorrência é um melhor produto final para seus clientes, é fazer com que as empresas possam se preocupar com seus clientes, porque sem concorrência os produtos iam ser feitos de qualquer maneira.

Antoine Augustin Cournot e Joseph Bertrand

Antoine Augustin Cournot, mais conhecido como Cournot foi um matemático e economista francês, propulsor das teorias marginalistas, conhecido por seus estudos sobre a oferta e a demanda nos termos da competição monopolística. Ele estudou na Ecole Normale Superieure, em Paris, onde se graduou em 1823.

Joseph Louis François Bertrand foi um matemático, historiador de ciências e acadêmico francês. Em 1845 lançou a conjectura que sempre existe ao menos 1 número primo entre n e 2n-2 para todo n maior do que 3. Tchebychev demonstrou essa conjectura, o postulado de Bertrand, em 1850.

Vídeo sobre Antoine Augustin Cournot e Joseph Bertrand:

Telefonemas custam mais se não existe concorrência – monopólios

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Uma expressão que pode representar qualquer tipo de produto onde só existe um produto e as pessoas precisão, vai ter uma grande procura, o que vai acontecer de as empresas cobrarem valores exorbitantes.

Em economia, monopólio designa uma situação particular de concorrência imperfeita, em que uma única empresa detém o mercado de um determinado produto ou serviço, conseguindo, portanto influenciar o preço do bem comercializado.

John Stuart Mill

John Stuart Mill foi um filósofo e economista britânico. É considerado por muitos como o filósofo de língua inglesa mais influente do século XIX.

Vídeo sobre John Stuart Mill:

As multidões geram loucuras coletivas – bolhas econômicas

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As multidões geram no ramo da economia, uma grande quantidade de pessoas que estão dispostas a fazer o mesmo que outros estão fazendo.

O termo Bolha Econômica se refere a crise econômica e financeira no século 17 (Mercado de Tulipas na Holanda). O nome Bolha dos Mares do Sul é uma nomenclatura dada ás próprias empresas, cujas ações inflavam. Também chamada de Bolha Especulativa, Bolha de Mercado, Bolha de Preços ou Bolha Financeira.

Charles Mackay

Charles Mackay foi um poeta, jornalista e escritor do Reino Unido. Sua mãe morreu rapidamente após o seu nascimento e seu pai era oficial da marinha. Nascido em Perth, na Escócia, e educado na Royal Caledonian Asylum, em Londres, e em Bruxelas, passou a maior parte de sua juventude na França.

Vídeo sobre Charles Mackay:

Que a classe dominante trema diante da revolução marxista – economia marxista

Os operários das primeiras décadas do século XIX provinham dos meios camponeses ou artesanais, imbuídos de tradições pequeno-burguesas. Por isso, a idéia do corporativismo no âmbito do regime burguês, como instrumento de superação do capitalismo, era bastante popular entre os operários europeus durante muitos anos. Também, forte era a compreensão de que se alterariam as difíceis condições da classe operária e a ganância das classes dominantes apenas com a conquista do direito de voto pelos trabalhadores.

Karl Marx

Karl Marx foi um filósofo, sociólogo, jornalista e revolucionário socialista. Nascido na Prússia, mais tarde se tornou apátrida e passou grande parte de sua vida em Londres, no Reino Unido.

Vídeo sobre Karl Marx:

O valor do produto vem do esforço necessário para fazê-lo – a teoria do trabalho-valor

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A teoria do valor-trabalho parte da ideia de que a atividade econômica é essencialmente coletiva. Portanto, o valor econômico de uma mercadoria é determinado pela quantidade de trabalho que, em média, é necessário para a produzir, incluindo aí todo o trabalho anterior (para produzir suas as matérias primas, máquinas, etc).

Karl Marx

Karl Marx foi um filósofo, sociólogo, jornalista e revolucionário socialista. Nascido na Prússia, mais tarde se tornou apátrida e passou grande parte de sua vida em Londres, no Reino Unido.

Vídeo sobre Karl Marx:

https://youtube.com/watch?v=NVyjalA-v-Q

Os preços resultam da oferta e procura – oferta e procura

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Sim essa é uma expressão que retrata a verdade nos negócios, porque se um produto é bom e tem o preço justo, ele tem uma enorme procura, fazendo com que ele seja vendido diariamente.

Alfred Marshall

Alfred Marshall foi um dos mais influentes economistas de seu tempo. Seu livro, Princípios de Economia procurou reunir num todo coerente as teorias da oferta e da procura, da utilidade marginal e dos custos de produção, tornando-se o manual de economia mais adotado na Inglaterra por um longo período.

Vídeo sobre Alfred Marshall:

Você aprecia menos o último bombom do que o primeiro – utilidade e satisfação

Trata-se de que as pessoas só valorizam as coisas quando elas vão ficando escassas, e quanto maior a escassez maior a procura por esse produto fazendo o preço subir de maneira exagerada.

William Jevons

William Stanley Jevons foi um economista britânico. Foi um dos fundadores da Economia Neoclássica e formulador da teoria da utilidade marginal, que imprimiu novo rumo ao pensamento econômico mundial.

Vídeo sobre William Jevons:

https://youtube.com/watch?v=c_OUUXGGhWY

Quando o preço sobe, há quem compre mais – paradoxos dos gastos

Não quando o preço sobe as pessoas procuram esperar ele baixar para comprar um volume maior, e ainda só compra se realmente estiverem precisando.

Robert Giffen

Robert Giffen foi um estatístico e economista britânico. Trabalhou no escritório de um solicitor em Glasgow, estudando na Universidade de Glasgow. Foi jornalismo e depois de trabalhar para o Stirling Journal, foi para Londres em 1862 e se juntou à equipe do Globe.

Vídeo sobre Robert Giffen:

Um sistema de livre mercado é estável – equilíbrio econômico

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Em economia, particularmente nos estudos referentes a contabilidade de custos, o ponto de equilíbrio econômico é o momento quando as receitas se igualam aos custos e despesas. É, portanto, o momento em que um produto passa a dar lucro.

Leon Walras

Marie-Ésprit-Léon Walras foi um economista e matemático francês, conhecido como o criador da Teoria do Equilíbrio Geral.

Vídeo sobre Leon Walras:

Se receber aumento, compre caviar, não pão – elasticidade da demanda

Uma expressão que representa como as pessoas são no dias atuais, quanto mais dinheiro ganham mais vão procurar gastar.

Ernst Engel

Ernst Engel era estatístico e economista alemão, famoso pela curva de Engel e pela lei de Engel.

Vídeo sobre Ernst Engel:

FIM

Chegamos ao fim da lista que fala das etapas da Revoluções industrial e econômica (1820 – 1929), falando e explicando como foi feito até os dias atuais, assim tanto nos negócios quanto na vida pessoal. Se você gostou compartilhe nas redes sociais.

A era da razão (1770 – 1820)

Olá pessoal hoje o demonstre traz um trabalho diferenciado, onde fala das teorias da economia, e neste dia vamos falar da História da economia, com os teóricos da Era da razão.

Onde vamos falar dessas etapas de desenvolvimento, do inicio ao fim falando e mostrando todas as etapas do processo do surgimento das teorias econômicas até os dias atuais, baseado nas origens.

A era da razão (1770 – 1820)

A Era da Razão foi um movimento do século XVIII que surgiu imediatamente depois do misticismo, da religião e da superstição da Idade Média. A Era da Razão representou uma gênese no modo como o homem via a si próprio, a busca do conhecimento e o universo.

Onde os conceitos de conduta e pensamento que o homem anteriormente tinha agora podiam ser contestados verbalmente e por escrito. Medos de ser proclamado herege ou queimado na fogueira foram descartados.

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Sendo assim o início de uma sociedade aberta em que os indivíduos eram livres para buscar a felicidade individual e a liberdade. Política e socialmente, os conceitos imperiais do mundo medieval foram abandonados.

A Era da Razão também incluiu o período mais curto chamado de Iluminismo. Durante este tempo ocorreram grandes mudanças no pensamento científico e na exploração. Novas ideias encheram o horizonte e o homem estava ansioso para descobri-las livremente.

O homem é um calculista frio e racional – o homem econômico

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Indivíduo egoísta que procura melhorar seu bem estar pessoal através do consumo de bens e serviços, coleta informações e calcula as ações que permitem atingir seus objetivos ao menor custo, homem é calculista frio e irracional;

O homem  econômico é aquele que pensa muito antes de comprar, pois só compra o que lhe é necessário.

Adam Smith

Adam Smith foi um filósofo e economista britânico nascido na Escócia. Teve como cenário para a sua vida o atribulado século das Luzes, o século XVIII. É o pai da economia moderna, e é considerado o mais importante teórico do liberalismo econômico.

Vídeo sobre Adam Smith:

A mão invisível do mercado impõe ordem – economia de livre mercado

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É a economia de mercado, apesar da inexistência de uma entidade coordenadora do interesse comunal, a interação dos indivíduos parece resultar numa determinada ordem, como se houvesse uma “mão invisível” que orientasse a economia. Também chamada de lei da oferta e da procura.

Economia de livre mercado é um mercado idealizado, onde todas as ações econômicas e individuais respeitam a transferência de dinheiro, bens e serviços voluntariamente.

Adam Smith

Adam Smith foi um filósofo e economista britânico nascido na Escócia. Teve como cenário para a sua vida o atribulado século das Luzes, o século XVIII. É o pai da economia moderna, e é considerado o mais importante teórico do liberalismo econômico.

Vídeo sobre Adam Smith:

O último trabalhador adiciona menos à produção do que o primeiro – rendimentos decrescentes

Uma Expressão que quer dizer que as pessoas novas em uma empresa estão motivadas em trabalhar para  mostrar serviços ao chefe, e velhos funcionários se não tiverem motivação não vão ter as mesmas atitudes. E a empresa ou instituição deve ter um plano de trabalho que não deixe essa produção cair por motivos como esse.

Anne-Robert-Jacques Turgot

Anne Robert Jacques Turgot foi um economista e estadista francês cuja obra é considerada um elo entre a fisiocracia e a escola britânica de economia clássica. Ele estudou na Universidade de Sorbonne e foi trabalhar na administração real.

Vídeo sobre Anne-Robert-Jacques Turgot:

Por que diamantes custam mais que a água – o paradoxo do valor

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Diamantes custam mais que água porque a água é farta, mas os diamantes são raros. Um diamante a mais tem grande utilidade marginal e impõe um preço mais alto que um copo a mais de água. Os diamantes valem mais que a água porque cada um vale muito, independentemente de quantos tenha, enquanto a água se tornas menos valiosa com o aumento da quantidade.

Adam Smith

Adam Smith foi um filósofo e economista britânico nascido na Escócia. Teve como cenário para a sua vida o atribulado século das Luzes, o século XVIII. É o pai da economia moderna, e é considerado o mais importante teórico do liberalismo econômico.

Vídeo sobre Adam Smith:

Criar impostos justos e eficientes – a carga tributária

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Criar impostos é um ato de gerar renda ao governo para que seja aplicado no dia a dia das pessoas, como segurança, saúde, educação, infraestrutura, e outros. A carga tributária é é toda fonte de renda que deriva da arrecadação estatal de tributos, dos quais são espécies os Impostos, as Taxas, as Contribuições de Melhoria, os Empréstimos Compulsórios e as Contribuições Especiais, todos prefixadas em lei em caráter permanente ou não.

Anne-Robert-Jacques Turgot

Anne Robert Jacques Turgot foi um economista e estadista francês cuja obra é considerada um elo entre a fisiocracia e a escola britânica de economia clássica. Ele estudou na Universidade de Sorbonne e foi trabalhar na administração real.

Vídeo sobre Anne-Robert-Jacques Turgot:

Dividir a produção de alfinetes para ter mais alfinetes – a divisão de trabalho

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Dividir a produção de alfinetes é uma expressão que nos dá o entendimento de que quanto mais pessoas trabalham, mesmo dando o menor de si, é muito alto o tamanho da produção, Assim usando o famoso trabalho em equipe.

Adam Smith

Adam Smith foi um filósofo e economista britânico nascido na Escócia. Teve como cenário para a sua vida o atribulado século das Luzes, o século XVIII. É o pai da economia moderna, e é considerado o mais importante teórico do liberalismo econômico.

Vídeo sobre Adam Smith:

O crescimento da população mantém a pobreza – demografia e economia

Um expressão usada para definir e mostrar que quanto maior o número de pessoas no mundo os alimentos serão mais escassos, mas por outro lado se colocasse cada vez mais pessoas para trabalhar na produção de alimentos poderia ser que conseguiria dá conta.

Thomas Malthus

Thomas Robert Malthus foi um economista britânico. É considerado o pai da demografia por sua teoria para o controle do aumento populacional, conhecida como malthusianismo. Filho de um rico proprietário de terras, terminou os estudos no Jesus College a partir de 1784, onde obteria um posto de professor em 1793.

Vídeo sobre Thomas Malthus:

Cartéis e conluio – comerciantes unidos conspiram para elevar os preços

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Conluio é um ajuste ou combinação maliciosa ajustada entre duas ou mais pessoas, com o objetivo de enganarem uma terceira pessoa, ou de se furtarem ao cumprimento da lei. Cartel é um acordo explícito ou implícito entre empresas concorrentes para, principalmente, fixação de preços ou cotas de produção, divisão de clientes e de mercados de atuação ou, por meio da ação coordenada entre os participantes, eliminar a concorrência e aumentar os preços dos produtos, obtendo maiores lucros.

Adam Smith

Adam Smith foi um filósofo e economista britânico nascido na Escócia. Teve como cenário para a sua vida o atribulado século das Luzes, o século XVIII. É o pai da economia moderna, e é considerado o mais importante teórico do liberalismo econômico.

Vídeo sobre Adam Smith:

 A oferta cria sua própria demanda – abundância no mercado

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A expressão didática para se referir ao princípio e que sintetiza o significado da lei, “a oferta cria sua própria demanda”, teria sido difundida em Cambridge antes de 1936. Ela foi usada por Keynes na Teoria Geral em sua crítica ao modelo econômico que a adotava.

Abundancia no mercado é quando um produto ou serviço é encontrado fácil e é bastante vendido.

Jean-Baptiste Say

Jean Baptiste Say foi um economista francês, formulador da chamada a Lei de Say. Nasceu em uma família de mercadores de tecidos, fortemente influenciada pelas ideias iluministas.

Vídeo sobre Jean-Baptiste Say:

Financiar já e tributar depois – empréstimo e dívida

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Uma expressão que é muito comum o seu ato no dia a dia e as pessoas não enxergam, por exemplo “quando se vai comprar um carro é mostrado todas as facilidades e faltam força a pessoa a comprar, sendo que depois os juro são altíssimos”, fazendo uma divida enorme na pessoa.

David Ricardo

David Ricardo foi um economista e político britânico – um dos mais influentes economistas clássicos, ao lado de Thomas Malthus, Adam Smith e James Mill. Ricardo tem origens sefarditas.

Vídeo sobre David Ricardo:

FIM

Chegamos ao fim da lista que fala das etapas da era da razão, falando e explicando como foi feito até os dias atuais, assim tanto nos negócios quanto na vida pessoal. Se você gostou compartilhe nas redes sociais.

Quem foi Zumbi?

Olá pessoal, o texto de hoje é sobre Zumbi dos Palmares. Vamos falar aqui sobre esse símbolo da resistência negra brasileira. Um tema importantíssimo para trabalhar com seus alunos!

Quem foi Zumbi? 

Zumbi dos Palmares (1655-1695) foi o último dos líderes do Quilombo dos Palmares e também o de maior relevância histórica.  

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História Zumbi

Era sobrinho do líder Ganga Zumba, o qual, por sua vez, era filho da princesa e seu de tradições militares com ótimos guerreiros. Zumbi ganhou respeito e admiração de seus compatriotas quilombolas devido suas habilidades como guerreiro, a qual lhe conferia coragem, liderança e conhecimentos de estratégia militar.

Lutou pela liberdade de culto e religião, bem como pelo fim da escravidão colonial no Brasil. Apesar disso, este líder também ficou conhecido pela severidade despótica com que conduzia Palmares, onde, inclusive, havia um tipo mais brando de escravidão.

De todas as maneiras, não admitia a dominação dos brancos sobre os negros e, portanto, tornou-se o maior símbolo pela liberdade dos negros da história brasileira. palavra “Zumbi” ou “Zambi”, nome adotado pelo herói, é de origem ‘quimbunda’, e faz alusão à seres espirituais, como fantasmas, espectros e duendes.

Zumbi dos Palmares – importante símbolo da resistência e da cultura negra do Brasil

Essa personalidade nasceu no ano de 1655, em data desconhecida, numa comunidade localizada na então Capitania de Pernambuco, atual região de União de Palmares, em Alagoas (Serra da Barriga), e que era formada principalmente por escravos negros fugitivos das fazendas no Brasil Colonial, mas também abrigava índios e brancos pobres.

Este homem nasceu livre, mas acabou sendo capturado por soldados portugueses quando tinha apenas sete anos de idade, sendo dado a um padre jesuíta chamado Antônio Melo. Vivendo com esse padre, acabou aprendendo a língua portuguesa, ajudando-o na celebração das missas.

Quando tinha 15 anos, decidiu fugir de onde vivia com o padre jesuíta, em Porto Calvo, e foi viver no quilombo dos Palmares. Esse nome tem grande significado no dialeto a quem tem origem – o dialeto da tribo imbagala de Angola: quer dizer “aquele que estava morto e reviveu”. Pelo nome escolhido, se pode perceber que o homem quis fazer uma relação com a libertação que ele alcançava tendo fugido.

Expedições militares contra Palmares

Nos anos de 1630 e 1654, o Brasil, que estava sendo governado pela coroa espanhola (época da União Ibérica), foi invadido pelos holandeses na região do estado de Pernambuco.

Com essa invasão, os senhores de engenho acabaram deixando a vigilância dos escravos um pouco descuidada, possibilitando uma maior fuga e foi um fator primordial da expansão e do fortalecimento dos quilombos. Quando os holandeses foram expulsos do Brasil, os portugueses se voltaram novamente para o Quilombo dos Palmares e fizeram diversas expedições militares contra Palmares, que se tornou totalmente autônomo, chegando a abrigar entre 20 e 30 mil pessoas.

Grandes invasões portuguesas contra o quilombo

Foi justamente nesse período de grandes invasões portuguesas contra o quilombo que Zumbi se destacou como grande guerreiro. Três anos após essa batalha sangrenta, o Capitão-mor Fernão Carrilho ofereceu um acordo de paz onde a liberdade seria dada aos que nasceram ali. Com essa morte, o tratado é quebrado e Zumbi, aos 25 anos, acabou se tornando o líder dos quilombolas (1680).

Ele acaba se tornando grande líder pela sua habilidade como guerreiro planejando o organizando o quilombo, pela coragem e seus conhecimentos militares e a comunidade cresceu e se fortaleceu, obtendo várias vitórias contra os soldados portugueses. Em 1694, o bandeirante Domingos Jorge Velho, famoso pela sua truculência e ganância, com o apoio da Coroa portuguesa, invade o Quilombo dos Palmares. Após ser destruído, Zumbi fugiu, mas acabou sendo traído e entregue às tropas, sendo degolado em 20 de novembro, data do Dia da Consciência Negra, símbolo da resistência negra.

Entrevista com Zumbi

Entrevistador: você esperava que suas ações iriam te tornar HEROI nos dias de hoje?

Resposta Zumbi: na época era nos contra os senhores dos engenhos. Os escravos se unirão.

Entrevistador: como vc escapou diversas vezes dos soldados que te caçaram?

Resposta Zumbi: me escondendo em varios lugares

Obrigado Zumbi pela entrevista.

Atividade sobre Zumbi dos Palmares

1) Quantos anos tinha Zumbi quando morreu?

2) Em que ano zumbi nasceu?

3) Como Zumbi morreu?

4) Como Zumbi oi pego?

5) quantas pessoas abrigaram no quilobo?

Fim de Quem foi Zumbi?

Muito obrigada por ter acompanhado até aqui! Espero que tenha gostado!

Tem alguma sugestão? Deixe aqui nos comentários!

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Quem foi Tiradentes

Olá pessoal, o post de hoje falará sobre o mártir Tiradentes. Espero que gostem e levem essas sugestões para a sua sala de aula!

Quem foi Tiradentes

Quem foi tiradentes

Quem foi Tiradentes

Joaquim José da Silva Xavier, que ficaria conhecido como Tiradentes, nasceu no dia 12 de Novembro de 1746 na cidade de Pombal, no estado de Minas Gerais. Ele foi o quarto dos nove filhos que os seus pais tiveram.

Em 1767, a mãe faleceu e ele foi morar com os irmãos. Dois anos mais tarde, apenas com 11 anos de idade, seu genitor também veio a falecer e sua família começa a perder a herança e propriedades por conta das dívidas que a família possuía. Dai em diante ele passou a morar com seu primo que trabalhava como dentista.

Logo ele veio a se apaixonar pela profissão de dentistas e decidiu seguir a mesma carreira do primo. É aí que encontramos o motivo do apelido “Tiradentes”. Além disso, foi sócio de uma botica onde dava assistência aos pobres na ligação do Rosário, foi minerador e afinal exerceu algumas práticas farmacêuticas. Em 1780, decidiu se alistar na tropa da Capitania de Minas Gerais. Um ano depois, já havia sido nomeado comandante de um espaço e cuidava do escoamento da produção de minérios. Foi aí que ele começou a notar a exploração abusiva dos meios naturais do nosso país.

Famosa inconfidência Mineira 

A partir daí surge a famosa inconfidência Mineira que foi uma organização de caráter separatista que ocorreu na província de Minas Gerais em 1789. O sinal foi chamado primeiro de fim da eclosão pois causou um abalo na produção de ouro. Que passou a se agravar a cada ano, acentuando a esterilidade da população.

Mesmo com a diminuição da extração do ouro, a cobrança de impostos devidos à coroa, mantinha-se o mesmo. Quando o ouro ocupado não perfazia 100 arrobas (cerca de 1500 kg) anuais, data decretada a derrama. Esta consistia em cobrar da população, com forças armadas. Apesar de ter sido decretada unicamente uma vez, constantemente pairava a ameaça e a derrama poderia se revir efetivo e esses objetos assustava os exploradores de ouro como a população.

O esforço de alma em toda a região ficava toda parcela maior quantidade alto, pois tudo período comprado a termo e de acordo com ouro. Desta maneira, os funcionários que detinham o monopólio do metal começaram a se endividar. Com isso, deixaram de fazer pagamentos aos comerciantes, agricultores e traficantes de escravos quem também foram arrastados em uma crise.

 Tiradentes ganha destaque

  Todo o agrupamento foi centrado no tipo de recorrer o Brasil um país independente. Aqueles qual conspiravam pretendiam nomear a república, problema ficou só na cabeça mesmo. gente o movimento pois Tiradentes havia começado estava ganhando força, mas foi delatado através de uma denúncia e Joaquim Silvério dos Reis fez ao comandante no ano de 1789. Condenação e decesso de Tiradentes Quando isso aconteceu, Tiradentes estava em água de Janeiro e escondeu-se, sendo acabou preso.

Tiradentes foi marte da inconfidência Mineira seu dia é comemorado em 21 de abril dia em que foi enforcado, Está período homenageia a conformação do herói vernáculo Joaquim José da Silva Xavier, popularmente prestigioso adornar “Tiradentes” (referência ao seu ofício de dentista). A celebração desta data é ilustre explicação Tiradentes é admirado pois lutou pela independência de Minas Gerais do domínio dos portugueses.

Tiradentes foi aprovado que herói e é um mártir da Inconfidência Mineira, apenas a República brasileira foi instalada em 15 de novembro de 1889. Um dos primeiros atos do novo gerenciamento foi transmutar a data em quão foi executado, 21 de abril, originar-se celebrada nos quartéis. Tiradentes é observado um bom líder confiar carecer lutado transformar seus ideais, apesar de passar-se o melhor obscuro por volta de toda gente os membros do movimento, Tiradentes foi quem assumiu as maiores responsabilidades.

 Porque Tiradentes se tornou um Herói Nacional?

Tiradentes foi enforcado e posteriormente esquartejado, no mar de Janeiro, em 21 de abril de 1792. Partes de sua densidade foram expostos nos principais centros urbanos do mar de Janeiro e Minas Gerais. A sua associação foi queimada, e a humanidade os seus bens confiscados. A prisão aonde foi preso é a atual sofreguidão da Assembleia estadual do mar de Janeiro e recebe o sobrenome de Palácio Tiradentes. Igualmente, a centro aonde nasceu mudou de prenome e passou a se classificar Tiradentes.

Rudimento do Feriado de Tiradentes No ano de 1789, uma denúncia da população de Minas Gerais fez uma tentação de insubordinação separatista objeção o domínio dos portugueses no Brasil. Tiradentes foi ativista dessa deslocação e o único preso à aniquilamento dispor enforcamento. sumir nascente motivo, as suas ações são reconhecidas quanto atos heroicos como para a senhora garantiram a condição de oportuna figuração histórica brasileira. O feriado foi assentado Lei Nº 4.897/1965, entretanto a orientação do presidente Castelo Branco.

O conceito de Tiradentes está reportagem no Panteão da Pátria e da libertação Brasileiro (conhecido consoante o “Livro dos Heróis da Pátria”) a partir de 21 de abril de 1992. Curiosidade duradouro a ditadura brasileira (1864-1985), Tiradentes foi retratado contanto que barba e cabelos compridos em se assemelhar a cruz Cristo. nada obstante é provável pois tivesse a cabeça raspada e a face barbeado, desde que estação comum haver durante evitar os piolhos no interior de os prisioneiros.

Entrevista com Tiradentes

Entrevistador: Olá Joaquim seja bem-vindo?

Joaquim: Obrigada, é um prazer estar com vocês hoje.

Entrevistador: como foi sua vida acadêmica?

Joaquim: cursei Odontologia, me inspirando em eu primo.

Entrevistador: em que momento surgiu a ideia dos movimentos que hoje é chamada de inconfidência mineira?

Atividades sobre Tiradentes

  1. Onde Tiradentes nasceu?
  2. O que foi a inconfidência mineira para Tiradentes?

3.Porque Tiradentes foi morto, com atos tão cruéis?

  1. em que ano Tiradentes nasceu

Fim de Quem foi Tiradentes

Agradeço sua presença em nosso blog.

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Golpe Militar: razões para nunca mais acontecer

Aniversário do Golpe Militar: Razões para ele nunca mais acontecer

Golpes militares independentemente do posicionamento ideológico sempre são ataques diretos à democracia, resultado em conflitos armados regados a sangue e em muitos casos grande carnificina. A história é fatídica quanto o quão desastroso um golpe militar por ser, e por isso hoje nós discutiremos razões pelas quais golpes militares definitivamente são a pior saída para a resolução de crises ou quaisquer outros problemas em uma nação.

aniversário do golpe militar

O Golpe Militar fere o direito do povo de eleger os seus representantes

É público e notório que durante períodos de ditadura militar as eleições constitucionais são completamente abandonadas e o critério de sucessão não é mais imparcial ou a população possui poder de voto. Essa é uma das características mais marcantes que um golpe militar realiza. Ele desfere um golpe direto contra a liberdade do cidadão de escolher o governante que o representa.

Essa reportagem mostra as consequências do Golpe Militar do Chile que perduram até hoje:

Golpes Militares e ditaduras são autoritários e resultam em mortes

Cuba, China e União Soviética que o digam. Pelotões de fuzilamento, mortes, tortura e extermínios em massa infelizmente são figurinhas carimbadas nos regimes autoritários. Em nosso país não houve genocídio (exceto o indígena), porém, houve mortes e torturas, atos injustificáveis.

O autoritarismo reprime as instituições regulatórias, inclusive as que deveriam fiscalizar o próprio poder executivo. Isso significa que não haverá onde recorrer no caso de repressões a grupos ou à população em geral. Todas as pessoas acabam se tornando de certo modo presas ao regime e sem muitas alternativas para driblar as suas imposições.

Leandro Karnal é historiador e comenta sobre a ditadura militar no Brasil

Esse documentário ilustra perfeitamente como os regimes autoritários são extremamente violentos e podem resultar em genocídios absurdos para qualquer padrão de moralidade e ética existente.

Abuso de poder e a censura

A imprensa é sempre vítima de golpes militares e suas ditaduras. Afinal, o papel de comunicar toda a sociedade e emitir opiniões faz com que ela possua um poder inimaginável perante toda a população. E como as ditaduras são regimes autoritários, obviamente elas não permitem que a imprensa seja livre e possa criticar suas falhas.

Todo o esforço possível é feito a fim de encobrir as feridas que a ditadura e seu autoritarismo são capazes de provocar. A imprensa funciona como os pulmões de um país, ela tem a função social de investigar e informar a população, inclusive sobre as pedaladas e fraudes ocorridas durante um governo. É exatamente por isso que Hitler, Napoleão, Stalin e Castro controlaram suas respectivas imprensas, deixando-as incapazes de trabalhar com autonomia.

Essa matéria trata a respeito da censura durante o período de ditadura militar.

O Golpe Militar fragiliza a confiança nas forças armadas

Convenhamos… As forças armadas de uma nação devem ser respeitadas e admiradas, afinal de contas, a nobre função de proteger um país é algo heroico. É muito comum ver a devoção dos americanos, canadenses e europeus para com suas forças armadas e polícias. No Brasil isso dificilmente ocorre e os militares (tanto policiais quanto soldados do exército) muitas vezes carecem do apoio da população e da mídia, que volta e meia os critica.

Isso é um claro sinal de feridas e cicatrizes deixadas por inúmeros golpes militares. Tivemos vários golpes de estado desde o descobrimento do Brasil, sendo que o primeiro deles a nível nacional e que mudou os rumos da nação foi a derrubada do Imperador Dom Pedro II, que mesmo possuindo uma das armadas mais poderosas do planeta preferiu não guerrear e deixou que o Marechal Deodoro da Fonseca (que durante a madrugada do golpe ainda era favorável ao imperador) derrubasse o Império. Depois disso ainda tivemos o golpe de Getúlio Vargas e o de 1964, sem mencionar outras tentativas durante a história.

Isso não é nada bom para o país como um todo, pois gera ressentimentos entre as partes e desconfiança para com os militares, dividindo o país em vários fragmentos. Se não existe uma guerra de todos contra todos, assim como Thomas Hobbes dizia, é por conta da existência de forças armadas e das polícias. Precisamos superar essas feridas e pressionar os militares no sentido de não aceitarmos jamais outro golpe militar.

Se há descontentamento com uma gestão, deve-se atacá-la pelas vias legais e não no sentido literal da palavra. A democracia deve estar sempre em primeiro lugar!

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