Boletim para Educação Infantil Nível II

Nós preparamos exemplos de boletins para educação infantil de nível 2 para facilitar a vida de você professor,e assim poupar seu tempo. Nós compreendemos como é corrida a vida de um professor, e pensando nisso, nós criamos métodos para agilizar o processo de educação,se você professor,ficou interessado em saber mais,conheça nossos outros exercícios,atividades e exemplos para você colocar em prática a sua aula.

Boletim para Educação Infantil Nível II
Boletim para Educação Infantil Nível II

Vamos aprender juntos sobre a melhor forma de conseguir preparar um boletim para educação infantil, para isso preparamos algumas sugestões que vão te ajudar.

Boletim para Educação Infantil Nível II

REGISTRO DAS APRENDIZAGENS/ EDUCAÇÃO INFANTIL NÍVEL II

LEGENDA:

S – SIM

N – NÃO

AV – ÀS VEZES

ED – ESTÁ DESENVOLVENDO

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Boletim para Educação Infantil Nível II

CAMPO DE EXPERIÊNCIA

Boletim para Educação Infantil Nível II

‘’ O EU , O OUTRO E O NÓS’’

1°B

2°B

3° B

4°B

(EI03EO01) Demonstra empatia pelos outros, percebendo que as pessoas têm diferentes sentimentos, necessidades e maneiras de pensar e agir.

    

(EI03EO02) Agi de maneira independente, com confiança em suas capacidades, reconhecendo suas conquistas e limitações.

    

(EI03EO03) Amplia as relações interpessoais, desenvolvendo atitudes de participação e cooperação

    

(EI03EO04) Comunica suas ideias e sentimentos a pessoas e grupos diversos.

    

(EI03EO05)Demonstra valorização das características de seu corpo e respeita as características dos outros (crianças e adultos) com os quais convive.

    

(EI03EO06)Manifesta interesse e respeito por diferentes culturas e modos de vida.

    

(EI03EO07)Usa estratégias pautadas no respeito mútuo para lidar com conflitos nas interações com crianças e adultos.

    
Boletim para Educação Infantil Nível II

“CORPO, GESTOS E MOVIMENTOS’’

1° B

2° B

3° B

4°B

(EI03CG01) Cria com o corpo formas diversificadas de expressão de sentimentos, sensações e emoções, tanto nas situações do cotidiano quanto em brincadeiras, dança, teatro, música.

    

(EI03CG02) Demonstra controle e adequação do uso de seu corpo em brincadeiras e jogos, escuta e reconto de histórias, atividades artísticas, entre outras possibilidades

    

(EI03CG03) Cria movimentos, gestos, olhares e mímicas em brincadeiras, jogos e atividades artísticas como dança, teatro e música.

    

(EI03CG04)Adota hábitos de autocuidado relacionados a higiene, alimentação, conforto e aparência.

    

(EI03CG05) Coordena suas habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses e necessidades em situações diversas.

    
Boletim para Educação Infantil Nível II

“TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS”

1° B

2° B

3° B

4°B

(EI03TS01) Utiliza sons produzidos por materiais, objetos e instrumentos musicais durante brincadeiras de faz de conta, encenações, criações musicais, festas.

    

(EI03TS02) Expressa-se livremente por meio de desenho, pintura, colagem, dobradura e escultura, criando produções bidimensionais e tridimensionais.

    

(EI03TS03) Reconhece as qualidades do som (intensidade, duração, altura e timbre), utilizando-as em suas produções sonoras e ao ouvir músicas e sons.

    
Boletim para Educação Infantil Nível II

“ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO”

1° B

2° B

3° B

4° B

(EI03EF01) Expressa ideias, desejos e sentimentos sobre suas vivências, por meio da linguagem oral e escrita (escrita espontânea), de fotos, desenhos e outras formas de expressão.

    

(EI03EF02) Inventa brincadeiras cantadas, poemas e canções, criando rimas, aliterações e ritmos.

    

(EI03EF03) Escolhe e folhea livros, procurando orientar-se por temas e ilustrações e tentando identificar palavras conhecidas.

    

(EI03EF04) Reconta histórias ouvidas e planeja coletivamente roteiros de vídeos e de encenações, definindo os contextos, os personagens, a estrutura da história

    

(EI03EF05)Reconta histórias ouvidas para produção de reconto escrito, tendo o professor como escriba.

    

(EI03EF06) Produz suas próprias histórias orais e escritas (escrita espontânea), em situações com função social significativa.

    

(EI03EF07) Levanta hipóteses sobre gêneros textuais veiculados em portadores conhecidos, recorrendo a estratégias de observação gráfica e/ou de leitura

    

(EI03EF08) Seleciona livros e textos de gêneros conhecidos para a leitura de um adulto e/ou para sua própria leitura (partindo de seu repertório sobre esses textos, como a recuperação pela memória, pela leitura das ilustrações etc.)

    

(EI03EF09) Levanta hipóteses em relação à linguagem escrita, realizando registros de palavras e textos, por meio de escrita espontânea.

    

Escreve e reconhece o próprio nome completo.

    

Reconhece, diferencia e escreve o alfabeto.

    

Identifica,ler e escreve sílabas simples.

    

Identifica,ler e escreve sílabas complexas.

    
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“ESPAÇOS, TEMPOS, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES”

1° B

2° B

3° B

4°B

(EI03ET01) Estabelece relações de comparação entre objetos, observando suas propriedades.

    

(EI03ET02) Observa e descreve mudanças em diferentes materiais, resultantes de ações sobre eles, em experimentos envolvendo fenômenos naturais e artificiais.

    

(EI03ET03) Identifica e selecionar fontes de informações, para responder a questões sobre a natureza, seus fenômenos, sua conservação.

    

(EI03ET04) Registra observações, manipulações e medidas, usando múltiplas linguagens (desenho, registro por números ou escrita espontânea), em diferentes suportes.

    

(EI03ET05) Classifica objetos e figuras de acordo com suas semelhanças e diferenças

    

(EI03ET06) Relata fatos importantes sobre seu nascimento e desenvolvimento, a história dos seus familiares e da sua comunidade.

    

(EI03ET07) Relaciona números às suas respectivas quantidades e identifica, o antes, o depois e o entre em uma sequência.

    

(EI03ET08)Expressa medidas (peso, altura etc.), construindo gráficos básicos.

    

Reconhece, escreve e relaciona os numerais de 0 a20, relacionando as suas respectivas quantidades .

    
Boletim para Educação Infantil Nível II

1°PERÍODO- RESPONSÁVEL____________________________________________________________________

2° PERÍODO-RESPONSÁVEL____________________________________________________________________

3°PERÍODO-RESPONSÁVEL_____________________________________________________________________

4° PERÍODO-RESPONSÁVEL____________________________________________________________________

GESTOR(A)_____________________________________________________________________________________________________

Boletim para Educação Infantil Nível II – FAQ

Vamos aproveitar para tirar algumas duvidas sobre esse assunto em nossa sessão de perguntas frequentes.

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Boletim para Educação Infantil Nível II

Como usar o Boletim?

O Sistema de Boletim é bastante necessário para organizar as notas, e de fato é uma ferramenta indispensável para os professores, já que a partir dela vemos o desempenho de cada aluno individualmente, e a partir disso conseguimos traçar estatísticas, expondo os pontos fortes e os pontos a serem melhorados.,

Ele se encaixa no Excel?

Com certeza esse boletim é um ótimo exemplo para se encaixar na planilha do Excel, digitalizar documentos é uma coisa bem comum nos dias de hoje, então nós recomendamos o uso de planilhas para organizar de maneira segura os resultados dos alunos.

Como avaliar os alunos?

A avaliação não deve priorizar apenas resultados ou processos, mas também as práticas de pesquisa, questionar a relação ensino e aprendizagem, buscar conhecimentos e dificuldades estabelecidas no diálogo. Os erros são usados ​​como pistas para mostrar como o aluno conecta o conhecimento que já possui com o novo conhecimento que está adquirindo, para que possa compreender melhor o conhecimento.

Para que serve?

Para organizar de maneira de fácil entendimento notas de cada aluno individualmente, dessa forma podendo observar os pontos fortes e fracos de cada um e trabalhar em cima disso, assim conseguindo resultados mais positivos.

Devo entregar uma cópia aos pais?

Sim, com certeza uma cópia deve ser disponibilizada aos pais, como maneira de recompensa ou incentivo para outros, além da gestão da escola, deve se haver gestão dos pais, com objetivo sempre de melhorar a educação.

As melhores atividades da internet!

Se você quer ter acesso a um acervo rico que conta com centenas de atividades de todos os assuntos e disciplinas além de dicas, sugestões e material de estudo, aproveite para ler mais de nossos artigos e encontre tudo para fazer suas aulas cada vez melhores.

Escola 3.0: saiba o que é

Hoje nós vamos falar sobre a Escola 3.0, e como ela está transformando a educação. 

Se você não sabe o que a Escola 3.0, nós vamos explicar o que é este novo modelo de ensino, quais os conceitos que emprega e por que é tão importante.

É verdade que as novas tecnologias têm transformado os processos educacionais, na verdade ela sente transformado toda a sociedade na qual vivemos,  e consequentemente, os processos de ensino-aprendizado precisa se adaptar a essa nova realidade.

E a Escola 3.0 surge como uma resposta a todas as novas demandas educacionais da sociedade, que exigem uma escola adaptada a esta nova realidade e capaz de atender as necessidades do  aluno atual.  

Vamos lá?

Conheça a Escola 3.0 

O tempo em que os alunos ficavam enfileirados em suas carteiras apenas escutando o professor e reproduzindo conhecimento já passou. As redes sociais e a internet  estão transformando os comportamentos dos alunos e a forma como eles aprendem.

Imagem ilustrativa. Foto: Freepik.com

Uma aula expositiva,  sem interação tecnológica e processos de ensino diferenciados, não atrai mais a atenção dos alunos,  e não promove uma boa aprendizagem. 

O professor precisa buscar um meio de tornar as suas aulas dinâmicas,  e fazer com que o aprendizado seja atrativo para a criança e para o adolescente, pois querendo ou não, ele tem que competir com a internet e suas muitas ferramentas de pesquisa e diversão.

E tudo isso foi relacionado ao surgimento da Escola 3.0,  como vamos ver a seguir.

 Acompanhe.

O que é a Escola 3.0?

A Escola 3.0 surge dentro desse novo paradigma das tecnologias da informação e da internet, considerando o impacto que elas têm nos processos educacionais, estando assim relacionada ao conceito de educação 3.0.

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Imagem ilustrativa. Foto: Freepik.com

Esse conceito de educação 3.0 foi mencionado pela primeira vez em 2007, pelo professor Derek Keats, da Universidade de Witwatersrand, de Joanesburgo,  quem já afirmava que esse novo modelo de colar transformaria a educação.

 Segundo as palavras do professor Derek Keats:

“Acreditamos que haverá uma quebra de barreiras impostas ou não à educação, para criar um sistema muito mais livre e aberto, focado no aprendizado.”

A educação sempre mudou ao longo da história, na chamada escola 1.0,  o que aconteceu durante a Antiguidade e a Idade Média, o processo de ensino era focado em uma em metodologia de ensino tradicional, com objetivo de desenvolver um conhecimento básico, tanto de conteúdo quanto de comportamento. 

Depois nós vê Industrial com a chamada escola 2.0 surge o modelo  de ensino que ainda predomina nas nossas escolas até os dias atuais.

Nesse momento as instituições escolares foram configuradas para se assemelhar com a indústria,  repetindo padrões como uso de uniforme, o processo disciplinador de aprendizado, a obediência à autoridade, o sinal de entrada e saída lembrando o utilizado nas fábricas e outras características que assemelhavam os dois modelos. 

Naquela época  isso fazia sentido já que  a sociedade estava se organizando em um novo modelo onde o sistema fabril era o destino da maioria da população.

Longe de discutir questões filosóficas e  ideológicas relacionadas ao modelo da escola 2.0, o principal aspecto a ser entendido aqui é que essa escola estava de acordo com as necessidades daquela sociedade.

Agora, na sociedade atual, a realidade tem que transformado e a escola precisa se adaptar mais uma vez. É aí que surge a Escola 3.0.

O que é a educação 3.0 e a Escola 3.0? 

A Escola 3.0 e a educação 3.0 na qual ela se baseia,  é um novo modelo de organização escolar onde o professor  é um mediador entre o conhecimento e o aluno.

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Imagem ilustrativa. Foto: Freepik.com

Nesse modelo de escola autoridade docente não é a máxima determinante do saber e o aluno é colocado no centro do processo de ensino-aprendizagem.

Qual a principal característica do professor na Escola 3.0?

Nesse modelo de escola o professor é visto como um mediador e não como detentor suprema de todos saber. Ele tem como missão ajudar o aluno a encontrar um conhecimento e compreendê-lo,  mas não é o dono da verdade, a principal tarefa do professor neste modelo de ensino, além de transmitir os conteúdos escolares, é fazer uma boa Conexão aluno.

Vantagens da escola 3.0

Nesse modelo escolar, as crianças e jovens possuem autonomia para se conduzirem, com a supervisão docente, seu próprio aprendizado.

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Imagem ilustrativa. Foto: Freepik.com

Na escola 3.0, a figura do professor é entendida mais como alguém que tira dúvidas e aprofunda o aprendizado, uma vez que já há muitos conteúdos disponíveis na internet e pode-se facilmente pesquisar qualquer coisa.

Dessa forma o professor deixa de ser o detentor do saber  e sai sua posição de máxima autoridade dentro da sala de aula,  permitindo que esse ambiente se transforma em uma forma de construir o conhecimento através do debate, da interação, da  troca de ideias e do desenvolvimento do pensamento crítico.

Outra característica importante da Escola 3.0 é a personalização do ensino,  onde o professor adota métodos de ensino adaptados às necessidades de cada um de seus alunos e aos interesses deles. 

As crianças podem aprender o básico em conjunto e posteriormente se dedicar as disciplinas que mais me interessam,  para aprofundarem seus conhecimentos já direcionando-os aquilo que desejam fazer em suas vidas futuras quando adultos.

A Escola 3.0 também tem como característica fundamental fazer uma integração entre as disciplinas escolares, indo contra o conhecimento fragmentado.

 Além disso, incentiva  o trabalho em equipe e o desenvolvimento do senso crítico nos alunos.

Quais as principais vantagens da Escola 3.0 para a vida adulta das crianças e adolescentes?

As crianças formadas pela Escola 3.0 aprendem a ter mais autonomia e se formam em um ambiente que prioriza o trabalho em equipe,  a busca criativa por respostas e soluções para o dia a dia, o dinamismo, a flexibilidade e outras características muito bem vistas pelo mercado de trabalho,  facilitando a inserção profissional e social futura desses alunos.

Como é a presença da tecnologia na sala de aula Escola 3.0?

A Escola 3.0 se pauta pela máxima colaboração entre professor e aluno, que constroem junto aprendizado tendo como ferramenta de ensino as novas tecnologias e as facilidades que elas oferecem para o aprendizado e acesso de conteúdos.

Quais conhecimentos sobre tecnologia o professor deve ter para atuar no contexto da Escola 3.0?

Portanto para estar inserido em uma sala de aula 3.0 O professor precisa entender como funcionam os dispositivos tecnológicos, como os smartphones e computadores, e também entender qual o papel deles em sociedade, pois precisará trabalhar com esses  dispositivos no dia a dia, além de ensinar aos alunos a ver a tecnologia de uma forma mais crítica e funcional.

A Escola 3.0:  dicas finais

A sociedade  atual caminha para uma evolução tecnológica cada vez maior,  neste sentido o advento da Escola 3.0 não é apenas benéfico, mas um processo essencial a melhora educacional, uma vez que o processo de ensino e aprendizagem precisa se adaptar aos novos tempos e a tecnologia.

Essas foram as plantas de casa de hoje, conte pra gente o que você achou nos comentários, e até a próxima! 

Conexão aluno: Como se comunicar com o aluno?

Fazer uma boa conexão aluno e saber como se comunicar com aluno  é indispensável para que o processo de ensino-aprendizagem tenha êxito Independente de qual seja seu contexto educacional. 

A comunicação construtiva entre professor e aluno é um dos elementos didáticos e pedagógicos mais relevantes a serem considerados em uma metodologia de ensino.

É importante que o professor saiba passar as informações adequadamente para o aluno e saiba compreender as suas necessidades educacionais e tudo isso depende de uma conexão aluno eficiente.

Vamos entender isso melhor a seguir.

Conexão aluno:  saiba como se comunicar com o aluno

Você faz uma boa conexão aluno com seu estudantes e sabe como se comunicar com o aluno?  

conexão aluno

Muitas vezes os docentes encontramos dificuldades nesse processo seja por que existem alguns alunos difíceis de serem compreendidos ou por que os outros afazeres a profissão tomam a maior parte de seu tempo.

No entanto, apesar dos obstáculos do dia a dia dos professores é importante pensar em como fazer uma boa conexão aluno,  pois o sucesso do processo de ensino e aprendizagem depende, em sua maior parte, de compreender o estudante e formular metodologias adequadas as suas necessidades educacionais.

Pensando nisso reunimos nesse post fez dicas incríveis para melhorar a sua conexão aluno e para   ajudar você a saber como se comunicar com aluno de uma forma mais eficiente e produtiva.

Vamos lá?

1.  Conexão aluno – seja claro e objetivo

Apesar de parecer uma informação já batida,  pelo tanto de vezes que ouvimos as pessoas falarem  sobre isso, a verdade é que ter uma linguagem clara e objetiva é uma das formas mais eficientes e comunicar com qualquer pessoa inclusive com o aluno.

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No entanto,  pode  ser mais difícil fazer isso na prática do que parece.  muitas vezes achamos que a nossa linguagem essa  suficientemente clara, contudo,  o nosso ouvinte não estamos compreendendo direito e isso é um problema comunicacional.

Como se comunicar com o aluno e fazer uma boa  conexão aluno de forma clara e objetiva?

É importante que você sempre não tem um tom de voz calmo e Mesmo durante os conflitos não se exalte demais.  diga o que você tem para dizer da forma mais clara possível sem rodeios e complicações,  e sempre pergunte se o aluno entendeu, e caso ele não tenha entendido explique novamente se for necessário.

Porque é importante se comunicar de forma clara e objetiva  para fazer uma boa conexão aluno?

Lembre-se de que a relação professor e aluno é um dos pontos mais importantes para o sucesso do processo de aprendizagem do estudante. E para que você tenha uma boa relação com o seu aluno é imprescindível que você se comunique com ele de forma clara sem desentendimentos e ruídos comunicacionais.

2.  Conexão aluno – entenda a linguagem do aluno

Além de você ser claro e objetivo no que diz, você também precisa compreender a forma como seu aluno se comunica,  qual a linguagem que e o que ele quer dizer.

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De nada adianta você falar em uma linguagem rebuscada usando palavras do vocabulário que  seu aluno não compreenda,  pois a comunicação não vai ser efetiva e não terá nenhum resultado que o que você lhe disser dessa forma.

Como se comunicar com o aluno e fazer a conexão aluno a partir da linguagem do estudante?

Use de um vocabulário adequado a faixa etária do aluno e entenda a forma como ele se comunica. Lembre-se que os adolescentes costumam usar muita gírias e mesmo as crianças também já o fazem com certa frequência,  enquanto que outras palavras eles ainda não compreendem o significado.

Como usar a linguagem do aluno para favorecer a conexão aluno?

Uma boa ideia essa apropriar da linguagem do aluno e relacionar a mesma aos termos próprios da sua disciplina,  assim você vai se comunicar em uma linguagem que o estudante compreenda e vai fazer com que eu entendo a terminologias próprias relacionadas ao conteúdo que você está ensinando.

3.  Conexão aluno – fique no mesmo nível que ele

Lembre-se que mais o que falar com o estudante você precisa se estabelecer uma comunicação e para isso é preciso que haja uma interação de ambas as partes.

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O melhor é que você sempre foi com ele se aproximar do Estudante ficando no mesmo nível que ele,  e o seu aluno ainda é uma criança com uma estrutura pequena abaixo e fale com ele olhando em seus olhos.

Se for possível ou necessário puxe uma cadeira e sente seu lado da Carteira do aluno e converse com ele em um mesmo nível,   aproximando assim o seu aluno daquilo que você está  devendo e de você enquanto professor.

Por que ficar no mesmo nível que o aluno favorece a conexão aluno?

Ficar no mesmo nível que o aluno vai fazer com que ele confie mais em você e eu confiar mais em você vi também estava mais predisposto a fazer o que você disse compreender o que você  está dizendo como professor.

O que é mais posso fazer para me comunicar melhor com o aluno e favorecer a conexão aluno?

Aproveite os momentos fora da sala de aula, como as festinhas escolares e as ocasiões em que você encontrar a criança e a sua família em algum lugar, para estabelecer um diálogo mesmo que seja curto em greve.  Assim você mantém os laços de cordialidade e respeito mútuo,  e se aproxima de forma mais franca e natural da criança, além de manter também a necessária comunicação com a  família do aluno.

4. Conexão aluno –  saiba ouvir

Tão importante quanto falar é saber ouvir,  pois é ouvindo que você vai conhecer o aluno entender quais as dificuldades que ele está passando.

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De autonomia para que o seu aluno possa perguntar,  dizer  aquilo que ele não entendeu  e se expressar em sala de aula.

Como saber ouvir ajuda a melhorar a conexão aluno?

Isso mostra que você está disposto a entender o aluno e faz com que ele perceba que você se importa com ele,  aumentando assim a confiança do estudante em você e a vontade dele em participar das atividades escolares. 

Por que dar autonomia ao aluno importante para melhorar a conexão aluno?

Quando você da autonomia ao estudante você mostra que confia nele e ele vai se sentir mais valorizado, querendo retribuir essa confiança de forma positiva participando das atividades e  se empenhando mais nos estudos.

5. Conexão aluno – invista em motivação

Muitas crianças acham que a escola é um ambiente enfadonho e chato,  mas muito melhor do que obrigar o aluno a participar de alguma coisa contra sua vontade é mostrar a ele como aquela atividade pode ser interessante e divertida.

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Portanto, busque modos de motivar o seu aluno apresentando a ele as atividades e conteúdos de uma maneira que seja interessante e  lúdica.

Por que a motivação é um componente importante para melhorar a conexão aluno?

Tome como exemplo a assim mesmo:  existem coisas que você não gosta de fazer, mas são necessárias e que você precisa encontrar uma motivação para fazê-la,  não é verdade?  Com o aluno é diferente e para se comunicar melhor com ele é fundamental que você saiba motivá-lo.

Como motivar o aluno para melhorar a conexão aluno?

Apresente as atividades e conteúdos escolares de uma perspectiva divertida, mostre como aquele conteúdo pode ser útil e como é interessante,  busque chamar a atenção do aluno para que ele queira  realmente aprender aquilo.

Conexão aluno: dicas finais

Uma boa conexão aluno e saber como se comunicar com aluno imprescindível e deve fazer parte inclusive da formação de professores.

Essas foram as nossas dicas de hoje, conte pra gente o que você achou os comentários e até a próxima!

Quem é o aluno atual?

Hoje nós vamos falar sobre o aluno na atualidade das escolas.  você já você já se perguntou quem é o aluno atual? Quais são seus reais interesses, motivações e necessidades? 

O aluno é um ser educacional cujas necessidades de aprendizado mudam com o passar do tempo conforme a sociedade passa a exigir novas habilidades e novas dinâmicas de convívio e interação.

A escola precisa se adaptar ao processo de mudança pelo qual passa a sociedade em que se insere,  caso contrário,  não será capaz de atender as necessidades educacionais dos alunos conforme elas mudam com o passar do tempo.

Vamos entender isso melhoras que dia.

O aluno e a escola na contemporaneidade

O aluno  é uma pessoa que transcende a esfera do ensino aprendizado pois se inserem em uma sociedade,  em  uma Cultura em um ambiente  familiar com dinâmica própria.

Quando o aluno está em sala de aula o professor não ver como que ele é:  estudante,  mas é preciso ter a compreensão de que há muito mais sobre aquela pessoa que influencia em sua aprendizagem do que apenas o papel que ele desempenha dentro da sala de aula no momento em que instalar.

Como muito bem já disse Paulo Freire,  a educação não é um processo neutro mas sim político, social e cultural, e quando entendemos isso,  pelo percebemos  o que o aluno deve ser o centro da vida escolar e das metodologias de ensino e não o contrário.

Por isso neste artigo vamos falar mais sobre o aluno e como ele deve  segurar no centro do processo de ensino-aprendizagem  para que suas necessidades educacionais sejam atingidas.

Acompanhe.

O  aluno e as metodologias de ensino

As metodologias de ensino são todas as ferramentas e processos pelos quais os professores transmitem conhecimentos, conteúdos e informações a seus alunos.

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Cada professor tem a sua própria metodologia de ensino que atua em consonância com seus conhecimentos, habilidades e também com os conteúdos que a sua disciplina precisa ministrar aos estudantes.

Mas, todo o  professor, independente da disciplina que ministra e de suas convicções pessoais, precisa buscar compreender uma figura como Central no seu processo de ensino: o aluno.

É imprescindível que o professor lá e fala o aluno esse pergunta Quem é esse indivíduo,  quais são os seus reais interesses,  suas  habilidades,  talentos e dificuldades,  compreendendo também qual o contexto social e cultural do qual este aluno provém.

Respostas dessas perguntas vão tornar a sua metodologia de ensino muito mais eficiente uma vez que vão ser planejadas com ferramentas e processos que atendam as necessidades reais do aluno e se adequarem ao seu contexto social e cultural.

Esse conhecimento também  vai permitir que o professor prepara hein melhor aluno para enfrentar Os desafios da sociedade atual,  garantindo que o indivíduo tenha uma maior autonomia em sua vida adulta posterior.

Confira  outro aspecto importantes  sobre a questão a seguir.

Porque é importante contextualizar as metodologias de ensino conforme as necessidades  que apresenta o aluno?

Uma metodologia que atenda as necessidades reais do Estudante vai fazer com que o processo de aprendizagem se torne mais eficaz  na medida em que vai fazer com que esse indivíduo desenvolva as suas próprias potencialidades, melhore as suas fraquezas educacionais,  supere  as suas  dificuldades de aprendizado e também adquira um maior interesse pelo estudo.

Como o professor deve atuar dentro de sala de aula para ter um bom convívio com o aluno?

É  indispensável que o professor atua dentro dos limites éticos de sua profissão,  tenha  uma boa capacidade de estabelecer o diálogo,  e conheça tanto os deveres quanto direitos do aluno.

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Tudo isso vai favorecer o processo de ensino-aprendizagem na medida em que vai aproximar o aluno do professor de uma forma mais humana e respeitosa tornando relação aluno e professor mais produtiva e saudável.

O aluno:  desafios do indivíduo na era da informação

A sociedade atual é uma sociedade informatizada onde o uso da tecnologia é parte do dia a dia e as linguagens digitais têm se tornado cada vez mais proeminentes na vida diária de todos.

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Como consequência os alunos já dentro um ambiente escolar em inseridas no meio tecnológico e muito interessados por questões que envolvem dispositivos como smartphones, videogames e computadores.  

É uma realidade que os docentes não podem ignorar e que vai influir no processo de ensino-aprendizagem de uma forma ou de outra.

Estas questões tornam crucial que o docente obtenha um bom preparo para lidar com o aluno contemporâneo em sua Formação de Professores.

A questão da tecnologia e das modificações que ela traz sobre a vida humana,  como  as  redes  sociais  e o uso cotidiano de aplicativos como WhatsApp, precisam ser entendidas pelos professores para que eles possam lidar com tudo isso em sala de aula.

Todo professor precisa saber que ele não vai transmitir apenas os conteúdos relacionados a sua disciplina,  pois o aluno  é um indivíduo com personalidade e interesses próprios,  que já  chega  no ambiente escolar com uma bagagem cultural única,  ela  vai Influenciar o processo de aprendizagem que o docente ou não.

Portanto,  conhecer de  forma  mais detalhada o universo no qual vive o aluno vai permitir que o professor formou e metodologias de ensino mais certeiras para atrair a atenção deste aluno e envolvê-lo de forma mais dinâmica nas atividades escolares.

Portanto,  quando nós perguntamos quem é o aluno contemporâneo,  temos um entendimento de que estamos falando de um indivíduo ouvindo de diferentes contextos sociais culturais e familiares,  que pode ter as mais variadas crenças,  inclinações pessoais e dificuldades, e que  está inserido em um contexto de profunda influência das novas tecnologias da informação.

Confira outras questões importantes sobre o tema a seguir.

Por que o professor precisa encontrar maneiras envolver o aluno de forma mais ativa nas atividades escolares?

Os docentes devem compreender que a escola mudou muito. Apenas algumas décadas atrás,  autoridade escolar era  o principal foco da sala de aula e o professor não era questionado, o aluno tinha obrigação de aprender gostasse ou não ou.

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Mas, hoje em dia as coisas não são mais assim e nem todo estudante quer ser um aluno exemplar, no entanto, é imprescindível que todo indivíduo aprenda as habilidades ensinadas no espaço escolar, pois elas farão falta em seu futuro. É dever do professor criar metodologias que possam atrair até mesmo que os alunos mais interessados para que o aprendizado se concretizasse.

Como trabalhar melhor a questão das novas tecnologias e sua influência sobre o aluno em sala de aula?

O professor precisa inserir o aluno em um processo de Letramento digital para  que ele aprenda a usar de uma forma Consciente e crítica as novas tecnologias, aprenda os cuidados pessoais no ambiente online, por exemplo,  cuidados sobre as informações que divulga nas redes sociais,  e também aprenda a usar a tecnologia como fator positivo para promover estudos e aspectos profissionais da sua vida futura em sociedade.

O aluno:  um ser em constante transformação social 

O aluno nunca é um ser estático,  é sempre um indivíduo inserido em um tempo, em uma sociedade, em uma cultura,  e precisa ter entendido pelos professores em toda a complexidade que o abarca.

Essas foram as nossas dicas de hoje, conte para a gente o que você achou nos comentários e até a próxima!

Aluno ser educacional: o processo de aprendizagem

Hoje vamos falar sobre o aluno ser educacional e como esta visão  do aluno pode melhorar a qualidade e a eficácia do processo de ensino-aprendizagem.

Com salas de aula abarrotadas de crianças  em um processo educacional burocrático e massificado,  somando-se ao estresse da carreira docente,  a falta de recursos e outros problemas típicos das escolas brasileiras,  ver o aluno ser  Educacional pode ser um desafio para muitos professores.

Independente das dificuldades enfrentadas pelos professores, os direitos do aluno precisam ser respeitados no dia a dia escolar,  isso significa entenderá cada criança como ser um único,  um ser único,  o aluno ser educacional.

Vamos entender melhor a seguir.

Aluno ser educacional: cada criança é única!

Quem conhece a história da educação sabe que até algumas décadas atrás o modelo tradicional de ensino perdurável na sala de aula,  e as particularidades das crianças não eram tão respeitadas quanto hoje.

Hoje em dia os professores e educadores tem um entendimento de que o protagonista da sala de aula deve ser o aluno e não os conteúdos ou a metodologia docente.

Pelo contrário,  é a metodologia do professor que precisa se adaptar às necessidades educacionais dos alunos para ministrar os conteúdos escolares da melhor forma possível conforme a realidade escolar.

Em tudo isso entendeu aluno ser Educacional é um processo que só tem a favorecer o ensino e a aprendizagem dos estudantes.

Acompanhe a seguir.

1.  Aluno ser educacional: um entendimento necessário

Por muito tempo permaneceu como unânime a ideia de que o espaço da sala de aula é um local centrado na figura do professor,  na sua autoridade  e nos conhecimentos por ele transmitidos. Essa ideia deu o região um modelo de escola tradicional que perdurou por muito tempo no Brasil e no mundo.

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No entanto,  nas últimas décadas essa ideia se alterou significativamente e dentro da Pedagogia nasceu o entendimento de que a sala de aula é um espaço centrado na figura do aluno e nas necessidades deste.

Não é apenas uma mudança conceitual de cunho intelectual ou acadêmico,  mas de um entendimento que nasce das próprias mudanças que a sociedade tem passado e da dinâmica familiar e social na qual as nossas crianças estão inseridas.

Os vários processos de ensino já não atraem a atenção dos alunos e não são suficientes para promover uma aprendizagem significativa.

Isso não quer dizer que as crianças de antigamente não fossem seres únicos com particularidades que lhe são próprias,  mas a  forma como a sociedade estava organizada e o entendimento que a família e a escola tinham da criança,  fazia com que o sistema  tradicional de ensino funcionasse de uma forma satisfatória em conformidade com as necessidades daquela sociedade.

Hoje em dia o nosso entendimento é outro e embora  em termos de organização e formas de avaliação  ainda haja muito do sistema tradicional presente,  professores,  família e a sociedade de uma forma geral já estão vertendo outro entendimento da criança e dando nascimento a uma nova organização educacional.

Esse entendimento coloca o aluno no centro do processo de aprendizagem e faz com que este processo seja adaptada a sua realidade,  aspectos psicológicos, cognitivos, limitações físicas e dificuldades de aprendizagem, entre outros aspectos, fazem com que professores Estabeleça um plano de ensino cada vez mais personalizados para cada turma e até para cada aluno.

O que significa entender o aluno ser educacional?

O aluno ser educacional é o protagonista do seu processo de ensino-aprendizagem,  e o primeiro aspecto que os docentes entendem isso deve fazer é dar maior autonomia este aluno, não apenas estão curtindo os conteúdos escolares mas ensinando-o a buscar o conhecimento por si mesmo e caminhar com as próprias pernas.

Por que o aluno ser educacional é uma visão inovadora?

Essa perspectiva coloca o processo de ensino aprendizagem centrada no aluno, deixando que a criança seja o sujeito construtor de seu próprio processo de aprendizado,  e o professor se coloca como um guia, um mediador  e não como um detentor de final do conhecimento absoluto. 

2. O aluno ser Educacional e a Base Nacional Comum Curricular

A Base Nacional Comum Curricular   é um importante documento que rege a Educação Nacional e busca integrar práticas e objetivos educacionais em todo o Brasil.

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Entender o que a BNCC diz sobre o protagonismo do aluno em sala de aula é fundamental para todo professor,  pois vai incidir diretamente na sua prática docente diária.

A BNCC tem caráter normativo  e definir um conjunto de aprendizagens essenciais que cada aluno deve desenvolver durante todas as fases educacionais,  desde o jardim de infância até o Ensino Médio. 

De acordo com esse importante documento o repertório  cultural do aluno, incluindo a cultura digital, deve ser valorizado,  as suas particularidades devem ser entendidas e atendidas e a escola deve se preocupar com a aquisição real do conhecimento e o desenvolvimento do pensamento crítico.

Este entendimento  coloca o aluno como protagonista real  do processo de ensino-aprendizagem na sala de aula  e nos convida a entender o aluno ser educacional,  olhando para cada criança e compreendendo-a como um ser único,  um indivíduo.

Portanto, é essencial que o professor busque entender este conceito e aplicar no dia a dia da sala de aula onde quer que ele atue,  em conformidade com a realidade vivenciada por seus alunos.

Todas estas medidas e alterações são necessárias para que  a escola possa cumprir o seu papel de formar indivíduos capazes de viver e atuar de forma crítica na sociedade contemporânea.

Temos de reconhecer que a nossa sociedade mudou muito e continua a se transformar em um ritmo cada vez mais acelerado,  as crianças já dentro um ambiente escolar com uma nova bagagem cultural,  familiar, social  e até mesmo digital, e precisam encontrar um espaço de ensino-aprendizagem capaz de entendê-las e se adequar  as suas necessidades educacionais.

Confira outras dicas úteis sobre o tema seguir.

Como professor pode compreender melhor o aluno ser educacional?

É preciso que o docente desenvolva um olhar sensível para a realidade de cada aluno e também busca investir mais na formação de professores para adquirir as habilidades e conhecimentos necessários a esta nova realidade de ensino.

Como o professor pode trabalhar junto ao aluno ser Educacional no ensino infantil?

Desde a educação infantil é importante  que o aluno ser Educacional seja entendido como tal e o Professor Invista em metodologias que chamem a atenção da Criança e a morte vem para um processo de aprendizagem mais eficiente. 

Quais as metodologias pode o professor utilizar junto aluno ser educacional  para ensiná-lo a ser mais crítico?

Além de alfabetizar a criança o professor deve investir em atividades de letramento,  como letramento literário para  dar a este pequeno ser em formação uma compreensão empírica de como a sociedade funciona e de como os conhecimentos que está adquirindo podem ser aplicados no dia a dia de sua vida.

O aluno ser educacional: dicas finais

Compreender o aluno ser educacional é uma necessidade dos professores e até mesmo das famílias atualmente, pois entendimento coloca a criança como protagonista do seu processo de ensino-aprendizagem,  uma necessidade pelo seu melhor desenvolvimento.

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Cada aluno é único e assim deve ser compreendido!

Essas foram as nossas dicas de hoje, conte para a gente o que você achou nos comentários  e até a próxima!

Questões sobre a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), representa um grande avanço da educação brasileira, daí a importância de conhecermos e analisarmos este tema.

Questões sobre LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional

A LDB define e regulariza a organização da educação nacional com base nos princípios presentes na Constituição brasileira. Sendo constituída originalmente em 1961, atualmente vigora a sua terceira versão, formulada em 1996.

Sem perder tempo, vamos iniciar o nosso questionário sobre este assunto tão relevante!

Dada sua devida importância, que tal testar seus conhecimentos sobre a Lei nº 9.394/1996?

Questões sobre a LDB

Vamos lá?

Questão 1: Quando foi criada a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional?

A) Em 20 de dezembro de 1996.

B) Em 20 de dezembro de 1961.

C) Em 22 de setembro de 1988.

D)Em 23 de dezembro de 1990.

Resposta: B

Comentário: Sua primeira edição foi em 1961, seguida pela de 1971 e a versão atual é de 20 de dezembro de 1996.

Questão 2: De acordo com a LDB, qual é a finalidade da educação?

A) Para o pleno desenvolvimento do educando, qualificado-o para o trabalho.

B)Para o pleno desenvolvimento do educando, preparando-o para o exercício da cidadania.

C) Para revisar todo o conteúdo curricular experimentado e pelo aluno em sua vida estudantil.

D) Para o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

Resposta: D

Comentário: Isso é o que Artigo 2º,da LDB declara: “A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.”

Questão 3: A Lei 9.394/96 garante educação obrigatória e gratuita para quais segmentos do ensino?

A) Para a Educação Básica.

B) Para a Educação Superior.

C) Para a pré-escola, ensino fundamental e ensino médio.

D) Para a Nível Médio.

Resposta: C

Comentário: De acordo com a LDB, em seu inciso I, Art. 4º, é dever do Estado garantir educação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade, organizada da seguinte forma: a)pré-escola; b) ensino fundamental; c) ensino médio.

Questão 4: Como é dividido os níveis da educação escolar?

A) Em educação básica, formada pela educação infantil, ensino fundamental e ensino médio e educação superior.

B)Em educação básica, formada pela educação infantil, ensino fundamental e ensino médio.

C)Em educação básica, formada ensino fundamental e ensino médio e educação superior.

D) Em educação básica, formada pela educação infantil, ensino fundamental e ensino médio.

Resposta: A

Cometário: O art. 27, da Lei 9.394/96 determina que a educação escolar é composta pela educação básica, formada pela educação infantil, ensino fundamental e ensino médio e educação superior.

Questão 5: A Lei de Diretrizes e Bases Brasileira determina os níveis da educação escolar. Quais são?

A) Pré-escola e Educação Superior.

B) Em educação básica e educação superior.

C) Educação Fundamental e Ensino médio.

D) Educação Básica e Nível médio.

Resposta: B

ComentárioO art. 27, da Lei 9.394/96 determina que : a educação escolar é composta pela educação básica, formada pela educação infantil, ensino fundamental e ensino médio e educação superior.

Questão 6: Quais são as modalidades de ensino?

A) Educação Básica e Educação Superior.

B) Educação Especial, Educação de Jovens e Adultos e Educação Básica.

C) Educação especial, educação profissional e técnica, educação de jovens, educação à distância e adultos e educação indígena.

D) Educação à distância e Ensino médio.

Resposta: C

Cometário: A LDB ainda divide a educação nacional em modalidades de ensino, sendo elas, Educação especial, educação profissional e técnica, educação de jovens, educação à distância e adultos e educação indígena.

Questão 7: Além da formação geral, qual o objetivo do ensino médio e técnico?

A) Para prepará-lo para o exercício da cidadania.

B) Para para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

C) Para preparar o aluno para o exercício de profissões técnicas.

D)Para proporcionar seu desenvolvimento integral.

Resposta: C

Comentário: O Art. 36-A, da LDB, declara que o ensino médio e técnica, atendida a formação geral do educando, poderá prepará-lo para o exercício de profissões técnicas.

Questão 8: Como é feita a organização do sistema nacional?

A) Todos os entes organizarão, em regime de colaboração, seus respectivos sistema de ensino.

B) A União definirá a organização do sistema de ensino nacional.

C)Cada Secretaria Regional definirá a organização do sistema de ensino municipal.

D) Cada Secretaria Regional definirá a organização do sistema de ensino estadual.

Resposta: A

Comentário: O Art. 8º, da LDB, diz que União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão, em regime de colaboração, os respectivos sistemas de ensino.

Questão 9: Relate qual é a finalidade da educação infantil.

A) Para iniciar a alfabetização.

B) Preparar a criança para a aquisição dos conhecimentos  descritos no currículo escolar.

C) O desenvolvimento integral da criança.

D) Enquadrar a criança no sistema escolar.

Resposta: C

Comentário: A Lei 9.394/96 traz em seu Art. 29 que a “educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança de até 5 (cinco) anos, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade”.

Questão 10: A que se destina o modalidade ensino Educação de Jovens e Adultos?

A) A educação de jovens e adultos será destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos nos ensinos fundamental.

B)A educação de jovens e adultos será destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos nos ensino médio na idade própria.

C) A educação de adultos será destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos nos ensinos fundamental.

D) A educação de jovens e adultos será destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos nos ensinos fundamental e médio na idade própria.

Resposta: D

Comentário: A LBD garante, que a modalidade conhecida como EJA, será destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos nos ensinos fundamental e médio na idade própria e constituirá instrumento para a educação e a aprendizagem ao longo da vida.

Questão 11: O que garante a LDB para os alunos com necessidades especiais?

A) Que sejam atendidos em escolas específicas, que atendem às suas demandas e limitações.

B) Garante a Educação especial, preferencialmente na rede regular de ensino.

C) A Lei nº 9.394/96 não traz garantias para os alunos com necessidades especiais.

D) Garante a obrigatoriedade do Estado custear o ensino em instituições escolares privadas, caso o aluno não encontre escola na rede pública de ensino de acordos com as suas peculiaridades.

Resposta: B

Comentário: Esta Lei fala que educação especial, modalidade de educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação.

Questão 12: Julgue a afirmação a seguir:

Cabe somente a união elaborar Plano Nacional da Educação?

A) Verdadeiro
B) Falso

Resposta: Falso

Cometário: O Plano Nacional da educação é elaborado pela União em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios.

Questão 13: De quem é a responsabilidade de coletar, analisar e disseminar informações sobre a educação?

A) Estados.

B) Da União.

C) Municípios

D) De todos.

Resposta: B

Comentário: A Lei nº 9.394/96 determina que a União tem essa responsabilidade.

Questão 14: Quem está incumbido de assegurar o ensino fundamental e oferecer, com prioridade, o ensino médio a todos?

A) Dos estados.

B) Municípios.

C) União.

D) De todos.

Resposta: A

Comentário: Essa é uma das determinações estabelecidas pela LDB para os estados.

Questão 15: Julgue a afirmação a seguir:

A escola tem a incumbência de, respeitadas as normas comum e as do sistema de ensino, elaborar e executar sua proposta pedagógica?

A) Verdadeiro
B) Falso

Resposta: Verdadeiro

Cometário: A elaboração e execução sua proposta pedagógica é uma das atribuições da escola.

Questão 16: O calendário escolar deverá adequar-se a que peculiaridades?

A) Ás peculiaridades climáticas.

B)Ás peculiaridades econômicas.

C) Ás peculiaridades locais.

D) Todas as respostas.

Resposta: D

Cometário: O calendário tem o respaldo da LDB para adequar-se às “peculiaridades locais, inclusive climáticas e econômicas, a critério do respectivo sistema de ensino, sem com isso reduzir o número de horas letivas previsto nesta Lei”.

Questão 17: Qual é a etapa final do educação básica?

A) educação Superior.

B) Pré- escola.

C) Ensino Fundamental.

D) O ensino médio.

Resposta: D

Comentário: O ensino médio, etapa final da educação básica, com duração mínima de três anos.

Questão 18: A Lei 9.394/96 recomenda que o atendimento na educação especial seja feita de forma?

A) Na rede de ensino regular, sempre em classes separadas que possua serviços especializados.

B) Somente em escolas destinadas ao atendimento de alunos com necessidades especiais.

C)  Somente na rede de ensino regular, independente de suas condições.

D) Em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular.

Resposta: D

Cometário: Isso é o que relata o parágrafo 2º, do artigo 58 da Lei 9.394/96.

Questão 19: Qual é formação requerida para o docente na educação básica?

A) Somente o nível superior em curso de licenciatura plena, para atender a todas os níveis de ensino.

B) O nível médio na modalidade normal.

C) Nível superior, em curso de licenciatura plena,e, como formação mínima a modalidade normal,  oferecida no ensino médio.

D) Curso Superior na modalidade de Mestrado.

Resposta: C

Comentário: O Art. 62 determina que a “formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura plena, admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na educação infantil e nos cinco primeiros anos do ensino fundamental, a oferecida em nível médio, na modalidade normal”.

Questão 20: O ensino superior abrange quais cursos?

A)  Somente o curso de graduação.

B) Curso sequenciais por campo de saber, graduação, pós-graduação, compreendendo mestrado e doutorado, e de extensão.

C) Os cursos de graduação e de pós- graduação.

D) Os cursos de graduação, mestrado e doutorado.

Resposta: B

Comentário: A Lei de Diretrizes e Bases da Educação nacional relaciona estes cursos e programas como parte ensino superior.

Fim das Questões sobre LDB

Espero que vocês tenham gostado do material. Para mais textos como esse continue visitando o nosso site!

Questões sobre Filósofos da Educação

Preparei este questionário sobre Filósofos da Educação. Preparado?

Filósofos da Educação

São muitos os filósofos que contribuíram para a educação. Afinal a filosofia somada a educação se ocupa da reflexão sobre os processos e sistemas educativos, sistematização de métodos didáticos e aos demais temas associados à pedagogia.

Questões sobre Filósofos da Educação

A premissa principal da filosofia e educação é a compreensão das relações entre fenômeno educativo e o funcionamento da sociedade. É de saber de todos que os mais variados pensadores se ocupam dessa mesma ideologia.

Platão acreditava que o talento não era distribuído geneticamente e, portanto deveria ser encontrado em crianças de todas as classes sociais. Os escritos de Platão dizia que a educação elementar deveria ser confinada para a classe guardiã até a idade de 18 anos, seguido de dois anos de treinamento militar compulsório, e depois ensino superior para aqueles que estivessem qualificados.

Immanuel Kant acreditava que a educação se diferencia do treinamento no sentido de que o primeiro envolve o pensamento, no que o último não.

Já a ideia básica do pensamento de John Dewey sobre a educação, está centrada no desenvolvimento da capacidade de raciocínio e espírito crítico do aluno.

Questões sobre Filósofos da Educação

Preparado? Vamos lá!

1. Epistemologia Genética que é entendida como o estudo dos mecanismos do aumento dos conhecimentos, esclarece que as teorias de Piaget:

  • A) Não contribuíram para o desenvolvimento da educação.
  • B) Nada esclareciam devido a sua improbidade.
  • C) Eram vagas e dispersas.
  • D) Têm comprovação em bases científicas.

Resposta: Letra D

Explicação: Têm comprovação em bases científicas. Ou seja, ele não somente descreveu o processo de desenvolvimento da inteligência mas, experimentalmente, comprovou suas teses.

2. As ideias de John Dewey têm grande popularidade durante sua vida e postumamente, então porque a sua adequação à prática sempre foi problemática?

  • A) As suas obras são de difícil leitura.
  • B) A criança era considerada o centro da educação.
  • C) É concretizada em dois tipos de deveres que crianças desenvolvem.
  • D) Pregava a sabedoria para todas as classes sociais e gêneros.

Resposta: Letra A

Explicação: As suas obras são de difícil leitura, ele tem uma tendência para utilizar termos novos e frases complexas que fazem ser extremamente mal entendida, forçando reinterpretações dos textos.

3. Qual filósofo atuou no Brasil, no campo da educação no início e metade do século XX?

  • A) Emília Ferreiro.
  • B) Anísio Teixeira.
  • C) Tomás de Aquino.
  • D) Paulo Freire.

Resposta: Letra B

Explicação: No Brasil, Anísio atuou no campo da educação no início e metade do século XX. Prezava o intelecto, contrapondo seus pensamentos ao ensinamento de memorização.

4. Dewey em seu livro “Democracia e Educação”, sintetiza, critica e amplia a filosofia da educação democrática contidas em quais filósofos:

  • A) Tomás de Aquino e Rousseau.
  • B) Vygotsky e Tomás de Aquino.
  • C) Rousseau e Platão.
  • D) Platão e Vygotsky.

Resposta: Letra C

Explicação: Dewey via que Rousseau se centrava no indivíduo e Platão acentuava a influência da sociedade sobre indivíduo. E contestou esta distinção integrando ambos os conceitos.

5. João Amós Comenius deixou uma obra pedagógica revolucionária e defendia a tese de que:

  • A) As escolas maternais não atribuíam aprendizado algum.
  • B) A educação deve começar pelos sentidos.
  • C) Todos nós trazemos formas e conceitos a priori.
  • D) A educação está centrada no desenvolvimento do raciocínio.

Resposta: Letra B

Explicação: A educação deve começar pelos sentidos, porque as experiências sensoriais obtidas através dos objetos são internalizadas, para mais tarde serem interpretadas pela razão.

6. Ainda falando sobre Comenius a base de seu método didático consistia em compreensão, retenção e práticas e através desses elementos alcançariam às três qualidades:

  • A) Erudição, virtude e ceticismo.
  • B) Erudição, desdoura e pirranismo.
  • C) Erudição, virtude e religião.
  • D) Erudição, obstusidade e ceticismo.

Resposta: Letra C

Explicação: Por meio desses elementos alcançariam as três qualidades: erudição, virtude e religião que corresponde as três faculdades que é preciso ter: intelecto, vontade e memória.

7. São obras de Jan Amos Komensky ou João Amós Comenius, EXCETO:

  • A) O mundo Ilustrado.
  • B) O labirinto do mundo.
  • C) Porta aberta das línguas.
  • D) Os devaneios de um caminhante solitário.

Resposta: Letra D

Explicação: Os devaneios de um caminhante solitário é de um importante filósofo, teórico político e escritor suíço, chamado Jean-Jacques Rousseau.

8. Rousseau destaca em seu livro Emílio, que para compreender a infância o homem:

  • A) Precisa olhar a vida com simplicidade.
  • B) Deve se sacrificar aos caprichos da sociedade.
  • C) Deve se abdicar do desenvolvimento de seu talento.
  • D) Precisa transcender a sociedade.

Resposta: Letra A

Explicação: O homem precisa olhar a vida com simplicidade, porque o adulto sabendo quais são os pensamentos, sentimentos e interesses das crianças, não deve impor os seus.

9. Para Rousseau a primeira fase, até os 5 anos, era como uma fase animal, com o aparecimento do primeiro sentimento de si mesmo, e aos 12 anos é o momento da vida em que:

  • A) Surge a vida social do indivíduo.
  • B) A criança desfruta da vida moral.
  • C) O racional desperta.
  • D) O julgamento impera.

Resposta: Letra C

Explicação: Aos 12 anos, o indivíduo torna-se consciente de si mesmo, é o momento da vida que o racional desperta; sendo um ser isolado, a criança não desfruta ainda da vida moral.

10. Rousseau em sua obra principal “O Contrato Social”, defende que o ser humano:

  • A) Nasce neutro, porém a sociedade o conduz a perfeição.
  • B) Sofre interferência da sociedade, se tornando cada vez melhor.
  • C) Traz biologicamente suas imperfeições de caráter.
  • D) Nasce bom, porém a sociedade o conduz a degeneração.

Resposta: Letra D

Explicação: Nesta obra, Rousseau defende a ideia de que o ser humano nasce bom, porém a sociedade o conduz a degeneração e que a sociedade funciona como pacto social.

11. A obra O Contrato Social, está dividida em quatro livros, o primeiro livro aponta o problema que sempre o preocupou que é:

  • A) O de positivar qual o fundamento legítimo da sociedade política.
  • B) O de indivíduos restringirem seus direitos pelo bem geral.
  • C) Não haver uma ligação entre educação e política.
  • D) A natureza original do ser humano.

Resposta: Letra A

Explicação: Primeiramente, Rousseau investigou porque a sociedade se instituiu. Uma frase que o resume bem: “o homem nasce livre, mas se encontra a ferros por toda a parte”.

12. Johann Heinrich Pestalozzi é correto afirmar que foi:

  • A) O primeiro a dizer que religião era apenas um dogma.
  • B) O primeiro a fundamentar a educação no desenvolvimento orgânico.
  • C) Quem desenvolveu a concepção transcendentalista.
  • D) Um crítico da Escola Nova.

Resposta: Letra B

Explicação: Foi o primeiro a tentar fundamentar a educação no desenvolvimento orgânico mais que a transmissão de ideias.

13. No livro “Minhas indagações sobre a marcha da natureza no desenvolvimento da espécie humana”, Pestalozzi contempla a teoria dos três estados de desenvolvimento moral, o primeiro é:

  • A) Estado Ético
  • B) Estado Natural
  • C) Estado Social
  • D) Estado Moral

Resposta: Letra B

Explicação: O primeiro é o Estado Natural – O homem nesse estado é filho puro do instinto, que o conduz simples e inocentemente para todos os gozos dos sentidos.

14. No Estado Social, Pestalozzi explica que o homem entra na sociedade e no estado de cidadania para tornar a sua vida mais alegre, então pode-se dizer que o direito social:

  • A) Exige dos homens racionalidade e moral.
  • B) Pode exigir aos homens a moral, mesmo que este não o seja.
  • C) Não é um direito moral, e sim uma modificação do direito animal.
  • D) Pode exigir ao homem, a moralidade.

Resposta: Letra C

Explicação: Não é um direito moral, mas uma modificação do direito animal. O poder só pode exigir do homem que seja um homem social, mas não pode exigir que ele seja um homem moral.

15. Para Pestalozzi propriedade, lucro, profissão, autoridade, leis são meios artificiais para:

  • A) Impor condições benéficas ao indivíduo.
  • B) Manter a ordem e evitar maiores desigualdades.
  • C) Satisfazerem o ego do homem gerado pela sociedade.
  • D) Satisfazerem a natureza animal pela escassez de liberdade animal.

Resposta: Letra D

Explicação: Satisfazerem a natureza animal pela escassez de liberdade animal. Porque a simples satisfação é a cita do estado natural e a esperança é a cota do estado social.

16. O grande mérito de Dewey foi ser um dos primeiros a enxergar a capacidade de pensar dos alunos, o princípio é que os alunos aprendem melhor:

  • A) Realizando e praticando tarefas associadas à conteúdos ensinados.
  • B) Memorizando e decorando os conteúdos ensinados.
  • C) Com a teoria e avaliações orais.
  • D) Com o desenvolvimento analógico.

Resposta: Letra A

Explicação: Aprendem melhor realizando, na prática, tarefas associadas aos conteúdos ensinados. Passam a ser valorizadas no currículo, atividades manuais e criativas.

17. Anísio Teixeira foi aos EUA, em 1927, travou conhecimento por meio do filósofo Dewey, no qual:

  • A) Se influenciou e acabou por tornar a escola mais rígida.
  • B) Influenciou muito seu pensamento.
  • C) Discordou veemente a ponto de instituir leis contrárias.
  • D) Aprendeu a ser centralista.

Resposta: Letra B

Explicação: Explicação: Em 1927, foi aos Estados Unidos, onde travou conhecimento com as ideias do filósofo e pedagogo John Dewey, que muito iriam influenciar seu pensamento.

18. Anísio Teixeira defendia que a educação deveria:

  • A) Ser tradicionalista.
  • B) Centralizada no indivíduo sobre a sociedade.
  • C) Viver em mudança permanente, sempre se reconstruindo.
  • D) Estagnada, uma vez que renda bons resultados.

Resposta: Letra C

Explicação: Anísio defendia que a educação precisava viver uma mudança permanente, sempre se reconstruindo. Considerava a educação uma forma constante de reconstruir as experiências.

19. As principais obras de Anísio Teixeira são, EXCETO:

  • A) Aspectos Americanos de Educação.
  • B) A Educação e a Crise Brasileira.
  • C) Educação e o Mundo Moderno.
  • D) Educação como prática da liberdade.

Resposta: Letra D

Explicação: O livro “Educação como prática da liberdade”, foi o primeiro de Paulo Freire, em 1967.

20. Paulo Freire delineou uma pedagogia relacionada com a visão do terceiro mundo e das classes oprimidas na tentativa de conscientiza-las politicamente. As suas maiores contribuições foram:

  • A) Na educação popular para alfabetizar e conscientizar jovens.
  • B) Na educação privada para alfabetizar e conscientizar jovens.
  • C) Na educação linear, priorizando a política.
  • D) Na educação superior.

Resposta: Letra A

Explicação: As suas maiores contribuições foram no campo da educação popular para a alfabetização e a conscientização política de jovens e adultos operários.

FIM das questões sobre filósofos da educação

Bom, terminando aqui a fase de questões sobre os filósofos da educação. Já estou pensando em uma parte 2, mas antes quero saber o que vocês acharam. Comentem!

Questões sobre Paulo Freire

Você sabe tudo sobre Paulo Freire? Faça estas questões e comprove!

Quem foi Paulo Freire?

Paulo Reglus Neves Freire nasceu em Recife, no dia 19 de setembro de 1921, foi um educador, pedagogo e filósofo. Ele é um dos pensadores mais notáveis na história da pedagogia Mundial, que influenciou o movimento chamado pedagogia crítica. Em se tratando dele, não podemos deixar de mencionar que ele é o Patrono da Educação Brasileira.

Questões sobre Paulo Freire

Houve um período em sua vida que o levou a se preocupar com os mais pobres, e foi essa experiência que o ajudou a construir um método revolucionário de alfabetização.

O seu talento como escritor o ajudou a conquistar um amplo público de pedagogos, cientistas sociais, teólogos e militantes políticos, quase sempre ligados a partidos de esquerda.

Paulo Freire defendia que a educação permite aos oprimidos resgataram o seu senso de humanidade e, assim superar a sua condição.  Freire também  acreditava e afirmava com sabedoria que a educação é um ato político que não pode ser divorciada da pedagogia. Ele propôs o método de alfabetização dialético que se diferenciou do “vanguardismo” dos intelectuais de esquerda tradicionais e sempre defendeu o diálogo com os mais simples.

Questões sobre Paulo Freire

Vamos para as questões sobre Paulo Freire?

1. O método popularmente conhecido como Método Paulo Freire, desenvolvido na década de 1960 como estratégia para alfabetização de alunos, possui fundamentação:

  • A) Interacionista do desenvolvimento.
  • B) Transcendental que deduz que todos trazemos conceitos a priori.
  • C) Humanista que vislumbra na educação um ato criador.
  • D) No processo de internalização na transmissão do conhecimento.

Resposta: Letra C

Explicação: Possui fundamentação humanista que vislumbra na educação um ato criador, a medida em que proporciona ao indivíduo autonomia, consciência crítica e capacidade de decisão.

2. Os princípios éticos-metodológicos da teoria de Paulo Freire eram constituídos com base no:

  • A) Comodismo, ou seja, o homem é responsável por sair da menoridade.
  • B) Sociedade justa que subordina o indivíduo para melhor servi-lo.
  • C) Respeito pelo educando e na conquista de autonomia.
  • D) Poder de autoridade do docente sob o educando.

Resposta: Letra C

Explicação: No respeito pelo educando e na conquista da autonomia, tendo o dialogicidade como fio condutor do processo de ensino-aprendizagem.

3. Na visão de Paulo Freire a educação deve ser capaz de promover a autoconfiança e toda ação educativa deve ser:

  • A) Um ato contínuo de recriação e de resignificação de significados.
  • B) Um ato de preservação de significados.
  • C) Restrita ao modelo de escola tradicional.
  • D) Uma determinante fonte de relativismo conceitual.

Resposta: Letra A

Explicação: Um ato contínuo de recriação e de resignificação de significados enquanto condição de possibilidade para uma educação conscientizadora e libertadora.

4. Paulo Freire foi um grande aliado dos professores, defendia que o professor deveria:

  • A) Se ater ao ensino.
  • B) Ser valorizado em todos os sentidos.
  • C) Ser rigoroso e tradicionalista.
  • D) Criar estratégias para o ensino.

Resposta: letra B

Explicação: Ser valorizado em todos os sentidos, pois ele é fundamental para a construção de uma sociedade que pretende atingir uma educação de qualidade.

5. Paulo Freire escreveu várias obras que são amplamente utilizadas e citadas em trabalhos acadêmicos e por estudos pedagógicos no mundo. A mais conhecida é “Pedagogia do Oprimido” que destaca:

  • A) Que o conceito de soberania seria a vontade geral.
  • B) Que todos devem estar sob a vontade geral.
  • C) Que cada um tem a educação que deseja.
  • D) Que a educação é o caminho para o despertar da visão crítica.

Resposta: Letra D

Explicação: O fato de a educação ser o caminho para o despertar da visão crítica e a formação de sujeitos que busquem mudar sua realidade.

6. Conhecido principalmente pelo método de alfabetização de adultos que leva seu nome, ele desenvolveu um pensamento pedagógico assumidamente político e preconizava que:

  • A) O maior objetivo da educação é conscientizar o aluno.
  • B) A sociedade não tem objetivo estabelecido, é auto determinante.
  • C) A liberdade do homem garante os direitos e predomina o consenso.
  • D) As formas de governo são democracia, aristocracia e monarquia.

Resposta: Letra A

Explicação: O objetivo maior da educação é conscientizar o aluno. Isso fará às parcelas desfavorecidas da sociedade, entenderão sua situação e agirão para a própria libertação.

7. Para Freire o profissional da educação deve:

  • A) Saber que ninguém ensina nada a ninguém.
  • B) Levar os alunos a conhecer conteúdos, não como verdade absoluta.
  • C) Facilitar as condições para o auto aprendizado.
  • D) Renunciar a exercer autoridade.

Resposta: Letra B

Explicação: Segundo o pensador pernambucano, o profissional de educação deve levar os alunos a conhecer conteúdos, mas não como verdade absoluta.

8. O método Paulo Freire não visa apenas tornar mais rápido e acessível o aprendizado, mas pretende:

  • A) Refletir na necessidade de formação rigorosa.
  • B) Que a alfabetização conserve a realidade dos desfavorecidos.
  • C) Habilitar o aluno a “ler o mundo”, expressão famosa do educador.
  • D) Formar adultos com diplomas e certificados.

Resposta: Letra C

Explicação: C Habilitar o aluno a “ler o mundo”, na expressão famosa do educador. “Trata-se de aprender a ler a realidade para em seguida poder reescrever essa realidade”.

9.A teoria do educador, pedagogo e filósofo distinguem-se em três momentos claros de aprendizagem, qual seria o primeiro?

  • A) Em que o educador se inteira daquilo que o aluno conhece.
  • B) Em que investiga como e porque a sociedade se instituiu.
  • C) Se baseia no estudo das condições e limites do poder soberano.
  • D) Um estudo de sufrágios, assembleias e órgãos governamentais.

Resposta: Letra  A

Explicação: Em que o educador se inteira daquilo que o aluno conhece, não para poder avançar no ensino de conteúdos mas para trazer a cultura do educando para a sala de aula.

10. O segundo momento é o que permite que o aluno construa o caminho do senso comum para:

  • A) Uma visão neoliberalista.
  • B) Uma visão crítica da realidade.
  • C) Uma visão tradicionalista.
  • D) Uma visão do indivíduo sobre a sociedade.

Resposta: Letra B

Explicação: Uma visão crítica da realidade. É momento de exploração das questões relativas aos temas em discussão.

11. No livro Pedagogia da Autonomia, Freire se baseou em:

  • A) Em ideias de um professor com raízes tradicionais.
  • B) Em ideias progressistas de ensino.
  • C) Em ideias neoliberalistas de ensino.
  • D) Na globalização pedagógica.

Resposta: Letra B

Explicação: Em ideias progressistas de ensino, isto é, levando em conta, principalmente, o conhecimento do aluno em diálogo com a disciplina.

12. O eixo norteador da prática pedagógica de Paulo Freire, defendia que:

  • A) Que os seres que se adaptam não se tornam objetos da sociedade.
  • B) Liberdade dos professores e alunos na construção do conhecimento.
  • C) O educando deve levar adiante aquilo que absorveu do professor.
  • D) Formar é muito mais que formar o ser humano em suas destrezas.

Resposta: Letra  D

Explicação: Formar é muito mais que formar o ser humano em suas destrezas, ressaltando à formação ética dos educadores para estimularem os alunos a uma reflexão crítica da realidade.

13. Freire criticava a visão fatalista, porque acreditava que:

  • A) Significa enxergar o destino como irrevogável.
  • B) Os seres que se adaptam, se adequam melhor a sociedade.
  • C) A possibilidade de mudança seria disseminada.
  • D) Dessa forma a população enfrentaria menos problemas.

Resposta: Letra A

Explicação: Que significa enxergar o destino como irrevogável, e apenas esperar o futuro acontecer, sem qualquer possibilidade de mudança através da capacidade crítica que possuímos.

14. Para o encorajamento de seres críticos, dentro do espaço escolar, é fundamental ao educador adentrar-se sem contradizer o partidarismo político. Por isso, a prática educativa consiste em:

  • A) Politizar e formar pessoas capazes de se adequar à sociedade.
  • B) Politizar levando ao aluno o partidarismo político que acredita.
  • C) Politizar ressaltando a sociedade.
  • D) Politizar sem ser indiferente a diversos olhares da realidade.

Resposta: Letra D

Explicação: Politizar e nunca ser indiferente a diversos olhares sobre a realidade e possuir esperanças na melhora da real situação da educação brasileira.

15. Na visão de Freire, nem sempre a sociedade adota os aspectos primordiais que são: simplicidade, humanismo, ética e esperança, já que o capitalismo leva a sociedade a:

  • A) Uma tradição partidária.
  • B) Um separatismo lógico.
  • C) Um comunismo exacerbado.
  • D) Uma alienação individualista.

Resposta: Letra C

Explicação: Na sua visão, o capitalismo leva a sociedade a um comunismo exacerbado e a uma alienação coletiva, através, principalmente, dos veículos de comunicação de massa.

16. Freire acredita que com a globalização, os valores morais e éticos estão perdendo o seu respeito, e ainda afirma que a ética passou a agir a favor:

  • A) Das técnicas de ensino-aprendizado.
  • B) Da maioria da população.
  • C) Dos interesses humanos de convívio, respeito e justiça.
  • D) Dos interesses da economia e do lucro gerado por ela.

Resposta: Letra D

Explicação: A favor dos interesses da economia e do lucro que dela é gerado e não favorecendo os interesses humanos de convívio, respeito e justiça.

17. Paulo Freire defende uma pedagogia fundamentada na ética, no respeito e na dignidade, com isso:

  • A) A técnicas de ensino ultrapassadas.
  • B) A conexão com o contexto social e econômico.
  • C) A técnicas de ensino moderno.
  • D) Aos interesses geopolíticos e econômicos.

Resposta: Letra A

Explicação: Em particular a técnicas de ensino ultrapassadas e sem conexão com o contexto social e econômico do aluno.

18. Paulo Freire defende uma pedagogia fundada na ética, no respeito e na dignidade, com isso:

  • A) Concorda com as formas de ensino tradicionais.
  • B) Defende o educador autoritário.
  • C) Questiona a função do educador autoritário e conservador.

D) Enfatiza que a curiosidade dos educandos é um aspecto negativo.

Resposta: Letra C

Explicação: Questiona a função de educador autoritário e conservador, que não permite a participação dos educandos, suas curiosidades e as suas vivências.

19. Para Paulo Freire ensinar não é transferir conhecimento, senso assim pode-se afirmar, EXCETO:

  • A) Educar é respeitar a autonomia e a identidade do educando.
  • B) Educar é também respeitar as diferenças sem discriminação.
  • C) Qualquer forma de discriminação deve ser rejeitada.
  • D) Não há necessidade de escolhas para alcançar os objetivos.

Resposta: Letra D

Explicação: Que há necessidade de decisão, ruptura e escolhas para alcançar os objetivos.

20. Paulo Freire cita que o desemprego no mundo não é uma fatalidade como muitos querem que acreditemos e sim:

  • A) O resultado de uma educação moderna.
  • B) O resultado de uma globalização da economia e avanço tecnológico.
  • C) A pedagogia que estimula a decisão e responsabilidade.
  • D) A pedagogia é centrada em experiências de incentivo a reflexão.

Resposta: Letra B

Explicação: O resultado de uma globalização da economia e de avanços tecnológicos, deixando de ser algo a serviço e bem estar do homem.

Fim das questões sobre Paulo Freire!

Então pessoal, espero que vocês tenham gostado! Comentem e compartilhem!

Questões sobre plano de aula

vocês sabem tudo sobre um plano de aula? Então vamos testar?

O que não pode faltar em um plano de aula?

O plano de aula é a modalidade planejamento que mais dialoga com o currículo real da sala de aula, porém alguns profissionais da educação julgam desnecessário o plano de aula, sendo assim o substitui por de livros didáticos, atividades aleatórias ou pequenas notas. E por mais que isso seja deveras comum, o plano de aula denota a capacitação que o profissional tem.

Questões sobre plano de aula

O plano de aula pode ser caracterizado pela descrição específica de tudo o que o professor realizará em classe durante as aulas de um período específico. Na elaboração de um plano de aula devem ser considerados vários pontos e critérios que juntos especificam os objetivos finais que os professores almejam alcançar no decorrer da aula.

Em suma, o plano de aula é um documento no qual o educador registra o tema da aula, o objetivo, a metodologia que será usada, as referências bibliográficas, como ele aplicará as avaliações dos alunos e outras informações essenciais. Esse  documento pode determinar se a aula será boa ou ruim.

Questões sobre plano de aula

Vamos lá?

1. Para fazer um bom plano de aula, o primeiro passo é refletir sobre algumas questões, EXCETO:

  • A) “Como posso dificultar as avaliações?”
  • B) “Quem é o meu público? “
  • C) “Qual é a minha intenção com essas aulas?”
  • D) “Qual é o meu objetivo?”

Resposta: Letra A

Explicação: Refletindo sobre essas questões você sempre mantém em mente o que quer e o trabalho de elaboração do plano fica muito mais fácil, obedecendo a ética e os valores morais.

2. Existem alguns dados necessários a todos os planos de aula, em alguns casos é necessário os dados de identificação para efeito de organização, apos estes devemos começar por:

  • A) Avaliação
  • B) Tema e Objetivo
  • C) Referências
  • D) Cronograma

Resposta: Letra B

Explicação: Um plano de aula sempre começa definindo o tema da aula e traçando os objetivos.

3. Há uma batalha travada entre pedagogos, afinal alguns preferem chamar os objetivos específicos de projeção de finalidades, e claro que não altera a escrita do mesmo, que deve:

  • A) Colocar todos os recursos que serão necessários para o ensino.
  • B) Apresentar ao aluno para ajudar no aprendizado.
  • C) Começar por um verbo no infinitivo e devem ter um “para quê”.
  • D) Mencionar qual método irá utilizar.

Resposta: Letra C

Explicação: Começar por um verbo no infinitivo e, como regra geral, devem ter um “para que”, ou seja, a frase deve ser composta por duas sentenças.

4. Os objetivos descritos devem obrigatoriamente ter as seguintes características:

  • A) Ser realistas, viáveis e específicos.
  • B) Ser relativos, viáveis e abstratos.
  • C) Ser realistas, quiméricos e específicos.
  • D) Ser relativos, quiméricos e abstratos.

Resposta: Letra A

Explicação: É preciso pensar na realidade dos alunos, no que é possível alcançar na prática, ser viável dentro da realidade e devem dizer o que deve ser alcançado no fim da aula.

5. Apesar do conteúdo ser desenvolvido separado dos objetivos, a elaboração deve ser articulada com os objetivos, os conteúdos que precisam ser memorizadas são os:

  • A) Conceituais
  • B) Factuais
  • C) Procedimentais
  • D) Atitudinais

Resposta: Letra B

Explicação: São conteúdos com estratégias de aprendizagem simples (memorização por repetição). O tempo dedicado a este conteúdo será de curta duração e diferente para alguns alunos.

6. O ensino dos conteúdos conceituais não se dão de forma mecânica e por repetição verbal, e sim colocando o aluno diante de experiências ou situações que:

  • A) Consistem na execução compreensiva e repetições contextualizadas.
  • B) Que potencializam a atividade cognoscitiva.
  • C) Materializa-se numa perspectiva educacional dialógica.
  • D) O sujeito utiliza para estabelecer relações.

Resposta: Letra B

Explicação: Que potencializam a atividade cognoscitiva ou que lhe permita compreender os conceitos e princípios em pauta.

7. A metodologia de ensino é uma parte crucial para o bom relacionamento com os alunos e para mantê-los atentos e interessados, sendo assim a metodologia deve:

  • A) Ser pensada para manter o aluno focado e alcançar o objetivo.
  • B) Ser pensada com um objetivo de passar o conteúdo.
  • C) Ser objetiva.
  • D) Obedecer a regra geral de teoria e responder questões.

Resposta: Letra A

Explicação: Ser pensada para manter o aluno focado e alcançar o objetivo. Por exemplo: Uma aula expositiva pode não funcionar muito bem para assuntos muito complexos, pois o aluno pode ficar confuso.

8. Quando o conteúdo programado para a aula não é possível de ser passado em apenas uma hora de aula, especialmente se for algo muito complicado, será necessário fazer:

  • A) Uma entrada de rigorosa resumindo o conteúdo.
  • B) Exercícios de fixação para que os alunos resolvam.
  • C) Um cronograma dizendo o tempo necessário para alcançar objetivos.
  • D) O uso dos recursos didáticos para cumprir a sua metodologia.

Resposta: Letra C

Explicação: Um cronograma especificando quanto tempo será necessário para o alcance dos objetivos. Uma boa dica é manter o seu plano de aulas bem conciso e fazer aulas mais curtas.

9. Após o cronograma é imprescindível fazer uma lista de temas e assuntos estudados durante a aula, que são chamados de:

  • A) Referências.
  • B) Recursos didáticos.
  • C) Exercícios de fixação.
  • D) Conteúdo Programático.

Resposta: Letra D

Explicação: Após o cronograma, é hora de escrever a lista de Tópicos do Conhecimento ou Conteúdo Programático que refere-se a fatos, conceitos e princípios, procedimentos, atitudes.

10. A metodologia do plano de aula pode ser definida como:

  • A) O que vai ser utilizado para realizar o plano de aula.
  • B) Compreensão, identificação e conclusão do conteúdo.
  • C) O rendimento sobre o aprendizado da turma.
  • D) O conjunto de métodos e técnicas aplicadas para atingir objetivo.

Resposta: Letra D

Explicação: Metodologia é o conjunto de métodos e técnicas aplicadas para um determinado fim. É o caminho percorrido, a maneira utilizada para atingir o objetivo.

11. No plano de aula não pode faltar a metodologia que deve conter um elemento utilizado para provocar a aprendizagem de conteúdo chamado de:

  • A) Elemento Denotador.
  • B) Elemento Enfastio.
  • C)Elemento de Inação.
  • D) Sensaboria

Resposta: Letra A

Explicação: Motivação, provocação ou elemento detonador: trata-se do elemento utilizado para provocar a aprendizagem de determinado conteúdo. Pode ser uma cena, música, imagem, etc.

12. Como fazer a avaliação de aprendizagem?

  • A) Elaborando exercícios de revisão.
  • B) Aplicando textos.
  • C) Através da observação das respostas do grupo.
  • D) Fazendo círculos de debate e estudo.

Resposta: Letra C

Explicação: Através da observação das respostas do grupo; perguntas orais a respeito da aula. Este é apenas um exemplo, é claro que você pode elaborar a sua estratégia a sua maneira.

13. É considerado recursos e materiais necessários, EXCETO:

  • A) Datashow
  • B) Vídeos
  • C) Conteúdo programático
  • D) Textos impressos.

Resposta: Letra C

Explicação: São materiais necessários para desenvolver a aula: textos impressos, Datashow, Internet, áudios, vídeos, fotografias ou outras imagens, jogos, etc.

14. A função da avaliação escolar é uma ação educativa intencional e pode-se dizer que:

  • A) Denota rigor e cerceia a criatividade.
  • B) É a retração do comportamento do indivíduo.
  • C) É a criação de objetivos.
  • D) É um conjunto de objetivos a serem alcançados.

Resposta: Letra D

Explicação: A função da avaliação é um conjunto de objetivos a serem alcançados e, sabe-se que a avaliação é parte crucial do processo de ensino.

15. Ao preparar um plano de aula é fundamental que o educador esteja ciente que a aprendizagem apresenta três funções, tendo em vista que a função diagnóstica é a responsável por:

  • A) Proporcionar retroalimentação para o professor e para o aluno.
  • B) Sondar os conhecimentos e experiências já disponíveis do aluno.
  • C) Oferecer subsídio de informação de desempenho do aluno.
  • D) Conquistar o conhecimento.

Resposta: Letra B

Explicação: Sondar os conhecimentos e experiências já disponíveis do aluno, bem como a experiência de pré-requisitos necessários à aquisição de novo saber.

16. A base da avaliação é a participação do aluno em todas as etapas do trabalho, sendo assim o conceito de “nota” pode ser composto pelo ato de:

  • A) Fornecer dados e informações relevantes.
  • B) Avaliar obrigatoriamente por meio de textos.
  • C) Construir o processo de pré-requisitos de informações.
  • D) Avaliar o empenho, elaborar trabalhos e participar de discussões.

Resposta: Letra D

Explicação: Avaliar o empenho na busca e seleção de informações, participar de discussões e elaborar e executar o trabalho final.

17. O perfil de um bom plano de aula deve ser, EXCETO:

  • A) Claro e simples, sem aspectos indefinidos, mas ser compreensível.
  • B) Concatenado, iniciar pelo passado/presente, projetando o futuro.
  • C) Integracionista, desconsiderando todos os fatores concorrentes.
  • D) Funcional, ter todos os elementos para sua efetiva execução.

Resposta: Letra C

Explicação: Integracionista, considerando todos os fatores concorrentes e capazes de colaborar com melhor aproveitamento do recurso.

18. É conveniente que o plano de aula seja realista, porque:

  • A) É adequado à disponibilidade das potencialidades humanas.
  • B) Indefere sobre a disposição de recursos financeiros econômico.
  • C) Se adequa à tecnologia independente da condição financeira.
  • D) Tem consistência sem a flexibilidade social.

Resposta: Letra A

Explicação: É adequado à disponibilidade concreta das potencialidades humanas, à tecnologia e aos recursos econômicos e financeiros.

19. Uma das funções exercidas pela aprendizagem é a função somativa que visa:

  • A) Proporciona o feedback durante o processo de ensino-aprendizagem.
  • B) Saber executar com maestria aquilo que foi designado.
  • C) Conquistar habilidades específicas.
  • D) Proporcionar uma medida sobre o desempenho do aluno.

Resposta: Letra D

Explicação: Proporcionar uma medida poderá ser expressa em nota ou conceito sobre o desempenho do aluno.

20. No plano de aula o componente curricular compõe a matriz curricular de um determinado curso, é obrigatória a sua inclusão com a carga horária a fim de que:

  • A) Limite a dispersão temática.
  • B) O curso tenha eficiência e validade.
  • C) O curso seja valorizado.
  • D) Propague estudos de diferentes enfoques.

Resposta: Letra B

É obrigatória sua inclusão com a carga horária determinada na matriz, a fim de que o curso de eficiência e validade.

Fim das questões sobre como ter um belo pleno de aula, espero que vocês tenham gostado. curtam e compartilhem!

Como a gameficação pode ajudar minhas aulas?

Você já ouviu falar em Gameficação de aulas?

Como a gameficação pode ajudar minhas aulas (e como aplicar)?

Vou logo avisando que este é, dentre os temas atuais da educação, o meu predileto. Acontece que fazer com que as aulas sejam interessantes e cativar o interesse dos alunos tem sido o maior dos desafios para os profissionais da educação, e apesar dos mesmos estarem totalmente qualificados para exercer tal função, ter a atenção dos alunos nas salas de aulas não é tão fácil quanto parece, o que ao meu ver, faz da gameficação o nosso maior aliado na construção de uma relação docente-discente proveitosa!

gameficação
Como a gameficação pode ajudar minhas aulas (e como aplicar)?

Por isso atualmente vários profissionais tem buscado outros meios para trabalhar nas salas de aulas, geralmente os professores buscam por atividades novas para animar os alunos. No entanto atualmente uma alternativa bem agradável para melhorar o aprendizado nas salas de aula seja de fato engajar os alunos é trabalhar atividades competitivas, com pontuações, objetivos, times e tudo o que oriunda do meio dos jogos e games. Ou seja, tomando uma banho de gamification.

Tendo como principal objetivo fazer com que os alunos interajam melhor nas salas de aula, a gamificação contribui no incentivo dos alunos, despertando neles o desejo pelo estudo, contribuindo para o engajamento entre os alunos através de práticas simples que reforçam as relações de cooperação e absorvem elementos de estímulo antes utilizados pela psicologia dos games.

Atualmente os processos de gamificação têm sido feito por meios de eletrônicos como, por exemplo, computadores Tablets, e smartphones que são os preferidos pelos os alunos. Um ótimo exemplo disso são os aplicativos educacionais, como o Duolingo, que oferece medalhas, pontos e corações para os alunos que realizam mais atividades de sintaxe com o idioma estrangeiro. Isso não desliga as atividades de sala de aula, que pouco a pouco vão se modificando para se tornarem elementos contantes na prática pedagógica.

Sei que está prolixo, mas como que a técnica ajuda no aprendizado?

A maior vantagem em se trabalhar a gamificação nas salas de aula é que os alunos absorvem melhor os conteúdos quando eles são apresentados através de jogos, ou seja, uma experiência prática constante que envolve feedbacks e interações com os alunos na medida em que aprendem o conteúdo. Um exemplo fora de sala são os games eletrônicos, onde é possível encontrar jogos em formato de quis que traz perguntas educacionais onde os alunos tem que responder de forma correta, ou esquemas para que ele faça, de maneira que ela se sinta desafiado, tente realizar o esquema, mas caso erre, corrija rapidamente para ganhar os pontos. Isso além de exercitar a mente do aluno, ainda auxilia para que ele tenha maior interesse pelas as aulas.

E então, como aplicar a gamificação?

Como toda técnica, a gamification também tem uma maneira certa de ser aplicado para que dele sejam colhidos resultados positivos. Há duas maneiras de apresentar os jogos aos alunos. Os professores podem buscar softwares já existentes ou mesmo criar seus próprios jogos baseados no perfil de sua turma, personalizando ainda mais a experiência. Montar jogos que não sejam digitais é uma opção que deve ser levada em conta, principalmente para escolas públicas que muitas vezes não têm acesso a tecnologia.

Para desenvolver ou escolher um jogo é preciso ter algumas coisas em mente. Primeiramente, determine o objetivo que você deseja atingir com o jogo, que pode ser o desenvolvimento a habilidade que o professor julgar importante para sua turma.

Monte um regulamento e também como funciona o jogo. O ideal é que seja uma atividade para ser jogada em times, isso estimula o coletivo nas crianças. Segundo é que essa atividade deve estar 100% ligada ao seu conteúdo, de maneira que o aluno tenha que utilizar os conhecimentos aprendidos de maneira espontânea para poder evoluir. Depois basta aplicar durante as aulas.

É importante que os professores fiquem atentos ao desenvolvimento das crianças durante as atividades. Apesar do clima de brincadeira, a atividade continua sendo educativa e deve avaliar o desempenho dos alunos.

O que posso fazer para evitar o Bullying?

Vamos falar de Bullying?

O Bullying no Brasil

Embora para eles aparente mera brincadeira, “zoeira”, “pilha”, bullying é uma forma de VIOLÊNCIA segundo a qual especialistas afirmam ser o tipo de violência que mais cresce no mundo. Segundo a Revista Nova Escola o bullying se caracteriza por “agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas” e ocorre principalmente entre crianças e adolescentes nos 9 aos 14 anos como podemos analisar no gráfico a seguir:

gráfico

Derivado do termo “Bully” da gíria que em inglês quer dizer “valentão”, pode ser percebido desde o contexto familiar a vida adulta dentro das universidades podendo ocasionar doenças psicossomáticas e até afetar a personalidade ou o emocional levando a tragédias que altamente vem sendo documentadas nas mídias.

tirania do valentão - capa da veja sobre o bullying

O papel do educador no combate ao Bullying

Bom, nestas circunstâncias nosso papel como educadores é não tomar que o bullying só é um problema da “escola para dentro” e muito menos de que somente é dever do professor influenciar na formação do caráter social dos alunos dentro dos centros de ensino, pois cabe a todos os envolvidos com cada aluno desde a direção ao professor o envolvimento do moldar o “ser social” de cada um dos indivíduos. Todos nós estamos diretamente envolvidos na educação dos alunos. Não cabe a nós educadores apontarmos ou excluirmos aqueles que praticam o bullying, pois atrás de um grande valentão, deverá existir uma grande história de medo, dor, dúvidas, rejeições e violência!

Aqui separamos algumas soluções simples e bem lembradas pelo pessoal do “Questão de Classe”, mas que no cotidiano escolar pode acabar nos escapando e que podem prevenir situações desta agressão:

Como evitar o Bullying?

–  “Estabelecer regras simples e claras de respeito entre os alunos. Eu respeito todos os meus alunos, portanto eles também naturalmente me respeitam. Piadinhas tendo como alvo um aluno específico (ainda mais se forem frequentes) não são toleradas e se acontecerem com certa frequência, pedir aos envolvidos que fiquem em uma conversa após a aula para entendermos o que está acontecendo”;

– “Manter o diálogo com os alunos, mostrar-se interessado em suas conquistas e problemas, mostrar-se sempre aberto ao diálogo também pode fazer com que um aluno com esse tipo de problema o exponha para você”; – “Observar também é muito importante. Eu tenho por hábito não só observá-los enquanto estão dentro da classe, mas quando termina a aula espero que saiam. (…)Em caso de suspeitas desço as escadas e observo enquanto se afastam. Qualquer anormalidade é logo anotada para depois de forma casual e com naturalidade indagar sobre o caso com o aluno na primeira oportunidade”;

– “Conversar com oprimido e opressor é importante, pois não é apenas quem sofre bullying que precisa de ajuda. Quem o pratica geralmente também tem outros problemas emocionais ou sociais e também precisa de suporte. Acima de tudo seja discreto e não transforme um caso ameno de bullying num caso de estado. E não subestime os casos mais graves, peça ajuda assim que se delinearem, antes que as coisas saiam do controle e os danos causados sejam mais graves do que uma simples conversa possa resolver”;

Você pode acessar mais dicas e conhecer um pouco mais sobre o assunto acessando o link direto do site em https://questaodeclasse.wordpress.com/! Também é interessante se apoiar em programas de campanhas contra o bullying como apresentadas no “Cartoon Network” e que agregam com maior facilidade no gosto da garotada!

Como incluir o aluno deficiente com o uso das tecnologias assistivas?

Olá pessoal, tudo bem?  Hoje vamos falar sobre adaptação educacional e tecnologias assistivas, nosso segundo texto da série Educação Especial, sugerida e apoiada pela faculdade Prominas Online, que oferece cursos de alta qualidade de Pós Graduação e Especialização em Educação.

É do cotidiano ler e ouvir em diferentes círculos sobre a importância da inclusão social de pessoas com deficiência, essa é uma realidade fechada, mas a questão que quero abordar neste texto, é justamente sobre o processo e como devemos atender esses alunos, quero tratar sobre as tecnologias assistivas, e para isso, antes de tudo, precisamos responder uma questão:

Adaptação educacional para inclusão do aluno deficiente: realidade ou mito?

Desde 1999, quando o Decreto de No 3.298 determinou em seu Artigo 29o que “As escolas e instituições de educação profissional oferecerão, se necessário, serviços de apoio especializado para atender às peculiaridades da pessoa portadora de deficiência, tais como: I –  adaptação dos recursos instrucionais (…); II – capacitação dos recursos humanos (…); e III – adequação dos recursos físicos (…)” esse assunto é, nos grandes círculos educacionais, foco de discussões, programas e iniciativas diversas.

Adaptação educacional para inclusão do aluno deficienteNo entanto, por mais que os artigos publicados na mídia escrita, televisiva ou digital sejam muitos, a maioria é, infelizmente, bastante superficial. O que significa, na realidade, adaptar recursos institucionais, adequar recursos físicos e capacitar recursos humanos?

A maior parte dos cursos de pedagogia, adaptação pedagógica e licenciaturas tocam tão superficialmente quanto a mídia os detalhes técnicos envolvidos na real adaptação de uma escola, seus recursos físicos, material didático e pessoal às necessidades de alunos portadores de deficiência – de qualquer idade.

É comum, nos cursos para formação de professores, encontrar módulos que discutem o deficiente visual e suas necessidades, incluindo o fornecimento de material em Braille e dicas sobre como facilitar o deslocamento e inclusão da criança cega. No entanto, dados da Fundação Regina Cunha e do Instituto Benjamin Constant, baseados no censo do IBGE realizado em 2010, indicam que, enquanto a população nacional de cegos tem em torno de 143.426 pessoas, quase 7 milhões e 200 mil brasileiros sofrem de outros graus de deficiência visual, que não a cegueira total. Isso significa que a formação de professores está quase que inteiramente focada em materiais que não são adequados para a maior parte da população de deficientes visuais no Brasil.

E esse é apenas um dos exemplos de materiais incorretos ou insuficientes. Pense, por um momento, em quantos tipos de deficiências existem. Agora pense nos graus dessas deficiências. Considere, então, que esses problemas podem se manifestar sozinhos ou em conjunto com outros, em maior ou menor grau. Será que nossos professores estão preparados para lidar com essa realidade? Será que adianta criarmos um material específico para cada tipo de deficiência e aplica-lo em todos os casos? Ou seria melhor adaptar-se a cada aluno, criança ou adulto, considerando-se cada caso com suas necessidades únicas antes de agir?

O que é Tecnologia Assistiva?

Tecnologia Assistiva, ou TA, é toda tecnologia, digital ou não, que auxilia na adaptação do ambiente e da educação à pessoa com deficiência ou necessidade especial. Ela pode variar de uma bengala que ajuda na locomoção de uma pessoa com mobilidade reduzida ou deficiência visual, até um programa especial de computador que permite que uma pessoa que não consegue falar possa se comunicar de maneira audível – como no caso do mundialmente famoso cientista Stephen Hawking, que teve sua vida descrita no filme “A Teoria de Tudo”, de 2014.

De acordo com o Comitê de Ajudas Técnicas (CAT) da Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência (CORDE) “Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social”. O termo Tecnologia Assistiva é uma tradução de Assistive Technology, termo cunhado em 1988 nos Estados Unidos, quando as primeiras leis e regulamentações dos direitos dos deficientes foram publicadas no país.

Quais são as tecnologias assistivas?

No site www.assistiva.com.br, as especialistas Mara Lúcia Sartoretto e Rita Bersch detalham todos os tipos de Tecnologias Assistivas, além de oferecer links para sites nacionais e internacionais que não só detalham essas tecnologias, mas ensinam pais, professores e amigos a respeito de como utilizá-las da melhor forma possível em todos os âmbitos da vida de um deficiente – incluindo a sala de aula.

Conforme detalhado pelas especialistas, há dois tipos essenciais de tecnologias assistivas:

  • Recursos – que incluem órteses, próteses, ferramentas como bengalas, cadeiras de rodas e recursos digitais como computadores ou programas especiais.
  • Serviços – que incluem diferentes tipos de terapias, tratamentos médicos, acesso à educação e serviços de locomoção, por exemplo.

Esses dois tipos seriam, por sua vez, subdivididos em 11 categorias, conforme definido por  José Tonolli e Rita Bersch, em 1998, para fins didáticos. São elas:

  1. Auxílios para a vida diária – Materiais e produtos para auxílio em tarefas rotineiras tais como comer, cozinhar, vestir-se, tomar banho e executar necessidades pessoais, manutenção da casa etc.
  2. CAA ou CSA: Comunicação aumentativa (suplementar) e alternativa – Recursos, eletrônicos ou não, que permitem a comunicação expressiva e receptiva das pessoas sem a fala ou com limitações da mesma. São muito utilizadas as pranchas de comunicação com os símbolos PCS ou Bliss, além de vocalizadores e softwares dedicados para este fim.
  3. Recursos de acessibilidade ao computador – Equipamentos de entrada e saída (síntese de voz, Braille), auxílios alternativos de acesso (ponteiras de cabeça, de luz), teclados modificados ou alternativos, acionadores, softwares especiais (de reconhecimento de voz, etc.), que permitem as pessoas com deficiência a usarem o computador.
  4. Sistemas de controle de ambiente – Sistemas eletrônicos que permitem as pessoas com limitações moto-locomotoras, controlar remotamente aparelhos eletroeletrônicos, sistemas de segurança, entre outros, localizados em seu quarto, sala, escritório, casa e arredores.
  5. Projetos arquitetônicos para acessibilidade – Adaptações estruturais e reformas na casa e/ou ambiente de trabalho, através de rampas, elevadores, adaptações em banheiros entre outras, que retiram ou reduzem as barreiras físicas, facilitando a locomoção da pessoa com deficiência.
  6. Órteses e próteses – Troca ou ajuste de partes do corpo, faltantes ou de funcionamento comprometido, por membros artificiais ou outros recurso ortopédicos (talas, apoios etc.). Inclui-se os protéticos para auxiliar nos déficits ou limitações cognitivas, como os gravadores de fita magnética ou digital que funcionam como lembretes instantâneos.
  7. Adequação Postural – Adaptações para cadeira de rodas ou outro sistema de sentar visando o conforto e distribuição adequada da pressão na superfície da pele (almofadas especiais, assentos e encostos anatômicos), bem como posicionadores e contentores que propiciam maior estabilidade e postura adequada do corpo através do suporte e posicionamento de tronco/cabeça/membros.
  8. Auxílios de mobilidade – Cadeiras de rodas manuais e motorizadas, bases móveis, andadores, scooters de 3 rodas e qualquer outro veículo utilizado na melhoria da mobilidade pessoal.
  9. Auxílios para cegos ou com visão subnormal – Auxílios para grupos específicos que inclui lupas e lentes, Braille para equipamentos com síntese de voz, grandes telas de impressão, sistema de TV com aumento para leitura de documentos, publicações etc.
  10. Auxílios para surdos ou com déficit auditivo – Auxílios que inclui vários equipamentos (infravermelho, FM), aparelhos para surdez, telefones com teclado — teletipo (TTY), sistemas com alerta táctil-visual, entre outros.
  11. Adaptações em veículos – Acessórios e adaptações que possibilitam a condução do veículo, elevadores para cadeiras de rodas, camionetas modificadas e outros veículos automotores usados no transporte pessoal.

É possível  ver mais claramente, agora, como nossos professores e escolas não se encontram nada preparados para enfrentar as reais necessidades de seus alunos deficientes. Mas então, o que fazer?

Buscando melhorias para incluir

Um profissional da área de educação que queria realmente fazer a diferença, ou parentes e amigos de pessoas com deficiência que não se sentem plenamente equipados para realmente incluir e melhorar a vida de seus alunos, colegas e familiares, podem buscar formações específicas na área de educação especial, como um bom ponto de partida para uma vida e convivência melhores.

Exemplo disso é o curso de EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA COM ÊNFASE EM TECNOLOGIA ASSISTIVA E COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA: uma pós-graduação de 495 horas para professores e profissionais da área de educação que aborda diversos aspectos da educação inclusiva visando ao aluno com necessidades especiais:

  • Tecnologia Assistiva
  • Fundamentos da educação especial
  • Comunicação alternativa
  • Transtornos globais do desenvolvimento TGD
  • Educação especial e os diferentes tipos de necessidades especiais

Apesar de direcionado aos profissionais de educação, o curso também pode preparar amigos e familiares: sabendo quais os melhores recursos e abordagens, essas pessoas podem participar mais ativamente da educação do portador de necessidades especiais, garantindo que ele tenha acesso aos melhores recursos para seu pleno desenvolvimento.

Referências:

https://assistiva.com.br/tassistiva.html

O professor e a leitura crítica: a correção como espaço de intervenção

Olá pessoa, tudo bem com vocês? Espero que sim!

Hoje nós vamos falar sobre a leitura crítica e da sua importância, o que na prática, pode fazer a diferença entre uma classe cheia de estudantes engajados, ou, de alunos dispersos e desmotivados. Estamos acostumados a ser avaliados desde a infância de forma mecanicista, mas, será que isso é realmente o ideal?

O professor como leitor crítico em vez de avaliador

Quem aqui nunca recebeu uma nota ou avaliação inferior ao que era esperado que atire a primeira pedra.

As notas precisam ser a consequência do conhecimento, e não o objetivo central dos alunos. Porém, como Bruno poderia resolver essa questão, se, sua maior preocupação continua sendo a nota? Há sem dúvidas um desvio de finalidade e todos nós sabemos muito bem que isso acontece há muito tempo.  Aquele sabor amargo do resultado inesperado de uma prova pode frustrar um aluno que está se esforçando, mas que tem dificuldades. Essas situações são inimigas do processo de aprendizagem.

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Suponhamos que o aluno hipotético Bruno simplesmente parece não conseguir aprender matemática. Acontece que, na verdade, ele está mais preocupado em receber uma avaliação positiva do que de efetivamente aprender matemática. Se pararmos para pensar, o que deveria estar acontecendo é o contrário.

A política da “boa avaliação”, ou, das “boas notas”, não necessariamente definem um futuro esplêndido para alguém. Saiba que tivemos grandes figuras históricas que nos seus tempos de colégio foram considerados maus alunos, ou então, simplesmente medianos.

Quem diria que um dos homens mais reverenciados na física e na matemática seria reprovado em várias disciplinas quando tentou entrar numa escola Politécnica Federal de Zurique. E não estamos falando de nada mais nada menos do que de Albert Einstein.

É curioso que um reverenciado cientista ficou extremamente decepcionado ao tentar terminar seus estudos na Itália. O motivo? O método de ensino, que, segundo ele, aniquilava o pensamento criativo em razão de um processo de aprendizagem extremamente mecânico, semelhante a uma esteira industrial.

E nós estamos falando de alguém que conseguiu inovar nas ciências exatas, onde para muita gente um mais um é igual a dois e não há mais o que inventar.

Levemos os jovens para longe da esteira mecânica da aprendizagem

Nós já dissertamos sobre as consequências da avaliação sem uma leitura crítica. Agora, vamos ao que mais interessa: como corrigir este problema.

A leitura crítica é funcional porque permite ao professor trabalhar as falhas dos seus alunos de maneira construtiva. Em vez de escancarar o fracasso do nosso aluno hipotético Bruno, taxando-o com um simples cinco, seis, quatro e assim por diante, veremos quais são as suas maiores dificuldades, as notas serão apenas um diagnóstico. Feito isso, é possível perceber e mostrar opções de melhoria ao aluno, seja com o reforço escolar, revisões nos pontos em que há maiores dificuldades ou mesmo na realização de tarefas e leituras específicas para a deficiência identificada.

E isso tem de ser feito de forma humana. Por mais que cada professor possua centenas de alunos e uma agenda extremamente lotada, poucos minutos ou mesmo segundos de um diálogo honesto, com sugestões simples e tratamento digno tendem a fazer que o aluno perceba que ele pode melhorar, e não que ele é o fim do mundo por ter simplesmente errado.

Grandes soluções costumam ser mais simples do que parecem. Coloque-se no lugar do nosso querido aluno Bruno ao ouvir uma crítica de correção.

“Bruno, sei que você tem a capacidade de melhorar esse resultado. É normal termos dificuldade em alguma coisa, afinal, ninguém é bom em tudo. Eu peço que você me diga o que você sente mais dificuldade, porque precisamos trabalhar nisso. Também sugiro que você leia o capítulo “X” do livro “Y”, pois, sei que vai te ajudar. Pode ser?”

“Você estudou para essa prova? Precisa melhorar, Bruno. Desse jeito o que vai ser de você no final do ano?”.

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A mesma abordagem humana se aplica a tudo na vida. Todo mundo prefere uma crítica construtiva em forma de mensagem sincera, com apoio e acompanhada de boas sugestões. Essa correção se destaca e tende a ser eficiente, ao contrário de uma crítica desmotivadora.

Dicas simples para a execução da leitura crítica:

  • Analise não somente as notas em si, como também as principais falhas dos alunos.

  • Tenha em conta o que foi assimilado e o que está em falta.

  • Mostre aos alunos seus acertos e celebre isso com eles.

  • Converse honestamente (de forma gentil) sobre os erros cometidos.

  • Após a correção, ofereça dicas para que os alunos possam lidar com futuras dificuldades.

A correção é o momento de ação onde o professor pode direcionar sua classe como um todo, assim como determinados alunos. Com isso o desempenho aumenta. Vale lembrar que o momento da correção é também a ocasião na qual o aluno precisa de uma orientação adequada, que o permita adquirir o conhecimento necessário.

Bem, pessoal… Por hoje é só. E como sempre eu gentilmente peço para você compartilhar esse artigo nas suas redes sociais, mostrar aos amigos, colegas e familiares. Conto contigo para que juntos nos tornemos melhores leitores críticos.

Um abraço e até a próxima!

Blog de negócios para professores

O nicho de blog de negócios para professores está crescendo como forma de ampliar o espaço de atuação do professor. Entretanto, poucos sabem que essa ideia poderá trazer lucro ao professor, bem como poderá, se for trabalhado de forma correta, alcançar pessoas de toda parte do mundo e ajudá-las

Blog de negócios para professores

Essa forma de pensamento, de expandir o seu negócio, também é conhecida como empreendedorismo. O empreendedorismo é a palavra de ordem da atualidade. Alguns pensam que o sucesso de forma rápida e fácil só virá com o empreendedorismo.

O empreendedorismo significa disposição ou capacidade de idealizar, coordenar e realizar projetos. Dentro desse contexto, insere-se a criação de blogs de negócios para professores. Esse ramo tem crescido bastante, visto o número de pessoas que estão estudando ou voltando a estudar com o objetivo de se profissionalizar para se inserir no mercado de trabalho formal.

Portanto, inúmeros blogs tem sido criados com esse objetivo de instruir esses alunos. Dessa foram, há blogs de diversas matérias, como biologia, matemática, etc; bem como existem sites especializados em discas de estudo.

Nicho para Blog – Blog de negócios para professores

A criação de um blog garante ao autor a maior visibilidade e reconhecimento do seu trabalho, bem como proporciona o desenvolvimento pessoal do mesmo. Para isso, se faz necessário definir os objetivos do blog, bem como o tema das publicações. Nesse caso, já que serão professores que irão criar os seus blogs o tema terá envolvimento com sua área de formação. Dessa forma, se for um professor formado em biologia, por exemplo, as publicações e o blog serão voltados para a biologia.

A partir disso, você poderá pensar se o seu blog será voltado só para publicações sobre os conteúdos, ou só resumos das matérias, ou algo mais voltado ao planejamento de aulas, sendo assim mais endereçado aos professores, no último caso.

Um conselho super válido nesse processo de descoberta do nicho para criação de um blog é continuar fazendo o que você já domina. Por exemplo, se você já atua na sala de aula já está mais familiarizado com os conteúdos específicos e com o planejamento de aula, e assim, estará apto e se sentirá mais à vontade em gravar aulas ou escrever sobre o conteúdo.

Além dessas áreas, existem outras que tem se destacado quando se fala em nichos que podem ser desenvolvidos por professores, dentre eles estão:

  • Aplicativos educacionais;
  • Material didático;
  • Cursos virtuais;
  • Coaching educacional,
  • Cursos de idiomas.

Caminhos para o Nicho – Blog de negócios para professores

Infelizmente, muitos dos nichos citados acima encontram-se saturados, visto que milhares de outros professores já estão desenvolvendo blogs de negócios para professores com esses temas.

Entretanto, se você é excelente com essas temáticas ainda temos uma salvação para você garantir o seu destaque: Caminhos para o nicho! É válido destacar que esse percurso é bastante desafiador.

Pensando nisso, sugerimos alguns passos para iniciar esse caminho:

  • Planejamento: Esse passo é bastante necessário pois garante que você descubra seus objetivos com o blog, esquematize seus temas para conteúdo e analise seus concorrentes;
  • Conteúdo de subnicho:Quando se fala de um nicho muito saturado, a melhor opção é trabalhar com os conteúdos adjacentes a esses, ou seja, trabalhar com subnichos;
  • Análise dos pontos fracos dos concorrentes: Ninguém é perfeito! E portanto, todo mundo é passível de cometer um erro. Por isso, é importante analisar o empreendimento do próximo para aprender com esses erros. Alguns cometem erros no atendimento ao cliente, outros no SEO, dentre outros.
  • Presença na internet: estabelecer contato com os clientes é fundamental. Para isso, é necessário está em todas as plataformas(redes sociais).

Conhecendo sua persona – Blog de negócios para professores

A persona para blog de negócio para professor é um indivíduo indispensável, pois essa é o seu principal cliente, e manter uma comunicação é primordial para o sucesso da sua empresa.

No mundo digital a persona é uma estratégia de marketing, e tem como função conhecer o perfil do seu cliente, bem como identificar o perfil do seu cliente em potencial. Dessa forma, você poderá formar o perfeito do cliente ideal,e a partir disso, trabalhar na propaganda e na comunicação para atrair a clientela.

É importante entender que persona é diferente de público algo. O público alvo é algo mais abrangente, como jovens entre 16 à 19 anos. A persona é algo mais específico, como Pedro de 17 anos, morador da Bahia, e estudante do ensino médio.

Para conhecer melhor a persona para o seu blog é necessário colher as informações. A forma mais comum é por meio de questionários, onde você poderá colocar como opções:

  • Dados demográficos(como estado civil);
  • Dados pessoais(como idade);
  • Dados profissionais;
  • Dados para saber quais os principais produtos e serviços que as pessoas costumam consumir.

Oferta e Página de Venda – Blog de negócios para professores

Quem trabalha como blog de negócios para professores, e está empreendendo em um blog com o objetivo de vender alguns produtos e serviços, é necessário ter em mente que uma página de vendas é essencial para o seu negócio.

Portanto, uma página de vendas é um espaço na web destinada a ofertar um produto, indicando seus benefícios, características e demais argumentos para persuadir o visitante a fazer a compra.

Elementos de uma Página de Venda – Blog de negócios para professores

Os elementos para a criação de uma página de vendas, assim como o “como criá-la” dependem bastante do produto a ser comercializado. Por exemplo, se você busca comercializar cursos online você poderá disponibilizá-los em plataformas, como Hotmart ou Udemy.

Apesar disso,existem alguns elementos que são comuns a todas as páginas de venda, como:

  • Informações precisas sobre o produto e a empresa: isso gera confiança no cliente;
  • Disponibilidade de variadas formas de pagamento;
  • Falar a mesma língua do comprador.

Benefícios do produto digital – Blog de negócios para professores

Ter um produto digital não traz benefícios apenas para os clientes. Ele também reflete de forma positiva no produtor. Conheceremos abaixo alguns desses benefícios:

  • Presença online;
  • Ganhar autoridade de marca;
  • Gerar engajamento com a persona,
  • Acompanha a jornada de compra.

Base para o Sucesso – Blog de negócios para professores

Alguns passos são necessários para garantir o sucesso do seu blog. Esses passos estão muito ligados ao layout do blog de negócios para professores, ou com o SEO on-page e off-page. Essas especificações mais técnicas você pode conferir neste post.

Listamos alguns desses requisitos para você desenvolver bem o seu blog e ter reconhecimento por isso:

  • Registrar o domínio do seu blog;
  • Hospedar seu site;
  • Configurar seu site em um servidor;
  • Desenvolver bons conteúdos para o nicho escolhido.

Obrigado por querer aprender blog de negócio para professor!

Obrigado por ter acompanhado o post. Espero do fundo do coração que você tenha aprendido blog de negócio para professor.

Ambiente virtual e o ensino: os Blogs como Ferramenta de Aprendizagem

Os blogs como ferramenta de aprendizagem é uma das novas formas de pensar e usar o ambiente virtual. Embora muitos pais achem um pouco arriscado o uso da internet para esse fim, devido a facilidade de distração, o ambiente virtual tem se mostrado bastante eficaz no ensino e aprendizagem. Hoje veremos alguns motivos para apostar nessa tecnologia.

Os Blogs como Ferramenta de Aprendizagem

As diversas tecnologias, e que lê-se internet, estão bastante presentes  em todos os lugares. Isso porque essa oferece milhões de utilizações tanto na comunicação na interação e na busca de informação.

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Dessa forma, a internet tem surgido com uma nova utilidade: educacional. Anteriormente,a internet era muito requisitada para pesquisas da escola ou da faculdade. Atualmente o  quadro mudou.

Diversas faculdade são feitas a distância. Essa característica ocasiona uma mudança de paradigma o que se refere a abordagens de ensino e aprendizagem. Dentro desse contexto, podemos destacara o papel dos blogs como ferramenta de aprendizagem.

Isso porque os blogs destacam-se por criar uma oportunidade de criar essa relação entre o transmissor e o receptor da informação, sem necessariamente ambas as partes precisarem estar em contato pessoalmente. Para isso, é importante que professores adotem estratégias que melhore o processo pedagógico

Motivos para o Professor criar um Blog

1-    Diversão

O caráter lúdico dessa atividade e das demais são sempre um bom motivo para iniciar uma atividade. Dessa forma, podemos depreender que por ser lúdico é algo instantâneo: leu, pensou e escreveu. Podemos inclusive comparar esse ofício com o de um escritor de livros.  Além desse “trabalho” da escrita, o  escritor do blog recebe feedback, por meio dos comentários.

Normalmente, os blog são escritos com uma linguagem mais acessível, o que torna a leitura mais fluída, além de não possuir textos muito longos. Possuí também imagens, vídeos e links fora do site para a leitura e entendimento de tópicos específicos do assunto.

2-     Aproxima professor e alunos

O blog como ferramenta de aprendizagem acaba sendo uma excelente  forma de desenvolver a comunicação com os alunos, o que facilita a troca de pontos de vista, e esclarecimento de dúvidas.

3-   Amplia a aula

Com a conexão com o ambiente virtual, o professor tem a possibilidade de ampliar sua aula. Isso é ótimo pois normalmente os professores possuem limitação de tempo em aulas físicas. Já no blog as aulas tornam-se atemporais, sem falara nas colocações do professor, que podem ser atualizadas a qualquer momento.

Origem dos Blogs – a origem dos blogs na internet!

Por volta de 1997, Jorn Barger, desenvolveu uma plataforma onde as pessoas poderiam relatar o que achasse sobre as diversas coisas presentes na internet. Esse sistema foi nomeado de “weblog”.

O primeiro weblog que ficou conhecido, foi o https://robotwisdom.com . Porém, a moda dos Blogs começou mesmo no ano de 1999. Isso só foi possível devido a milhões de pessoas que começaram a construir blogs sobre variados assuntos, como um diário,  variações de humor, política, resenha de livros e filmes.

Embora tenha havido esse “boom” de criações, os blogs ainda eram bastante precários, esteticamente  falando. Somente, no final do ano de 1999, que as plataformas de hospedagem dos blogs desenvolveram programações para facilitar a vida dos blogueiros e automatizar atributos, como o layout da plataforma.

Blog na escola e sua Contribuição Construtiva na sala de aula

O Blog  é um espaço democrático para troca de saberes. Dentro desse contexto,  essa plataforma pode ser utilizada na educação, como forma de estender a sala de aula para fora do ambiente escola, e aproxima cada vez mais os professores dos alunos.

O Blog tem sido considerado por alguns uma ferramenta complementar no processo de ensino e aprendizagem. E a importância de criar um blog para a área da educação se encontra no aprimoramento das práticas de ensino virtual, buscando sempre compreender a plataforma de forma a  beneficiar tanto a prática docente quanto o aluno.

Dessa forma, podemos listar algumas formas construtivas de utilizar o blog para potencializar o ensino:

  1. O Blog é uma ferramenta de comunicação para temas de interesse em comum
  2. Manter um Blog atualizado e com conteúdo de qualidade garante destaque na área de atuação da sua IE
  3.  A interatividade de um Blog é atrativa tanto para os alunos quanto para quem ainda não escolheu sua Instituição de Ensino
  4. O Blog é uma ferramenta de estudo tanto para alunos e Leads quanto para os autores

Práticas Educativas com os Blogs

O espaço da sala de aula não é o local único e exclusivo onde se pode desenvolver a aprendizagem. Se avaliarmos a história da educação percebermos que foram necessárias mudanças no ensino para melhorar a qualidade do mesmo.

Portanto, as mudanças ocorreram de forma gradual, isso porque para tornar o ensino igualitário e que abarcasse todos foi necessário observar cada realidade, e assim descobrir as dificuldades de cada indivíduo, e como tornar o ambiente favorável para a superação das adversidades.

Além disso, a educação tida como formal sofreu pressões tanto da sociedade quanto das necessidades do setor produtivo para a implementação de novidades no ensino. Dentro desse contexto, é que se insere a utilização das novas tecnologias.

Assim, a educação começou a englobar as novas tecnologias de informação e comunicação, com o propósito de tornar os alunos aptos ao mundo contemporâneo. Dessa maneira, foi inserido os blogs na educação.

Dessa forma, as tecnologias se uniram as formas de ensinar. Essa união garantiu um dinamismo ao conhecimento adquirido. A partir disso, foi possível trabalhar atividades que envolvessem o uso do correio eletrônico, de videoconferências, comunicações virtuais, e a criação de blogs.

Esse último tem um papel especial pois não só estimula o ato da leitura e escrita, mas também amplia as interações entre professores e alunos, de forma que o conhecimento transmitido entre esses atores do conhecimento seja mais horizontal.

Ou seja, não exista uma hierarquia, onde um é detentor total do conhecimento e o outro apenas um ouvinte passivo. Portanto, podemos dizer que o processo pedagógico ficou mais interativo e atrativo

Experiências exitosas de professores que usaram e ainda usam a ferramenta Blog como recurso e apoio para suas aulas!

Para  exemplificar o uso do blog como ferramenta de aprendizagem, analisaremos o uso do blog para ampliar o ensino de língua inglesa no Colégio Estadual Santa Gemma Galgani, por meio do artigo da Solange Lopes Vieira e da Regina Célia Halu. Esse artigo possui um diferencial: o blog foi criado pelos alunos e não pelos professores.

Método

Os alunos do terceiro ao do ensino médio dessa escola criaram um blog educativo(“Solange’s English blog) para publicar as atividades realizadas no decorrer dessa disciplina. Esses alunos possuem entre 15 e 25 anos. Eles desenvolveram atividades do blog baseadas nas atividades presentes no livro didático utilizado pela disciplina.

Tópicos abordados no site

Nesse espaço foram discutidos assuntos durante cada bimestre( 4 no total):

  • Estrangeirismo: debate com os alunos sobre o uso do estrangeirismo (em especial, o anglicismo) na língua portuguesa.
  • Fábulas de Esopo: o reencontro com as fábulas de sua infância, conhecer novas histórias e discutir as diferentes interpretações possíveis e seus significados na vida atual.
  • Gravidez na Adolescência.
  • História da Música Através das Décadas

Atividades desenvolvidas no site

Dessa forma, para cada tema os alunos tiveram uma breve explanação do assunto por meio de filmes, músicas e vídeos, bem como, tiveram um espaço na própria escola para pesquisarem sobre o assunto, e debaterem entre si e com o professor sobre o tema. Por fim, os alunos postaram no blogs suas opiniões sobre os temas debatidos.

Portanto, podemos depreender por meio dessa experiência, e pela analise dos resultados dessa pesquisa, que o aprendizado da turma melhorou significativamente, além de ter estimulado a interação entre os alunos.

Além disso, podemos perceber que os métodos de ensino tidos como padrão não foram abandonados com a implementação dos blogs como ferramenta de aprendizagem, ou seja, forma potencializados.

Obrigado por querer aprender sobre os blogs como ferramenta de aprendizagem!

Obrigado por ter acompanhado o post. Espero do fundo do coração que você tenha aprendido sobre os blogs como ferramenta de aprendizagem.

Se você ficou instigado a construir um blog e ajudar os alunos no caminho a aprendizagem, acompanhe a nossa série de post sobre a criação de blogs, que começa aqui.

Robótica educacional de Seymour Papert

Hoje vamos falar sobre Robótica Educacional, preparado?

Robótica educacional

A robótica educacional tem várias habilidades para facilitar a compreensão de diversos conteúdos e isso possibilita o desenvolvimento em diferentes áreas, como o trabalho colaborativo o raciocínio lógico e a criatividade.

robótica educacional de Seymour Papert

O uso da tecnologia na educação é uma necessidade que não podemos dispensar, todo profissional atualizado em estudos desenvolvimentos entende que a tecnologia pode facilitar a educação desde que usada corretamente. Ao se familiarizar com as tendências relacionadas a tecnologia, os professores entrarão em contato com novos métodos de ensinar. Com isso, ganha-se familiaridade com os diversos conteúdos, aumentando a capacidade dos profissionais, com as tendências relacionadas a tecnologia na educação, assim os professores poderão desenvolver o hábito de continuar se familiarizando com os novos programas, ferramentas, aplicativos de ensino etc…

Vídeo sobre Robótica Educacional

Eu trabalhei esse tema em um vídeo sobre robótica educacional também. Da uma olhada agora ou depois desse texto e me diz o que acha, ok?

Gostou? Vamos voltar ao texto!

O início da Robótica Educacional de Seymour Papert

No início de 1960 ninguém acreditava que seria possível ter um computador pessoal a um preço acessível, os computadores da época eram do tamanho de uma sala de estar, e tinha apenas fins geológicos, científicos, militares etc… Portanto não foi surpresa que as pessoas tenham duvidado quando o matemático americano Seymour Papert sugeriu que os computadores pudessem ser utilizados como uma ferramenta para colaborar na aprendizagem e na criatividade das crianças. Influenciado pelas ideias de Jean Piaget, desenvolveu o construcionismo.

O construtivismo de Piaget na Robótica Educacional de Papert

Piaget havia criado a teoria do construtivismo, que falava sobre a origem do conhecimento que considerava os estágios de desenvolvimentos da criança (sensório-motor, pré-operatório, operatório concreto, operatório formal). Assim como na teoria de Piaget, a teoria da Papert sugeria que o aluno era o construtor e seu próprio conhecimento, por meio de uma ação concreta que resulta em um produto palpável. Foi assim que em 1980, Papert criou a tartaruga do solo, um robô programado pela linguagem logo, que por meio do uso de computadores por alunos eram capazes de desenhar diferentes figuras geométricas.

Para esse matemático a maquina era uma das formas capaz de mudar a forma de aprender da criança, considerando que essa se dá por meio da criação, reflexão e depuração das ideias.

A Robótica Educacional atualmente

Atualmente, apesar da robótica ser trabalhada principalmente com as disciplinas de física e matemática na maior parte dos colégios que adquiriram essa forma de educação, a robótica é uma ciência multidisciplinar cm potencial para desenvolver uma série de habilidades.

Os estudantes na robótica educacional:

Os estudantes da era atual têm a necessidade de desenvolver conhecimentos em áreas mais amplas que em apenas aprender nomes e definições. Eles precisam adquirir habilidades que lhes possibilitem ter uma boa desenvoltura para trabalhos em equipe, planejar e executar diversos tipos de projetos.

Materiais para robótica educacional:

Ao falarmos do material necessário, o principal é que haja investimentos necessário pois na maioria das vezes já temos tudo o que precisamos. Se você busca por meios mais técnicos você encontra diversos kits de robótica, ou os matérias necessários para montar um.
Dependendo do modo com o qual você trabalhe a robótica, ela pode ser apenas um modo para incrementar a aula tradicional.

Se o colégio onde você trabalha, ou seu filho estuda deseja adquirir a robótica educacional é preciso entender que o envolvimento dos pais e responsáveis é de grande importância para o desenvolvimento dos alunos. Por isso, a participação dos familiares nas mudanças a serem implementadas para a adoção da tecnologia em sala de aula é o outro passo fundamental para que se obtenha um bom resultado.

Cuidados com a robótica educacional na Geração Z

Mesmo que estejamos falando da geração z, com pessoas nascidas e criadas em um mundo dominada pela tecnologia, precisamos cuidar da preparação para receber a novidade, para que a familiaridade com os recursos digitais não os leve tão longe do aprendizado. Os motivos por trás da introdução das ferramentas tecnológicas devem ser deixados bem esclarecidos para os alunos e assim esperamos que a relação deles sempre seja clara e objetiva quanto ao que é estudado.

Por tanto, a tecnologia e o aprendizado uma vez entrelaçados e tendo um bom funcionamento, na nova geração de pessoas é um enorme avanço para o conhecimento, ela irá gerar pessoas mais capacitadas na área de ciência que é algo que ainda está em falta no Brasil. A tecnologia deve ser encarada com um apoio e deve ter investimento público, isso irá ter grandes retornos para a sociedade e para a educação no Brasil.

Fim do texto sobre robótica educacional

Obrigado por tudo! Por hoje é isto, mas você pode ler mais dos meus artigos sobre educação por aqui:

Até mais!

Retrospectiva Histórica da Orientação Educacional

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “Retrospectiva Histórica da Orientação Educacional” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais do ensino mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

Retrospectiva Histórica da Orientação Educacional

A orientação escolar é uma forma do professor mostrar ao aluno o caminho para uma boa educação, assim fazendo uma grande diferença na vida dos alunos. Orientação educacional é uma especialidade da Educação, pós-graduação “lato sensu”, de qualquer graduação e do pedagogo, que pode ser obtida por meio de cursos de habilitação, incorporada ou não à licenciatura em pedagogia, ou por meio de especialização.

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Sendo que é o principal responsável pelo desenvolvimento pessoal de cada aluno, dando suporte a sua formação como cidadão, à reflexão sobre valores morais e éticos e à resolução de conflitos. Por tratar diretamente das relações humanas, o orientador educacional pode ter suas funções confundidas com as de um psicológico.

Origem, Desenvolvimento e Consequências para a Orientação Educacional na Nossa Realidade

A Orientação Educacional no Brasil teve início também no campo específico da Orientação Profissional. A Orientação Educacional estava sempre ligada à Orientação Pedagógica, sem assumir características próprias e específicas dentro do processo educacional.

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Os objetivos da Orientação Educacional nesse período se referem ao conhecimento do indivíduo, à Orientação Profissional e à formação integral da personalidade como um todo. Os objetivos eram bem abrangentes, envolvendo ,atividades extracurriculares, relacionamento entre pais e mestres e até o controle disciplinar. Pode-se dizer, em síntese, que o trabalho da Orientação Educacional era pouco definido, sem que houvesse delimitação de suas atribuições.

A Evolução da Orientação Educacional no Brasil

Os primeiros trabalhos começaram em 1924, no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo, pelo Prof. Roberto Mange, engenheiro suíço, que foi contratado pelo governo brasileiro para lecionar na Escola Politécnica de São Paulo. Esses trabalhos, que contaram com a ajuda de Henri Pieron e de sua esposa, tinham como objetivo selecionar e orientar os alunos matriculados naquele Liceu.

O engenheiro Roberto Mange fundou a Escola Profissional de Mecânica, anexa ao Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo. Essa escola especializada, aplicando os novos métodos de ensino profissional surgidos após a I Guerra Mundial, já possuía seu Serviço de Psicotécnica e também já trazia em si a semente de um Centro de Formação do pessoal ferroviário, pois, por acordo estabelecido com as principais estradas de ferro do Estado (São Paulo Railway, E. F. Sorocabana, Cia. Paulista e Cia.

Aspectos Legais

Os principais aspectos teóricos e práticos da Orientação. Os simpósios foram de grande valia; receberam contribuições diversas, chegando a conclusões discutidas pelos grupos de trabalho. Os resultados eram transmitidos a todos os interessados. Algumas das questões levantadas tentavam desfazer a idéia de Orientação Educacional identificada com educação. A Orientação enfeixaria todo o processo educativo. Era encarado como a própria atividade educacional e não como parte específica desta atividade.

Princípios das Abordagens

É de grande importância a tendência da Orientação Educacional em considerar como ponto-chave de sua atividade a pessoa do aluno e não do problema. O aspecto mais significante deste período é a diversificação dos objetivos da Orientação Educacional, que se desloca do problema para a pessoa do orientando. É imprescindível a colocação precisa dos objetivos, pois desses depende a determinação das funções do orientador.

Vídeo Sobre o desenvolvimento e Consequências para a Orientação Educacional na Nossa Realidade:

As Tendencias da Educação Brasileira

As tendências pedagógicas brasileiras foram muito influenciadas pelo momento cultural e político da sociedade, pois foram levadas à luz graças aos movimentos sociais e filosóficos. Essas formaram a prática pedagógica do país.

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Os professores Saviani (1997) e Libâneo (1990) propõem a reflexão sobre as tendências pedagógicas. Mostrando que as principais tendências pedagógicas usadas na educação brasileira se dividem em duas grandes linhas de pensamento pedagógico.

Orientação Educacional

Os professores devem estudar e se apropriar dessas tendências, que servem de apoio para a sua prática pedagógica. Não se deve usar uma delas de forma isolada em toda a sua docência. Mas, deve se procurar analisar cada uma e ver a que melhor convém ao seu desempenho acadêmico, com maior eficiência e qualidade de atuação. De acordo com cada nova situação que surge, usa-se a tendência mais adequada. E observa-se que hoje, na prática docente, há uma mistura dessas tendências.

Vídeo Sobre as Tendencias da Educação Brasileira e a Orientação Educacional:

Analise e Critica da Prática da Orientação Educacional nas Escolas Tradicional, Nova

A Orientação Educacional é uma das funções mais importantes na área de atuação do pedagogo. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9.394/96 estabelece que a formação dos Orientadores Educacionais de acontecer em Cursos de Especialização, Pós-Graduação na área da Educação.

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É nesta área que acontece às estratégias da organização escolar, onde a ação do Orientador Educacional visa uma plena interação do aluno com o espaço escolar, sempre com apoio da família e da comunidade.

Devido às mudanças socioeconômicas e culturais ocorridas em nossa sociedade, a escola passa a ter responsabilidade pelo desenvolvimento integral do aluno, em seus vários aspectos: físico, intelectual, social, escolar, emocional, em todos os aspectos que a criança desenvolve durante o período que permanece na escola.

Tecnista e Crítica

A orientação deve buscar uma visão mais completa da realidade e do sujeito, as especificidades do campo de ação ajudam o entendimento da totalidade, sem perder de vista a singularidade. Nessa abordagem, novos aliados terão o trabalho próprio na escola, nos quais três indicativos se impõem: a comunicação, a argumentação e a reflexão.

Vídeo Sobre Analise e Critica da Prática da Orientação Educacional nas Escolas Tradicional:

FIM

Chegamos ao fim de uma lista que foi recheada de conteúdos, e hoje falamos de — com suas características. Se você gostou do assunto e do texto, compartilha nas redes sociais, e ajude a divulgar nossos trabalhos. Você também pode acessar as nossas redes sociais.

A Educação Especial e o Ensino Regular

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “A Educação Especial e o Ensino Regular” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais do ensino envolvendo pessoas com algum tipo de deficiência mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

A Educação Especial e o Ensino Regular

A Educação Especial é o ramo da Educação que se ocupa do atendimento e da educação de pessoas com deficiência, preferencialmente em escolas regulares, ou em ambientes especializados tais como escolas para surdos, escolas para cegos ou escolas para atender pessoas com deficiência intelectual.

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Sendo assim a escola está cumprindo seu papel com estratégias que permitam a integração dos alunos de forma mais autônoma, porém ainda há mudanças necessárias para a emancipação dos alunos com necessidades especiais, principalmente com a participação da família, objetivando uma escola de qualidade para todos.

A Integração dos Portadores de Necessidades Especies no Ensino Regular

A integração dos alunos de forma mais autônoma, porém ainda há mudanças necessárias para a emancipação dos alunos com necessidades especiais, principalmente com a participação da família, objetivando uma escola de qualidade para todos.

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O direito do aluno com necessidades educativas especiais e de todos os cidadãos à educação é um direito constitucional.

O Direito do Aluno

A garantia de uma educação de qualidade para todos implica, dentre outros fatores, um redimensionamento da escola no que consiste não somente na aceitação, mas também na valorização das diferenças. Esta valorização se efetua pelo resgate dos valores culturais, os que fortalecem identidade individual e coletiva, bem como pelo respeito ao ato de aprender e de construir.

Vídeo Sobre a Integração dos Portadores de Necessidades Especies no Ensino Regular:

A Integração: Conceito e Tipos

A Educação inclusiva compreende a Educação especial dentro da escola regular e transforma a escola em um espaço para todos. Ela favorece a diversidade na medida em que considera que todos os alunos podem ter necessidades especiais em algum momento de sua vida escolar.

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O estudante poderá beneficiar-se dos apoios de caráter especializado, como o ensino de linguagens e códigos específicos de comunicação e sinalização, no caso da deficiência visual e auditiva; mediação para o desenvolvimento de estratégias de pensamento, no caso da deficiência intelectual; adaptações do material e do ambiente físico, no caso da deficiência física; estratégias diferenciadas para adaptação e regulação do comportamento, no caso do transtorno global; ampliação dos recursos educacionais e/ou aceleração de conteúdos para altas habilidades.

Limites da Educação

O PNE considera público alvo da Educação especial na perspectiva da Educação inclusiva, educandos com deficiência (intelectual, física, auditiva, visual e múltipla), transtorno global do desenvolvimento (TGD) e altas habilidades.

Vídeo Sobre a Integração: Conceito, Tipos e Limites:

A Ação do Professor do Ensino Regular com Alunos Portadores de Necessidades Especiais

Os professores devem ser preparados para a nova prática, de modo que possam atender também às necessidades do ensino inclusivo. O saber está sendo construído à medida que as experiências vão acumulando-se e as práticas anteriores vão sendo transformadas.

Sendo que o professor não pode estar sozinho, deverá ter uma rede de apoio, na escola e fora dela, para viabilizar o processo inclusivo.

Vídeo Sobre a Ação do Professor do Ensino Regular com Alunos Portadores de Necessidades Especiais:

A Oferta do Atendimento Especializado ao Educando Portador de Necessidades

O atendimento educacional especializado é garantido na Carta Magma do País, está no Código de leis maior de uma nação. Com advento da Constituição Brasileira de 1988, foi o marco para nortear outras leis que respalda a Educação Especial, com a Lei n° 9394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

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Sendo que no capitulo V, exemplifica a garantia das pessoas com Necessidades Educacionais Especiais (NEE) dentro da escola. O Artigo 58 da mesma Lei começa com a seguinte premissa sobre a definição da Educação Especial.

O que a constituição Diz

A constituição Diz que a educação é direito de todos e dever do estado e da família, será promovida e incentivado com a colaboração da sociedade, visando pelo desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho

Vídeo Sobre a Oferta do Atendimento Especializado ao Educando Portador de Necessidades:

FIM

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A Educação Especial e a Cidadania do Portador de Necessidades Especiais 

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “A Educação Especial e a Cidadania do Portador de Necessidades Especiais” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais da educação especial e métodos de ensino, mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

A Educação Especial e a Cidadania do Portador de Necessidades Especiais

A educação especial é uma modalidade de ensino destinada a educandos portadores de necessidades educativas especiais no campo da aprendizagem, originadas quer de deficiência física, sensorial, mental ou múltipla, quer de características como altas habilidades, super dotação ou talentos.

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Os portadores de necessidades especiais têm o direito de ver facilitado o acesso a hospitais, escolas, bibliotecas, museus, estádios, em suma, edifícios de uso público e áreas destinadas ao uso comum do povo. Descabe a visão míope a ponto de tratá-los como cidadãos de segunda classe, ferindo de morte o direito à igualdade e à cidadania.

A Construção Social do Estigma

Portadoras de símbolos de estigmas, as pessoas com algum tipo de deficiência, involuntariamente, por possuírem informações sociais que malogram as perspectivas de normalidade, não se harmonizam com a representação das expectativas sociais. Com isto, estas pessoas têm suas identidades sociais reais discriminadas, o que, por muitas vezes, terminam por reduzir suas chances de vida, colocando-as em situações de vulnerabilidade social.

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A presente comunicação objetiva revisitar a literatura para apresentar uma lacônica incursão na História para tomar conhecimento das narrativas existentes acerca das situações de vida das pessoas com deficiência, situando em cada momento histórico, em diferentes contextos culturais, a representação da deficiência e a produção de identidades socialmente estigmatizadas das pessoas com deficiência.

O Preconceito e o Esteriótipo

Com referência teórica central do conceito de estigma proposto pelo cientista social e escritor canadense Erving Goffman, discutirá os conceitos de identidade social real e identidade social virtual com a pretensão de ratificar que todas as sociedades produzem os modelos considerados normais ao ser humano; de modo que, focando a pessoa com deficiência, o processo de estigmatização a priva de sua dignidade e valor humano e, dessa forma, a deixa em desvantagens para participação ativa na sociedade. Neste sentido, esta comunicação se justifica por colocar em debate a estigmatização acometidas às pessoas com deficiência enquanto reprodução de um preconceito enraizado na sociedade com relação a estas pessoas.

Vídeo Sobre a Construção Social do Estigma:

Segregação dos Diferentes Através da História

Em 1960, as pessoas com deficiência eram denominadas como inválidas e incapacitadas (Lobato, 2009), neste período, surgiu o modelo médico, caracterizado pela prestação de serviços de apoio ao deficiente, sendo necessário protegê-lo devido à sua incapacidade.

Em 1978, através da emenda da Constituição Brasileira, garantiu-se aos deficientes a melhoria de sua condição social e econômica sob a educação especial e gratuita (Nogueira, 2006). No ano de 1982, foi lançado, pela Assembleia Geral das Nações Unidas, o programa de Ação Mundial para Pessoas com Deficiências, que tem como proposta promover medidas para prevenção e reabilitação da deficiência, e realização da igualdade e participação das pessoas com deficiência na vida social e no desenvolvimento (Programa de Ação Mundial para Pessoas com Deficiências, 1982).

Educação Para Deficientes

Com a nova Constituição Brasileira, em 1988, garantiu-se a educação na rede de ensino regular aos portadores de deficiência (Nogueira, 2006). Com a Lei Federal 7.853, Portadores de Deficiência, de 1989, fica claro: “Dispõe sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiência, sua integração social, sobre a Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência.

Vídeo Sobre Segregação dos Diferentes Através da História:

Analise dos Determinantes Culturais, Econômicos, Políticos e Ideológicos que Condicionam a Segregação

É destacada a necessidade de atenção e cuidado à pessoa com deficiência, centrada na comunidade e em domicílio. Além disso, é preciso criar programas intersetoriais de erradicação da pobreza e de redução da vulnerabilidade social em nível local, de cada território identificado.

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Esses programas devem organizar-se de maneira articulada e com base na Atenção Primária à Saúde, envolvendo atores locais, equipamentos culturais, escolares e socioassistenciais presentes no território, bem como representantes do governo e setor jurídico

Democratização da saúde

Após publicação da Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência, em 2002, foram definidas as diretrizes para que estados e municípios organizassem suas ações para atendimento a essas pessoas. Neste momento, preconizou-se uma concepção ampliada de atenção à saúde da pessoa com deficiência, ao contemplar um cuidado articulado e contínuo nos três níveis de complexidade, abarcando prevenção/promoção à saúde e reabilitação, visando tanto integralidade das ações quanto do ser.

Vídeo Sobre Analise dos Determinantes Culturais Ideológicos que Condicionam a Segregação:

Avanços e Perspectivas Atuais em Relação a Vivência da Cidadania dos Portadores de Necessidades Especiais

Os avanços conquistados nos últimos anos nas políticas para pessoas com deficiência, fruto da participação popular e do diálogo democrático estabelecido entre sociedade e governo. Buscando fazer uma retrospectiva das ações implementadas na esfera federal partindo dos primeiros normativos, perpassando as ações e programas estabelecidos pelo governo federal para esse assunto, e delineando a trajetória do tema pessoa com deficiência na agenda nacional.

Os avanços no marco legal federal, como anteriormente demonstrado. Foi um importante espaço institucionalizado de participação social e política, com a representação da sociedade civil e do poder público, oriundo das três esferas de governo, e consolidou o modelo de gestão participativa das políticas sociais direcionadas às pessoas com deficiência.

Vídeo Sobre os Avanços e Perspectivas Atuais em Relação a Vivência da Cidadania dos Portadores de Necessidades Especiais:

FIM

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O Educando Portador de Necessidades Especiais

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “O Educando Portador de Necessidades Especiais” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais e os diferentes métodos de ensino mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

O Educando Portador de Necessidades Especiais

A educação com base em necessidades especiais tanto pelos alunos como professores, pode ser compreendida dentro da sala de aula, de uma forma que os alunos e os professores podem contribuir de uma forma muito grande para qualquer educação.

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Ao acolher todas as pessoas, sem exceção, no sistema de ensino, independentemente de cor, classe social e condições físicas e psicológicas. O termo é associado mais comumente à inclusão educacional de pessoas com deficiência física e mental.

O Conceito do Portador de Necessidades Especiais

Necessidades especiais é a carência ou deficiência de uma ou mais capacidades; condição de todos os seres humanos, que, em alguns, causa uma sensação de fadiga e sofrimento particularmente intensa, a ponto de o corpo social promulgar leis para a sua integração, mas, ao mesmo tempo, preferir esconder ou favorecer o desaparecimento do sujeito difícil de integrar.

As necessidades especiais são incapacidades, do portador, de realizar as atividades próprias do seu nível de desenvolvimento. Podem ser deficiências físicas ou mentais, também conhecidas como atrasos de aprendizagem.

Professores com Deficiência

Um professor com deficiência é um grande co-adejuvante para a a escola, ajudando no ensino e tentar deixar normal o fato de um professor com deficiência. Portanto, a escola visa contribuir para o desenvolvimento de uma cultura inclusiva promovendo a normalidade das diferenças.

Vídeo Sobre o Conceito Portador de Necessidades Especiais:

Características Básicas

Pessoas com deficiência São aquelas que têm impedimentos de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade.

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O sofrimento das pessoas com deficiência depende do ambiente, mais do que da doença: muitas vezes, o ambiente favorece o sofrimento do doente. A pessoa com deficiência tem o direito à saúde, como as outras: o direito à saúde é intrínseco à pessoa, e os portadores de deficiências podem ser saudáveis, isto é, ter a sua saúde satisfeita, desde que haja um compromisso social real e contínuo.

Deficiência e saúde

Infelizmente, a ideia de que a pessoa com deficiência leva uma vida que “não vale a pena ser vivida” continua sendo difundida e flertando com a eugenia, cujo primeiro passo é presumir que aqueles que não têm capacidade de autonomia não devem ser definidos como “pessoas”, seguindo-se o passo da ambiguidade que considera as pessoas doentes como “estranhas” ou “sobreviventes” do diagnóstico genético pré-natal.

Vídeo Sobre as Características Básicas:

Necessidades Educacionais e Potencialidades dos Educandos Portadores

As pessoas com os mais diversos tipos de deficiência são uma realidade presente em nossa sociedade, mas que, muitas vezes, costumam ser ignoradas como se fossem distantes. É como se não fizessem parte do convívio social, como se vivessem à margem da sociedade, sempre trancafiados em casa, em instituições de caridade, ou em centros de tratamento e reabilitação.

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O distanciamento se agrava quando a questão acha-se o mundo do trabalho. Em outro plano, a capacitação profissional apresenta-se como fundamental ao que a escola pode oferecer, é um segundo passo para que a pessoa com deficiência se sinta segura e preparada para enfrentar o mercado de trabalho.

Deficiência Física

Professores com deficiências podem se sair muito bem em relação aos alunos, colocando em prática o que sabem, assim vice versa.

Deficiência Auditiva

Deficiência Auditiva, o professor deve ter atitude reflexiva diante da questão, usando a sensibilidade e o bom senso na solução dos problemas que poderão surgir a partir da relação aluno/professor.

Deficiência Visual

A convivência do aluno deficiente visual e do professor na sala de aula está longe de ser algo naturalmente aceite, algo comparável à convivência entre um aluno normovisual e o professor. E nem sequer se trata, na maior parte dos casos, de má-vontade por parte do professor ou indisponibilidade do aluno portador de deficiência. Trata-se, tão-somente, da dificuldade de efectivar, na prática, a “Escola Inclusiva”, tão sabiamente arquitectada de formas teóricas, à luz da nossa bem intencionada legislação.

Deficiência Mental

Alunos com deficiência mental são alunos que são destinados a escolas especiais, onde são ensinados de acordo com a sua capacidade diária.

Condutas Tipicas

Os alunos com deficiência podem ser conduzidos de uma maneira que devem ser relevados e compreendidos de diversas maneiras no dia a dia.

Vídeo Sobre Necessidades Educacionais:

FIM

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7º Período da História da Educação Brasileira (1937 – 1955)

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “7º Período da História da Educação Brasileira” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais da educação brasileira e os métodos, mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

7º Período da História da Educação Brasileira (1937 – 1955)

Foi um período onde Getúlio Tomou uma série de medidas que visaram a formação de uma política educacional de alcance nacional.

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Teve a Criação de órgãos educacionais: Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos – INEP – 1938, Serviço nacional de radiodifusão educativa – 1939, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI – 1942, Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – SENAC – 1942, Conselho Nacional de Pesquisas – CNP – 1951, Campanha Nacional de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nivel Superior – CAPES – 1951.

Os Debates no Congresso Nacional e a Promulgação da Lei de Diretrizes e Bases

A primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional foi debatida e elaborada no contexto de redemocratização do país logo após a queda do Estado Novo (1937-1945). Foi promulgada somente em 1961, com o n° 4.024, e duas vezes reformulada: pela Lei nº 5.692/1971 e pela Lei nº 9.394/1996.

No período que se seguiu, o projeto recebeu numerosas emendas e vários substitutivos, o mais importante dos quais foi apresentado por Carlos Lacerda em 1959, e continha mecanismos de transferência de recursos públicos para as escolas particulares.

A Política após 1964

Entre as medidas mais importantes, destacam-se: suspensão dos direitos políticos dos cidadãos; cassação de mandatos parlamentares; eleições indiretas para governadores; dissolução de todos os partidos políticos e criação de duas novas agremiações políticas: a Aliança Renovadora Nacional (Arena), que reuniu os governistas, e o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), que reuniu as oposições consentidas.

Vídeo Sobre a Promulgação da Lei de Diretrizes e Bases:

Reformas Educacionais – Leis 5540/68, 5692/71 e 7044/82

Tendo o Estado como o principal fomentador das políticas educacionais. Isto se observa nas propostas em relação a reforma da educação brasileira, a partir de 1930. Sucessivamente, a luta pela Escola Nova, a escola industrial e profissionalizante (SENAI, SESI, em 1942), a reforma de Capanema (1942), a primeira Lei de Diretrizes e Base (1961).

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A Reforma do Ensino Superior (1968) e de 1° e 2° graus (1971), até a institucionalização do Mobral (1967), têm procurado realizar o ajustamento da escola para a efetuação das funções caracterizadas como necessidades do modelo de desenvolvimento implantado.

Leis 5540/68, 5692/71 e 7044/82

LEI 5692/71 – Feita na época da ditadura militar; Universidade estão em confronto c/ poder estabelecido – Reforma do Ensino começou com a do Ensino Superior (Lei 5540/68). A política educacional instituída precisou adaptar o sistema educacional ao atendimento dos interesses da estrutura de poder edificada, propagando seu ideário, reprimindo seus opositores e reestruturando uma tripla função: a reprodução da força de trabalho, a conservação das relações de classes e a eliminação de um dos principais focos de dissenso político.

Vídeo Sobre as Reformas Educacionais:

O Pensamento Pedagógico

A história do pensamento pedagógico da Educação e Educação Física brasileira ao longo do século XX, o que irá ajudar na escolha de qual pensamento seguir e, posteriormente, traçar uma especificidade para Educação Física na escola.

Cada um defende uma visão de homem e de mundo, sendo que o marco divisor entre os diferentes pensamentos é a tentativa de provar que não existe a neutralidade pedagógica, estando toda teoria educacional a serviço de uma classe. Vimos também que o pensamento pedagógico da Educação Física se fundiu ao da Educação com as pedagogias críticas dos anos 80, tendo grande influência na sua construção atual. Concluímos o trabalho compartilhando com os ideais das pedagogias críticas de formar indivíduos autônomos e capazes de reger sua própria vida, sem serem controlados pelo interesse do Estado, do comércio e da ciência, visando assim, à transformação social.

Vídeo Sobre O Pensamento Pedagógico:

https://youtube.com/watch?v=pQAcSPa0CpY

O Progresso Constituinte e a Elaboração da Nova Lei de Diretrizes e Bases

Consequentemente, tal como poderemos objetivamente constatar ao longo do trabalho em questão, a carta constitucional de 1988 se constitui num notável progresso em matéria de proteção ao direito social á educação frente as que a precederam, uma vez que não apenas inovou na definição e concepção do direito de acesso ao ensino fundamental obrigatório e gratuito se afigura num direito público subjetivo e, portanto, num dever do poder público estatal em oferece-lo mas também dotou seus dispositivos referentes ao direito á educação da necessária coercibilidade ao revesti-lo da força coercitiva da sanção, no caso específico de descumprimento do Estado no oferecimento da referida modalidade de ensino aos cidadãos brasileiros.

Essa realidade, é de fundamental relevância para o aprimoramento bem como para o aperfeiçoamento da legislação educacional brasileira, pelo simples fato de que, conforme poderemos constatar no decorrer do presente trabalho, a CF não somente favoreceu bem como estimulou consideravelmente a elaboração e formulação de um nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB, a partir dos próprios avanços proporcionados pela carta de 1988, os quais por sua vez ensejaram a necessidade de se ampliar bem como aprofundar as conquistas obtidas pela constituição de 1988 em matéria educacional.

Elaboração da Nova Lei de Diretrizes e Bases

A principal divergência era em relação ao papel do Estado na educação. Enquanto a proposta dos setores organizados da sociedade civil apresentava uma grande preocupação com mecanismos de controle social do sistema de ensino, a proposta dos senadores previa uma estrutura de poder mais centrada nas mãos do governo. Apesar de conter alguns elementos levantados pelo primeiro grupo, o texto final da LDB se aproxima mais das ideias levantadas pelo segundo grupo, que contou com forte apoio do governo FHC nos últimos anos da tramitação.

Vídeo Sobre o Progresso Constituinte:

Aspectos Qualitativos e Quantitativos da Organização Escolar

Teve alguns A principal divergência era em relação ao papel do Estado na educação. Enquanto a proposta dos setores organizados da sociedade civil apresentava uma grande preocupação com mecanismos de controle social do sistema de ensino, a proposta dos senadores previa uma estrutura de poder mais centrada nas mãos do governo.

Apesar de conter alguns elementos levantados pelo primeiro grupo, o texto final da LDB se aproxima mais das ideias levantadas pelo segundo grupo, que contou com forte apoio do governo FHC nos últimos anos da tramitação.

Vídeo Sobre os Aspectos Qualitativos e Quantitativos da Organização:

FIM

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6º Período da História da Educação Brasileira

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “6º Período da História da Educação Brasileira” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais da educação brasileira, mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

6º Período da História da Educação Brasileira

Esse foi um período da educação brasileira que passou por diversas transformações, onde foi criada as leis bases da educação brasileira, usando de maiores e melhores conceitos mundiais.

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Teve a nova crise do modelo agrário comercial exportador dependente e início da estruturação do modelo nacional desenvolvimentista com base na industrialização.

O Modelo Nacional Desenvolvimentista

É esse contexto de redemocratização do país, com uma política baseada no populismo e nacionalismo, e no plano econômico pela opção ao desenvolvimento econômico nacional associado ao capital externo e da crescente urbanização das capitais de Estado, que explica as linhas gerais da educação nesse período e que foi marcada, principalmente, pela elaboração da lei de diretrizes e bases da educação nacional.

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A quarta Constituição da República foi promulgada em 1946, inspirada na ideologia liberal-democrática. A União, com a atribuição que recebeu de “fixar as diretrizes e bases da educação nacional”, encaminhou uma proposta de LDB ao Congresso, que teve um período de treze anos de tramitação, com acaloradas discussões entre os educadores progressistas defensores da escola pública e os conservadores que eram partidários da defesa de privilégios à escola privada.

Educação no Estado Novo As Leis Orgânicas

As Leis Orgânicas do Ensino, que estruturou o ensino industrial, reformou o ensino comercial e criou o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI, como também trouxe mudanças no ensino secundário. Gustavo Capanema esteve à frente do Ministério da Educação durante o governo Getúlio Vargas, entre 1934 e 1945.

Vídeo Sobre Educação no Estado Novo As Leis Orgânicas:

https://youtube.com/watch?v=XdSNlf4Dy1k

A Constituição de 1946

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – foi aprovada através da Lei 4024, em 1961. Como principais características desta lei, pode-se destacar: a garantia de igualdade de tratamento por parte do Poder Público para os estabelecimentos oficiais e particulares; a obrigatoriedade do ensino primário, conquistada na Legislação anterior, foi prejudicada pelas isenções que a Lei permitia e que, na prática, anulava a sua obrigatoriedade; a estrutura de ensino não foi alterada: continuava o ensino pré-primário, o ensino primário de 4 anos, o ensino médio, nas modalidades: ginasial em 4 anos e colegial em 3 anos, e o ensino superior;

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O Conselho Federal de Educação recebeu a delegação de determinar os valores das bolsas de estudo e financiamento para os graus de ensino, que a lei atribuia aos Estados, ao Distrito Federal e aos Territórios. Pode-se destacar, também, como aspectos positivos da LDBEN: a unificação do sistema escolar e a sua descentralização; a autonomia do Estado para exercer a função educadora e o da distribuição de recursos para a educação.

AnteProjeto da Lei de Diretrizes e Bases da Educação

A Lei de Diretrizes e Bases criou o Conselho Federal de Educação e introduziu profunda modificação descentralizadora na administração do ensino, conferindo àquele colegiado funções normativas que abrangiam o quadro da educação nacional. Tais funções também seriam gradualmente modificadas por diferentes leis, que transferiram ao ministro de Estado e a outros órgãos atribuições pertinentes àquele colegiado.

Vídeo Sobre a Constituição de 1946:

Aspectos Qualitativos e Quantitativos da Organização Escolar

Para o ensino de grau médio, o objetivo propagado era o desenvolvimento, a organização envolvendo múltiplos tipos de cursos e integrado o primário e superior. Para este, defendiam a organização universitária, visando o atendimento das necessidades profissionais e de pesquisa, e a criação da faculdade de filosofia e letras.

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Neste período o aspecto positivo está no fato de ter levado os educadores a diagnosticar as deficiências na estrutura escolar brasileira e a denunciá-las categórica e permanentemente.

Vídeo Sobre os Aspectos da Organização Escolar:

FIM

Chegamos ao fim de uma lista que foi recheada de conteúdos, e hoje falamos de 6º Período da História da Educação Brasileira com suas características. Se você gostou do assunto e do texto, compartilha nas redes sociais, e ajude a divulgar nossos trabalhos. Você também pode acessar as nossas redes sociais.

5º Período da História da Educação Brasileira

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “5º Período da História da Educação Brasileira” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais da História da Educação Brasileira, mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

5º Período da História da Educação Brasileira

Nesse período a sociedade brasileira se caracterizava pelo combate ao florianismo, que era: afastar do poder o componente militar que nele representava a camada média e utilizar o novo regime (republicano) para alcançar antigos fins (atendimento dos interesses da camada senhorial).

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Se deu pouca atenção à formação do magistério, não foram organizados cursos para a formação do magistério secundário e os critérios de seleção para professores de nível superior não eram suficientes.

Estrutura do Modelo Nacional Desenvolvimentista com Base na Industrialização

É esse contexto de redemocratização do país, com uma política baseada no populismo e nacionalismo, e no plano econômico pela opção ao desenvolvimento econômico nacional associado ao capital externo e da crescente urbanização das capitais de Estado, que explica as linhas gerais da educação nesse período e que foi marcada, principalmente, pela elaboração da lei de diretrizes e bases da educação nacional.

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A quarta Constituição da República foi promulgada em 1946, inspirada na ideologia liberal-democrática. A União, com a atribuição que recebeu de “fixar as diretrizes e bases da educação nacional”, encaminhou uma proposta de LDB ao Congresso, que teve um período de treze anos de tramitação, com acaloradas discussões entre os educadores progressistas defensores da escola pública e os conservadores que eram partidários da defesa de privilégios à escola privada.

Emergência de Novas Forças Sociais

A emergência de novos movimentos sociais no Brasil e sua importância para a democracia brasileira Ronaldo B. Colvero 1 Vinicius de Lara Ribas 2 Juliana Macedo de Lima 3 1 Professor Adjunto da Universidade Federal do Pampa e do Programa de Pós-Graduação em Memória Social e Patrimônio Cultural. 2 Graduando em Ciêcias Sociais Ciência Política e bolsista FAPERGS.

Vídeo Sobre Estrutura do Modelo Nacional Desenvolvimentista com Base na Industrialização:

Os Anos 20 e o Pensamento Pedagógico Brasileiro

A trajetória do pensamento pedagógico brasileiro teve durante seu percurso grandes marcas causadas pela influência de nossos colonizadores e países tidos como os “países desenvolvidos”, que demonstraram claramente muitos interesses políticos e econômicos ao influenciar nosso pensamento pedagógico.

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Nesse período a educação serviu como uma mercadoria a ser consumida, servindo muitas vezes como, se não a única, uma das principais fontes de ascensão do País. Acreditava-se que a Educação seria o meio no qual o Brasil se utilizaria para conquistar uma sociedade pautada nos moldes europeus e norte americanos.

Educação como Identidade Própria

Existem grandes desafios a serem vencidos e o caminho certamente será longo. Porém, mais desafiador que a construção de identidade própria é o desafio em lidar com a Educação em pleno século XXI, marcado pela era do conhecimento, da digitalização e da demanda de informações existentes hoje.

Vídeo Sobre os Anos 20 e o Pensamento Pedagógico Brasileiro:

A Renovação da Igreja Católica

Uma renovação da Igreja, a escolha do novo papa não diminui um evidente distanciamento entre seus dogmas e o modo de vida da esmagadora maioria dos católicos.

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O movimento procura oferecer uma abordagem inovadora às formas tradicionais de doutrinação e dos ritos da Igreja, mas sem desviar-se da Doutrina da Igreja Católica como muitos o fazem e permanecendo fiel a todos os preceitos católicos romanos. Existem atualmente mais de 100 milhões de membros espalhados pelo mundo (comumente denominados Católicos Carismáticos).

Vídeo Sobre a Renovação da Igreja Católica:

A Criação da ABE

A ABE surge na década de 20, um período da história cheio de grandes e graves apreensões, reunindo personalidades ilustres e cultas, com o propósito de avaliar suas responsabilidades e deveres em relação aos grandes problemas nacionais.

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O sentimento comum ao grupo era a recusa da apatia, indiferença e inércia diante dos fatos que estavam ocorrendo, contrários aos legítimos direitos da pessoa humana e pondo em perigo o ideal de uma vida democrática, aspiração de nosso povo ao longo de sua evolução histórica.

O Manifesto dos Pioneiros da Educação

Redigido por Fernando de Azevedo que, pela repercussão alcançada em nossos meios educacionais e culturais, constituiu-se num acontecimento marcante na história da educação brasileira. Ao longo de sua atuação, a ABE promoveu diversas Conferências Nacionais de Educação, com educadores de todo o país, para debater importantes questões educacionais.

Vídeo Sobre A Criação da ABE:

A Constituinte de 1934

Ela foi a que menos durou em toda a História Brasileira: durante apenas três anos, mas vigorou oficialmente apenas um ano (suspensa pela Lei de Segurança Nacional). O cumprimento à risca de seus princípios, porém, nunca ocorreu.

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Ainda assim, ela foi importante por institucionalizar a reforma da organização político-social brasileira — não com a exclusão das oligarquias rurais, mas com a inclusão dos militares, classe média urbana e industriais no jogo de poder.

Conflitos Ideológicos

Com a Constituição de 1934, a questão social passou a assumir grande destaque no país: direitos democráticos foram conquistados, a participação popular no processo político aumentou, as oligarquias sentiram-se ameaçadas – juntamente com a burguesia – pela crescente organização do operariado brasileiro e de suas reivindicações. Nessa conjuntura registrou-se a primeira grande campanha nacional em que a Imprensa esteve envolvida: o debate a respeito do apelo nacionalista apregoado pelo Integralismo, movimento antiliberal, anti-socialista, autoritário, assemelhado ao Fascismo italiano.

Vídeo Sobre a Constituinte de 1934:

FIM

Chegamos ao fim de uma lista que foi recheada de conteúdos, e hoje falamos de 5º Período da História da Educação Brasileira com suas características. Se você gostou do assunto e do texto, compartilha nas redes sociais, e ajude a divulgar nossos trabalhos. Você também pode acessar as nossas redes sociais.

Como lidar com adolescentes

Oi pessoal, vamos falar neste post sobre Como lidar com adolescentes. Vamos discutir o cenário e sugerir estratégia para lidar com eles.

Como lidar com adolescentes

A adolescência é uma fase da vida que se inicia mais ou menos quando as crianças completam doze anos. É nessa fase que todos se sentem incompreendidos e querem mostrar sua verdadeira identidade. É um momento de descobertas em que tentamos testar limites, é quando ampliamos a visão do mundo no qual vivemos. Mas é também nessa fase em que começa a rebeldia.

Como lidar com adolescentes

Para muitos pais e professores e todos aqueles que convivem com adolescentes é difícil conseguir lidar com os jovens nessa época. Eles contestam tudo insistem que ninguém os entendem. Portanto, teremos aqui algumas dicas de como lidar com seu filho ou aluno adolescente.

Como lidar com adolescentes – Estratégias

Primeiramente devemos dar o máximo de atenção aos adolescentes. Ouvir com calma tudo o que eles querem nos dizer. Ora, dedicarmos completamente a eles. Mesmo que você não concorde com o que o adolescente esteja dizendo é importante que você não saia dando lições de moral, pois ele já acha que é completamente incompreendido pelo mundo.

Evite fazer julgamentos ao falar com o adolescente, você não necessariamente precisa estar concordando com o que ele diz. É importante que você o respeite e respeite suas opiniões, falar com ele sempre com total educação, pois se você ser violento com ele, ele claramente será violento com você.

Se você não der espaço para que exista uma conversa, um diálogo o adolescente se tornará um adulto que acha que o convívio, a conversação não tem realmente uma real importância. Por isso, é importante que pais e professores estabeleçam a prática do diálogo com respeito.

Acreditamos que na maioria das vezes que as crianças e adolescentes não tem um senso de compreensão muito desenvolvido. Então, devemos responder para elas quando nos questionam alguma coisa, principalmente quando a resposta simplesmente é mais complexa e não há espaço para interrogações maiores.

Como lidar com adolescentes – Recomendações

Se você sempre tentar escutar as crianças desde cedo e tentar compreendê-las elas se tornarão adolescentes com a mente mais aberta, mais pensantes, com maior senso crítico. Por isso, é importante que nós adultos demos espaços para que os jovens falem, se expressem.

Não insista em conversar com um adolescente quando ele estiver com raiva, espere a calmaria chegar a tranquilidade a paz. Dessa forma, você evita tantos conflitos que podem surgir ao longo de um simples diálogo.

Não meça forças, você deve ter um pulso firme com os adolescentes. Caso contrário, eles podem simplesmente achar que são os donos da verdade e que somente eles estão certos em tudo. O que pode resultar ao crescer em um adulto arrogante e intolerante.

Dê bons exemplos para esses adolescentes. É exatamente nesta fase que eles costumam realmente decidir suas personalidades, seus hábitos e seus costumes. Se você mostrar a um adolescente como você espalha amor, ele pode quem sabe querer espalhar também.

Você precisa mostrar que é preciso saber o que esperar deles para que assim consigam se comportar em qualquer situação que possa surgir.

Como lidar com adolescentes – Outras sugestões

Faça coisas interessantes com os adolescentes para que eles se importem com o que você está fazendo. Por exemplo, se você sabe que seu filho ou aluno gosta de história, por que não assistir com ele um bom filme ou documentário sobre história do Brasil. Se gostam de música, porque não apresentar suas referências musicais. Pare para ouvir um conserto ou um disco do Pink Floyd ou do Queen com eles?

Na medida em que você dá respeito você o recebe também. É claro que as vezes os adolescentes vão ser grosseiros e sem educação. Mas é preciso que a gente entenda como para eles qualquer pequena coisa pode se transformar em uma grande confusão. Tente se lembrar que já passaram por isso. Você já se sentiu incompreendido excluído e sozinho, mas você conseguiu superar.

Então é importante que nós, os adultos que acompanham a vida desses adolescentes fiquemos atentos as ações que eles possuem. Assim tentarmos mostrar a eles como cada um de seus atos terá uma consequência com a qual eles terão de arcar.

Vídeo sobre o estatuto da criança e do adolescente

Atividades simples para fazer em sala de aula com crianças e adolescentes:

Fim do post sobre Como lidar com adolescentes

Obrigada por ter acompanhado essetexto sobre Como lidar com adolescentes. Você concorda com as nossas sugestões? Você possui outras sugestões?

Comente aqui suas ideias e críticas construtivas ao post sobre Como lidar com adolescentes. Deixe a sua contribuição!

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4º Período da História da Educação Brasileira

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “4º Período da História da Educação Brasileira” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais da História da Educação Brasileira, mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

4º Período da História da Educação Brasileira

Foi um período onde  a organização escolar é atingida não só pelas críticas às deficiências constatadas como também pela proposição e até decretação de reforma.

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Também teve o Aparecimento do ensino feminino em nível secundário, como resultado da iniciativa particular.

A tentativa de Industrialização

Nesta época se fazia restrição ao desenvolvimento de atividades industriais no Brasil. Apenas uma pequena indústria para consumo interno era permitida, devido às distâncias entre a metrópole e a colônia. Eram, principalmente, de fiação, calçados.

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Na segunda metade do século XVIII algumas indústrias começaram a crescer, como a do mármore e a têxtil. Portugal já possuía essas indústrias, abrindo assim uma concorrência ao comércio da corte e poderiam tornar a colônia independente financeiramente, adquirindo a possibilidade da independência política. Assim, em 5 de janeiro de 1785, D. Maria I assinou um alvará, extinguindo todas as manufaturas têxteis da colônia, exceto a dos panos grossos para uso dos escravos e trabalhadores.

A implantação das Industrias

Em 1808 chegando ao Brasil a família real portuguesa, D. João VI revogou o alvará, abriu os portos ao comércio exterior e fixou taxa de 24% para produtos importados, 15% para os ingleses e 16% para os produtos portugueses. Em 1810 através de um contrato comercial com a Inglaterra, foi fixada em 15% a taxa para as mercadorias inglesas por um período de 15 anos. Neste período, o desenvolvimento industrial brasileiro foi mínimo devido à forte concorrência dos produtos ingleses que, além de serem de melhor qualidade, eram mais baratos.

Vídeo Sobre a tentativa de industrialização:

A Política Educacional

Trazendo a memória alguns dos documentos que foram elementares a produção das Políticas Educacionais do nosso país, faz-se presente e ainda atual às dificuldades educacionais do Brasil o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova de 1932, marco na definição de prioridades e metas educacionais que necessitavam ser efetivadas.

O documento, como o próprio título faz referência, foi o pioneiro e notável instrumento de regulamentação da situação educacional brasileira, não funcionando apenas como um alerta a sociedade, mas também, como inspiração ao surgimento das Leis que regem a nossa educação.

As Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional

  • LEI Nº 4.024, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1961 – Fixa as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
  • LEI Nº 5.692, de 11 de agosto de 1971 – Fixa Diretrizes e Bases para o Ensino de 1º e 2º graus, e dá outras providências.
  • LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996 – Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

Vídeo Sobre política educacional:

A primeira Republica

Primeira República é o período da história no Brasil compreendido com o fim da monarquia em 15 de novembro de 1889 até a Revolução de 1930. Também foi denominada pelos historiadores de República Oligárquica, República dos Coronéis e República do Café com Leite.

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Com a vitória da Revolução de 30 e a fim de reforçar a ideia que começava um novo tempo, passou a ser chamada pejorativamente de República Velha.

Reformas Educacionais

Propôs mudanças nos ensinos primário (de 7 a 13 anos) e secundário (de 13 a 15 anos) do Distrito Federal, priorizando disciplinas científicas como Matemática e Física, em detrimentos das humanas – que eram o foco das escolas de primeiras letras, criadas no Império.

Vídeo Sobre a primeira republica:

Aspectos qualitativos do Período

A ideia de uma Educação para todos só ganhou força na década de 1920. Nesse período, se destacaram os pioneiros da Escola Nova – Anísio Teixeira (1900-1971), Fernando de Azevedo (1894-1974), Lourenço Filho (1897-1970) e outros -, que defendiam a escola pública e laica, igualitária e sem privilégios (leia a frase de Teixeira na primeira página e a pergunta de concurso abaixo).

O estopim das mudanças foi a Reforma Sampaio Dória, em São Paulo, em 1920, que leva o nome do então diretor-geral da Instrução Pública do estado, Antonio de Sampaio Dória (1883-1964).

Aspectos Quantitativos

Aspectos como a ampliação da rede de escolas e a reformulação curricular. Paralelamente, a corrente anarquista conquistou espaço e passou a influenciar a Educação. Foram fundadas escolas operárias em quase todos os estados, geridas pela comunidade. Tendo como base a Pedagogia libertária.

Vídeo Sobre aspectos da educação no 4 período:

O entusiasmo pela Educação

O entusiasmo pela educação, sendo o período em que se mais houve reformas pedagógicas e educacionais. Este trabalho possibilitará um entendimento sobre a discussão da educação brasileira e a introdução do escolanovismo no Brasil. Os procedimentos metodológicos utilizados são de natureza bibliográfica e baseada na análise de obras acadêmicas com a finalidade de problematizá-la a luz dos objetivos da pesquisa.

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Nesta comunicação pretende-se expor principais temáticas relacionadas à educação e reformas que foram implantadas durante o período da primeira república e os principais movimentos relacionados às mudanças sofridas no âmbito educacional. Ao término deste ensaio, espera-se contribuir através de reflexões e de analises sobre o tema proposto, dando um embasamento ao leitor sobre os aspectos da educação brasileira.

Vídeo Sobre o entusiasmo pela educação:

FIM

Chegamos ao fim de uma lista que foi recheada de conteúdos, e hoje falamos de — com suas características. Se você gostou do assunto e do texto, compartilha nas redes sociais, e ajude a divulgar nossos trabalhos. Você também pode acessar as nossas redes sociais.

3º Período da Historia da Educação Brasileira

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “3º Período da Historia da Educação Brasileira” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais da educação brasileira, mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

3º Período da Historia da Educação Brasileira

O terceiro período foi um período de muitas mudanças da educação brasileira, em que foi colocadas normativas de diversas instituições, com relação a implementação da educação, desde pequenos alunos ao ensino superior.

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Se deu a partir do modelo agrário, também teve o período imperial que influenciou bastante, e as normativas da educação do período.

Consolidação do Modelo Agrário Comercial

A reforma educacional foi superficial pelas propostas serem voltadas aos interesses das classes dominantes; Cursos superiores isolados. Preocupação estreitamente profissionalizante, causada pela desvinculação da teoria e pratica.

A teoria estudada era somente a realidade européia. “(…) Evidenciando, contudo, a fiel e cega obediência, aos compendios adotados, ignorava o programa de Geologia, as particularidades do solo brasileiro, enquanto incluia o estudo cuidadoso do terreno parisiense.

Crise do Modelo Agrário Exportador

A solução temporária para a crise vem com o sucesso da lavoura cafeeira a partir de 1840. Rebeliões regionais que não obtiveram sucesso, impulsionadas pela burguesia européia, sob o interesse de uma política divisionista.

Vídeo Sobre modelo agrário exportador:

A fase Imperial

Foi um regime de grandes concessões de terras chegou ao Império enfraquecido. Já se combatia o latifúndio, que perdia credibilidade de forma acelerada. Esse, um fato econômico importante, e que talvez tenha gerado certa instabilidade política no início do Império.

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Essa instabilidade foi responsável pelo afrouxamento na proteção de nossas florestas.A negligência do Império nesse importante assunto se deve à paixão política, às rebeliões e desajustamentos explicáveis, num período de formação de uma nacionalidade.

Reformas Couto Ferraz

A reforma Couto Ferraz tornou obrigatória a Educação Física nas escolas do município da Corte, houve grande contrariedade por parte dos pais em ver seus filhos envolvidos em atividades que não tinham caráter intelectual. Em relação aos meninos, a tolerância era um pouco maior, já que a idéia de ginástica associava-se às instituições militares; mas, em relação às meninas, houve pais que proibiram a participação de suas filhas.

Leôncio Carvalho

Carlos Leôncio de Carvalho, segundo Lira (1949), nasceu em 18 de junho de 1847, na cidade de Iguaçu, na província do Rio de Janeiro, era filho do Dr. Carlos Antonio de Carvalho. Estudou na Faculdade de Direito de São Paulo, tendo concluído seus estudos em 1868. Prestou concurso, em 1871, para professor nesta Faculdade e nele foi aprovado, sendo nomeado membro catedrático em 1881. Foi convidado para ocupar a pasta dos Negócios do Império no gabinete de 15 de janeiro de 1878, tendo sido eleito deputado pela província de São Paulo neste mesmo ano, permaneceu na Câmara até 1881

Reformou a instrução pública primária e secundária no Município da Corte e o ensino superior em todo o Império, este deu origem ao Pareceres/Projetos de Rui Barbosa intitulados Reforma do Ensino Secundário e Superior (1882) e Reforma do Ensino Primário e várias Instituições Complementares da Instrução Pública (1883). Nesse Decreto autorizava o governo a criar ou auxiliar, nas províncias, cursos para o ensino primário, permitindo que os escravos freqüentassem as escolas. Buscava também estimular a alfabetização dos adultos, exigindo a leitura e escrita, dando preferência para obtenção de empregos nas oficinas do Estado aos indivíduos que cursaram a instrução primária.

Pareceres de Rui Barbosa

O parecer impõe como preliminar a sua posição em face da doutrina e da influência exercida nos pareceres. O liberalismo brasileiro do século XIX se filia ao liberalismo europeu, mas com a peculiaridade de ambientes e condições inteiramente diferentes do mundo europeu. Na Europa, os homens da época eram praticamente livres, as normas os reconheciam como iguais e pode-se afirmar que os privilégios praticamente se extinguiram.

Vídeo Sobre a fase imperial:

A Organização do Ensino

Para melhorar o sistema educacional, no ano de 1823 é criado no país o chamado Método Lancaster (Método do Ensino Mútuo) no qual um aluno já treinado ensinava a grupos de até dez alunos, sob a vigilância de um professor-inspetor; este modelo usado em 1823 existe até os dias atuais, com as devidas adaptações, sendo conhecido na atualidade como o sistema de monitoria.

Avançando na organização da educação no país, em 1826 o imperador determina por meio de uma lei a existência de quatro graus para instrução: Pedagogias, Liceus, Ginásios e Academias.

Aspectos Qualitativos da Organização Escolar

A verificação do rendimento escolar observará critérios, dentre eles podemos destacar: a) avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais;

Aspectos Quantitativos da Organização Escolar

Na escolha do tema do trabalho a ser desenvolvido, sabe-se que seu foco de estudo, seu objeto de análise, partirá, necessariamente, de um problema. Imaginemos que você decida compreender o fenômeno da falta de interesse dos alunos em relação a uma determinada disciplina. Obviamente que você terá de escolher qual será o método que utilizará para checar as causas envolvidas nessa problemática.

Vídeo Sobre a organização do ensino:

FIM

Chegamos ao fim de uma lista que foi recheada de conteúdos, e hoje falamos de 3º Período da Historia da Educação Brasileira com suas características. Se você gostou do assunto e do texto, compartilha nas redes sociais, e ajude a divulgar nossos trabalhos. Você também pode acessar as nossas redes sociais.

2º Período da História da Educação Brasileira

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “2º Período da História da Educação Brasileira” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais da Educação Brasileira e sua história, mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

2º Período da História da Educação Brasileira

Foi um Período de muita importância para a educação brasileira, sendo criação da academia real de marinha e em 1810 criação da academia real militar.

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Assim formou vários oficiais, engenheiros civis e militares. Também teve a criação do curso de cirurgia e economia (Bahia), instalado no Hospital Militar, e os cursos de cirurgia e anatomia no Rio.

Crise do Modelo Agrário Exportador Dependente

Nesse Período foi criação da academia real de marinha e em 1810 criação da academia real militar O principal objetivo era a formação de oficiais, engenheiros civis e militares.

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Teve também a criação do curso de cirurgia e economia (Bahia), instalado no Hospital Militar, e os cursos de cirurgia e anatomia no Rio. 1812 – foi criada a escola de serralheiros, oficiais de lima e espingardeiros (MG).

Escolas Criadas

Na Bahia foi criado o curso de agricultura, com estudos em botânica e jardim botânico, o curso de química (1817), abrangendo química industrial, geologia e mineralogia e por fim o curso de desenho técnico (1818). No Rio em 1812 foi criado o laboratório de química e o curso de agricultura. Tais cursos representam o início do nível superior de ensino no Brasil.

Vídeo Sobre a Crise do Modelo Agrário Exportador Dependente:

As consolidações Sociais face a Relação Metrópole Colônia

Foi um tempo onde o mercantilismo possuía práticas que eram adotadas pelos Estados absolutistas na Idade Moderna como o fato de que a riqueza de um país é medida pela quantidade de ouro e prata que ele possuía e que não havia ganho para um Estado sem o prejuízo de outros, medida que explica muito as consequências dessas práticas anos depois e, de certa forma, até os dias atuais.

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As medidas protecionistas eram utilizadas para proteger o Estado como a proibição da entrada de manufaturados estrangeiros, estimulando a exportação e conseguindo atingir uma balança de comércio favorável, obtendo lucros.

O Desmantelo

É somente no século XIX, em 1808, que o sistema colonial e essa relação metrópole-colônia começou a se desmantelar, pois é o ano em que a família real portuguesa se transfere para o Brasil e houve a abertura dos Portos às Nações Amigas, acabando com o exclusivismo português, mas Portugal ainda tomando decisões importantes para o Brasil.

Vídeo Sobre consolidações Sociais face a Relação Metrópole Colônia:

Dom João VI e o Ensino Superior Profissional

A educação ao tempo de D. João VI. Desde a expulsão dos jesuítas em 1759 até a transferência da corte portuguesa para o Brasil, a educação da colônia passou por um período de desagregação e decadência.

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A chegada do príncipe regente, D. João, modificou a política educacional que o governo luso adotava em relação ao Brasil. A fundação de várias instituições culturais deu novo impulso à educação: a Imprensa Régia, a Biblioteca Nacional e um museu, e, sobretudo, as escolas de ensino superior, a Escola Naval, a Escola Militar, cursos de medicina no Rio de Janeiro e na Bahia, e nesta última cursos de agricultura, química e desenho técnico.

As escolas

Essas escolas rompiam com a tradição de ensino excessivamente literário, vigente na época dos jesuítas. Ficaram, porém, circunscritas quase exclusivamente ao Rio de Janeiro e à Bahia. O resto da colônia continuava mergulhado no mesmo atraso. Esse período foi um dos mais importantes na evolução cultural do Brasil, pois nele foram lançadas as bases de notáveis instituições culturais.

Vídeo Sobre Dom João VI e o Ensino Superior Profissional:

A fase Politicamente

A população brasileira estava descontente com relação ao governo de Portugal, pelo excessos cometidos por eles no desempenho dessa função, pela demora no regresso da família real e da corte. A desocupação do território português aconteceu em 1809. Esse descontentamento leva, em 1820, à revolução constitucional.

Esses acontecimentos contribui para o aceleramento do processo de emancipação política. Conseguida a autonomia política em 1822, fazia-se necessária uma constituição. Quanto à educação, estava presente a idéia de um ecossistema nacional de educação em seu duplo aspecto: graduação das escolas e distribuição racional por todo o território nacional.

Vídeo Sobre a fase politicamente:

Autonomia e a Descentralização da Educação

Foi marcada pela flexibilidade e pelas diferentes relações que se estabelecem entre a União e as unidades subnacionais, que compreendem os estados e os municípios. Dessa forma, a descentralização educacional não é um processo homogêneo e praticado em uma única direção.

A descentralização, a municipalização e a autonomia da unidade escolar constituem, a configuração do sistema educacional brasileiro, sendo o fortalecimento local exercido através da autonomia da escola, meta principal da descentralização dos sistemas educacionais.

Constituição de 1824

Ela responde à lógica da organização federativa, no sentido de: ordenar responsabilidades e competências nos planos administrativo e financeiro aos entes federativos; instituir processos desconcentrados de administrações financeira, administrativa e pedagógica; e instaurar a gestão democrática da escola, em cumprimento a preceito constitucional, cuja regulação maior encontra-se na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), de 1996, institucionalizando a escola autônoma.

Vídeo Sobre descentralização da educação:

Aspectos Quantitativos da Organização escolar

Para a maior parte das escolas e profissionais de educação, avaliar a aprendizagem do aluno significa atribuir uma nota após a realização de um método avaliativo.

Daí decorrem os vários testes, exames e outros instrumentos aos quais estamos habituados e que medem tão somente a capacidade do aprendiz de – naquele momento – responder conforme o esperado e atingir determinada nota, conceito, classificação ou hierarquia.

Avaliação Quantitativa

As avaliações qualitativas, por outro lado, centram-se em todo o processo de ensino-aprendizagem, e requerem um diagnóstico desse processo. A própria legislação educacional brasileira, desde a Lei de Diretrizes e Bases, aponta para a necessidade de uma “avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais”.

Vídeo Sobre aspectos quantitativos da organização escolar:

FIM

Chegamos ao fim de uma lista que foi recheada de conteúdos, e hoje falamos de 2º Período da História da Educação Brasileira com suas características. Se você gostou do assunto e do texto, compartilha nas redes sociais, e ajude a divulgar nossos trabalhos. Você também pode acessar as nossas redes sociais.

Como a rotina docente pode ajudar na preparação para concurso

Oi pessoal, vamos falar sobre Como a rotina docente pode ajudar na preparação para concurso. São dicas e ideias legais para estudar diblando a rotina de ser professor.

Como a rotina docente pode ajudar na preparação para concurso

Todos os dias vejo notícias e propagandas sobre concursos públicos. Cursos preparatórios, apostilas, coaching para os chamados “concurseiros”. O sonho do cargo estável, com remuneração fixa e tantas outras vantagens faz parte do objetivo principal de muita gente.

Como a rotina docente pode ajudar na preparação para concurso

Depois de meses de preparação, às vezes anos, a fatídica prova chega. A sensação é que nunca estudamos o suficiente, não é mesmo?

Mas pode acontecer de o candidato ser um professor que tenha uma carga de trabalho puxada, com longas jornadas. Hoje em dia, a docência é uma das áreas que mais emprega, pois apesar de pouco reconhecida, é muito procurada por pessoas de todas as idades em nosso país.

Eis aí o ponto chave da relevância da docência, ela é uma preparação para um concurso público. Recorro a Michel Foucault para poder me explicar melhor: saber é poder. Quando detemos o conhecimento necessário, alcançamos a potência de realização do que almejamos. E em provas de concurso, quanto mais conhecimento palpável e flexível, melhor.

Como a rotina docente pode ajudar na preparação para concurso – Conteúdo

O professor, nas suas aulas diárias, manipula o saber e se torna íntimo dele. Os livros, a biblioteca e as ferramentas de pesquisa de conteúdo já são lugar conhecido daqueles que preparam atividades para a sala de aula.

Nenhuma pessoa sabe tudo e nunca saberá. Entretanto, o que faz a diferença é buscar formas de aprender de modo significativo, de forma que o saber se torne parte do indivíduo, e não uma aquisição temporária para um uso específico.

Talvez um detalhe que poucos percebem é que na sua didática cotidiana estabelecem análises estratégicas sobre a formulação de questionamentos, respostas e organização dos conteúdos. Sem notar a dinâmica do seu trabalho, esse professor entra no universo da elaboração da prova do concurso sobre o qual tanto sonha.

Vou explicar melhor: pensemos em um certo conteúdo. Para ensiná-lo, é preciso conhece-lo com propriedade, não é? Eis aí uma primeira lição. É preciso que se disseque o conteúdo, pedacinho por pedacinho, para que se compreenda sua estrutura.

Como a rotina docente pode ajudar na preparação para concurso – Estratégias de ensino

Em seguida, virão as estratégias de ensino. Como podemos passar esse conteúdo para o aluno de forma inteligível? De que forma alguém poderá aprender através que que poderei explicar?

Os caminhos do aprendizado são traçados nesse ponto. É nesse momento que acontece o principal aspecto que auxilia quem dá aula a se preparar para um concurso.

Como a rotina docente pode ajudar na preparação para concurso – Memorização

Uma das principais falhas dos candidatos é a memorização das matérias. Decoramos, esquematizamos, guardamos exaustivamente as fórmulas e conceitos. Só que poucos percebem que o momento da prova traz esgotamento emocional, físico e de concentração. Então, aquelas informações memorizadas ou decoradas a todo custo escapam da lembrança, se tornam desconectadas de qualquer questão.

Ensinar proporciona justamente o movimento contrário o que descrevi: além de relacionar os conteúdos entre si, através de uma transdisciplinaridade, possibilita encontrar estratégias de mobilizar o conhecimento de forma significativa, racional e útil. Um simples conceito pode ser desdobrado em muitos outros, uma fórmula tem sua natureza esclarecida e não é mais necessário decorá-la.

Como a rotina docente pode ajudar na preparação para concurso – Auto-ensino

Quando pensamos no que o outro aprende e como aprende através da nossa ação, estamos não apenas problematizando nossa prática, mas também refletindo sobre ela. No início pode parecer difícil fazer esse movimento de sair de si mesmo e se colocar no lugar do outro. Mas é justamente nesse ponto que aprendemos mais.

Esse aspecto é importante pois quando estamos ensinando, paramos institivamente para ouvir a nós mesmos. A aula acaba servindo para nós mesmos, sem perceber também nos tornamos alunos de nossa própria aula.

Como a rotina docente pode ajudar na preparação para concurso – Autoavaliação

Por último e não menos importante vem o processo da avaliação da aprendizagem. Quando elaboramos qualquer questão, por mais simples que seja, estamos estruturando o conhecimento aprendido e com isso, pensando em respostas mais assertivas, mais completas e mais seguras. Quando corrigimos essas questões, estamos exercitando também o quanto sabemos e o quanto aprendemos sobre o conteúdo.

Dar aulas todos os dias é fator importante para a preparação para um concurso, sim. Quando o conteúdo, as matérias, os esquemas de aprendizagem fazem parte do nosso dia a dia de preparação, nada melhor do que praticar também reproduzindo em forma de ensino.

Sejamos professores de nós mesmos enquanto nos preparamos para ensinar nossos alunos. Estejamos abertos a mudanças, a novos aprendizados, a reconhecer que o “decoreba” não precisa ser a ferramenta mais segura para estudar. Afinal, quem ensina também aprende!

Fim do post sobre Como a rotina docente pode ajudar na preparação para concurso

Obrigada por ter acompanhado esse post sobre como a rotina docente pode ajudar na preparação para concursos. Espero que tenha sido proveitosa a leitura para você.

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1º Período da História da Educação Brasileira

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “1º Período da História da Educação Brasileira” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais da educação brasileira mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

1º Período da História da Educação Brasileira

O primeiro período da História da Educação foi um período que ocorreu bastante mudanças, onde a educação passou por implementações de diversas origens e estados.

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No período da exploração inicial, os esforços educacionais foram dirigidos aos indígenas, submetidos à chamada “catequese” promovida pelos missionários jesuítas que vinham ao novo país difundir a crença cristã entre os nativos.

Consolidação do Modelo Orgânico Exportador Dependente

O modelo orgânico exportador dependente começou no Inicio da era do café (Ouro preto) Rebeliões regionais que não obtiveram sucesso, impulsionadas pela burguesia européia, sob o interesse de uma política divisionista.

Solução temporária para a crise vem com o sucesso da lavoura cafeeira a partir de 1840.

Reforma Educacional

A reforma educacional foi superficial pelas propostas serem voltadas aos interesses das classes dominantes; Cursos superiores isolados. Preocupação estreitamente profissionalizante, causada pela desvinculação da teoria e pratica. A teoria estudada era somente a realidade européia.

Vídeo Sobre Consolidação do Modelo Orgânico Exportador Dependente:

Educação e Civilização

A educação não contou com investimentos suficientes para o atendimento escolar elementar da população em idade escolar, no fim do séc XIX continuando a ter o mesmo número de escolas.

Assim podemos concluir que o modelo comercial-exportador contribuiu de forma negativa e excludente para as camadas baixas, por ser um modelo de educação burguês, e se limitava a teorias baseadas em um transplante cultural Francês, desconsiderando a realidade brasileira.

Dependencia

A dependência expressa subordinação, a ideia de que o desenvolvimento capitalista do país e por sua inserção no capitalismo mundial dada pelo imperialismo. Portanto, a superação do subdesenvolvimento passaria pela ruptura com a dependência e não pela modernização e industrialização da economia, o que pode implicar inclusive a ruptura com o próprio capitalismo.

Vídeo Sobre educação e civilização:

A fase Jesuíta

Estado e Igreja nessa época era próxima, na medida em que ambas empreendiam medidas que colaboravam com seus interesses mútuos. Enquanto os jesuítas tinham apoio na catequização dos nativos, o Estado contava com auxílio clerical na exploração do território e na administração.

Na fase Jesuíta foi um período de muitas mudanças, principalmente algumas na educação como as escolas, que eles fizeram algumas implementações baseadas na igreja católica.

Escolas Jesuítas

Muitas escolas tradicionais do país, bem como várias instituições de ensino superior espalhadas nos mais diversos pontos do território brasileiro, ainda são administradas por setores dirigentes da Igreja Católica. Somente no século XIX, foi que as escolas laicas passaram a ganhar maior espaço no cenário educacional brasileiro.

Vídeo Sobre a fase jesuíta:

As Reformas Pombalinas

Entre 1750 e 1777, Sebastião José de Carvalho, o Marquês de Pombal, estabeleceu uma série de reformas modernizantes com o objetivo de melhorar a administração do Império português e aumentar as rendas obtidas através da exploração colonial. Esse tipo de experiência condizia com uma tendência vivida em várias monarquias européias.

A intervenção política “esclarecida” de Pombal surgiu no momento em que Portugal enfrentava sérios problemas econômicos. A Coroa lusitana tinha perdido diversas de suas possessões no continente asiático e sofria com as imposições do Tratado de Methuen, assinado junto à Inglaterra, em 1703.

Vídeo Sobre as Reformas Pombalinas:

FIM

Chegamos ao fim de uma lista que foi recheada de conteúdos, e hoje falamos de 1º Período da História da Educação Brasileira com suas características. Se você gostou do assunto e do texto, compartilha nas redes sociais, e ajude a divulgar nossos trabalhos. Você também pode acessar as nossas redes sociais.

A história da Educação Brasileira e seus Antecedentes

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “A história da Educação Brasileira e seus Antecedentes” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais da Educação e os Novos métodos mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

A história da Educação Brasileira e seus Antecedentes

Foi uma educação focada exclusivamente na catequização. Foi assim que nasceu o embrião do ensino no Brasil, em 1549, quando os primeiros jesuítas desembarcaram na Bahia. A educação pensada pela Igreja Católica – que mantinha uma relação estreita com o governo português – tinha como objetivo converter a alma do índio brasileiro à fé cristã.

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A educação brasileira é a junção de várias educações que foram desenvolvendo técnicas ao longo da história, sendo que essas técnicas são cada vez mais para desenvolver métodos excelentes para o ensino do alunos.

Porque Estudam a História da Educação Brasileira

A história da educação brasileira deve ser estudada para que seja conhecidas as bases dessa educação, de forma que os alunos podem aprender bastante com essa temática.

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A educação brasileira vem de diversas junções de educações onde cada uma deixou o sua marca na educação brasileira, sendo que os alunos podem tomar posse de um conteúdo enorme que pode ser trabalhado de diversas formas.

Trabalhar a História da educação Brasileira em Sala

A história da Educação brasileira pode ser trabalhada em sala de aula de diversas formas, pode ser através de brincadeiras, através de pesquisas, através de estudos em grupos, repassando vídeos do youtube para assistirem.

Vídeo Sobre História da educação Brasileira:

Valor dos estudos da História da Educação

A história da educação brasileira tem um valor enorme, sendo que os alunos podem conhecer como e quando começou a surgir os ensinamentos que são colocados em sala de aula.

De acordo com todo o conteúdo repassado, os alunos podem aprofundar o seu conhecimento e assim dá valor a educação que lhe é dada todos os dias

Vídeo Sobre o valor da historia da educação:

Historiografia da educação Brasileira

O instrumento legal que demarca este período é o Directório que se deve observar nas povoações dos índios do Pará e Maranhão enquanto Sua Majestade não mandar o contrário ou, simplesmente, “Diretório” de 1757, editado em 3 de maio de 1757, confirmado pelo Alvará Régio de 17 de agosto de 1758 e abolido pela Carta Régia de 12 de maio de 1798.

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O “Diretório” pode ser considerado o mais importante documento de política educacional da história da América portuguesa naquele período. Infelizmente ainda é pouco conhecido e estudado como tal.

Período Pombalino

O Período Pombalino corresponde aos anos em que o Marques de Pombal exerceu o cargo de primeiro-ministro em Portugal (1750 a 1777), durante o reinado de Dom José I. Em meados do século XVIII, Portugal passava por um período de forte crise econômica.

O Marques de Pombal adotou várias medidas administrativas, visando melhorar as condições de Portugal. Muitas destas medidas estavam relacionadas à sua principal colônia, o Brasil. Seria função do Brasil, dentro deste objetivo pombalino, suprir as necessidades materiais e comerciais da metrópole, a fim de transformar Portugal numa potência europeia.

Vídeo Sobre a Historiografia da educação Brasileira:

Antecedentes: origem e Desenvolvimento da Educação Clássica

A educação possuía um padrão criado por essas famílias que era baseado nos dois poetas gregos Homero e Hesíodo que afirmava que o homem ideal era o guerreiro belo e bom.

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Assim, com a chegada da democracia, o poder sai das mãos da aristocracia e, “esse ideal educativo vai sendo substituído por outro. O ideal de educação do Século de Péricles é a formação do cidadão.

Grécia e Roma

A educação grega era centrada na formação integral do indivíduo. Quando não existia a escrita, a educação era ministrada pela própria família, conforme a tradição religiosa. A transmissão da cultura grega se dava também, através das inúmeras atividades coletivas (festivais, banquetes, reuniões).

A educação romana é um tema importante de se destacar. Foram eles os primeiros a promover um sistema de ensino oficial, a partir de um organismo centralizado e sob responsabilidade do Estado.

Vídeo Sobre origem e Desenvolvimento da Educação Clássica:

A pedagogia Medieval

A educação medieval  era desenvolvida em estreita simbiose com a Igreja, com a fé cristã e com as instituições eclesiásticas que – enquanto acolhiam os oratores – eram as únicas delegadas (com as corporações no plano profissional) a educar, a formar, a conformar.

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A importância da inteligência e do conhecimento se dá na medida em que devemos evitar a adesão a fé seja passiva ou injustificada. Portanto, a razão deverá moderar a inteligência humana para justificar e compreender a fé.

Escolástica

O método escolástico consistia em leitura critica de obras selecionadas, aprendendo a apreciar as teorias do autor, por meio do estudo minucioso de seu pensamento e das consequências deste.

A partir da comparação entre o texto da obra e os documentos a ela relacionados, especialmente documentos da igreja e análises de estudiosos anteriores, se produzia as sententiae, curtas sentenças nas quais eram listadas as discordâncias entre fontes diversas, acerca dos temas tratados na obra em estudo.

As primeiras Universidades

A primeira universidade de que se tem notícia é a de Bolonha, Itália, criada em 1150. Naquela época o conhecimento era privilégio de poucos e apenas quem podia pagar se associava a outros interessados para contratar um professor sobre algum dos temas das chamadas “essências universais”. Daí o nome de “universidade”.

Vídeo Sobre a pedagogia medieval:

A Renascença e o Humanismo

No período da Renascença o homem procura explicar a si mesmo o significado dessa mudança, atribuindo ao “renascimento” das idéias que foram utilizadas na época clássica e ficaram de lado durante a Idade Média.

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O humanismo estabelece três pontos fundamentais: (1) o objetivo básico do conhecimento é o homem e o significado da vida; (2) nenhum filósofo detém o monopólio da verdade; e (3) existe uma afinidade entre a cultura clássica pagã e o cristianismo, já que o ensinamento sobre o homem, a vida e a virtude ministrado pelos autores clássicos pode ser integrado ao cristianismo.

Vídeo Sobre a renascença e o humanismo:

A Reforma Educacional Protestante

A Reforma foi de grande importância para a educação global. Mas na Reforma Protestante foi desencadeada a busca pela educação universal.

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Martinho Lutero, professor da Universidade de Wittenberg, logo solicitou aos magistrados que estabelecessem escolas para que as crianças pudessem aprender a ler as Escrituras recentemente traduzidas e se beneficiassem do aprendizado dos antigos. Mais tarde, João Calvino, no contexto francês, estabeleceu a Academia de Genebra, que se tornou o centro da teologia reformada.

Vídeo Sobre A Reforma Educacional Protestante:

A Contra Reforma

A Contra-Reforma não foi somente um movimento de oposição à Reforma protestante e a sua expansão, porque desentranhou do espírito que a animou, da tradição escolástica e da incorporação da cultura humanista, atividades e criações que a singularizam institucional e culturalmente, notadamente na renovação da Teologia e da Filosofia escolástica, no florescimento da literatura mística, principalmente na Espanha, e nas manifestações da arte, cuja peculiaridade se designa correntemente de barroca.

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Nenhuma atividade pedagógica da Contra-Reforma alcançou, porém, a significação e a influência da que a Companhia de Jesus levou a cabo no plano dos estudos preparatórios. Criada em Paris, com poucos membros, em 1534, por Inácio de Loyola (1491-1566), canonizado em 1622, a nova congregação recebeu do seu fundador a designação de Companhia de Jesus em 1537, a qual foi reconhecida pelo pontífice Paulo III em 1541, pela bula Regimini Ecclesiae militantis.

Sociedade de Jesus

É uma espécie de coletânea, fundamentada em experiências vivenciadas no Colégio Romano, a que foram adicionadas observações pedagógicas de diversos outros colégios, cujo objetivo era instruir rapidamente todo o jesuíta docente sobre a natureza, a extensão e as obrigações do seu cargo.

O Ratio surgiu com a necessidade de unificar o procedimento pedagógico dos jesuítas diante da explosão do número de colégios confiados à Companhia de Jesus como base de uma expansão em sua totalidade missionária. Constituiu-se numa sistematização da pedagogia jesuítica contendo 467 regras cobrindo todas as atividades dos agentes diretamente ligados ao ensino e recomendava que o professor nunca se afastasse do estilo filosófico de Aristóteles, e da teologia de Santo Tomás de Aquino.

Vídeo Sobre contra reforma:

FIM

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A educação no Século XX e XXI

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “A educação no Século XX e XXI” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais das técnicas da educação e métodos, mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

A educação no Século XX e XXI

O ensino fundamental, reservado às crianças de 7 a 12 anos, passou a compreender quatro anos, ao termino dos quais era necessário passar em um exame de admissão para ascender ao nível ginasial, este com duração de mais quatro anos.

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O ensino médio também foi reformulado, os conteúdos ministrados passaram a visar o duplo objetivo de fornecer cultura geral e preparar para o vestibular. Teoricamente a preocupação do governo passou a ser desenvolver a personalidade e cultura do indivíduo, preparar para a vida familiar e a iniciação ao trabalho.

As Experiências Pedagógicas da Atualidade

Nos dias atuais a pedagogia deve se colocar bem a frente da educação, buscando novas formas de ensinar de uma maneira simples e complexa. Resultado de imagem para Montessori

Existem diversas experiencias que contribui bastante para a educação, de uma forma que a cada dia surgem novas experiencias, como brincadeiras que desenvolvem bastante os alunos, modo de aplicar atividades, recursos tecnológicos e outros.

Brincar e Dançar

A Educação Física apresenta, como uma de suas propostas, capacitar o aluno para ser um praticante lúcido e ativo, de forma que o esporte possa ficar arraigado nos demais componentes da cultura da corporeidade em sua vida. Um dos grandes desafios do educador é escolher com êxito e atenção, o que ensinar e de que maneira ensinar.

Vídeo Sobre as Experiências Pedagógicas da Atualidade:

O Método Montessori

O Método Montessori é o resultado de pesquisas científicas e empíricas desenvolvidos pela médica e pedagoga Maria Montessori. É caracterizado por uma ênfase na autonomia, liberdade com limites e respeito pelo desenvolvimento natural das habilidades físicas, sociais e psicológicas da criança.

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A criança é o centro do método montessoriano e o professor tem o papel de acompanhador do processo de aprendizado. Ele guia, aconselha, mas não dita e nem impõe o que vai ser aprendido pela criança.

Maria Montessori

Foi uma educadora, médica, cristã católica e pedagoga. Conhecida pelo método educativo que desenvolveu e que ainda é usado hoje em escolas públicas e privadas mundo afora. Destacou a importância da liberdade, da atividade e do estímulo para o desenvolvimento físico e mental das crianças. Para ela, liberdade e disciplina se equilibrariam, não sendo possível conquistar uma sem a outra. Adaptou o princípio da auto-educação, que consiste na interferência mínima dos professores, pois a aprendizagem teria como base o espaço escolar e o material didático.

Vídeo Sobre o Método Montessori:

Os Grandes teóricos da Pedagogia

Os pensadores que colabotraram com a educação ne a pedagogia, crianram a Epistemologia Genética, que é entendida como o estudo dos mecanismos do aumento dos conhecimentos.

Convém esclarecer que as teorias de Piaget têm comprovação em bases científicas. Ou seja, ele não somente descreveu o processo de desenvolvimento da inteligência mas, experimentalmente, comprovou suas teses.,

J. Dewey

John Dewey foi um filósofo e pedagogista norte-americano. Dewey foi um dos principais representantes da corrente pragmatista inicialmente desenvolvida por Charles Sanders Peirce, Josiah Royce e William James. Ele também escreveu extensivamente sobre pedagogia, onde é uma referência no campo da educação moderna.

J. Piaget

Jean Piaget é o mais conhecido dos teóricos que defendem a visão interacionista do desenvolvimento. Ele considerou que se estudasse cuidadosa e profundamente a maneira pela qual as crianças constroem as noções fundamentais de conhecimento lógico, tais como: tempo,espaço,objeto,causalidade e outros poderia compreender a gênese (ou seja, o nascimento) e a evolução do conhecimento humano.

Vídeo Sobre os grandes teóricos da pedagogia:

tendência da Educação Contemporânea

Nos dias atuais, sabemos muito bem o quanto os alunos estão focados em tecnologia, o quanto eles adoram copiar e colar da internet; inclusive copiam tão bem que muitas vezes nem formatam o texto. Sabemos também das influências dos celulares, tabletes e outros aparelhos de alta tecnologia que invadem o espaço do professor e interferem nitidamente no processo de ensino aprendizado.

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Com toda essa questão a educação busca fazer com que os docentes procurem formas de implementar mais tecnologia junto aos alunos, para que não se deixe levar por esse fato.

A educação contemporânea vai em busca de novos métodos, novos alvos de atingir um patamar que quanto mais tecnologia maior vai ser o aprendizado.

Os Organismos Internacionais

Em virtude da recente ampliação da integração geoeconômica global, as organizações tornaram-se atores importantes no cenário mundial, com a missão de estabelecer um ordenamento das relações intranacionais de poder e influência política, para ajudar na educação.

Vídeo Sobre educação contemporânea:

Perspectiva para Escola no Futuro

A escola no futuro é um assunto bastante complicado, que muitas pessoas ficam pensando, mas para a escola do futuro deve-se pensar em diversas maneiras e normas que ajudem não só os alunos, mas principalmente os colaboradores das escolas.

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As escolas do futuro segundo alguns pesquisadores, vai bater em cima dos melhores estudos para que os aproveitamento dos alunos seja o melhor possível e baseado em comportamento escolar e métodos de ensino diversificados.

O que os Jovens Pensam?

A juventude acredita na “educação”, mas, questiona, principalmente, os aspectos didático-pedagógicos adotados nas práticas docentes, e apontam mudanças importantes neste quesito para que a escola cumpra seu papel social, não afastando a juventude dos seus sonhos e de suas perspectivas de futuro.

Vídeo Sobre escola do futuro:

FIM

Chegamos ao fim de uma lista que foi recheada de conteúdos, e hoje falamos de A educação no Século XX e XXI com suas características. Se você gostou do assunto e do texto, compartilha nas redes sociais, e ajude a divulgar nossos trabalhos. Você também pode acessar as nossas redes sociais.

Desafios da Sala de aula

Oi pessoal, o post de hoje vai falar sobre Desafios da sala de aula. Vamos discutir os desafios que os professores enfrentam em sua diária de sala de aula!

Desafios da Sala de aula

Desafio. Uma palavra interessante, que denota vários sentidos. Temos na vida vários desafios, alguns diários e menores, outros a longo prazo e bem maiores. Todos eles existem para ser vencidos, senão não seriam desafios.

DESAFIOS DE SALA DE AULA

Quando pensamos nos desafios de uma sala de aula, quase que imediatamente vem à nossa mente as condições precárias do ensino no Brasil, a desvalorização do professor, escolas caindo aos pedaços e sem condições de funcionamento. Os desafios são grandes, mas não param por aí.

Desafios da Sala de aula – Comunicação

Quando falamos da escola e da sala de aula, podemos listar muitos desafios. Há os que são cotidianos, aqueles que muitas vezes enfrentamos até mesmo de forma instintiva. Um aluno indisciplinado, uma turma agitada, uma reunião de pais desgastante. Também há aqueles que nos provocam. Esses são os mais interessantes.

Vamos começar com os desafios de comunicação. Há professores que se queixam que os alunos não os entendem e vice-versa. Eis ai um desencontro nos discursos. É desafiador compreender o discurso do outro através do seu próprio discurso. Não há ensino e aprendizado sem diálogo, isso é fato.

Desafios da Sala de aula – Tecnologias

Um outro desafio é se integrar à velocidade com que as tecnologias chegam na sala de aula. Até há 10 anos atrás, celular era coisa de adulto. Hoje, as crianças do jardim de infância carregam seus próprios aparelhos. Como lidar com isso? São duas coisas bem diferentes: uma é adaptar as aulas a essas tecnologias, outra, é aprender a lidar com elas.

Desafios da Sala de aula – Interdisciplinaridade

Os temas transversais propostos pelos PCNs trouxeram para as salas de aula assuntos desafiadores. Sexualidade, respeito, cidadania, meio ambiente, sustentabilidade, dentre outros, precisam estar integrados e atravessando os demais conteúdos. Isso, para alguns professores, é uma tarefa delicada. É preciso compreender o universo do aluno, quais as suas experiências e expectativas.

As escolas estão povoadas de multiplicidades e identidades. Eis ai um outro grande desafio para a sala de aula. Como lidar com tantas realidades, histórias e concepções de mundo? O professor precisa construir sua prática levando em consideração toda e qualquer bagagem dos alunos.

Desafios da Sala de aula – Estrutura e contexto

Não nos esqueçamos também dos desafios objetivos do cotidiano. Há escolas espalhadas por todo esse país que sequer possuem carteiras adequadas para seus alunos acompanharem as aulas. Há crianças que vão para a escola por causa da merenda, já que não dispõe de alimentação suficiente em suas casas. Também há escolas que recebem crianças e adolescentes em situação de risco, vítimas ou promotores da violência no meio em que vivem.

Lidar com essas situações de forma equilibrada não é fácil e, infelizmente, nenhum professor recebe durante a sua formação as orientações necessárias para viver a vida do lado de fora das universidades. Os estágios supervisionados são importantíssimos, mas nem sempre contemplam escolas em áreas de risco ou nas áreas rurais, por exemplo.

Os desafios da sala de aula requerem o entendimento sobre relações interpessoais, tolerância, respeito, generosidade e cuidado. E esses valores não devem partir somente do professor. Ele será o mediador que trará para dentro do seu espaço de trabalho esses elementos, ensinando-os aos alunos.

Vou exemplificar: imaginemos uma turma indisciplinada. Para muitos professores, trata-se de um problema praticamente impossível de solução, a menos que métodos tradicionais e contundentes sejam estabelecidos. A relação passa a ser pesada, autoritária, desigual. Onde está a função primordial da educação, que é o crescimento pessoal?

O professor que está consciente e aceita o desafio certamente buscará alternativas mais positivas para a solução do problema dessa mesma turma. Ele trará um outro olhar sobre essa característica desse grupo de alunos. Pensará propostas mais dinâmicas e envolventes de atividades, trabalhará o conjunto de significados do aprendizado, canalizará a energia da indisciplina para o crescimento pessoal de cada aluno.

Desafios da Sala de aula – Motivação

Não existe sala de aula sem desafios, assim como não existe crescimento sem a provocação. E quando somos provocados algum movimento acaba acontecendo. Os desafios da sala de aula não podem ser utilizados como fator de desânimo e justificativa para que a escolarização seja concebida como um ritual necessário e de passagem na vida de qualquer pessoa.

Os desafios da sala de aula existem para nos impulsionar na busca de novas soluções, caminhos alternativos, estratégias de ensino e aprendizado que atendem as necessidades de nossos alunos. Vencer esses desafios faz parte do crescimento pessoal de todos. Vale a pena quando olhamos para trás e percebemos o quanto caminhamos e crescemos juntos.

Que a sala de aula seja canteiro de sementes geradas pelos desafios do dia a dia. Que sejamos eternos desafiadores e desafiados, na busca de uma educação com significado!

Fim do post sobre Desafios da Sala de aula

Obrigada por ter acompanhado esse post sobre desafios da sala de aula. Espero que tenha correspondido às suas expectativas e que essa discussão acima tenha lhe somado algo. A ideia do Demonstre é sempre está discutindo a realidade do professor numa perspectiva crítica.

Contribua com o Blog dando sua opinião e sugestão para o blog está sempre melhorando a cada dia!

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Diga não à idiotalização do estudante

Olá pessoal, neste post vamos falar sobre a Diga não à idiotalização do estudante. espero que vocês gostem e curtam a discussão!

Diga não à idiotalização do estudante

A observação faz do escritor um eterno aprendiz. E foi pela observação que aprendi mais uma novidade do século XXI: a idiotalização do estudante. Isso não é assunto banal. Precisamos conversar sobre a forma como os estudantes estão sendo construídos enquanto sujeitos sociais.

Diga não à idiotalização do estudante

É sabido por todos que o sistema educacional e escolar brasileiro não vive um grande século. Digo isso porque além dos atrasos sistemáticos na aprovação de políticas públicas que beneficiam os estudantes, professores e a comunidade escolar como um todo nesse último século, ainda encontramos a implantação quase que experimental de dezenas de métodos pedagógicos, como se a sala de aula fosse um espaço de experiência científica.

A tensão vivida dentro do sistema escolar reflete as tendências para a construção da sociedade. A formação intelectual, moral e social da população passa pelas salas de aula. Entretanto, não é incomum sentirmos uma sensação paradoxal quando analisamos o discurso da escola e as práticas reais que acontecem na formação dos alunos.

Lidar com a consciência crítica e globalizada da nossa atual sociedade não é tarefa fácil para uma escola que ainda sobrevive de suas bases tradicionais. As próprias ferramentas de avaliação institucional e individual mostram isso. O ENEM, por exemplo, é um bom exemplo para pensarmos sobre essa situação.

Um dos marcadores mais expressivos na correção das redações e nos índices de erros nas respostas é o chamado analfabetismo funcional. Os estudantes conseguem ler ou escrever, mas não conseguem relacionar dialogicamente essas duas coisas com suas idéias, articulando um todo discursivo. Então o nível de compreensão ou de expressão através da leitura e da escrita é bem abaixo do esperado.

Diga não à idiotalização do estudante – Motivos da idiotalização

Mas quais são os motivos que levam á idiotalização do estudante? São muitos! Porém, eles se relacionam intimamente. Vou listar alguns principais:

– A educação por números, e não por resultados. Muito se fala sobre as taxas de analfabetismo no Brasil, há pelo menos setenta anos corremos contra o tempo para que nossos números cheguem praticamente ao zero. Só que faço uma pergunta: quem diz que estar alfabetizado corresponde a estar letrado? São duas coisas muito diferentes!

– O segundo motivo complementa o primeiro: a educação de mostruário, com a exibição de números que agradam as agências internacionais mas que não correspondem à verdade das salas de aula. O aluno avança sem estar amadurecido o suficiente em nível cognitivo e até mesmo emocional. Os resultados são déficits cada vez maiores de aprendizado.

– Por ultimo, sem esgotar muitos outros que podem ser aqui elencados, está a idéia de que os jovens são incapacitados intelectuais, que devem ser empurrados a todo custo através dos caminhos da escolarização. Nesse meandro se insere a baixa valorização do professor, a banalização dos conteúdos, a formação apenas para a diplomação, dentre muitos outros fatores.

Diga não à idiotalização do estudante – Como evitar a idiotalização

Todos os dias nos deparamos nas universidades com jovens que inevitavelmente são reprovados em disciplinas cujos conteúdos são mais densos, e vários deles acabam desistindo. Os índices de evasão são cada vez mais crescentes, e eles são diretamente proporcionais ao nível alcançado pelo estudante.

Outro fator que não pode ser esquecido é a oferta de empregos cada vez mais crítica no nosso país. Vemos muitos jovens, recém egressos de cursos superiores, trabalhando em funções que não correspondem às suas formações. Não se valoriza o profissional e muito menos se estuda para o futuro. Trata-se de uma cultura de acumulação de diplomas, mas sem aplicabilidade real na vida. Quando não se tem objetivo, qualquer lugar é o destino. Eis ai mais um elemento da idiotalização.

Uma boa estratégia é utilizar a tão famosa transdiciplinaridade. Quando o aluno consegue relacionar os conteúdos, as teorias e os pensamentos, sua estrutura mental se torna cada vez mais preparada para as adversidades e os desafios.

Não queremos que nossos jovens se tornem sujeitos iletrados para o mundo. A educação precisa seguir lado a lado com a atualidade, com a discussão político-social, as tecnologias e as questões do dia a dia. Educar não é apenas ensinar as primeiras letras, cálculos e fórmulas.

Um bom exemplo é mostrarmos o quanto podem ser empreendedores em suas próprias vidas, procurar soluções auto-sustentáveis e planejar o futuro conforme as condições subjetivas e objetivas de vida. Não é apenas viver para onde o vento leva, mas sim viver com sentido.

Por isso, sejamos adultos e formadores conscientes do nosso papel de transformação social. Preparemos nossos alunos para que possam de fato exercer um papel consciente e crítico no sistema social. Digamos não à idiotalização do estudante e sim ao desenvolvimento de uma sociedade consciente, justa e dinâmica.

Fim do post sobre Diga não à idiotalização do estudante

Obrigada por ter acompanhado mais esse post do Demonstre. Espero que tenha gostado da discussão desse post.

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As Realizações Educativas e Sistematizações Pedagógicas do Século XIX

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “As Realizações Educativas e Sistematizações Pedagógicas do Século XIX” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais do ensino e os métodos utilizados, mostrando como pode ser aplicados na educação de crianças e jovens.

As Realizações Educativas e Sistematizações Pedagógicas do Século XIX

A pedagogia, como teoria da educação, busca equacionar, de alguma maneira, o problema da relação educador-educando, de modo geral, ou, no caso específico da escola, a relação professor-aluno, orientando o processo de ensino e aprendizagem.

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As modalidades de pedagogia tradicional, sejam elas situadas na vertente religiosa ou na leiga. No segundo grupo se situariam as diferentes modalidades da pedagogia nova.

Neo-Humanismo Social

Neo-humanismo é uma nova visão para um novo milênio. Alarga o nosso entendimento daquilo que é ser humano, ao promover uma consciência ecológica da nossa relação com todo o universo. Em suma, o Neo-humanismo é um convite a entrar nas profundezas e no mistério da vida. É uma filosofia de espírito revolucionário com orientação espiritual.

Neo-humanismo é o espírito de benevolência. Para ensinarmos o que é o amor, temos que o incorporar. Para incorporarmos o amor, temos que ver o divino em tudo. Para vermos o divino em tudo, temos que contemplar o divino dentro de nós.

O neo-humanismo pode ser trabalhado em sala de aula de uma maneira que se coloque em um ponto de partida, para trabalhar com as melhores ferramentas que contribuem para o desenvolver do aluno e de tudo a turma.

Pestalozzi

Pestalozzi afirmava que a função principal do ensino é levar as crianças a desenvolver suas habilidades naturais e inatas. “Segundo ele, o amor deflagra o processo de auto-educação”, diz a escritora Dora Incontri, uma das poucas estudiosas de Pestalozzi no Brasil.

ara ele, só o amor tinha força salvadora, capaz de levar o homem à plena realização moral – isto é, encontrar conscientemente, dentro de si, a essência divina que lhe dá liberdade. “Pestalozzi chega ao ponto de afirmar que a religiosidade humana nasce da relação afetiva da criança com a mãe, por meio da sensação de providência”.

Vídeo Sobre o neo-humanismo social:

O intelectualismo Pedagógico de Herbart

A estrutura teórica construída por Herbart se baseia numa filosofia do funcionamento da mente, o que a torna duplamente pioneira: não só por seu caráter científico mas também por adotar a psicologia aplicada como eixo central da educação.[

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Desde então, e até os dias de hoje, o pensamento pedagógico se vincula fortemente às teorias de aprendizagem e à psicologia do desenvolvimento – um exemplo é a obra do suíço Jean Piaget.

Pensamento de Herbart

Para Herbart, a mente funciona com base em representações – que podem ser imagens, idéias ou qualquer outro tipo de manifestação psíquica isolada. O filósofo negava a existência de faculdades inatas. A dinâmica da mente estaria nas relações entre essas representações, que nem sempre são conscientes.

Vídeo Sobre o intelectualismo Pedagógico de Herbert:

Froebel e os jardins da Infância

As técnicas utilizadas até hoje em Educação Infantil devem muito a Froebel. Para ele, as brincadeiras são o primeiro recurso no caminho da aprendizagem. Não são apenas diversão, mas um modo de criar representações do mundo concreto com a finalidade de entendê-lo.

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Com base na observação das atividades dos pequenos com jogos e brinquedos, Froebel foi um dos primeiros pedagogos a falar em auto-educação, um conceito que só se difundiria no início do século 20, graças ao movimento da Escola Nova, de Maria Montessori (1870-1952) e Célestin Freinet (1896-1966), entre outros.

Por meio de brinquedos que desenvolveu depois de analisar crianças de diferentes idades, Froebel previu uma educação que ao mesmo tempo permite o treino de habilidades que elas já possuem e o surgimento de novas.

Friedrich Froebel

Foi um dos primeiros educadores a considerar o início da infância como uma fase de importância decisiva na formação das pessoas – ideia hoje consagrada pela psicologia, ciência da qual foi precursor. Froebel viveu em uma época de mudança de concepções sobre as crianças e esteve à frente desse processo na área pedagógica, como fundador dos jardins-de-infância, destinado aos menores de 8 anos.

Vídeo Sobre Froebel e os jardins da Infância:

Cientificismo Pedagógico

Cientificismo ou cientismo é a tendência intelectual ou concepção filosófica de matriz positivista que afirma a superioridade da ciência sobre todas as outras formas de compreensão humana da realidade (religião, filosofia, metafísica etc.), por ser a única capaz de apresentar benefícios práticos e alcançar autêntico rigor cognitivo.

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Assim, preconiza o uso do método científico, tal como é aplicado às ciências naturais, em todas as áreas do saber (filosofia, ciências humanas, artes etc.).

Spencer

No domínio da lógica e da metodologia das ciências deve-se a Spencer importante contribuição, representada pela classificação das diversas áreas do saber. Objetando contra os critérios utilizados por Comte em sua classificação, Spencer propôs o critério do maior ou menor grau de abstração. Assim com esse critério, Spencer classifica as ciências em três grupos: 1) as ciências abstratas (que estudam a forma dos fenômenos: lógica e matemática); 2) as ciências concretas (que estudam os próprios fenômenos: astronomia, geologia, biologia e psicologia); 3) e as ciências concreto-abstratas (mecânica, física e química).

Vídeo Sobre o Cientificismo Pedagógico:

FIM

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Educação na Finlândia

Olá pessoal, vamos falar sobre a educação na Finlândia. Vamos mostrar os pontos positivos e o diferencial do ensino nesse país. Vamos conhecer?

Educação na Finlândia

 A terra do Papai Noel e das boas escolas. Esta é a Finlândia. Quando o assunto é educação, a Finlândia é uma das maiores referências mundiais.

EDUCAÇÃO NA FINLÂNDIA

Segundo pesquisas internacionais realizadas pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), três vezes ao ano as escolas finlandesas apresentam os índices de desempenho mais altos do mundo.

Seus alunos (que são os que mais leem no planeta) ocuparam o segundo lugar em ciências naturais e o quinto em matemática. Porém, o que mais surpreende a comunidade pedagógica não é isso, mas sim que os alunos finlandeses são os que, por dia, passam menos tempo estudando.

Educação na Finlândia – estrutura e funcionamento

Primeiro, não se supervisiona o trabalho de funcionários e professores, nem lhes é dito como devem trabalhar ou como e o que devem ensinar. Existe um sistema centralizado de educação no país, mas ele só propõe um alinhamento básico e recomendações superficiais. Assim, cada pedagogo aplica a seus alunos o método de ensino que lhe parecer melhor.

Lá não existe isso de ’escola de elite’. A maior das escolas acolhe 960 alunos, e a menor, pouco mais de 10, mas todas possuem as mesmas qualidades, recursos e financiamento, proporcionalmente ao seu tamanho. Quase todas as escolas são estatais, embora meia-dúzia delas sejam em parte privadas.

O diferencial dessas escolas particulares, além das mensalidades, é que os alunos levam um ritmo mais pesado; em geral são colégios de formação especial que seguem modelos pedagógicos específicos: o de Montessori, de Freinet, de Morton ou de Waldorf. Escolas de idiomas, como de inglês, francês e alemão, também são particulares.

Os moradores da Finlândia,  não classificam os alunos segundo suas capacidades ou aspirações profissionais, tampouco há alunos ’bons’ e ’maus’. É proibido fazer comparações entre alunos. Tanto os alunos mais inteligentes quanto os que têm dificuldade para aprender estão misturados aos demais.

Os alunos com deficiências físicas estudam integrados om os demais estudantes. Apesar de que podem ser formadas classes especiais para alunos com deficiência visual ou auditiva. Os finlandeses tentam ao máximo integrar à sociedade aquelas pessoas que necessitam de atenção especial; a diferença de desempenho entre os alunos finlandeses é a menor do mundo!

Educação na Finlândia – Sistema gratuito

Na Finlândia, tudo é gratuito, incluindo todos os itens que serão citados a seguir:

  • As refeições;
  • As visitas a museus e atividades extra classe;
  • O transporte que leva e traz os alunos se a escola estiver a mais de dois quilômetros de suas casas;
  • Todos os livros didáticos e material escolar, como calculadoras, computadores individuais e tablets.

É proibido cobrar qualquer taxa dos serviços escolares para os pais.

Educação na Finlândia – Alunos independentes

Os finlandeses acreditam que a escola deve ensinar ao aluno algo muito importante: ter uma vida independente no futuro! Por isso, se ensina a pensar e a adquirir conhecimento por conta própria.

Os professores não precisam anunciar os temas de estudo já que tudo está escrito nos livros didáticos. Para eles não é importante decorar fórmulas, mas sim saber procurar nas bibliografias, na Internet, usar a calculadora, ou seja, deixar à disposição dos alunos os recursos necessários para que aprendam a solucionar seus próprios problemas.

Além disso, os pedagogos nas escolas não interferem nos conflitos entre alunos, dando-lhes assim a oportunidade de prepararem para as diferentes situações da vida e de desenvolverem sua capacidade de se defenderem corretamente.

Educação na Finlândia – Estrutura

O ensino básico na Finlândia possui dois níveis:

  • Primário (alokoulu), da 1ª à 6ª série
  • Secundário (yläkoulu), da 7ª à 9ª série

Existe ainda uma 10ª série complementar na qual os alunos podem melhorar suas qualificações, onde, depois disso eles vão ou para escolas técnicas ou continuar seus estudos nos liceus que são um tipo de escolas preparatórias.

E repetir de ano na Finlândia não é nenhuma vergonha, especialmente depois da 9ª série, pois é necessária uma preparação séria para a vida adulta e por isso mesmo é que as escolas lá têm a 10ª série, que é opcional.

Educação na Finlândia – Vídeo

Assista agora o vídeo que o professor Felipo Bellini fez em seu canal de Youtube sobre a Educação na Finlâandia:

Fim do post sobre Educação na finlândia

Obrigada por acompanhar esse post do Demonstre. Espero que tenha correspondido às suas expectativas.

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Escola Para Todos

Olá pessoal, o post de hoje vai tratar do tema Escola para todos. Espero que curtam e gostem a discussão sobre Escola para todos!

Escola Para Todos

 É a escola que reconhece e respeita as diferenças dos alunos, ou seja, que entende que todos podem aprender. Não devendo importa assim a etnia, língua, classe social, estado de saúde para se configurar uma escola inclusiva. Com isso, a escola para todos auxilia no desenvolvimento do aluno com síndrome de Down ao inseri-lo na comunidade escolar de forma mais efetiva.

Escola para todos

Ao incluir alunos com deficiência, a instituição escolar muda sua perspectiva de mundo. Ajuda professores a repensarem seu papel e contribui para a construção de uma nova geração – aquela que sabe que, mesmo entre as diferenças, todos somos iguais.

Há mais de duas décadas e meia, a Constituição brasileira prevê a inclusão de alunos com deficiência nas classes comuns. De modo a estabelecer a igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola. Embora ainda existam resistências, essas crianças deixaram de ser “invisíveis”, não se encontram mais “escondidas” e já ocupam seu espaço no ambiente socioeducativo.

Escola para todos em números

Os resultados preliminares do Censo Escolar de 2012 indicam, mais uma vez, aumento nas matrículas em educação especial na rede pública. Mas, para que sejam incluídas de fato, e não se tornem meras figurantes de um sistema e sim protagonistas do próprio aprendizado, é fundamental que a instituição escolar reveja suas premissas.

Segundo os resultados preliminares do Censo Escolar MEC/Inep de 2012, o Brasil ampliou em 7,64% o número das matrículas em educação especial na rede pública em relação ao ano anterior, passando de 584.124 para 628.768 matrículas.

Os dados finais de 2012 para a rede particular de ensino ainda não foram divulgados, mas em 2011 foram registradas 163.409 matrículas de alunos com deficiência em estabelecimentos privados. Lembrando que 20% delas em escolas inclusivas, as demais (130.798) em instituições exclusivas e classes especiais.

Escola para todos e os direitos das crianças

Toda criança possui direitos na escola, como direito à:  Matrícula em classes de ensino regular com todo o apoio necessário; Professores preparados para receber as crianças e incluí-las; Materiais didáticos acessíveis e Transporte acessível.

A criança também tem direito ao AEE (Atendimento Educacional Especializado) para complementar o ensino regular, no turno contrário ao que a criança está matriculada. Por exemplo se a criança estudar de manhã, o AEE será de tarde. É direito também o acesso ao mesmo material que as outras crianças usam.

Não pode-se esquecer do direito aos vários instrumentos de avaliação, já que a avaliação escrita tradicional não é suficiente para medir o desenvolvimento de todos os alunos, como a participação das atividades na escola.

Escola para todos e as atividades complementares

Todos devem ser incluídos nos mesmos objetivos e nas mesmas metas de aprendizagem, cada um em seu tempo, cada um a seu modo, afinal, somos todos diferentes. Os alunos com necessidades especiais devem frequentar atividades complementares no contraturno. Essas atividades devem ser suplementares à formação e devem visar a autonomia e a independência dentro e fora da escola.

É importante frisar que o atendimento complementar não é reforço escolar, ele tem como objetivo primordial complementar as necessidades específicas de cada estudante. Como por exemplo, o aprendizado das linguagens de braile e Libras que propiciaram a comunicação em sociedade. É um importante instrumento também para guiar os professores nas formas de auxiliarem seus alunos em sala de aula.

Entre os marcos importantes no processo de inclusão de alunos com deficiência em salas regulares de ensino, existiram aquele que ocorreram em 1988 com a promulgação da Constituição, que em seu artigo 208. Esse artigo estabelece a obrigatoriedade do atendimento educacional especializado às pessoas com deficiência. Em 1989, a lei 7853 determinou a obrigatoriedade de matrícula de alunos com deficiência em escolas regulares.

Escola para todos e o papel de cada um

É necessário colaboração para uma escola para todos, tais como:

  • Professor Assistente ou Auxiliar– Um professor ou professora que divide a sala com o professor titular, que pode ter ou não formação em educação especial.
  • Mediador-O mediador ajuda o aluno a se desenvolver, isto é, dispõe de ferramentas para que esse aluno aprenda, participe das atividades na sala de aula e seja acolhido por colegas e professores. Assim que ele avaliar que o objetivo foi atingido, sua participação não é mais necessária.
  • Aluno Colaborador- Sua ação deve ser elaborada junto ao professor. Ele atua como um tutor, já que ajuda o aluno em suas tarefas do dia-a-dia. Além de promover a inclusão desse aluno na comunidade escolar.
  • Cuidador-Uma pessoa que acompanha o aluno de forma mais pessoal. Ele atua em suas necessidades pessoais e realização de tarefas quando o aluno estiver com condições recomendadas para isso.

 Fim do post sobre Escola para todos

Espero que tenha sido proveitosa a sua leitura e que tenha lhe feito refletir sobre nossa realidade escolar.

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A Pedagogia Realista do Seculo XVII – História da Educação

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “A Pedagogia Realista do Seculo XVII – História da Educação” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais das técnicas de Ensino mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

A Pedagogia Realista do Seculo XVII – História da Educação

A pedagogia realista se dá de maneira muito envolvente coma igreja, que no século XVII ficou conhecido pelo absolutismo, tempos em que a valorização da razão substituía conhecimentos religiosos.

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Sendo que os realistas ao longo da história foram essenciais para a descoberta de novos conhecimentos.

A Nova Didática

Quando se fala em nova didática, nos vem na cabeça um novo modo de ensinar e aprender, que revela o fundamentação da educação. Mas a nova didática quer dizer que a prática escolar deveria imitar os processos da natureza. Nas relações entre professor e aluno, seriam consideradas as possibilidades e os interesses da criança.

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Na nova didática o professor passa a ser visto como um profissional, não um missionário, e seria bem remunerado por isso. E a organização do tempo e do currículo levaria em conta os limites do corpo e a necessidade, tanto dos alunos quanto dos professores, de ter outras atividades.

Comênio

Comênio foi o último bispo da Igreja Hussita e tornou-se um refugiado religioso. Foi um inovador e um dos primeiros defensores da universalidade da educação, conceito que defende em seu livro Didatica magna. Considerado o pai da educação moderna, aplicou um método de ensino mais efetivo, a partir dos conceitos mais simples para chegar aos mais abrangentes.

Vídeo Sobre a nova Didática:

O Racionalismo de Descartes

O Racionalismo é uma corrente filosófica que atribui particular confiança à razão humana, ao passo que acredita que é dela que se obtém os conhecimentos. A filosofia se preocupava bastante de onde vinha o termo, que difundiu em uma que dizia que era razão e outra dizer que era experiência.

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O Racionalismo baseia-se no princípio de que a razão é a principal fonte de conhecimentos e que essa é inata aos humanos. Assim, o raciocínio lógico seria construído através da dedução de ideias, tal como os conhecimentos de Matemática, por exemplo.

René Descartes

René Descartes foi um filósofo, físico e matemático francês. Durante a Idade Moderna, também era conhecido por seu nome latino Renatus Cartesius. Para esse filósofo e matemático francês, havia três conjuntos de ideias: Adventícias, representadas pelas ideias que abrolham por meio de informações obtidas pelos nossos sentidos; Factícias, ideias que têm origem na nossa imaginação; Inatas, que não dependem da experiência e estão na nossa mente ao nascermos.

Racionalismo e Empirismo

Ao contrário do Racionalismo, que é basicamente razão, a corrente filosófica Empirismo prega que o ponto de partida para os conhecimentos é a própria experiência. Os defensores do Racionalismo, dizem que o Empirismo é duvidoso, pelo fato de que a experiência de cada um decorre da percepção sensorial, a qual é, muitas vezes, sujeita a erros.

Vídeo Sobre o Racionalismo de Descartes:

Empirismo Inglês

O empirismo é a escola do pensamento filosófico relacionada à teoria do conhecimento, que pensa estar na experiência a origem de todas as ideias.

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Assim o principal defensor do empirismo foi John Locke (1632-1704), filósofo inglês. O empirismo defendido ficou conhecido como empirismo britânico, e influenciou diversos filósofos.

Locke

John Locke foi um filósofo inglês conhecido como o “pai do liberalismo”, sendo considerado o principal representante do empirismo britânico e um dos principais teóricos do contrato social. Locke ficou conhecido como o fundador do empirismo, além de defender a liberdade e a tolerância religiosa.

Locke Defendia

Defendia que a experiência forma as ideias em nossa mente, no seu livro Ensaio acerca do entendimento humano, de 1690. Na introdução, ele escreve que “só a experiência preenche o espírito com ideias”. Para argumentar a favor, Locke critica o conceito de que já existem ideias em nossa mente. Ele procura demonstrar que qualquer ideia que temos não nasce conosco, mas se inicia na experiência.

Vídeo Sobre o empirismo inglês:

FIM

Chegamos ao fim de uma lista que foi recheada de conteúdos, e hoje falamos de A Pedagogia Realista do Seculo XVII – História da Educação com suas características. Se você gostou do assunto e do texto, compartilha nas redes sociais, e ajude a divulgar nossos trabalhos. Você também pode acessar as nossas redes sociais.

A Educação Moderna – História da Educação

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “A Educação Moderna – História da Educação” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais das técnicas de ensino, mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

A Educação Moderna – História da Educação

Na educação moderna o estudante passa a ser visto como o centro e o sujeito do processo educativo; por outro lado, os métodos ativos de aprendizagem passam a ser cada vez mais considerados como os mais adequados para a eficiência do processo educativo.

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Em dias atuais a educação está muito organizada em relações a diversos fatos e trabalhos que podem mudar o cotidiano da sala de aula. Mas existem fatores que fazem a educação ficar um pouco destruída, como fata de respeito entre alunos.

A Renascença

Na segunda metade do Século XIV surgiu na Europa, mais precisamente na Itália, uma mudança de atitude dos homens perante o mundo e a vida. Começam a perceber o inicio de uma nova era, implementando o processo de ruptura com a estrutura medieval e surgimento do período moderno.

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No período da Renascença o homem procura explicar a si mesmo o significado dessa mudança, atribuindo ao “renascimento” das idéias que foram utilizadas na época clássica e ficaram de lado durante a Idade Média.

Humanismo Pedagógico

O humanismo estabelece três pontos fundamentais:

(1) o objetivo básico do conhecimento é o homem e o significado da vida; (2) nenhum filósofo detém o monopólio da verdade; e (3) existe uma afinidade entre a cultura clássica pagã e o cristianismo, já que o ensinamento sobre o homem, a vida e a virtude ministrado pelos autores clássicos pode ser integrado ao cristianismo.

Vídeo Sobre a Renascença e o Humanismo Pedagógico :

A Reforma Educacional Protestante

A Reforma foi de grande importância para a educação global. Mas na Reforma Protestante foi desencadeada a busca pela educação universal.

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Martinho Lutero, professor da Universidade de Wittenberg, logo solicitou aos magistrados que estabelecessem escolas para que as crianças pudessem aprender a ler as Escrituras recentemente traduzidas e se beneficiassem do aprendizado dos antigos. Mais tarde, João Calvino, no contexto francês, estabeleceu a Academia de Genebra, que se tornou o centro da teologia reformada.

Contra Reforma

A Contra-Reforma não foi somente um movimento de oposição à Reforma protestante e a sua expansão, porque desentranhou do espírito que a animou, da tradição escolástica e da incorporação da cultura humanista, atividades e criações que a singularizam institucional e culturalmente, notadamente na renovação da Teologia e da Filosofia escolástica, no florescimento da literatura mística, principalmente na Espanha, e nas manifestações da arte, cuja peculiaridade se designa correntemente de barroca.

Nenhuma atividade pedagógica da Contra-Reforma alcançou, porém, a significação e a influência da que a Companhia de Jesus levou a cabo no plano dos estudos preparatórios. Criada em Paris, com poucos membros, em 1534, por Inácio de Loyola (1491-1566), canonizado em 1622, a nova congregação recebeu do seu fundador a designação de Companhia de Jesus em 1537, a qual foi reconhecida pelo pontífice Paulo III em 1541, pela bula Regimini Ecclesiae militantis.

Vídeo Sobre a Reforma Educacional Protestante e Contra Reforma:

A Sociedade de Jesus e o “Ratio Studiorum”

É uma espécie de coletânea, fundamentada em experiências vivenciadas no Colégio Romano, a que foram adicionadas observações pedagógicas de diversos outros colégios, cujo objetivo era instruir rapidamente todo o jesuíta docente sobre a natureza, a extensão e as obrigações do seu cargo.

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O Ratio surgiu com a necessidade de unificar o procedimento pedagógico dos jesuítas diante da explosão do número de colégios confiados à Companhia de Jesus como base de uma expansão em sua totalidade missionária. Constituiu-se numa sistematização da pedagogia jesuítica contendo 467 regras cobrindo todas as atividades dos agentes diretamente ligados ao ensino e recomendava que o professor nunca se afastasse do estilo filosófico de Aristóteles, e da teologia de Santo Tomás de Aquino.

Vídeo Sobre a Sociedade de Jesus e o “Ratio Studiorum”:

FIM

Chegamos ao fim de uma lista que foi recheada de conteúdos, e hoje falamos de A Educação Moderna – História da Educação com suas características. Se você gostou do assunto e do texto, compartilha nas redes sociais, e ajude a divulgar nossos trabalhos. Você também pode acessar as nossas redes sociais.

A educação na Antiguidade Clássica – Grécia e Roma História da Educação

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “A educação na Antiguidade Clássica – Grécia e Roma História da Educação” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais da história Educacional mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

A educação na Antiguidade Clássica – Grécia e Roma História da Educação

A civilização grega pode ser considerada o “berço da pedagogia”. Foram eles que criaram a palavra paidéia, que significa criação de meninos.

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Com o decorrer do tempo, esta palavra teve seu sentido ampliado, o qual apresentou as linhas básicas da ação pedagógica que influenciou a educação do ocidente por inúmeras gerações.

História da Educação da Grécia

A educação grega era centrada na formação integral do indivíduo. Quando não existia a escrita, a educação era ministrada pela própria família, conforme a tradição religiosa. A transmissão da cultura grega se dava também, através das inúmeras atividades coletivas (festivais, banquetes, reuniões).

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A escola ainda permanecia elitizada, atendendo aos jovens de famílias tradicionais da antiga nobreza ou dos comerciantes enriquecidos. O ensino das letras e dos cálculos demorou um pouco mais para se difundir, já que nas escolas a formação era mais esportiva que intelectual.

Educação aristocrática

As pessoas eram educadas a partir do modelo dos heróis das narrativas homéricas, para deles imitar as virtudes que tornariam o homem o melhor possível. Entre essas virtudes, estavam a coragem, a prudência e a astúcia. Além disso, as narrativas homéricas, lidas em grupo, proporcionavam aos jovens estudantes uma grande capacidade de compreensão da língua grega clássica, bem como do ritmo dos versos, o que facilitava a comunicação em todas as atividades, como na política, na guerra etc.

Vídeo Sobre a História da Educação da Grécia:

As Origens Homéricas da Educação Clássica

A educação possuía um padrão criado por essas famílias que era baseado nos dois poetas gregos Homero e Hesíodo que afirmava que o homem ideal era o guerreiro belo e bom.

Entretanto, com a chegada da democracia, o poder sai das mãos da aristocracia e, “esse ideal educativo vai sendo substituído por outro. O ideal de educação do Século de Péricles é a formação do cidadão.

Educação de Jovens

Para suprir a necessidade de dar esse tipo de educação aos jovens em substituição a educação antiga, surgem os sofistas que foram os primeiros filósofos do Período Clássico. Em síntese, os sofistas surgem por razões políticas e filosóficas, entretanto, mais por funções políticas.

Vídeo Sobre as Origens Homéricas da Educação Clássica:

Os Ideias Educativos Espartanos

Esparta delineou seu sistema educativo, conforme o testemunho de Plutarco. As crianças do sexo masculino, a partir dos sete anos, eram retiradas da família e inseridas em escolas-ginásios onde recebiam, até os 16 anos, uma formação de tipo militar, que devia favorecer a aquisição da força e da coragem.

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O cidadão-guerreiro é formado pelo adestramento no uso das armas, reunido em equipes sob o controle de jovens guerreiros e, depois, de um superintendente geral. Quanto à cultura – ler, escrever -, pouco espaço era dado a ela na formação do espartano – “o estritamente necessário”, diz Plutarco -, embora fizessem aprender de memória Homero e Hesíodo ou o poeta Tirteo.

Ideias Atenienses

Atenas, após a adoção do alfabeto iônico, totalmente fonético, que se tornou comum a toda Grécia, teve um esplêndido florescimento em todos os campos: da poesia ao teatro, da história à filosofia. No século V, Atenas exercia um influxo sobre toda a Grécia: tinha necessidade de uma burocracia culta, que conhecesse a escrita. Esta se difundiu a todo o povo e os cidadãos livres adquiriram o hábito de dedicar-se à oratória, à filosofia, à literatura, desprezando o trabalho manual e comercial. Todo o povo escrevia como atesta a prática do ostracismo.

Vídeo Sobre os Ideias Educativos Espartanos e Atenienses:

https://youtube.com/watch?v=C-l5V7b7r3Q

Os Sofistas e as Lideranças Democráticas

Os sofistas foram filósofos que surgiram de várias partes do mundo e não tinham portanto, uma origem bem definida. “Sofista significa (…) “sábio” – “professor de sabedoria”. (…)[Em] um sentido pejorativo, passa a significar “homem que emprega sofismas”, ou seja, homem que usa de raciocínio capcioso, de má-fé com intenção de enganar.

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Aos sofistas lhes coube elaborar teoricamente e legitimar o ideal democrático da nova classe em ascensão: a dos comerciantes enriquecidos, pois eles eram os mestres da retórica, a famosa técnica de convencimento do interlocutor, e também da oratória: a arte de falar em público.

Sócrates Educador

Sócrates concebia o homem como um composto de dois princípios, alma (ou espírito) e corpo. De seu pensamento surgiram duas vertentes da filosofia que, em linhas gerais, podem ser consideradas como as grandes tendências do pensamento ocidental. Uma é a idealista, que partiu de Platão (427-347 a.C.), seguidor de Sócrates.

Vídeo Sobre os Sofistas e as Lideranças Democráticas:

A Republica e os ideias Pedagógicos de Platão

A República, de Platão, nos ajuda a pensar a educação a partir da sociedade que queremos. Na alegoria da caverna, por exemplo, Platão mostra que todos querem o conforto e a segurança de um mundo sem conflitos ou desordens, simples e facilmente compreensível.

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É o que acontece com os prisioneiros da caverna, que conhecem apenas as sombras projetadas. Ou seja, desconhecem o Sol, sua luz e os objetos do mundo possíveis apenas para quem deixa as correntes para sair da caverna.

Cosmopolitismo Da Educação Helenística

As escolas de Platão e Aristóteles tinham um papel essencial na definição e na interpretação das teorias de seus fundadores. Já o estoicismo, o epicurismo e o pirronismo possuíam um pensamento diverso dessas escolas, buscando uma visão diferenciada da ética e, portanto, da educação ou Paideia, pois se baseavam em repassar para seus discípulos fundamentos teóricos que pudessem estabelecer princípios que instruiriam uma vida moralmente correta e, essencialmente, uma vida feliz.

Vídeo Sobre a Republica e os ideias Pedagógicos de Platão:

História da Educação de Roma

A educação romana é um tema importante de se destacar. Foram eles os primeiros a promover um sistema de ensino oficial, a partir de um organismo centralizado e sob responsabilidade do Estado.

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Isto não significa, porém, que o acesso à educação se dava igualmente a todas as crianças em idade escolar. Pelo contrário. O sistema de educação romano era um sistema de privilégios em que poucos tinham acesso à escola.

A  educação dos Plebeus

Os plebeus pouco tinham acesso à educação formal e por isso cresciam sem instrução, não aprendendo a ler nem a escrever. Em contrapartida os filhos das camadas mais altas da sociedade tinham amplo acesso à escola e a uma formação complexa. Já as filhas dos homens e mulheres abastados também frequentavam a escola, porém tinham direito a um conhecimento mais restrito.

Vídeo Sobre a História da Educação de Roma:

Os Ideais Primitivos da Educação Romana

As escolas romanas eram raramente um edifício individual, mas comumente a extensão de uma loja, separada do público por uma simples cortina. Mais tarde, melhores locais foram disponibilizados para essas escolas, por exemplo, Júlio César e Trajano destinaram vários locais de seus fóruns para esta finalidade.

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A aprendizagem nas escolas romanas era baseada no medo. Os meninos eram espancados por qualquer ofensa, conforme uma crença que existia que um menino aprenderia corretamente e com precisão um ensinamento se ele temesse ser açoitado, se ele fizesse alguma coisa errada.

Vídeo Sobre os Ideais Primitivos da Educação Romana:

Quintiliano

Quintiliano estudou em Roma, onde primeiro exerceu a atividade de advogado. Tornou-se conhecido por ter sido professor de retórica e teve como alunos várias personalidades romanas, dentre as quais o orador romano Plínio, o Jovem.

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Além de dedicar-se às atividades de advogado e professor, Quintiliano registrou suas ideias sobre retórica e oratória em alguns escritos, dos quais o mais famoso é a Institutos de Oratória (Institutio Oratoria).

Formação do Orador

A formação de um orador e apresenta uma lista comentada de autores gregos e latinos cuja leitura seria de proveito ao orador. No último livro apresenta o conjunto de qualidades que deve reunir quem se dedicar à oratória, tanto no que se refere à conduta quanto ao caráter.

Vídeo Sobre Quintiliano e a Formação do Orador:

A Pedagogia do Cristianismo

No decorrer da história, a Igreja serviu-se de diferentes métodos para evangelizar, desde o convite para a aceitação da fé até as conversões forçadas (saxões, negros, índios, asiáticos…). Nos primeiros séculos, foram dois os métodos principais de realizar a missão: o anúncio explícito dos evangelizadores e a evangelização por “contágio”: formavam-se pequenas comunidades que atraíam discípulos pelo estilo de vida que levavam.

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O “contágio” dava-se pela admiração, pelo desejo de encetar o mesmo caminho. Não havia a preocupação em cristianizar multidões e sim, o desejo de formar comunidades de testemunho, de discipulado.

Vídeo Sobre a Pedagogia do Cristianismo:

FIM

Chegamos ao fim de uma lista que foi recheada de conteúdos, e hoje falamos de A educação na Antiguidade Clássica – Grécia e Roma História da Educação com suas características. Se você gostou do assunto e do texto, compartilha nas redes sociais, e ajude a divulgar nossos trabalhos. Você também pode acessar as nossas redes sociais.

A Educação Medieval – História da Educação

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “A Educação Medieval – História da Educação” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais da história da educação mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

A Educação Medieval – História da Educação

A educação medieval  era desenvolvida em estreita simbiose com a Igreja, com a fé cristã e com as instituições eclesiásticas que – enquanto acolhiam os oratores – eram as únicas delegadas (com as corporações no plano profissional) a educar, a formar, a conformar.

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A partir da Igreja partiram os modelos educativos e as práticas de formação, organizavam-se as instituições ad hoc e programavam-se as intervenções, como também nela se discutiam tanto as práticas como os modelos.

A Patrística

A escola Patrística, foi uma corrente filosófica e período da filosofia, coincidindo com os primeiros séculos da era cristã, em que o desenvolvimento filosófico foi realizado por filósofos padres da Igreja Católica, designando um grupo de padres ou um trabalho por eles desenvolvido.

Tendo em Agostinho de Hipona seu principal filósofo, tinha como um de seus principais objetivos a racionalização da fé cristã. A patrística foi também uma reação ao desenvolvimento filosófico e teológico dos árabes, que já desenvolviam a muito uma relação próxima com a filosofia de Aristóteles.

Contribuição para a Pedagogia

A escola Patrística deu se a importância da inteligência e do conhecimento se dá na medida em que devemos evitar a adesão a fé seja passiva ou injustificada. Portanto, a razão deverá moderar a inteligência humana para justificar e compreender a fé.

Vídeo Sobre a Patrística:

Princípios da Pedagogia Escolástica

O método escolástico consistia em leitura critica de obras selecionadas, aprendendo a apreciar as teorias do autor, por meio do estudo minucioso de seu pensamento e das consequências deste.

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A partir da comparação entre o texto da obra e os documentos a ela relacionados, especialmente documentos da igreja e análises de estudiosos anteriores, se produzia as sententiae, curtas sentenças nas quais eram listadas as discordâncias entre fontes diversas, acerca dos temas tratados na obra em estudo.

Diretrizes da Pedagogia Escolástica

O primeiro período, permanece ligado à filosofia de Agostinho e ao platonismo, neste período destaca-se a ausência de distinção entre natural e sobrenatural, a forte prevalência da fé sobre a razão, bem como uma separação ainda não muito clara entre filosofia e teologia, embora esta ultima já comece a se distinguir como disciplina independente no período patrístico.

Vídeo Sobre os Princípios e Diretrizes da Pedagogia Escolástica:

https://youtube.com/watch?v=ZM4in4-7iHE

O Surgimento das Universidades

A primeira universidade de que se tem notícia é a de Bolonha, Itália, criada em 1150. Naquela época o conhecimento era privilégio de poucos e apenas quem podia pagar se associava a outros interessados para contratar um professor sobre algum dos temas das chamadas “essências universais”. Daí o nome de “universidade”.

Essas universidade se desenvolveram ao longo dos tempos com diversos estudo no fim do século XII a universidade de Bolonha incorporou o primeiro curso de Direito com as disciplinas de retórica, gramática e lógica.

Evolução das Universidades

Primeiramente as únicas instituições comparáveis às universidades eram os mosteiros que se dedicavam ao estudo da teologia, filosofia, literatura e eventos naturais sob o ponto de vista da religião, mas que, por muito tempo, foram os responsáveis pela preservação da cultura e dos conhecimentos da época.

Em 1158, os alunos de Bolonha, que eram em sua maioria estrangeiros, ganharam imunidade contra algumas prisões, foram dispensados de pagar impostos e do serviço militar. Na Universidade de Paris, eles eram poupados da Justiça Comum e, conquanto não cometessem heresia ou ateísmo, só podiam ser julgados por tribunais eclesiásticos.

O surgimento das universidades na Europa possibilitou a disseminação do pensamento crítico que acabaria por desencadear o Renascimento e, mais tarde o Iluminismo.

Vídeo Sobre o Surgimento e a Evolução das Universidades:

A educação Cavalheiresca

Educação cavalheiresca é uma tal concepção não se circunscreveu só ao período histórico-mitológico abrangido pelos feitos da Ilíada e da Odisséia: em todo o tempo que se seguiu às façanhas da guerra de Tróia, até à decadência da civilização helênica;

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O cavalo montado ou atrelado a uma carruagem sempre esteve à disposição do guerreiro e do ginasta gregos para lhes dar grandiosidade na guerra e nas competições esportivas.

Disciplina Social

A disciplina é de grande importância em várias circunstâncias da existência, à medida que garante a execução de metas e objetivos. Assim, a disciplina social é feita por uma composição de comportamentos que englobam diversas áreas da vida inclusive a educação.

Vídeo Sobre a educação Cavalheiresca – Disciplina Social:

https://youtube.com/watch?v=rUjgmtCDRZI

FIM

Chegamos ao fim de uma lista que foi recheada de conteúdos, e hoje falamos de A Educação Medieval – História da Educação com suas características. Se você gostou do assunto e do texto, compartilha nas redes sociais, e ajude a divulgar nossos trabalhos. Você também pode acessar as nossas redes sociais.

O papel do professor

Oi pessoal, o post de hoje vai trabalhar o tema O papel do professor. Vamos discutir sua atuação e sua importancia na formação dos alunos em formação.

O papel do professor

Vou tomar a definição de dois termos intimamente ligados à função docente para iniciarmos nossa reflexão sobre o papel do professor. Na Grécia Antiga o “Paidagogo” era o preceptor, mestre, guia, aquele que conduz.

O papel do professor

Já a palavra Professor tem origem latina, derivando de professus, que significa aquele que declara ou que afirma publicamente.

O professor, de acordo com esse raciocínio e conforme sua ação pedagógica cotidiana, é aquele que frente ao público (sua sala de aula, sua comunidade, a sociedade) pratica o saber, guiando os indivíduos ao conhecimento.

Ele é mestre, preceptor, um guia não só pelos físicos da escola, mas também através da descoberta do conhecimento.

O papel do professor e o momento atual

Vivemos em um momento de crise para a identidade docente. As condições subjetivas e objetivas do sistema educacional, a desvalorização do trabalho, as doenças emocionais e físicas, as jornadas de trabalho bastante extensas, tudo isso faz com que o professor se sinta diminuído, confuso e perdido.

Vemos, cotidianamente, o desenhar de relações confusas entre a sociedade e o sistema educacional. Uma das mais delicadas é o que descrevo como a adoção da maternagem em salas de aula.

São pais que simplesmente entregam sua função nas mãos de um professor, atribuindo à escola o papel da educação integral de seus filhos, através da parentificação do professor, são um grave problema.

O papel do professor – Mediador de conflitos

Outro ponto extremamente delicado é a escalada da violência na escola. O professor, que deveria ser mestre, vira mediador de conflitos. Ele separa discussões, protege o restante da turma, se vê ameaçado e até mesmo agredido.

São tantos pontos de desvio da função do professor que nos alongaríamos por horas descrevendo um a um. O que quero mostrar é que quase sempre são demandadas ao professor funções que não fazem parte da natureza de seu papel.

Então, qual o papel do professor? Eis uma pergunta que exige respostas justas e sinceras. O professor, hoje em dia, não é somente aquele que escreve no quadro negro as mesmas fórmulas, gráficos e conceitos ao longo de vinte e cinco ou trinta anos de serviços.

Não é aquele que aplica provas e as corrige com caneta vermelha. Esse é o professor do passado. Queremos entender que é o professor de hoje.

O papel do professor – Aplicador

Se analisarmos os Parâmetros Curriculares Nacionais – os PCN’s, a função do professor fica clara. Ele não só ensina os conteúdos aos alunos, mas os ajuda a perceber a aplicabilidade de tudo na vida do futuro cidadão.

Cada aluno que põe os pés dentro da sala de aula é visto como um cidadão, pertencente a uma cultura, com suas crenças e desejos. O professor respeita isso e os auxilia no seu crescimento pessoal.

O papel do professor – Inspirador

Não deixemos de relacionar uma função muito nobre do professor. Ele também tem o papel inspirador. Quem nunca teve uma professora ou um professor que lhe ensinou sobre justiça, respeito, honestidade e sinceridade?

Esses ensinamentos podem ter sido passados não intencionalmente, mas muitos de nós puderam se tornar pessoas melhores pelas mãos de um professor.

Por isso, o papel do professor se desdobra indo bem além do ensinar o beabá. Além de ensinar os conteúdos escolares, ele também prepara o aluno para a vida.

O professor não é pai ou mãe, não é babá, não é médico e nem psicólogo. Ele tem as ferramentas possíveis para detectar problemas na aprendizagem e comportamento do aluno, mas não é o seu papel trata-lo.

Por isso, há uma gama de profissionais envolvidos no desenvolvimento do aluno: pedagogos, psicopedagogos, psicólogos, médicos.

O papel do professor – Desafios

Todos devem formar uma equipe. Talvez assim a sensação de solidão, de que tantos professores se queixam, possa passar. Nem sempre os professores terão acesso a serviços assim, mas os pais ou os responsáveis pelos alunos devem estar presentes.

O papel do professor é nobre, mas infelizmente pouco reconhecido. Ele precisa compartilhar com seus alunos os seus conhecimentos através de princípios éticos.

É importante que o professor se adapte a novas linguagens e situações educativas, afinal o mundo é dinâmico! Assim, o conhecimento fluirá e tanto o professor quanto o aluno aprenderão juntos.

Ele tem a intencionalidade necessária para instigar o aluno na busca do conhecimento. Através do seu trabalho contínuo, ele provoca reflexões e faz conexões permitindo que o aluno construa criticamente espaço frente no mundo.

O papel do professor – Habilidades

O professor deve trazer para a sala de aula o perfil colaborativo que queremos na nossa sociedade, como um estágio inicial de vida. Através de uma rede de saberes e de colaboração, construímos assim sociabilidades importantes para a constituição do eu em cada aluno.

Há uma frase que considero bastante assertiva para o momento atual do professor: é preciso resgatar a sua função. Com alegria e compromisso diário, o professor precisa assumir o seu papel de condutor da educação, levando pela mão os alunos rumo ao conhecimento e da formação de cidadãos do bem.

Fim do post sobre O papel do professor

O brigada por ter nos acompanhado em mais um post. Espero que tenha gostado da discussão sobre O papel do professor.

Tem algo à agregar ou alguma sugestão sobre o post ou o Blog, é só falar em nosse comentário!

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Filosofia da Educação

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “Filosofia da Educação” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais da Filosofia da Educação, mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

Filosofia da Educação

A filosofia e educação é o campo da filosofia que se ocupa da reflexão sobre os processos educativos, os sistemas educativos, a sistematização de métodos didáticos, entre outros temas relacionados com a pedagogia.

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Com base nos estudos da filosofia da educação podem ser desenvolvidas formas e métodos que podem mudar o cotidiano da sala de aula, para que os alunos aprendam mais em menos tempo.

Introdução ao Estudo da Filosofia da Educação

A filosofia sendo o próprio pensamento, abre um campo onde a liberdade de expressar uma criação do pensamento para a educação livre. A educação como atividade prática tem condições externas com determinações econômicas sociais, decorrente da política em geral especialmente econômica e educacional.

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A filosofia da educação tem uma função reflexiva e criticamente a atividade educacional de modo a explicitar os seus fundamentos, esclarecer a contribuição das diversas disciplinas pedagógicas e avaliar o significado das soluções escolhidas.

Fundamentos da Filosofia na Educação

A filosofia tem como principal fundamento na educação colocar em prática a capacidade de cada um de sua livre expressão sobre o que pensa e acha em relação a diversos acontecimentos.

Sendo que toda pessoa é capaz de ter uma concepção de mundo, o estudo da filosofia faz com que o homem passe a compreender seu modo de pensar e desenvolve uma consciência crítica pela experiência de vida distinguindo das ideologias dominadoras.

Vídeo Sobre a Introdução ao Estudo da Filosofia da Educação:

Relação entre as Disciplinas Filosóficas

A medida que as ciências particulares, como a física, a química e a biologia, foram aumentando em número, canalizando cada vez mais recursos e desenvolvendo metodologias altamente individualizadas, conseguiram descrever e explicar os aspectos fundamentais do mundo em que vivemos.

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Alguns filósofos pensam que existem áreas de investigação que são radicalmente diferentes das que pertencem às ciências particulares, como, por exemplo, a investigação sobre a natureza de Deus, sobre o “ser em si” ou sobre qualquer outra coisa do gênero.

Outros filósofos tentaram de várias maneiras encontrar uma área remanescente de investigação em filosofia que estivesse mais próxima dos desenvolvimentos mais recentes e sofisticados das ciências naturais.

Teoria e a Pratica Educacional

A filosofia da educação, perfeitamente prescindível, tem muita dificuldade em se afirmar, considerando-se que, para instituir uma pedagogia científica ou uma ciência da educação, o que é preciso, precisamente, é banir toda a atitude filosófica e assim terá de ser a pedagogia que se quiser científica.

Vídeo Sobre a Relação entre as Disciplinas Filosóficas:

Ideologia e Educação

A ideologia positivista, então dominante, continua a defender-se a sua tese crucial, segundo a qual só é válido o conhecimento científico e não há sequer outro tipo de conhecimento que não seja o científico.

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A partir da ideologia a educação passa a ser tarefa exclusiva da ciência, até porque, e ainda sob a influência do positivismo, a filosofia morreu.

Vídeo Sobre a Ideologia e Educação:

Gêneses de Filosofia

As passagens têm uma longa e complexa história de interpretação. Até a última metade do século XIX, elas eram vistas como um contínuo uniforme: descrevendo as origens do mundo e mostrando uma pintura mais detalhada da criação da humanidade.

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Estudos modernos observaram o uso de nomes distintos para Deus nas narrativas e concluíram que estes textos possuem origens distintas,

Evolução de Ideologia

O francês Auguste Comte, criador da doutrina positivista, compartilha da definição de Destutt de Tracy: a ideologia é uma atividade filosófico-científica que estuda a formação das ideias a partir da observação do homem no seu meio ambiente. Já o francês Émile Durkheim usa o termo de maneira distinta. Para Durkheim, os fatos sociais são considerados objetos únicos de estudo da sociologia.

Na perspectiva durkheimiana, as ideias e valores individuais (ou seja, a ideologia) são irrelevantes porque os fatos sociais são manifestações externas, isto é, estão fora e acima das mentes de cada sujeito que integra a sociedade. Portanto, para Durkheim,a ideologia é negativa porque nasce de uma noção “pré-científica” e, por isso mesmo, imprópria para o estudo objetivo da realidade social.

Vídeo Sobre Gêneses e Evolução do Conceito de Ideologia:

A Significação Ideológica do Processo Educativo

Se a educação é uma filosofia de vida para se alcançar à felicidade em todas as instituições, onde se desenvolve o lado físico, intelectual e afetivo, através de uma pedagogia criadora de cultura e conhecimento didático.

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Sendo assim logo, podemos afirmar, que educação é a própria conduta de vida moral e ética, tendo como concepção a formação plena do homem e da mulher. Ideologia é um conjunto de idéias e de representações, que certos grupos impõem como uma verdade acabada e universal. Uma dicotomia entre a forma de pensar e atual, trazendo uma concepção negativa da própria ideologia.

Ideologia da Educação Brasileira

A educação brasileira é assustada com modelos educacionais que visam o repasse da ideologia da classe dominante através das escolas e os seus projetos pedagógicos, verdadeiros comprimidos educacionais alienadores, pois o conhecimento elaborado hoje é ideologia e a filosofia educacional das escolas também é ideologia.

Vídeo Sobre a Significação Ideológica do Processo Educativo:

Correntes da Filosofia da Educação da Atualidade

Sem estabelecer uma cronologia para elencar as correntes, partimos da Grécia antiga, que se enquadra entre as primeiras sociedades do mundo ocidental – é necessário lembrar que no oriente, existem sociedades muito mais antigas que a grega.

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No decorrer dos tempos tivemos correntes filosóficas como: Idealismo, Materialismo, Escolástica, Racionalismo, Empirismo, Pragmatismo, Fenomenologia, Existencialismo e o Pós-modernismo.

As Tendências da Filosofia Atual

O Essencialismo é uma doutrina filosófica segundo a qual os particulares (pessoas, cadeiras, árvores, números, etc.) têm pelo menos algumas propriedades essencialmente. Um particular tem uma certa propriedade essencialmente quando esse particular não poderia existir sem ter essa propriedade.

Progressismo é um conjunto de doutrinas filosóficas, éticas e econômicas baseado na ideia de que o progresso, entendido como avanço científico, tecnológico, econômico e social, é vital para o aperfeiçoamento da condição humana.

Fenomenologia é uma metodologia e corrente filosófica que afirma a importância dos fenômenos da consciência, os quais devem ser estudados em si mesmos – tudo que podemos saber do mundo resume-se a esses fenômenos, a esses objetos ideais que existem na mente, cada um designado por uma palavra que representa a sua essência, sua “significação”.

Existencialismo é um termo aplicado a uma escola de filósofos dos séculos XIX e XX que, apesar de possuírem profundas diferenças em termos de doutrinas, partilhavam a crença que o pensamento filosófico começa com o sujeito humano, não meramente o sujeito pensante, mas as suas ações, sentimentos e a vivência de um ser humano individual.

Dialética é um método de diálogo cujo foco é a contraposição e contradição de ideias que levam a outras ideias e que tem sido um tema central na filosofia ocidental e oriental desde os tempos antigos. A tradução literal de dialética significa “caminho entre as ideias”.

Vídeo Sobre as Correntes e Tendências da Filosofia da Educação da Atualidade:

FIM

Chegamos ao fim de uma lista que foi recheada de conteúdos, e hoje falamos de Filosofia da Educação com suas características. Se você gostou do assunto e do texto, compartilha nas redes sociais, e ajude a divulgar nossos trabalhos. Você também pode acessar as nossas redes sociais.

Aspectos Preliminares da História da Educação

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “Aspectos Preliminares da História da Educação” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais da educação mostrando e como o assunto pode ser aplicado na educação de crianças e jovens.

Aspectos Preliminares da História da Educação

Os aspectos educacionais fundamentam-se na ideia de entender o que realmente é de fato  o seu principio com todas as suas propostas.

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História da educação é uma disciplina curricular de diferentes cursos de formação em Pedagogia, Normal Superior e demais cursos de licenciaturas, além de uma área de pesquisa em expansão no Brasil.

A evolução dos Processos Educacionais como um Aspecto da História da Cultura

A evolução da educação vem ao longo dos tempos sofrendo diversas mudanças que acarretaram vários fatores, como um aprendizado mais focado e baseado no que é ensinado.

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Assim que a educação começou a ser praticada até os dias atuais, ocorreu uma mudança enorme, pois no começo os educadores focavam muito no aluno decorar o assunto, e nos dias atuais o foco é no aprendizado com base em diversos métodos.

Criatividade do Aluno em relação ao ensino

Hoje o aluno contribui bastante para o aprimoramento do seu próprio ensino, sendo que em aulas ocorre uma grande participação entre aluno e professor, assim o professor de acordo com o comportamento do aluno trabalha em cima do que o aluno realmente precisa aprender.

Vídeo Sobre a A evolução dos Processos Educacionais:

Fontes Relevantes para a pesquisa e estudo da História da Educação

A história da educação se baseia pelas fontes às quais recorre: arquivos escolares, museus escolares, legislações específicas, diários de classe, cadernos de alunos, etc.

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Os temas de pesquisa são múltiplos também, abrangendo desde as instituições educacionais, representações de infância e da profissão docente, história da educação comparada (entre estados brasileiros e entre países), história das disciplinas escolares, história do ensino superior.

Transformações na História da educação

Ao longo de sua história, a educação passa por grandes transformações em sua metodologia e também na forma de transmissão e assimilação de conhecimento. Nas sociedades tribais, a educação era difusa, ou seja, transmitida de pai para filho através da prática e da vivência diárias. Na Antiguidade Oriental, a educação passa a ser tradicionalista, e o ensino privilégio de uma pequena elite, ficando a grande massa excluída e restrita à educação familiar informal. Já a educação grega, buscava a formação integral, corpo-espírito e o debate intelectual

Vídeo Sobre as Fontes Relevantes para a pesquisa e estudo da História da Educação:

Seleção dos fatos Educativos

A seleção dos fatos educativos deve ser parte do processo de evolução do estudante, ao promover a acumulação de conhecimento e não o esquecimento.

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O esquecer é o esvaziar, por certo, um constante sinal da viva educação tradicional, que reproduz meios de decorar conteúdos para passar de ano, após o período avaliativo e o alcance da média, o/a aluno/a esquece o que aprendeu.

Conhecimentos como Fator principal

Quando a proposta do conhecimento vem atrelada com nossas constantes vivências, passa a circular nas vidas dos estudantes algo real, passa-se a ver o conteúdo como algo interessante, necessário e construto de uma vida profissional, como a pirâmide de Maslow, numa hierarquia de necessidades, desde a base, que trata das necessidades fisiológicas até a nossa realização pessoal.

Vídeo Sobre a Seleção dos fatos Educativos:

Valor dos Estudos da História da Educação

Estudar os fundamentos históricos e organizacionais da educação no Brasil é de suma importância na nossa vida profissional, é através dela queremos aprender como tudo começou, conhecer a legislação da educação e como ela é aplicada nas escolas, aprender o que deu certo e o que deu errado para assim aprendermos com os erros, melhorando o que deu certo e utilizando no nosso dia-a-dia.

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O método de ensino tem sido um grande desafio para as instituições de ensino que estão aprendendo ainda a trabalhar com a Educação a Distancia, mas também tem trazido grande avanço no modo de ensinar e aumentando a oportunidade para que pessoas que não tem condições e nem tempo para cursar um ensino superior presencial possam estudar.

Vídeo Sobre o Valor dos Estudos da História da Educação:

FIM

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Ensino de Língua Materna e Produção de Material Didático

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “Ensino de Língua Materna e Produção de Material Didático” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais da Ensino de Língua Materna e Produção de Material Didático mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

Ensino de Língua Materna e Produção de Material Didático

O ensino d língua materna é baseado em diversos patamares que são cruciais para uma boa escrita leitura, e saber ouvir e entender o que está sendo falado.

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Para escolher e produzir materiais para ensinar a língua materna de uma forma adequada é preciso que se tenho um vasto conhecimento, para que o material seja o melhor possível para o aluno.

Independência Entre Áreas Básicas de Comunicação: Falar e Escrever

É bastante importante que a comunicação se torne unificada, mas que cada disciplina possa ter  independência para mostrar se tipo de comunicação independente uma das outras.

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A independência consiste em cada disciplina focar em seu interesse, mas sobretudo com a junção de conhecimentos fazer um só tipo de comunicação ativa.

Falar e escrever

Este tipo de comunicação exige muita atenção, visto que o receptor da mensagem não está presente no momento da escrita. Dessa maneira é indispensável o conhecimento das regras de ortografia e sinais de pontuação para a melhor compreensão da mensagem.

Vídeo Sobre a Independência Entre Áreas Básicas de Comunicação:

Codificação de mensagens

Toda a situação de comunicação linguística pressupõe a existência de um falante ou locutor que troca informação com um interlocutor ou alocutório, num dado contexto situacional. Este tipo de comunicação verifica-se no quotidiano, estando presente em todos os atos linguísticos, como as telecomunicações, por exemplo.

Numa conversação telefónica, numa conversação cibernáutica simples ou numa conversação por videoconferência, por exemplo, a situação de comunicação baseia-se na troca de mensagens de um ponto para outro, na condição da mensagem estar linguisticamente codificada.

As habilidades intelectuais, e Autismos Envolvidos

A linguística estrutural tem proposto conhecidos esquemas da comunicação linguística, que envolvem a existência de um emissor ou destinador e um receptor ou destinatário, que trocam entre si uma mensagem, inscrita num código, e que, através de um canal de comunicação ou contacto, permite estabelecer a comunicação num dado contexto.

Ouvir e Ler

Ouvir e ler é um processo onde os alunos podem apreender um conteúdo enorme, esse conteúdo pode ser para leitura pode ser através de livros didáticos, e ouvir pode ser também com áudios de livros.

Vídeo Sobre a Codificação de mensagens:

Analise de Material Didático para fala e Audição

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A analise desse materiais tem como objetivo apresentar recursos básicos e essenciais que possibilitem práticas pedagógicas adequadas destinadas ao ensino para todos os tipos de alunos.

Produção de Material Didático para fala e Audição

Para produzir esse tipo de material é importante que o estudante possa ter contato com diferentes e concomitantes formas de percepção qualitativa e quantitativa, de manuseio, observação, confronto, dúvida e de construção conceitual.

Vídeo Sobre a Analise e Produção de Material Didático para fala e Audição:

Analise e Produção de Material Didático para Escrita e Leitura

Sabemos que o professor da educação básica utiliza-se do livro didático como principal ferramenta para o ensino de sua disciplina. Sendo que o material didático escolhido é o instrumento utilizado para as propostas de redação.

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Assim podemos analisamos livros didáticos de Português, nas seções voltadas para a leitura e a produção de texto, a fim de verificarmos quais as concepções teóricas que subjazem aos materiais, bem como verificar a sua adequação para o ensino de Língua à luz das concepções da Educação Linguística.

Vídeo Sobre a Analise e Produção de Material Didático para Escrita e Leitura:

Revisão das Ideias Básicas

Para se produzir e escolher livros didáticos para o ensino da língua materna necessário que dados sejam fornecidos para que o interlocutor forme complexos em torno deles até chegar a um conceito sobre a informação.

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Isso revela uma atividade complexa que envolve as seguintes funções básicas intelectuais: associação, formação de imagens, atenção, inferência e tendência determinante

Sugestões de Aplicação do Conhecimento

Os conhecimentos específicos elaborados em cada área de ensino deve proporcionar a elaboração de complexos e a construção de conceitos, respeitando a essência dessa construção na condição humana. Propiciar as etapas da estruturação do conhecimento é ser coerente com essa condição, garantindo o desenvolvimento do ser a partir da elaboração de saberes.

Vídeo Sobre a Revisão das Ideias Básicas e Sugestões de Aplicação do Conhecimento:

https://youtube.com/watch?v=TlQPTVeG8oo

FIM

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Uso da Língua Materna

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “Uso da Língua Materna” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais da Uso da Língua Materna mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

Uso da Língua Materna

Estudar sobre a língua materna faz ampliar as discussões sobre cultura, problematizando estratégias e mecanismos de justificação de uma hegemonia político-cultural.

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Assim ensino da língua portuguesa destina-se a preparar o aluno para lidar com a linguagem e suas diversas situações de uso e manifestações, inclusive a estética, após o domínio da língua materna revela-se fundamental ao acesso às demais áreas do conhecimento.

Noção da Variação Linguística

Na língua materna pode ocorrer uma grande variação linguística pelo fato de lugares diferentes falarem de forma diferente.

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No caso do Brasil várias regiões tem um sotaque bem diferente fazendo que as crianças desde quando comecem a falar desenvolvem esse sotaque, que ao falar já se sabem em que região a pessoa nasceu.

Social Histórica e geopolítica

Variação Histórica – Aquela que sofre transformações ao longo do tempo. Como por exemplo, a palavra “Você”, que antes era vosmecê e que agora, diante da linguagem reduzida no meio eletrônico, é apenas VC. O mesmo acontece com as palavras escritas com PH, como era o caso de pharmácia, agora, farmácia, e muita das vezes o modo de falar também muda.

Vídeo Sobre a Noção da Variação Linguística:

Noção de Formação de Norma

Chama-se norma um determinado agrupamento de variantes linguísticas de uma mesma língua, sendo que a norma estabelece uma determinada forma de falar e escrever.

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A língua portuguesa é composta por uma norma culta que envolve os padrões estabelecidos de uma pelo conjunto de palavras certas.

Conceito de Padrão

É a variedade linguística ensinada na escola, contida na maior parte dos livros, revistas, textos científicos e em alguns programas de televisão. As demais variantes, como a regional, a gíria, o jargão de grupos ou profissões (a linguagem dos policiais, dos jogadores de futebol, dos metaleiros, dos surfistas), chamam-se, genericamente, de dialeto popular ou linguagem popular.

Vídeo Sobre a Noção de Formação de Norma:

Competência Linguística

A competência traduz não só um conhecimento interiorizado e enraizado culturalmente, mas também indica a intuição do falante para se poder pronunciar sobre a validade dos enunciados produzidos numa dada língua, pelo que a competência é também gramatical.

À competência opõe Chomsky a performance (termo de tradução difícil, que significa literalmente “desempenho”, “realização”, “aplicamos esse conhecimento linguístico, geralmente traduzido em atos de linguagem ou de fala.

Performance Linguística

Performance afigura-se-lhe preferível às designações algo imprecisas adotadas pelos seus antecessores, em particular V. Propp e E. Souriau, como eram os casos de «prova», «teste» ou «tarefa difícil». Isto não significa que ele rejeite o carácter polêmico das transformações operadas pelo sujeito e que são inerentes à evolução da própria narrativa.

Vídeo Sobre a Competência e “Performance”:

https://youtube.com/watch?v=PnnFuajQHjQ

Revisão das Ideias Básica

A revisão de uma linguística maternal são as reflexões produzidas pelos autores que se baseia em frases e em textos. Pelas característica de gêneros e dos suportes, os textos podem variar em extensão.

Sendo que a revisão linguística assentoa-se no levantamento de dificuldades e problemas do uso da norma e na fundamentação das propostas de revisão com base em diversos instrumentos de normalização linguística.

Sugestões de Aplicação do Conhecimento

Para a aplicação no conhecimento requer dos revisores um vasto conhecimento em diferentes áreas do saber, bem como no uso da norma e requer ainda que o revisor reconheça as suas próprias limitações na intervenção no texto. Podem ser feitas atividades com crianças para estudar o seu falar e escrever, com base na revisão.

Vídeo Sobre a Revisão das Ideias Básica:

FIM

Chegamos ao fim de uma lista que foi recheada de conteúdos, e hoje falamos de Uso da Língua Materna com suas características. Se você gostou do assunto e do texto, compartilha nas redes sociais, e ajude a divulgar nossos trabalhos. Você também pode acessar as nossas redes sociais.

A Língua e a Linguagem no Ensino da Língua Materna

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “A Língua e a Linguagem no Ensino da Língua Materna” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais da A Língua e a Linguagem no Ensino da Língua Materna mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

A Língua e a Linguagem no Ensino da Língua Materna

Língua materna é a primeira língua que uma criança aprende e que geralmente corresponde ao grupo étnico-linguístico com que o indivíduo se identifica culturalmente.

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Por exemplo, uma criança descendente de portugueses mais facilmente irá adotar a língua que os seus pais utilizam devido às suas origens.

Língua Entidades Diferentes

A língua não é, como muitos acreditam, uma entidade imutável, homogênea, que paira por sobre os falantes.

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Pelo contrário, todas as línguas vivas mudam no decorrer do tempo e o processo em si nunca pára. Sendo que, a mudança lingüística é universal, contínua, gradual e dinâmica, embora apresente considerável regularidade.

Linguagem como Entidades Diferentes

A lingüística moderna, no entanto, prioriza a língua falada em relação à língua escrita por vários motivos, dentre eles pelo fato de que todas as sociedades humanas conhecidas possuem a capacidade da fala, mas nem todas possuem a escrita. Analisando a nossa própria sociedade, podemos concluir que a escrita pertence a poucos, uma vez que grande parte da população brasileira é constituída por analfabetos ou semi-analfabetos e que mesmo os que tiveram acesso à escola não a usam muito.

Vídeo Sobre:

Componentes da Comunicação Verbal

A comunicação está associada à linguagem e interação, de forma que representa a transmissão de mensagens entre um emissor e um receptor.

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Os componente verbais da língua materna são de acordo com a mensagem repassada do emissor ao receptor.

Os componentes

Emissor: chamado também de locutor ou falante, o emissor é aquele que emite a mensagem para um ou mais receptores, por exemplo, uma pessoa, um grupo de indivíduos, uma empresa, dentre outros.

Receptor: denominado de interlocutor ou ouvinte, o receptor é quem recebe a mensagem emitida pelo emissor.

Mensagem: é o objeto utilizado na comunicação, de forma que representa o conteúdo, o conjunto de informações transmitidas pelo locutor, por isso.

Código: representa o conjunto de signos que serão utilizados na mensagem

Canal de Comunicação: corresponde ao local (meio) onde a mensagem será transmitida, por exemplo, jornal, livro, revista, televisão, telefone, dentre outros.

Contexto: Também chamado de referente, trata-se da situação comunicativa em que estão inseridos o emissor e receptor.

Ruído na Comunicação: ele ocorre quando a mensagem não é decodificada de forma correta pelo interlocutor, por exemplo, o código utilizado pelo locutor, desconhecido pelo interlocutor; barulho do local; voz baixa; dentre outros.

Vídeo Sobre os Componentes da Comunicação Verbal:

Função da Linguagem

As funções da linguagem são formas de utilização da linguagem segundo a intenção do falante. Elas são classificadas em seis tipos: função referencial, função emotiva, função poética, função fática, função conativa e função metalinguística.

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Cada uma desempenha um papel relacionado com os elementos presentes na comunicação: emissor, receptor, mensagem, código, canal e contexto. Assim, elas determinam o objetivo dos atos comunicativos.

Vídeo Sobre as Função da Linguagem:

Mecanismos da Língua

A linguagem materna com o uso os mecanismos da língua são baseados de forma na linguagem.

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O tempo todo estamos tentando estabelecer contato com as pessoas, seja por meio da fala, pois aos mecanismos da língua materna só pode ser estabelecida por meio da fala.

Combinação e Seleção

Para obter precisão conceitual, é necessário selecionar as palavras de forma que elas expressem exatamente o que se pretende dizer. Portanto, deve se evitar ao máximo os termos que pareçam ambíguos na construção da oração. Outro fator importante é conhecer o conceito de cada palavra, assim é mais fácil obter sucesso no significado da oração.

Vídeo Sobre os Mecanismos da Língua:

Revisão das ideias Básicas

As preocupações em torno do fracasso escolar no ensino do Português são evidenciadas pelas constantes pesquisas e projetos de ensino, que abrangem o processo geral – Linguagem Verbal .

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De modo a conhecer e interpretar a realidade das atividades em torno da linguagem em sala de aula, com o objetivo de implantar reflexões, propor soluções e contribuir, com subsídios teóricos e práticos, no desenvolvimento da prática pedagógica do ensino do Português.

Sugestões de Aplicação do Conhecimento

Podem usar nesses estudos, vastos e complexos temas – oriundos dos problemas detectados nesta área-, como, por exemplo: evasão escolar, causas das reprovações na disciplina, dificuldades de aprendizagem dos alunos no uso da língua escrita, produção de textos orais e escritos, leitura, interpretação, gramática, análise de livro didático, língua padrão, variedades lingüísticas, relação professor-aluno, programas de ensino, metodologias de ensino, formação do professor, modelo tradicional de ensino, concepções de língua/linguagem, entre tantos outros.

Vídeo Sobre Revisão das ideias Básicas:

FIM

Chegamos ao fim de uma lista que foi recheada de conteúdos, e hoje falamos de Língua e a Linguagem no Ensino da Língua Materna com suas características. Se você gostou do assunto e do texto, compartilha nas redes sociais, e ajude a divulgar nossos trabalhos. Você também pode acessar as nossas redes sociais.

Proposta de ensino da geografia para as primeiras series de 1º Grau

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “Proposta de ensino da geografia para as primeiras series de 1º Grau” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais da Proposta de ensino da geografia para as primeiras series de 1º Grau mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

Proposta de ensino da geografia para as primeiras series de 1º Grau

A proposta que é repassada para os professores tanto de geografia quanto das outras disciplinas, é que o professor seja um líder onde pode elevar o grau de ensino dos alunos de acordo com o modo de repassar os assuntos.

Projeto sem título 20

As primeiras series dos alunos é onde tem que ter uma maior compreensão levando-os para que possam aprender de acordo com o modo que o professor ensina.

A Integração Social

O ser humano vive em sociedade e faz parte de um sistema. Esta integração social potencializa a autoestima pessoal e eleva o bem-estar individual de quem se relaciona com os demais. Entretanto, existem situações nas quais as pessoas podem estar em risco de exclusão social.

Resultado de imagem para Integração Social

Por exemplo, a precariedade econômica pode estar vinculada à exclusão social. Deste ponto de vista, existem profissionais como os trabalhadores sociais e instituições específicas que trabalham oferecendo ajuda a essas pessoas que se encontram em risco de exclusão.

Convivência social

A sociedade não é uma entidade estática, mas sim dinâmica, os elementos que compõem a sociedade estão em constante evolução. A partir deste ponto de vista, uma pessoa que faz parte de uma família acomodada corre o risco de exclusão em algum momento de sua vida como consequência de um problema econômico ou até mesmo pessoal.

Vídeo Sobre a Integração Social:

As Relações Sociais

As relações sociais nos primeiros anos de ensino são uma boa estrategia para que os alunos possam se familiarizar com o meio ambiente escolar.

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As relações sociais que podem ser utilizadas em sala de aula são de tamanha importância, e podem ser usadas brincadeiras, jogos educativos e outros.

Vídeo Sobre As Relações Sociais:

O Reconhecimento do Espaço Geográfico pela Criança

Ao andar pela cidade, podemos observar os prédios, as casas e as ruas dividindo espaço com as árvores; podemos ver o chão de asfalto em contraste ao chão de terra.

O espaço geográfico é reconhecido pelas crianças de uma forma que tudo é aprendizado, durante o caminho da escola, na escola, em casa e vários lugares.

A Representação do Espaço Geográfico pela Criança

Ao visitar uma área rural, podemos ver as cercas dividindo as fazendas, as plantações, a criação de gado, tudo isso dividindo espaço com as matas, os rios e outros elementos naturais. A criança pode representar dentro da sala de aula de várias formas, que pode ser através de atividade dentro da sala.

Vídeo Sobre O Reconhecimento do Espaço Geográfico pela Criança:

Os Domínios e Fronteiras

Os domínios da sala de aula dentro da educação da geografia são baseados em atividades dos professores, os docentes podem colocar na sala para o melhor compreendimento dos alunos, podendo criar uma rotina legal para os alunos.

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As fronteiras da sala de aula também é outro fato que depende do professor, pelo fato de poder expandir atividades que vão alem dos horizontes dos alunos.

Vídeo Sobre Os Domínios e Fronteiras:

A Noção do tempo Cronológico

O tempo cronológico é o tempo real, é o tempo da natureza, dividido em dias, semanas, estações do ano, e etc. É o tempo marcado pelo relógio. Esse tempo é denominado como tempo externo, justamente por estar a parte do personagem, por ser externo a ele. E também é conhecido como tempo histórico.

A construção da sua narrativa precisa de um contexto temporal. É o que permite que o leitor possa se situar sobre o momento em que aconteceu determinado fato. Isso vai ajudar você a construir a sua história de forma mais completa e clara para o leitor.

Marcação de tempo cronológico

Não precisa necessariamente aparecer como horas ou dias da semana. Ela pode ser marcada por períodos do dia (manhã, tarde) ou do ano (natal, carnaval) que indicam um tempo específico. É muito comum que a marcação de tempo cronológico se apresente a partir de um adjunto adverbial.

Vídeo Sobre a Noção do tempo Cronológico:

FIM

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O Ensino da Geografia nas Escolas do 1º Grau

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “O Ensino da Geografia nas Escolas do 1º Grau” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais da O Ensino da Geografia nas Escolas do 1º Grau, mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

O Ensino da Geografia nas Escolas do 1º Grau

O ensino de geografia e também outras disciplinas, logo nos primeiros anos é muito a fase de adequação dos alunos com o ambiente escolar, com os colegas, com o conteúdo repassado.

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O conteúdo repassado para os alunos deve conter uma boa quantidade de ilustrações, sendo que essas ilustrações representem bem esse conteúdo, focando no aprendizado rápido e eficaz.

Realidade Escolar

A realidade da geografia no primeiro ano é que muitos alunos ainda um pouco acanhados e o professor deve tentar fazer com que os alunos, contribuem um pouco mais com a aula, fazendo uma boa interação.

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Assim a realidade escolar nos primeiros anos depende muito do professor para deixar a didática um pouco mais envolvente, tentando criar conteúdos e atividades que tragam os alunos inteiramente ao ensino.

Seleção e Analise de Observações do Estágio

A seleção e analise durante o estágio é feita com base no que foi visto durante esse período, sendo que o que é observado é o comportamento dos alunos em relação a cada assunto, como os alunos interagem durante a aula, como pode ser melhorado os conteúdos.

Vídeo Sobre Realidade Escolar:

Analise de Livros Didáticos

A analise de um livro é feita para que seja repassado um conteúdo para o alunos de uma maneira que eles possam compreender de uma melhor forma possível, e esse é um processo bastante complexo.

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O processo de analisar e escolher um livro deve ser feito por profissionais que já tenha uma certa experiência, para que se tenha o melhor resultado possível, dentro da sala de aula.

Requisitos para escolher um livro

Um livro com termo simples, a linguagem do aluno, interessante com bastantes figuras, aplicações das ciências no dia-a-dia, manchetes de jornais e interpretações, um visual totalmente dinâmico de fácil entendimento e colorido (meramente ilustrativo).

Vídeo Sobre Analise de Livros Didáticos:

Analise e elaboração de Plano de Ensino

Para elaborar um plano de ensino é preciso tenha um olhar sensível para a maneira como as crianças estão se apropriando das propostas didáticas, observe os avanços e o que é mais desafiador para elas.

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Para ser funcional e significativo, o plano precisa fazer sentido não só para o educador mas atender às verdadeiras necessidades da classe.

Pontos para Elaborar o Plano

Os pontos para elaborar o plano são: usar informações e reflexões sobre sua turma, articular o planejamento, estruturar o plano, ter objetivos claros, ter uma visão flexível.

Vídeo Sobre Analise e elaboração de Plano de Ensino:

https://youtube.com/watch?v=RbC3VsBXq4g

FIM

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A Geografia como Disciplina do Currículo do Ensino de 1º e 2º grau – Ensino de Geografia

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “A Geografia como Disciplina do Currículo do Ensino de 1º e 2º – Ensino de Geografia” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais da Geografia como Disciplina do Currículo do Ensino de 1º e 2º – Ensino de Geografia mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

A Geografia como Disciplina do Currículo do Ensino de 1º e 2º

O ensino de geografia é muito diversificado, mais busca uma meta para o ensino dos alunos, e de acordo com a serie dos alunos esses contextos podem mudar.

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No primeiro e segundo ano o ensino ainda é muito focado em teorias para que os alunos conheçam da disciplina, mas também pode ser utilizada a prática para os alunos desenvolverem um pouco mais.

Questões Legais

Quando o foco da Geografia estava nas descrições físicas dos lugares, os estudos se concentravam em identificar os componentes da paisagem (tipos de vegetação, relevo e clima), o número de habitantes e o nome de cidades e rios importantes que banham a região.

Cabe ao professor mostrar os problemas sociais e, ao mesmo tempo, despertar nos alunos a consciência sobre seu papel como cidadãos ativos na resolução dos problemas locais e gerais.

Base da geografia

Os professores defendem um relacionamento mais próximo com ciências como História, Antropologia, Sociologia, Filosofia e Psicologia, tendo foco na cultura e nas representações que o homem faz de si, dos outros e do espaço.

Vídeo Sobre Questões Legais:

Questões sobre o Objeto

O objeto é as formas de como o a disciplina é ensinada e os recursos físicos e matérias utilizados para esse ensino. Com tudo isso, a maneira de ensinar a ciência que estuda a Terra e suas transformações também se modifica.

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A Geografia tem passado por amplas tentativas de renovação para conseguir formar estudantes capazes de compreender as relações entre a sociedade e a natureza.

Método e Conteúdo da Geografia

Existem três perspectivas de ensino que, segundo os especialistas, devem ser trabalhadas de forma complementar para que o espaço – principal objeto de estudo da disciplina – seja bem compreendido: a perspectiva tradicional, a crítica e a cultural.

Vídeo Sobre Questões sobre o Objeto Método e Conteúdo da Geografia:

Questões Gerais da Didática no Ensino da Geografia

Apesar das diferentes perspectivas da Geografia, a maneira de ensiná-la, de repassá-la aos alunos, normalmente, baseia-se na introdução e exposição que o professor faz da disciplina, além do auxílio do material didático.

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O ensino da geografia é baseado em diversos recursos mas, como pode ser visto nos dias atuais ainda se deixa muito a desejar.

Formas de ensino

Para comprovar se os estudantes adquiriram os conhecimentos necessários são aplicados testes e exercícios que possam comprovar se o conteúdo foi assimilado ou não.

Vídeo Sobre Questões Gerais da Didática no Ensino da Geografia:

A Questão Teórico Metodológica

É uma ênfase que tem por sua base o ensino da disciplina com relação ao conhecimento dos alunos, a teoria tem suas bases desde o principio do enino na disciplina de geografia.

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A metodologia utilizada é muitas vezes a mesma de muitos tempos atras, mais em dias atuais já são utilizadas de diversas técnicas que podem aumentar o aprendizado dos alunos de diversas formas.

O método

A Geografia tem passado por amplas tentativas de renovação para conseguir formar estudantes capazes de compreender as relações entre a sociedade e a natureza. O método é ensinado com base na idade e na serie do aluno.

Vídeo Sobre A Questão Teórico Metodológica:

FIM

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Introdução ao Ensino de Geografia

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “Introdução ao Ensino de Geografia” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais da Introdução ao Ensino de Geografia mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

Introdução ao Ensino de Geografia

O ensino de geografia é onde temos base de diferentes conceitos sobre localização e lugares. A geografia estuda as relações sociais estabelecidas entre a sociedade e o meio. Um espaço transformado pelo homem e está, por isso, em constante modificação.

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A Geografia permite que analisemos nossa relação com o meio, com os recursos naturais e com tudo aquilo que envolve espaço, tempo, tipos de terrenos.

Educação e Geografia

A educação está ligada a geografia de diversas formas, e a geografia no cotidiano dos alunos é essencial, sendo que a geografia está presente em nosso dias.

Estudar a geografia é entender o espaço, estudo de terrenos, estudo de localização, estudos climáticos, pontos estratégicos, e outros.

Reflexões

Um exemplo de geografia no dia alunos é o caminho de casa a escola que pode se representado geograficamente através de mapas, hoje é muito utilizado o GPS, que faz toda a rota.

Vídeo Sobre Educação e Geografia – Reflexões:

A geografia e suas Relações

Geografia é, nos dias atuais, a ciência que estuda o espaço geográfico, produzido por meio da dinâmica das relações estabelecidas entre o homem e o meio.

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A maneira como as relações da geografia são estabelecidas confere à sua grande identidade e importância nos estudos e na vida cotidiana.

Ciências Sociais

Geografia é a ciência que estuda as relações sociais estabelecidas no espaço geográfico, ou seja, as relações entre a sociedade e o meio. Um espaço transformado pelo homem e está, por isso, em constante modificação.

Contudo, é difícil limitar o que é estudado pela Geografia ou não, visto que essa é uma ciência horizontal, ou seja, seu campo de estudo é amplo e relaciona-se com outras ciências, transcendendo seu próprio saber.

Estudos Sociais

Os estudos sociais são feitos em diferentes formas e envolvendo os fatores que elevam a biologia como uma disciplina que tem uma grande contribuição em relação a sociedade tanto antiga como atual.

História

A Geografia ficou conhecida como Geografia Tradicional do período que se estendeu de 1870, quando essa ciência foi institucionalizada nas universidades europeias, até 1950. Nesse período, foram privilegiados os conceitos “região” e “paisagem” como objeto de estudo da Geografia. Portanto, o espaço, nesse momento, não era um conceito-chave para o estudo geográfico.

Vídeo Sobre a geografia e suas relações:

Ensino de Geografia: Porque?

É essencial entender as relações entre o meio e a sociedade. É por meio dessas relações que podemos compreender a dinâmica do mundo, os processos históricos que interferem nela e a influência das características geográficas em uma determinada cultura.

O ensino da geografia envolve diversas discussões a respeito de seu objeto de estudo, visto que, ao longo dos anos, essa ciência passou por períodos de construção e desconstrução de seu pensamento.

Em que consiste o estudo da Geografia

A Geografia permite que analisemos nossa relação com o meio, com os recursos naturais e com tudo aquilo que a natureza fornece para a manutenção da vida. Permite ainda compreender como a sociedade impacta positivamente e negativamente o meio, oferecendo alternativas para preservá-lo.

Vídeo Sobre Ensino de Geografia: Porque?:

FIM

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A Organização do Trabalho Didático-Pedagógico Escolar

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “A Organização do Trabalho Didático-Pedagógico Escolar” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais da A Organização do Trabalho Didático-Pedagógico Escolar mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

A Organização do Trabalho Didático-Pedagógico Escolar

A organização é um processo essencial em qualquer tipo de trabalho sendo que no trabalho de docência é feita através de planejamentos que podem ser em grupos (com diversos colaboradores) e individual.

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O trabalho de organização é um trabalho que na maioria das vezes é feito em casa e não na escola em si, com diferentes recursos utilizados.

Planejamento como construção Coletiva no Âmbito da Escola

O planejamento é essencial em qualquer que seja a área da vida, mas no trabalho de ensino é imprescindível, para que seja possível o um ensino complexo e de qualidade.

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O planejamento que tem como função maior poder ter uma visão de futuro e trabalhar com base no presente, usando os métodos de ensino da melhor forma possível.

O Projeto Político Pedagógico

O Projeto Político Pedagógico ( PPP ) é um instrumento que reflete a proposta educacional da escola. É através dele que a comunidade escolar pode desenvolver um trabalho coletivo, cujas responsabilidades pessoais e coletivas são assumidas para execução dos objetivos estabelecidos.

Vídeo Sobre Planejamento como construção Coletiva no Âmbito da Escola:

Tipologia dos Conteúdos

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Um conteúdo procedimental é um conjunto de ações ordenadas e com um fim, quer dizer, dirigidas para a realização de um objetivo. São conteúdos procedimentais: ler, desenhar, observar, calcular, classificar, traduzir, recortar, saltar, inferir, espetar, etc.

Conteúdos que, como podemos ver, apesar de terem como denominador comum o fato de serem ações ou conjunto de ações, são suficientemente diferentes para que a aprendizagem de cada um deles tenha características bem específicas.

Objetivos

O objetivo da tipologia é identificar o conteúdo que é mais apropriado para cada tipo de alunos e situações.

Vídeo Sobre Tipologia dos Conteúdos:

Transposição Didática

Instrumento através do qual transforma-se o conhecimento científico em conhecimento escolar, para que possa ser ensinado pelos professores e aprendido pelos alunos. Segundo Maura Dallan, da Fundação Victor Civita, “significa analisar, selecionar e inter-relacionar o conhecimento científico, dando a ele uma relevância e um julgamento de valor, adequando-o às reais possibilidades cognitivas dos estudantes.”

Resultado de imagem para Transposição Didática

Segundo estudiosos da educação, este termo foi introduzido em 1975 pelo sociólogo Michel Verret e teorizado por Yves Chevallard no livro La Transposition Didatique, onde mostra as transposições que um saber sofre quando passa do campo científico para a escola. Na obra, o pesquisador alerta para a importância da compreensão deste processo por aqueles que lidam com o ensino das disciplinas científicas. Dessa forma, Chevallard conceitua “transposição didática” como o trabalho de fabricar um objeto de ensino, ou seja, fazer um objeto de saber produzido pelo “sábio” ser objeto do saber escolar.

Vídeo Sobre Transposição Didática:

O Planejamento da Prática Docente

O planejamento da prática docente é uma forma de colocar o conteúdo para os alunos aumentando as forma de entenderem mais rapidamente.

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O planejamento pode ser feito individualmente e em grupo, sendo que quando feito em grupo é bem maior o alcance das informações.

Fugindo dos Padrões de Planejamento

Ao longo dos anos a prática de planejamento de ensino vem sendo feito e diversifica de acordo com o que se acha necessário, e a cada novos ano vem surgindo novas formas de planejamentos que fogem dos padrões aumentando a produção.

Vídeo Sobre O Planejamento da Prática Docente:

Avaliação

A avaliação é uma forma de medir os conhecimentos dos alunos que poder ser feita de diferentes formas, para que os alunos podem ter uma melhora significativa.

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Resultados e Orientações do Ensino e da Aprendizagem

Os resultados são apresentados nas avaliações e apresentam os conhecimentos dos alunos que de acordo com os erros podem trabalhar em cima deles para corrigir.

Nos dias atuais muitos professores focam muito na aprendizagem de acordo com o desenvolver do aluno, que antigamente era bem diferente, sendo que quem recebia notas baixas não sabia.

Vídeo Sobre avaliação:

https://youtube.com/watch?v=nMcYA-VoaGA

FIM

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Didática – Processos Didáticos de Ensino e Aprendizagem

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de ” Didática – Processos Didáticos de Ensino e Aprendizagem” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais da Didática – Processos Didáticos de Ensino e Aprendizagem mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

Processos Didáticos de Ensino e Aprendizagem

Os processos de ensino são uma foma ou caminho a ser seguido por professores tendo uma base e metas a serem compridas de acordo com certas práticas pedagógicas de ensino.

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A aprendizagem é baseada nos processos didáticos onde de acordo com os processos de ensino os alunos podem ter uma melhor relação de aprendizado.

A Relação Professor – Aluno

A relação professor aluno é uma relação que deve ser bem frequente, sendo que os alunos gostem de um professor pelo que é e ensina, e não se ele deixa a baderna correr solta dentro da sala.

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Uma relação de amizade entre professor e aluno faz com que esses se tornem amigos pelo resto da vida, tendo uma gratidão um pelo outro.

Bom relacionamento entre professor e aluno

Quando os professores e os alunos mantêm um bom relacionamento em sala de aula, o aprendizado se torna mais eficiente e passa a existir um maior engajamento de ambas as partes. Durante o momento de aprendizagem, todas as partes envolvidas trocam experiências, informações e conhecimentos. Sendo assim, a dinâmica flui melhor quando se mantém uma relação positiva, o que também contribui para se manter a motivação em sala.

Vídeo Sobre A Relação Professor – Aluno:

https://youtube.com/watch?v=6KI-oeeCDk0

Pesquisa em Educação e Auto – Formação

A pesquisa é essencial para formar os profissionais e estudar como eles podem melhorar a cada dia de uma maneira que melhores o processo de aprendizado tanto dos professores quanto dos alunos.

Assim, ao concebermos que o processo de formação pessoal, social e profissional se dá ao longo da vida, necessitamos vivenciar e fazer experiências nos espaços educativos com propostas de auto-formação.

Cursos de Formação

A função dos cursos de formação de professores e/ou educadores a promoção das relações humanas para o diálogo intercultural, individual e coletivo e para a sensibilização, na perspectiva do caminhar para si e para o outro no sentido da troca de experiências, da reflexão das diferentes linguagens (oral, corporal, escrita, pintura, desenho, poesia, teatro, dança, entre outras), do fazer experiências e constituir projeções de vida.

Vídeo Sobre Pesquisa em Educação e Auto – Formação:

Os Processos Didáticos do Ensino e da Aprendizagem

O caráter educativo e crítico desse processo de ensino, levando em consideração o trabalho docente além da organização da aula e seus componentes didáticos do processo educacional tais como objetivos, conteúdos, métodos, meios de ensino e avaliação.

Resultado de imagem para professores

A condição do processo de ensino requer uma clara e segura compreensão do processo de aprendizagem, ou seja, deseja entender como as pessoas aprendem e quais as condições que influenciam para esse aprendizado.

Vídeo Sobre os Processos Didáticos do Ensino e da Aprendizagem:

https://youtube.com/watch?v=nMcYA-VoaGA

Técnicas de Ensino

As técnicas podem ser de várias formas, sendo que isso muda de educador para educador, onde no Brasil existe diversas formas de ensinar algo.

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Para saber a técnica mais indicada para usar na sala de aula, o docente deve observar a sala de aula para ver as diversas relações entre os alunos para usar um método mais indicado.

Procedimentos de ensino

É a definição e aplicação dos métodos e técnicas de ensino que o docente dispõe para colocar o aluno em contato com os conteúdos tendo em vista atingir os objetivos propostos. O termo procedimentos de ensino está relacionado com o processo de ensino-aprendizagem formando o elo resultante de ligação entre o professor e o aluno. É muito importante saber que não existe um procedimento de ensino fixo, único, que seja ótimo ideal para qualquer tipo de aprendizagem.

Vídeo Sobre Técnicas de Ensino:

Interdisciplinaridade

É o processo de ensino se caracteriza pela combinação de atividades do professor e dos alunos, ou seja, o professor dirige o estudo das matérias e assim, os alunos atingem progressivamente o desenvolvimento de suas capacidades mentais.

É importante ressaltar que o direcionamento do processo de ensino necessita do conhecimento dos princípios e diretrizes, métodos, procedimentos e outras formas organizativas.

Utilização da interdisciplinaridade

É uma forma de desenvolver um trabalho de integração dos conteúdos de uma disciplina com outras áreas de conhecimento é uma das propostas apresentadas pelos PCN`s que contribui para o aprendizado do aluno. Apesar disso, estudos têm revelado que a interdisciplinaridade ainda é pouco conhecida.

Vídeo Sobre Interdisciplinaridade:

FIM

Chegamos ao fim de uma lista que foi recheada de conteúdos, e hoje falamos de  Didática – Processos Didáticos de Ensino e Aprendizagem com suas características. Se você gostou do assunto e do texto, compartilha nas redes sociais, e ajude a divulgar nossos trabalhos. Você também pode acessar as nossas redes sociais.

Didática – Noções Introdutórias: Os Fundamentos dos Trabalhos Docente

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “Didática – Noções Introdutórias: Os Fundamentos dos Trabalhos Docente” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais da Didática mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens em diferentes escolas.

Didática – Noções Introdutórias: Os Fundamentos dos Trabalhos Docente

A didática é a forma com o conhecimento é repassado aos alunos, tendo patamares e padrões específicos, fazendo o conhecimento ser repassado da melhor forma possível.

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Os fundamentos do ensino é baseado em práticas das didáticas, sendo que foram repassadas de gerações em gerações, mas nos dias atuais a busca por melhoramento faz fugir um pouco dos padrões estabelecidos.

A Relação Educação Sociedade e Trabalho Docente

A relação de educação entre a sociedade e o trabalho docente é um caso onde tem uma relevância muito grande, pois a sociedade pode ajudar bastante no processo de formação de educadores.

O trabalho docente faz com que a sociedade possa conhecer de diversos temas não só da escola como vários outros. O que vemos muito é o ato de que muita das vezes a sociedade critica bastante os professores, jugando o seu trabalho, mais muitos dão o maior apoio possível.

O que pode ser Feito para Melhorar

A sociedade pode ajudar a melhorar o trabalho dos professores com relações onde podem ser reconhecidos com premiações e elogios, no caso os políticos podem criar leis que auxiliem e ajude o trabalho e o desenvolvimento dos professores.

Vídeo Sobre A Relação Educação Sociedade e Trabalho Docente:

Professor

O professor tem que se colocar, com o objetivo central de contribuir criticamente para a representatividade social que a formação continuada apresenta quanto ao bom desempenho do aluno diante de seu complexo cenário de atuação estudantil.

A profissão de professor combina sistematicamente elementos teóricos com situações práticas reais. Tendo prática como atividade formativa é um dos aspectos centrais a ser considerado, com conseqüências decisivas para a formação profissional.

Identidade e Formação Profissional

A identidade de um professor tem uma grande relação com a formação profissional, sendo que a disciplina a ser trabalhada por esse profissional deve ter um prazer de ensinar, assim ficando fácil de trabalhar e fácil para seus alunos aprenderem.

Vídeo Sobre o Professor: Identidade e Formação Profissional:

O Sentido da Didática para o Trabalho Docente

A didática é um caminho a ser seguido por todos os profissionais docentes tendo em vista um melhor aprimoramento de seus trabalho e um quantidade de aprendizado bem maior para os alunos.

Resultado de imagem para docentes

Com uma boa didática pode servir de alavancagem a aprendizagem de alunos, de uma forma que seja interativa pelas duas partes.

Conhecendo a didática

É essencial para o professor que usando dos seus muitos métodos norteará a sua didática pedagógica, tendo em vista as necessidades específicas em cada contexto, em cada turma e em cada aluno. Todavia, ao se pensar na didática, surgem certas dificuldades ao longo do planejamento, uma vez que o mesmo deve originar-se de objetos concretos e que venham focalizar, exclusivamente, o público alvo.

Vídeo Sobre o Sentido da Didática para o Trabalho Docente:

As Tendências Pedagógicas e o Pensamento Didático

As tendências pedagógicas são divididas em liberais e progressistas. A pedagogia liberal acredita que a escola tem a função de preparar os indivíduos para desempenhar papéis sociais, baseadas nas aptidões individuais.

Sendo assim, o indivíduo deve adaptar-se aos valores e normas da sociedade de classe, desenvolvendo sua cultura individual. O pensamento didático faz com que as tendências possam invadir o dia a dia das escolas.

Vídeo Sobre as Tendências Pedagógicas e o Pensamento Didático:

Saberes e Competências do Professor

O saberes e competências dos professores devem ser baseados na sua forma de apresentar os conteúdos aos alunos.

Um professor pode ter um saber enorme mas de acordo com o tempo, tem que buscar novos conhecimentos para que possa fazer a diferença tanto no aprendizado dos alunos quanto em sua carreira profissional.

A busca por Conhecimento

A busca por conhecimento faz alguns professores sair na frente em relação ao trabalho. E esse conhecimento é baseado na sua rotina de aprendizado, compra de cursos e treinamentos =.

Vídeo Sobre Saberes e Competências do Professor:

FIM

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Perspectivas Antropológica de Interesse para a Educação

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “Perspectivas Antropológica de Interesse para a Educação” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais da Perspectivas Antropológica de Interesse para a Educação mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

Perspectivas Antropológica de Interesse para a Educação

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A antropologia se diferencia porque foca na interconexão e a interdependência de todos os aspectos da experiência humana em todo lugar, no presente e no passado remoto, muito antes do surgimento da escrita.

A antropologia contribui muito para o entendimento da diversidade do pensamento, da educação e do comportamento humano, assim como para o entendimento de muitas coisas que os seres humanos têm em comum.

Etnocentrismo e Dominação

Etnocentrismo é um conceito da Antropologia definido como a visão demonstrada por alguém que considera o seu grupo étnico ou cultura o centro de tudo, portanto, num plano mais importante que as outras culturas e sociedades.

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A dominação é o ato de ter um poder sobre os conceitos antropológicos do etnocentrismo, que leva em consideração as culturas e relações entre diferentes povos.

Relativismo Cultural

Relativismo cultural é uma perspectiva da antropologia que vê diferentes culturas de forma livre de etnocentrismo, o que quer dizer sem julgar o outro a partir de sua própria visão e experiência, sendo uma construção da Antropologia, idealizada por nomes como Franz Boas, e também utilizado na Sociologia.

Etnocentrismo e Dominação x Relativismo Cultural

Esses são dois requisitos que andam junto para o desenvolver da antropologia, em pesquisas antropológicas pode ser visto no estudo de sociedades tradicionais isoladas de influências ocidentais. Por exemplo: em uma tribo da Oceania, as relações de parentesco sejam pela linha matriarcal, e o irmão da mãe, ou seja o tio, faça o papel que o pai executa nas sociedades ocidentais.

Vídeo Sobre Etnocentrismo e Dominação x Relativismo Cultural:

Identidade Social e Cultural

A Identidade Social a identidade social é a representação de como as pessoas se posicionam em relação a dia a dia como o trabalho, os estudos.

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A Identidade Cultural é um conceito das áreas da sociologia e antropologia, que indica a cultura em que o indivíduo está inserido. Ou melhor, a que ele compartilha com outros membros do grupo, seja tradições, crenças, preferências, dentre outros.

Trabalhando Identidade Social e cultural em Sala de Aula

As duas identidades podem ser trabalhadas em sala de aula de diversas maneiras, podem ser aplicadas a pesquisas sobre a identidade de uma determinada região estudando seus costumes e cultura, um compartilhamento de informações de lugares e outros.

Vídeo Sobre Identidade Social e Cultural:

Organização Familiar no Brasil

Organização familiar diz respeito ao grupo de indivíduos que fazem parte da mesma instituição unida por laços afetivos. Esta exerce, largamente, influencia, ao nível do desenvolvimento vital de todos os seus membros.

No Brasil os membros da família estão com a organização próxima, ao permanecer por perto, mesmo quando já não coabitam todos na mesma casa, ou seja, famílias provenientes do mesmo casal (irmãos e irmãs) escolhem morar na mesma zona, juntamente com parentes mais distantes, ou compadres que não têm qualquer relação biológica familiar,

Educação e Formas de Organização Familiar no Brasil

Nas escolas é bastante cobrados dos alunos, que eles mantenham os laços familiares muitos ligados a sua família. No Brasil a educação em si própria já mostra no convívio diário entre os alunos, com alguns movimentos culturais  realizados na escola.

Vídeo Sobre Educação e Formas de Organização Familiar no Brasil:

A Educação e Atividade de Contextos Culturais

A educação em seu patamar inicial tem como base o estudo de diversas culturas para introduzir conteúdos em sala de aula, a cultura mostra os diversos conhecimentos que podem ser aprendidos através dela.

O contexto de sala de aula com base na cultura faz com que cause uma dinamização muito maior entre aulos e professores, podem usar de diversos recursos, como dança, brincadeiras e outros mais.

Os contextos Culturais

Prevenção Cultural: é poder proteger e fazer com que não seja danificado os fatores culturais, de cada lugar, sempre conservando.

Carência Cultural: é a menor acesso à educação de qualidade e laços familiares-comunitários favoráveis estariam, segundo a lógica da teoria, praticamente fadados a um futuro sem esperanças.

Diferença Cultural: É um conceito abrangente elas estão por todos os lados, o pior é que a sociedade e o governo trabalham lentamente, quase parados. O que escrevemos em protestos hoje é escrito desta forma, pois fecham os olhos e renegam nossos direito omitindo a lei.

Vídeo Sobre a Educação e Atividade de Contextos Culturais:

Saber Popular e Saber Escolar

O Saber popular é de uma riqueza incalculável, é um bem difuso e patrimônio sócio-cultural que se não registrado perde-se com os tempos e deixamos muitas vezes de valorizar ou principalmente de exercitar o saber ouvir e refletir sobre estes ensinamentos.

Observações feitas ao longo de gerações e gerações, um olhar raro e minucioso à algo do cotidiano, um insite de um fenômeno natural ou social, que foi sintetizado em uma frase, que se torna um conto, uma lenda, um ditado popular, ou remédio, um hábito ou cautela que se perpetua para sempre na memória de um grupo social, justamente por ser coerente, fazer sentido para as pessoas e comunidades que convivem e alimentam vivos estes saberes e assim preservam a história.

Saber Escolar

O saber escolar é poder usufruir dos melhores aprendizados ensinados nas escolas, acumulando uma boa quantidade de conhecimento diariamente, de acordo com o esforça de cada um..

Vídeo Sobre o Saber Popular e Saber Escolar:

Desvio e Divergência na Escola

O desvio e a divergência na escola são dois grandes problemas muitos abrangentes atualmente, sendo que esses desvios muitas das vezes são causados por falta de educação dentro de casa, pois a escola é para educar, mais a educação principal dever vir de casa.

Os desvios e as divergências são causados por alguns fatores presentes no dia a dia, como o caso do celular que causa uma grande fata de atenção dos alunos, as vezes desviando sua atenção para redes sociais e outros. Podem ser tomadas algumas decisões que favorecem a escola, com uma palestra com psicólogos, evitar o uso de celulares e outros.

Alunos com Comportamentos Considerados Desviantes e inaceitáveis

Um  grande problema para as escolas são alunos extremamente impossíveis que não querem nada e atrapalham todos os colegas, muitos querem se tonar o centro das atenções.

Esses tipos de alunos causam um estrago enorme nas escolas ano após anos, que pode ser por falta de compreensão, as vezes os pais não tem o devido poder de lhe dizer o que é certo e isso acaba tornando um grande transtorno para todos os colaboradores de uma escola.

Vídeo Sobre Desvio e Divergência na Escola:

https://youtube.com/watch?v=W7LcODwFm6I

A “criança”, o “menor”, o “menino de rua”

Esses são três nomes bem forte que muitas pessoas tem um preconceito, mas o que diferencia esses três nomes é a educação que cada um possui.

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O Estigma pela Linguagem e o sentido Autoritário do Discurso pedagógico

A linguagem introduz diversos efeitos na vida de vários cidadães, o maior deles é poder ter uma educação adequada, o discurso autoritário faz como uma área privilegiada por ser um modo de se produzir linguagem, marcado pelo conceito de social e histórico. Orlandi afirma que todo o discurso é resultado de discursos preexistentes que tenham sentido e formação ideológica determinada, e dessas formações se formam outras interligadas e modificadas.

Vídeo Sobre O Estigma pela Linguagem:

A Sala de Aula como um campo de Pesquisa Etnográfica

A sala de aula é um campo de pesquisa muito abrangente, que faz profissionais preparados para o mundo do trabalho e os estudos mais qualificados.

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Muitos pesquisadores usam seus conhecimentos dentro de uma sala de aula para que seja aplicados em trabalhos científicos.

A Analise Ritual e Simbólica da Relação Pedagógica

A Analise Ritual é feita através de diversos conhecimentos que são observados diariamente dentro de diversos lugares e são estudados para aprimorar o conhecimento.

Vídeo Sobre s Sala de Aula como um campo de Pesquisa Etnográfica:

FIM

Chegamos ao fim de uma lista que foi recheada de conteúdos, e hoje falamos de Perspectivas Antropológica de Interesse para a Educação com suas características. Se você gostou do assunto e do texto, compartilha nas redes sociais, e ajude a divulgar nossos trabalhos. Você também pode acessar as nossas redes sociais.

Antropologia e Educação

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “Antropologia e Educação” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais da antropologia mostrando como pode ser aplicada na educação de crianças e jovens.

Antropologia e Educação

A antropologia tem um papel sem igual no processo de mudança paradigmática, ganhando importância para os fundamentos da educação, ampliando o campo a ser investigado, notadamente no diálogo entre cultura e educação. Sendo que diferenças culturais manifestam-se diariamente dentro da escola.

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Sendo a cultura que faz uma das maiores ligações entre educação e antropologia, fazendo  as reações ou entendimentos advindos do seu contexto não serão semelhantes para os diferentes sujeitos.

A atitude antropológica

A atitude antropológica é a razão pela qual faz os estudos no âmbito das Ciências Sociais, se tomarmos como uma referência importante para o seu início.

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Antropologia elegeu a cultura humana e seus múltiplos desdobramentos como seu objeto de estudo principal, o que ainda é uma marca característica geralmente associada a esta disciplina, o que ainda é historicamente posterior à Sociologia.

Antropologia e Educação

A Antropologia e Educação tem uma boa relação, pois de acordo com a antropologia podem ser desenvolvidas técnicas que possam melhorar as formas de ensinamentos nas escolas, com base em pesquisas, favorecendo os alunos.

Sobre a atitude antropológica

A atitude antropológica prevalecem interpretações que enaltecem o multiculturalismo e a convergência de culturas distintas, sendo que pode exercer bases de conhecimentos entre a cultura e educação.

Vídeo Sobre atitude antropológica:

A Sociedade Fala de Si Mesma e contrastivamente Revela as Demais

Falar de si mesmo é tentar mostrar quem você é para outras pessoas, nas escolas os professores falam de si mesmo englobando assuntos cotidianos no assunto estudado no momento.

Os alunos podem também falar de si mesmo com o fato de contribuir para a turma de modo que ele apresente suas ideias referente ao assunto comentando. E de acordo com o falar de si mesmo podem envolver outros assuntos que sejam relevantes a toda a turma contida.

Sobre Falar de si Mesmo

São muitas as situações em que esta necessidade pode aparecer: pode ser uma simples apresentação em uma reunião profissional: onde vai mostrar seus pontos fortes na sua área. Em uma mesa de debate na universidade: onde seus colegas vão lhe conhecer um pouco mais. Em uma história que você quer contar no Facebook: onde hoje as pessoas expressão bastante sobre si mesmo como elas são no dia a dia, as redes sociais são uma grande aliadas.

Vídeo Sobre falar de si Mesmo:

O Conceito Antropológico de Cultura

A Antropologia Cultural estuda a diversidade cultural humana, tanto dos grupos contemporâneos, como extintos. Diverge da antropologia social na medida em que o conceito de sociedade é mais abrangente que o de cultura.

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O seu propósito maior é o estudo do homem e suas diferentes formas culturais, como as suas religiões, suas vestimentas, seu modo de agir, e outros.

Princípios Metodológicos Fundamentais

Os princípios são inseparáveis da natureza humana na medida em que qualquer pessoa têm a capacidade de classificar experiências, de as codificar. Por outro lado, enquanto expressão de pessoas vivendo em diferentes lugares, existem diferentes culturas em diferentes regiões geográficas.

Sobre a Noção de totalidade

Totalidade é um todo coerente em que cada elemento está, de uma maneira ou de outra, em relação com cada elemento e, de outro lado, que essas relações formam, na própria realidade objetiva, correlações concretas, conjuntos, unidades, ligados entre si de maneiras completamente diversas, mas sempre determinadas

Vídeo Sobre o conceito antropológico de Cultura:

O Levantamento do Material Etnográfico

A etnografia estuda e revela os costumes, as crenças e as tradições de uma sociedade, que são transmitidas de geração em geração e que permitem a continuidade de uma determinada cultura ou de um sistema social.

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O material Etnográfico são junções de diferentes relações como os conhecimentos, as ideias, técnicas, habilidades, normas de comportamento e hábitos adquiridos na vida social de um povo.

Técnica e Conduta do Pesquisador perante o Outro

Um devido pesquisador deve sempre buscar mais, mas sempre respeitando os outros, assim tendo uma ética profissional inabalável.

Uma grande falta de respeito por parte de alguns pesquisadores é querer atropelar os outros, como uma grande gama de informações que não lhe favorece tanto assim, seria mais fácil se juntar a outros e trabalhar em equipe.

Sobre a Levantamento do Material Etnográfico

O levantamento baseia-se na observação e levantamento de hipóteses, onde o etnólogo procura descrever o que, na sua visão, ou seja, na sua interpretação, está ocorrendo no contexto pesquisado. Uma das características da Etnografia é a presença física do pesquisador e a observação in loco (é uma expressão em latim, que significa “no lugar” ou “no próprio local” e é equivalente à expressão in situ).

Vídeo Sobre Material Etnográfico:

FIM

Chegamos ao fim de uma lista que foi recheada de conteúdos, e hoje falamos de Antropologia e Educação com suas características. Se você gostou do assunto e do texto, compartilha nas redes sociais, e ajude a divulgar nossos trabalhos. Você também pode acessar as nossas redes sociais.

Filosofia e Ensino

Olá, pessoal, hoje teremos o post Filosofia e Ensino, este post faz parte da série de posts sobre educação e temas relacionados do Demonstre. 

Filosofia e Ensino

A filosofia é uma disciplina muito importante para a formação do indivíduo. Ela introduz a trajetória dos pensadores e como chegamos à sociedade que temos hoje. Quando o aluno através da filosofia é estimulado a pensar, refletir e questionar, eles desenvolve o senso crítico. Senso crítico esse que permite ele exercer sua cidadania de forma eficaz e efetiva.

Filosofia e Ensino

Vídeo sobre Filosofia e Ensino

Vídeo discutindo o papel da filosofia na escola e na educação dos nossos alunos, filhos, estudantes.

Abaixo, o vídeo do professor Felipo Bellini falando sobre Filosofia e Ensino:

Quem é Felipo Bellini?

FELIPO BELLINI, é professor e tradutor de inglês formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e pela Universidade de Cambridge. O professor Felipo Bellini possui mais de 10 anos de ensino em instituições de ensino básico e de ensino superior público e privado. Também criou o cursinho preparatório para a entrada em Instituições de ensino Federal, os IFs, o cursinho Garra, que obteve grandes resultados de aprovação. Além é claro de autor deste blog que vos fala, o Demonstre. Um empreendedor social que sempre busca a melhoria e a busca de inovações na área de educação.

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Youtube do professor Felipo Bellini: https://bit.ly/2Oq3aPL

Como dar uma boa aula – dicas e estratégias

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Como dar uma boa aula – dicas e estratégias

Dar aula para muitos é um dom, mas na verdade é uma questão de preparo e prática. É uma questão de se adaptar à realidade dos alunos e à linguagem deles. Por esse motivo, o professor Felipo Bellini irá pontuar estratégias e dicas para dar uma boa aula.

Como dar uma boa aula - dicas e estratégias

Vídeo sobre Como dar uma boa aula

Quais os segredos de uma boa aula? como podemos atingir a alta performance na docência? Quem é o melhor professor da minha escola?

Abaixo, o vídeo do professor Felipo Bellini falando sobre Como dar uma boa aula:

Quem é Felipo Bellini?

FELIPO BELLINI, é professor e tradutor de inglês formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e pela Universidade de Cambridge. O professor Felipo Bellini possui mais de 10 anos de ensino em instituições de ensino básico e de ensino superior público e privado. Também criou o cursinho preparatório para a entrada em Instituições de ensino Federal, os IFs, o cursinho Garra, que obteve grandes resultados de aprovação. Além é claro de autor deste blog que vos fala, o Demonstre. Um empreendedor social que sempre busca a melhoria e a busca de inovações na área de educação.

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Renda extra para professores

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Renda extra para professores

Muitas vezes o salário de professor é insuficiente para pagar todas as contas no final do mês. Por isso, a ideia neste vídeo é sugerir estratégia de engordar o orçamento. Vamos conhecer as alternativas sugeridas pelo professor Felipo?

Renda extra para professores

Vídeo sobre Renda extra para professores

Ideias de negócios para segunda renda de professores

Em um momento econômico de crise, onde os professores recebem parcos salários, muitos deles parcelados. As despesas são imensas, muitas vezes até acima do orçamento.

Como em muitas outras profissões, professores de todas as idades e áreas estão buscando uma segunda renda para melhorar o orçamento. Ai vale a criatividade e desenvoltura.

Abaixo, o vídeo do professor Felipo Bellini falando sobre Renda extra para professores:

Quem é Felipo Bellini?

FELIPO BELLINI, é professor e tradutor de inglês formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e pela Universidade de Cambridge. O professor Felipo Bellini possui mais de 10 anos de ensino em instituições de ensino básico e de ensino superior público e privado. Também criou o cursinho preparatório para a entrada em Instituições de ensino Federal, os IFs, o cursinho Garra, que obteve grandes resultados de aprovação. Além é claro de autor deste blog que vos fala, o Demonstre. Um empreendedor social que sempre busca a melhoria e a busca de inovações na área de educação.

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Merenda Escolar

Você sabe qual a real importância da Merenda escolar? Sabe a diferença que faz no país? Entenda mais sobre como o seu filho deve se alimentar, até mesmo na escola.

Merenda escolar

A merenda escolar é uma refeição escolar ou almoço escolar, é uma refeição oferecida aos alunos e, às vezes, aos professores de uma escola, geralmente no meio ou no início do dia letivo.

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Países de todo o mundo têm vários tipos de programas de refeições escolares. Milhões de crianças de todos os níveis e notas obtêm suas refeições em suas respectivas escolas todos os dias. As merendas escolares fornecem alimentos altamente energéticos com altos valores nutricionais, gratuitamente.

Os benefícios das refeições escolares variam de país para país. Enquanto nos países desenvolvidos a merenda escolar é uma fonte de refeições nutritiva. Nos países em desenvolvimento é um incentivo para enviar as crianças à escola e continuar sua educação.

Nos países subdesenvolvidos, as refeições escolares proporcionam segurança alimentar em tempos de crise. Por isso ajudam as crianças a se tornarem adultos saudáveis e produtivos, quebrando assim o ciclo de pobreza e fome. Em todos os casos, a merenda escolar permite que as crianças se concentrem em seus estudos, sem a fome como uma distração.

A importância da merenda escolar na vida

A importância da merenda escolar na vida de nossos filhos é enorme. Afinal, não se trata de uma comida que eles comem raramente e, sim em 5 dias da semana.

Os hábitos alimentares normalmente, são adquiridos durante a infância, quando estamos abertos às descobertas. Tendo isso em vista, é fundamental incentivar e promover que a criança adote hábitos saudáveis o quanto antes.

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Contudo, sabemos que o que ocorre entre 6 e 12 anos – nos primeiros anos escolares – é que falta interesse por alguns alimentos, principalmente os que são ricos em nutrientes e vitaminas.

Esta é uma fase que se deve um cuidado especial, o crescimento é conhecido por ser lento e constante. Logo, as crianças nessa faixa etária precisam de alimentos com alto teor energético, acompanhados por índices relevantes de componentes vitamínicos e minerais.

Nessa idade a grande preocupação dos pais, professores e nutricionistas, é que a criança pode desenvolver problemas como: desidratação e desnutrição, principalmente devido a baixa ingestão calórica e energética. Além disso, pode haver a desnutrição proteico-energética. Ela é, basicamente, um conjunto de distúrbios que causam deficiência de proteínas e de fraqueza, devido a falta de energia na alimentação.

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Portanto, uma alimentação saudável se faz necessária e é exatamente nesse cenário que a merenda escolar se faz importante. Essa afirmação é apoiada por dados científicos. Ressaltando que uma pesquisa da Unicamp de 2003, revelou que a merenda escolar é a principal refeição do dia de mais da metade dos alunos do nordeste e do norte. Vale lembrar que neste ano o número é ainda mais expressivo. Visto que esses dados se agravaram após a recessão econômica de 2015, uma imensa quantidade de crianças dependem dessa refeição.

Clique aqui e entenda como tornar a merenda da sua escola mais saudável.

PNAE – Merenda escolar

A sigla PNAE significa Programa Nacional de Alimentação Escolar. É uma ferramenta de assistência financeira suplementar com verba direcionada à garantia de pelo menos uma refeição diária aos alunos beneficiários.

A criação do PNAE foi datada no ano de 1983, porém a origem vem de meados da década de 50, no governo de Getúlio Vargas, através da Campanha da Merenda Escolar.

Este programa representa a maior experiência e com mais alcance em programas de alimentação e nutrição na América Latina. A gama de clientes atendidos atualmente no país, ultrapassa 37 milhões de alunos, o investimento bilionário é observado por outros países, pois é algo superior a 1,025 bilhão de reais ao ano.

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O processo de gestão deste programa, é como tudo no Brasil, bastante complexo e burocrático. Isso porque, a União, os Estados, Municípios, Conselhos e Estabelecimentos de ensino, estão diretamente envolvidos. Mesmo com a grandeza de tal programa, o mesmo deve ser gerido com tamanha clareza e eficiência para que o grande impacto social, não seja lesado de forma alguma.

O objetivo principal do PNAE é suprir parcialmente as necessidades nutricionais dos alunos beneficiários, através da disposição de ao menos uma refeição por dia, com o intuito de resolver os requisitos nutricionais no tempo em que o indivíduo estiver na escola.

Para saber mais sobre esse programa e a merenda escolar, clique aqui.

Lei da merenda escolar

Inicialmente a Constituição Federal prevê que o Estado deve garantir ao estudante, atendimento em todas as nuances da educação, através de programas suplementares para diversas áreas, incluindo alimentação.

Contudo, a principal legislação que governa as questões da merenda escolar no país é a Lei Nº 11.947, sancionada pelo Governo Federal em junho de 2009, que trata sobre a alimentação escolar na Educação Básica, no entorno educação pública.

A lei abrange diretrizes que presume garantir o direito dos alunos da educação pública à alimentação e estabelecer critérios para o cumprimento do dever do Estado nesse sentido.

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A lei considera 3 aspectos essenciais para o entendimento da realidade da merenda escolar nos dias atuais:

  1. Deve-se contratar um nutricionista como responsável técnico pela alimentação escolar em todas as unidades de ensino, visando promover hábitos saudáveis e a nutrição de todos os alunos beneficiários;
  2. Pede por um controle social advindo da comunidade para acompanhar as ações desempenhadas pelo poder público;
  3. Suplica e induz apoio ao desenvolvimento sustentável – neste ponto, especialmente, a lei determina que no mínimo 30% dos produtos venha da agricultura familiar e local.

Entenda mais sobre a legislação da Merenda Escolar!

Merenda escolar saudável

A alimentação saudável é motivo de atenção dos pais e dos responsáveis, isso inclui o órgão responsável pela merenda escolar. Quando se trata de instituições de ensino privadas, a regularização e o acompanhamento se dá pelos pais e envolvidos. O que possibilita a cobrança por alimentos nutritivos que correspondam a necessidade calórica, energética e proteica das crianças.

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Nesse caso os pais se organizam e cobram uma posição da escola. Que se ainda não o fez, irá se prontificar a contratar um profissional para elabora um cardápio saudável para seus alunos.

Já nas escolas públicas o órgão responsável é o PNAE, que já entendemos do que se trata. Porém, a Legislação da merenda – também visto acima – sugere e pede aos pais, para que fiscalizem se a merenda está sendo oferecida. Além disso, os pais e a comunidade pode e deve verificar se a necessidade de calorias diária por criança está sendo atendida.

Clique aqui para saber o que torna a merenda escolar saudável!

Cardápio – merenda escolar

O cardápio da merenda escolar saudável deve ser assinado por uma nutricionista, que ficará responsável pela composição dos pratos. Traçando sabor e nutrientes.

Para elaborar o cardápio da merenda escolar alguns pontos devem ser considerados:

  • Identificação (nome e nº CRN) e assinatura do nutricionista responsável por sua elaboração.
  • Indicação da faixa etária e etapa/modalidade de ensino, bem como do horário em que é servida a alimentação escolar.
  • Atenção para a oferta de refeições para a creche e o Programa Mais Educação.
  • Presença de ficha técnica de preparação (descrição dos ingredientes, per capitas e valores de energia, macro e micronutrientes).
  • Diferenciação de per capita de alimentos para as diferentes faixas etárias.
  • Cardápios diferenciados para alunos com necessidades nutricionais específicas.
  • Presença de alimentos regionais que respeitam a cultura e tradição local (inclusive indígenas e quilombolas).
  • Cardápio variado.
  • Oferta de frutas e hortaliças (mínimo 3 porções/semana).
  • Atenção para a oferta de doces (máximo 2 porções/semana).
  • Atenção para a oferta de alimentos restritos.
  • Atenção para a oferta de alimentos proibidos (bebidas baixo valor nutricional).
  • Atenção para a oferta frequente de bebida láctea.
  • Atenção para a oferta de café para a educação infantil.
  • Atenção para a oferta de preparações fritas.

Neste curso você aprende como preparar a cardápio ideal para seus filhos.

Ficha técnica de preparação – merenda escolar

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Ficha retirada do PNAE

Vale lembrar nutricionista tem papel essencial na gestão do PNAE. Além do mais, o planejamento do cardápio é uma ação estratégica para galgar o objetivo do Programa.

É um trabalho impecável que consiste no processo de programar tecnicamente refeições que intuem assegurar a disponibilização de uma alimentação de qualidade e em quantidade suficiente.

Em casos de escolas privadas, pode ser que não seja assegurada essa alimentação. E, se você prepara a lancheira de seu filho, clique aqui para conhecer o curso oferecido pela Chef de Cozinha especializada em alimentação infantil Thaís Ventura.

Como preparar a merenda do seu filho

Infelizmente não é toda escola que adota hábitos saudáveis na prática. Por isso é importante preparar uma merenda saudável para manter a saúde de seu filho em dia.

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Mas, você sabe como fazê-lo? Siga essas dicas.

  • Forneça uma alimentação balanceada – A merenda deve ter uma fonte de macronutrientes, os carboidratos (pães, biscoitos, bolo simples ou cereal), alimentos ricos em fibras e minerais (frutas ou sucos) e uma fonte de cálcio (leite, queijo ou iogurte).
  • Algumas coisas devem ser evitadas – alimentos e são ricos em gorduras trans, como bolacha recheada, precisam ser evitados ao máximo. Refrigerantes e doces também, pois são extremamente calóricos e contribuem para obesidade infantil.
  • Seja organizado – algumas lancheiras acessíveis possuem divisórias em bolsos, potes ou na própria estrutura, que armazenam a merenda de forma mais saudável, organizada e higienizada.
  • Controle – O valor calórico deve ser controlado, converse com uma nutricionista ou acesse As Delícias do Dudu e da Annie para saber a quantidade ideal.
  • Seja criativo – as crianças enjoam muito rápido, mas se atraem por cores e formatos diferentes, personalize os alimentos e faça seu filho querer sem mais. Aqui, você receberá várias sugestões já testadas.

Seja um pai ou mãe saudável e prepare a merenda do seu filho. Com seu exemplo, eles vão se alimentar de maneira mais saudável e educada.

Despedida!

Obrigada por ter lido!
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Desafios das gerações XYZ na escola – Teoria das Gerações

Olá, pessoal, hoje teremos o post Desafios das gerações XYZ na escola – Teoria das Gerações, este post faz parte da série de posts sobre educação e temas relacionados do Demonstre. 

Desafios das gerações XYZ na escola – Teoria das Gerações

A tecnologia vem avançando em uma velocidade sem precedentes nas últimas décadas. E nossas últimas gereções passaram e absorveram de diferentes maneiras todas essas mudanças, por esse motivo temos as gerações X, Y e Z coexistindo com as todas as suas diferenças e respectivas peculiaridades. Vamos falar mais sobre isso?

Desafios das gerações XYZ na escola - Teoria das Gerações

Vídeo sobre Desafios das gerações XYZ na escola

Você já ouviu falar na Teoria das Gerações? Em 1991 os pesquisadores Neil Howe e Willian Strauss identificaram que a cada vinte ou vinte e cinco anos nasce uma nova geração com costumes, gostos, preferências e até sistemas de pensamento diferentes.

Nas escolas vemos uma média de idade dos professores no início de carreira correspondente a 25 anos. Os alunos que eles recebem estão inseridos pragmaticamente na geração seguinte. E como sabemos, os conflitos e desafios de gerações acabam acontecendo.

Abaixo, o vídeo do professor Felipo Bellini falando sobre Desafios das gerações XYZ na escola:

Quem é Felipo Bellini?

FELIPO BELLINI, é professor e tradutor de inglês formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e pela Universidade de Cambridge. O professor Felipo Bellini possui mais de 10 anos de ensino em instituições de ensino básico e de ensino superior público e privado. Também criou o cursinho preparatório para a entrada em Instituições de ensino Federal, os IFs, o cursinho Garra, que obteve grandes resultados de aprovação. Além é claro de autor deste blog que vos fala, o Demonstre. Um empreendedor social que sempre busca a melhoria e a busca de inovações na área de educação.

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Carl Rogers – Teoria Humanista

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Carl Rogers – Teoria Humanista

Carl Rogers foi um psicólogo americano que centrou-se em desenvolver uma terapia centrada no no paciente. Dessa forma ele trouxe uma visão não hierárquica à terapia e pilares para essa interação que até hoje é aplicada nos mais diversos cenários de interações humanas, incluindo assim o ambiente escolar (relação professor – aluno).

Teoria de Vygotsky - Pensamento e linguagem

Vídeo sobre Carl Rogers – Teoria Humanista

Hoje eu quero falar sobre um dos estudiosos da educação que nem sempre são lembrados nas nossas aulas durante a faculdade ou os cursos de aperfeiçoamento: Carl Rogers.

Rogers era piscólogo e por isso sua teoria ficou conhecida como humanista além de se basear em uma visão diferenciada do homem, concebia o desenvolvimento das habilidades como tendências naturais. É como se cada bebê nascesse com todas as estruturas preparadas para receber o conhecimento.

Abaixo, o vídeo do professor Felipo Bellini falando sobre Carl Rogers – Teoria Humanista:

Quem é Felipo Bellini?

FELIPO BELLINI, é professor e tradutor de inglês formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e pela Universidade de Cambridge. O professor Felipo Bellini possui mais de 10 anos de ensino em instituições de ensino básico e de ensino superior público e privado. Também criou o cursinho preparatório para a entrada em Instituições de ensino Federal, os IFs, o cursinho Garra, que obteve grandes resultados de aprovação. Além é claro de autor deste blog que vos fala, o Demonstre. Um empreendedor social que sempre busca a melhoria e a busca de inovações na área de educação.

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Aulas para o ENEM – O que é o ENEM – Papel da escola e influências do ENEM

Olá, pessoal, hoje teremos o post O que é o ENEM – Papel da escola e influências do ENEM, este post faz parte da série de posts sobre educação e temas relacionados do Demonstre. 

Aulas para o ENEM – O que é o ENEM – Papel da escola e influências do ENEM

O ENEM é o Exame Nacional do Ensino Médio aplicada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, vinculado ao Ministério da Educação do Brasil. Esse exame foi criado primeiramente em 1998 com a finalidade de avaliar a qualidade do ensino médio no país. Posteriormente, o ENEM passou a ser um exame seletivo para ingresso à educação superior, como conhecemos hoje.

Aulas para o ENEM - O que é o ENEM - Papel da escola e influências do ENEM

Vídeo sobre O que é o ENEM – Papel da escola e influências do ENEM

A interdisciplinaridade corresponde ao diálogo das disciplinas entre si, complementando-se. Assim, uma questão do ENEM tem elementos de Matemática, Geografia e Física, por exemplo. Já a transdisciplinaridade diz respeito a tema que atravessam todas as disciplinas: cultura, meio ambiente, saúde… Esses temas podem criar pontes de conhecimento entre várias disciplinas.

Esse caráter inovador do ENEM faz com que muita coisa mude. Agora, não é preciso mais decorar ou memorizar quase nada, ou nada, para fazer uma boa prova.

Abaixo, o vídeo do professor Felipo Bellini falando sobre O que é o ENEM – Papel da escola e influências do ENEM:

Quem é Felipo Bellini?

FELIPO BELLINI, é professor e tradutor de inglês formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e pela Universidade de Cambridge. O professor Felipo Bellini possui mais de 10 anos de ensino em instituições de ensino básico e de ensino superior público e privado. Também criou o cursinho preparatório para a entrada em Instituições de ensino Federal, os IFs, o cursinho Garra, que obteve grandes resultados de aprovação. Além é claro de autor deste blog que vos fala, o Demonstre. Um empreendedor social que sempre busca a melhoria e a busca de inovações na área de educação.

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Piaget e o desenvolvimento da moral infantil

Olá, pessoal, hoje teremos o post “Piaget e o desenvolvimento da moral infantil”, este post faz parte da série de posts sobre educação e temas relacionados do Demonstre. 

Piaget e o desenvolvimento da moral infantil

Você já parou para pensar que quando uma criança faz algo errado, ela não tem noção que é errado até certa idade. Que ela não tem moral?

Piaget e o desenvolvimento da moral infantil

Piaget pensou exatamente nisto, em como se dá o desenvolvimento da moral infantil. De que maneira e em que idades cada estágio desse desenvolvimento ocorre no ser humano. Interessante, não?

Vídeo sobre Piaget e o desenvolvimento da moral infantil

Se dissermos a uma criança de 2 anos que é para jogar jogar pedras em um passarinho, o que ela fará? E se perguntarmos se é certo ou errado, como ela responderá?

Para nossa surpresa, algumas crianças ainda não sabem o que dizer nessa idade. Muitas delas inclusive jogarão a pedra, sem sentimento de reprovação. Por qual motivo isso acontece? Jean Piaget nos ajuda a entender essa situação.

Por muito tempo antes da circulação dos estudos sobre a psicogênese, as pessoas acreditavam que as crianças já possuíam o juízo moral, ou seja, a noção sobre o que é certo ou errado. Mas Piaget, através da observação continuada e muito detalhada de inúmeras crianças, pôde comprovar que as habilidades morais nas crianças não eram tão desenvolvidas quanto se pensava.

Abaixo, o vídeo do professor Felipo Bellini falando Piaget e o desenvolvimento da moral infantil:

Quem é Felipo Bellini?

FELIPO BELLINI, é professor e tradutor de inglês formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e pela Universidade de Cambridge. O professor Felipo Bellini possui mais de 10 anos de ensino em instituições de ensino básico e de ensino superior público e privado. Também criou o cursinho preparatório para a entrada em Instituições de ensino Federal, os IFs, o cursinho Garra, que obteve grandes resultados de aprovação. Além é claro de autor deste blog que vos fala, o Demonstre. Um empreendedor social que sempre busca a melhoria e a busca de inovações na área de educação.

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O que é falar de gênero na escola? – Não é ideologia de gênero!

Olá, pessoal, hoje teremos o post “O que é falar de gênero na escola? – Não é ideologia de gênero!”, este post faz parte da série de posts sobre educação e temas relacionados do Demonstre. 

O que é falar de gênero na escola? – Não é ideologia de gênero!

O gênero é um tema muito polêmico na atualidade. Muitos acham que não deve ser trabalhado em sala de aula. Será mesmo que as pessoas sabem o que é gênero e como ele é abordado em sala de aula?

O que é falar de gênero na escola? - Não é ideologia de gênero!

O Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s) dentre todos os conteúdos e habilidades que o compõe, define ainda os temas transversais que abordam valores e conceitos básicos para formar um cidadão. Dos temas sugeridos, há os relacionados à orientação sexual que abragem o corpo humano: matriz da sexualidade, relações de gênero, prevenções das doenças sexualmente Transmissíveis.

Mas o que seria ser um tema transversal? Um tema transversal, é um tema que irá ser abordado de modo interdisplinar, de modo que o aluno entenda os conceitos em uma perspectiva ampla e aplicada à realidade.

Vídeo sobre O que é falar de gênero na escola?

Muito se fala sobre discutir ou não gênero na escola ou o que realmente é abordado nesse tema no ambiente escolar. Neste vídeo o professor Felipo Bellini falará e tirará muitas dúvidas sobre esse tema.

Antes de assistir o vídeo precisamos definir o que é discutir gênero na escola:

– Falar sobre gênero previne a violência sexual e doméstica!

– Falar sobre gênero é mostrar que meninos podem ser afetuosos e respeitosos.

– Falar sobre gênero é promover a igualdade entre sexos.

– Falar sobre gênero é dizer que a mulher e o homem podem ter qualquer profissão.

– Falar sobre gênero é ensinar meninos a respeitar o NÃO e evitar ações sem consentimento.

– Falar sobre gênero é ensinar que meninos também sofrem violência sexual e podem pedir ajuda.

– Falar sobre gênero é evitar a violência doméstica falando sobre relações abusivas, posse, ciúmes, feminicídio.

E precisamos definir o que não é discutir gênero na escola:

– Falar sobre gênero NÃO É promover a cirurgia de mudança de sexo.

– Falar sobre gênero NÃO É fazer meninos se vestir de meninas ou cortar o cabelo das meninas.

– Falar sobre gênero NÃO É fazer meninos virarem meninos e meninas virarem meninas.

– Falar sobre gênero NÃO É ideologia de gênero.

Abaixo, o vídeo do professor Felipo Bellini falando sobre O que é falar de gênero na escola? – Não é ideologia de gênero!:

Quem é Felipo Bellini?

FELIPO BELLINI, é professor e tradutor de inglês formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e pela Universidade de Cambridge. O professor Felipo Bellini possui mais de 10 anos de ensino em instituições de ensino básico e de ensino superior público e privado. Também criou o cursinho preparatório para a entrada em Instituições de ensino Federal, os IFs, o cursinho Garra, que obteve grandes resultados de aprovação. Além é claro de autor deste blog que vos fala, o Demonstre. Um empreendedor social que sempre busca a melhoria e a busca de inovações na área de educação.

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Pestalozzi – Associação e Teoria

Olá, pessoal, hoje teremos o post Pestalozzi – Associação e Teoria, este post faz parte da série de posts sobre educação e temas relacionados do Demonstre. 

Pestalozzi – Associação e Teoria

Filósofo da educação, Pestalozzi foi um pedagogo suíso que inovou a educação. Ele buscou mudar a maneira que as crianças de sua época eram ensinadas.

Pestalozzi - Associação e Teoria

Para Pestalozzi o ensino infantil deveria ser humanizado de modo que a criança por meio do afeto se sentisse estimulada a aprender. Ele acreditava que o ambiente escolar rígido do seu tempo não era de modo algum favorável ao total desenvolvimento do indivíduo.

Pestalozzi – Associação e Teoria

Pestalozzi não foi um iluminista típico, seguidor de Rousseau, dava importância à vivência e à experimentação, interessando mais na formação do caráter do que somente os conhecimentos adquiridos.

Afirmava ainda, que todo o desenvolvimento da criança, deveria ser espontâneo e, a instrução por parte dos professores deveria se dar, para criar condições para esse desenvolvimento. Na visão de Pestalozzi, a criança se desenvolve de dentro para fora, colocando assim, em evidência o papel da mãe e do afeto para gerar esse desenvolvimento, assim deixando de existir um abismo entre o lar e a escola.

Abaixo, o vídeo do professor Felipo Bellini falando sobre Pestalozzi – Associação e Teoria:

Quem é Felipo Bellini?

FELIPO BELLINI, é professor e tradutor de inglês formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e pela Universidade de Cambridge. O professor Felipo Bellini possui mais de 10 anos de ensino em instituições de ensino básico e de ensino superior público e privado. Também criou o cursinho preparatório para a entrada em Instituições de ensino Federal, os IFs, o cursinho Garra, que obteve grandes resultados de aprovação. Além é claro de autor deste blog que vos fala, o Demonstre. Um empreendedor social que sempre busca a melhoria e a busca de inovações na área de educação.

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Motivação para estudar – Alunos, professores e concurseiros

Olá, pessoal, hoje teremos o post Motivação para estudar – Alunos, professores e concurseiros, este post faz parte da série de posts sobre educação e temas relacionados do Demonstre. 

Motivação para estudar – Alunos, professores e concurseiros

A motivação nem sempre é inerente do alunado, docentes e concurseiros. É algo que precisa ser trabalhado e conquistado na diária. Por isso, o vídeo deste post apresentado pelo professor Felipo Bellini tratará exatamente disso.

Motivação para estudar - Alunos, professores e concurseiros

As estratégias para alcançar a motivação necessária para manter a vontade de estudar são muitas, mas os desafios a serem vencidos são muitos também. Aqui nesse vídeo o professor Bellini dá sugestões de como vencer esse desafio.

Motivação para estudar – Alunos, professores e concurseiros

Todos buscamos motivações para estudar. Nós precisamos de motivação para nos mantermos focados, engajados e trabalhando afim de conseguir avançar e evitar o fracasso.

Para manter a retenção de conhecimento e a aprendizagem, a autoconfiança e evitar o esquecimento são necessários os estímulos corretos. Veja este vídeos e saiba como se motivar para estudar e como motivar seus alunos.

Abaixo, o vídeo do professor Felipo Bellini falando sobre Motivação para estudar – Alunos, professores e concurseiros:

Quem é Felipo Bellini?

FELIPO BELLINI, é professor e tradutor de inglês formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e pela Universidade de Cambridge. O professor Felipo Bellini possui mais de 10 anos de ensino em instituições de ensino básico e de ensino superior público e privado. Também criou o cursinho preparatório para a entrada em Instituições de ensino Federal, os IFs, o cursinho Garra, que obteve grandes resultados de aprovação. Além é claro de autor deste blog que vos fala, o Demonstre. Um empreendedor social que sempre busca a melhoria e a busca de inovações na área de educação.

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Prefere o texto:

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Como concluir o ensino médio

Afinal, como concluir o ensino médio? Olá, pessoal, hoje teremos o post Ensino médio completo, este post faz parte da série de posts sobre educação e temas relacionados do Demonstre. 

Ensino médio completo

Ter a formação básica hoje em dia é o essencial para quem quer se inserir no mercado de trabalho. Entretanto muitas pessoas não conseguem terminar a útima etapa, o ensino médiO. Os motivos são os mais diversos.

Pode-se citar a necessidade de trabalhar desde cedo para ajudar a família, a dificuldade de acesso à escola, a baixa renda, a falta de estrutura familiar, problemas psicológicos, dentre muitos outros motivos.

Como concluir o ensino médio
Como concluir o ensino médio

Existem algumas possibilidades para obter o diploma de ensino médio. No vídeo de hoje falaremos dessas soluções.

Vídeo sobre Ensino médio completo

A educação básica é importante para qualquer cidadão, ela é dividida em Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II e Ensino Médio, é nela que conseguimos nos preparar para o Mercado de trabalho e ensinos superiores, é onde aprendemos conteúdos que usaremos por toda uma vida.

Como concluir o ensino médio
Como concluir o ensino médio

O ensino médio tem início normalmente quando os jovens saem do Ensino Fundamental e tem em média quinze anos. Para aprovação no ensino médio, é preciso que os alunos tenham uma média total de 180 pontos caso a escola seja dividida em trimestres e de 240 caso a divisão seja feita em bimestres. Além da frequência em pelo menos 75% das aulas.

Mas há um problema, nem todas as pessoas conseguem finalizar a última etapa da Educação Básica, o Ensino Médio…

Abaixo, o vídeo do professor Felipo Bellini falando sobre Como concluir o ensino médio completo:

https://youtu.be/gbqHumF7hdc

Quem é Felipo Bellini?

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Fim do post sobre Como concluir o ensino médio

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Como concluir o ensino médio
Como concluir o ensino médio

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Youtube do professor Felipo Bellini.

O que é preconceito linguístico?

Olá, pessoal, hoje teremos o post O que é preconceito linguístico, este post faz parte da série de posts sobre educação e temas relacionados do Demonstre. 

O que é preconceito linguístico?

O preconceito linguístico é algo que ainda persiste em nossa cultura brasileira. O Brasil que é um país conhecido pela sua grande diversidade de costumes e variação regional ainda coexiste com esse tipo de comportamento.

O que é preconceito linguístico?

O preconceito linguístico prefere certas variações linguísticas a outras. Discriminando e excluindo certos grupos por causa de suas características próprias e que fazem parte de sua identidade.

Vídeo sobre O que é preconceito linguístico?

A educação básica é importante para qualquer cidadão, ela é dividida em Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II e Ensino Médio, é nela que conseguimos nos preparar para o Mercado de trabalho e ensinos superiores, é onde aprendemos conteúdos que usaremos por toda uma vida.

O ensino médio tem início normalmente quando os jovens saem do Ensino Fundamental e tem em média quinze anos. Para aprovação no ensino médio, é preciso que os alunos tenham uma média total de 180 pontos caso a escola seja dividida em trimestres e de 240 caso a divisão seja feita em bimestres. Além da frequência em pelo menos 75% das aulas.

Mas há um problema, nem todas as pessoas conseguem finalizar a última etapa da Educação Básica, o Ensino Médio…

Abaixo, o vídeo do professor Felipo Bellini falando sobre O que é preconceito linguístico:

Confira também esse vídeo com várias atividades para combater o preconceito em sala de aula:

Quem é Felipo Bellini?

FELIPO BELLINI, é professor e tradutor de inglês formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e pela Universidade de Cambridge. O professor Felipo Bellini possui mais de 10 anos de ensino em instituições de ensino básico e de ensino superior público e privado. Também criou o cursinho preparatório para a entrada em Instituições de ensino Federal, os IFs, o cursinho Garra, que obteve grandes resultados de aprovação. Além é claro de autor deste blog que vos fala, o Demonstre. Um empreendedor social que sempre busca a melhoria e a busca de inovações na área de educação.

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Desafios de um pedagogo homem – Machismo no Brasil

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Desafios de um pedagogo homem – Machismo no Brasil

Aa pedagogia é uma profissão ocupada ainda nos dias de hoje ocupada por mulheres. Quando um homem entra nesse universo da pedagogia ele enfrenta meuitos desafios que deveriam ser ficado no século passado…

Desafios de um pedagogo homem - Machismo no Brasil

A ideia de um homem pedagogo ainda causa estranhamento e aversão da nossa sociedade ainda predominantemente maxista e que vem apresentando muitos movimentos de mudança dessa realidade.

Vídeo sobre Desafios de um pedagogo homem – Machismo no Brasil

Na escola que você trabalha, ou na escola que seu filho estuda de Ensino Infantil, quantos são os professores homens? A equipe pedagógica é formada principalmente por homens ou mulheres? Mas por que existe um número tão remoto de homens na Educação Infantil?

A presença de um maior número de mulheres que de homens nesse caso, refere-se a significativa distinção de gênero na divisão das tarefas sociais que causa um grande impacto na realização de alguns trabalhos, dentre eles, o trabalho de professor pedagogo na Educação Infantil.

O fato de encontrarmos tão poucos homens trabalhando na Educação Infantil é mais um ponto no qual conseguimos perceber como a sociedade ainda associa a mulher com o cuidado das crianças. Na Educação Infantil, existe uma tradição chamada de “maternagem”, que é sempre associada as mulheres, mas que estão procurando mudar gradativamente.

Abaixo, o vídeo do professor Felipo Bellini falando sobre Desafios de um pedagogo homem – Machismo no Brasil:

Quem é Felipo Bellini?

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Internet na escola – Wifi nas salas de aula

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Internet na escola – Wifi nas salas de aula

A internet revolucionou o mundo moderno em todos os sentidos, mas ainda hoje há um conflito entre a escola e a internet. Ela ainda hoje é vista como uma inimiga do universo escolar.

Internet na escola - Wifi nas salas de aula

Muitas vezes quando ela é instalada na escola ela fica restrita a área administrativa da escola e à sala de professores. Enquanto as salas de aula são excluídas da conectividade.

Vídeo sobre Internet na escola – Wifi nas salas de aula

Na escola que você trabalha, ou na escola que seu filho estuda de Ensino Infantil, quantos são os professores homens? A equipe pedagógica é formada principalmente por homens ou mulheres? Mas por que existe um número tão remoto de homens na Educação Infantil?

A presença de um maior número de mulheres que de homens nesse caso, refere-se a significativa distinção de gênero na divisão das tarefas sociais que causa um grande impacto na realização de alguns trabalhos, dentre eles, o trabalho de professor pedagogo na Educação Infantil.

O fato de encontrarmos tão poucos homens trabalhando na Educação Infantil é mais um ponto no qual conseguimos perceber como a sociedade ainda associa a mulher com o cuidado das crianças. Na Educação Infantil, existe uma tradição chamada de “maternagem”, que é sempre associada as mulheres, mas que estão procurando mudar gradativamente.

Abaixo, o vídeo do professor Felipo Bellini falando sobre Internet na escola – Wifi nas salas de aula:

Quem é Felipo Bellini?

FELIPO BELLINI, é professor e tradutor de inglês formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e pela Universidade de Cambridge. O professor Felipo Bellini possui mais de 10 anos de ensino em instituições de ensino básico e de ensino superior público e privado. Também criou o cursinho preparatório para a entrada em Instituições de ensino Federal, os IFs, o cursinho Garra, que obteve grandes resultados de aprovação. Além é claro de autor deste blog que vos fala, o Demonstre. Um empreendedor social que sempre busca a melhoria e a busca de inovações na área de educação.

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Piaget e o estágio sensório motor

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Piaget e o estágio sensório motor

Piaget foi um grande pensador do século XX. Como biólogo, psicólogo e epistemólogo ele focou seus estudos no aspecto cognitivo da aprendizagem e é conhecido mundialmente por suas teorias e suas descrições do desenvolvimento infanto-juvenil.

Piaget e o estágio sensório motor

Esse pensador observou e descreveu como cognitivamente nossas crianças e pré-adolescentes e adolescentes vão evoluindo e adquirindo novas habilidades. Como cada vez mais a capacidade de decodificar o mundo à sua volta ía avançando a cada fase do desenvolvimento infanto-juvenil.

Vídeo sobre “Piaget e o estágio sensório motor”

Nós, adultos pais e adultos educadores, não imaginamos a profundidade desse processo pelo qual nossos bebês passam durante esses dois primeiros anos. Nós passamos por essas fases também, mas a mente humana tem segredos ainda não decifrados, nossas lembranças são muito poucas ou quase nenhuma. Por isso, observemos os pequenos. Piaget também observou…muito!

Desde as primeiras semanas de vida do bebê começam a se formas as estruturas perceptivas, motoras, intelectuais, afetivas e sociais. Desde o primeiro dia de vida já notamos pequenos reflexos. São reações ao ambiente, afinal o bebê é um organismo vivo, possuidor de um aparato neuro-cognitivo que desde primeiro segundo já começou a assimilar pequenas coisas.

Aos pouquinhos esses primeiros esquemas vão se transformando em esquemas sensório-motores. O que são esses esquemas? Vou dar um exemplo: o bebê, já no primeiro dia de vida, é levado a sugar a mamadeira ou o peito da mãe.

Abaixo, o vídeo do professor Felipo Bellini apresentando estágio sensório motor descrito por Piaget:

Quem é Felipo Bellini?

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7 Psicólogos do trabalho – Psicologia do Trabalho

Olá pessoal hoje o demonstre traz uma lista de 7 Psicólogos do trabalho, onde mostra a sua biografia, teorias e outras informações. Para ajudar no conhecimentos diversos sobre filosofia e sociologia.

7 Psicólogos do trabalho

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Os psicólogos do trabalho estudam as formas e conceitos como as pessoas trabalham tentando mudar o cotidiano das pessoas no ambiente de trabalho, para que seja possível deixar esse ambiente muito mais agradável.

Esses psicólogos uns já morreram outros ainda estão vivos e continuam estudando ao favor de esclarecer as teorias referentes ao trabalho.

Mihaly Csikszentmuhalyi – Psicólogo

Ele é o autor de muitos livros e mais de 120 artigos ou capítulos de livros. Martin Seligman, ex-presidente da American Psychological Association, descreveu Csikszentmihalyi como o principal pesquisador em psicologia positiva do mundo.

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É um psicólogo húngaro. Ele criou o conceito psicológico de fluxo, um estado mental altamente focado. Ele é o Professor de Psicologia e Gestão da Claremont Graduate University. Ele é o ex-chefe do departamento de psicologia da Universidade de Chicago e do departamento de sociologia e antropologia em Lake Forest College.

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Csikszentmihalyi é famoso por seu trabalho no estudo da felicidade e criatividade, mas é mais conhecido como o arquiteto da noção de flow e por seus anos pesquisando e escrevendo sobre o tópico.

Vídeo Mihaly Csikszentmuhalyi:

Robert Sternberg – Psicólogo

Foi professor de psicologia na Yale University e presidente da American Psychological Association. É o autor da Teoria Triárquica da Inteligência.É membro dos quadros editoriais de numerosos periódicos, incluindo American Psychologist. Sternberg graduou-se pela Yale University e possui um Ph.D. da Stanford University. Possui nove títulos de doutor honoris causa, sendo um de uma universidade sul-americana e oito de universidades européias, e adicionalmente é professor honorário da Universidade de Heidelberg na Alemanha.

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É um psicólogo e psicometrista estadunidense, deão de Artes e Ciências da Tufts University, Nasceu em 1949, tem obras como Intelligence, information processing,and analogical reasoning: The componential analysis of human abilities.Hillsdale, NJ: Erlbaum. Sternberg, R. J. (1985): Beyond IQ: A triarchic theory of human intelligence. New York: Cambridge University Press. Sternberg, R. J. (1990): Metaphors of mind: Conceptions of the nature of intelligence. New York: Cambridge University Press.

Robert Sternberg – Teoria Triárquica da Inteligência

Possui três aspectos: o mundo interior da pessoa, a experiência e o mundo exterior. A inteligência relaciona-se com o mundo interno ao enfatizar o processamento da informação através de três tipos de componentes. Em primeiro lugar, estão os metacomponentes, processos executivos de ordem superior (ex: metacognição) usados para planejar, monitorar e avaliar a solução de problemas. Em segundo lugar, estão os componentes de desempenho usados para implementar os comandos dos metacomponentes por meio dos processos de ordem inferior. E, em terceiro, os componentes de aquisição de conhecimento em que os processos são usados para aprender como resolver problemas. Na prática, esses componentes não funcionam isolados, eles são interdependentes. A inteligência está relacionada com a experiência quando vai de uma tarefa completamente nova, com a qual não tem qualquer experiência prévia, até uma tarefa completamente conhecida, com a qual possui vasta experiência. Para a teoria triárquica, tarefas relativamente novas demandam mais da inteligência de uma pessoa, assim como uma tarefa completamente desconhecida pode demandar ao ponto de sobrecarregar uma pessoa.

Vídeo Robert Sternberg:

William James – Psicólogo

Um filósofo e psicólogo americano e o primeiro intelectual a oferecer um curso de psicologia nos Estados Unidos. James foi um dos principais pensadores do final do século XIX e é considerado por muitos como um dos filósofos mais influentes da história dos Estados Unidos enquanto outros o rotularam de “pai da psicologia americana”.

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Foi um Psicologo, Viveu durante 68 anos, teve obras como Princípios de Psicologia, Variedades da Experiência Religiosa, Pragmatismo, Emoção, comtribuiu com uma ampla gama de escritores e acadêmicos proeminentes ao longo de sua vida.

William James – Psicologia experimental

É o comportamento observável, a fim de testar modelos e teorias matemáticas sobre diversos aspectos do mesmo: prestar atenção, perceber, recordar, aprender, decidir, reagir emocionalmente e interagir.

Vídeo salmo William James:

https://youtube.com/watch?v=3aNBvK93CbQ

Albert Bandura – Psicólogo

É um psicólogo canadense, professor de psicologia social da Universidade de Stanford. Fez contribuições no campo da psicologia social, cognitiva, psicoterapia e pedagogia. Em 1968, aos 43 anos, foi o presidente mais jovem eleito para a Associação Americana de Psicologia (APA). É um dos dez psicólogos vivos mais citados do mundo.

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Um psicólogo, que nasceu em 1925, recebeu títulos honorários por suas contribuições de 16 distintas universidades.

Albert Bandura teoria – Aprendizado social

A fase inicial da pesquisa de Bandura analisou os fundamentos da aprendizagem de crianças e adultos, particularmente em imitar o comportamento observado em outros, em particular, comportamentos agressivos

Albert Bandura teoria – Determinismo recíproco

Defende que há uma relação simultânea, dialética e recíproca entre os efeitos que o ambiente, pessoa-modelo e indivíduos. Em outras palavras, conforme o ambiente determina o comportamento do indivíduo e do modelo, o indivíduo determina o comportamento ambiente e do modelo e o modelo determina o comportamento do ambiente e do indivíduo.

Vídeo Albert Bandura:

John B. Watson – Psicólogo

John B. Watson foi um psicólogo estadunidense,considerado o fundador do behaviorismo. Frequentou o curso de Filosofia, mas desiludido com a orientação,mudou para Psicologia. Para suportar as suas despesas pessoais, aceitou como trabalho a limpeza dos gabinetes da Universidade, bem como a vigilância dos ratos brancos dos laboratórios de Neurologia.Doutorou-se depois em Neuropsicologia,defendendo uma tese sobre a relação entre o comportamento dos ratos de laboratório e o sistema nervoso central.

Nasceu em Nova York, viveu por 80 anos, teve como obras tudo voltadas para o Behaviorismo, e contribuiu bastante para o comportamentalismo.

John B. Watson teoria do Comportamentalismo

É a teoria e método de investigação psicológica que procura examinar do modo mais objetivo o comportamento humano e dos animais, com ênfase nos fatos objetivos (estímulos e reações), sem fazer recurso à introspecção, segundo o dicionário Houaiss, ou seja, como próprio nome já diz, tem como objeto de estudo o comportamento, que é caracterizado pela resposta dada a estímulos externos, e segundo Watson, “seu objetivo teórico é prever e controlar o comportamento”

Vídeo sobre John B. Watson:

Munsterberg – Psicólogo

Considerado o pai espiritual de muitas das correntes da teoria do cinema. Deu ênfase em um espectador ativo, que preencha as lacunas do cinema por meio de investimentos intelectuais e emocionais, antecipando assim, posteriores teorias da espectatorialidade. Antecipou a “teoria da recepção” quando explorou o entendimento de que os filmes produzem eventos mentais, não estão apenas nacelulóide mas na mente daquele que a utiliza.

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Um psicologo que estabeleceu as bases e justificativas da psicologia industrial na administração científica, viveu ppor 53 anos, suas obras foram 1889-1892 Beiträge zur experimentellen Psychologie (4 volumes) 1899 Psychology and Life 1900 Grundzüge der Psychologie 1901 American Traits from the Point of View of a German 1904 Die Amerikaner 1906 Science and Idealism 1908 Philosophie der Werte 1908 Aus Deutsch-Amerika 1908 Psychology and Crime 1908 On the Witness Stand’ 1916 The Photoplay.

Munsterberg Teoria do Cinema

Deu ênfase em um espectador ativo, que preencha as lacunas do cinema por meio de investimentos intelectuais e emocionais, antecipando assim, posteriores teorias da espectatorialidade.

Munsterberg Teoria da Recepção

Uma teoria de análise do fato artístico ou cultural que enfoca sua análise no receptor. Dentro dos estudos literários se origina no trabalho de Hans Robert Jauss nos anos 1960 e se desenvolve nas décadas seguintes na Alemanha e nos Estados Unidos (Fortier 132) se inserindo em vários campos de estudo.

Vídeo sobre Hugo Munsterberg:

Frederick Taylor  – Psicólogo

Frederick Taylor vem de uma rica família quaker de Germantown descendente de Samuel Taylor, que estabeleceu-se em Burlington, New Jersey, em 1677. Franklin Taylor, pai de Frederick, foi advogado educado em Princeton, e construiu sua riqueza com hipotecas. De 1890 até 1893, Taylor trabalhou como gerente geral e um engenheiro consultor em gestão para a Investment Manufacturing Company, da Filadélfia, que operava grandes fábricas de papel no Maine e em Wisconsin. Ele passou um tempo como gerente de fábrica no Maine. Em 1893, Taylor abriu uma consultoria independente, na Filadélfia. Em seu cartão de visitas, lia-se “especialista em sistematizar gestão de fábricas e custos de fabricação”. Em 1898, Taylor entrou na Bethlehem Steel, onde desenvolveu o aço de alta velocidade, junto com Maunsel White e uma equipe de assistentes.

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Foi um engenheiro mecânico estadunidense. Técnico em mecânica e operário, formou-se engenheiro mecânico estudando à noite. Escreveu o livro “Os Princípios da Administração Científica”, publicado em 1911, contribuiu para a eficiência e eficácia operacional na administração industrial.

Frederick Taylor – Teoria de administração e a Relação com a ASMe

Taylor foi presidente da Sociedade dos Engenheiros Mecânicos dos Estados Unidos (ASME) entre 1906 e 1907 e tentou implementar o seu sistema na gestão da ASME, mas recebeu muita resistência. Ele só conseguiu reorganizar o departamento de publicações e, mesmo assim, apenas parcialmente. Ele também substituiu o secretário de longa data da ASME, Morris L. Cooke, por Calvin W. Rice. Sua presidência foi marcada por problemas e pelo início de um período de divergências internas dentro da ASME durante a Era Progressista.

Vídeo sobre Frederick Taylor:

FIM

Pessoal chegamos ao fim de mais uma lista de Psicólogos com suas teorias e ensinamentos, e hoje trouxemos 10 Psicólogos do trabalho. Se você gostou compartilhe nas redes sociais.

10 Psicólogos Escolar – Psicologia Escolar

Olá pessoal hoje o demonstre traz uma lista de 10 Psicólogos da Gênese da Escolaridade, onde mostra a sua biografia, teorias e outras informações. Para ajudar no conhecimentos diversos sobre filosofia e sociologia.

10 Psicólogos Escolar

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A psicologia escolar é um estudo sobre o comportamento de alunos e professores nas escolas, onde esses estudos pode melhorar as formas de ensinar de maneira que os demais podem aprender com o melhor método possível.

Esses psicólogos estudaram diversas teorias desde o comportamento de um aluno ao grupo de estudos para melhor a educação.Sendo  processos de ensino e aprendizagem, desenvolvimento humano, escolarização em todos os seus níveis, inclusão de pessoas com deficiências, políticas públicas em educação, gestão psicoeducacional em instituições.

Alexander Luria – Psicólogo

Filho de pais judeus, nasceu em Kazan, uma região central a leste de Moscou. Estudou o Curso de Ciências Sociais da Universidade Estadual de Kazan (graduado em 1921) e graças ao seu interesse em psicologia e à sua erudição, em 1924, foi convidado a participar do recém criado Instituto de Psicologia de Moscou. Estudou no Instituto médico de Kharkov e no Instituto Médico de Moscou graduando-se em medicina em 1937, onde depois foi professor (1944). Obteve seu doutorado em Pedagogia (1937) e Ciências Médicas (1943).

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Foi um famoso psicólogo soviético especialista em psicologia do desenvolvimento. Foi um dos fundadores de psicologia cultural-histórica onde se inclui o estudo das noções de causalidade e pensamento lógico–conceitual da atividade teórica como função do sistema nervoso central.

Alexander Luria teoria – Sistema nervoso central

Em anatomia, chama-se sistema nervoso central (SNC), ou neuroeixo, ao conjunto do encéfalo e da medula espinhal dos vertebrados. Forma, junto com o sistema nervoso periférico, o sistema nervoso, e tem um papel fundamental no controle do corpo. É no SNC que chegam as informações relacionadas aos sentidos (audição, visão, olfato, paladar e tato) e é dele que partem ordens destinadas aos músculos e glândulas.

Vídeo Alexander Luria:

Reuven Feuerstein – Psicólogo

Feuerstein estudou na Universidade de Genebra sob orientação de Jean Piaget, André Rey, Barbel Inhelder e Marguerite Loosli Uster e é um seguidor de Lev Vygotsky. Ele é o presidente do Centro Internacional pelo Desenvolvimento do Potencial de Aprendizagem (ICELP) em Jerusalém. Os conceitos de que a inteligência é plástica e modificável, e que a inteligência pode ser pensada, são centrais na Teoria da modificabilidade cognitiva estrutural. A inteligência pode ser desenvolvida em um ambiente de aprendizagem mediada criado a partir da teoria da Experiência da Aprendizagem Mediada.

Foi um professor e psicólogo judeu-israelense, criador da Teoria da modificabilidade cognitiva estrutural (MCE), a teoria da Experiência da Aprendizagem Mediada (MLE), e o Programa de Enriquecimento Instrumental (PEI). A ideia de que inteligência pode ser desenvolvida está associada ao trabalho do Professor Feuerstein.

Reuven Feuerstein – Teoria da modificabilidade cognitiva estrutural

De acordo com Feuerstein, a maioria de nós apresenta uma série de “funções cognitivas deficientes”, ou seja, nossos processos mentais raramente operam em um nível ótimo de funcionamento. A partir de uma avaliação adequada, e com o auxílio de instrumentos concretos de apoio psicopedagógico, a maioria dos indivíduos torna-se então capaz de desenvolver essas potencialidades.

Vídeo Reuven Feuerstein:

Jean Piaget – Psicólogo

Foi um biólogo, psicólogo e epistemólogo suíço, considerado um dos mais importantes pensadores do século XX. Defendeu uma abordagem interdisciplinar para a investigação epistemológica e fundou a Epistemologia Genética, teoria do conhecimento com base no estudo da gênese psicológica do pensamento humano.

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Foi um biólogo, psicólogo e epistemólogo suíço, viveu por 84 anos, teve obras como A Construção do Real na Criança. Trad. Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1970. 360 p. A Epistemologia Genética e a Pesquisa Psicológica. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1974. A Epistemologia Genética. Trad. Nathanael C. Caixeira. Petrópolis: Vozes, 1971. 110p. desenvolveu em suas pesquisas a teoria da construção do conhecimento, mais conhecida como Epistemologia genética, seu foco principal foi o sujeito Epistemológico o qual foi estudado pelo método clínico desenvolvido pelo próprio Piaget.

Jean Piaget Teoria Cognitiva

A teoria diz que é preciso compreender a ação do sujeito no processo de construção do conhecimento. Apesar de diferenças entre suas teorias, procuraram compreender como a aprendizagem ocorre no que se refere às estruturas mentais do sujeito e sobre o que é preciso fazer para aprender.

Vídeo sobre Jean Piaget:

https://youtube.com/watch?v=l51yF_CNEKs

Lev Vygotsky – Psicólogo

Filho de uma próspera família judia, formou-se em Direito pela Universidade de Moscou em 1918. Durante o seu período acadêmico estudou simultaneamente Literatura e História na Universidade Popular de Shanyavskii. destacou-se em sua época por suas críticas literárias e análises do significado histórico e psicológico das obras de Arte, trabalhos que posteriormente foram incorporados no livro “Psicologia da Arte”, escrito entre 1924 e 1926, incluindo naturalmente a tese de doutorado sobre Psicologia da Arte, que defendeu em 1925.

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Foi um psicólogo, morreu aos 38 anos, pensador importante em sua área e época, foi pioneiro no conceito de que o desenvolvimento intelectual das crianças ocorre em função das interações sociais e condições de vida.

Lev Vygotsky teoria Psicologia cultural-histórica

Os fatores biológicos e sociais constituem-se como caminhos complementares de investigação, no processo em o biológico se transforma no sócio-histórico requerendo tanto o conhecimento do cérebro como substrato material da atividade psicológica como o estudo da cultura como parte essencial da constituição do ser humano.

Vídeo sobre Lev Vygotsky:

Erik Erikson – Psicólogo

Erik Homburger Erikson nasceu em Frankfurt am Main, Alemanha, em 15 de Junho de 1902. Começou a sua vida como artista plástico. Em 1927, depois de estudar arte e viajar pela Europa, passou a lecionar em Viena a convite de Anna Freud, filha de Sigmund Freud. Em 1933 emigrou para os Estados Unidos e naturalizou-se americano. Lecionou nas universidades de Harvard, Berkeley e Yale. Na década de 1930, tendo mesmo habitado na reserva dos índios Sioux, as suas experiências pessoais em antropologia, muito referidas nas suas obras, deram-lhe uma perspectiva social marcante.

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Viveu aos ate os 92 anos, foi um psicanalista responsável pelo desenvolvimento da Teoria do Desenvolvimento Psicossocial na Psicologia e um dos teóricos da Psicologia do desenvolvimento.

Erik Erikson – Teoria do desenvolvimento psicossocial

O crescimento psicológico ocorre através de estágios e fases, não ocorre ao acaso e depende da interação da pessoa com o meio que a rodeia. Cada estágio é atravessado por uma crise psicossocial entre uma vertente positiva e uma vertente negativa. As duas vertentes são necessárias, mas é essencial que se sobreponha a positiva. A forma como cada crise é ultrapassada ao longo de todos os estágios influenciará a capacidade para se resolverem conflitos inerentes à vida.

Erik Erikson teoria – Psicologia do desenvolvimento

É o estudo científico das mudanças de comportamento relacionadas à idade durante a vida de uma pessoa. Este campo examina mudanças através de uma ampla variedade de tópicos, incluindo habilidades motoras, habilidades em solução de problemas, entendimento conceitual, aquisição de linguagem, entendimento da moral e formação da identidade.

Vídeo sobre Erik Erikson:

Sigmund Freud – Psicólogo

Mais conhecido como Sigmund Freud, foi um médico neurologista criador da psicanálise. Freud nasceu em uma família judaica, em Freiberg in Mähren, na época pertencente ao Império Austríaco (atualmente, a localidade é denominada Příbor, e pertence à República Tcheca).

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Freud iniciou seus estudos pela utilização da técnica da hipnose, morreu aos 83 anos, teve obras como A Interpretação dos Sonhos, primeira parte, 1900 A Interpretação dos Sonhos, segunda parte, 1900 Sobre a Psicopatologia da Vida Cotidiana, 1901 Um caso de histeria, 1901 Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade, 1905 Os chistes e sua relação com o inconsciente, 1905 Cinco lições de psicanálise, 1910 Leonardo da Vinci, 1910 O caso Schereber, 1911 Totem e tabu, alguns Pontos de Concordância Entre a Vida mental dos Selvagens e dos Neuróticos, 1913 Além do princípio do prazer, 1920 O ego e o ID, 1923 O Futuro de uma Ilusão, 1927 O Mal-estar na Civilização, 1930 Moisés e o monoteísmo, 1939 Esboço de psicanálise, 1940.

Sigmund Freud Teoria da Psicanálise

É um campo clínico e de investigação teórica da psique humana independente da Psicologia, que tem origem na Medicina, desenvolvido por Sigmund Freud, médico que se formou em 1881, trabalhou no Hospital Geral de Viena e teve contato com o neurologista francês Jean Martin Charcot, que lhe mostrou o uso da hipnose.

Vídeo sobre Sigmund Freud:

https://youtube.com/watch?v=-op3s6s-yw4

Carl Rogers – Psicólogo

Não contente com as posições reducionistas, mecanicistas e diretivistas da Psicanálise e do Behaviorismo de Skinner, Rogers funda sua abordagem em uma recusa em identificar a pessoa em terapia como paciente ou doente, como traziam as duas primeiras na época, e aponta a importância da relação da pessoa e do terapeuta, que são iguais e não possuem posição de hierarquia.

Foi um Psicólogo estadunidense atuante na terceira força da psicologia e desenvolvedor da Abordagem Centrada na Pessoa. Sua dedicação à construção de um método científico na psicologia foi reconhecido por prêmio da Associação Americana de Psicologia, da qual também foi eleito presidente, em 1958, tendo sido um pioneiro no estudo sistemático da clinica psicológica.

Carl Rogers teoria

Não trabalhou em teorias dando a sua opinião, mas tendo sido um pioneiro no estudo sistemático da clinica psicológica.

Vídeo sobre Carl Rogers:

B. F. Skiner – Psicólogo

Foi um autor e psicólogo norte-americano. Conduziu trabalhos pioneiros em psicologia experimental e foi o propositor do behaviorismo radical, abordagem que busca entender o comportamento em função das inter-relações entre a filogenética, o ambiente (cultura) e a história de vida do suposto individuo.

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Atuou na como autor e psicólogo, viveu durante 86 anos, a principal contribuição de Skinner para a Psicologia foi o conceito de Comportamento Operante que descreve um tipo de relação entre as respostas dos organismos e o ambiente.

B. F. Skiner teoria Condicionamento operante

Refere-se ao procedimento através do qual é modelada uma resposta no organismo através de reforço diferencial e aproximações sucessivas. É onde a resposta gera uma consequência e esta consequência afeta a sua probabilidade de ocorrer novamente; se a consequência for reforçadora, aumenta a probabilidade, se for punitiva, além de diminuir a probabilidade de sua ocorrência futura, gera outros efeitos colaterais. Este tipo de comportamento que tem como consequência um estímulo que afete sua frequência é chamado “Comportamento Operante”.

Vídeo sobre B. F. Skiner:

https://youtube.com/watch?v=L_iD-JPI99Q

FIM

Pessoal chegamos ao fim de mais uma lista de Psicólogos com suas teorias e ensinamentos, e hoje trouxemos 10 Psicólogos Escolar. Se você gostou compartilhe nas redes sociais.

10 Psicólogos Humanistas

Olá pessoal hoje o demonstre traz uma lista de 8 Psicólogos Humanistas, onde mostra a sua biografia, teorias e outras informações. Para ajudar no conhecimentos diversos sobre filosofia e sociologia.

A psicologia humanista é um ramo da psicologia em geral, e da psicoterapia em particular, considerada como a terceira via, ao lado da psicanálise e da terapia comportamental.

8 Psicólogos Humanistas

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A psicologia humanista surgiu como uma reação ao determinismo dominante nas outras práticas psicoterapêuticas, ensinando que o ser humano possui em si uma força de autorrealização, que conduz o indivíduo ao desenvolvimento de uma personalidade criativa e saudável.

Jean-Paul Sartre – Psicólogo

Sua filosofia dizia que no caso humano (e só no caso humano) a existência precede a essência, pois o homem primeiro existe, depois se define, enquanto todas as outras coisas são o que são, sem se definir, e por isso sem ter uma “essência” que suceda à existência. Ele também é conhecido por seu relacionamento aberto que durou cerca de 51 anos (até sua morte) com a filósofa e escritora francesa Simone de Beauvoir.

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Foi um filósofo, escritor e crítico francês, conhecido como representante do existencialismo. Acreditava que os intelectuais têm de desempenhar um papel ativo na sociedade. Era um artista militante, e apoiou causas políticas de esquerda com a sua vida e a sua obra.

Jean-Paul Sartre teoria – Limitação da liberdade

A liberdade dá ao homem o poder de escolha, mas está sujeita às limitações do próprio homem. Esta autonomia de escolha é limitada pelas capacidades físicas do ser. Para Sartre, porém, estas limitações não diminuem a liberdade, pelo contrário, são elas que tornam essa liberdade possível, porque determinam nossas possibilidades de escolha, e impõem, na verdade, uma liberdade de eleição da qual não podemos escapar.

Jean-Paul Sartre teoria – Liberdade em Sartre

Sartre defende que o homem é livre e responsável por tudo que está à sua volta. Sartre dizia “Somos inteiramente responsáveis por nosso passado, nosso presente e nosso futuro”. Em Sartre, temos a ideia de liberdade como uma pena, por assim dizer. “O homem está condenado a ser livre”.

Vídeo sobre Jean-Paul Sartre:

Martin Heidegger – Psicólogo

Heidegger é mais conhecido por suas contribuições para a fenomenologia e existencialismo, embora, como a Enciclopédia de Stanford de Filosofia adverte, “seu pensamento deve ser identificado como parte de tais movimentos filosóficos apenas com extremo cuidado e qualificação”. Em sua primeira divisão, Heidegger tentou se afastar das questões “ônticas” sobre os seres para as questões ontológicas sobre o Ser, e recuperar a questão filosófica mais fundamental: a questão do Ser, do que significa para algo ser. Heidegger abordou a questão através de uma investigação sobre o ser que tem uma compreensão do Ser, e faz a pergunta sobre ele, a saber, o Ser Humano, que ele chamou de Dasein (“estar lá”).

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Foi um filósofo, escritor, professor universitário e reitor alemão. Ele foi um pensador seminal na tradição continental e hermenêutica filosófica, e é “amplamente reconhecido como um dos filósofos mais originais e importantes do século 20.

Martin Heidegger teoria – Dasein

Como entroncamento central de toda a sua fenomenologia encontra-se o conceito de Jeweiligkeit: ser-a-cada-momento ou de-cada-vez (respetividade). Esta noção é fundamental para se compreender a de Dasein, que não deve ser sem mais vertida para Ser humano, homem, nem mesmo para Realidade Humana (ver, a este respeito, A Carta sobre o Humanismo– para mais pormenores sobre a difícil tarefa da tradução do termo veja-se o artigo correspondente, Dasein).

Martin Heidegger teoria – Neokantismo

 Considera-se que as obras anteriores a Ser e Tempo são de teor kantiano. Esta fase do seu pensamento constitui para alguns estudiosos o primeiro momento da sua filosofia, marcado pela influência de Kant e pela pujança fenomenológica. Apesar das reservas dos seguidores da sua metodologia, Heidegger tende a ser aproximado ao movimento existencialista. Esta fase é aquela que mais facilmente se relaciona com este movimento.

Vídeo sobre Martin Heidegger:

Carl Rogers – Psicólogo

Não contente com as posições reducionistas, mecanicistas e diretivistas da Psicanálise e do Behaviorismo de Skinner, Rogers funda sua abordagem em uma recusa em identificar a pessoa em terapia como paciente ou doente, como traziam as duas primeiras na época, e aponta a importância da relação da pessoa e do terapeuta, que são iguais e não possuem posição de hierarquia.

Foi um Psicólogo estadunidense atuante na terceira força da psicologia e desenvolvedor da Abordagem Centrada na Pessoa. Sua dedicação à construção de um método científico na psicologia foi reconhecido por prêmio da Associação Americana de Psicologia, da qual também foi eleito presidente, em 1958, tendo sido um pioneiro no estudo sistemático da clinica psicológica.

Carl Rogers teoria

Não trabalhou em teorias dando a sua opinião, mas tendo sido um pioneiro no estudo sistemático da clinica psicológica.

Vídeo sobre Carl Rogers:

Abraham Maslow – Psicólogo

Foi um psicólogo americano, conhecido pela proposta Hierarquia de necessidades de Maslow. Maslow era o mais velho de sete irmãos, de uma família judia do Brooklyn, Nova Iorque, Trabalhou no MIT, fundando o centro de pesquisa National Laboratories for Group Dynamics.

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Um psicologo que estudava a administração na vida das pessoas, morreu aos 62 anos, contribuiu muito para o desenvolvimento dos estudos com relação a administração.

Abraham Maslow – Hierarquia de necessidades de Maslow

É uma divisão hierárquica proposta por Abraham Maslow, em que as necessidades de nível mais baixo devem ser satisfeitas antes das necessidades de nível mais alto.

  • necessidades fisiológicas (básicas), tais como a fome, a sede, o sono, o sexo, a excreção, o abrigo;
  • necessidades de segurança, que vão da simples necessidade de sentir-se seguro dentro de uma casa a formas mais elaboradas de segurança como um emprego estável, um plano de saúde ou um seguro de vida;
  • necessidades sociais ou de amor, afeto, afeição e sentimentos tais como os de pertencer a um grupo ou fazer parte de um clube;
  • necessidades de estima, que passam por duas vertentes, o reconhecimento das nossas capacidades pessoais e o reconhecimento dos outros face à nossa capacidade de adequação às funções que desempenhamos;
  • necessidades de auto-realização, em que o indivíduo procura tornar-se aquilo que ele pode ser: “What humans can be, they must be: they must be true to their own nature!” (Tradução: “O que os humanos podem ser, eles devem ser: Eles devem ser verdadeiros com a sua própria natureza).

Vídeo sobre Abraham Maslow:

Viktor Frankl – Psicólogo

Ele é o segundo filho de três crianças. Sua mãe se chamava Elsa Frankl e seu pai Gabriel Frankl. Seu pai trabalhava como diretor no Ministério de Serviço Social, e migrou de Moravia. Durante a I Guerra Mundial sua familia vivenciou amargas dificuldades; Algumas vezes Viktor Frankl teve de mendigar nas fazendas proximas para conseguir alimento. Seu trabalho de conclusão do Ginásio: “On the psychology of philosophical thought”(Um trabalho com fortes influencias de Arthur Schopenhauer). Viktor Frankl neste periodo se correspondia intensivamente com Sigmund Freud.

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Foi um médico psiquiatra austríaco, fundador da escola da logoterapia, que explora o sentido existencial do indivíduo e a dimensão espiritual da existência. Sua contribuição para o mundo judaico foi tão importanta que o famoso rabino conhecido simplesmente como Rebbe.

Viktor Frankl teoria – Logoterapia

A visão da Logoterapia sobre o ser humana encontra grande suporte nas filosofias religiosas. Em especial o judaísmo possui vários pontos tangentes com as opiniões de Viktor Frankl.

Vídeo sobre Viktor Frankl:

Erich Fromm – Psicólogo

Erich Fromm teve sua ascendência em uma família judia extremamente religiosa, da qual se originaram diversos rabinos, Até 1925 ele teve além disto aulas de talmude com o rabino Rabinkow. Em 1926 ele se casou com a psicanalista Frieda Reichmann. Depois da tomada do poder por Hitler, Fromm mudou-se para Genebra, emigrando em maio de 1934 para os Estados Unidos, onde trabalhou na Columbia University de Nova Iorque. No fim de 1939, após diversos conflitos, ele se desligou do Instituto de Pesquisas Sociais, depois de ter sido um dos seus mais importantes colaboradores por muitos anos. Em maio de 1940 ele se tornou cidadão americano. Em 1944 casou-se com a imigrante alemã-judia Henny Gurland

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Um alemão filosofo, que viveu durante 79 anos, contribuiu para o Humanismo normativo, Moldagem do indivíduo pela sociedade, Falhas predeterminadas pela cultura, Influência intrafamiliar, publicou obras como Das jüdische Gesetz. Ein Beitrag zur Soziologie des Diaspora-Judentums., Promotion, 1922. ISBN 3-453-09896-X Über Methode und Aufgaben einer analytischen Sozialpsychologie. Zeitschrift für Sozialforschung, Bd. 1, 1932, S. 28–54. Die psychoanalytische Charakterologie und ihre Bedeutung für die Sozialpsychologie. Zeitschrift für Sozialforschung, Bd. 1, 1932, S. 253–277.

Erich Fromm teoria Humanismo normativo

Fromm defendia frente a essa tese um humanismo normativo: O ser humano tem, segundo Fromm, não apenas necessidades básicas físicas, mas também necessidades básicas psíquicas, enraizados em sua existência.

Erich Fromm teoria Moldagem do indivíduo pela sociedade

Fromm pergunta-se, “como é possível, que o poder dominante em uma sociedade realmente seja tão efetivo, como a história nos mostra” (citações de Theoretische Entwürfe über Autorität und Familie“, 1936) . De um lado o poder externo é “um componente essencial para a conclusão da conformação e subjugação da massa sob tal autoridade”. Por outro lado, a sociedade não poderia funcionar somente “através do medo dos meios físicos de exerção de poder” (alusão ao Nazismo).

Vídeo Erich Fromm:

Fritz Perls – Psicólogo

Nascido em um gueto judeu de Berlim, foi o terceiro e último filho depois de duas meninas, Else e Grete. Seu pai, Nathan, foi vendedor de fraccionamento de vinhos, e passou muito tempo longe de casa e sempre teve uma relação muito ruim com seu único filho. Sua mãe, Amalia, judia, advinda de uma pequena burguesia, decisivamente influenciaria seu filho em relação às paixões pela ópera e teatro. Em relação aos seus pais, Fritz escreveu em sua autobiografia: “Meus pais eram judeus, identificados, especialmente o meu pai. Isso significa que, primeiro vivi a vergonha do meu passado e, por outro, mantive alguns de meus costumes tradicionais; como ir à igreja aos feriados. Pensei que no caso em que Deus estava em algum lugar, do qual eu não poderia estar presente, isso e outras hipocrisia, me fez ateu desde cedo.

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Foi um psicoterapeuta e psiquiatra de origem judaica que, junto com sua esposa Laura Perls, desenvolveu uma abordagem de psicoterapia que chamou de Gestalt-terapia.

Fritz Perls teoria

Fritz propôs o conceito de que o desenvolvimento psicológico e biológico de um organismo se processa de acordo com as tendências inatas desse organismo, que tentam adaptá-lo harmoniosamente ao ambiente e também criticava a psicanálise antes mesmo do surgimento da Gestalt-Terapia, podendo ser observado em sua primeira publicação: “The Ego, Hunger and Aggression”(1942), no qual critica a teoria psicanalítica com base em pesquisas sobre percepção e motivação. Neste livro Fritz lança uma importante discordância teórica com relação à psicanálise: a idéia de que a base da agressão e do sadismo está na fase oral e não na fase anal do desenvolvimento infantil.

Vídeo sobre Fritz Perls:

FIM

Pessoal chegamos ao fim de mais uma lista de Psicólogos com suas teorias e ensinamentos, e hoje trouxemos 10 Psicólogos Humanistas. Se você gostou compartilhe nas redes sociais.

5 Psicólogos Jurídicos

Olá pessoal hoje o demonstre traz uma lista de 5 Psicólogos Jurídicos, onde mostra a sua biografia, teorias e outras informações. Para ajudar no conhecimentos diversos sobre filosofia e sociologia.

Psicologia Jurídica é o campo da psicologia que agrega os profissionais que se dedicam à interação entre a psicologia e o direito. A principal função dos psicólogos no âmbito da justiça é auxiliar em questões relativas à saúde mental dos envolvidos em um processo.

5 Psicólogos Jurídicos – Psicologia jurídica

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Os psicólogos jurídicos são pessoas que tem pensamentos diferentes das demais pessoas, estudando e propondo soluções para a criminalidade e o jeito de ser uns com os outros no dia a dia das pessoas.

Wilhelm wundt – Psicólogo

Filho de pastores luteranos e Alemães, com aprendizado na área de humanidades ao encargo de um vigário com quem residiu na juventude. Formado pela Universidade de Heidelberg em 1855 vindo transferido da Universidade de Universidade de Tubinga (Tübingen) em 1851. Após um curso de fisiologia com Johannes Müller (1801-1858), o criador da teoria vitalista das energias nervosas sensoriais específicas, no mesmo ano de sua formatura em Berlim retorna para Heidelberg em 1856, onde doutora-se em filosofia e começa a lecionar fisiologia como Privatdozent. Somente 19 anos mais tarde iria lecionar na Universidade de Leipzig. Porém é importante salientar que ele começou estudar medicina em Tubinga e se transferiu para a universidade de Heidelbergg, onde estudou fisologia, anatomia, física e química. Porém ao longo do curso, ficou evidente para Wundt que ele não tinha inclinação alguma para medicina e especializou-se em fisiologia.

Foi um médico, filósofo e psicólogo alemão, viveu durante 88 anos. É considerado um dos fundadores da psicologia experimental junto com Ernst Heinrich Weber (1795-1878) e Gustav Theodor Fechner (1801-1889).

Wilhelm wundt teoria – Psicologia experimental

O comportamento observável, a fim de testar modelos e teorias matemáticas sobre diversos aspectos do mesmo: prestar atenção, perceber, recordar, aprender, decidir, reagir emocionalmente e interagir. Os testes às teorias e modelos são experimentais, isto é, implicam a manipulação de variáveis ditas independentes e o registo rigoroso e a medição precisa do que acontece às variáveis dependentes. Por exemplo, manipular a intensidade da luz e registar e medir a velocidade de reacção de pressionar uma determinada tecla face a um estímulo sonoro.

Vídeo sobre Wilhelm wundt:

https://youtube.com/watch?v=1jEa0uDxxsU

Jiménez Burillo – Psicólogo

Um psicologo jurídico colombiano que Publicou diversos livros e estuda essa psicologia.

lancou livros como Psicología social 1987 El Holocausto nazi 2007 Intervención psicológica en violencia y marginación social 1984 El holocausto nazi y Los juicios de Nuremberg 2012 Psicología, desarrollo humano y calidad de vida: Psicología, sociedad y calidad de vida. Área 4 1984 Psicología de las relaciones de autoridad y de poder 2004.

Jiménez Burillo teoria

Não faz abordagens sobre teorias.

Vídeo sobre Jiménez Burillo:

Wilhelm Stern – Psicólogo

Wilhelm Stern Criou, na Universidade de Hamburgo, um laboratório de psicologia onde desenvolveu várias pesquisas, recorrendo ao método experimental. É Stern que cria o termo Quociente de Inteligência (Q.I.) para designar a razão entre a idade mental e a idade cronológica. Para além da psicologia diferencial desenvolveu estudos nas áreas da psicologia judiciária e genética

Foi Um psicólogo, viveu durante 67 anos, Contribuiu para diversas pesquisas, o autor do estudo do QI.

Wilhelm Stern teoria – Psicologia diferencial

É a parte da psicologia que se dedica a descrever e explicar “as particularidades humanas duradouras, não patológicas e que influenciam o comportamento dentro de uma determinada população”.

Vídeo sobre Wilhelm Stern:

Edipo – Psicólogo

Segundo a lenda grega, Laio, o rei de Tebas havia sido alertado pelo Oráculo de Delfos que uma maldição iria se concretizar: seu próprio filho o mataria e que este filho se casaria com a própria mãe. Por tal motivo, ao nascer Édipo, Laio abandonou-o no monte Citerão pregando um prego em cada pé para tentar matá-lo. O menino foi recolhido mais tarde por um pastor e batizado como “Edipodos”, o de “pés-furados”, que foi adotado depois pelo rei de Corinto e voltou a Delfos. Édipo consulta o Oráculo que lhe dá a mesma previsão dada a Laio, que mataria seu pai e desposaria sua mãe. Achando se tratar de seus pais adotivos, foge de Corinto.

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É um personagem da mitologia grega, famoso por matar o pai e casar-se com a própria mãe. Filho de Laio e de Jocasta, pai de Etéocles, Ismênia, Antígona e de Polinice.

Edipo teoria

Não participou de teorias.

Vídeo sobre Edipo:

Munsterberg – Psicólogo

Considerado o pai espiritual de muitas das correntes da teoria do cinema. Deu ênfase em um espectador ativo, que preencha as lacunas do cinema por meio de investimentos intelectuais e emocionais, antecipando assim, posteriores teorias da espectatorialidade. Antecipou a “teoria da recepção” quando explorou o entendimento de que os filmes produzem eventos mentais, não estão apenas nacelulóide mas na mente daquele que a utiliza.

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Um psicologo que estabeleceu as bases e justificativas da psicologia industrial na administração científica, viveu ppor 53 anos, suas obras foram 1889-1892 Beiträge zur experimentellen Psychologie (4 volumes) 1899 Psychology and Life 1900 Grundzüge der Psychologie 1901 American Traits from the Point of View of a German 1904 Die Amerikaner 1906 Science and Idealism 1908 Philosophie der Werte 1908 Aus Deutsch-Amerika 1908 Psychology and Crime 1908 On the Witness Stand’ 1916 The Photoplay.

Munsterberg Teoria do Cinema

Deu ênfase em um espectador ativo, que preencha as lacunas do cinema por meio de investimentos intelectuais e emocionais, antecipando assim, posteriores teorias da espectatorialidade.

Munsterberg Teoria da Recepção

Uma teoria de análise do fato artístico ou cultural que enfoca sua análise no receptor. Dentro dos estudos literários se origina no trabalho de Hans Robert Jauss nos anos 1960 e se desenvolve nas décadas seguintes na Alemanha e nos Estados Unidos (Fortier 132) se inserindo em vários campos de estudo.

Vídeo sobre Hugo Munsterberg:

FIM

Pessoal chegamos ao fim de mais uma lista de Psicólogos com suas teorias e ensinamentos, e hoje trouxemos 10 Psicólogos Jurídicos. Se você gostou compartilhe nas redes sociais.

7 Psicólogos Organizacionais

Olá pessoal hoje o demonstre traz uma lista de 7 Psicólogos da psicologia Organizacional, onde mostra a sua biografia, teorias e outras informações. Para ajudar no conhecimentos diversos sobre filosofia e sociologia.

7 Psicólogos Organizacionais

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A Psicologia Organizacional, inicialmente denominada como Psicologia Industrial, estuda os fenômenos psicológicos presentes nas organizações. Mais especificamente, atua sobre os problemas organizacionais ligados à gestão de recursos humanos.

Frederick Taylor  – Psicólogo

Frederick Taylor vem de uma rica família quaker de Germantown descendente de Samuel Taylor, que estabeleceu-se em Burlington, New Jersey, em 1677. Franklin Taylor, pai de Frederick, foi advogado educado em Princeton, e construiu sua riqueza com hipotecas. De 1890 até 1893, Taylor trabalhou como gerente geral e um engenheiro consultor em gestão para a Investment Manufacturing Company, da Filadélfia, que operava grandes fábricas de papel no Maine e em Wisconsin. Ele passou um tempo como gerente de fábrica no Maine. Em 1893, Taylor abriu uma consultoria independente, na Filadélfia. Em seu cartão de visitas, lia-se “especialista em sistematizar gestão de fábricas e custos de fabricação”. Em 1898, Taylor entrou na Bethlehem Steel, onde desenvolveu o aço de alta velocidade, junto com Maunsel White e uma equipe de assistentes.

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Foi um engenheiro mecânico estadunidense. Técnico em mecânica e operário, formou-se engenheiro mecânico estudando à noite. Escreveu o livro “Os Princípios da Administração Científica”, publicado em 1911, contribuiu para a eficiência e eficácia operacional na administração industrial.

Frederick Taylor – Teoria de administração e a Relação com a ASMe

Taylor foi presidente da Sociedade dos Engenheiros Mecânicos dos Estados Unidos (ASME) entre 1906 e 1907 e tentou implementar o seu sistema na gestão da ASME, mas recebeu muita resistência. Ele só conseguiu reorganizar o departamento de publicações e, mesmo assim, apenas parcialmente. Ele também substituiu o secretário de longa data da ASME, Morris L. Cooke, por Calvin W. Rice. Sua presidência foi marcada por problemas e pelo início de um período de divergências internas dentro da ASME durante a Era Progressista.

Vídeo sobre Frederick Taylor:

Frank Gilberth – Psicólogo

Frank nasceu em Fairfield, no Maine, em 17 de julho de 1868. Era o terceiro e único filho de John Hiram Gilbreth e Martha Bunker Gilbreth. Sua mãe era professora e seu pai era dono de uma loja de materiais de construção. Aos três anos, Frank perdeu o pai para uma pneumonia. Após a morte de seu pai, a família se mudou para Andover, em Massachusetts, onde a mãe procurou por melhores escolas para seus filhos. A herança deixada por John era suficiente para que todos pudessem viver com conforto. No outono de 1878, a fortuna foi roubada ou perdida e Martha precisou encontrar uma forma de subsistir. Ela se mudou com os filhos para Boston, onde havia boas escolas públicas. Ela acabou abrindo uma pensão ao perceber que somente o salário de professora não sustentaria sua família. Frank não era um aluno exemplar. Estudou na Rice Grammar School, mas sua mãe se preocupava com suas notas, o que a fez dar aulas em casa durante o ano. Suas notas melhoraram na escola seguinte, apontando interesse em matemática e ciências. Apesar de querer entrar no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, ele desistiu dos estudos para trabalhar e ajudar a mãe.

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Buscou compreender os hábitos de trabalho dos empregados das indústrias e encontrar meios de aumentar sua produção. Ele e Lillian eram ambos engenheiros industriais e foram parceiros na empresa de consultoria gerencial Gilbreth, Inc., que estudava estes assuntos.

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Gilbreths procuravam tornar os processos mais eficientes visando o bem estar dos trabalhadores, reduzindo a quantidade de movimentos envolvidos, diferindo do Taylorismo, que aparentava preocupar-se mais com o lucro. Essa diferença levou a uma rixa pessoal entre Taylor e Gilbreth, que após a morte de Taylor, ficou por conta dos seguidores de ambos.

Vídeo sobre Frank Gilberth:

https://youtube.com/watch?v=g3sj7G7KSSU

Lilian Gilberth – Psicóloga

Lillian estudou na Universidade da Califórnia em Berkeley, ainda morando em Oakland, com os pais. Formou-se em 1900, com bacharelado em Literatura Inglesa, tendo sido a primeira oradora na universidade. Ao entrar no mestrado na Universidade Columbia, Lillian entrou em contato com tópicos em psicologia com Edward Thorndike. Infelizmente, ela ficou doente e acabou terminando o mestrado em literatura em casa, pela Universidade da Califórnia.

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Foi uma psicóloga e engenheira industrial estadunidense. Foi uma das primeiras engenheiras no país a ter um doutorado em psicologia, sendo a primeira a trabalhar com psicologia industrial e organizacional. Lillian e seu marido Frank Bunker Gilbreth eram especialistas em eficiência, tendo dado contribuições significativas para a engenharia industrial, com melhoras na ergonomia e design de equipamentos. Foram pioneiros em estudos de tempo e movimento.

Lilian Gilberth teoria -Psicologia organizacional

A Psicologia Organizacional, inicialmente denominada como Psicologia Industrial, estuda os fenômenos psicológicos presentes nas organizações. Mais especificamente, atua sobre os problemas organizacionais ligados à gestão de recursos humanos (ou gestão de pessoas).

Vídeo sobre Lilian Gilberth:

Henry Ford – Psicólogo

Ford nasceu em 30 de julho de 1863, em uma fazenda próxima a um município rural a oeste de Detroit, no estado do Michigan (este espaço hoje faz parte de Dearborn). Seu pai, William Ford (1826-1905), nasceu em County Cork, Irlanda. Sua mãe, Mary Litogot Ford (1839-1876), nasceu em Michigan, e era a mais nova dos filhos de imigrantes belgas; seus pais morreram quando Mary era uma criança e ela foi adotada pelos vizinhos, os O’Herns. Os irmãos de Henry Ford são: Margaret Ford (1867-1868); Jane Ford (c 1868-1945), William Ford (1871-1917) e Robert Ford (1873-1934).

Foi um empreendedor estadunidense, fundador da Ford Motor Company, autor dos livros Minha filosofia de indústria e Minha vida e minha obra, e o primeiro empresário a aplicar a montagem em série de forma a produzir em massa automóveis em menos tempo e a um menor custo. A introdução de seu modelo Ford T revolucionou os transportes e a indústria dos Estados Unidos. Ford foi um inventor prolífico e registrou 161 patentes nos Estados Unidos.

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Refere-se aos sistemas de produção em massa ( linha de produção ) e gestão idealizados em 1913 pelo empresário estadunidense Henry Ford (1863-1947), autor do livro “Minha filosofia e indústria”, fundador da Ford Motor Company, em Highland Park, Detroit. Trata-se de uma forma de racionalização da produção capitalista baseada em inovações técnicas e organizacionais que se articulam tendo em vista, de um lado a produção em massa e, do outro, o consumo em massa.

Vídeo sobre Henry Ford:

Platão – Psicólogo

Foi um filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga, autor de diversos diálogos filosóficos e fundador da Academia em Atenas, a primeira instituição de educação superior do mundo ocidental. Juntamente com seu mentor, Sócrates, e seu pupilo, Aristóteles, Platão ajudou a construir os alicerces da filosofia natural, da ciência e da filosofia ocidental. Acredita-se que seu nome verdadeiro tenha sido Arístocles.

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Um filósofo e matemático, segundo pesquisadores viveu durante 90 anos, Platão era um racionalista, realista, idealista e dualista e a ele tem sido associadas muitas das ideias que inspiraram essas filosofias mais tarde.

Platão – Teoria das Ideias

Teoria das Ideias ou Teoria das Formas afirma que formas (ou ideias) abstratas não-materiais (mas substanciais e imutáveis) é que possuem o tipo mais alto e mais fundamental da realidade e não o mundo material mutável conhecido por nós através dos sentidos. Em uma analogia de Reale, as coisas que captamos com os “olhos do corpo” são formas físicas, as coisas que captamos com os “olhos da alma” são as formas não-físicas;[74] o ver da inteligência capta formas inteligíveis que são as essências puras. As Ideias são as essências eternas do bem, do belo etc.

Platão – Epistemologia

É crença verdadeira justificada, uma visão influente que informou o desenvolvimentos futuro da epistemologia. Esta interpretação é parcialmente baseada na uma leitura do Teeteto ,no qual Platão argumenta que o conhecimento se distingue da mera crença verdadeira porque o conhecedor deve ter uma “conta” do objeto de sua crença verdadeira (Teeteto 201C-d).Ess mesma teoria pode novamente ser vista no Mênon, onde é sugerido que a crença verdadeira pode ser aumentada para o nível de conhecimento, se está ligada a uma conta quanto à questão do “por que” o objeto da verdadeira crença é assim definido (Mênon 97d-98a). Muitos anos depois, Edmund Gettier demonstraria os problemas das crenças verdadeiras justificadas no contexto do conhecimento.

Vídeo sobre Platão:

Max Weber – Psicólogo

Foi um intelectual, jurista e economista alemão considerado um dos fundadores da Sociologia. Seu irmão foi o também famoso sociólogo e economista Alfred Weber. A esposa de Max Weber, Marianne Weber, biógrafa do marido, foi uma das alunas pioneiras na universidade alemã e integrava grupos feministas de seu tempo.

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É considerado um dos fundadores do estudo moderno da sociologia, mas sua influência também pode ser sentida na economia, na filosofia, no direito, na ciência política e na administração. Começou sua carreira acadêmica na Universidade Humboldt de Berlim e, posteriormente, trabalhou na Universidade de Freiburg, na Universidade de Heidelberg, na Universidade de Viena e na Universidade de Munique.

Max Weber teoria – Confucionismo e Taoismo

O primeiro grande sistema analisado por Weber é a milenar civilização chinesa. Ele revisa os pressupostos econômicos e político do mundo da China, o papel do imperador e das províncias e, em especial, a função dos mandarins (burocratas), o que introduz um caráter ritualista e tradicional no confucionismo, voltado para a culto dos antepassados familiares e do imperador: o universo é entendido como uma ordem eterna – Tao – que não pode ser contestada e ao qual o indivíduo se adapta. Na China desenvolveu-se uma tendência mística chamada taoismo, cujo fundador é Lao-Tsé, mas que foi tragada pela poderosa força da magia, razão pela qual a religião chinesa ficou imersa em um jardim mágico. Desta forma, ele não desenvolveu um potencial de racionalização prática das condutas.

Vídeo sobre Max Weber:

Hugo Munsterberg – Psicólogo

Considerado o pai espiritual de muitas das correntes da teoria do cinema. Deu ênfase em um espectador ativo, que preencha as lacunas do cinema por meio de investimentos intelectuais e emocionais, antecipando assim, posteriores teorias da espectatorialidade. Antecipou a “teoria da recepção” quando explorou o entendimento de que os filmes produzem eventos mentais, não estão apenas nacelulóide mas na mente daquele que a utiliza.

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Um psicologo que estabeleceu as bases e justificativas da psicologia industrial na administração científica, viveu ppor 53 anos, suas obras foram 1889-1892 Beiträge zur experimentellen Psychologie (4 volumes) 1899 Psychology and Life 1900 Grundzüge der Psychologie 1901 American Traits from the Point of View of a German 1904 Die Amerikaner 1906 Science and Idealism 1908 Philosophie der Werte 1908 Aus Deutsch-Amerika 1908 Psychology and Crime 1908 On the Witness Stand’ 1916 The Photoplay.

Hugo Munsterberg Teoria do Cinema

Deu ênfase em um espectador ativo, que preencha as lacunas do cinema por meio de investimentos intelectuais e emocionais, antecipando assim, posteriores teorias da espectatorialidade.

Hugo Munsterberg Teoria da Recepção

Uma teoria de análise do fato artístico ou cultural que enfoca sua análise no receptor. Dentro dos estudos literários se origina no trabalho de Hans Robert Jauss nos anos 1960 e se desenvolve nas décadas seguintes na Alemanha e nos Estados Unidos (Fortier 132) se inserindo em vários campos de estudo.

Vídeo sobre Hugo Munsterberg:

FIM

Pessoal chegamos ao fim de mais uma lista de Psicólogos com suas teorias e ensinamentos, e hoje trouxemos 7 Psicólogos Organizacionais. Se você gostou compartilhe nas redes sociais.

6 Psicólogos Forense

Olá pessoal hoje o demonstre traz uma lista de 6 Psicólogos Forense, onde mostra a sua biografia, teorias e outras informações. Para ajudar no conhecimentos diversos sobre filosofia e sociologia.

A palavra forense é originada da palavra latina forensis que significa “do fórum” e era usada para descrever um local na Roma Antiga. O Fórum era o local onde os cidadãos resolviam disputas, algo parecido com o nosso tribunal dos dias modernos.

10 Psicólogos Forense – Estudo do Comportamento

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Os psicólogos forense estudavam o comportamento das pessoas em diversas áreas da vida, que auxiliam o sistema legal. A partir desse contexto, evoluiu o significado da psicologia forense. O papel do psicólogo forense é na verdade muito simples e direto.

Hugo Munsterberg – Psicólogo

Considerado o pai espiritual de muitas das correntes da teoria do cinema. Deu ênfase em um espectador ativo, que preencha as lacunas do cinema por meio de investimentos intelectuais e emocionais, antecipando assim, posteriores teorias da espectatorialidade. Antecipou a “teoria da recepção” quando explorou o entendimento de que os filmes produzem eventos mentais, não estão apenas nacelulóide mas na mente daquele que a utiliza.

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Um psicologo que estabeleceu as bases e justificativas da psicologia industrial na administração científica, viveu ppor 53 anos, suas obras foram 1889-1892 Beiträge zur experimentellen Psychologie (4 volumes) 1899 Psychology and Life 1900 Grundzüge der Psychologie 1901 American Traits from the Point of View of a German 1904 Die Amerikaner 1906 Science and Idealism 1908 Philosophie der Werte 1908 Aus Deutsch-Amerika 1908 Psychology and Crime 1908 On the Witness Stand’ 1916 The Photoplay.

Hugo Munsterberg Teoria do Cinema

Deu ênfase em um espectador ativo, que preencha as lacunas do cinema por meio de investimentos intelectuais e emocionais, antecipando assim, posteriores teorias da espectatorialidade.

Hugo Munsterberg Teoria da Recepção

Uma teoria de análise do fato artístico ou cultural que enfoca sua análise no receptor. Dentro dos estudos literários se origina no trabalho de Hans Robert Jauss nos anos 1960 e se desenvolve nas décadas seguintes na Alemanha e nos Estados Unidos (Fortier 132) se inserindo em vários campos de estudo.

Vídeo sobre Hugo Munsterberg:

Lightner Witmer – Psicólogo

Witmer foi professor da Universidade da Pensilvânia, onde fundou em 1896 a primeira clínica psicológica. Ocupou-se com aconselhamento, terapia e reabilitação, sendo considerado como exemplo das mais tarde fundadas clínicas de acompanhamento infantil. Em 1897 fundou o periódico Psychological Clinic.

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Foi um psicólogo estadunidense, viiveu durante 89 anos, contribuiu como introdutor do termo psicologia clínica.

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É a parte da psicologia que se dedica ao estudo dos transtornos mentais e dos aspectos psíquicos de doenças não mentais. Seus temas incluem a etiologia, classificação, diagnóstico, epidemiologia, intervenção (prevenção, aconselhamento, psicoterapia, reabilitação, acesso à saúde, avaliação).

Vídeo sobre Lightner Witmer:

William Healy – Psicólogo

Healy nasceu em Buckinghamshire , Inglaterra, em 20 de janeiro de 1869. Ele veio de uma família de fazendeiros que residia em Farnham Commons, em Beaconsfield, a vinte e cinco quilômetros a noroeste de Londres por gerações. Aos quatorze anos, antes de terminar a oitava série, Healy começou a trabalhar como office boy em um banco. O pequeno banco era de certa forma um “armazém cultural” com estudiosos, poetas e maestros de Shakespeare para funcionários. Nos dez anos seguintes, Healy tornou-se chefe “contador” antes de se candidatar a Harvard.

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Foi um psiquiatra e criminologista britânico-americano que abriu a primeira clínica de orientação infantil americana, foi um pioneiro da psicanálise nos Estados Unidos e serviu como presidente fundador da Associação Americana de Ortopedia Psiquiátrica. Ele é talvez mais conhecido por seu trabalho em delinquência juvenil e particularmente por sua criação da primeira clínica de orientação infantil.

William Healy teoria

Não participou de teorias.

Vídeo sobre William Healy:

Waclaw Radecki – Psicólogo

O filho de um estudante de medicina, Józef Radecki e Aleksandra, née Siekierz. Ele estudou na Faculdade de Medicina da Universidade de Genebra de 1908 a 1912, ele estudou psicologia sob a direção de Flournoy e Claparède . Durante a I Guerra Mundial viveu em Varsóvia, trabalhou no Comitê Cívico do Distrito de Varsóvia, o Comitê Cívico do Governo de Varsóvia, o Conselho de Administração do Conselho de Assistência Distrito Varsóvia. De 1919 a 1920, ele organizou os Estudos Psicológicos na Universidade Livre Polonesa.

Polaco e brasileiro psicólogo , médico, ativista Polonia, professor honorário da Universidade de Montevidéu , um professor da Universidade de Curitiba .

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Não participou de teorias.

Vídeo sobre Waclaw Radecki:

Emilio Myra y Lopes – Psicólogo

Sociólogo, médico psiquiatra e médico psicólogo, professor de Psicologia e de Psiquiatria na Faculdade de Medicina da Universidade Complutense de Madrid. A sua visão da psicologia está intimamente ligada à fisiologia, já que entendia que os estados mentais e estavam relacionados com mudanças musculares com origem nos órgãos sensoriais resultantes da interacção com mundo externo e interno ao indivíduo.

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Foi um sociólogo, médico psiquiatra e médico psicólogo, professor de Psicologia, viveu durante 67 anos, Introduziu-se no campo da Psicologia, trabalhando com orientação profissional, depois com testes de psicotécnicos para seleção de motoristas, entre a sua extensa produção escrita, que compreende mais de 30 livros publicados, cerca de 200 trabalhos científicos catalogados.

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Não participou de teorias.

Matthew T. Huss – Psicólogo

É um Professor de psicologia na Creighton University (Nebraska, EUA). Atuou como consultor para diversos importantes periódicos.

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Um psicologo e professor, que publicou livros como Fennessey, M., & Huss, MT (2013). Prever sucesso em uma grande amostra de infratores federais de pré-julgamento: A influência da etnia. Justiça Criminal e Comportamento , 40, 40-56. Flynn, V., & Huss, MT (no prelo). Ensino de psicologia clínica forense. Em D. Dunn (Ed.), Manual Oxford de educação em psicologia . Oxford: Oxford University Press. Huss, MT (2014). Psicologia Forense: Pesquisa, prática clínica e aplicações (2ª ed). Boston, MA: Publicação Wiley.

Matthew T. Huss Livro sobre Psicologia Forense

Os exemplos utilizados neste livro são reais, o que auxilia os estudantes a entenderem as aplicações da teoria, além de provocar uma compreensão da lei como uma entidade viva, avaliando sua capacidade de ser terapêutica ou antiterapêutica para as pessoas por ela impactadas. Acessível e amigável, o texto fornece aos estudantes um embasamento completo sobre o assunto.

Vídeo sobre Matthew T. Huss:

FIM

Pessoal chegamos ao fim de mais uma lista de Psicólogos com suas teorias e ensinamentos, e hoje trouxemos 10 Psicólogos Forense. Se você gostou compartilhe nas redes sociais.

Como aprender tabuada – dicas e orientações

Olá, pessoal! Hoje teremos o post Como aprender tabuada, este post faz parte da nova série de posts sobre educação e temas relacionados do Demonstre. 

Como aprender tabuada – dicas e orientações

A tabuada é um desafio para muitos estudantes. E a decoração da tabuada muitas vezes é a solução mais fácil encontrada, mas será mesmo que é a única forma de saber a tabuada? Será que não há outras formas de aprender de a tabuada?

Como aprender tabuada - dicas e orientações

O aprendizado da matemática apesar de se usar muito da repetição para fixação do coneúdo pode e deve utilizar de outras metodologias. O lúdico pode ser uma das soluções para tornar o aprendizado da tabuada menos massante. Assim como, usar exemplos do dia a dia do aluno e assim tornar o aprendizado mais significativo para ele, com sentido de fato.

Quando o aluno entende o porquê de aprender a tabuada ele passa a se motivar e apreender de fato o conteúdo. A repetição não deve ser excluída, mas deve não deve ser o único artifício do aprendizado.

Como aprender tabuada – dicas e orientações

Pensando na necessidade de se falar sobre as causas da depressão e desmistificá-la, o professor Felipo Bellini decidiu gravar um vídeo em seu canal de Youtube discutindo o tema e mostrando como identificar essa doença. Abaixo algumas das dicas do professor Felipo Bellini para se aprender tabuada:

A matemática é importante para todos, não apenas para aqueles que desejam se aprofundar no tema. O que não podemos negar é que para todos saber a famosa tabuada da multiplicação dos números é essencial.

Um assunto muito discutido pelos teóricos é que, se seria melhor decorar ou entender a tabuada. Entender a tabuada é de extrema importância, mas decorá-la faz parte do processo para conseguir realizar futuras equações matemáticas.

Para facilitar na aprendizagem da tabuada o mais fácil é começar pelo número mais baixo, comece pelo 1, que é claramente o mais simples dentre todos e depois vá para o dois, quando enfim conseguir aprender a do dois vá para o três e assim por diante. É preciso ir com calma não adianta querer aprender todas de uma só vez, mas é necessário que saiba a operação básica de soma.

Tire algum tempo do seu dia, passe de 20 a 30 minutos estudando e acredite, a tabuada pode ser estuda de diversas maneiras, existem diversos tipos de jogos e truques matemáticos para memorizar a tabuada. A maioria desses jogos podem ser encontrados tanto fisicamente quando online.

Abaixo, o vídeo do professor Felipo Bellini apresentando estratégias para se aprender e ensinar a tabuada:

Quem é Felipo Bellini?

FELIPO BELLINI, é professor e tradutor de inglês formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e pela Universidade de Cambridge. O professor Felipo Bellini possui mais de 10 anos de ensino em instituições de ensino básico e de ensino superior público e privado. Também criou o cursinho preparatório para a entrada em Instituições de ensino Federal, os IFs, o cursinho Garra, que obteve grandes resultados de aprovação. Além é claro de autor deste blog que vos fala, o Demonstre. Um empreendedor social que sempre busca a melhoria e a busca de inovações na área de educação.

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Você também pode gostar de:

https://demonstre.com/10-brincadeiras-para-aprender-tabuada/

Youtube do professor Felipo Bellini: https://bit.ly/2Oq3aPL

O que é diálogo? – Diálogo entre duas pessoas ou mais

Olá, pessoal! Hoje teremos o post “O que é diálogo?”, este post faz parte da nova série de posts sobre educação e temas relacionados do Demonstre. 

O que é diálogo? – Diálogo entre duas pessoas ou mais

O que é diálogo? – Diálogo entre duas pessoas ou mais

Nos dias de hoje com a polarização dos discursos tem sido cada vez mais difícil manter conversas e discussões saudáveis e por falta de um entendimento até amizades têm-se acabado. 

Nem todo mundo sabe dialogar mantendo um bom nível respeito e entendimento. Escutar muito mais do que expor sua opinião pode ser um ótimo início. Saber ponderar os argumentos e refletir fora da caixinha é outro ponto interessante, quando se pensa em manter um bom diálogo.

Vídeo sobre ‘O que é diálogo? – Diálogo entre duas pessoas ou mais”

Neste vídeo vamos entender como atingir as expectativas de maneira a conseguir gerar um diálogo produtivo para duas ou mais pessoas, evitando assim a conversa perde-ganha, e crescendo sempre mais.

Abaixo, o vídeo do professor Felipo Bellini apresentando estratégias para se ter um bom diálogo:

Quem é Felipo Bellini?

FELIPO BELLINI, é professor e tradutor de inglês formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e pela Universidade de Cambridge. O professor Felipo Bellini possui mais de 10 anos de ensino em instituições de ensino básico e de ensino superior público e privado. Também criou o cursinho preparatório para a entrada em Instituições de ensino Federal, os IFs, o cursinho Garra, que obteve grandes resultados de aprovação. Além é claro de autor deste blog que vos fala, o Demonstre. Um empreendedor social que sempre busca a melhoria e a busca de inovações na área de educação.

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Você também pode gostar de:

https://demonstre.com/curso-de-oratoria/

Youtube do professor Felipo Bellini: https://bit.ly/2Oq3aPL

O que é variação linguística?

Olá, pessoal! Hoje teremos o post “O que é variação linguística?”, este post faz parte da nova série de posts sobre educação e temas relacionados do Demonstre. 

Vamos conceituar, mostrar as categorias e discutir o uso dessa variação linguística.

O que é variação linguística?

A variação linguística é um aspecto da língua portuguesa que ocorre graças a variações regionais e históricas e são feitas pelos próprios falantes da língua. Podemos entender com facilidade isso ao analisarmos a diferença entre o português falado em cada região do Brasil.

Vídeo sobre o que é variação linguística?

O que é variação linguística?

A variação é um conteúdo clássico e importante de ser estudado. Existe contexto para a variação linguística acontecer e é preciso saber disso e dos tipos de variação linguística que existem. A variação linguística é um aspecto da língua portuguesa que ocorre graças a variações regionais e históricas e são feitas pelos próprios falantes da língua. Podemos entender com facilidade isso ao analisarmos a diferença entre o português falado em cada região do Brasil.

Vídeo sobre “O que é variação linguística?”

Sabemos que em nosso país há apenas uma língua oficial, o português, mas dentro dele existe inúmeras alterações. O português falado no Rio Grande do Sul é bem diferente do português de Minas Gerais, por exemplo. Precisamos entender que todas as variações são justificáveis pois se adaptam nas comunidades as quais se manifestam.

Mas por que há necessidade de as variações acontecerem? Essa resposta é bem simples: O principal objetivo da língua é a comunicação, e para que todos compreendam são necessários reajustes.

A compreensão com as variações linguísticas é muito importante, já que evita o preconceito com quem tem uma forma diferente de falar e deixa mais amplo o nosso vocabulário.

Abaixo, o vídeo do professor Felipo Bellini apresentando “o que é variação linguística?”

Aprofundando a discussão sobre o que é variação linguística e os tipos de variação

Sabemos que em nosso país há apenas uma língua oficial, o português, mas dentro dele existe inúmeras alterações. O português falado no Rio Grande do Sul é bem diferente do português de Minas Gerais, por exemplo. Precisamos entender que todas as variações são justificáveis pois se adaptam nas comunidades as quais se manifestam.

O QUE É VARIAÇÃO LINGUÍSTICA

Mas por que há necessidade de as variações acontecerem? Essa resposta é bem simples: O principal objetivo da língua é a comunicação, e para que todos compreendam são necessários reajustes.

A compreensão com as variações linguísticas é muito importante, já que evita o preconceito com quem tem uma forma diferente de falar e deixa mais amplo o nosso vocabulário.

 Tipos de variações linguísticas

Veja os tipos de variação linguística:

Variação sintática

Esse tipo de variação refere-se a ordem a qual alguma frase é escrita ou falada.

Variação lexical

Refere-se a palavras que tem escritas diferentes, mas possuem o mesmo significado.

Variação semântica

Ocorre quando uma mesma palavra pode ter vários significados.

Variação morfológica

Acontece quando a diferença no modo de escrever alguma palavra.

Variação estilístico-programática

Acontece quando há ou não a necessidade do uso da linguagem formal

Variação Fonético-fonológica

Quando uma mesma letra pode ser dita de diferentes maneiras, dependendo da região.

Variação linguística

Se analisarmos bem, conseguimos ver que a língua é dinâmica, por diversos fatores que acontecem com a própria sociedade, a língua passa por mudanças.

Para entendermos bem as diversas variações, é preciso que saibamos diferenciar muito bem a linguagem formal da linguagem informal.

A linguagem formal é aquela considerada culta, está ligada ao uso das normas gramaticais. É a linguagem que usamos em situações mais formais, como em algumas entrevistas de emprego ou em um tribunal. A linguagem informal é uma linguagem mais livre, aquela que usamos para conversar com nossos amigos, a que usamos normalmente em nosso cotidiano.

Para que fique bem fixo o que é a variação linguística, vamos entender alguns exemplos bem simples. O mesmo tipo de raiz, pode ser chamado de macaxeira, mandioca ou aipim dependo da região, da mesma forma que sacolé é também chamado de geladinho, dindin, chup chup, entre outros tantos nomes que pode ser dado para a mesma coisa.

Profissionais da área de letras, que querem ou não ser professores, estudam bastante as variações linguísticas para que possam entender tais transformações.

Existem vários livros para quem quer entender mais sobre variações linguísticas, livros que podem ser encontrados em bibliotecas escolares, livrarias, em PDF e muito facilmente para compras online. Alguns títulos bem conhecidos são: Da linguística formal à linguística social, de Roberto Gomes Camacho, Linguística da norma, de Marcos Bagno entre tantos outros.

É importante que todos respeitem a diversidade das línguas e entenda que existem diversas formas para expressar alguma ideia. Além disso, variações linguísticas é um assunto muito cobrado em Enem e vestibulares, e para compreender é fundamental respeitar.

Quem é Felipo Bellini?

FELIPO BELLINI, é professor e tradutor de inglês formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e pela Universidade de Cambridge. O professor Felipo Bellini possui mais de 10 anos de ensino em instituições de ensino básico e de ensino superior público e privado. Também criou o cursinho preparatório para a entrada em Instituições de ensino Federal, os IFs, o cursinho Garra, que obteve grandes resultados de aprovação. Além é claro de autor deste blog que vos fala, o Demonstre. Um empreendedor social que sempre busca a melhoria e a busca de inovações na área de educação.

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10 Psicólogos da educação – Psicologia do Desenvolvimento

Olá pessoal hoje o demonstre traz uma lista de 10 Psicólogos da educação, onde mostra a sua biografia, teorias e outras informações. Para ajudar no conhecimentos diversos sobre filosofia e sociologia.

10 Psicólogos da educação – Psicologia do Desenvolvimento

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É o ramo da psicologia que estuda o processo de ensino/aprendizagem em diversas vertentes: os mecanismos de aprendizagem nas crianças e adultos (o que está estreitamente relacionado com a psicologia do desenvolvimento); a eficiência e eficácia das tácticas e estratégias educacionais; bem como o estudo do funcionamento da própria instituição escolar enquanto organização (onde se cruza com a psicologia social).

Jean Piaget – Psicólogo

Foi um biólogo, psicólogo e epistemólogo suíço, considerado um dos mais importantes pensadores do século XX. Defendeu uma abordagem interdisciplinar para a investigação epistemológica e fundou a Epistemologia Genética, teoria do conhecimento com base no estudo da gênese psicológica do pensamento humano.

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Foi um biólogo, psicólogo e epistemólogo suíço, viveu por 84 anos, teve obras como A Construção do Real na Criança. Trad. Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1970. 360 p. A Epistemologia Genética e a Pesquisa Psicológica. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1974. A Epistemologia Genética. Trad. Nathanael C. Caixeira. Petrópolis: Vozes, 1971. 110p. desenvolveu em suas pesquisas a teoria da construção do conhecimento, mais conhecida como Epistemologia genética, seu foco principal foi o sujeito Epistemológico o qual foi estudado pelo método clínico desenvolvido pelo próprio Piaget.

Jean Piaget Teoria Cognitiva

A teoria diz que é preciso compreender a ação do sujeito no processo de construção do conhecimento. Apesar de diferenças entre suas teorias, procuraram compreender como a aprendizagem ocorre no que se refere às estruturas mentais do sujeito e sobre o que é preciso fazer para aprender.

Vídeo sobre Jean Piaget:

https://youtube.com/watch?v=l51yF_CNEKs

Lev Vygotsky – Psicólogo

Filho de uma próspera família judia, formou-se em Direito pela Universidade de Moscou em 1918. Durante o seu período acadêmico estudou simultaneamente Literatura e História na Universidade Popular de Shanyavskii. destacou-se em sua época por suas críticas literárias e análises do significado histórico e psicológico das obras de Arte, trabalhos que posteriormente foram incorporados no livro “Psicologia da Arte”, escrito entre 1924 e 1926, incluindo naturalmente a tese de doutorado sobre Psicologia da Arte, que defendeu em 1925.

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Foi um psicólogo, morreu aos 38 anos, pensador importante em sua área e época, foi pioneiro no conceito de que o desenvolvimento intelectual das crianças ocorre em função das interações sociais e condições de vida.

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Os fatores biológicos e sociais constituem-se como caminhos complementares de investigação, no processo em o biológico se transforma no sócio-histórico requerendo tanto o conhecimento do cérebro como substrato material da atividade psicológica como o estudo da cultura como parte essencial da constituição do ser humano.

Vídeo sobre Lev Vygotsky:

Erik Erikson – Psicólogo

Erik Homburger Erikson nasceu em Frankfurt am Main, Alemanha, em 15 de Junho de 1902. Começou a sua vida como artista plástico. Em 1927, depois de estudar arte e viajar pela Europa, passou a lecionar em Viena a convite de Anna Freud, filha de Sigmund Freud. Em 1933 emigrou para os Estados Unidos e naturalizou-se americano. Lecionou nas universidades de Harvard, Berkeley e Yale. Na década de 1930, tendo mesmo habitado na reserva dos índios Sioux, as suas experiências pessoais em antropologia, muito referidas nas suas obras, deram-lhe uma perspectiva social marcante.

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Viveu aos ate os 92 anos, foi um psicanalista responsável pelo desenvolvimento da Teoria do Desenvolvimento Psicossocial na Psicologia e um dos teóricos da Psicologia do desenvolvimento.

Erik Erikson – Teoria do desenvolvimento psicossocial

O crescimento psicológico ocorre através de estágios e fases, não ocorre ao acaso e depende da interação da pessoa com o meio que a rodeia. Cada estágio é atravessado por uma crise psicossocial entre uma vertente positiva e uma vertente negativa. As duas vertentes são necessárias, mas é essencial que se sobreponha a positiva. A forma como cada crise é ultrapassada ao longo de todos os estágios influenciará a capacidade para se resolverem conflitos inerentes à vida.

Erik Erikson teoria – Psicologia do desenvolvimento

É o estudo científico das mudanças de comportamento relacionadas à idade durante a vida de uma pessoa. Este campo examina mudanças através de uma ampla variedade de tópicos, incluindo habilidades motoras, habilidades em solução de problemas, entendimento conceitual, aquisição de linguagem, entendimento da moral e formação da identidade.

Vídeo sobre Erik Erikson:

John Bowlby – Psicólogo

Bowlby nasceu em Londres em uma família de classe média-alta. Ele foi o quarto de seis filhos e foi criado por uma babá à moda britânica de sua classe social na época. Seu pai, Sir Anthony Alfred Bowlby, primeiro baronete, era cirurgião da Casa Real. Bowlby estudou psicologia e ciências pré-clínicas no Trinity College em Cambridge, ganhando prêmios por desempenho intelectual notável. Depois de Cambridge, ele trabalhou com crianças delinquentes e desajustadas, na época com vinte e dois anos, fazendo residênci