Cultura Brasileira

Hoje vamos apresentar um texto onde mostra trabalhos de diferentes representações e neste poste vamos falar um pouco mais aprofundado de “Cultura Brasileira” mostrando seus pontos principais.

Os pontos principais de elaborar currículo e educação mostrando como pode ser mais simples o processo de encontrar um trabalho

Cultura Brasileira

A Cultura Brasileira é o resultado da miscigenação de diversos grupos étnicos que participaram da formação da população brasileira. A diversidade cultural predominante no Brasil é consequência também da grande extensão territorial e das características geradas em cada região do país.

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Ao longo dos tempos a cultura brasileira vem mudando a partir de alguns processos, mais durante todo esse tempo a cultura brasileira vem se destacando e essa cultura é muito diversificada em todo o país.

Cultura e Sociedade

A cultura está presente sempre que os seres humanos se organizam em sociedade. A cultura é uma construção histórica e produto coletivo da vida humana. Isso quer dizer que falar em cultura implica necessariamente se referir a um processo social concreto. Costumes, tradições, manifestações culturais e folclóricas como festas, danças, cantigas, lendas, etc.

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Os principais disseminadores da cultura brasileira são os colonizadores europeus, a população indígena e os escravos africanos. Posteriormente, os imigrantes italianos, japoneses, alemães, poloneses, árabes, entre outros, contribuíram para a pluralidade cultural do Brasil.

Modernidade e Modernismo

O moderno do século XIX e o moderno do século XX acabaram por mostrar que também a cultura brasileira deve levar em conta a existência de, pelo menos, dois momentos modernos fundamentais, cuja análise poderá trazer outros elementos de discussão a uma problemática que não pode mais ficar confinada dentro dos limites que lhe foram impostos pela primeira geração modernista. As diferenças existentes entre modernidade e modernismo nos ajudam a avaliar melhor as várias implicações que o conceito de arte moderna adquire no Brasil.

A Semana de Arte Moderna

A Semana de Arte Moderna representou uma verdadeira renovação de linguagem, na busca de experimentação, na liberdade criadora da ruptura com o passado e até corporal, pois a arte passou então da vanguarda para o modernismo. O evento marcou época ao apresentar novas ideias e conceitos artísticos, como a poesia através da declamação, que antes era só escrita; a música por meio de concertos, que antes só havia cantores sem acompanhamento de orquestras sinfônicas; e a arte plástica exibida em telas, esculturas e maquetes de arquitetura, com desenhos arrojados e modernos.

O Brasil dos contrastes e a instauração da modernidade

A época do acesso do homem à maioridade, ao livre uso da razão e à consequente autonomia em relação aos entraves que o impedem de escolher e de seguir por si próprio o seu destino, a modernidade não é senão outra designação do Iluminismo. Qual é então o momento histórico que corresponde a esta época? Os historiadores tendem a considerar o século XVIII como o século do Iluminismo. É, de facto, neste século, que ocorrem dois acontecimentos que indiciam transformações irreversíveis habitualmente associadas com a modernidade: a publicação da Enciclopédia de Diderot e d’Alembert e a Revolução Francesa (1789). A Enciclopédia consagrou de facto uma nova modalidade de saber, não fundado na autoridade política ou religiosa, mas numa comunidade de homens dotados de razão e por isso capazes de juízo crítico. A Revolução Francesa instituiu uma nova ordem política de homens livres, governados por uma Constituição, por uma norma fundada, não na vontade de um soberano, mas do povo.

Vídeo Sobre Cultura e Sociedade:

A Construção da Identidade Nacional

A identidade brasileira foi decorrente de um processo de construção histórica, como em diversos outros países. Apesar de ter se iniciado após a Independência, em 1822, o processo de constituição da identidade nacional ganhou um impulso maior após a década de 1930, quando Getúlio Vargas chegou ao poder. A partir disso, pôde-se perceber que a construção da identidade, para além de um processo cultural, era também um processo político.

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Os esforços para se constituir a identidade brasileira, que também é chamada de brasilidade, estão ligados à necessidade de uma coesão social que acompanhe a existência de um Estado que administra todo o território nacional. Dessa forma, a manutenção de uma máquina administrativa comum a todo o território nacional foi um primeiro passo na construção da identidade.

A política Cultural no Estado Novo

Foi em 1933 que o regime desenhou pela primeira vez as linhas e métodos gerais da sua política cultural. Criou o Secretariado de Propaganda Nacional (S.P.N.), chefiado por António Ferro. Esta política durou até ao final dos anos 40 e ficou conhecida como “política do espírito”. Eram três as bases deste programa. A primeira consistia no uso da cultura como meio de propaganda; os movimentos culturais deviam ser orientados no sentido de glorificar o regime e o seu chefe. A segunda foi a tentativa de conciliar as velhas tradições e os antigos valores com a modernidade daquele tempo, articulando uma ideologia nacionalista de nautas, santos e cavaleiros com as ideias modernistas e futuristas de António Ferro e seus parceiros. Em terceiro e último lugar, e tendo em linha de conta o referido anteriormente, o programa cultural do regime procurava estabelecer uma cultura nacional e popular com base nas suas raízes e nos ideais do regime. Em jeito de conclusão, pode dizer-se que a cultura deste tempo pretendia ser simples, de modo a distrair o povo e não o fazer pensar naquilo que, segundo os membros do governo do Estado Novo, não era da sua competência.

Os intelectuais nas décadas de 1930 a 1940

Após a Revolução de 1930, o Estado lançou as bases de uma política cultural que teve como marco inicial a criação do Ministério da Educação e se desdobrou na formação de diversos outros órgãos. Intelectuais das mais diversas formações e correntes de pensamento, como modernistas, positivistas, integralistas, católicos e socialistas participaram desse entrelaçamento entre cultura e política que caracterizou os anos 30, ocupando cargos-chaves na burocracia do Estado. Apresentando-se como uma elite capaz de “salvar” o país, os intelectuais reinterpretaram o passado, buscaram captar a realidade brasileira e construíram vários retratos do Brasil.

Manifestações culturais nas décadas de 1930 a 1940

Teve a eclosão do uso dos meios de comunicação e o consequente desenvolvimento de várias manifestações artísticas. Sem dúvida, o rádio ocupou uma posição privilegiada, no qual as estações disseminavam novelas, programas de auditório e notícias. Aproveitando-se da popularização do veículo em questão, o governo de Vargas estabeleceu a criação de rádios, agências de notícias e programas que disseminavam as ações oficiais. Entre os programas mais conhecidos estava a “Hora do Brasil”, transmitido para os quatro cantos do território e precursor do ainda veiculado “A voz do Brasil”.

A Bossa Nova

Em meio ao processo de urbanização e industrialização no Brasil, no governo de Juscelino Kubitschek (1902-1976), com o Plano de Metas e a Política Desenvolvimentista realçada pelo lema “cinco anos em cinco”, a Bossa Nova surge, mais precisamente em 1958, com o lançamento do compacto de João Gilberto, um dos maiores representantes do movimento musical.

A arte engajada

Arte engajada é aquela em que o artista usa seu talento, a partir de diferentes linguagens, para transmitir seus pensamentos, sua atitude para protestar contra algo que considera errado, ou então como forma de denúncia.

A relação entre cultura e política na década de 1950

A paisagem urbana também se modernizava, com a construção de edifícios e casas de formas mais livres, mais funcionais e menos adornadas, acompanhadas por uma decoração de interiores mais despojada, segundo os princípios da arquitetura e do mobiliário moderno. Através da propaganda veiculada pela imprensa escrita, é possível avaliar a mudança nos hábitos de uma sociedade em processo de modernização: produtos fabricados com materiais plásticos e/ou fibras sintéticas tornavam-se mais práticos e mais acessíveis.

A consolidação da chamada sociedade de massa no Brasil trouxe consigo a expansão dos meios de comunicação, tanto no que se refere ao lazer quanto à informação, muito embora seu raio de ação ainda fosse local. O rádio cresceu no início dos anos 50, quando houve um aumento da publicidade.

A contracultura

Com relação a contracultura, não podemos simplesmente pensar que ele vá simplesmente definir a existência de uma cultura única e original. Pelo contrário, as manifestações de traço contracultural têm a importante função de revisar os valores absorvidos em nosso cotidiano e, dessa forma, indicar novos caminhos pelo qual o homem trilha suas opções. Assim, é necessário sempre afirmar que contracultura também é cultura!

Vídeo Sobre a Construção da Identidade Nacional:

FIM

Chegamos ao fim de uma lista que foi recheada de conteúdos, e hoje falamos de Cultura e Sociedade com suas características. Se você gostou do assunto e do texto, compartilha nas redes sociais, e ajude a divulgar nossos trabalhos. Você também pode acessar as nossas redes sociais.

Direito dos Trabalhadores

Olá, se você também procura ter uma base de algumas leis, o demonstre, nos traz um trabalho onde vamos falar de direitos e com base nas leis vamos apresentar as características dessas leis.

E o hoje as lei que iremos apresentar a vocês, são leis “Direito dos Trabalhadores” que fala sobre os direitos e deveres dos trabalhadores.

Direito dos Trabalhadores

Dessa forma, com o objetivo de esclarecer e contribuir para que esses direitos sejam efetivamente respeitados, a assessoria parlamentar do DIAP divulga uma compilação dos direitos fundamentais dos trabalhadores.

Projeto sem título 24

Os trabalhadores têm seus direitos garantidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Alguns pontos foram modificados por legislações específicas ou alterações na própria CLT.

Lei nº 5.452, de 1 de maio de 1943 – Direitos do Trabalhadores

A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) foi criada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943. Na CLT estão as normas que regulam as relações individuais e coletivas de trabalho e as normas de direito material e processual relacionadas ao direito trabalhista.

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Originalmente a CLT tem 922 artigos, mas muitos estão em desuso ou foram revogados. Apesar disso, a CLT continua sendo o principal instrumento para regulamentar as relações de trabalho e proteger os trabalhadores.

Texto da Lei nº 5.452, de 1 de maio de 1943

  Art. 1º. Fica aprovada a Consolidação das Leis do Trabalho, que a este decreto-lei acompanha, com as alterações por ela introduzidas na legislação vigente.

Parágrafo único. Continuam em vigor as disposições legais transitórias ou de emergência, bem como as que não tenham aplicação em todo o território nacional.

     Art. 2º O presente decreto-lei entrará em vigor em 10 de novembro de 1943.

Rio de Janeiro, 1º de maio de 1943, 122º da Independência e 55º da República.

GETÚLIO VARGAS.
Alexandre Marcondes Filho.

CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO

TITULO I
INTRODUÇÃO

     Art. 1º Esta Consolidação estatue as normas que regulam as relações individuais e coletivas de trabalho, nela previstas.

     Art. 2º Considera-se empregador, a empresa, individual ou coletiva, que, assumindo os riscos da atividade econômica, admite, assalaria e dirige a prestação pessoal de serviços.

§ 1º Equiparam-se ao empregador, para os efeitos exclusivos da relação de emprego, os profissionais liberais, as instituições de beneficência, as associações recreativas ou outras instituições sem fins lucrativos, que admitirem trabalhadores como empregados.

§ 2º Sempre que uma ou mais empresas, tendo embora, cada uma delas, personalidade jurídica própria, estiverem sob a direção, controle ou administração de outra, constituindo grupo industrial, comercial ou de qualquer outra atividade econômica, serão, para os efeitos da relação de emprego, solidariamente responsáveis a empresa principal e cada uma das subordinadas.

     Art. 3º Considera-se empregado toda pessoa física que prestar serviços de natureza não eventual a empregador, sob a dependência deste e mediante salário.

Parágrafo único. Não haverá distinções relativas à espécie de emprego e à condição de trabalhador, nem entre o trabalho intelectual, técnico e manual.

     Art. 4º. Considera-se como de serviço efetivo o período em que o empregado esteja à disposição do empregador, aguardando ou executando ordens, salvo disposição especial expressamente consignada.

     Art. 5º. A todo trabalho de igual valor corresponderá salário igual, sem distinção de sexo.

     Art. 6º Não se distingue entre o trabalho realizado no estabelecimento do empregador e o executado no domicílio do empregado, desde que esteja caracterizada a relação de emprego.

Interpretação da Lei nº 5.452, de 1 de maio de 1943

Essa lei rege todos os direitos e deveres que os trabalhadores no modo CLT, de modo que mostra todas a condições de trabalho e mais 922 artigos.

Lei nº 4.214, de 2 de março de 1963 – Direitos do Trabalhadores

A Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), originalmente conhecida como Carteira Profissional, e assim chamada durante muitos anos, é um documento obrigatório para quem venha a prestar algum tipo de serviço profissional no Brasil.

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A retenção da CTPS por constitui crime de contravenção penal, punível com pena de prisão simples de 1 a 3 meses ou multa, segundo a Lei 5.553/68.

Texto da Lei nº 4.214, de 2 de março de 1963

Art. 1º – Reger-se-ão por esta Lei, as relações do trabalho rural, sendo, nulos de pleno direito os atos que visarem a limitação ou a renúncia dos benefícios aqui expressamente referidos

Art. 2º – Trabalhador rural para os efeitos desta é toda pessoa física que presta serviços a empregador rural, em propriedade rural ou prédio rústico, mediante salário pago em dinheiro ou in natura, ou parte in natura e parte em dinheiro.

Art. 3º – Considera-se empregador rural, para os efeitos desta lei, a pessoa física ou jurídica, proprietário ou não, que explore atividades agrícolas, pastoris ou na indústria rural, em caráter temporário ou permanente, diretamente ou através de prepostos. § 1º Considera-se indústria rural, para os efeitos desta lei, a atividade industrial exercida em qualquer estabelecimento rural não compreendido na Consolidação das Leis do Trabalho. § 2º Sempre que uma ou mais empresas, embora tendo cada uma delas personalidade jurídica própria, estiverem sob a direção controle ou administração de outra, … VETADO… VETADO, serão solidariamente responsáveis nas obrigações decorrentes da relação de emprego.

Art. 4º Equipara-se ao empregador rural tôda pessoa física ou jurídica que, por conta de terceiro, execute qualquer serviço ligado às atividades rurais, mediante utilização do trabalho de outrem.

Art. 5º Do contrato de trabalho deverão constar: a) a espécie de trabalho a ser prestado; b) a forma de apuração ou avaliação do trabalho. Parágrafo único. Não haverá, distinções relativas à espécie de emprego e à condição de trabalhador, nem entre o trabalho intelectual, técnico e manual.

Art. 6º Desde que o contrato de trabalho rural provisório, avulso ou volante ultrapasse um ano, incluídas as prorrogações, será o trabalhador considerado, permanente, para todos os efeitos desta lei.

Art. 7º Considera-se de serviço efetivo o período em que o trabalhador rural esteja a disposição do empregador, aguardando ou executando ordens salvo disposição especial expressamente consignada.

Art. 8º Os preceitos desta lei, salvo determinação expressa em contrário, em cada caso, não se aplicam: a) aos empregados domésticos, assim considerados, de modo geral, os que prestem serviços de natureza não econômica à pessoa ou à família, no âmbito residencial destas: b) aos funcionários públicos da União, dos Estados e dos Municípios, aos respectivos extranumerários e aos servidores de autarquias, entidades paraestatais ou sociedades de economia mista, ainda que lotados em estabelecimentos agropecuários, desde que sujeitos a regime próprio de proteção do trabalho que lhes assegure situação análoga à dos funcionários públicos.

Art. 9º As autoridades administrativas e a Justiça do Trabalho, na falta de disposições legais ou contratuais, decidirão, conforme o caso, pela jurisprudência. por analogia por equidade e outros princípios e normas gerais de direito, principalmente de direito do trabalho. e, ainda de acordo com os usos e costumes, e o direito comparado, mas, sempre, de maneira que nenhum interesse de classe ou particular prevaleça sobre o interesse público.

Interpretação da Lei nº 4.214, de 2 de março de 1963

Lei das Ferias – Direitos do Trabalhadores

A lei das ferias é uma lei onde se estende por diversos fatores que incidem no cotidiano do trabalho.

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Mas as ferias na sua normalidade só são disponibilizadas uma vez por ano, a não ser que o funcionário tenha ferias vencidas.

Texto da lei das Ferias

Se o trabalhador não tiver mais de 5 faltas injustificadas no ano, terá direito à 30 dias de férias. Quando houver mais de 5 faltas injustificadas, o trabalhador terá seu período de férias reduzido.

  • 6 a 14 faltas: 24 dias corridos de férias;
  • 15 a 23 faltas: 18 dias corridos de férias;
  • 24 a 32 faltas: 12 dias corridos de férias;
  • Acima de 32 faltas: não tem direito às férias.

Faltas que não podem ser descontadas nas férias do trabalhador são:

  • Falecimento do cônjuge, ascendentes, descendentes, irmão ou pessoa, declarada em carteira de trabalho, que viva sob sua dependência econômica (até 2 dias consecutivos);
  • Casamento (até 3 dias consecutivos);
  • Nascimento de filho (até 5 dias, no decorrer da primeira semana);
  • Doação voluntária de sangue devidamente comprovada (1 dia a cada doze meses de trabalho);
  • Alistar-se como eleitor (até 2 dias consecutivos ou não);
  • Cumprir as exigências do serviço militar (pelo tempo que se fizer necessário);
  • Provas de exame vestibular para ingresso em estabelecimento de ensino superior (dias em que estiver comprovadamente realizando as provas);

Interpretação da lei das Ferias

As ferias são após um ano de trabalho, todo o trabalhador passa a ter direito a um período de até 30 dias para descanso e lazer, sem deixar de receber seu salário.

Lei 11.770/08 Art. 7 – Direitos do Trabalhadores

A lei da Licença-maternidade (ou licença-gestante) é benefício de caráter previdenciário, garantido pelo artigo 7º, XVII da Constituição.

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Essa lei consiste em conceder à mulher que deu à luz licença remunerada de 120 ou 180 dias, conforme a Lei 11.770/08, que, facultativamente, permite ampliação da licença.

Texto da Lei 11.770/08 Art. 7

Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:

XVII – gozo de férias anuais remuneradas com, pelo menos, um terço a mais do que o salário normal;

Interpretação da Lei 11.770/08 art. 7

O salário da trabalhadora em licença é chamado de salário-maternidade, é pago pelo empregador e por ele descontado dos recolhimentos habituais devidos à Previdência Social. A trabalhadora pode sair de licença a partir do último mês de gestação. 120 ou 180 dias, contados a partir do primeiro dia da licença.

Art. 7 da Constituição Federal de 88 – Direitos do Trabalhadores

O décimo terceiro salário é calculado sobre o salário integral do trabalhador a partir da seguinte fórmula: valor do salário ÷ 12 x nº de meses trabalhados.

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O trabalhador deixa de ter direito a 1/12 avos relativos ao mês de trabalho quando tiver mais de 15 faltas não justificadas no mês.As médias dos demais rendimentos como hora extra e comissões adicionais são também somadas ao valor do salário usado como base para o cálculo do décimo terceiro.

Texto do Art. 7 da Constituição Federal de 88

Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:

– relação de emprego protegida contra despedida arbitrária ou sem justa causa, nos termos de lei complementar, que preverá indenização compensatória, dentre outros direitos;

II – seguro-desemprego, em caso de desemprego involuntário;

III – fundo de garantia do tempo de serviço;

IV – salário mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculação para qualquer fim;

– piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho;

VI – irredutibilidade do salário, salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo;

VII – garantia de salário, nunca inferior ao mínimo, para os que percebem remuneração variável;

VIII – décimo terceiro salário com base na remuneração integral ou no valor da aposentadoria;

IX – remuneração do trabalho noturno superior à do diurno;

– proteção do salário na forma da lei, constituindo crime sua retenção dolosa;

XI – participação nos lucros, ou resultados, desvinculada da remuneração, e, excepcionalmente, participação na gestão da empresa, conforme definido em lei;

XII – salário-família para os seus dependentes;

XII – salário-família pago em razão do dependente do trabalhador de baixa renda nos termos da lei; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

XIII – duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho; (Vide Decreto-Lei nº 5.452, de 1943)

XIV – jornada de seis horas para o trabalho realizado em turnos ininterruptos de revezamento, salvo negociação coletiva;

XV – repouso semanal remunerado, preferencialmente aos domingos;

XVI – remuneração do serviço extraordinário superior, no mínimo, em cinqüenta por cento à do normal; (Vide Del 5.452, art. 59 § 1º)

XVII – gozo de férias anuais remuneradas com, pelo menos, um terço a mais do que o salário normal;

XVIII – licença à gestante, sem prejuízo do emprego e do salário, com a duração de cento e vinte dias;

XIX – licença-paternidade, nos termos fixados em lei;

XX – proteção do mercado de trabalho da mulher, mediante incentivos específicos, nos termos da lei;

XXI – aviso prévio proporcional ao tempo de serviço, sendo no mínimo de trinta dias, nos termos da lei;

XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança;

XXIII – adicional de remuneração para as atividades penosas, insalubres ou perigosas, na forma da lei;

XXIV – aposentadoria;

XXV – assistência gratuita aos filhos e dependentes desde o nascimento até seis anos de idade em creches e pré-escolas;

XXV – assistência gratuita aos filhos e dependentes desde o nascimento até 5 (cinco) anos de idade em creches e pré-escolas; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 53, de 2006)

XXVI – reconhecimento das convenções e acordos coletivos de trabalho;

XXVII – proteção em face da automação, na forma da lei;

XXVIII – seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa;

XXIX – ação, quanto a créditos resultantes das relações de trabalho, com prazo prescricional de:

a)cinco anos para o trabalhador urbano, até o limite de dois anos após a extinção do contrato;

b)até dois anos após a extinção do contrato, para o trabalhador rural;

XXIX – ação, quanto aos créditos resultantes das relações de trabalho, com prazo prescricional de cinco anos para os trabalhadores urbanos e rurais, até o limite de dois anos após a extinção do contrato de trabalho; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 28, de 25/05/2000)

a) (Revogada). (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 28, de 25/05/2000)

b) (Revogada). (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 28, de 25/05/2000)

XXX – proibição de diferença de salários, de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de sexo, idade, cor ou estado civil;

XXXI – proibição de qualquer discriminação no tocante a salário e critérios de admissão do trabalhador portador de deficiência;

XXXII – proibição de distinção entre trabalho manual, técnico e intelectual ou entre os profissionais respectivos

proibição de trabalho noturno, perigoso ou insalubre aos menores de dezoito e de qualquer trabalho a menores de quatorze anos, salvo na condição de aprendiz ;

XXXIII – proibição de trabalho noturno, perigoso ou insalubre a menores de dezoito e de qualquer trabalho a menores de dezesseis anos, salvo na condição de aprendiz, a partir de quatorze anos; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

XXXIV – igualdade de direitos entre o trabalhador com vínculo empregatício permanente e o trabalhador avulso

Parágrafo único. São assegurados à categoria dos trabalhadores domésticos os direitos previstos nos incisos IV, VI, VIII, XV, XVII, XVIII, XIX, XXI e XXIV, bem como a sua integração à previdência social.

Parágrafo único. São assegurados à categoria dos trabalhadores domésticos os direitos previstos nos incisos IV, VI, VII, VIII, X, XIII, XV, XVI, XVII, XVIII, XIX, XXI, XXII, XXIV, XXVI, XXX, XXXI e XXXIII e, atendidas as condições estabelecidas em lei e observada a simplificação do cumprimento das obrigações tributárias, principais e acessórias, decorrentes da relação de trabalho e suas peculiaridades, os previstos nos incisos I, II, III, IX, XII, XXV e XXVIII, bem como a sua integração à previdência social. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 72, de 2013)

Interpretação do Art. 7 da Constituição Federal de 88

O décimo terceiro salário é um direito garantido pelo art.7º da Constituição Federal de 1988. Consiste no pagamento de um salário extra ao trabalhador no final de cada ano. Todo trabalhador com carteira assinada, bem como aposentados, pensionistas e trabalhadores avulsos. A partir de quinze dias de serviço, o trabalhador já passa ter direito a receber o décimo terceiro salário.

Art. 118 da Lei 8.213/91 – Direitos do Trabalhadores

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Essa lei da Estabilidade no emprego é o direito do empregado a permanecer no emprego, mesmo contra a vontade do empregador, só podendo ser dispensado por justa causa.

Texto da Art. 118 da Lei 8.213/91

Art. 118. O segurado que sofreu acidente do trabalho tem garantida, pelo prazo mínimo de doze meses, a manutenção do seu contrato de trabalho na empresa, após a cessação do auxílio-doença acidentário, independentemente de percepção de auxílio-acidente.

Parágrafo único. O segurado reabilitado poderá ter remuneração menor do que a da época do acidente, desde que compensada pelo valor do auxílio-acidente, referido no § 1º do art. 86 desta lei. (Revogado pela Lei nº 9.032, de 1995)

Interpretação da Art. 118 da Lei 8.213/91

Membro da Comissão Interna de Prevenção a Acidentes (CIPA): Desde o registro da candidatura até 1 ano após o término do mandato. Gestante: Desde a confirmação da gravidez até 5 meses após o parto. Há outras hipóteses: estabilidade pactuada em negociações sindicais (ex: alguns meses após a paralisação por greve); 1 ano antes da aposentadoria; etc. Se dispensado injustamente: o trabalhador estável pode ser reintegrado ao emprego por meio de ação judicial.

6.481, de 12 de junho de 2008 – Direitos do Trabalhadores

Empregado doméstico é o trabalhador que presta serviço de natureza contínua e de finalidade não lucrativa na residência de uma pessoa ou família em residências, sítios etc.

Não é considerado trabalhador doméstico aqueles que prestam serviços a partir de uma empresa.

Texto da 6.481, de 12 de junho de 2008

Art. 2o A duração normal do trabalho doméstico não excederá 8 (oito) horas diárias e 44 (quarenta e quatro) semanais, observado o disposto nesta Lei.

§ 1o A remuneração da hora extraordinária será, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) superior ao valor da hora normal.

§ 2o O salário-hora normal, em caso de empregado mensalista, será obtido dividindo-se o salário mensal por 220 (duzentas e vinte) horas, salvo se o contrato estipular jornada mensal inferior que resulte em divisor diverso.

§ 3o O salário-dia normal, em caso de empregado mensalista, será obtido dividindo-se o salário mensal por 30 (trinta) e servirá de base para pagamento do repouso remunerado e dos feriados trabalhados.

§ 4o Poderá ser dispensado o acréscimo de salário e instituído regime de compensação de horas, mediante acordo escrito entre empregador e empregado, se o excesso de horas de um dia for compensado em outro dia.

§ 5o No regime de compensação previsto no

§ 4o: I – será devido o pagamento, como horas extraordinárias, na forma do § 1o, das primeiras 40 (quarenta) horas mensais excedentes ao horário normal de trabalho; II – das 40 (quarenta) horas referidas no inciso I, poderão ser deduzidas, sem o correspondente pagamento, as horas não trabalhadas, em função de redução do horário normal de trabalho ou de dia útil não trabalhado, durante o mês; III – o saldo de horas que excederem as 40 (quarenta) primeiras horas mensais de que trata o inciso I, com a dedução prevista no inciso II, quando for o caso, será compensado no período máximo de 1 (um) ano.

§ 6o Na hipótese de rescisão do contrato de trabalho sem que tenha havido a compensação integral da jornada extraordinária, na forma do

§ 5o, o empregado fará jus ao pagamento das horas extras não compensadas, calculadas sobre o valor da remuneração na data de rescisão.

§ 7o Os intervalos previstos nesta Lei, o tempo de repouso, as horas não trabalhadas, os feriados e os domingos livres em que o empregado que mora no local de trabalho nele permaneça não serão computados como horário de trabalho. §

8o O trabalho não compensado prestado em domingos e feriados deve ser pago em dobro, sem prejuízo da remuneração relativa ao repouso semanal. Art. 3o Considera-se trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda 25 (vinte e cinco) horas semanais.

Interpretação da 6.481, de 12 de junho de 2008

Trabalhadores admitidos por uma pessoa ou família para trabalhar em ambiente doméstico prestando serviços de: limpeza, cozinha, lavar e passar roupas, governanta, babá, caseiro, motorista particular, enfermeiro, jardineiro, chacareiro, dentre outros profissionais.

Pode ser admitida para o trabalho doméstico, toda pessoa maior de 14 anos, com capacidade para desenvolver as atividades para quais é contratada. Podem ser contratados aposentados ou estrangeiros que estejam em condição legal no país.

FIM

Chegamos ao fim de mais uma lista que envolve leis e  seus direitos, e hoje falamos de Direito dos Trabalhadores. Se você gosta de nossos trabalhos, ajude para que mais pessoas possam também conhecer do nosso conteúdo, compartilhe nas redes sociais, indique amigos.

Direitos Constitucionais

Olá, se você também procura ter uma base de algumas leis, o demonstre, nos traz um trabalho onde vamos falar de direitos e com base nas leis vamos apresentar as características dessas leis.

E o hoje as lei que iremos apresentar a vocês, são leis “Direitos Constitucionais” que fala sobre todas as suas características.

Direitos Constitucionais

Os direitos constitucionais, são os direitos que são colocados pelos parlamentares, os mais conhecidos pela população brasileira são a constituição federal de 1988.

Projeto sem título 18

Esses direitos colocamos os mais conhecidos pelas pessoas, e falamos um pouco mais sobre eles, dando uma pequena comunicação.

O direito ao salário mínimo – Direito Constitucional

O salario mínimo é o valor que todo e qualquer trabalhador tem o direito de receber pelo ser trabalho, mas no Brasil essa é uma questão bastante complicada, pelo fato de existir muitos trabalhadores que não chegam a receber o esse valor.

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No brasil é uma grande fiscalização para acabar com esse tipo de violação a lei, mas ainda é muito comum ver caso de funcionários não receber um salário mínimo.

Texto da lei do direito ao salário mínimo

Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.

IV – salário mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculação para qualquer fim.

Interpretação da lei do direito ao salário mínimo

A lei diz que o trabalhador deve ter pelo menos um salário mínimo para que possa usar para o transporte, a moradia, higiene, e outros. Sendo que todo ano o salário mínimo é ajustado de acordo com a inflação.

Lei Direito ao trabalho – Direito Constitucional

A lei do direito ao trabalho diz que deve-se ter um trabalho, mas no país ainda tem muita escravidão moderna, o trabalho infantil, a discriminação e as manobras das empresas ainda são comuns no país.

Sendo que a lei tem como princípio não deixar nenhuma pessoa desamparada, por falta de trabalho.

Texto da lei do Direito ao trabalho

Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição;

V – piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho;

IX – remuneração do trabalho noturno superior à do diurno;

XIII – duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho;

XX – proteção do mercado de trabalho da mulher, mediante incentivos específicos, nos termos da lei;

XXXIII – proibição de trabalho noturno, perigoso ou insalubre a menores de dezoito e de qualquer trabalho a menores de dezesseis anos, salvo na condição de aprendiz, a partir de quatorze anos;

Interpretação da lei do Direito ao trabalho

É uma lei que dá proteção aos trabalhadores, como receber de acordo com seu serviço e o salário não pode ser menor que o minimo, trabalhos a noite ganha mais que durante o dia, proibir que menores de 18 anos trabalhe durante a noite.

Lei do direito à saúde- Direito Constitucional

Entre os países com modelos públicos de atendimento de saúde de acesso universal, o Brasil é o que tem a menor participação do Estado nos gastos, sendo apenas 3,8% do PIB utilizado ao nicho.

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No entanto, em 2009, a família brasileira gastava quantia responsável por 4,8% do PIB do país. Dessa maneira, o gasto privado é muito maior que o público. (Estatísticas de Saúde Mundiais 2011, pela Organização Mundial da Saúde)

Texto da lei do direito à saúde

Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição;

Art. 23º. É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios:

II – cuidar da saúde e assistência pública, da proteção e garantia das pessoas portadoras de deficiência;

Art. 30. Compete aos Municípios:

VII – prestar, com a cooperação técnica e financeira da União e do Estado, serviços de atendimento à saúde da população;

Interpretação da lei do direito à saúde

A lei define que todas as pessoas tem direito a ter uma saúde de qualidade, pois todos pagam uma quantidade de impostos para isso, e a lei também defende os dificientes.

Lei do Direito à moradia – Direito Constitucional

O direito que toda e qualquer pessoa tem de ter uma moradia que disponha do mínimo estabelecido, como saneamento básico.

Segundo pesquisas 52,5% (30 milhões) dos domicílios brasileiros têm abastecimento de água, esgoto sanitário ou fossa séptica, coleta de lixo e até dois moradores por dormitório, condições consideradas adequadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Texto da lei do Direito à moradia

Art. 23. É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios:

IX – promover programas de construção de moradias e a melhoria das condições habitacionais e de saneamento básico;

X – combater as causas da pobreza e os fatores de marginalização, promovendo a integração social dos setores desfavorecidos.

Interpretação da lei do Direito à moradia

A lei diz que é competência dos municípios buscar recursos para que possa atender as pessoas que não tenham moradia, pois esse é um direito de todos, que pode ser por meio de programas sociais e outros.

Lei do direito à diferença – Direito Constitucional

Um a lei que coloca todas as pessoas em um só patamar, que diz que não tem ninguém melhor que outro.

A lei faz com que seja todas as pessoas a mesma coisa sem distinção de cor, raça ou sexo.

Texto da lei do direito à diferença

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.

Interpretação da lei do direito à diferença

É uma lei que faz com que as pessoas se sintam mais protegidas pelo fato de outras pessoas com maior poder querer mandar na vida de pessoas menos favorecidas, dizendo que todos são iguais perante a lei.

Lei do Direito à juventude – Direito Constitucional

A lei da juventude é uma lei que dá apoio a crianças e jovens, onde da o direito dos jovens brincar, se alimentar, ter saúde e educação.

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A juventude é um período que os jovens podem desfrutar de diversas fases da vida, no âmbito de liberdade.

Texto da lei do Direito à juventude

Art. 227. É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão

Interpretação da lei do Direito à juventude

É um direito que tem como ato principal fazer com que os jovens possam ter e desfrutar de uma adolescência com um agrande liberdade.

Lei do Direito aos reclusos – Direito Constitucional

No Brasil, em 2012, apenas 9% da população carcerária estava em atividade educacional.

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Quanto à saúde, segundo o Ministério da Justiça, apenas 30% dos presos têm acesso a ações de assistência dentro das unidades prisionais.

Texto da lei do Direito aos reclusos

Art. 5º, XLIX – é assegurado aos presos o respeito à integridade física e moral;

Interpretação da lei do Direito aos reclusos

Os presos tem como direito que nenhuma pessoa pode atingir os presos nem a vida e nem o seu corpo.

FIM

Chegamos ao fim de mais uma lista que envolve leis e  seus direitos, e hoje falamos de Direitos Constitucionais. Se você gosta de nossos trabalhos, ajude para que mais pessoas possam também conhecer do nosso conteúdo, compartilhe nas redes sociais, indique amigos.

10 Direitos Administrativos

Olá, se você também procura ter uma base de algumas leis, o demonstre, nos traz um trabalho onde vamos falar de direitos e com base nas leis vamos apresentar as características dessas leis.

E o hoje as lei que iremos apresentar a vocês, são as leis dos “10 Direitos Administrativos ” que fala sobre os fundamentos e princípios que orientam a criação de outras normas administrativas.

Direitos Administrativos

Direito Administrativo é o ramo do direito público que trata de princípios e regras que disciplinam a função administrativa e que abrange entes, órgãos, agentes e atividades desempenhadas pela Administração Pública na consecução do interesse público.

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Função administrativa é a atividade do Estado de dar cumprimento aos comandos normativos para realização dos fins públicos, sob regime jurídico administrativo (em regra), e por atos passíveis de controle.

Lei nº 8.429/ de 2 de junho de 1992 – “Direitos Administrativos”

A lei que explica e fala de como pode se tomar decisões relacionadas a administração, que é chamada de lei da improbidade administrativa.

A lei que protege empresas públicas e privadas nas formas de pessoas e funcionários, com om propósito de ter a lei definida.

Texto da Lei nº 8.429/ de 2 de junho de 1992

Art. 1° Os atos de improbidade praticados por qualquer agente público, servidor ou não, contra a administração direta, indireta ou fundacional de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios, de Território, de empresa incorporada ao patrimônio público ou de entidade para cuja criação ou custeio o erário haja concorrido ou concorra com mais de cinqüenta por cento do patrimônio ou da receita anual, serão punidos na forma desta lei.

Parágrafo único. Estão também sujeitos às penalidades desta lei os atos de improbidade praticados contra o patrimônio de entidade que receba subvenção, benefício ou incentivo, fiscal ou creditício, de órgão público bem como daquelas para cuja criação ou custeio o erário haja concorrido ou concorra com menos de cinqüenta por cento do patrimônio ou da receita anual, limitando-se, nestes casos, a sanção patrimonial à repercussão do ilícito sobre a contribuição dos cofres públicos.

Art. 2° Reputa-se agente público, para os efeitos desta lei, todo aquele que exerce, ainda que transitoriamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designação, contratação ou qualquer outra forma de investidura ou vínculo, mandato, cargo, emprego ou função nas entidades mencionadas no artigo anterior.

Art. 3° As disposições desta lei são aplicáveis, no que couber, àquele que, mesmo não sendo agente público, induza ou concorra para a prática do ato de improbidade ou dele se beneficie sob qualquer forma direta ou indireta.

Art. 4° Os agentes públicos de qualquer nível ou hierarquia são obrigados a velar pela estrita observância dos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade e publicidade no trato dos assuntos que lhe são afetos.

Art. 5° Ocorrendo lesão ao patrimônio público por ação ou omissão, dolosa ou culposa, do agente ou de terceiro, dar-se-á o integral ressarcimento do dano.

 Art. 6° No caso de enriquecimento ilícito, perderá o agente público ou terceiro beneficiário os bens ou valores acrescidos ao seu patrimônio.

Art. 7° Quando o ato de improbidade causar lesão ao patrimônio público ou ensejar enriquecimento ilícito, caberá a autoridade administrativa responsável pelo inquérito representar ao Ministério Público, para a indisponibilidade dos bens do indiciado.

Parágrafo único. A indisponibilidade a que se refere o caput deste artigo recairá sobre bens que assegurem o integral ressarcimento do dano, ou sobre o acréscimo patrimonial resultante do enriquecimento ilícito.

Art. 8° O sucessor daquele que causar lesão ao patrimônio público ou se enriquecer ilicitamente está sujeito às cominações desta lei até o limite do valor da herança.

Interpretação da Lei nº 8.429/ de 2 de junho de 1992

A lei determina que não se pode bagunçar de forma alguma o patrimônio público, também temos as pessoas quem enriquecem de forma errada o ministério público deve ser informado para tomar medidas cabíveis.

Lei nº 8.666/ de 21 de junho de 1993 – “Direitos Administrativos”

Uma lei que que fala dos serviços e direitos que são estabelecidos na administração de diversos problemas em setores públicos.

Texto da Lei nº 8.666/ de 21 de junho de 1993

Art. 1o Esta Lei estabelece normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações e locações no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. Parágrafo único. Subordinam-se ao regime desta Lei, além dos órgãos da administração direta, os fundos especiais, as autarquias, as fundações públicas, as empresas públicas, as sociedades de economia mista e demais entidades controladas direta ou indiretamente pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios.

Art. 2o As obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações, concessões, permissões e locações da Administração Pública, quando contratadas com terceiros, serão necessariamente precedidas de licitação, ressalvadas as hipóteses previstas nesta Lei. Parágrafo único.

Art. 3o A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos.

Interpretação da Lei nº 8.666/ de 21 de junho de 1993

Para os fins desta Lei, considera-se contrato todo e qualquer ajuste entre órgãos ou entidades da Administração Pública e particulares, em que haja um acordo de vontades para a formação de vínculo e a estipulação de obrigações recíprocas, seja qual for a denominação utilizada.

Lei nº 10.520/ de 17 de julho de 2002 – “Direitos Administrativos”

Um lei do direito administrativo que usa de boas palavras para informar as pessoas sobre como deve ser o comportamento delas em relação a administração.

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A lei foi aprovada em 17 de julho de 2002 com o intuito de relacionar rotinas administrativas.

Texto da Lei nº 10.520/ de 17 de julho de 2002

Art. 1º Para aquisição de bens e serviços comuns, poderá ser adotada a licitação na modalidade de pregão, que será regida por esta Lei. Parágrafo único. Consideram-se bens e serviços comuns, para os fins e efeitos deste artigo, aqueles cujos padrões de desempenho e qualidade possam ser objetivamente definidos pelo edital, por meio de especificações usuais no mercado.

Art. 2º § 1º Poderá ser realizado o pregão por meio da utilização de recursos de tecnologia da informação, nos termos de regulamentação específica. § 2º Será facultado, nos termos de regulamentos próprios da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, a participação de bolsas de mercadorias no apoio técnico e operacional aos órgãos e entidades promotores da modalidade de pregão, utilizando-se de recursos de tecnologia da informação. § 3º As bolsas a que se referem o § 2o deverão estar organizadas sob a forma de sociedades civis sem fins lucrativos e com a participação plural de corretoras que operem sistemas eletrônicos unificados de pregões.

Art. 3º A fase preparatória do pregão observará o seguinte: I – a autoridade competente justificará a necessidade de contratação e definirá o objeto do certame, as exigências de habilitação, os critérios de aceitação das propostas, as sanções por inadimplemento e as cláusulas do contrato, inclusive com fixação dos prazos para fornecimento; II – a definição do objeto deverá ser precisa, suficiente e clara, vedadas especificações que, por excessivas, irrelevantes ou desnecessárias, limitem a competição; III – dos autos do procedimento constarão a justificativa das definições referidas no inciso I deste artigo e os indispensáveis elementos técnicos sobre os quais estiverem apoiados, bem como o orçamento, elaborado pelo órgão ou entidade promotora da licitação, dos bens ou serviços a serem licitados; e IV – a autoridade competente designará, dentre os servidores do órgão ou entidade promotora da licitação, o pregoeiro e respectiva equipe de apoio, cuja atribuição inclui, dentre outras, o recebimento das propostas e lances, a análise de sua aceitabilidade e sua classificação, bem como a habilitação e a adjudicação do objeto do certame ao licitante vencedor. § 1º A equipe de apoio deverá ser integrada em sua maioria por servidores ocupantes de cargo efetivo ou emprego da administração, preferencialmente pertencentes ao quadro permanente do órgão ou entidade promotora do evento. § 2º No âmbito do Ministério da Defesa, as funções de pregoeiro e de membro da equipe de apoio poderão ser desempenhadas por militares

Art. 4º A fase externa do pregão será iniciada com a convocação dos interessados e observará as seguintes regras: I – a convocação dos interessados será efetuada por meio de publicação de aviso em diário oficial do respectivo ente federado ou, não existindo, em jornal de circulação local, e facultativamente, por meios eletrônicos e conforme o vulto da licitação, em jornal de grande circulação, nos termos do regulamento de que trata o art. 2º; II – do aviso constarão a definição do objeto da licitação, a indicação do local, dias e horários em que poderá ser lida ou obtida a íntegra do edital; III – do edital constarão todos os elementos definidos na forma do inciso I do art. 3º, as normas que disciplinarem o procedimento e a minuta do contrato, quando for o caso; IV – cópias do edital e do respectivo aviso serão colocadas à disposição de qualquer pessoa para consulta e divulgadas na forma da Lei no 9.755, de 16 de dezembro de 1998; V – o prazo fixado para a apresentação das propostas, contado a partir da publicação do aviso, não será inferior a 8 (oito) dias úteis; VI – no dia, hora e local designados, será realizada sessão pública para recebimento das propostas, devendo o interessado, ou seu representante, identificar-se e, se for o caso, comprovar a existência dos necessários poderes para formulação de propostas e para a prática de todos os demais atos inerentes ao certame

Interpretação da Lei nº 10.520/ de 17 de julho de 2002

A lei busca abordar a abrangência da sanção de impedimento prevista na Lei do Pregão; se compreende todos os órgãos e entidades da respectiva federação ou se está limitada ao órgão ou entidade que a aplicou. Traz também a posição adotada pelo Tribunal de Contas da União.

Lei nº 11.079/ de 30 de dezembro de 2004 – “Direitos Administrativos”

Uma lei administrativa que fala das licitações e parceria de serviços com relação ao governo.

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Sendo que a lei envolve qualquer tipo de serviço entre cnpj e governos, sendo obras ou instalações de bens.

Texto da Lei nº 11.079/ de 30 de dezembro de 2004

Art. 1o Esta Lei institui normas gerais para licitação e contratação de parceria público-privada no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

Art. 2o Parceria público-privada é o contrato administrativo de concessão, na modalidade patrocinada ou administrativa. § 1o Concessão patrocinada é a concessão de serviços públicos ou de obras públicas de que trata a Lei no 8.987, de 13 de fevereiro de 1995, quando envolver, adicionalmente à tarifa cobrada dos usuários contraprestação pecuniária do parceiro público ao parceiro privado. § 2o Concessão administrativa é o contrato de prestação de serviços de que a Administração Pública seja a usuária direta ou indireta, ainda que envolva execução de obra ou fornecimento e instalação de bens. § 3o Não constitui parceria público-privada a concessão comum, assim entendida a concessão de serviços públicos ou de obras públicas de que trata a Lei no 8.987, de 13 de fevereiro de 1995, quando não envolver contraprestação pecuniária do parceiro público ao parceiro privado. § 4o É vedada a celebração de contrato de parceria público-privada: I – cujo valor do contrato seja inferior a R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais); II – cujo período de prestação do serviço seja inferior a 5 (cinco) anos; ou III – que tenha como objeto único o fornecimento de mão-de-obra, o fornecimento e instalação de equipamentos ou a execução de obra pública.

Interpretação da Lei nº 11.079/ de 30 de dezembro de 2004

A lei fala de várias causas que acontecem nos negócios de licitações, fazendo do fornecimento de serviços com todos os direitos e deveres possíveis. Também é cobrada uma tarifa que o valor depende de cada serviço.

Lei nº 12.462/ de 4 de agosto de 2011 – “Direitos Administrativos”

É uma lei que se refere a obras que tem por obrigação um comitê para fazer a gestão da obra de forma que seja tudo dentro das normas.

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Essa lei foi feita e sancionada em 4 de agosto de 2011.

Texto da Lei nº 12.462/ de 4 de agosto de 2011

Art. 1o É instituído o Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC), aplicável exclusivamente às licitações e contratos necessários à realização:

I – dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, constantes da Carteira de Projetos Olímpicos a ser definida pela Autoridade Pública Olímpica (APO); e II – da Copa das Confederações da Federação Internacional de Futebol Associação – Fifa 2013 e da Copa do Mundo Fifa 2014, definidos pelo Grupo Executivo – Gecopa 2014 do Comitê Gestor instituído para definir, aprovar e supervisionar as ações previstas no Plano Estratégico das Ações do Governo Brasileiro para a realização da Copa do Mundo Fifa 2014 – CGCOPA 2014, restringindo-se, no caso de obras públicas, às constantes da matriz de responsabilidades celebrada entre a União, Estados, Distrito Federal e Municípios; III – de obras de infraestrutura e de contratação de serviços para os aeroportos das capitais dos Estados da Federação distantes até 350 km (trezentos e cinquenta quilômetros) das cidades sedes dos mundiais referidos nos incisos I e II. IV – das ações integrantes do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) (Incluído pela Lei nº 12.688, de 2012) V – das obras e serviços de engenharia no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS.

Art. 2o Na aplicação do RDC, deverão ser observadas as seguintes definições:

I – empreitada integral: quando se contrata um empreendimento em sua integralidade, compreendendo a totalidade das etapas de obras, serviços e instalações necessárias, sob inteira responsabilidade da contratada até a sua entrega ao contratante em condições de entrada em operação, atendidos os requisitos técnicos e legais para sua utilização em condições de segurança estrutural e operacional e com as características adequadas às finalidades para a qual foi contratada;

Interpretação da Lei nº 12.462/ de 4 de agosto de 2011

É uma lei da constituição federal, que fala das das contratações de empresas feitas pelo governo, como empreitadas, para realizar serviços, sedo que a lei tem como uma função administrativa.

Lei nº 8.987/ de 13 de fevereiro de 1995 – “Direitos Administrativos”

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Uma lei da constituição federal que fala dos direitos administrativos, de forma que relata que de acordo com a união de diferentes legislativos.

Texto da Lei nº 8.987/ de 13 de fevereiro de 1995

Art. 1o As concessões de serviços públicos e de obras públicas e as permissões de serviços públicos reger-se-ão pelos termos do art. 175 da Constituição Federal, por esta Lei, pelas normas legais pertinentes e pelas cláusulas dos indispensáveis contratos. Parágrafo único. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios promoverão a revisão e as adaptações necessárias de sua legislação às prescrições desta Lei, buscando atender as peculiaridades das diversas modalidades dos seus serviços.

Art. 2o Para os fins do disposto nesta Lei, considera-se: I – poder concedente: a União, o Estado, o Distrito Federal ou o Município, em cuja competência se encontre o serviço público, precedido ou não da execução de obra pública, objeto de concessão ou permissão; II – concessão de serviço público: a delegação de sua prestação, feita pelo poder concedente, mediante licitação, na modalidade de concorrência, à pessoa jurídica ou consórcio de empresas que demonstre capacidade para seu desempenho, por sua conta e risco e por prazo determinado; III – concessão de serviço público precedida da execução de obra pública: a construção, total ou parcial, conservação, reforma, ampliação ou melhoramento de quaisquer obras de interesse público, delegada pelo poder concedente, mediante licitação, na modalidade de concorrência, à pessoa jurídica ou consórcio de empresas que demonstre capacidade para a sua realização, por sua conta e risco, de forma que o investimento da concessionária seja remunerado e amortizado mediante a exploração do serviço ou da obra por prazo determinado; IV – permissão de serviço público: a delegação, a título precário, mediante licitação, da prestação de serviços públicos, feita pelo poder concedente à pessoa física ou jurídica que demonstre capacidade para seu desempenho, por sua conta e risco.

Art. 3o As concessões e permissões sujeitar-se-ão à fiscalização pelo poder concedente responsável pela delegação, com a cooperação dos usuários.

Art. 4o A concessão de serviço público, precedida ou não da execução de obra pública, será formalizada mediante contrato, que deverá observar os termos desta Lei, das normas pertinentes e do edital de licitação.

Art. 5o O poder concedente publicará, previamente ao edital de licitação, ato justificando a conveniência da outorga de concessão ou permissão, caracterizando seu objeto, área e prazo.

Interpretação da Lei nº 8.987/ de 13 de fevereiro de 1995

A lei dis que toda concessão de serviço público, precedida ou não da execução de obra pública, será objeto de prévia licitação, nos termos da legislação própria e com observância dos princípios da legalidade, moralidade, publicidade, igualdade, do julgamento por critérios objetivos e da vinculação ao instrumento convocatório

Lei nº 9.784/ de 29 de janeiro de 1999 – “Direitos Administrativos”

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Esta Lei estabelece normas básicas sobre o processo administrativo no âmbito da Administração Federal direta e indireta, visando, em especial, à proteção dos direitos dos administrados e ao melhor cumprimento dos fins da Administração.

Texto da Lei nº 9.784/ de 29 de janeiro de 1999

§ 1o Os preceitos desta Lei também se aplicam aos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário da União, quando no desempenho de função administrativa. § 2o Para os fins desta Lei, consideram-se: I – órgão – a unidade de atuação integrante da estrutura da Administração direta e da estrutura da Administração indireta; II – entidade – a unidade de atuação dotada de personalidade jurídica; III – autoridade – o servidor ou agente público dotado de poder de decisão.

Art. 2o A Administração Pública obedecerá, dentre outros, aos princípios da legalidade, finalidade, motivação, razoabilidade, proporcionalidade, moralidade, ampla defesa, contraditório, segurança jurídica, interesse público e eficiência. Parágrafo único. Nos processos administrativos serão observados, entre outros, os critérios de:

I – atuação conforme a lei e o Direito; II – atendimento a fins de interesse geral, vedada a renúncia total ou parcial de poderes ou competências, salvo autorização em lei; III – objetividade no atendimento do interesse público, vedada a promoção pessoal de agentes ou autoridades; IV – atuação segundo padrões éticos de probidade, decoro e boa-fé; V – divulgação oficial dos atos administrativos, ressalvadas as hipóteses de sigilo previstas na Constituição; VI – adequação entre meios e fins, vedada a imposição de obrigações, restrições e sanções em medida superior àquelas estritamente necessárias ao atendimento do interesse público; VII – indicação dos pressupostos de fato e de direito que determinarem a decisão; VIII – observância das formalidades essenciais à garantia dos direitos dos administrados; IX – adoção de formas simples, suficientes para propiciar adequado grau de certeza, segurança e respeito aos direitos dos administrados; X – garantia dos direitos à comunicação, à apresentação de alegações finais, à produção de provas e à interposição de recursos, nos processos de que possam resultar sanções e nas situações de litígio; XI – proibição de cobrança de despesas processuais, ressalvadas as previstas em lei; XII – impulsão, de ofício, do processo administrativo, sem prejuízo da atuação dos interessados; XIII – interpretação da norma administrativa da forma que melhor garanta o atendimento do fim público a que se dirige, vedada aplicação retroativa de nova interpretação.

Interpretação da Lei nº 9.784/ de 29 de janeiro de 1999

Uma lei que fala de normas básicas sobre o processo administrativo com foco na Administração Federal direta e indireta.

Lei nº 8.112/ de 11 de dezembro de 1.990 – “Direitos Administrativos”

Essa é uma lei da constituição federal brasileira que refere-se a posição de exercer algum cargo público, no país.

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Sendo que alguns cargos mais comprometedor dever ser feito avaliações na vida das pessoas para ver a ficha criminal e entre outros requisitos.

Texto da Lei nº 8.112/ de 11 de dezembro de 1.990

Art. 1o Esta Lei institui o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União, das autarquias, inclusive as em regime especial, e das fundações públicas federais.

Art. 2o Para os efeitos desta Lei, servidor é a pessoa legalmente investida em cargo público.

Art. 3o Cargo público é o conjunto de atribuições e responsabilidades previstas na estrutura organizacional que devem ser cometidas a um servidor. Parágrafo único. Os cargos públicos, acessíveis a todos os brasileiros, são criados por lei, com denominação própria e vencimento pago pelos cofres públicos, para provimento em caráter efetivo ou em comissão.

Art. 4o É proibida a prestação de serviços gratuitos, salvo os casos previstos em lei.

Interpretação da Lei nº 8.112/ de 11 de dezembro de 1.990

Uma lei que determina que toda e qualquer pessoa pode exercer cargos públicos, desde que alguns cargos precisam de uma fiscalização de vida maior.

FIM

Chegamos ao fim de mais uma lista que envolve leis e  seus direitos, e hoje falamos de 10 Direitos Administrativos. Se você gosta de nossos trabalhos, ajude para que mais pessoas possam também conhecer do nosso conteúdo, compartilhe nas redes sociais, indique amigos.

10 Direitos Humanos

Olá, se você também procura ter uma base de algumas leis, o demonstre, nos traz um trabalho onde vamos falar de direitos e com base nas leis vamos apresentar as características dessas leis.

E o hoje as lei que iremos apresentar a vocês, são as leis dos “Direitos Humanos” que fala sobre de como tratar bem as pessoas e para estabelecer os mecanismos necessários para fazer cumprir a sua implementação e uso.

Direitos Humanos

Direitos humanos são os direitos básicos de todos os seres humanos. São direitos civis e políticos (exemplos: direitos à vida, à propriedade privada, liberdade de pensamento, de expressão, de crença, igualdade formal, ou seja, de todos perante a lei, direitos à nacionalidade, de participar do governo do seu Estado, podendo votar e ser votado, entre outros, fundamentados no valor liberdade).

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Os direitos humanos tem origem no conceito filosófico de direitos naturais que seriam atribuídos por Deus; alguns sustentam que não haveria nenhuma diferença entre os direitos humanos e os direitos naturais e veem na distinta nomenclatura etiquetas para uma mesma ideia. Outros argumentam ser necessário manter termos separados para eliminar a associação com características normalmente relacionadas com os direitos naturais, sendo John Locke talvez o mais importante filósofo a desenvolver esta teoria.

Artigo 1º – “Direitos humanos”

Um artigo onde prevalece a esperança de alcançar melhores condições de vida para os seus familiares, o que na prática nem sempre se reflete assim, pois a maioria é sujeita a condições de vida e trabalho muito duras, mal remuneradas e sem direitos.

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Tentando mostrar como devemos respeitar as pessoas uns aos outros.

Artigo 1º

Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.

Interpretação da lei/direito Artigo 1º

O artigo 1º é um artigo que diz para a sociedade está preparada para conviver e respeitar outras culturas, assim todos sendo iguais. Tendo em mente que nos dias atuais é muito grande a divisão de classes tanto por meio de religiões, raça, dinheiro e outros.

Artigo 2º – “Direitos humanos”

É um artigo dos direitos humanos que ensina a ter ética com as pessoas, criando um ciclo de respeito, onde o respeito não é obrigação, mas sim por fazer parte da ética da vida.

Resultado de imagem para Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou outra, origem nacional ou social, fortuna, nascimento ou outro estatuto.

O artigo também retrata a formação de estatutos para a defesa da vida de pessoas comuns.

Artigo 2º

Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou outra, origem nacional ou social, fortuna, nascimento ou outro estatuto.

Além disso, não será feita nenhuma distinção fundada no estatuto político, jurídico ou internacional do país ou do território da naturalidade da pessoa, seja esse país ou território independente, sob tutela, autônomo ou sujeito a alguma limitação de soberania.

Interpretação do Artigo 2º

O artigo representa que todas as pessoas possuem uma liberdade, mas que essa liberdade não deve ser extrapolada, com desrespeito a outros.

Artigo 3º – “Direitos humanos”

Uma representação das leis que tenta mostrar as pessoas que todos devem ter abundancia em liberdade própria, assim fazendo coisas que é certo e que lhe acha que lhe faz bem para as pessoas.

Ter uma segurança diária de poder andar e ter a liberdade precisa.

Artigo 3º

Todas as pessoas têm direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.

Interpretação do Artigo 3º

É um artigo dos direitos humanos que mostra as pessoas onde devem ser colocado as suas expressões em relação a segurança própria, fazendo um ciclo de entendimento sobre a liberdade.

Artigo 4º – “Direitos humanos”

Um artigo que logo nos vem na cabeça os tempos antigos, mais hoje em dia ainda existe muitas pessoas que vivem em um regime de escravidão.

É muito comum pessoas serem obrigadas a trabalhar, por salários abaixo da média, e o trabalho é de grande, as vezes sem ter hora para sair.

Artigo 4º

Ninguém pode ser mantido em escravidão ou em servidão; a escravatura e o comércio de escravos, sob qualquer forma, são proibidos.

Interpretação do Artigo 4º

Um direito que também expressa liberdade em relação a prisão, como prisão domiciliar, carcere privado, trabalho escravo, obrigado a trabalhar por um valor bem menor que o que realmente é.

Artigo 5º – “Direitos humanos”

Um texto que faz a relação a pessoas que não tem a minima dó de outra pessoas, tratando como se fossem objetos descartáveis.

Imagem relacionada

A tortura é uma grande falta de respeito a alma e ao corpo das pessoas, não só pela falta de ética, mais sim pela dor do próximo.

Artigo 5

Ninguém será submetido a tortura nem a punição ou tratamento cruéis, desumanos ou degradantes.

Interpretação do Artigo 5º

Um artigo dos direitos humanos que tentar fazer com que as pessoas possam se colocar uma no lugar das outras, fazendo elas pensar “e se essa dor fosse em mim”.

Artigo 6º – “Direitos humanos”

A consciência e a razão, de que os homens, as mulheres e as crianças são dotados, permitem-lhes refletir sobre as noções de direitos e de ética, considerar como “pessoa, como “sujeito de direito”, todos os seres humanos, todos os indivíduos.

Resultado de imagem para Todos os indivíduos têm direito ao reconhecimento como pessoa perante a lei.

Pelo fato de pertencerem à “família humana”, as pessoas são titulares de direitos.

Artigo 6º

Todos os indivíduos têm direito ao reconhecimento como pessoa perante a lei.

Interpretação do Artigo 6º

É um direito que exige o respeito pelo outro, por todos os outros seres humanos; implicam a solidariedade em relação à sua história, ao seu futuro, e conduzem à fraternidade.

Artigo 7º – “Direitos humanos”

É um artigo que fala das pessoas tentarem ter uma posição maior que outras, fazendo que todos sejam iguais, sem distinção de qualquer coisa que seja.

Resultado de imagem para Todos os indivíduos têm direito ao reconhecimento como pessoa perante a lei.

O artigo faz com que todo mundo seja igual, não existindo pessoas melhores que outras em nenhum sentido.

Artigo 7º

Todos são iguais perante a lei e, sem qualquer discriminação, têm direito a igual proteção da lei. Todos têm direito a proteção igual contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.

Interpretação do Artigo 7º

O artigo tenta fazer com que as pessoas possam ser mais carinhosas e tenham um pouco de amor ao próximo.

Artigo 8º – “Direitos humanos”

Uma lei que considera que o desprezo e o desrespeito pelos direitos humanos resultaram em atos bárbaros.

Resultado de imagem para Todas as pessoas têm direito a um recurso efetivo dado pelos tribunais nacionais competentes contra os atos que violem os seus direitos fundamentais reconhecidos pela Constituição ou pela lei.

Atos que ultrajaram a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os homens gozem de liberdade de palavra, de crença e da liberdade de viverem a salvo do temor e da necessidade foi proclamado como a mais alta aspiração do homem comum.

Artigo 8º

Todas as pessoas têm direito a um recurso efetivo dado pelos tribunais nacionais competentes contra os atos que violem os seus direitos fundamentais reconhecidos pela Constituição ou pela lei.

Interpretação do Artigo 8º

Um artigo essencial que os direitos humanos sejam protegidos pelo Estado de Direito, para que o homem não seja compelido, como último recurso, à rebelião contra tirania e a opressão.

Artigo 9º – “Direitos humanos”

Um artigo que diz que ninguém pode ser preso, detido ou exilado, mas isso é feito se alguém não fez algo, porque se tiver feito tem que pagar dentro das leis.

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A devida pessoas não pode ser presa se não tiver provas concretas.

Artigo 9º

Ninguém pode ser arbitrariamente preso, detido ou exilado.

Interpretação do Artigo 9

Uma pequena representação de como as pessoas podem ser defendidas dia a dia, se sentido protegidas.

Artigo 10º – “Direitos humanos”

Um artigo que mostra que todas as pessoas, seja ela que for, independente de raças, religião, dinheiro, está sempre protegida pela lei.

Mostrando o que lhe é de direito e o que é de obrigação perante a sociedade.

Artigo 10º

Todas as pessoas têm direito, em plena igualdade, a uma audiência justa e pública julgada por um tribunal independente e imparcial em determinação dos seus direitos e obrigações e de qualquer acusação criminal contra elas.

Interpretação do Artigo 10º

Mostra que o direito está para ser cumprido todos os dias, e para que as pessoas possam te segurança.

FIM

Chegamos ao fim de mais uma lista que envolve leis e  seus direitos, e hoje falamos de —-. Se você gosta de nossos trabalhos, ajude para que mais pessoas possam também conhecer do nosso conteúdo, compartilhe nas redes sociais, indique amigos.

Diversidade Cultural

Olá pessoal hoje o demonstre traz um trabalho onde retrata do nosso dia a dia de acordo com a nossa frande cultura, com base na 26 Diversidade de culturas, e nesse post vamos trabalhar com o “26 Diversidade Cultural”.

Onde vamos mostrar o modo de se relacionar das pessoas baseada em várias culturas, que demonstram como estão se sentindo através de diversos hábitos.

Diversidade Cultural

Diversidade cultural é existência de uma grande variedade de culturas antrópicas. Há vários tipos de manifestações culturais que nos revelam essa variedade, tais como: a linguagem, danças, vestuário, religião e outras tradições como a organização da sociedade.

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No Brasil existe uma grande diversidade cultural que envolve diversas culturas diferentes.

Cultura Material e imaterial

Ambas possuem aspectos simbólicos, posto que carregam a herança cultural de determinado povo, ao mesmo tempo que promovem sua identidade.

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A Cultura Material e Imaterial representam os dois tipos de patrimônio cultural, e que juntos constituem a cultura de determinado grupo.

Cultura Material

Associada aos elementos concretos de uma sociedade está a cultura material ou o patrimônio cultural material. Esses elementos foram sendo criados ao longo do tempo e, portanto, representam a história de determinado povo.

  • Bens móveis: podem ser transportados e reúnem os acervos e coleções.
  • Bens imóveis: são estruturas fixas e representam os centros históricos, sítios arqueológicos, etc.

Cultura Imaterial

Cultura Imaterial representa os elementos intangíveis de uma cultura. Sendo assim, ele é formado por elementos abstratos que estão intimamente relacionados com as tradições, práticas, comportamentos, técnicas e crenças de determinado grupo social. Diferente do patrimônio material, este tipo de cultura é transmitida de geração em geração.

Vídeo sobre Cultura Material e imaterial:

Patrimônio cultural no Brasil

O patrimônio cultural do brasil é bastante diverso, pelo fato de ser composto por várias culturas diferentes.

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Patrimônio cultural é o conjunto de todos os bens, manifestações populares, cultos, tradições tanto materiais quanto imateriais, que reconhecidos de acordo com sua ancestralidade, importância histórica e cultural de uma região adquirem um valor único e de durabilidade representativa simbólica/material.

Diversidade cultural no Brasil

A diversidade cultural refere-se aos diferentes costumes de uma sociedade, entre os quais podemos citar: vestimenta, culinária, manifestações religiosas, tradições, entre outros aspectos. O Brasil, por conter um extenso território, apresenta diferenças climáticas, econômicas, sociais e culturais entre as suas regiões.

Vídeo sobre Patrimônio e diversidade cultural no Brasil:

A Conquista da América

A conquista da América foi um dos maiores empreendimentos realizados pela Espanha em sua história.

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A chegada da expedição de Cristóvão Colombo na América, em 1492, iniciou um processo que levou ao domínio dos povos indígenas e foi o auge de um longo processo de exploração do Atlântico durante todo o século XV.

Causas da Conquista da America

Em várias partes da América, entretanto, houve resistências dos nativos, que lutaram para sobreviver. Outros, em contrapartida, optaram por fugir. Além disso, muitos espanhóis tentaram defender os nativos, denunciando as violências cometidas. O bispo Frei Bartolomé de Las Casas foi o maior nome na defesa dos índios contra a violência espanhola. Mesmo assim, a mortalidade foi gigantesca e estima-se que cerca de 80% da população nativa original tenha morrido durante o século da conquista.

Vídeo sobre A Conquista da América:

Conflitos entre europeus e indígenas na América colonial

A relação entre os portugueses e os índios é muito além da utilização da mão-de-obra e da exploração do pau-brasil. Cabe destacar, que para o povoamento do território foi imprescindível as alianças entre portugueses e determinadas tribos indígenas que viviam no território brasileiro.

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Num ambiente extremamente hostil, com um número de homens insuficiente, as alianças com indígenas era de fundamental importância para que os portugueses pudessem fazer frente a outras tribos indígenas inimigas e invasores estrangeiros.

Vídeo sobre Conflitos entre europeus e indígenas na América colonial:

A escravidão e formas de resistência indígena e africana na América

Os portugueses desenvolveram a atividade de exploração do pau-brasil, árvore abundante na Mata Atlântica naquele período. Houve reações em todos os grupos indígenas, muitos lutando contra os colonizadores até a morte ou fugindo para regiões mais remotas.

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A reação indígena contra a dominação portuguesa ocorreu pelo fato de que as sociedades indígenas sul-americanas desconheciam a hierarquia e, consequentemente, não aceitavam o trabalho compulsório.

Vídeo sobre A escravidão e formas de resistência indígena e africana na América:

História cultural dos povos africanos

As manifestações culturais africanas sofreram uma intensa destruição pelos regimes coloniais, o que leva as nações africanas modernas ao embate com o nacionalismo árabe e ao imperialismo europeu.

Principais Culturas Africanas

Religiões Africanas: em termos religiosos, vários cultos estão presentes na África, com destaque para o islamismo e cristianismo. Além deles, destacam-se as religiões tradicionais, muitas vezes vistas como prática de magia e a feitiçaria.

Organização Política: os povos africanos podem ser nômades e vagarem pelo deserto ou se fixarem em território para construir grandes impérios.

Também são muito conhecidas as danças e músicas tradicionais africanas, marcadas pelos batuques e movimentos corporais bem acentuados, como o rebolado.

Vídeo sobre História cultural dos povos africanos:

A luta dos negros no Brasil

Dentre as lutas mais importantes estão os famosos “quilombos”*, o mais famoso deles chamado Palmares que durou 104 anos durante os quais negros, índios e alguns brancos fizeram uma aliança étnica contra a pratica da escravidão.

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Segundo o vereador do Partido dos Trabalhadores de Florianópolis e militante do Núcleo de Estudos Negros Marcio de Souza, atualmente um dos espaços privilegiados de organização da raca negra são as Escolas de Samba: “as escolas de samba representam uma organização silenciosa da população negra.

Negro na formação da sociedade brasileira

O negro da formação da sociedade brasileira foi o formador de diversas culturas, como a capoeira, algumas danças, algumas comidas e outros.

Vídeo sobre A luta dos negros no Brasil e o negro na formação da sociedade brasileira:

História dos povos indígenas

Diversos povos indígenas habitavam o Brasil muito tempo antes da chegada dos portugueses em 1500. Cada povo possuía sua própria cultura, religião e costumes. Viviam basicamente da caça, pesca e agricultura.

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Tinham um contato total com a natureza, pois dependiam dela para quase tudo. Os rios, árvores, animais, ervas e plantas eram de extrema importância para a vida destes índios. Por isso, os índios respeitavam muito a natureza.

Formação sociocultural brasileira

Os índios viviam em tribos e tinham na figura do cacique o chefe político e administrativo. O pajé era o responsável pela transmissão da cultura e dos conhecimentos. Era ele também que cuidava da vida religiosa e dos tratamentos medicinais, através da cura com ervas, plantas e rituais religiosos.

Vídeo sobre História dos povos indígenas e a formação sociocultural brasileira:

Conflitos da vida em sociedade

Nos dias atuas os conflitos em sociedade são bastantes complicados, pois agrava bastante a vida das pessoas com diversos problemas no dia a dia que poderiam ser resolvidos facilmente.

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Logo os conflitos fazem parte da vida em sociedade, não tem tem como uma sociedade viver sem conflitos.

Causas dos Conflitos em Sociedade

Os conflitos em sociedade são causados por diversos problemas o maior deles é a briga pelo poder, também temos a inveja e outros.

Vídeo sobre Conflitos da vida em sociedade:

FIM

Chegamos ao fim do poste onde falar da Diversidade Cultural, falando e explicando como foi feito até os dias atuais, assim tanto nos negócios quanto na vida pessoal. Se você gostou compartilhe nas redes sociais.

Carl Rogers – Teoria Humanista

Olá, pessoal, hoje teremos o post Carl Rogers – Teoria Humanista, este post faz parte da série de posts sobre educação e temas relacionados do Demonstre. 

Carl Rogers – Teoria Humanista

Carl Rogers foi um psicólogo americano que centrou-se em desenvolver uma terapia centrada no no paciente. Dessa forma ele trouxe uma visão não hierárquica à terapia e pilares para essa interação que até hoje é aplicada nos mais diversos cenários de interações humanas, incluindo assim o ambiente escolar (relação professor – aluno).

Teoria de Vygotsky - Pensamento e linguagem

Vídeo sobre Carl Rogers – Teoria Humanista

Hoje eu quero falar sobre um dos estudiosos da educação que nem sempre são lembrados nas nossas aulas durante a faculdade ou os cursos de aperfeiçoamento: Carl Rogers.

Rogers era piscólogo e por isso sua teoria ficou conhecida como humanista além de se basear em uma visão diferenciada do homem, concebia o desenvolvimento das habilidades como tendências naturais. É como se cada bebê nascesse com todas as estruturas preparadas para receber o conhecimento.

Abaixo, o vídeo do professor Felipo Bellini falando sobre Carl Rogers – Teoria Humanista:

Quem é Felipo Bellini?

FELIPO BELLINI, é professor e tradutor de inglês formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e pela Universidade de Cambridge. O professor Felipo Bellini possui mais de 10 anos de ensino em instituições de ensino básico e de ensino superior público e privado. Também criou o cursinho preparatório para a entrada em Instituições de ensino Federal, os IFs, o cursinho Garra, que obteve grandes resultados de aprovação. Além é claro de autor deste blog que vos fala, o Demonstre. Um empreendedor social que sempre busca a melhoria e a busca de inovações na área de educação.

Obrigado por acompanhar esse post sobre Carl Rogers – Teoria Humanista

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Você também pode gostar de:

https://demonstre.com/10-psicologos-humanistas/

Youtube do professor Felipo Bellini: https://bit.ly/2Oq3aPL

10 teóricos da economia

Olá pessoal hoje o demonstre traz um trabalho diferenciado, onde fala das teorias da economia, e neste dia vamos falar da história da economia, com os 10 teóricos da economia.

Onde vamos falar dessas etapas de desenvolvimento, do inicio ao fim falando e mostrando todas as etapas do processo do surgimento das teorias econômicas até os dias atuais, baseado nas origens.

Teóricos da Economia

A Economia se desenvolveu como ciência no decorrer dos últimos 500 anos, coincidindo com o desenvolvimento das práticas comercias e com a criação de estados nações. Para entendermos a dinâmica econômica atual, é imprescindível observar, como estavam organizadas as sociedades do passado, ou seja, de que forma se dava a relação entre os agentes econômicos.

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A economia nos dias atuais é um tema muito falado, pode ser pelo fato de que hoje as pessoas não tem um determinado controle sobre o seu dinheiro fazendo um mau uso dia após dia, deixando o dinheiro ser um problema na vida delas.

A propriedade deve ser privada

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É a propriedade pertencente a entidades não governamentais. O conceito é crucial e frequentemente empregado no contexto jurídico, onde é definido como o direito civil que “assegura ao seu titular diversos poderes, como usar, gozar e dispor de um item ou espaço, de modo absoluto, exclusivo e perene”. É também essencial no contexto do capitalismo, desempenhando um papel indispensável nas relações socioeconômicas na maioria dos países do mundo, onde tal sistema é adotado.

Direitos de propriedade

Direito de propriedade é o direito que indivíduos ou organizações têm de controlar o acesso a recursos ou ativos de que são titulares. O proprietário tem, sobre sua propriedade, o direito de uso, gozo e disposição. O direito de uso consiste em extrair da coisa todos os benefícios ou vantagens que ela puder prestar, sem alterar-lhe a substância. O direito de gozo consiste em fazer a coisa frutificar e recolher todos os seus frutos. O direito de disposição consiste em consumir a coisa, gravá la com ônus, aliená-la ou submetê-la a serviço de outrem.

Aristóteles

Aristóteles foi um filósofo grego, aluno de Platão e professor de Alexandre, o Grande. Seus escritos abrangem diversos assuntos, como a física, a metafísica, as leis da poesia e do drama, a música, a lógica, a retórica, o governo, a ética, a biologia e a zoologia.

Vídeo sobre Aristóteles:

Que é preço justo? – Mercados e moralidades

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O preço juto é o preço pago por um produto ou serviço, que o cliente se sente realizado com a compra, sem ter aquele pensamento de exploração. Um preço onde o trabalho compensa.

Tomás de Aquino

Tomás de Aquino, em italiano Tommaso d’Aquino, foi um frade católico da Ordem dos Pregadores italiano cujas obras tiveram enorme influência na teologia e na filosofia, principalmente na tradição conhecida como Escolástica, e que, por isso, é conhecido como “Doctor Angelicus”, “Doctor Communis” e “Doctor Universalis”.

Vídeo sobre Tomás de Aquino:

Dinheiro faz dinheiro

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O dinheiro faz dinheiro quando pessoas de conhecimentos, fazem com que esse dinheiro trabalhar por elas, investindo em negócios que iram lhe gerar um retorno. Pois também não adianta muito dinheiro em mãos de pessoas que não estão preparados para usar esse dinheiro.

Serviços financeiros

Serviços financeiros são um conjunto de produtos e serviços que contribuem para a melhor gestão dos negócios e aumentam sua competitividade. São disponibilizados por bancos e outras instituições financeiras para pessoas e empresas.

Família Medici

Médici foi uma dinastia política italiana. A família teve origem na região de Mugello na Toscana. O poder político dos Médici aumentou, até que passaram a governar Florença – embora oficialmente eles fossem apenas cidadãos comuns, em vez de monarcas.

Vídeo sobre Família Medici:

 Dinheiro causa inflação

Inflação é a força que desvaloriza nosso dinheiro através do aumento contínuo e generalizado dos preços de mercadorias e serviços prestados a população em geral. Ou seja, é o que faz nosso suado e tão desejado “dinheiro nosso de cada dia” valer menos.

Teoria quantitativa da moeda

A Teoria Quantitativa da Moeda é uma das duas principais teorias que analisam o equilíbrio da economia do lado monetário. Ela defende que o nível dos preços é determinado pela quantidade de moeda em circulação e pela sua velocidade de circulação.

Jean Bodin

Jean Bodin foi um jurista francês, membro do Parlamento de Paris e professor de Direito em Toulouse.Também adepto da teoria do direito divino dos reis, Jean Bodin tornou-se conhecido como o Procurador Geral do Diabo devido a sua incansável perseguição a feiticeiras e hereges.

Vídeo sobre Jean Bodin:

Livrai-nos dos produtos estrangeiros

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É um ditado que envolve ons produtos, mas não pelo fato de não prestarem, mas sim porque o produtos vindo de outros países são cobrados uma quantidade de juros enormes pela receita federal.

Protecionismo e comércio

Protecionismo é a teoria que propõe um conjunto de medidas econômicas que favorecem as atividades econômicas internas reduzindo o máximo a concorrência estrangeira. Essa política é oposta ao livre comércio, onde as barreiras governamentais ao comércio e circulação de capitais são mantidas a um mínimo.

Thomas Mun

Thomas Mun foi um escritor inglês de economia que tem sido chamado o último dos primeiros mercantilistas. Ele foi um dos primeiros a reconhecer a exportação de serviços, ou itens invisíveis, como comércio valioso, tendo feito argumentações precursoras em forte apoio ao capitalismo.

Vídeo sobre Thomas Mun:

A economia pode ser medida

A economia é medida de acordo com alguns requisitos, como a inflação o volume de compras de produtos, entre outros.

O cálculo da riqueza

É uma expressão que é muito usada nos dias atuais por conta de que as pessoas não controlam seu dinheiro, O cálculo é simples, toda e qualquer pessoa deve gastar menos do que ganha, e investir no mínimo 10% do que ganha.

Willian Petty

Sir William Petty foi um economista, cientista e filósofo britânico. Pioneiro no estudo da Economia Política, Petty propôs a utilização da métodos quantitativos – por ele chamados de aritmética política – como meio de análise da riqueza de um país.

Vídeo sobre Willian Petty:

Negociem as empresas – empresas de capital aberto

Empresa de capital aberto é uma sociedade anônima cujo capital social é formado por ações — títulos que representam partes ideais — livremente negociadas no mercado sem necessidade de escrituração pública de propriedade (por parte da pessoa física compradora).

Josiah child

Sir Josiah Child, 1st Barão foi um mercante e politico inglês. Ele foi um dos economistas proponentes do mercantilismo e governador da Companhia Britânica das Índias Orientais.

Vídeo sobre Josiah child:

A riqueza vem da terra

Resultado de imagem para Agricultura na economia

É uma expressão onde tenta mostrar as pessoas que a maior parte dos lucros é vinda do agronegócio, o mercado que mais cresce no mundo.

Agricultura na economia

A agricultura é uma prática econômica que consiste no uso dos solos para cultivo de vegetais a fim de garantir a subsistência alimentar do ser humano, bem como produzir matérias-primas que são transformadas em produtos secundários em outros campos da atividade econômica.

François Quesnay

François Quesnay — foi um médico e economista francês que se destacou como principal figura da escola dos fisiocratas. François Quesnay, médico e economista francês nascido em Méré, próximo a Paris, no dia 4 de Junho de 1694 e faleceu no dia 16 de dezembro de 1774. Quesnay viveu em 1758, na França.

Vídeo sobre François Quesnay:

Dinheiro e bens circulam entre produtores e consumidores

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O dinheiro sempre circula pois a sua ideia principal é essa, pois todos os dias as pessoas compram alguma coisa e outras vendem alguma coisa, pode ser um produto ou serviço.

O fluxo circular da economia

Basicamente existem 4 tipos de agentes na economia… as Famílias (consumidores), as Empresas (produtores), o Governo (quem tributa) e o Resto do Mundo (Famílias, Empresas e os Governos de outros países). Cada um possui um papel específico e realiza um tipo de ação que influencia todo o resto do fluxo. Na imagem acima, preferimos por simplificar o fluxo deixando só as famílias e as empresas, de tal modo que possamos demonstrar como ele funciona.

François Quesnay

François Quesnay — foi um médico e economista francês que se destacou como principal figura da escola dos fisiocratas. François Quesnay, médico e economista francês nascido em Méré, próximo a Paris, no dia 4 de Junho de 1694 e faleceu no dia 16 de dezembro de 1774. Quesnay viveu em 1758, na França.

Vídeo sobre François Quesnay:

As pessoas nunca pagam pela iluminação pública

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Uma expressão de Hume, que tenta explicar que pelo valor cobrado não é considerado um pagamento e sim uma ajuda de custo.

Fornecimento de bens e serviços públicos

É um serviço que é fornecido pelo governo para pessoas que vivem dentro de sua jurisdição, seja diretamente (através do setor público) ou pelo financiamento da prestação de serviços. O termo está associado a um consenso social (geralmente expresso por meio de eleições democráticas) de que certos serviços devem estar disponíveis a todos, independentemente da renda, da capacidade física ou da inteligência.

David Hume

David Hume foi um filósofo, historiador e ensaísta britânico nascido na Escócia que se tornou célebre por seu empirismo radical e seu ceticismo filosófico.

Vídeo sobre David Hume:

FIM

Chegamos ao fim da lista que fala das etapas da teoria da economia, falando e explicando como foi feito até os dias atuais, assim tanto nos negócios quanto na vida pessoal. Se você gostou compartilhe nas redes sociais.

O papel das instituições

Olá pessoal hoje o demonstre traz um trabalho diferenciado, onde fala das teorias da sociologia, e neste dia vamos falar da história da sociologia, com dos 10 Fundamentos da sociologia

Onde vamos falar sobre “O papel das instituições”, do inicio ao fim falando e mostrando todas as etapas do processo da criação da sociologia até os dias atuais, baseado nas origens.

O papel das instituições

No mundo atual é bem grande a quantidade de pessoas que são manipuladas por outras pensando que estão vivendo uma vida boa porque estão satisfazendo outras pessoas com o que estão fazendo, uma grande vilão dessa situação é a religião que as vezes tentar interromper o modo de viver das pessoas.

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Como a anomia é um estado de falta de objetivos, onde as pessoas vivem por viver sem saber onde querem chegar, tornado uma perda de identidade própria. Os padrões de vidas vividos atualmente por parte das pessoas, aliena as pessoas a viver sem sentido.

Já uma pequena parte da população mundial escolhe viver de maneira abundante, fazendo o que gosta, fazendo o que quer sem ninguém interferir na vida dessas pessoas, que muitas vezes são chamadas de loucas.

Religião

Religião é um conjunto de sistemas culturais e de crenças, além de visões de mundo, que estabelece os símbolos que relacionam a humanidade com a espiritualidade e seus próprios valores morais, onde a maioria das pessoas se deixam viver pelo o que a religião prega.

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Karl Marx

Karl Marx foi um filósofo, sociólogo, jornalista e revolucionário socialista. Nascido na Prússia, mais tarde se tornou apátrida e passou grande parte de sua vida em Londres, no Reino Unido.

Vídeo sobre Religião:

Anomia ou teoria da tensão

A anomia é um estado de falta de objetivos e regras e de perda de identidade, provocado pelas intensas transformações ocorrentes no mundo social moderno. A partir do surgimento do capitalismo e da tomada da razão como forma de explicar o mundo, há um brusco rompimento com valores tradicionais, fortemente ligados à concepção religiosa.

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Robert K. Merton

Robert King Merton, nascido Meyer R. Schkolnick, foi um sociólogo estadunidense considerado um teórico fundamental da burocracia, da sociologia da ciência e da comunicação de massa.

Vídeo sobre Anomia ou teoria da tensão:

Institucionalização

Institucionalização é o termo usado para descrever tanto o processo de, quanto os prejuízos causados a seres humanos pela aplicação opressiva ou corrupta de sistemas de controle sociais, médicos ou legais inflexíveis por instituições públicas, ou sem fins lucrativos criadas originalmente com fins e razões benéficas.

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Erving Goffman

Erving Goffman foi um cientista social, antropólogo, sociólogo e escritor canadense. Foi considerado “o sociólogo norte-americano mais influente do século XX”.

Vídeo sobre Institucionalização:

Governamentalidade

É o processo de analisar genealogicamente como ocorreram os processos históricos que transformaram a questão política da soberania real em governo estatal na modernidade. Sendo mais específico, é possível designar três coisas por governamentalidade.

Michel Foucault

Michel Foucault; Poitiers, 15 de outubro de 1926 — Paris, 25 de junho de 1984 foi um filósofo, historiador das ideias, teórico social, filólogo, crítico literário e professor da cátedra História dos Sistemas do Pensamento, no célebre Collège de France, de 1970 até 1984.

Vídeo sobre Governamentalidade:

Secularização. Deus está morto?

A secularização é um processo através do qual a religião perde a sua influência sobre as variadas esferas da vida social. Em outras palavras, está relacionado com o surgimento de um modo de vida que não mais está estruturado em torno de uma visão firmada em hábitos ligados à religiosidade.

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Bryan Wilson

Brian Douglas Wilson é um músico dos Estados Unidos. Ele foi o fundador, em 1961, dos Beach Boys. Foi o principal compositor americano na década de 1960 e um dos músicos mais criativos da música popular do século XX.

Vídeo sobre Secularização:

Teoria do rótulo

Esta teoria dá uma outra explicação para o processo desviante, onde o núcleo explicativo deve ser encontrado não nesses factores, mas nas normas que definem dado comportamento como desviante. Nenhum comportamento é desviante, mas torna-se desviante a partir do momento, em que ele é assim definido.

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Howard Saul Becker

Howard Saul Becker é um sociólogo americano que fez importantes contribuições para a sociologia do desvio, sociologia da arte e sociologia da música. Becker também escreveu extensivamente sobre estilos e metodologias de escrita sociológica.

Vídeo sobre Teoria do rótulo:

Crise da legitimação

legitimação é a ação de conferir legitimidade a um ato, um processo ou uma ideologia, de modo que se torne aceitável para uma comunidade. O poder é habitualmente legitimado através da autoridade. Enquanto “legitimidade” pressupõe consenso mais ou menos generalizado, a legitimação refere-se ao modo de obtenção desse consenso entre os membros de uma coletividade.

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Jürgen Habermas

Jürgen Habermas é um filósofo e sociólogo alemão que participa da tradição da teoria crítica e do pragmatismo, sendo membro da Escola de Frankfurt. Dedicou sua vida ao estudo da democracia, especialmente por meio de suas teorias do agir comunicativo, da política deliberativa e da esfera pública.

Vídeo sobre Crise da legitimação:

O currículo oculto

É um efeito colateral de uma educação, “lições aprendidas, mas não abertamente intencionadas”, como a transmissão de normas, valores e crenças transmitidos na sala de aula e no ambiente social. Deve ser mencionado que o intervalo é uma parte importante do currículo oculto.

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Samuel Bowles e Herbert Gintis

Samuel Stebbins Bowles é um economista estadunidense e professor Emérito da Universidade de Massachusetts Amherst, onde ele ministra cursos de microeconomia e a teoria das instituições.

Herbert Gintis é um economista americano, cientista comportamental e educador conhecido por suas contribuições teóricas para a sociobiologia, especialmente altruísmo, cooperação, teoria dos jogos epistêmicos, coevolução gene-cultura, salários de eficiência, forte reciprocidade e teoria do capital humano.

Vídeo sobre O currículo oculto:

Reprodução cultural e educação

A reprodução cultural, tal como a reprodução social, respeita à renovação da cultura ou das relações sociais, sem que haja uma modificação. A reprodução cultural é, frequentemente, tratada no âmbito das funções de reprodução do sistema escolar. É o caso de Bourdieu, que se interessou pelas funções do sistema escolar na reprodução cultural e também pelos efeitos de diferenciação cultural provocados igualmente pela escola.

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Paul Willis

Paul Willis é um cientista social britânico conhecido por seu trabalho em sociologia e estudos culturais. O trabalho de Paul Willis é amplamente lido nos campos da sociologia, antropologia e educação, seu trabalho enfatizando a cultura de consumo, socialização, música e cultura popular.

Vídeo sobre Reprodução cultural e educação:

https://youtube.com/watch?v=9OBGlGqxLXU

Pânicos morais

É o processo daqueles que a sociedade considera fora de seus padrões criando a imagem de “demônios populares”, o que resulta em uma reação desproporcional e contraprodutiva dessa mesma sociedade

Stanley Cohen

Stanley Cohen foi um sociólogo e escritor consagrado no campo da criminologia crítica. É a ele creditado o termo “pânico moral”, usado no estudo Folk Devils and Moral Panics, publicado em 1972, no qual analisa os meios de comunicação em massas do Reino Unido e a reação social ao fenômeno “mods e rockers” na década de 1960.

Vídeo sobre Pânicos morais:

FIM

Chegamos ao fim da lista que fala sobre O papel das instituições, falando e explicando como foi feito até os dias atuais, assim tanto nos negócios quanto na vida pessoal. Se você gostou compartilhe nas redes sociais.

Cultura e identidade

Olá pessoal hoje o demonstre traz um trabalho diferenciado, onde fala das teorias da sociologia, e neste dia vamos falar da história da sociologia, com dos 10 Fundamentos da Cultura e identidade.

Onde vamos falar dessas etapas de desenvolvimento, do inicio ao fim falando e mostrando todas as etapas do processo da criação da sociologia até os dias atuais, baseado nas origens.

Cultura e identidade

A cultura é grande diferente uma das outras variando de região por região, a cultura revela o que o cada lugar tem de melhor e também de ruim, sendo o conjunto de tradições, crenças e costumes de determinado grupo social.

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A identidade de cada lugar ou pessoa é toda baseada pela cultura deste, sendo o conjunto de caracteres próprios e exclusivos com os quais se podem diferenciar pessoas, animais, plantas e objetos inanimados uns dos outros.

O desenvolvimento do Eu – Etapa

É um processo onde a própria pessoa se preocupa em melhorar o seu modo de ser, o comportamento, a ajuda as outras pessoas, o modo de tratar as pessoas, sem discriminação a raça ou qualquer outro tipo. Quando as pessoas passam a se preocupar com si mesmo, tudo na vida deles muda principalmente o jeito de ser e pensar.

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George Herbert Mead

George Herbert Mead foi um filósofo americano de importância capital para a sociologia e a psicologia social, pertencente à Escola de Chicago. Juntamente com William James, Pierce e Dewey, Mead faz parte de uma corrente teórica da filosofia americana denominada de pragmatismo.

Vídeo sobre George Herbert Mead:

Hegemonia cultural – Etapa

Segundo Gramsci, quase nunca é possível o domínio bruto de uma classe sobre as demais, a não ser nas ditaduras abertas e terroristas. Para o pensador sardo, correlacionar poder e classes sociais é, certamente, um imperativo de método, mas uma classe dominante, para ser também dirigente, deve articular em torno de si um bloco de alianças e obter, pelo menos, o consenso passivo das classes e camadas dirigidas.

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Antonio Gramsci

Antonio Gramsci foi um filósofo marxista, jornalista, crítico literário e político italiano. Escreveu sobre teoria política, sociologia, antropologia e linguística.

Vídeo sobre Antonio Gramsci:

https://youtube.com/watch?v=rhZ9gpWpXYM

O processo civilizador – Etapa

É um trabalho influente na sociologia e a mais importante obra de Elias. Foi publicado pela primeira vez em dois volumes em 1939 em alemão como Über den Prozeß der Zivilisation. Por causa da Segunda Guerra Mundial, foi praticamente ignorado, mas ganhou popularidade quando foi republicado em 1999 e traduzido para o inglês. Cobrindo a história europeia de cerca do ano 800 a 1900, é a primeira análise formal e teoria da civilização. O processo civilizatório é hoje considerado como o trabalho fundador da Sociologia figuracional. Em 1998, a Internacional Sociological Association listou a obra como o sétimo livro sociológico mais importante do século 20.

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Norbert Elias

Norbert Elias foi um sociólogo alemão. De família judaica teve de fugir da Alemanha nazista, exilando-se em 1933 na França, antes de se estabelecer na Inglaterra, onde passou grande parte de sua carreira.

Vídeo sobre Norbert Elias:

A indústria cultural – Etapa

Indústria cultural é um termo desenvolvido para denominar o modo de produzir cultura no período industrial capitalista. Ele designa principalmente a situação da arte na sociedade capitalista industrial, marcado por modos de produção que visavam sobretudo o lucro.

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Herbert Marcuse

Herbert Marcuse foi um sociólogo e filósofo alemão naturalizado norte-americano, pertencente à Escola de Frankfurt. Está sepultado no Dorotheenstädtischer Friedhof em Berlim.

Vídeo sobre Herbert Marcuse:

Alienação do Eu – Etapa

A alienação do eu é o ato de uma pessoa querer ser o que não representa ela para apenas se sentir elogiado por outras pessoas. Nos dias atuais é muito comum a alienação da pessoa para agradar os demais.

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Erich Fromm

Erich Fromm foi um psicanalista alemão, filósofo e sociólogo, teve sua ascendência em uma família judia extremamente religiosa, da qual se originaram diversos rabinos. Ele mesmo desejava originalmente seguir este caminho. Cresceu em Frankfurt, onde inicialmente estudou direito, mudando depois ao estudo da sociologia em Heidelberg, doutorando-se lá em 1922 junto a Albert Weber sobre lei judaica.

Vídeo sobre Erich Fromm:

Identidade virtual e real – Etapa

Essas duas formas de identidade são a maioria da vida das pessoas de hoje, que nas redes sociais e em toda a internet demonstram ser uma pessoa, e na vida real são outra pessoa muito diferente do retratado.

Erving Goffman

Erving Goffman foi um cientista social, antropólogo, sociólogo e escritor canadense. Foi considerado “o sociólogo norte-americano mais influente do século XX”.

Vídeo sobre Erving Goffman:

Simulacros. Refazendo a realidade. Simplificando o mundo – Etapa

Simulacro é a imitação feita sobre algo ou alguém, uma representação imagética que engana por transmitir determinada coisa como real, sendo na realidade falsa ou incorreta.

Refazer a realidade é mudar a maneira de viver de acordo com o que a pessoa achar que é certo para ela.

Simplificar o mundo é tentar fazer com que as pessoas entendam que a vida não esse monstra que as pessoas pensam, e se deixar viver o melhor de si a cada dia.

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Jean Baudrillard

Jean Baudrillard foi um sociólogo e filósofo francês, nasceu em Reims, nordeste da França, em 27 de julho de 1929. Segundo declarou em entrevistas, seus avós eram camponeses, e seus pais eram funcionários públicos. Durante os seus estudos do ensino médio no Lycée Reims, ele entrou em contato com a patafísica (através do professor de filosofia Emmanuel Peillet), que é considerada crucial para a compreensão do pensamento posterior de Baudrillard.

Vídeo sobre Jean Baudrillard:

Identidade cultural – Etapa

Identidade cultural é o sentimento de identidade de um grupo, cultura ou indivíduo, na medida em que este é influenciado pela cultura do grupo a que pertença.

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Stuart Hall

Stuart Hall foi um teórico cultural e sociólogo jamaicano que viveu e atuou no Reino Unido a partir de 1951.

Vídeo sobre Stuart Hall:

 Nacionalismo – Etapa

O nacionalismo é uma tese ideológica, surgida após a Revolução Francesa. Em sentido estrito, seria um sentimento de valorização marcado pela aproximação e identificação com uma nação.

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Benedict Anderson

Benedict Richard O’Gorman Anderson foi um historiador e cientista político estadunidense, professor emérito na Universidade Cornell. Era irmão do historiador marxista Perry Anderson.

Vídeo sobre Benedict Anderson:

Sociologia cultural – Etapa

Sociologia cultural relacionada dizem respeito à análise sistemática da cultura, geralmente entendida como o conjunto de códigos simbólicos usados ​​por membros de uma sociedade, tal como se manifesta na sociedade.

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Jeffrey Alexander

Jeffrey C. Alexander é um dos mais importantes sociólogos norte-americanos da atualidade, professor de sociologia da Universidade de Yale, nos EUA e co-diretor do Centro de Sociologia Cultural deste mesmo departamento de ensino e pesquisa.

Vídeo sobre Jeffrey Alexander:

FIM

Chegamos ao fim da lista que fala das etapas de Fundamentos da Cultura e identidade, falando e explicando como foi feito até os dias atuais, assim tanto nos negócios quanto na vida pessoal. Se você gostou compartilhe nas redes sociais.

10 A vida moderna

Olá pessoal hoje o demonstre traz um trabalho diferenciado, onde fala das teorias da sociologia, e neste dia vamos falar da história da sociologia, com dos 10 Fundamentos da vida moderna.

Onde vamos falar dessas etapas de desenvolvimento, do inicio ao fim falando e mostrando todas as etapas do processo da criação da sociologia até os dias atuais, baseado nas origens, comentando sobre esse período.

A vida moderna

Esse é um tema bastante comentado nos dias atuais, onde as pessoas preocupam-se em ter status social, viver de aparência não buscando a felicidade. A vida moderna é viver nos grandes centros urbanos, ir a shopping centers, viver em meio a muita tecnologia.

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A vida moderna tem seus benefícios, mas também tem uma grande quantidade de defeitos, como: não ter uma grande liberdade por causa da grande violência, uma grande quantidade de pessoas viciadas em celulares, comidas enlatadas, drogas e outros.

A vida mental da metrópole

Fala que os problemas mais graves da vida moderna derivam da reivindicação que faz o indivíduo em preservar a autonomia e individualidade de sua existência em face das esmagadoras forças sociais, da herança histórica, da cultura externa e da vida técnica. É que a vida em sociedades urbanizadas é capaz de gerar conseqüências psicológicas nos indivíduos que dividem o espaço das cidades.

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Georg Simmel

Foi um sociólogo alemão. Professor universitário admirado pelos seus alunos, sempre teve dificuldade em encontrar um lugar no seio da rígida academia do seu tempo.

Vídeo sobre Georg Simmel:

O direito à cidade

Um direito coletivo, ao invés de individual, pois esta transformação inevitavelmente depende do exercício de um poder coletivo para dar nova forma ao processo de urbanização. O direito a fazer e refazer nossas cidades e nós mesmos é, como quero argumentar, um dos mais preciosos, e ainda assim mais negligenciados, de nossos direitos humanos.

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Henri Lefebvre

Foi um filósofo marxista e sociólogo francês. Estudou filosofia na Universidade de Paris, onde se graduou em 1920. Cunhou o termo “Direito à cidade” com o qual defendeu que a população deveria ter acesso à vida urbana e que foi desenvolvido no livro de mesmo nome publicado em 1968 em francês: “Le droit à la ville”.

Vídeo sobre Henri Lefebvre:

Comunidade urbana

Uma Comunidade Urbana, era uma área urbana portuguesa, um dos novos conceitos de subdivisão administrativa do país na altura da sua criação. Deviam ter um número de habitantes superior a 150 000 e inferior a 350 000. Nos dias atuais as pessoas vivem em grande maioria na comunidade urbana.

Jane Jacobs

Jane Butzner Jacobs foi uma escritora e ativista política do Canadá, nascida nos Estados Unidos. Sua obra mais conhecida é Morte e Vida de Grandes Cidades, na qual critica duramente as práticas de renovação do espaço público da década de 1950 nos Estados Unidos.

Vídeo sobre Jane Jacobs:

Sistemas de comunicação

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Niklas Luhmann

Niklas Luhmann foi um sociólogo alemão apontado como um dos principais autores das teorias sociais do século XX, deixando uma obra com mais de 14.000 páginas. Durante sua carreira acadêmica, Luhmann também abordou em seus estudos a política, as artes, economia, religião e os sistemas comunicacionais.

Vídeo sobre Niklas Luhmann:

Comunitarismo

O comunitarismo centra seus interesses nas comunidades e na sociedade e não no indivíduo, como o liberalismo faz. Eles creem que as comunidades são a base de todas as soluções para um mundo melhor e que o liberalismo não vem conferindo a importância que elas merecem, devido ao individualismo defendido pelo sistema liberal. Os comunitaristas acreditam que o individualismo do liberalismo prejudica as análises sobre as questões de nosso tempo, como, o aborto, o multiculturalismo, a liberdade de expressão, entre outras.

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Amitai Etzioni

Amitai Etzioni é um sociólogo germano-estadunidense-israelense. É um dos autores mais importantes da Abordagem Estruturalista mais precisamente da Teoria Estruturalista da Administração. Sociólogo e professor das Universidades de Columbia e de George Washington e membro do Instituto de Estudo de Guerra e Paz.

Vídeo sobre Amitai Etzioni:

Mcdonaldização

McDonaldização é uma reconceptualização da racionalização da e gestão científica. Onde Max Weber usou o modelo da burocracia para representar a direção desta sociedade em mudança, Ritzer vê o restaurante de fast-food como um paradigma contemporâneo mais representativo. O processo de McDonaldização pode ser resumido como a maneira pela qual “os princípios do restaurante fast-food começam a dominar mais e mais setores da sociedade norte-americana, bem como do resto do mundo.

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George Ritzer

George Ritzer é um sociólogo estadunidense que estuda os padrões americanos de consumo e a globalização, além de contribuir para a metateoria e a teoria social moderna e pós-moderna. Conforme verificado em março de 2012, Ritzer atualmente é professor da Universidade de Maryland.

Vídeo sobre George Ritzer:

Capital social

É a parcela do patrimônio líquido de uma empresa através de investimento na forma de ações (se for sociedade anônima) ou quotas (se for uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada) efetuado na companhia por proprietários ou acionistas. Abrange, não somente as parcelas entregues pelos acionistas, também os valores obtidos pela empresa que, por decisão dos acionistas, são adicionados no capital social sem devolução.

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Robert David Putnam

Robert David Putnam é um cientista político e professor norte-americano, com atuação na Universidade Harvard. Para Putnam, capital social refere-se a práticas sociais, normas e relações de confiança que existe entre cidadãos de uma dada sociedade. Sistema de participação que estimulam a cooperação.

Vídeo sobre Robert David Putnam:

Disneyzação

 disneyzação é um processo da sociologia que envolve a caltura infantil baseado no que é visto através do marketing.

Alan Bryman

Alan Bryman foi Professor de Pesquisa Organizacional e Social na Universidade de Leicester, antes disso, Bryman passou 31 anos na Universidade de Loughborough. Ele é mais conhecido por três áreas principais de trabalho.

Vídeo sobre Alan Bryman:

Gentrificação e vida urbana

A gentrificação corresponde ao processo de modificação do espaço urbano, em que áreas periféricas são remodeladas e transformadas em espaços nobres ou comerciais. A vida urbana é o processo de que as pessoas vivem a maioria atualmente em grandes centro muito pelo emprego, buscando uma melhor condição de vida.

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Sharon Zukin

Sharon Zukin é professora de sociologia especializada na vida urbana moderna. Ela leciona no Brooklyn College e no Graduate Center da City University of New York.

Vídeo sobre Sharon Zukin:

FIM

Chegamos ao fim da lista que fala das etapas da Vida Moderna, falando e explicando como foi feito até os dias atuais, assim tanto nos negócios quanto na vida pessoal. Se você gostou compartilhe nas redes sociais.

10 Fundamentos da sociologia

Olá pessoal hoje o demonstre traz um trabalho diferenciado, onde fala das teorias da sociologia, e neste dia vamos falar da história da sociologia, com dos 10 Fundamentos da sociologia

Onde vamos falar dessas etapas de desenvolvimento, do inicio ao fim falando e mostrando todas as etapas do processo da criação da sociologia até os dias atuais, baseado nas origens.

Fundamentos da sociologia

A Sociologia é uma ciência dedicada a nos ajudar a entender nossa sociedade e as formas que interagimos uns com os outros e com as estruturas institucionais.

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Os fundamentos da sociologia são vários aspectos que influenciam na vida das pessoas diariamente, pode ser no racismo, na diferença de valores, o lugar onde vive, e esses fundamentos nos explica como iso pode ser mudado, mostrando teorias de autores que defendem pessoas.

Espírito cívico – Fundamento

O espírito cívico é a cooperação entre as autoridades nacionais e a comunidade internacional que possibilitaram realizassem em condições satisfatórias. As leis de um país, as regras sociais, o respeito a si mesmo e aos outros. Todo cidadão deve conhecer os princípios de civilidade, ser civilizado. Somos animais racionais, logo, somos civilizados. A escola é a principal responsável por nos passar tais valores, conhecimentos. Por exemplo: ao votar em seu candidato, está exercendo um dever cívico.

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Adam Ferguson

Adam Ferguson, também conhecido como Ferguson of Raith foi um filósofo e historiador escocês. Tornou-se reconhecido após o século XX principalmente depois de Hayek enquadrá-lo como um dos autores mais importantes para o entendimento do liberalismo clássico, de Hume, Locke e Smith.

Vídeo sobre Adam Ferguson:

Positivismo e o estudo da sociedade – Fundamento

Foi uma corrente filosófica de pensamento fundada por Auguste Comte, o lema da bandeira do Brasil, “ordem e progresso” é uma frase positivista, ele acreditada que o único conhecimento válido é o conhecimento científico.

Auguste Comte

Isidore Auguste Marie François Xavier Comte foi um filósofo francês, fundador da Sociologia e do Positivismo, que trabalhou intensamente na criação de uma filosofia positiva.

Vídeo sobre Auguste Comte:

Feminismo e injustiça social – Fundamento

Feminismo é um conjunto de movimentos políticos, sociais, ideologias e filosofias que têm como objetivo comum: direitos equânimes e uma vivência humana por meio do empoderamento feminino e da libertação de padrões patriarcais, baseados em normas de gênero. A injustiça social nos dias atuais é muito grande, casos como desigualdade econômica é um problema que afeta atualmente a maioria dos países, mas principalmente os países menos desenvolvidos.

Harriet Martineau

Harriet Martineau foi uma jornalista, escritora, ativista e socióloga britânica. Harriet Martineau nasceu na Grã-Bretanha em uma família de huguenotes franceses. Ela é mais conhecida por seu compromisso social, como jornalista e como uma das fundadoras da sociologia.

Vídeo sobre Harriet Martineau:

Conflito de classes – Fundamento

O conflito de classes é um fenômeno social de tensão ou antagonismo que existe entre pessoas ou grupos de diferentes classes sociais devido aos competitivos interesses socioeconômicos e desejos dessas pessoas diante da lógica do modo de produção capitalista, dando forma a um conflito que se expressa nos campos econômico, ideológico e político.

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Karl Marx

Karl Marx foi um filósofo, sociólogo, jornalista e revolucionário socialista. Nascido na Prússia, mais tarde se tornou apátrida e passou grande parte de sua vida em Londres, no Reino Unido.

Vídeo sobre Karl Marx:

Funcionalismo – Fundamento

A sua interpretação de sociedade está diretamente relacionada com o estudo do fato social, que, segundo Émile Durkheim, apresenta características específicas: exterioridade e a coercitividade. O fato social é exterior, na medida em que existe antes do próprio indivíduo, e coercivo, na medida em que a sociedade se impõe, sem o consentimento prévio do indivíduo.

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Émile Durkheim

David Émile Durkheim foi um sociólogo, antropólogo, cientista político, psicólogo social e filósofo francês. Formalmente, criou a disciplina acadêmica da sociologia e, com Karl Marx e Max Weber, é comumente citado como o principal arquiteto da ciência social moderna e pai da sociologia.

Vídeo sobre Émile Durkheim:

Modernidade racional – Fundamento

É um processo no qual um número crescente de ações sociais se baseia em considerações de eficiência teleológica ou de cálculo, em vez de motivações derivadas da moral, da emoção, do costume ou da tradição.

Max Weber

Karl Emil Maximilian Weber foi um intelectual, jurista e economista alemão considerado um dos fundadores da Sociologia. Seu irmão foi o também famoso sociólogo e economista Alfred Weber.

Vídeo sobre Max Weber:

Imaginação sociológica – Fundamento

Imaginação sociológica significa olhar para as coisas de uma maneira diferente daquela a que estamos habituados na vida quotidiana mas sim olharmos numa perspectiva mais vasta.

Charles Wright Mills

Charles Wright Mills foi um sociólogo norte-americano. Mestre em arte, filosofia e sociologia pela Universidade do Texas, doutorou-se em sociologia e antropologia pela Universidade de Wisconsin. Foi professor de Sociologia das Universidades de Maryland e Columbia.

Vídeo sobre Charles Wright Mills:

Etnometodologia – Fundamento

É uma corrente sociológica desenvolvida primeiramente nos Estados Unidos a partir da década de 1960. Alguns anos depois, chegou à Europa. Trabalha com uma perspectiva de pesquisa compreensiva, em oposição à noção explicativa.

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Harold Garfinkel

Harold Garfinkel era um sociólogo americano, etnometodologista e professor emérito da Universidade da Califórnia, em Los Angeles. Ele é conhecido por estabelecer e desenvolver a etnometodologia como um campo de pesquisa em sociologia.

Vídeo sobre Harold Garfinkel:

Poder / resistência – Fundamento

Poder é o ato de realizar trabalhos involuntários e voluntários, com base em afetar ou ajudar algo, sendo que esse trabalho influencie na vida de alguém. Exemplo: se alguém tem você como exemplo para ela, você tem um poder na vida dela.

Resistência é o ato de alguém aguentar a levar pancada em em qualquer área da vida e continuar lutando.

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Michel Foucault

Michel Foucault; Poitiers, 15 de outubro de 1926 — Paris, 25 de junho de 1984 foi um filósofo, historiador das ideias, teórico social, filólogo, crítico literário e professor da cátedra História dos Sistemas do Pensamento, no célebre Collège de France, de 1970 até 1984.

Vídeo sobre Michel Foucault:

https://youtube.com/watch?v=s3u4RpkowAA

Performatividade de gênero – Fundamento

A performatividade é o processo global da constituição do gênero, da internalização das normas que se estilizam no corpo e criam um efeito de substância e criam um efeito de “eu” com gênero constante, a performance pode ser uma parte desse processo. Nesse sentido, a performatividade é um conceito que não é nem completamente determinado, nem radicalmente elegido, ela está fora dessa oposição.

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Judith Butler

Judith Butler é uma filósofa pós-estruturalista estadunidense, uma das principais teóricas da questão contemporânea do feminismo, teoria queer, filosofia política e ética. Ela é professora do departamento de retórica e literatura comparada da Universidade da Califórnia em Berkeley.

Vídeo sobre Judith Butler:

FIM

Chegamos ao fim da lista que fala das etapas de Fundamentos da sociologia, falando e explicando como foi feito até os dias atuais, assim tanto nos negócios quanto na vida pessoal. Se você gostou compartilhe nas redes sociais.

10 Desigualdades sociais

Olá pessoal hoje o demonstre traz um trabalho diferenciado, onde fala das teorias da sociologia, e neste dia vamos falar da história da sociologia, com dos 10 Desigualdades sociais.

Onde vamos falar dessas etapas de desenvolvimento, do inicio ao fim falando e mostrando todo o processo da criação da sociologia até os dias atuais, baseado nas origens e focando nas Desigualdades sociais.

Desigualdades sociais

As desigualdades sociais no mundo em que vivemos é um grande problema, não pelo dinheiro ser mau distibuído mais sim pela forma de pensar e agir dos próprios seres humanos.

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Os grandes problemas são o preconceito, o falar das pessoas, a falta de respeito uns com os outros, achar que é melhor do que os outros, não ajudar os outros quando prescisão.

O legado da industrialização

O legado da industrialização foi um grande desenvolvimento que tem modificado as relações entre países, classes, sexos e gerações, dando hegemonia econômica às nações ocidentais.

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Friedrich Engels

Friedrich Engels foi um empresário industrial e teórico revolucionário alemão que junto com Karl Marx fundou o chamado socialismo científico ou marxismo. Ele foi coautor de diversas obras com Marx, sendo que a mais conhecida é o Manifesto Comunista.

Vídeo sobre Friedrich Engels:

Linha de cor

É uma desordem moral, que cria as condições necessárias para a sua própria existência, e que se fortalece, recusando toda contradição. Ele pinta um retrato odioso de acordo com sua própria imaginação doentia, e distorce as características do original imaginando-as para se adequar ao retrato.

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Wiliam Edward Burghardt Du Bois

Foi um sociólogo, historiador, ativista, autor e editor. Nascido no interior do estado de Massachusetts, Du Bois cresceu em uma comunidade relativamente tolerante e integrada. Casou-se com Nina Gomer em 1896, com quem teve dois filhos: Burghart e Yolanda.

Vídeo sobre Wiliam Edward Burghardt Du Bois:

Pobreza relativa

Pobreza relativa ocorre quando um indivíduo ou uma família tem o mínimo necessário para subsistirem, mas não possuem os meios necessários para viver de acordo com a área onde estão inseridos, nem com pessoas de status social comparável.

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Peter Townsend

Foi o palafreneiro do rei Jorge VI do Reino Unido entre 1944 e 1952 e da rainha Elizabeth II entre 1952 e 1953. Townsend foi um dos notáveis pilotos da Batalha da Grã-Bretanha, servindo como oficial de comando no esquadrão n.° 85 da RAF, que voava com Hawker Hurricanes. Ele continuou a liderar a unidade mesmo sendo ferido em ação.

Vídeo sobre Peter Townsend:

Racismo

Racismo é o conjunto de teorias e crenças que estabelecem uma hierarquia entre as raças, entre as etnias, sendo o ato de discriminar as pessoas pela cor, ou escolha sexual. Sendo uma doutrina que as pessoas se acham superior a outras.

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Paul Gilroy

É um historiador britânico, escritor e acadêmico, que é professor de literatura americana e inglesa no King’s College, em Londres. Gilroy é um estudioso da Cultura diaspórica de Estudos Culturais e do Atlântico Negro com interesses nas “inúmeras manifestações da cultura negra negra “.

Vídeo sobre Paul Gilroy:

Habitus

Habitus é um sistema de disposições incorporadas, tendências que organizam as formas pelas quais os indivíduos percebem o mundo social ao seu redor e reagem a ele (em termos de classe social, religião, nacionalidade, etnia, educação, profissão etc.), como o habitus é adquirido através de mimesis e reflete a realidade vivida a que os indivíduos são socializados, sua experiência individual e oportunidades objetivas.

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Pierre Bourdieu

Pierre Félix Bourdieu foi um sociólogo francês. De origem campesina, filósofo de formação, foi docente na École de Sociologie du Collège de France.

Vídeo sobre Pierre Bourdieu:

https://youtube.com/watch?v=Qlc6GBeCO50

O gueto icônico

Gueto é uma região ou bairro de uma cidade onde residem pessoas de uma mesma etnia, que saíram de seu país por diversos motivos. Gueto também é utilizado para designar qualquer estilo de vida ou de existência. O gueto é formado por um grupo minoritário de pessoas, que acabaram se unido devido a circunstâncias sociais e econômicas.

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Elijah Anderson

Ele detém o William K. Lanman, Jr. Professor em Sociologia na Universidade de Yale, onde ensina e dirige o Projeto de Etnografia Urbana. Anderson é um dos principais etnógrafos urbanos e teóricos culturais da nação.

Vídeo sobre Elijah Anderson:

Desigualdade de classes

A desigualdade de classes, inclui- se na sociedade, a partir das diferenças de renda, de riqueza e pobreza, de acesso à educação, e status social. Pessoas de família pobre, sem escolaridade, têm menos chances de alcançar o objetivo de entrar para a classe média ou alta, têm menos oportunidades de exercer um bom cargo em uma empresa, de receber um bom salário. Com isso os ricos tem as melhores oportunidades, e cargos de bons salário, mantendo-se na classe alta, e os pobres não têm chance alguma permanecendo na classe baixa.

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Richard Sennett

Richard Sennett é um sociólogo e historiador norte-americano, professor da London School of Economics, do Massachusetts Institute of Technology e da New York University. É também romancista e músico. Casado com a socióloga Saskia Sassen, sua obra mais conhecida é O declínio do homem público.

Vídeo sobre Richard Sennett:

Masculinidade Hegemônica

Masculinidade hegemônica faz parte da teoria da ordem de gênero de Raewyn Connell que reconhece múltiplas masculinidades que variam ao longo do tempo, da cultura e do indivíduo. A masculinidade hegemônica é definida como a configuração atual da prática que legitima a posição dominante dos homens na sociedade e justifica a subordinação das mulheres e outras formas marginalizadas de ser um homem.

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Robert William Connell

Raewyn Connell é uma cientista social australiana, conhecida por seu trabalho nos campos da sociologia, educação, estudos de gênero, ciência política e história. Atualmente é professora da Faculdade de Educação e Serviço Social da Universidade de Sydney e Fellow da Academy of Social Sciences in Australia desde 1996.

Vídeo sobre Robert William Connell:

Feminismo e interseccionalidade

É o estudo da sobreposição ou intersecção de identidades sociais e sistemas relacionados de opressão, dominação ou discriminação. A teoria sugere e procura examinar como diferentes categorias biológicas, sociais e culturais, tais como gênero, raça, classe, capacidade, orientação sexual, religião, casta, idade e outros eixos de identidade interagem em níveis múltiplos e muitas vezes simultâneos. Este quadro pode ser usado para entender como a injustiça e a desigualdade social sistêmica ocorrem em uma base multidimensional.

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Bell Hooks

Gloria Jean Watkins, mais conhecida pelo pseudônimo bell hooks, é uma autora, teórica feminista, artista e ativista social estadunidense. O nome “bell hooks” foi inspirado na sua bisavó materna, Bell Blair Hooks.

Vídeo sobre Bell Hooks:

Patriacardo

Patriarcado é um sistema social em que homens adultos mantêm o poder primário e predominam em funções de liderança política, autoridade moral, privilégio social e controle das propriedades. No domínio da família, o pai mantém a autoridade sobre as mulheres e as crianças.

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Sylvia Walby

Sylvia Theresa Walby, OBE, FAcSS é uma socióloga britânica, atualmente professora de Sociologia na Universidade de Lancaster. Ela tem um doutorado honorário da Queen’s University Belfast para distinção em sociologia.

Vídeo sobre Sylvia Walby:

FIM

Chegamos ao fim da lista que fala das etapas de Desigualdades sociais, falando e explicando como foi feito até os dias atuais, assim tanto nos negócios quanto na vida pessoal. Se você gostou compartilhe nas redes sociais.

10 Etapas de Produção e pós produção

Olá pessoal hoje o demonstre traz um trabalho diferenciado, onde fala das teorias de negócios, e neste dia vamos falar da Produção e pós produção, com as 10 etapas de Produção e pós produção.

Onde vamos falar dessas etapas de Produção, do inicio ao fim falando e mostrando todas as etapas do processo de um projeto empreendedor, buscando fazer com que as pessoas possam ultrapassar as barreiras de uma forma não tão sofrida.

Produção e pós produção

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A produção é um processo que envolve muito esforço para que seja feito um trabalho que os desperdícios sejam o menor possível. O processo de produção envolve o antes da produção e a produção em si, pelo fato de antes ter que se planejar, e na hora fazer como o planejado.

A pós produção é a parte complexo, considerada difícil, pois vai ser a busca da perfeição, mas de modo que os clientes que vão opinar, como os feedback positivos e negativos, sendo que isso vai ser um processo de estudar mais para melhorar.

Produção enxuta – Etapa

Produção enxuta pode ser visto como uma produção focada em ter o mínimo de desperdício possível, entregando ao cliente o que ele deseja, na hora que deseja, e feito da maneira certa na primeira vez.

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Os 7 tipos de desperdício, MORI MORA MUDA, estratégia enxuta, Lead time, superprocessamento, redução de desperdício – Taiichi Ohno

Eliminar os desperdícios é o primeiro passo para a produção enxuta, desperdícios esses que são: Produção em excesso, espera, processamento desnecessário, estoque, trasporte, movimentação, correção.

Muda é qualquer atividade que consuma recursos sem criar valor para o cliente. Mura é a falta de regularidade em uma operação, como altos e baixos na programação causados não pela demanda do cliente final, mas pelo sistema de produção. Muri é a sobrecarga de equipamentos ou operadores, exigindo que operem em ritmo mais intenso.

Lean, ou mentalidade enxuta, é a busca pelos desperdícios que podem ocorrer cotidianamente numa empresa. O conceito é extremamente simples: desperdício é tudo que consome recursos, mas não agrega valor ao cliente.

Taiichi Ohno é considerado o criador do Sistema Toyota de Produção e o pai do Sistema Kanban. Nascido em Dairen, cidade da região da Manchúria na China, em 1912, formou-se em Engenharia Mecânica no Instituto de Tecnologia de Nagoya. Entrou para a Toyota Spinning and Wearing em 1932. Logo cedo na sua carreira ele expandiu as idéias desenvolvidas por Kiichito Toyoda para reduzir perdas na produção, iniciando a experimentação e o desenvolvimento de metodologias de produção que diminuíssem o tempo de fabricação dos componentes principais dos produtos e a criação de sub-linhas de montagens que dessem suporte a linha de produção final.

Vídeo sobre Taiichi Ohno:

Simplifique processos – Etapa

Simplificar processos é diminuir o tempo de serviço aumentando a produção, isso pode ser fito com ajuda de sistemas inteligentes, maquinas, automatização de processos, entre outros.

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Simplificando processos, elimine os passos desnecessários, produção em massa, produção padronizada, falando com o comprador, serviços simples – Michael Dell

O processo de simplificação consiste em observar o empresa, ter  visão do que está sendo feito que não está agregando nenhum valor, e tentar tirar isso de dentro da empresa, para alcançar os devidos resultados.

Michael Saul Dell é um empresário norte-americano. É o presidente e fundador da Dell, uma das maiores fornecedoras de produtos eletrônicos e de tecnologia do mundo. Michael Dell é o presidente do conselho de administração e executivo-chefe da Dell, fundou a empresa com U$ 1.000 em 1984 aos 19 anos.

Vídeo sobre Michael Dell:

Ideal de Juran – Etapa

A partir de Juran, a qualidade passa a ser definida como o “desempenho do produto que resulta em satisfação do cliente”, ou seja, a qualidade deixa de ser algo apenas estatístico (ausência de deficiências) e passa a englobar a satisfação do cliente e o esforço para se evitar a “não satisfação” ocasionada por produtos defeituosos ou que ficam aquém da expectativa do cliente.

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Redução de desperdício, melhorar a produtividades, reinvestindo o lucro – Joseph Juran

A redução do desperdício de uma em presa é ideal, pelo fato de que quanto menos desperdiçar, mais terá lucro, e com mais lucros, pode  ser investido muito mais.

Joseph Moses Juran foi um consultor de negócios famoso por seu trabalho com qualidade e gestão da qualidade.

Vídeo sobre Joseph Juran:

KAIZEN – Etapa

É a filosofia ou práticas que incidem sobre a melhoria contínua dos processos de manufatura, engenharia, gestão de negócios ou qualquer processo como até mesmo na área da saúde, psicoterapia, life-coaching, governos, bancos e outras indústrias.

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O jeito Toyota, círculos de qualidade, Diagrama espinha de peixe, empoderamento, os efeitos kaizen, as recompensas do risco – Akio Morita

Todos na empresa devem estar comprometidos com a melhoria contínua e com o respeito às pessoas.

Completando o ciclo em que começamos, é importante relembrar que todos na empresa são diariamente responsáveis pela melhoria contínua. Trabalho em equipe e pequenas melhorias constantes permitem grandes inovações.

Akio Morita foi um inventor, empresário japonês, co-fundador da Sony Corporation.

Vídeo sobre Akio Morita:

Aplicando e testando ideias – Etapa

Aplicar ideias é testar novos conceitos, no ato inovar para que seja possível sair a frente do mercado, fazendo a diferença se a ideia não der certo, vai ser um aprendizado.

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Pesquisa e desenvolvimento – Preenchendo lacunas, mais produtos com mais freqüência, posicionamento global

Preencher lacunas é procurar erros e tentar corrigir o mais rápido possível, e os produtos com mais frequência é tentar sair na frente no mercado, o posicionamento global é ter um legado que fale bem da sua empresa.

Vídeo sobre Damon Darlin:

Feedback e inovação – Etapa

Ofeedback positivo gera segurança psicológica: segurança psicológica é garantir que o funcionário esteja em um ambiente (seja ele a empresa, um time ou departamento) em que seja emocionalmente “seguro” falhar e errar. Ou seja, é sentir a tranquilidade de que um eventual erro decorrente de assumir um risco não seja sinônimo de stress e ansiedade.

feedback pela informação, crowdsourcing, seus clientes ensinam

O feedback pela informação e a capacidade de receber ideias construtivas de pessoas que realmente vão fazer a diferença. Crowdsourcing é um distribuidor de resolução de problemas e modelo de produção on-line (Daren C. Brabham). Dessa forma, no uso clássico do termo, os problemas são lançados a um grupo de ‘agentes de resolução’ de modo que estes sejam entendidos como demandas de oportunidade.

Vídeo sobre Feedback e inovação:

A qualidade vende – Etapa

Uma expressão que mostra a realidade do mercado nacional, pois produtos bons fazem a diferença, podem ter um valor mais alto mais o cliente compra pelo fato de ter qualidade, e mesmo sem propaganda os cliente felizes vão fazer a propaganda.

Definição de qualidade, o que é qualidade, alta qualidade, serviços de qualidade, valor agregado, fidelidade a marca – W. Edwards Deming

Qualidade tem a ver , primordialmente, com o processo pelo qual os produtos ou serviços são materializados. Se o processo for bem realizado, um bom produto final advirá naturalmente. A Qualidade reside no que se faz – aliás – em tudo o que se faz – e não apenas no que se tem como conseqüência disso. Ou, em outras palavras, todos os processos de uma determinada atividade são importantes; se os processos forem desenvolvidos com qualidade, o produto final terá qualidade.

William Edwards Deming foi um estatístico, professor universitário, autor, palestrante e consultor estadunidense. Deming é amplamente reconhecido pela melhoria dos processos produtivos nos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, sendo porém mais conhecido pelo seu trabalho no Japão.

Vídeo sobre W. Edwards Deming:

Obsolescência programada – Etapa

Obsolescência programada é a decisão do produtor de propositadamente desenvolver, fabricar, distribuir e vender um produto para consumo de forma que se torne obsoleto ou não-funcional especificamente para forçar o consumidor a comprar a nova geração do produto.

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Manutenção de vendas, estilo atualizado, novidades, ansiedade de status – Marshall Mcluhan

A manutenção de venda é treinar e qualificar sua equipe, e dar a devida motivação para que busquem por grandes resultados. Nos dias atuais é impossível uma empresa sobreviver sem vendas, e para não ficar sem vendas é ideal treinar sua equipe.

Herbert Marshall McLuhan foi um destacado educador, intelectual, filósofo e teórico da comunicação canadense. Conhecido por vislumbrar a Internet quase trinta anos antes de ser inventada. Famoso também por sua máxima de que O meio é a mensagem e por ter cunhado o termo Aldeia Global.

Vídeo sobre Obsolescência programada:

Gestão baseada em tempo – Etapa

Pode-se afirmar que competição baseada em tempo é a interação entre a empresa e o mercado como um todo, através da estruturação de estratégias de concorrência e gestão baseada em tempo é a maneira como a empresa se organiza internamente visando a redução do tempo de produção. Para competir baseado em tempo é necessário o alinhamento estratégico da empresa.

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ASD, comparando abordagens, processo linear, abordagem de engenharia simultânea

É a importância do levantamento de informações internas da empresa, informações externas englobando concorrência, mercado e ambiente, na análise do posicionamento da empresa neste ambiente, e em quais seriam então suas ameaças a serem evitadas e oportunidades a serem aproveitadas de modo a traçar uma rota a ser seguida pelas organizações. As principais diferenças entre as perspectivas dos autores e direcionamentos para futuros desenvolvimentos teóricos são discutidos.

Vídeo sobre Gestão baseada em tempo:

Método do caminho crítico – Etapa

É uma tarefa crítica quando o tempo mais cedo da tarefa é igual ao tempo mais tarde que a tarefa pode ter sem alterar a data final do projeto. O caminho crítico é a sequência de atividades que devem ser concluídas nas datas programadas para que o projeto possa ser concluído dentro do prazo final. Se o prazo final for excedido, é porque no mínimo uma das atividades do caminho crítico não foi concluída na data programada.

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CPA – ferramenta de planejamento, Economia de tempo, Rede de processo crítico – Jeames Kelley

A ferramenta de planejamento seja ela qual for é ideal para o desenvolvimento dos negócios e principalmente para as tarefas dia a dia. com a ferramenta pode economizar tempo e investir esse tempo em outro trabalho.

Kelley é um juiz do Tribunal da Commonwealth da Pensilvânia. Ele foi um membro democrata do Senado do Estado da Pensilvânia de 1973 a 1988. Ele freqüentou o St. Vincent College e a Columbus School of Law na Catholic University of America. Foi comissário do condado no condado de Westmoreland de 1968 a 1974.

Vídeo sobre Jeames Kelley:

FIM

Chegamos ao fim da lista que fala das etapas de Produção e pós produção, falando e explicando como lidar com as situações dos negócios, assim tanto nos negócios quanto na vida pessoal. Se você gostou compartilhe nas redes sociais.

A história de Tiradentes

Um dos temas mais que podemos tratar como obrigatório dentro da Educação Infantil é a história de Tiradentes e da Inconfidência Mineira.

A história de Tiradentes

Mas apesar disso, muito de nós educadores ainda temos dificuldade de como abordar esse tema. Pensando nisso, preparamos esse material que vai ajudar acabar de vez com as dúvidas sobre o assunto.

Plano de Aula Simplificado – A história de Tiradentes para 1º e 2º ano do Ensino Fundamental

Tema: Tiradentes

Área de Conhecimento: História e Português

Objetivos:

  • Conhecer a história de Tiradentes e como ele se tornou herói nacional.
  • Trabalhar a linguagem e coordenação

Desenvolvimento e Atividades

  • Conte a história de Tiradentes para que as crianças aprendam a história do Brasil de forma lúdica e divertida. (Atenção apenas para não explicitar a forma como Tiradentes foi morto, já que o mesmo teve uma morte extremamente brutal e agressiva).
  • Trabalhe a discussão do tema em sala, para fortalecer o entendimento.
  • Entregue folhas de atividades, para trabalhar a linguagem e fixar o  aprendizado sobre o tema.

Veja alguns modelos:

Atividades Dia de Tiradentes

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Plano de Aula Simplificado – A história de Tiradentes para 3º e 4º ano do Ensino Fundamental

Para os alunos  deste nível, recomenda-se trabalhar de  forma mais profunda a  vida e obra de Tiradentes.

Tema: Tiradentes

Área de Conhecimento: História e Português

Objetivos:

  • Conhecer de forma mais detalhada o porquê do dia de Tiradentes em 21 de abril;
  • Conhecer a importância do líder político conhecido como Tiradentes;
  • Entender o movimento conhecido como Inconfidência Mineira e sua importância para o contexto nacional.
  • Desenvolver a capacidade de efetuar pesquisa em diferentes fontes.
  • Aprimorar a linguagem escrita e oral.
  • Linguagem Oral
  • Organização e trabalho em grupo.

Desenvolvimento: 

  1. Dividir a sala em  grupos e pedir para que os alunos façam pesquisas na internet, livros e revistas sobre tudo que refere-se ao  termo : Tiradentes.   Como  sugestão de pesquisa deverão ser passado os seguintes tópicos, sendo que cada grupo  deverá se aprofundar em assunto em específico :
  • Quem foi Tiradentes;
  • Tiradentes no Movimento da Inconfidência Mineira;
  • Tiradentes e suas diferentes “profissões”;
  • Vida  e morte de Tiradentes;
  • Cidade e/ou bairro de Tiradentes;
  • O porquê do nome “Tiradentes”;
  • Aspecto histórico-social da época de Tiradentes;
  • Costumes da época (arquitetura, moda);
  • Principais atividades econômicas do Brasil na época

2. Após a  pesquisa, reúna os  grupos e peça para eles montarem  cartazes , desenhos , recortes, sobre o assunto.

3.Depois vamos  para os  grupos de debates.  Cada  grupo apresentará o que pesquisou e  também mostrará os seus cartazes  ou qualquer arte que tenha preparado.

Vídeo da história de Tiradentes

Veja também:

E  não deixe  ver  de outros  personagens da nossa história:

https://demonstre.com/dia-da-consciencia-negra/
https://demonstre.com/guerra-de-canudos/
https://demonstre.com/dia-da-revolucao-e-do-soldado-constitucionalista-plano-de-aula/

Teoria do Gênero

Olá pessoal, o post de teorias de hoje é sobre “Teoria do Gênero”. Espero que gostem de mais esse post sobre Teoria. Vamos começar:

Teoria do Gênero

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É uma teoria sobre o gênero que afirma que a orientação sexual e a identidade sexual ou de género dos indivíduos são o resultado de um constructo social e que, portanto, não existem papéis sexuais essencial ou biologicamente inscritos na natureza humana, antes formas socialmente variáveis de desempenhar um ou vários papéis sexuais.

Entendendo a Teoria do Gênero

Os estudos queer constituem um corpus grande e variado de empreendimentos dispersos por áreas como os estudos culturais, a sociologia da sexualidade humana, antropologia social, psicologia, educação, filosofia, artes, entre outras.

História da Teoria do Gênero

A teoria queer teve origem nos Estados Unidos em meados da década de 1980 a partir das áreas de estudos gay, lésbicos e feministas, tendo alcançado notoriedade a partir de fins do século passado. Fortemente influenciada pela obra de Michel Foucault, a teoria queer aprofunda as críticas feministas à ideia de que o gênero é parte essencial do ser individual e as investigações de estudos gays/lésbicos sobre o constructo social relativo à natureza dos actos sexuais e das identidades de gênero. Enquanto os estudos gays/lésbicos se centravam na análise das classificações de “natural” ou “contra-natural” em relação aos comportamentos homossexuais, a teoria queer expande o âmbito da análise para abranger todos os tipos de actividade sexual e de identidade classificados como “normativos” ou “desviantes”.

Criador da Teoria do Gênero – Michel Foucault

Foi um filósofo, historiador das ideias, teórico social, filólogo, crítico literário e professor da cátedra História dos Sistemas do Pensamento, no célebre Collège de France, de 1970 até 1984 (ano da sua morte). Suas teorias abordam a relação entre poder e conhecimento e como eles são usados ​​como uma forma de controle social por meio de instituições sociais.

Vídeo sobre o criador da teoria:

Consequências – Teoria do Gênero

Normalmente, os críticos da teoria estão preocupados com o fato de que a abordagem obscurece ou destaca completamente as condições materiais que sustentam o discurso. Tim Edwards argumenta que a teoria queer extrapola muito amplamente da análise textual ao realizar um exame do social.

Regra – Teoria do Gênero

A teoria diz que constituem um corpus grande e variado de empreendimentos dispersos por áreas como os estudos culturais, a sociologia da sexualidade humana, antropologia social, psicologia, educação, filosofia, artes, entre outras.

Teoria do Gênero no Cotidiano

A teoria do Gênero é usada em nosso dia a dia, ainda mais hoje que em nosso cotidiano que a grande quantidade de paradigmas em relação ao preconceito de gênero, podendo mudar esse contexto.

2 Filmes sobre a Teoria do Gênero

Billy Elliot (2000)

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Sinopse do filme – Billy Elliot (2000)

O pai de Billy o envia para a academia para aprender boxe, mas Billy não gosta do esporte. Certo dia, vê por acidente uma aula de balé que estava acontecendo no ginásio, enquanto seu estúdio estava temporariamente sendo usado como uma cozinha de sopa para os mineiros em greve . Sem o conhecimento de Jackie , Billy inicia a aula de balé . Quando Jackie descobre isso, ele proíbe Billy de retornar para o ballet. Mas , apaixonado pela dança, Billy continua secretamente a participar das aulas, contando com a ajuda de sua professora de dança Sandra Wilkinson (Julie Walters).

O Sorriso de Monalisa (2003)

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Sinopse do filme – O Sorriso de Monalisa (2003)

Recria a atmosfera e os costumes do início da década de 1950. Conta a história de Katherine Watson, uma professora de história da arte que, educada na liberal Universidade de Berkeley, na Califórnia, enfrenta uma escola feminina, tradicionalista – Wellesley College, onde as melhores e mais brilhantes jovens mulheres dos Estados Unidos recebem uma dispendiosa educação para se transformarem em cultas esposas e responsáveis mães. No filme, a professora irá tentar abrir a mente de suas alunas para um pensamento liberal, enfrentando a administração da escola e as próprias garotas. O maior desafio para essa professora será fazer com que suas alunas assumam sua identidade cultural como ser social e histórico. Esse filme nos traz a visão mais ampla de novos conhecimentos.

Teoria do Gênero em sala de aula

A teoria pode usada em sala de aula de diversas maneiras para fazer com que alunos sejam o mais correto possível em relação ao assunto. Como tentar eliminar o preconceito em relação a escolha sexual, para que os alunos tenham mais amor ao próximo, para que possam entender a teoria na prática. Com algumas atividades, dinâmicas, brincadeiras na sala de aula, pesquisas em livros antigos.

2 Vídeos no youtube falando sobre a Teoria do Gênero

Vídeo 1 sobre a Teoria do Gênero

Vídeo 2 sobre a Teoria do Gênero

https://youtube.com/watch?v=WitR4N-Tme0

FIM

Bom pessoal, aqui foi mais um post sobre teoria, hoje falamos sobre Teoria do Gênero, mostrando seus princípios. Obrigado por pesquisar sobre Teoria do Gênero, se você gostou compartilhe.

Teoria de Jean Piaget

Olá pessoal, o post de teorias de hoje é sobre “Teoria de Jean Piaget”. Espero que gostem de mais esse post sobre Teoria. Vamos começar:

Teoria de Jean Piaget

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Entendendo a Teoria de Jean Piaget

Conhecida como Teoria cognitiva foi criada para explicar o desenvolvimento cognitivo humano. Essa característica da sua obra a tornou uma das maiores contribuições para a psicologia do desenvolvimento, pois muitos psicólogos incluindo Piaget tiveram a certeza que a construção do ser humano é um processo que vai acontecendo ao longo da vida das crianças.

História da Teoria de Jean Piaget

Surgiu nos Estados Unidos entre as décadas de 1950 e 1960 como uma forma de crítica ao Comportamentalismo, que postulava, em linhas gerais, a aprendizagem como resultado do condicionamento de indivíduos quando expostos a uma situação de estímulo e resposta.

Criador da Teoria – Jean Piaget

Foi um biólogo, psicólogo e epistemólogo suíço, considerado um dos mais importantes pensadores do século XX. Defendeu uma abordagem interdisciplinar para a investigação epistemológica e fundou a Epistemologia Genética, teoria do conhecimento com base no estudo da gênese psicológica do pensamento humano.

Vídeo sobre a vida de Jean Piaget:

https://youtube.com/watch?v=l51yF_CNEKs

Consequências – Teoria de Jean Piaget

A teoria envolve processos cognitivos envolvem, portanto, habilidades relacionadas ao desenvolvimento do pensamento, raciocínio, linguagem, memória, abstração etc. têm início ainda na infância e estão diretamente relacionados à aprendizagem.

Regra – Teoria de Jean Piaget

A teoria diz que é preciso compreender a ação do sujeito no processo de construção do conhecimento. Apesar de diferenças entre suas teorias, procuraram compreender como a aprendizagem ocorre no que se refere às estruturas mentais do sujeito e sobre o que é preciso fazer para aprender.

Teoria de Jean Piaget no cotidiano

A teoria pode ser aplicada em sala de aula, para compreender o conhecimento dos alunos e também fazer com que seja adquirido mais rápido.

2 Filmes sobre a Teoria de Jean Piaget

Alexandria (2009)

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O filme relata a história de Hipátia, filósofa e professora em Alexandria, no Egito entre os anos 355 e 415 d.C. Única personagem feminina do filme, Hipátia ensina filosofia, matemática e astronomia na Escola de Alexandria, junto à Biblioteca.

Sinopse do filme – Alexandria (2009)

Em Alexandria, no ano de 391, Hipátia é professora de astronomia e matemática, além de filósofa. Um dos seus alunos, Orestes, está apaixonado por ela, assim como o seu escravo Davus. Juntos, eles deverão lutar contra extinção da biblioteca local e outras grandes instituições, que não devem sobreviver quando o Cristianismo ganha poder político na cidade.

Trailer sobre o filme Alexandria (2009):

2 Experiencias sobre Teoria de Jean Piaget

Experiencias sobre Teoria – Assimilação

O processo de assimilação de uma criança ocorre quando algo novo lhe é demonstrado, ou seja, quando a mesma tem uma experiência nova e tenta moldar o novo ensinamento ao seu rol de conhecimento, em suas estruturas cognitivas passadas. Podemos demonstrar um exemplo desse tipo de processo da seguinte forma: Uma criança que convive com um cachorro, ao ver um gato pela primeira vez, o chamará de cachorro devido a ser um quadrúpede, assim como o cachorro. Ao ser corrigido por um adulto que diz que aquele animal é um gato, após assimilar a informação de que aquilo é um gato e não um cachorro, a criança acrescentará uma nova estrutura cognitiva, que passará a chamar-se gato.

Experiencias sobre Teoria – Acomodação

O processo de acomodação acontece quando acontece uma modificação de uma estrutura do objeto para que seja incluídas novas informações. Podendo criar um novo esquema ou modificar, acrescentando ou alterando totalmente a sua configuração. Apos o indivíduo fazer o processo de acomodação volta-se para o ciclo de assimilação, sendo assim, podemos dizer que a acomodação é compreendida pela atividade de um sujeito para com o objeto e não somente do próprio objeto.

2 Vídeos no youtube falando sobre a Teoria de Jean Piaget

Vídeo 1 sobre a Teoria de Jean Piaget

Vídeo 2 sobre a Teoria de Jean Piaget

FIM

Bom pessoal, aqui foi mais um post sobre teoria, hoje falamos sobre Teoria de Jean Piaget, mostrando seus princípios. Obrigado por pesquisar sobre Teoria de Jean Piaget, se você gostou compartilhe.

Teoria dos Atos de Comércio

Olá pessoal, o post de teorias de hoje é sobre “Teoria dos Atos de Comércio”. Espero que gostem de mais esse post sobre Teoria. Vamos começar:

Teoria dos Atos de Comércio

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Adotado pelo Código Napoleônico, comerciante era definido objetivamente como sendo aquele que exercia atos de comércio. No entanto, tais atos nunca foram muito bem conceituados. Assim, a legislação comercial não atendia apenas a uma classe específica (comerciantes) mas quaisquer cidadãos que viessem a praticar tais atos.

Entendendo a Teoria dos Atos de Comércio

A teoria doas atos e comércio é todo aquele ato que realiza ou facilita uma interposição na troca.

História da Teoria dos Atos de Comércio

Fase dos Estados Nacionais (subjetiva) (sec. XVI – XVIII) – Foi nesta fase que explodiu o mercantilismo (seu ápice) em especial na Inglaterra, França, Holanda. Existia a pretensão dos Estados e matuar/intervir nas atividades mercantis. A jurisdição mercantil passou a ser do Estado, que depois veio a fase Napoleonica objetiva – também conhecida como Teoria dos Atos de Comércio .

Criador da Teoria dos Atos de Comércio – Alfredo Rocco

Foi professor de Direito Comercial na Universidade de Urbino (1899-1902) e em Macerata (1902-1905), depois professor de Processo Civil em Parma, de Direito Empresarial em Pádua e, posteriormente, de Legislação Econômica na Universidade La Sapienza. de Roma, da qual foi reitor de 1932 a 1935.

Vídeo sobre o criador da Teoria dos Atos de Comércio:

Consequências – Teoria dos Atos de Comércio

A teoria dos atos de comércio caiu em descrédito, em razão da dificuldade de separação do que se enquadraria como ato comercial e sua diferenciação para mero ato civil. Necessitou-se criar critérios científicos para a caracterização da matéria comercial, que atendessem ao estado de desenvolvimento econômico atual.

Regra – Teoria dos Atos de Comércio

Alfredo Rocco definiu-os como sendo “todo aquele ato que realiza ou facilita uma interposição na troca”.

Teoria dos Atos de Comércio no Cotidiano

A teoria é usada em nosso dia a dia em diferentes lugares como, farmácia, posto de combustível, comércio de cereais, vendedores ambulantes para realizar trocas de mercadorias por dinheiro.

2 Filmes sobre a Teoria dos Atos de Comércio

O Homem que Mudou o Jogo (2012)

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Sinopse do filme – O Homem que Mudou o Jogo (2012)

Billy Beane (Brad Pitt) é o gerente do time de baseball Oakland Athletics. Com pouco dinheiro em caixa e a ajuda de Peter Brand (Jonah Hill), ele desenvolveu um sofisticado programa de estatísticas para o clube, que fez com que ficasse entre as principais equipes do esporte nos anos 80.

O dinheiro nunca dorme (2010)

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Sinopse do filme – O dinheiro nunca dorme (2010)

Após cumprir pena por fraudes financeiras, Gordon Gekko (Michael Douglas) deixa a prisão. Impossibilitado de operar no mercado financeiro, ele dedica seu tempo a realizar palestras e a escrever um livro, onde critica o comportamento de risco dos mercados. Um dia, após uma das palestras, ele é abordado por Jacob Moore (Shia LaBeouf), um operador idealista do mercado de Wall Street. Ele vive com Winnie (Carey Mulligan), filha de Gekko que não fala mais com ele, e usa esta proximidade para conseguir sua atenção. Jacob quer conselhos sobre como agir com Bretton James (James Brolin), um grande investidor que fez com que seu mentor, Lewis Zabel (Frank Langella), tivesse que vender sua tradicional empresa por uma ninharia. Gekko decide ajudá-lo, pedindo em troca que Jacob o ajude a se reaproximar de Winnie.

Teoria dos Atos de Comércio em sala de aula

Em sala de aula podem ser desenvolvidas diversas atividades para ensinar os alunos sobre a teoria, como: realizar atividades ondes os alunos vão praticar em sala de aula os atos do comércio, fazer questões sobre a teoria, brincadeiras.

2 Vídeos no youtube falando sobre a Teoria dos Atos de Comércio

Vídeo 1 sobre a Teoria dos Atos de Comércio

Vídeo 2 sobre a Teoria dos Atos de Comércio

FIM

Bom pessoal, aqui foi mais um post sobre teoria, hoje falamos sobre Teoria dos Atos de Comércio, mostrando seus princípios. Obrigado por pesquisar sobre Teoria dos Atos de Comércio, se você gostou compartilhe.

Teoria do Desenvolvimento

Olá pessoal, o post de teorias de hoje é sobre “Teoria do Desenvolvimento”. Espero que gostem de mais esse post sobre Teoria. Vamos começar:

Teoria do Desenvolvimento

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Teoria do Desenvolvimento é um “esforço de longo prazo, apoiado pela alta direção, no sentido de melhorar os processos de resolução de problemas de renovação organizacional, particularmente por meio de um eficaz e colaborativo diagnóstico e administração da cultura organizacional.

Entendendo a Teoria do Desenvolvimento

A teoria tem uma ênfase especial nas equipes formais de trabalho, equipes temporárias e cultura intergrupal – com a assistência de um consultor-facilitador e a utilização da teoria e da tecnologia das ciências comportamentais, incluindo ação e pesquisa.

História da Teoria do Desenvolvimento

Surgiu a partir de 1962 em função das finanças no mundo das organizações e da adequação das estruturas convencionais a essas novas circunstâncias. O DO não teve apenas um autor, mas quem á iniciou foi Leland Bradford e pode ser considerado um desdobramento da Teoria comportamental em sentido a abordagem sistêmica.

Criador da Teoria do Desenvolvimento – Leland Bradford

Consideramos como precursor deste movimento teórico Leland Bradford, autor do livro “T-Group Theory and laboratory methods” (Nova York, 1964). Essa teoria representa a fusão de duas tendências no estudo das organizações: o estudo da estrutura de um lado, e o estudo do comportamento humano nas organizações de outro, integrados através de um tratamento sistémico. Os diversos modelos de D.O.

Vídeo sobre o criador da Teoria do Desenvolvimento:

https://youtube.com/watch?v=_7HNeZoxXag

Consequências – Teoria do Desenvolvimento

A teoria tem como característica mudar o comportamento das pessoas para melhor com alguns aprendizados como: Focalizar a organização, Processos grupais, Orientação sistêmica e abrangente, Orientação contingencial, Agentes de mudança, Retroação dos dados, Ênfase na solução de problemas, Aprendizagem através de experiências; Desenvolvimentos de equipes.

Regra – Teoria do Desenvolvimento

A teoria tem como objetivo a criação de um senso de identificação das pessoas em relação à organização, dessa maneira busca-se a motivação juntamente do comprometimento, compartilhamento de objetivos comuns e o aumento de lealdade.

Teoria do Desenvolvimento no Cotidiano

A teoria do desenvolvimento é usada no dia a dia com grande frequência nas empresas para ensinar os funcionários sobre o comportamento e a convivência com os outros. Também nas escolas para que os alunos possam ter um melhor comportamento.

2 Filmes sobre a Teoria do Desenvolvimento

À procura de Eric (2009)

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Sinopse do filme – À procura de Eric (2009)

Eric Bishop (Steve Evets) é um carteiro que sente que sua vida está sendo desperdiçada. Ele não consegue enfrentar Lily (Stephanie Bishop), sua esposa, por quem se apaixonara há 30 anos. Apesar de seus esforços para reagir, nada dá certo. O único jeito de relaxar é fumando um baseado, o que faz com que tenha ilusões com o ex-jogador de futebol Eric Cantona. Assim, Eric passa a receber conselhos de seu novo amigo, que lhe ajuda a superar o momento difícil que atravessa.

Avatar (2009)

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Sinopse do filme – Avatar (2009)

Jake Sully (Sam Worthington) ficou paraplégico após um combate na Terra. Ele é selecionado para participar do programa Avatar em substituição ao seu irmão gêmeo, falecido. Jake viaja a Pandora, uma lua extraterrestre, onde encontra diversas e estranhas formas de vida. O local é também o lar dos Na’Vi, seres humanóides que, apesar de primitivos, possuem maior capacidade física que os humanos. Os Na’Vi têm três metros de altura, pele azulada e vivem em paz com a natureza de Pandora. Os humanos desejam explorar a lua, de forma a encontrar metais valiosos, o que faz com que os Na’Vi aperfeiçoem suas habilidades guerreiras. Como são incapazes de respirar o ar de Pandora, os humanos criam seres híbridos chamados de Avatar. Eles são controlados por seres humanos, através de uma tecnologia que permite que seus pensamentos sejam aplicados no corpo do Avatar. Desta forma Jake pode novamente voltar à ativa, com seu Avatar percorrendo as florestas de Pandora e liderando soldados. Até conhecer Neytiri (Zoe Saldana), uma feroz Na’Vi que conhece acidentalmente e que serve de tutora para sua ambientação na civilização alienígena.

Teoria do Desenvolvimento em sala de aula

A teoria do desenvolvimento pode ser usada na sala de aula com diversas atividades, e de diferentes maneiras, com brincadeiras, dinâmicas, questionários, pesquisas, atividades com uso de tecnologias.

2 Vídeos no youtube falando sobre a Teoria do Desenvolvimento

Vídeo 1 sobre a Teoria do Desenvolvimento

Vídeo 2 sobre a Teoria do Desenvolvimento

FIM

Bom pessoal, aqui foi mais um post sobre teoria, hoje falamos sobre Teoria do Desenvolvimento, mostrando seus princípios. Obrigado por pesquisar sobre Teoria do Desenvolvimento, se você gostou compartilhe.

Teoria da Ação

Olá pessoal, o post de teorias de hoje é sobre “Teoria da Ação”. Espero que gostem de mais esse post sobre Teoria. Vamos começar:

Teoria da Ação

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No sentido formal, a maioria dos autores entende que a ação é um direito subjetivo público abstrato, independendo de que haja realmente um direito a ser tutelado. Trata-se do direito de exigir do Estado a prestação jurisdicional, a solução de uma lide ou conflito.

Entendendo a Teoria da Ação

Conforme a teoria eclética, adotada pelo direito processual brasileiro, ação “é o direito a um pronunciamento estatal que solucione o litígio, fazendo desaparecer a incerteza ou a insegurança gerada pelo conflito de interesses, pouco importando qual seja a solução a ser dada pelo juiz”.

História da Teoria da Ação

Defendida pelo ilustre Friedrich Carl von Savigny, foi o direito de ação. Para essa teoria, a ação é imanente (aderida) ao direito material controvertido, de forma que a jurisdição só pode ser acionada se houver o direito postulado. Em outras palavras, a ação seria o próprio direito material violado em estado de reação.

Criador da Teoria da Ação – Friedrich Carl von Savigny

Foi um dos mais respeitados e influentes juristas alemães do século XIX. Maior nome da Escola Histórica do Direito, seu pensamento teve grande influência no Direito alemão, bem como no Direito dos países de tradição romano-germânica, especialmente no Direito civil. Savigny é responsável pela criação e pelo desenvolvimento do conceito de relação jurídica e de diversos conceitos relacionados, como o de fato jurídico, tendo seu método histórico influenciado, entre outros movimentos, a jurisprudência dos conceitos.

Vídeo sobre o criador da Teoria da Ação:

Consequências – Teoria da Ação

A teoria tem como consequência, apresentar relações com o direito de justiça, assim podendo usar de diversas circuntâncias favoráveis aos seres humanos , como poder exigir leis que agregam valores a pessoas.

Regra – Teoria da Ação

É o direito de exigir do Estado a prestação jurisdicional, a solução de uma lide ou conflito.

Teoria da Ação no Cotidiano

A teoria da ação é bastante utilizada em nosso dia a dia, em processos da área do direito, ou melhor por advogados, para assim utilizar de leis executivas.

2 Filmes sobre a Teoria da Ação

O substituto (2011)

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Sinopse do filme – O substituto (2011)

O filme é uma crônica de três semanas nas vidas de vários professores do ensino médio, administradores e estudantes através dos olhos de um professor substituto chamado Henry Barthes (Adrien Brody). Henry usa o método de ensino dos conhecimentos vitais para seus alunos temporários, no entanto, é interrompido pela chegada de três mulheres em sua vida.

A Vida é Bela (1998)

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Sinopse do filme – A Vida é Bela (1998)

Durante a Segunda Guerra Mundial na Itália, o judeu Guido (Roberto Benigni) e seu filho Giosué são levados para um campo de concentração nazista. Afastado da mulher, ele tem que usar sua imaginação para fazer o menino acreditar que estão participando de uma grande brincadeira, com o intuito de protegê-lo do terror e da violência que os cercam.

 Teoria da Ação em sala de aula

A teoria da ação pode ser usada em sala de aula de diferentes maneis com intuito dos alunos aprenderem como se comportar e agir de forma correta dependendo do local.

Pode ser feitas dinâmicas sobre a teoria, brincadeiras, questionários.

2 Vídeos no youtube falando sobre a Teoria da Ação

Vídeo 1 sobre a Teoria da Ação

Vídeo 2 sobre a Teoria da Ação

FIM

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Teoria e Prática da Educação

Olá pessoal, o post de teorias de hoje é sobre “Teoria e Prática da Educação”. Espero que gostem de mais esse post sobre Teoria. Vamos começar:

Teoria e Prática da Educação

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A Teoria e Prática da Educação tem como missão ajudar os professores e colaboradores da educação a seguir um modelo de ensinar, podendo expandir de maneira que torne-se contagiante.

Entendendo a Teoria e Prática da Educação

Para compreendermos como acontece a aprendizagem é preciso direcionar a ação educativa na direção de conhecimentos teóricos aprofundados. Para isso é necessário haver estudos teóricos que possam direcionar o professor ao conhecimento dos mecanismos de aprendizagem.

História da Teoria e Prática da Educação

A educação passa por grandes transformações em sua metodologia e também na forma de transmissão e assimilação de conhecimento. Nas sociedades tribais, a educação era difusa, ou seja, transmitida de pai para filho através da prática e da vivência diárias. Na Antiguidade Oriental, a educação passa a ser tradicionalista, e o ensino privilégio de uma pequena elite, ficando a grande massa excluída e restrita à educação familiar informal. Já a educação grega, buscava a formação integral, corpo-espírito e o debate intelectual. Na Grécia nascem a Filosofia, da Grécia vêm os sofistas, o diálogo socrático, a utopia de Platão e a pedagogia aristotélica, que, embora apresentasse algumas semelhanças com a grega, ao contrário desta, era mais literária do que filosófica.

Criador da Teoria e Prática da Educação – Sócrates

Foi um filósofo ateniense do período clássico da Grécia Antiga. Creditado como um dos fundadores da filosofia ocidental, é até hoje uma figura enigmática, conhecida principalmente através dos relatos em obras de escritores que viveram mais tarde, especialmente dois de seus alunos, Platão e Xenofonte, bem como pelas peças teatrais de seu contemporâneo Aristófanes. Muitos defendem que os diálogos de Platão seriam o relato mais abrangente de Sócrates a ter perdurado da Antiguidade aos dias de hoje.

Vídeo sobre o criador da Teoria e Prática da Educação:

Consequências – Teoria e Prática da Educação

Muitas vezes o professor não é capaz de descrever com exatidão a teoria que o orienta, todavia, as suas ações podem mostrar evidenciar essa teoria. Já que, seu conceito de aprendizagem e seu posicionamento teórico estão presentes na forma como ele traça os objetivos e as técnicas que irá utilizar na sua ação didática.

Teoria e Prática da Educação no Cotidiano

A Teoria é utilizada em dias atuais com bestante frequência, para o uso de diversos instrumentos em sala de aula, para explicarmos melhor, sem a teoria da educação o professor e pessoas que trabalham na escola não teriam um caminho a seguir se tornando bem mais difícil, o ensino.

2 Filmes sobre a Teoria e Prática da Educação

Pro dia nascer feliz (2006)

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Sinopse do filme – Pro dia nascer feliz (2006)

As situações que o adolescente brasileiro enfrenta no precário sistema de educação público do país, envolvendo preconceito, precariedade, violência e esperança. Adolescentes de locais dos mais variados tipos de três estados diferentes, de classes sociais distintas, falam de suas vidas na escola, seus projetos e inquietações.

Além da sala de aula (2011)

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Sinopse do filme – Além da sala de aula (2011)

Uma professora de primeira viagem com 24 anos de idade supera seus medos e preconceitos iniciais em lecionar para crianças de rua em uma sala de aula improvisada em um abrigo, fazendo grande diferença na vida delas.

Experiencia sobre Teoria e Prática da Educação – Pratica Pedagógica

A prática pedagógica é uma prática social, uma prática política, pois não se pode conceber a educação sem um vínculo sócio histórico. Segundo Aranha (1996), a educação não pode ser compreendida fora de um contexto histórico-social concreto, sendo a prática social o ponto de partida e o ponto de chegada da ação pedagógica.

2 Vídeos no youtube falando sobre a Teoria e Prática da Educação

Vídeo 1 sobre a Teoria e Prática da Educação

Vídeo 2 sobre a Teoria e Prática da Educação

FIM

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Teoria Liberal

Olá pessoal, o post de teorias de hoje é sobre “Teoria Liberal”. Espero que gostem de mais esse post sobre Teoria. Vamos começar:

Teoria Liberal

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É uma teoria política ou ideologia fundada sobre ideais que pretendem ser da liberdade individual e do igualitarismo. Os liberais defendem uma ampla gama de pontos de vista, dependendo de sua compreensão desses princípios, mas em geral, apoiam ideias como eleições democráticas, liberdade de expressão, direitos civis, liberdade de imprensa, liberdade religiosa, livre-comércio, igualdade de gênero, estado laico, liberdade econômica e propriedade privada.

Entendendo a Teoria Liberal

A palavra “liberal” deriva do latim, liber (“livre”, ou “não-escravo”). Hoje o termo liberalismo tem sentido díspares no mundo. De acordo com a enciclopédia Britânica “Nós Estados Unidos, liberalismo está associado com as políticas de bem-estar social do New Deal, programa democrático do presidente Roosevelt , enquanto na Europa o termo é mais comumente associado com o poder limitado do governo e as políticas econômicas da Laissez-faire”. No Brasil, diz que geralmente proponentes da direita política, mais especificamente defensores da liberdade de mercado – já o termo “neoliberal” é usado, no Brasil, de maneira pejorativa para designar parte do mesmo grupo.

História da Teoria Liberal

O liberalismo rejeitou as normas sociais e políticas prevalecentes de privilégio hereditário, religião estatal, monarquia absoluta e direito divino dos reis. O filósofo John Locke, do século XVII, é muitas vezes creditado como fundador do liberalismo como uma tradição filosófica distinta.

Criador da Teoria Liberal – John Locke

Foi um filósofo inglês conhecido como o “pai do liberalismo, sendo considerado o principal representante do empirismo britânico e um dos principais teóricos do contrato social. Locke ficou conhecido como o fundador do empirismo, além de defender a liberdade e a tolerância religiosa. Como filósofo, pregou a teoria da tábua rasa, segundo a qual a mente humana era como uma folha em branco, que se preenchia apenas com a experiência. Essa teoria é uma crítica à doutrina das ideias inatas de Platão, segundo a qual princípios e noções são inerentes ao conhecimento humano e existem independentemente da experiência.

Vídeo sobre o criador da Teoria Liberal:

Consequências – Teoria Liberal

A teoria teve como consequência que desenvolveu-se o capitalismo que deu origem ao consumismo, fez crescer os vícios e patrocinou os prazeres, Por outro lado aparecem o marxismo e o anarquismo, subprodutos de toda esta dinâmica, efeitos dissolventes e degenerados, cuja explicação está na destruição de toda a ordem social comunitária do catolicismo.

Regra – Teoria Liberal

A teoria defende algumas ideias como ideias como eleições democráticas, liberdade de expressão, direitos civis, liberdade de imprensa, liberdade religiosa, livre-comércio, igualdade de gênero, estado laico, liberdade econômica e propriedade privada.

Teoria Liberal no Cotidiano

O liberalismo é usado em nosso dia a dia de várias formas como o poder escolher o que quer fazer e optar pelas suas escolhas, como em quem votar, qual a religião escolher para seguir, o direito de escolher o sexo.

2 Filmes sobre a Teoria Liberal

Grande Demais para Quebrar (2011)

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Sinopse do filme – Grande Demais para Quebrar (2011)

O banqueiro Richard Fuld, entre março e outubro de 2008, em meio a conversas com personalidades como Hank Paulson (secretário do Tesouro estadunidense), Ben Bernanke e Tim Geithner tenta salvar o Lehman Brothers. Durante as negociações, buscava-se uma solução privada envolvendo banqueiros de investimento e membros do Congresso para preservar a empresa sediada em Nova York.

O Capital (2012)

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Sinopse do filme – O Capital (2012)

Os cidadãos do século XXI são escravos do Capital: sofrem com os problemas e celebram os triúnfos. Esta é a história da ascensão de um escravo do sistema que transforma-se em seu mestre. O trabalhador Marc Tourneuil (Gad Elmaleh) se aventura no mundo feroz do Capital. Ao mesmo tempo, o chefe de um importante banco de investimentos europeu se apega ao poder, quando uma empresa americana tenta comprá-los.

2 Experiencias sobre Teoria Liberal

Experiencias sobre Teoria Liberal – Anarcocapitalismo

Bom, basicamente você ser um libertário é você defender que um indivíduo não pode agredir o outro por nenhuma razão que não seja pela autodefesa. Por que defino dessa maneira? Porque observo que em todos os aspectos da sociabilização humana, tudo se resume a trocas. Mesmo em relacionamentos, ou quando você comercializa, tudo (querendo ou não) é uma troca, uma ação voluntária.

Experiencias sobre Teoria Liberal – Revivescência do Liberalismo

A partir do conjunto de ideias e práticas que constituem o que se costuma denominar a política econômica neoliberal, o artigo procura mostrar como algumas das doutrinas da economia política liberal serviram, em maior ou em menor grau, de guia e de critério para as políticas econômicas implementadas pelos governos Reagan e Thatcher ao longo dos anos 80, sobretudo no que diz respeito à limitação do papel do setor público e ao ataque ao Estado do bem-estar que estas preconizam. O artigo discute até que ponto o neoliberalismo baseia-se em um corpo teórico e práticas de economia política econômica uniformes e articulados e revela um modelo de gestão diferente do modelo keynesiano do welfare até então em vigor.

2 Vídeos no youtube falando sobre a Teoria Liberal

Vídeo 1 sobre a Teoria Liberal

Vídeo 2 sobre a Teoria Liberal

https://youtube.com/watch?v=OxkPZaVrHzM

FIM

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Teoria da Empresa

Olá pessoal, o post de teorias de hoje é sobre “Teoria da Empresa”. Espero que gostem de mais esse post sobre Teoria. Vamos começar:

Teoria da Empresa

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A definição de empresa pode ser compreendida de acordo com o célebre jurista italiano Alberto Asquini que desbravou o entendimento estagnado sobre a instituição da empresa, resultando em quatro facetas, as quais denominou perfis, publicados na “Rivista Del Diritto Commerciale”, como sendo perfil subjetivo, objetivo, funcional e corporativo, tanto para empresa como para o empresário, como estabelecimento, atividade e instituição. A interpretação de Alberto Asquini foi adotada no Código Italiano de 1942, e marcou sua influência no Novo Código Civil Brasileiro de 2002.

Entendendo a Teoria da Empresa

A teoria da Empresa segundo Alberto Asquini é dividida em 04 perfis, que são: subjetivo, funcional, objetivo e Corporativo.

Subjetivo: é o perfil que precisa de um sujeito para executar o topo da empresa, sujeito esse que é a pessoa física ou jurídica que chamamos de empresário.

Funcional: atividade econômica organizada, em que o empresário articula os fatores de produção (capital, insumos, trabalho e tecnologia).

Objetivo: a empresa seria um patrimônio afetado a uma finalidade específica, o que se identifica com a atual ideia de estabelecimento empresarial.

Corporativo: a empresa seria a instituição que reúne o empresário e seus colaboradores, formando um núcleo social organizado em função de um fim econômico comum.

História da Teoria da Empresa

O conceito de empresa surgiu no ano de 1942, na Itália, visando regular a atividade econômica dos homens que trabalhavam de maneira autônoma ou particular, ou seja, as pessoas de direito privado. Surgiu também com o intuito de inovar o sistema econômico vigente. Esse novo sistema transbordou as regras do Direito Comercial em cima daquelas atividades que eram prestadas tanto no meio rural quanto no urbano.

Criador da Teoria da Empresa – Alberto Asquini

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Era um jurista e político italiano, depois de se formar em Pádua, em 1912, ele participou da guerra da Líbia. Aluno e assistente de Cesare Vivante e Alfredo Rocco, iniciou sua carreira acadêmica em 1915 como professor encarregado do direito comercial na Universidade de Urbino. Extraordinário desde 1916, ele também obteve ensino gratuito em Pádua.

Consequências – Teoria da Empresa

Para a teoria da empresa, o que importa é o modo pelo qual a atividade econômica é exercida. O objeto de estudo da teoria da empresa não é o ato econômico em si, mas sim o modo como a atividade econômica é exercida, ou seja, a empresa, com os sentidos que veremos adiante.

Regra – Teoria da Empresa

Não se considera empresário quem exerce profissão intelectual, de natureza científica, literária ou artística, ainda com o concurso de auxiliares ou colaboradores, salvo se o exercício da profissão constituir elemento da empresa.

Teoria da Empresa no Cotidiano

A teoria da empresa é vista em nosso dia a dia desde as grandes empresas ao pequeno mercadinho próximo a sua casa usando essa teoria para desenvolver sua empresa, de forma que ela se desenvolva de maneira mais rápida possível.

2 Filmes sobre a Teoria da Empresa

O Homem que Mudou o Jogo (2012)

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Sinopse do filme – O Homem que Mudou o Jogo (2012)

Billy Beane (Brad Pitt) é o gerente do time de baseball Oakland Athletics. Com pouco dinheiro em caixa e a ajuda de Peter Brand (Jonah Hill), ele desenvolveu um sofisticado programa de estatísticas para o clube, que fez com que ficasse entre as principais equipes do esporte nos anos 80.

O dinheiro nunca dorme (2010)

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Sinopse do filme – O dinheiro nunca dorme (2010)

Após cumprir pena por fraudes financeiras, Gordon Gekko (Michael Douglas) deixa a prisão. Impossibilitado de operar no mercado financeiro, ele dedica seu tempo a realizar palestras e a escrever um livro, onde critica o comportamento de risco dos mercados. Um dia, após uma das palestras, ele é abordado por Jacob Moore (Shia LaBeouf), um operador idealista do mercado de Wall Street. Ele vive com Winnie (Carey Mulligan), filha de Gekko que não fala mais com ele, e usa esta proximidade para conseguir sua atenção. Jacob quer conselhos sobre como agir com Bretton James (James Brolin), um grande investidor que fez com que seu mentor, Lewis Zabel (Frank Langella), tivesse que vender sua tradicional empresa por uma ninharia. Gekko decide ajudá-lo, pedindo em troca que Jacob o ajude a se reaproximar de Winnie.

Experiencia sobre Teoria da Empresa – Empreendedorismo

O empreendedorismo é uma grande experiência da teoria da empresa, pois faz com que novos empresários possam inovar em relação a vários negócios empresariais deixando o cliente mais feliz e se sobre saindo em relação a outras empresas.

A cada ano, engenheiros, economistas e outros profissionais com espírito empreendedor enchem as aulas das escolas de negócios para adquirir conhecimentos que lhes permitam aprender a administrar e gerir uma empresa, mas também para se embeberem de ideias novas antes de darem vida a seus projetos.

2 Vídeos no youtube falando sobre a Teoria da Empresa

Vídeo 1 sobre a teoria da Empresa

Vídeo 2 sobre a teoria da Empresa

FIM

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Teoria da Personalidade

Olá pessoal, o post de teorias de hoje é sobre Teoria da Personalidade. Espero que gostem de mais esse post sobre Teoria. Vamos começar:

Teoria da Personalidade

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A teoria da personalidade tem por objetivo organizar o conhecimento a respeito da personalidade de tal maneira que a grande quantidade de informação gerada pela pesquisa científica seja organizada de maneira sistemática e coerente e novas hipóteses possam ser geradas para uma futura comprovação.

Entendendo a Teoria da Personalidade

A personalidade é uma formação pessoal que ocorre ao longo da nossa vida, e uma elaboração da nossa história, da forma que sentimos e interiorizamos as nossas experiências, acompanha e reflete a maturação psicológica.

História da Teoria da Personalidade

As primeiras teorias da personalidade surgiram em um contexto clínico e com um fim muito prático: oferecer um fundamento teórico para os transtornos mentais e seu tratamento. As teorias posteriores, mesmo não tendo se originado em um contexto clínico, oferecem também novas possibilidades para a psicoterapia.

Criador da Teoria da Personalidade – Freud

Mais conhecido como Sigmund Freud, foi um médico neurologista criador da psicanálise Freud nasceu em uma família judaica, em Freiberg in Mähren, na época pertencente ao Império Austríaco (atualmente, a localidade é denominada Příbor, e pertence à República Tcheca). Freud iniciou seus estudos pela utilização da técnica da hipnose no tratamento de pacientes com histeria, como forma de acesso aos seus conteúdos mentais. Ao observar a melhora dos pacientes tratados pelo médico francês Charcot, elaborou a hipótese de que a causa da histeria era psicológica, e não orgânica.

Vídeo sobre o criador da Teoria da Personalidade – Freud:

Consequências – Teoria da Personalidade

A teoria da personalidade tem como característica entender o conjunto de sentimentos e valores das pessoas, podendo mudar o caráter ou aperfeiçoar o seu jeito de pensar em relação a diversas coisas.

Regra – Teoria da Personalidade

Segundo Freud dividiu a estrutura da personalidade em três sistemas: o id, o ego (eu) e o superego (eu superior).

  • id: seria o sistema original da personalidade, ligado às ações primárias e às pulsões inconscientes, ou seja, as satisfações e prazeres corporais.
  • ego: lado racional, que obedece aos princípios da realidade, controlando os impulsos do id.
  • superego: lado da personalidade responsável pelos valores sociais e morais. É o superego que dá a noção de certo e errado ao indivíduo.

Teoria da Personalidade no Cotidiano

A teoria da personalidade pode ser utilizada em nosso dia a dia sendo aplicada em diferentes lugares como:

Na escola: tratando os companheiros de sala de aula com mais carinho e ajudando uns aos outros.

Em casa: Tratando os familiares com amor podendo ser uma pessoa melhor.

No trabalho: Assim como na escola trate os companheiros de trabalho bem ajudando uns aos outros procurando fazer o que gosta, para não se tornar um trabalho chato.

Na rua: Trate as pessoas que não conhece como se fosse o seu melhor amigo, podendo ser uma pessoa melhor, mudando a cada dia.

2 Filmes sobre a Teoria da Personalidade

Quero ser John Malkovich (1999)

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Sinopse do filme – Quero ser John Malkovich (1999)

Um homem (John Cusack) consegue um novo emprego no 7º e meio andar de um edifício comercial, onde todos os funcionários devem andar curvados. Lá encontra uma porta, escondida, que leva quem ultrapassá-la até a mente do ator John Malkovich, onde pode permanecer durante 15 minutos, até ser cuspido numa estrada na saída de Nova Jersey. Impressionado com a descoberta, resolve alugar a passagem para outras pessoas, dentre elas o próprio John Malkovich.

Face a Face (1976)

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Sinopse do filme – Face a Face (1976)

Jenny Isaksson (Liv Ullmann) é uma psiquiatra casada, que é assombrada por visões de uma velha e passa a sofrer uma profunda depressão. Na procura desesperada de fugir deste pesadelo ela tem um caso com Tomas Jacobi (Erland Josephson), um médico casado. Isto só serve para provocar nela uma crise histérica e, quando tem novas alucinações com a velha mulher, ela tenta suicídio. Enquanto está entre a vida e a morte ela imagina ver todas as pessoas que tiveram alguma influência em sua vida. Quando está se recuperando ela consegue entender quem é a velha senhora e por qual motivo provoca tanto sofrimento.

Experiencia sobre Teoria da Personalidade – Big Five

O modelo Big Five é o resultado compreensivo, empírico e baseado em experimentos de pesquisas. Identificar os traços e estrutura da personalidade humana é uma das metas principais da psicologia. Os cinco fatores foram descobertos e definidos por diversos pesquisadores independentes. Esses pesquisadores começaram pela investigação de traços de personalidade conhecidos e então analisaram centenas de medidas desses traços(em questionários de auto-avaliação, avaliações de terceiros e experimentos) para encontrar os fatores primordiais de personalidade.

2 Vídeos no youtube falando sobre a Teoria da Personalidade

Vídeo 1 sobre a Teoria da Personalidade

https://youtube.com/watch?v=-op3s6s-yw4

Vídeo 2 sobre a Teoria da Personalidade

FIM

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Teoria Humanista

Olá pessoal, o post de teorias de hoje é sobre “Teoria Humanista”. Espero que gostem de mais esse post sobre Teoria. Vamos começar:

Teoria Humanista

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É a filosofia moral que coloca os humanos como principais, numa escala de importância, no centro do mundo. É uma perspectiva comum a uma grande variedade de posturas éticas que atribuem a maior importância à dignidade, aspirações e capacidades humanas, particularmente a racionalidade.

Entendendo a Teoria Humanista

Os humanistas, como o nome indica, são mais empiristas e menos espirituais; são geralmente associados a cientistas e acadêmicos, embora a filosofia não se limite a esses grupos. Têm preocupação com a ética e afirmam a dignidade do ser humano, recusando explicações transcendentais e preferindo o racionalismo. Geralmente são humanistas os deístas, panteístas, agnósticos, ignósticos ou ainda ateus.

História da Teoria Humanista

Desde o século XIX, o humanismo tem sido erroneamente associado ao anticlericalismo, onde na verdade se associa ao antropocentrismo renascentista e o laicismo dos filósofos iluministas. O termo abrange diversos tipos de pensadores não teístas, o humanismo secular e uma das posturas de vida humanista.

Criador da Teoria Humanista – Edmund Husserl

Foi um matemático e filósofo alemão que estabeleceu a escola da fenomenologia. Ele rompeu com a orientação positivista da ciência e da filosofia de sua época. Elaborou críticas do historicismo e do psicologismo na lógica. Não se limitando ao empirismo, mas acreditando que a experiência é a fonte de todo o conhecimento, ele trabalhou em um método de redução fenomenológica pelo qual um assunto pode vir a conhecer diretamente uma essência.

Vídeo sobre o criador da Teoria Humanista:

Consequências – Teoria Humanista

A maior consequência dessa teoria é a da experiência consciente, a crença na integralidade entre a natureza e a conduta do ser humano, no livre arbítrio, espontaneidade e poder criativo do indivíduo.

Regra – Teoria Humanista

O Humanismo não aceita a idéia do ser humano como máquina ou animal, sujeitos aos processos de condicionamento. Já em relação à Psicanálise, a reação foi à ênfase dada no inconsciente, nas questões biológicas e eventos passados, nas neuroses, psicoses e na divisão do seu humano em compartimentos.

Teoria Humanista no Cotidiano

No dia a dia deve ser exposta à temporalidade, deve ser fluída e não estática, permitindo que ao indivíduo a perspectiva de sua totalidade, desmistificando a idéia de uma realidade pura, confrontando-a com outras realidades.

2 Filmes sobre a Teoria Humanista

Gênio Indomável (1997)

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Sinopse do filme – Gênio Indomável (1997)

Em Boston, um jovem de 20 anos (Matt Damon) que já teve algumas passagens pela polícia e servente de uma universidade, revela-se um gênio em matemática e, por determinação legal, precisa fazer terapia, mas nada funciona, pois ele debocha de todos os analistas, até se identificar com um deles.

Identidade (2003)

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Sinopse do filme – Identidade (2003)

Uma violenta tempestade faz com que um grupo de pessoas busque abrigo em um motel desolado, gerenciado por um jovem bastante nervoso (John Hawkes). Entre eles estão um motorista de limusine (John Cusack), uma estrela da TV da década de 80 (Rebecca De Mornay), um policial (Ray Liotta) encarregado de escoltar um assassino (Jake Busey), um casal de recém-casados (Clea DuVall e William Lee Scott) e uma família em crise. De início todos se sentem aliviados por encontrarem um lugar para ficar em meio à tempestade, mas logo entram em pânico ao perceber que, um a um, todos estão sendo assassinados em nome de um misterioso segredo que une a presença de todos naquele lugar.

Experiencia sobre Teoria Humanista

Experiencia – Pirâmide de Maslow

Uma grande experiencia é a pirâmide de Maslow, que as necessidades seguem uma hierarquia, que vai das mais básicas às mais complexas. Essa pirâmide é composta por cinco níveis. Assim mostrada na teoria de Maslow.

  • Necessidades fisiológicas: comer, respirar, beber…
  • Necessidades de segurança: segurança física, emprego, renda…
  • Necessidade de filiação: casar, ser membro de uma comunidade…
  • Necessidade de reconhecimento: o respeito pelos outros, status, reputação…
  • Necessidade de auto-realização: desenvolvimento moral, espiritual, busca de um objetivo na vida

2 Vídeos no youtube falando sobre a Teoria Humanista

Vídeo 1 sobre a teoria Humanista

Vídeo 2 sobre a teoria Humanista

https://youtube.com/channel/UC-7Un7ZJ9Z_ZOmTE_Vc0UwQ?v=vSsURC14cRI

FIM

Bom pessoal, aqui foi mais um post sobre teoria, hoje falamos sobre Teoria Humanista, mostrando seus princípios. Obrigado por pesquisar sobre Teoria Humanista, se você gostou compartilhe.

Teoria de karl Marx

Olá pessoal, o post de teorias de hoje é sobre “Teoria de karl Marx”. Espero que gostem de mais esse post sobre Teoria. Vamos começar:

Teoria de karl Marx

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A metodologia marxista utiliza inquéritos econômicos e sociopolíticos e que se aplica à crítica e análise do desenvolvimento do capitalismo e o papel da luta de classes na mudança econômica sistêmica. Na segunda metade do século XIX, os princípios intelectuais do marxismo foram inspirados por dois filósofos alemães: Karl Marx e Friedrich Engels.

Entendendo a Teoria de karl Marx

Marxismo é um método de análise socioeconômica sobre as relações de classe e conflito social, que utiliza uma interpretação materialista do desenvolvimento histórico e uma visão dialética de transformação social.

História da Teoria de karl Marx

O pensamento de Karl Marx (1818-1883) foi desenvolvido fundamentalmente a partir de seus estudos sobre as três tradições intelectuais já bem desenvolvidas na Europa do século XIX: a filosofia idealista alemã de Hegel e dos neohegelianos, o pensamento da economia-política britânica e a teoria política socialista utópica, dos autores franceses.

Criador da Teoria – karl Marx

Foi um filósofo, sociólogo, jornalista e revolucionário socialista. Nascido na Prússia, mais tarde se tornou apátrida e passou grande parte de sua vida em Londres, no Reino Unido. A obra de Marx em economia estabeleceu a base para muito do entendimento atual sobre o trabalho e sua relação com o capital, além do pensamento econômico posterior.

Vídeo sobre o criador da Teoria de karl Marx:

Consequências – Teoria de karl Marx

Na produção social de sua existência, os homens estabelecem relações determinadas, necessárias, independentes da sua vontade, relações de produção que compreendem a um determinado grau de desenvolvimento das forças produtivas materiais. Todos os fatores interagem nas mudanças da sociedade.

Regra – Teoria de karl Marx

Defende que os dois elementos principais do marxismo são o materialismo dialético, para o qual a natureza, a vida e a consciência se constituem de matéria em movimento e evolução permanente (interdeterminação das coisas reais, unicidade e indivisibilidade do real), e o materialismo histórico, para o qual o modo de produção é a base originária dos fenômenos históricos e sociais, inclusive as instituições jurídicas e políticas, a moralidade, a religião e as artes.

Teoria de karl Marx no Cotidiano

A teoria de Karl Marx pode ser vista no dia a dia em relação as críticas que fez ao capitalismo, as pessoas cada dia que passam tem um desejo maior de comprar, mesmo que não precise, com um consumismo exagerado, assim gerando uma quantidade de lixo enorme para o planeta.

2 Filmes sobre a Teoria de karl Marx

Pocilga (1969)

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Sinopse do filme – Pocilga (1969)

O filme conta duas histórias separadas. A primeira, em um passado indeterminado, conta a estória de um jovem canibal que matou o próprio pai e é sentenciado à morrer comido por animais. Na segunda, o filho de um ex-industrial alemão, Julian (Jean-Pierre Léaud), não consegue se relacionar com pessoas e decide acabar com sua fazenda de porcos.

O Leopardo (1963)

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Sinopse do filme – O Leopardo (1963)

1860, Sicília. Durante o período do “Risorgimento”, o conturbado processo de unificação italiana, o príncipe Don Fabrizio Salina (Burt Lancaster) testemunha a decadência da nobreza e a ascensão da burguesia. Num cenário caótico de fortes contradições políticas, ele luta para manter seus valores.

2 Experiencias sobre Teoria de karl Marx

Experiencia – O ativismo político

Marx descreve a luta de classes na sociedade capitalista e como o proletariado acabaria tomando o poder das elites dominantes em todo o mundo. O Capital, sua principal obra, é uma tentativa de indicar essas ideias por meio de fatos que podem ser verificados e de análises científicas.

Experiencia – A globalização e a desigualdade

inguém expressa melhor essa ironia do que o pensador marxista Jacques Rancière, professor de Filosofia da Universidade de Paris VIII: “O proletariado, longe de sepultar o capitalismo, o mantém vivo. Trabalhadores explorados e mal pagos, libertados pela maior revolução socialista da história (China), são levados à beira do suicídio para que o Ocidente possa seguir jogando com seus iPads, enquanto isso, o dinheiro chinês financia os Estados Unidos, que, de outra forma, estaria falido.”

2 Vídeos no youtube falando sobre a Teoria de karl Marx

Vídeo 1 sobre a Teoria de karl Marx

Vídeo 2 sobre a Teoria de karl Marx

FIM

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Teoria de Skinner

Olá pessoal, o post de teorias de hoje é sobre “Teoria de Skinner”. Espero que gostem de mais esse post sobre Teoria. Vamos começar:

Teoria de Skinner

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É uma teoria que apoia o comportamento baseado em aprendizado, é adequada para cursos técnicos, especialistas e treinamentos ou em atividades que visam ensinar conteúdo e tarefas que se apóiam na memorização e fixação dos conhecimentos, ainda hoje muito frequentes na educação.

Entendendo a Teoria de Skinner

Também conhecida como teoria da aprendizagem, é a teoria que tenta entender como os seres humanos aprendem variados conhecimentos.

História da Teoria de Skinner

Burrhus Frederic Skinner nasceu em 1904 na cidade de Susquehanna, no Estado da Pennsylvania, Estados Unidos. Concluiu o segundo grau em 1922, no mesmo ano entrou na universidade Hamilton College. Graduou-se em literatura inglesa e línguas românicas, em 1926, e, com essa formação, Skinner decidiu ser escritor.Essa idéia foi abandonada em 1928 quando resolveu fazer o curso de pós-graduação em Psicologia, se inscrevendo no programa de Psicologia Experimental, em Harvard University. Obteve os títulos de Mestrado e Doutorado, em 1930 e 1931, respectivamente. Após o doutoramento, permaneceu em Harvard, até 1936, com um apoio financeiro para fazer pesquisas.

Criador da Teoria (Skinner)

Foi um autor e psicólogo norte-americano. Conduziu trabalhos pioneiros em psicologia experimental e foi o propositor do behaviorismo radical, abordagem que busca entender o comportamento em função das inter-relações entre a filogenética, o ambiente (cultura) e a história de vida do suposto individuo. A base do trabalho de Skinner refere-se a compreensão do comportamento humano através do comportamento operante.

Vídeo sobre o criador da Teoria de Skinner:

https://youtube.com/watch?v=L_iD-JPI99Q

Consequências – Teoria de Skinner

A palavra chave da teoria de Skinner é comportamento. Para ele, a aprendizagem concentra-se na capacidade de estimular ou reprimir comportamentos, desejáveis ou indesejáveis. Na sala de aula, a repetição mecânica deve ser incentivada, pois esta leva à memorização e assim ao aprendizado. O ensino é obtido quando o que precisa ser ensinado pode ser colocado sob condições de controle e sob comportamentos observáveis.

Regra – Teoria de Skinner

A aprendizagem concentra-se na aquisição de novos comportamentos. A aprendizagem ocorre através de estímulos e reforços, de modo que se torna mecanizada. De acordo com a teoria de Skinner, os alunos recebem passivamente o conhecimento do professor.

Teoria de Skinner no Cotidiano

A teoria de Skinner é bastante utilizada em escolas de qualquer nível, para ensinar os alunos, entender o comportamento dos alunos. Tanto entendendo o comportamento e tentando mudar para melhor.

2 Filmes sobre a Teoria de Skinner

Laranja Mecânica (1971)

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Sinopse do filme – Laranja Mecânica (1971)

No futuro, o violento Alex (Malcolm McDowell), líder de uma gangue de delinquentes que matam, roubam e estupram, cai nas mãos da polícia. Preso, ele recebe a opção de participar em um programa que pode reduzir o seu tempo na cadeia. Alex vira cobaia de experimentos destinados a refrear os impulsos destrutivos do ser humano, mas acaba se tornando impotente para lidar com a violência que o cerca.

O Show de Truman (1998)

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Sinopse do filme – O Show de Truman (1998)

Truman Burbank (Jim Carrey) é um pacato vendedor de seguros que leva um vida simples com sua esposa Meryl Burbank (Laura Linney). Porém algumas coisas ao seu redor fazem com que ele passe a estranhar sua cidade, seus supostos amigos e até sua mulher. Após conhecer a misteriosa Lauren (Natascha McElhone), ele fica intrigado e acaba descobrindo que toda sua vida foi monitorada por câmeras e transmitida em rede nacional.

2 Experiencias sobre Teoria de Skinner

Experiencia 1 – Condicionamento Operante

Ele criou a “caixa de Skinner”, onde era colocado um rato privado de alimento. Naturalmente, o rato emitia vários comportamentos aleatoriamente e quando ele se aproximava de uma barrinha perto da parede, Skinner introduzia uma gota d’água na caixa através de um mecanismo e o rato a bebia. As próximas gotas eram apresentadas quando o rato se aproximava um pouco mais da barra. As outras quando o rato encostava o nariz na barra. Depois as patas. E assim em diante até que o rato estava pressionando a barra dezenas de vezes até saciar completamente sua sede. Foi observado que os comportamentos do rato que eram seguidos de um estímulo reforçador (a água) aumentavam de frequência, enquanto outros diminuiam.

Experiencia 2 – Seleção Natural

Onde as espécies mais adaptadas sobrevivem e as menos vão se tornando mais raras ou eventualmente desaparecem. Com este princípio Skinner passou a modelar diferentes padrões comportamentais em diferentes espécies

2 Vídeos no youtube falando sobre a Teoria de Skinner

Vídeo 1 sobre a teoria de Skinner

Vídeo 2 sobre a teoria de Skinner

FIM

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Teoria do Apego

Olá pessoal, o post de teorias de hoje é sobre “Teoria do Apego”. Espero que gostem de mais esse post sobre Teoria. Vamos começar:

Teoria do Apego

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É a teoria que descreve certos aspectos a curto e longo-termo de relacionamentos entre humanos e entre outros primatas. Seu princípio mais importante declara que um recém-nascido precisa desenvolver um relacionamento com, pelo menos, um cuidador primário para que seu desenvolvimento social e emocional ocorra normalmente.

Entendendo a Teoria do Apego

Quando um bebê começa a engatinhar e a andar, ele começa a usar as figuras de apego (pessoas conhecidas) como uma base segura para explorar mais e voltar de novo a eles. A reação dos pais leva ao desenvolvimento de padrões de apego; estes, por sua vez, levam aos modelos internos de funcionamento, que irão guiar as percepções individuais, emoções, pensamentos e expectativas em relacionamentos posteriores.

História da Teoria do Apego

A teoria do apego é um estudo interdisciplinar que abrange os campos das teorias psicológica, evolutiva e etológica. Imediatamente depois da Segunda Guerra Mundial, as crianças órfãs e sem lar apresentaram muitas dificuldades,e o psiquiatra e psicanalista John Bowlby foi convidado pela Organização das Nações Unidas (ONU) a escrever um panfleto sobre o assunto. Posteriormente, ele formulou a teoria do apego.

Criador da Teoria do Apego – John Bowlby

Foi um psicólogo, psiquiatra e psicanalista britânico, notável por seu interesse no desenvolvimento infantil e por seu trabalho pioneiro na teoria do apego.

Bowlby nasceu em Londres em uma família de classe média-alta. Ele foi o quarto de seis filhos e foi criado por uma babá à moda britânica de sua classe social na época. Seu pai, Sir Anthony Alfred Bowlby, primeiro baronete, era cirurgião da Casa Real.

Vídeo sobre o criador da Teoria do Apego:

Consequências – Teoria do Apego

A consequência dessa teoria é que as crianças desde seu nascimento possa ter segurança da dua vida, acreditando que exite pessoas que lhe querem bem, que lhe ame, e que nunca vão lhe abandonar.

Regra – Teoria do Apego

O papel do apego se reflete nas ações de uma pessoa para alcançar ou manter proximidade com outro indivíduo. A função principal atribuída a esse comportamento é biológica, corresponde a uma necessidade de proteção e segurança.

Isso que dizer que toda criança precisa ter carinho afeto e amor em seu primeiro ano de idade pra que tenha um desenvolvimento correto em relação a sua vida, e não se sinta inseguro.

Teoria do Apego no Cotidiano

A teoria do apego em nosso dia a dia pode mudar a nossa vida de maneira que faz você se sentindo bem, e deixa os outros se sentirem bem. No cotidiano pode ser vista com pais que tratam bem seus filhos deixando seguros, e também pessoas que pegam crianças para adotar dando o máximo de amor possível.

2 Filmes sobre a Teoria do Apego

Os Pinguim do Papai (2011)

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Sinopse do filme – Os Pinguim do Papai (2011)

Tom Popper (Jim Carrey) é um especialista em comprar imóveis antigos, para que sejam demolidos de forma que sua empresa possa construir modernos edifícios. Ele almeja se tornar sócio da empresa, mas para atingir o objetivo precisa cumprir uma última missão: convencer a senhora Van Gundy (Angela Lansbury), dona de um tradicional restaurante localizado no centro de Nova York, a vender o imóvel. Algo que não será nada fácil, já que ela apenas aceita vender o local para alguém que tenha princípios. Paralelamente, Popper recebe a notícia de que seu pai, um aventureiro que rodou o mundo cujo contato quase sempre foi através do rádio, faleceu na Antártida. No testamento ele deixa para o filho um pinguim, entregue em uma caixa refrigerada. Sem saber o que fazer, Popper resolve ficar com ele após perceber a afeição que seus filhos nutrem pelo animal.

O Quarto de Jack (2015)

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Sinopse do filme – O Quarto de Jack (2015)

Joy (Brie Larson) e seu filho Jack (Jacob Tremblay) vivem isolados em um quarto. O único contato que ambos têm com o mundo exterior é a visita periódica do Velho Nick (Sean Bridgers), que os mantém em cativeiro. Joy faz o possível para tornar suportável a vida no local, mas não vê a hora de deixá-lo. Para tanto, elabora um plano em que, com a ajuda do filho, poderá enganar Nick e retornar à realidade.

Experiencia sobre Teoria do Apego

A experiência da teoria do apego faz que que as pessoas possam mudar a forma de pensar e agir, em relação a situações, como a teoria do Apego em adultos.

Teoria do Apego em adultos

A teoria do Apego em adultos é definida em quatro principais estilos de apego: Apego Seguro; Apego Evitante; Apego Ambivalente; Apego Desorganizado.

Apego Seguro: tendem a ter opiniões positivas sobre si mesmas e sobre seus parceiros. Elas tendem, também, a ter opiniões positivas sobre seus relacionamentos.

Apego Evitante: desejam um alto nível de independência. O desejo de independência, frequentemente, aparece como uma tentativa de evitar completamente o apego.

Apego Ambivalente buscam por altos níveis de intimidade, aprovação, e receptividade de seus parceiros.

Apego Desorganizado têm sentimentos mistos sobre relacionamentos íntimos. Por um lado, elas desejam ter relações emocionalmente íntimas. Por outro lado, elas tendem a se sentir desconfortáveis com a intimidade emocional.

2 Vídeos no youtube falando sobre a Teoria do Apego

Vídeo 1 sobre a Teoria do Apego

Vídeo 2 sobre a Teoria do Apego

FIM

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Teoria do Capital Humano

Olá pessoal, o post de teorias de hoje é sobre Teoria do Capital Humano. Espero que gostem de mais esse post sobre Teoria. Vamos começar:

Teoria do Capital Humano

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Capital humano é o conjunto de conhecimento, habilidades e atitudes que favorecem a realização de trabalho de modo a produzir valor econômico. São os atributos adquiridos por um trabalhador por meio da educação, perícia e experiência. Muitas das primeiras teorias econômicas referem-se à força de trabalho, um dos três fatores de produção, como um recurso homogêneo e facilmente substituível.

Entendendo a Teoria do Capital Humano

O capital humano, portanto, deslocou para o âmbito individual os problemas da inserção social, do emprego e do desempenho profissional e fez da educação um “valor econômico”, numa equação perversa que equipara capital e trabalho como se fossem ambos igualmente meros “fatores de produção” (das teorias econômicas neoclássicas).

História da Teoria do Capital Humano

O conceito de capital humano foi adotado, nos anos 1980, pelos organismos multilaterais mais diretamente vinculados ao pensamento neoliberal, na área educacional, no contexto das demandas resultantes da reestruturação produtiva. Sua origem está ligada ao surgimento da disciplina Economia da Educação, nos Estados Unidos, em meados dos anos 1950. Theodore W. Schultz, professor do departamento de economia da Universidade de Chigago à época, é considerado o principal formulador dessa disciplina e da idéia de capital humano. Esta disciplina específica surgiu da preocupação em explicar os ganhos de produtividade gerados pelo “fator humano” na produção.

Criador da Teoria do Capital Humano

É o pai da economia moderna, e é considerado o mais importante teórico do liberalismo econômico. Autor de “Uma investigação sobre a natureza e a causa da riqueza das nações”, a sua obra mais conhecida, e que continua sendo usada como referência para gerações de economistas, na qual procurou demonstrar que a riqueza das nações resultava da atuação de indivíduos que, movidos inclusive (e não apenas exclusivamente) pelo seu próprio interesse (self-interest), promoviam o crescimento econômico e a inovação tecnológica.

Vídeo sobre o criador da Teoria do Capital Humano:

Consequências – Teoria do Capital Humano

A teoria do capital humano tem como consequência ajudar as pessoas a ter controle do dinheiro, observar e entender como o dinheiro é distribuído as pessoas, de forma que tende a entender a força do trabalho, de modo a produzir um valor econômico.

Regra – Teoria do Capital Humano

A teoria do capital humano afirma que uma educação adicional elevará os rendimentos futuros, e, neste sentido, a aquisição de educação é da natureza de um investimento privado em rendimentos futuros. Assim, há uma nítida analogia entre a produtividade física do capital e a educação, justificando-se o trata-mento analítico da educação como capital, isto é, capital humano, posto que se torna parte da pessoa que a recebe.

Teoria do Capital Humano no Cotidiano

O capital humano é uma teoria que tende a ensinar as pessoas a como lidar com dinheiro, mas as pessoas fazem exatamente ao contrário do que diz a teoria, não tendo nenhum controle com o dinheiro que recebem, ou melhor não dando importância ao seu suor.

Para entender melhor as pessoas imaginam que ganham dinheiro co seu trabalho, mas na ralidade isso não é verdade pois segundo estudos você troca o seu tempo trabalhado por dinheiro, exemplo: se você recebe 500,00 por semana, e vai o shopping compra um tênis de 500,00, você trocou uma semana do seu tempo e dedicação por 1 tênis.

2 Filmes sobre a Teoria do Capital Humano

Trouxemos 2 filmes sobre a teoria do capital humano para entendermos melhor a teoria podendo assistir em sala de aula junto aos alunos, que é o Capital Humano de 2015, e A verdade da Crise 2015.

Capital Humano (2015)

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Sinopse do filme – Capital Humano (2015)

Um ciclista é atropelado na véspera da noite de Natal. O motorista do carro foge sem prestar socorro à vítima. O ciclista é levado para o hospital. Ele está a beira da morte e duas famílias muito conhecidas na cidade são acusadas de envolvimento no caso criminoso.

A Verdade da Crise (2010)

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Sinopse do filme – A Verdade da Crise (2010)

Com realização do documentarista Charles Ferguson e narração do actor Matt Damon, um documentário que tenta comprovar a “verdade da crise”. Ou seja, dedica-se a enumerar as razões que levaram à crise económica de 2008 que se estendeu a todos os pontos do globo. Após uma profunda investigação, com entrevistas aos mais conceituados economistas, políticos e comentadores, o realizador faz as várias conexões entre as fracções da sociedade mostrando como tudo poderia ter sido evitado.

2 Experiencias sobre Teoria do Capital Humano

Experiencias sobre Teoria do Capital Humano

Conhecer bem seus colaboradores: Conduzir os processos de avaliação das equipes e direcionar ações de desenvolvimento com eficácia. Analisar indicadores e dashboards para tomadas de decisão, pensando de acordo com o perfil dos funcionários.

Experiencias sobre Teoria do Capital Humano

Estender o conhecimento: Muitas empresas possuem um ecossistema de parceiros, fornecedores e clientes, onde se encontra um capital humano de grande valor. Ampliar o conhecimento e desenvolver pessoas fora ambiente interno é muito estratégico nesse cenário.

2 Vídeos no youtube falando sobre a Teoria do Capital Humano

Vídeo 1 sobre a Teoria do Capital Humano

Vídeo 2 sobre a Teoria do Capital Humano

FIM

Bom pessoal, aqui foi mais um post sobre teoria do Capital Humano, hoje falamos sobre Teoria do Capital Humano, mostrando seus princípios. Obrigado por pesquisar sobre Teoria do Capital Humano, se você gostou compartilhe.

Teoria Psicanalítica

Olá pessoal, o post de teorias de hoje é sobre “Teoria Psicanalítica”. Espero que gostem de mais esse post sobre Teoria. Vamos começar:

Teoria Psicanalítica

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É uma teoria que procura descrever a etiologia dos transtornos mentais, o desenvolvimento do homem e de sua personalidade, além de explicar a motivação humana. Com base nesse corpo teórico Freud desenvolveu um tipo de psicoterapia. Ao conjunto formado pela teoria, a prática psicoterapêutica nela baseada e os métodos utilizados dá-se o nome de psicanálise..

Entendendo a Teoria Psicanalítica

Cada pessoa é movida, segundo ele, por uma quantidade limitada de energia psíquica. Isso significa, por um lado, que se grande parte da energia for necessária para a realização de determinado objetivo (ex. expressão artística) ela não estará disponível para outros objetivos (ex. sexualidade); por outro lado, se a pessoa não puder dar vazão à sua energia por um canal (ex. sexualidade), terá de fazê-lo por outro (ex. expressão artística).

História da Teoria Psicanalítica

Freud foi o primeiro a afirmar que os primeiros anos das vida são os mais importantes para o desenvolvimento da pessoa e o desenvolvimento do indivíduo se dá em fases ou estádios psico-sexuais. Freud foi, assim, o primeiro autor a afirmar que as crianças também têm uma sexualidade.

Criador da Teoria Psicanalítica

Sigismund Schlomo Freud mais conhecido como Sigmund Freud, foi um médico neurologista criador da psicanálise. Freud nasceu em uma família judaica, em Freiberg in Mähren, na época pertencente ao Império Austríaco (atualmente, a localidade é denominada Příbor, e pertence à República Tcheca).

Vídeo sobre o criador da Teoria Psicanalítica:

Consequências – Teoria Psicanalítica

A teoria tem como consequência poder analisar a forma de pensar das pessoas ajudando a melhorar os estudos para tratar pessoas doentes mentalmente, podendo também explicar a motivação humana, e em que se baseia.

Regra – Teoria Psicanalítica

O propósito do contrato é definir concretamente as bases do trabalho que se vai realizar, de modo que ambas as partes tenham uma ideia clara dos objetivos, das expectativas e também das dificuldades a que compromete o tratamento analítico, a fim de evitar que depois, durante o curso da terapia, possam surgir ambiguidades, erros ou mal entendidos. A regra da associação livre pode ser proposta de maneiras muito diferentes, e até mesmo não ser explicitadas de início.

Teoria Psicanalítica no Cotidiano

O a teoria no cotidiano também está representado nas diferentes leituras apresentadas em “O sujeito na história”, quando o autor analisa os efeitos produzidos na forma de expressão do sujeito a partir da modernidade.

2 Filmes sobre a Teoria Psicanalítica

Um método perigoso (2011)

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Sinopse do filme – Um método perigoso (2011)

Dirigido pelo cultuado David Cronenberg, o longa é uma mostra de como a relação entre Carl Jung (Michael Fassbender) e Sigmund Freud (Viggo Mortensen) faz nascer a psicanálise. Aborda a intensa e polêmica relação da dupla com a paciente Sabina Spielrein (Keira Knightley). O filme foi exibido em primeira mão no Festival de Veneza de 2011 e conquistou uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante para Mortensen.

Quando Nietzsche chorou (2007)

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Sinopse do filme – Quando Nietzsche chorou (2007)

A história é sobre um fictício encontro entre o filósofo Friedrich Nietzsche e o médico Josef Breuer, professor de Sigmund Freud, quando ambos encontravam-se em fases atormentadas: Nietzche apresentava tendências suicidas e ainda não era conhecido (o ano provável é 1882, quando Assim Falou Zaratustra ainda não tinha sido escrito) e costumava escrever que era um filósofo póstumo, e que seus alunos ainda não haviam nascido, enquanto Breuer estava passando por uma crise por ter se envolvido com uma de suas pacientes, Bertha Pappenheim (a qual era referida como Anna O).

Experiencia sobre Teoria Psicanalítica – Seminários Clínicos

É possível, nessas experiências, entender cada vez mais a teoria. Ver na prática, sentimentos tão presentes na teoria psicanalítica, ora integrados, ora fragmentados, (tais como amor, ódio, indiferença, inveja, insegurança, felicidade, satisfação, fragilidade, onipotência, vaidade, arrogância, insatisfação, etc.) à flor da pele. (Re) conhecemos nos casos apresentados, as histerias, as paranoias, a parte psicótica e neurótica da mente, as angústias obsessivas, as ansiedades depressivas e persecutórias, etc.

2 Vídeos no youtube falando sobre a Teoria Psicanalítica

Vídeo 1 sobre a Teoria Psicanalítica

Vídeo 2 sobre a Teoria Psicanalítica

FIM

Bom pessoal, aqui foi mais um post sobre teoria, hoje falamos sobre Teoria Psicanalítica, mostrando seus princípios. Obrigado por pesquisar sobre Teoria Psicanalítica, se você gostou compartilhe.

Teoria do Maslow

Olá pessoal, o post de teorias de hoje é sobre Teoria do Maslow. Espero que gostem de mais esse post sobre Teoria. Então vamos começar:

Teoria do Maslow

Entenda com o gráfico abaixo:

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Também conhecida como “pirâmide” de Maslow, é uma divisão hierárquica proposta por Abraham Maslow, em que as necessidades de nível mais baixo devem ser satisfeitas antes das necessidades de nível mais alto.

A teoria define algumas necessidades descritas na pirâmide, como: necessidades fisiológicas, necessidades sociais ou de amor, necessidades de estima, necessidades de auto-realização.

Entendendo a Teoria do Maslow

A base da pirâmide consiste nas necessidades fisiológicas, acima está a segurança, depois a questão social, depois está a estima e no topo a realização pessoal.

A pirâmide de Maslow é empregada em sistemas de Controle de Qualidade Total. É usada dentro das empresas, principalmente pelo setor de Recursos Humanos, que procuram seguir a ordem da mesma para o desenvolvimento e o bem estar dos funcionários, principalmente pela sua fácil comunicação e implementação em uma estrutura organizacional.

Vídeo sobre a Teoria de Maslow:

Vamos aprender um pouco mais sobre sobre esta teoria em uma vídeo aula incrível.

Fascinante, não é mesmo?

História da Teoria do Maslow

Foi criada em 1946 por Abraham Maslow em Connecticut, numa área de conflitos entre as comunidades negra e judaica, como quase o mesmo objetivo da teoria comportamental, A teoria de Maslow é conhecida como uma das mais importantes teorias de motivação.

Criador da Teoria do Maslow – Abraham Maslow

Foi um psicólogo americano, conhecido pela proposta Hierarquia de necessidades de Maslow. Maslow era o mais velho de sete irmãos, de uma família judia do Brooklyn, Nova Iorque, Trabalhou no MIT, fundando o centro de pesquisa National Laboratories for Group Dynamics.

Vídeo sobre Abraham Maslow:

Entenda quem foi Maslow:

Cheio de conteúdos interessantes.

Consequências – Teoria do Maslow

Embora a teoria de Maslow tenha sido considerada uma melhoria em face das anteriores teorias da personalidade e da motivação, ela tem seus detratores. A principal delas é que é possível uma pessoa estar auto-realizada, e não conseguir, contudo, uma total satisfação de suas necessidade fisiológicas.

Em sua extensa revisão das pesquisas que são dependentes da teoria de Maslow, Wahba e Bridgewell acharam pouca evidência desta hierarquia de necessidades, ou mesmo da existência de alguma hierarquia.

Filme sobre a Teoria do Maslow – A Boa Mentira (2014)

Você conhece este filme? ele vai se tornar um dos seus preferidos.

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É um filme de 2014 que mostra a utilização da teoria da Piramide de Maslow.

Sinopse do filme – A Boa Mentira (2014)

Três homens sudaneses, Mamere (Arnold Oceng), Jeremiah (Ger Duany) e Paul (musician Emmanuel Jal), têm a oportunidade de sair do país e conseguir uma vida melhor nos Estados Unidos. Eles são acolhidos por uma assistente social, Carrie Davis (Reese Witherspoon), que pouco conhece sobre o duro passado de cada um. Ela é uma mulher solteira, bem resolvida e muito prática, o que parece estranhíssimo para eles. Aos poucos, tornam-se amigos e descobrem uma nova visão de mundo.

Trailer do filme A Boa Mentira (2014):

Veja um pouco com o trailer:

agora é só terminar de ler este artigo e ir fazer a pipoca.

Objetivos da Teoria de Maslow

O objetivo principal é dá motivação as pessoas, como uma técnica de viver em constante crescimento comportamental, fazendo que as necessidades humanas sejam organizadas e dispostas em níveis, numa hierarquia de importância e de influência, em cuja base estão as necessidades mais baixas, e no topo as necessidades mais altas.

Trabalhar a Teoria de Maslow em Sala e Aula

Este é um assunto ótimo para se trabalhar em sala de aula, com o uso de novas tecnologias e informações de grande relevância, fazendo com que os alunos possam aprender sobre o assunto.

Algumas atividades que podem ser trabalhadas em sala com relação a teoria de Maslow:

  • Discutir a pirâmide em sala de aula
  • Explicar a pirâmide
  •  Fazer que os alunos tentem usar as técnicas no dia a dia
  • Realizar questões sobre a teoria
  • Dinâmicas relacionadas a teoria
  • Assistir filmes e documentários sobre a teoria de Maslow

Agora você já sabe de tudo sobre esta teoria.

FIM

Bom pessoal, aqui foi mais um post sobre teoria, hoje falamos sobre Teoria do Maslow, mostrando seus princípios. Obrigado por pesquisar sobre Teoria do Maslow, se você gostou compartilhe.

Teoria do Conhecimento

Olá pessoal, o post de teorias de hoje é sobre “Teoria do Conhecimento”. Espero que gostem de mais esse post sobre Teoria. Então vamos começar:

Teoria do Conhecimento

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Também conhecida como epistemologia, é o ramo da filosofia que trata da natureza, etapas e limites do conhecimento humano, especialmente nas relações que se estabelecem entre o sujeito e o objeto do conhecimento.

Melhor dizendo estuda a teoria da ciência, com o intuito de entender o surgimento de tudo, diversidade e a complexidade dos seres humanos e dos ambientes onde estes se desenvolvem tornarem virtualmente impossíveis os procedimentos de controle experimental.

Entendendo a Teoria do Conhecimento

A epistemologia é relacionada a formação de nosso conhecimento, para saber se área do conhecimento é cientifica ou não cientifica. Tomando posse de nosso conhecimento para adquirir novos conhecimentos e deixar de lado conhecimento, que não sevem para nós.

Por exemplo a ciência faz parte do conhecimento cientifico que faz parte da teoria do conhecimento, já a arte não faz parte da ciência pois a arte também não faz parte teoria do conhecimento.

Origem da Teoria do Conhecimento

A origem da teoria do conhecimento vem do empirismo e racionalismo que ao longo da linha constituída nos seus extremos pelo racionalismo e pelo empirismo radicais, as posições intermédias, as tentativas de conciliação e de superação.

Empirismo pode ser definido como a asserção de que todo conhecimento sintético é baseado na experiência. Conceitua-se empirismo, como a corrente de pensamento que sustenta que a experiência sensorial é a origem única ou fundamental do conhecimento.

Racionalismo é a corrente que assevera o papel preponderante da razão no processo cognoscitivo, pois, os fatos não são fontes de todos os conhecimentos e não nos oferecem condições de “certeza”.

Vídeo sobre a teoria do Conhecimento:

Objetivos da Teoria do Conhecimento

O objetivo é buscar a origem, a natureza, o valor e os limites do conhecimento, da faculdade de conhecer. Às vezes o termo é usado ainda como sinônimo  de epistemologia, o que não é exato, pois a mesma é mais ampla, abrangendo todo tipo de conhecimento, enquanto que a epistemologia limita-se ao estudo sistemático do conhecimento científico, sendo por isso mesmo chamada de filosofia da ciência.

Filme sobre a Teoria do Conhecimento – Alexandria (2009)

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O filme relata a história de Hipátia, filósofa e professora em Alexandria, no Egito entre os anos 355 e 415 d.C. Única personagem feminina do filme, Hipátia ensina filosofia, matemática e astronomia na Escola de Alexandria, junto à Biblioteca.

Sinopse do filme – Alexandria (2009)

Em Alexandria, no ano de 391, Hipátia é professora de astronomia e matemática, além de filósofa. Um dos seus alunos, Orestes, está apaixonado por ela, assim como o seu escravo Davus. Juntos, eles deverão lutar contra extinção da biblioteca local e outras grandes instituições, que não devem sobreviver quando o Cristianismo ganha poder político na cidade.

Trailer sobre o filme Alexandria (2009):

Implicações da Teoria do Conhecimento

  • A questão do conhecimento: Para compreender a si mesmo e o mundo os homens querem entender a sua própria capacidade de entender.
  • Sujeito e objeto: Os dois elementos do processo de conhecimento – Conhecer é representar cuidadosamente o que é exterior à mente.
  • As possibilidades do conhecimento: O ceticismo prega a impossibilidade de conhecermos a verdade. O dogmatismo defende a possibilidade de conhecermos a verdade.
  • Ceticismo absoluto: Tudo é ilusório e passageiro. Ao dizer que nada é verdadeiro, o ceticismo absoluto anula a si próprio, pois diz que nada é verdadeiro, mas acaba afirmando que pelo menos existe algo de verdadeiro.
  • O ceticismo relativo: Nega apenas parcialmente nossa capacidade de conhecer a verdade.
  • Dogmatismo: É uma doutrina que defende a possibilidade de conhecermos a verdade. Dogmatismo ingênuo: Consiste em acreditar plenamente nas possibilidades do nosso conhecimento.
  • Dogmatismo crítico: Acredita em nossa capacidade de conhecer a verdade mediante um esforço conjugado de nossos sentidos e nossa inteligência.
  • Empirismo: Defende que todas  as nossas  ideias são provenientes de nossas percepções sensoriais (visão, audição, tato, olfato e paladar).
  • Racionalismo crítico e materialismo dialético: A experiência e o trabalho da razão depositam total e exclusiva confiança na razão humana como instrumento capaz de conhecer a verdade.

Trabalhar a teoria do conhecimento em Sala de Aula

A teoria do conhecimento pode ser trabalhada com alunos de diversas formas, sendo capaz de ensinar a filosofia, e um pouco da história. Aqui existem algumas formas maneiras de trabalhar em sala de aula essa teoria:

  • Estudar a questão de  teoria do conhecimento.
  • Passar documentários e filme para os alunos.
  • Brincadeiras retratando a teoria.
  • Questões sobre o assunto.

FIM

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Tipos de liderança para trabalhar com seus alunos

Ao iniciarmos um projeto, em nosso primeiro emprego ou nas atividade em sala, podemos observar diversos tipos de liderança. Geralmente ou nascemos com o ímpeto da liderança, ou somos liderados.  Você que saber os tipos de liderança e treinar para ser um líder de sucesso um dia? 

Tipos de liderança 

Existem muitos estudos que referem-se a personalidade de cada líder. Ensinar o hábito de analisar para os alunos, vai ajudá-los em seu auto-conhecimento, tornando assim um diferencial. 

Os tipos de liderança sugerem uma abordagem oranizacional. Apresente este assunto como ferramenta que além de ajudar o aluno, facilitará seu trabalho em sala de aula.  

Tipos de liderança: Definição 

A liderança exerce grandes efeitos sobre seus subordinados. A finalidade de se estudar sobre liderança é averiguar a relação entre o mandante e o comandado.  

Os estudos sobre os tipos de liderança estão bastante recorrentes, o que garante pra os interessados inúmeras teorias. 

Hoje vamos abordas o três tipos de personalidade mais comuns na esfera coorporativa, e como identificá-los 

Tipos de liderança: liderança autocrática

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A liderança autocrática é a mais relacionada a figura do chefe. É uma liderança bastante enfática que fixa diretrizes e metas com clareza, não permitindo muita participação coletiva. 

Na relação da liderança autocrática não existe poder de escolha, apenas uma ordem que deve ser cumprida.  

Este é um tipo de liderança que pode funcionar com pessoas mais inexperiente que ainda precisam de apoio e orientação constante. Em uma equipe mais experiente é possível gerar conflitos.  

Quando a liderança autocrática se impõe muito, acontece um clima de forte tensão e frustração, gerando uma equipe sem amizade e sem iniciativa. Gerando críticas pessoais e pouco trabalho na ausência do líder.  

Tipos de liderança: liderança democrática

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Liderança democrática é ativa mas, branda. As decisões são baseadas no debate e no direcionamento da equipe de acordo com a situação. 

O grupo, portanto, direciona a melhor maneira de tomar uma decisão, sendo possível também reagir as equipes de trabalho. É dada ao indivíduo a chance de escolher a equipe ou a função em que se quer trabalhar. 

Não é aconselhável trabalhar o formato da liderança democrática em equipes muito jovens, em que não se conhece o trabalho ou ainda seja inexperiente. 

Em equipes mais desenvolvidas, o modelo de liderança democrática ajuda a desenvolver relacionamento interpessoal, responsabilidade e espírito de equipe.  

A equipe adquire boa experiência e na ausência de liderança consegue desenvolver o trabalho sem problemas.  

Tipos de liderança: liderança liberal

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Um pouco arriscada em determinadas equipes, a liderança liberal dá liberdade para decisões individuais ou em grupo.  

Geralmente não há direcionamento do líder, sendo assim as decisões ficam sempre a cargo dos liderados. 

Quando há a necessidade de reunião, o clima torna-se agressivo, desenvolve uma equipe com baixa produtividade e poucas tarefas desenvolvidas. 

Perde-se muito tempo na tomada de decisão e o respeito a líder torna-se baixo devido a falta de direcionamento.  

Tipos de liderança: atividades

Para trabalhar os tipos de lideranças com os alunos você pode seguir essa lista de tarefas que irão ajudar muito os pequenos a se desenvolverem de forma hábil e criativa.

Tipos de liderança: Autoconfiança

De grande importância  para todos os tipos de liderança, a autoconfiança pode ser trabalhada desde cedo.

Mas, a autoconfiança não pode ser mostrada, é necessário que a criança experimente. Para ensinar autoconfiança dê oportunidade para que ela faça, crie, molde, tente…

Incentive os alunos a praticarem atividades extracurriculares, como esportes de equipe ou individuais, atividades artísticas que desenvolvam e estimulem a autoconfiança.

Tipos de liderança: tomada de decisão

A tomada de decisão está presente em alguns tipos de liderança e é parte fundamental da liderança.

Comece incentivando pequenas decisões em sala, individuais ou em grupo, e veja como é a reação deles.

Aproveite este momento para trabalhar a responsabilidade que cada decisão em e suas consequências

Tipos de liderança: trabalho em equipe

O trabalho em equipe demanda treino e perseverança, mas é essencial para trabalhar os tipos de liderança, pois saber trabalhar e demandar requer treino precoce.

Incentive os alunos a organizarem a sala de aula, separação e entrega de livros, permitindo que eles possam tomar um lugar pra si no ambiente escolar.

Ensine que parceria é o caminho para o sucesso!

Veja também as tipos de liderança voltado para a figura do professor:

Vídeo sobre tipos de liderança na sala de aula

Bom, é isso, espero que você tenha gostado e até a próxima!

Atividades sobre Direitos Humanos

As atividades sobre Direitos Humanos, foram elaboradas, para mostrar à crianças e adolescentes que, lutar para ter uma vida digna, é algo que não deverão abrir mão.

Buscar para si e para a coletividade, a dignidade para viver é nobre, qualidade que grandes heróis mostraram durante suas trajetórias.

 Atividades sobre Direitos Humanos

O professor poderá introduzir, as questões de Direitos humanos na turma, mostrando que eles retratam, uma ideia que vem da antiguidade.

Os Direitos Humanos, possuem como base, os pensamentos filosóficos e religiosos, os quais, sempre buscaram o bem estar e igualdade para todas as pessoas.

Atividades sobre Direitos Humanos: Liberdade e igualdade

Propomos nessa atividade que, o professor promova a leitura dos Direitos humanos na escola. Ele deverá mostrar para a classe,  que a mais de 500 anos antes de Cristo, Ciro, o rei da Pérsia, já defendia os direitos humanos. Os iluministas, filósofos e ativistas também deram suas contribuições para que fossem escritos.

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Recursos para as Atividades sobre: Direitos Humanos: Liberdade e igualdade

  • Faixa ou cartaz com os artigos, dos Direitos humanos
  • Caderno e lápis

Passo a passo para a atividade sobre Direitos Humanos: Liberdade e igualdade

  1. O professor, colocará na frente da sala, uma faixa ou mural, com todas os direitos Humanos escritos. ( São 30)
  2. Ele deverá levar os alunos a leitura  dos artigos ( pelo menos de 1 ao 15)
  3. Levante uma reflexão com a turma, e permita que eles deem suas opiniões.
  4. Pergunte-lhes se acham que,  os direitos humanos estão sendo respeitados no Brasil, se há igualdade e liberdade em nosso país ?
  5. Após a reflexão, convide-os à anotarem o que eles leram nos Direitos Humanos, que não está acontecendo no Brasil, com todas as pessoas.

A declaração oficial dos Direitos Humanos, em forma de documento, ocorre em 10 de dezembro de 1948.

Atividades sobre Direitos Humanos: Nelson Mandela e sua luta pela igualdade

Os países não são obrigados a aceitarem os direitos humanos em seus códigos de condutas. Mandela, foi um herói! Este homem lutou, para que na Africa do Sul, negros fossem tratados como brancos.

Nelson Mandela e aluta pela liberdade 300x180 8893825 2425834Recursos para as Atividades sobre: Direitos Humanos:  Nelson Mandela e sua luta pela igualdade

  • Internet para pesquisa
  • Folha com trabalho esccrito
  • Fotos do movimento

Passo a passo para a atividade sobre Direitos Humanos: Nelson Mandela e sua luta pela igualdade

  1. O professor deverá apontar alguns ativistas. Deverá explicar aos alunos que, eles são pessoas que lutam pelo direito de seu povo.
  2. Comente superficialmente sobre Nelson Mandela, e solicite uma pesquisa sobre ele.
  3. Junte as pesquisas e fotos apresentadas.
  4. Com o material em mão comente sua atitude e os resultados.
  5. Fale sobre a importância das pessoas que defendem, o direito de igualdade para todos.
  6. Se for possível termine essa atividade em outro dia, assistindo o filme:”Mandela o caminho para a liberdade”

O caminho para a liberdade é um filme para apaixonar qualquer pessoa que possua uma alma ativista.

 Atividades sobre Direitos Humanos: Erradicação da pobreza no Brasil

 A pobreza extrema ainda existe, debaixo de nosso nariz.Lutar contra ela é dever de todos nós, promover recursos para erradicá-la é função do Estado.

pobreza-1433059-4088027Recursos para as Atividades sobre Direitos Humanos:Erradicação da pobreza no Brasil

  • Material para cartazes
  • caneta, papel
  • Computador ( para assistir o documentário)

Passo a passo para a atividade sobre Direitos Humanos: Erradicação da pobreza no Brasil

  1. Explique para os alunos o que significa erradicar a pobreza,
  2. apresente para eles a realidade em diversas partes do Brasil, onde ainda há crianças e adultos com fome.
  3. Faça uma analise sobre a situação do bairro onde moram, vejam se conhece alguma família que esteja passando por necessidades
  4. Convide os alunos, a fazerem cartazes requerendo que as políticas publicas funcionem na cidade, erradicando a pobreza.
  5. Promova uma passeata com eles até a praça principal ou prefeitura, expondo os seus cartazes.

Os Direito Humanos precisam ser conquistados, até mesmo em países que dizem adeptos deles. Vejam esse documentário. Conheçam a urgência de se clamar por políticas  publicas.

Atividades sobre Direitos Humanos: Concurso de poemas

Sabemos que diversos ativistas, pensadores,poetas,  lutaram e lutam pelo bem comum. Eles defendem os direitos humanos. Que tal nessa atividade, os alunos expressarem em forma de poemas os próprios sentimentos ?

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Recursos para as Atividades sobre: Direitos Humanos: Concurso de poemas

  • Cartazes
  • canetas e pinceis

Passo a passo para a atividade sobre Direitos Humanos: Concurso de poemas

  1. A proposta aqui, é promover um concurso de poemas, sobre os direitos humanos.
  2. O professor, poderá separar em equipes ou duplas se desejar.
  3. Marque o dia, para os alunos apresentarem sua criação e receberem os votos da turma.
  4. O mais votado será o vencedor, e deverá  ter seu poema lido novamente, com maior reflexão  na frente da sala,  e ter espaço para ser comentado por todos.

A poesia é um meio de expressar os sentimentos. Por meio de poemas, é possível também, apresentar o requerimento do povo, pelos direitos humanos.

Atividades sobre Direitos Humanos: Criar um blog

Que tal a turma se unir a favor dos Direitos Humanos, criando um blog para defende-los?

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Recursos para as Atividades sobre: Direitos Humanos: Criar um blog

  • Internet
  • Plataforma (Gratuita)

Passo a passo para a atividade sobre Direitos Humanos: Criar um blog

  1. O professor, poderá apontar ou fazer uma eleição, com a finalidade de eleger um responsável pelo blog.
  2. Junto com a turma, organizem o material para inaugurar o blog.
  3. Selecionem fotos, textos , poemas, tudo relacionado aos Direitos Humanos.
  4. Divulguem o blog, nas redes sociais da turma.
  5. Façam postagens permanentes, as quais mostrem a necessidade, dos governantes, olharem para o povo e promoverem, as políticas públicas.

Este projeto, poderá ser uma grande oportunidade,  da turma aproveitar o espaço, denunciando casos de maus tratos e extrema pobreza, no bairro ou cidade onde vivem.

Atividades sobre Direitos Humanos: Exercícios de V ou F

Essa atividade, trará uma oportunidade para os alunos avaliarem, sua capacidade, de guardarem as informações sobre os direitos humanos.

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Recursos para as Atividades sobre: Direitos Humanos: Exercícios V ou F

  • folha com a atividade
  • Caneta ou lápis

Passo a passo para a atividade sobre Direitos Humanos: Exercícios V ou F

  1. Se o professor preferir, poderá baixar o questionário, cujo link está logo abaixo.
  2. Caso ele não possua recursos ou tempo para baixar, uma opção será escrever no quadro, e pedir aos alunos que copiem no caderno.
  3. O exercício de fixação ajudará na assimilação dos Direitos Humanos.

Um ótimo modelo  de V ou  F desse exercício, poderá ser encontrado no site Brasil Escola

Atividades sobre Direitos Humanos:  Escravidão ainda existe?

Será mesmo que no Brasil, todas pessoas são livres? Vamos levar os alunos a investigarem e tirarem suas conclusões sobre essa questão?

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Recursos para as Atividades sobre: Direitos Humanos: Escravidão ainda existe?

Passo a passo para a atividade sobre Direitos Humanos: Escravidão ainda existe?

  1. Assista com os alunos esse documentário sobre a escravidão. 
  2. Peça que eles façam uma produção textual sobre o assunto.
  3. Aproveitem o blog da turma, para publicarem as melhores produções textuais.

Os alunos ficarão cientes, após assistirem o documentário, de como existe ainda, necessidade de combater o trabalho escravo, bem perto de nossas casas.

Atividades sobre Direitos Humanos: Menores no trafico

Essa atividade vai dar “pano pra manga”. Os alunos irão debater, sobre quem serão os culpados, por crianças e adolescentes se envolverem no trafego de drogas, e perderem a vida tão cedo.

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Recursos para as Atividades sobre: Direitos Humanos: Menores no trafico

  • Caderno e caneta
  • Recursos para mostrar o video

Passo a passo para a atividade sobre Direitos Humanos: Menores no trafico

  1. Convide os alunos à um debate sobre como as crianças se envolvem no trafego, e por que elas fazem isso.
  2. Pergunte à eles, o que pensam, dessas crianças morrerem em meio ao trafico de drogas.
  3. Você poderá iniciar deixando 10 minutos, ou um pouco mais para refletirem e anotarem suas dúvidas em um papel.
  4. Separe 2 alunos, os quais estejam capacitados a responderem as perguntas dos colegas ( o professor deverá auxiliá-los).
  5. Peça que eles leiam as dúvidas e perguntas dos colegas.
  6. Abra espaço para que uma discussão saudável seja feita, a fim de chegarem a conclusão, de quem serão os responsáveis pelo fato das crianças deixarem a escola, e irem por esse caminho.
  7. Ao concluírem essa atividade, todos deverão chegar a conclusão de que, cada pessoa tem uma pontinha de responsabilidade nessa ocorrência.

O governo precisa intervir com políticas publicas, os pais precisam dar exemplos, e os enviarem às escolas. E todos nós colaborarmos, difundindo o direito à educação e proteção do menor. Desta forma, esses meninos, encontrarão outras opções de sobrevivência.

Se possível, veja com os alunos: Menores no Trafego

FIM

Esperamos que as atividades sobre Direitos Humanos, ajudem aos professores, pais e todos educadores, a levarem as crianças por um caminho de dignidade. Eles precisam conhecer seus direitos e lutarem por eles.

Se esse trabalho te ajudou. deixe seu comentário, compartilhe nas redes sociais. Seu comentário é importante para nós. Deixe também sua sugestão para melhorarmos a cada dia, oferecendo conteúdos que os ajude na rotina escolar.

Até mais!

10 Atividades sobre Empreendedorismo e Cidadania

As atividades sobre empreendedorismo e cidadania chegaram com tudo para colocar jovens, crianças e adultos, com muito desejo de crescimento em todos os aspectos positivos da vida. Principalmente o econômico.

Elaborado para ajudar à educadores, que desejam, trabalhar em sala de aula, junto aos alunos, a possibilidade de se tornar um empreendedor, queremos apresentar a vocês:

10 Atividades sobre Empreendedorismo e Cidadania

Quando um cidadão desenvolve atividades que promovem, não apenas o bem estar próprio, mas também colabora, para o crescimento do meio onde vive, pode-se dizer que se tornou um empreendedor.

Atividade sobre cidadania e empreendedorismo: Criando uma marca

Nessa atividade a turma irá colocar a cabeça para funcionar, e vamos ver quem terá mais criatividade no desafio? Os grupos irão começar a gerar uma empresa.

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Recursos para a atividade sobre cidadania e empreendedorismo: Como criar um nome inesquecível para sua empresa

  • Bloco ou caderno
  • Caneta.

Passo a passo  de como criar um nome inesquecível para sua empresa

  1. reparta a turma em grupos, para que cada equipe, crie para sua empresa imaginária, um nome de acordo com seu produto.
  2. Esse nome, deverá ter um gatilho direto para o produto, e precisará, responder positivamente as perguntas:
  3. Esse nome chama a atenção das pessoas? É um nome curto, forte; provoca a curiosidade das pessoas, para conhecer sua empresa? O nome escolhido, tem uma personalidade?
  4. Tente construir um nome, que esteja relacionado a impreca, mas, que deixe certo mistério.
  5. Após todos os grupos escolherem os nomes, apresente-os ao professor e aos colegas,  discutam em sala, porque escolheram tal nome.

A humanidade é que te ligará ao seu cliente, ser diferente dos outros,  aqui está valendo!  Aplique um pouco, de quem você é no intimo,  no nome de sua empresa.

Atividades sobre Empreendedorismo e Cidadania: Criação de Logo para a empresa

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Se  já foi escolhido um nome convincente, para que sua empresa se destaque, que tal agora complementar a atividade com a criação de uma Logo? Elas poderão, dar uma credibilidade muito grande à sua empresa, vamos lá? 

Recursos para a atividade sobre cidadania e empreendedorismo:Criação de Logo para a empresa

  • Lápis, caneta e papel
  • Computador e internet

Passo a passo  para a criação de Logo para a empresa

  1. Se não há acesso à internet, os alunos poderão fazer uma tentativa de desenhar uma logo para sua empresa, valendo-se de papel, caneta, e criatividade.
  2. Mas, se a turma tiver acesso à internet, ela poderá criar uma logo online profissional, de forma gratuita, e aqui vamos te dizer como:
  3. Digite no Google  a palavra “Canva” editor de imagens, é´o primeiro resultado que aparece. (Ou entre diretamente pelo link:https://canva.com/pt_br/criar/logotipo/ – a plataforma Canva é maravilhosa!!!)
  4. Entre no site, faça um login grátis para você usá-lo.
  5. você verá no canto um quadradinho com o sinal de+ entre e selecione: Em materiais de marketing “Logotipo”.
  6. Irá abrir a tela e você clica em adicionar elementos.
  7. Irá aparecer, imagens gratuitas, gráficos, formas, linhas… selecione a imagem que você quiser usar.
  8. Marque o lugar onde está escrito  substitua, adicionando o nome de sua empresa.
  9. Não esqueça que as imagens, devem combinar com o nome que vocês escolheram para a empresa.
  10. Abaixo do nome escreva a atividade de sua empresa.
  11. Após escrever o nome da empresa, você pode clicar do lado da imagem para copia-la, e retirar a parte branca da sua Logo.
  12. Se desejar clique ao lado e escolha um fundo, coloque-o da cor que você quiser.
  13. tudo pronto, baixe sua logo no computador e pode usá-la

Atividade sobre cidadania e empreendedorismo: Workshop

Saber um pouco sobre como investir, em que investir, gastos e lucros, pode ser bem interessante para a promoção de um Workshop. Isto será proveitoso para a turma.

Recursos para a atividade sobre cidadania e empreendedorismo: workshop

  • Convites e inscrições ( podem ser feitos no computador)
  • Blocos para anotação e caneta
  • Certificado para os participantes.

Passo a passo  de como organizar um Workshop

  1. A definição do assunto é a primeira parte. Como o alvo é empreender, o tema poderá ser por exemplo: Como economizar durante um ano e aplicar o dinheiro na abertura de uma empresa.
  2. Se for possível, convide um palestrante, que já esteja acostumado com palestras, e que não tenha uma palavra cansativa, pois o publico aqui, serão crianças e jovens.
  3. De preferência, alguém animado,  que traga dinâmicas ou outras formas criativas de ensinar, poderá ser, um professor da própria escola, ou um empresário bem sucedido.
  4. Peça que os alunos anotem em papeis, as principais dúvidas durante o evento e entregue no final.
  5. No término, abra espaço para leitura dos papeis, onde estão registrada as dúvidas dos alunos, para que o palestrante responda.

Atividades sobre Empreendedorismo e Cidadania: Canvas

Nessa atividade, a turma irá desenvolver o Canvas, que é um quadro, com várias repartições, o qual  ajudará o aluno, planejar de forma organizada como abrirá o seu negócio, além de responder, diversas perguntas relacionadas à sua empresa recém criada.

Recursos para a atividade sobre cidadania e empreendedorismo: Canvas

  • Folha impressa com o modelo de Canvas.
  • lápis e borracha

Passo a passo  do preenchimento do Canvas

  1. O professor poderá providenciar a impressão do modelo do Canvas, o qual temos  logo abaixo, repartindo uma folha para cada grupo que criou uma empresa. Eles deverão preenche-lo na seguinte sequência.
  2. Comece do bloco que está à direita da folha, na qual está escrito: “Seguimento de mercado”, O segundo bloco : A Proposta de valor:
  3. O terceiro bloco será, os canais; O quarto bloco é o relacionamento com os clientes, O quinto bloco é a fonte de receitas,
  4. O sexto bloco será os recursos principais, no qual, você anotará, quais recursos serão necessários para entregar o produto ao seu cliente. Liste 4 diferentes tipos de recursos:
  • Recursos físicos como maquinas, móveis,equipamentos e local,
  • Recursos intelectuais, que são conhecimentos e habilidades, suas e de seus colaboradores.
  • Recursos humanos, que  é a equipe que você precisa para desenvolver suas habilidades.
  • Recursos financeiros, que se trata do dinheiro necessário para o negócio funcionar, que podem ser financiamentos, empréstimos.

5.O sétimo bloco, é o de atividades principais.  O oitavo bloco, são as parcerias principais, que englobam , fornecedores, parceiros. O nono bloco é a estrutura de custos que conta com todos o valores envolvidos para que o produto chegue ao seu cliente.

Canvas

tela-de-modelo-de-negc3b3cios-v2-0-8683734-4524734Com o Canvas você responderá: Quem são os meus clientes? Quais desejos e necessidades, eu desejo atender com meu negócio? Quais produtos e serviços eu vou oferecer? Quais são os recursos físicos, humanos e intelectuais, eu preciso para o funcionamento desse negócio? Quais serão meus custos, e como irei gerar receitas?

Atividades sobre Empreendedorismo e Cidadania: A perseverança

Esta atividade empreendedorista é bem simples, mas pode gerar bastante efeito positivo na garotada, e até em adultos. Trata-se de filmes, baseado em fatos verídicos sobre empreendedores que não desistiram.

Recursos para a atividade sobre cidadania e empreendedorismo: A perseverança

  • Filmes: “Joy: o nome do sucesso” ou “À procura da felicidade”
  • Aparelho e telão para reproduzir o filme

Passo a passo para atividade sobre cidadania e empreendedorismo: A perseverança.

  1. Providencie recursos para que as crianças possam assistir os filmes sugeridos na escola.
  2. Na próxima aula, peça que elaborem uma redação, dizendo qual a conclusão que eles tiraram do filme.
  3. Promova um rápido debate para conhecer a opinião dos alunos.

Os alunos terão a oportunidade de assistir como alguém pode crescer na vida e realizar seus sonhos, quando acredita no que faz e não desiste.

Atividades sobre Empreendedorismo e Cidadania: Teatro empreendedor

A proposta desta atividade, é promover uma peça teatral com os alunos, mostrando como uma pessoa pode se tornar um empreendedor começando com poucos recursos e muita dedicação.

Recursos para a atividade sobre cidadania e empreendedorismo: Teatro empreendedor

  • Roupas e acessórios para o teatro
  • local adequado, com cadeiras para a encenação

Passo a passo para atividade sobre cidadania e empreendedorismo:Teatro empreendedor

  1. Selecione, três ou quatro grupos de alunos para atividade
  2. eles deverão criar uma peça teatral que mostre de forma clara, o que é empreendedorismo, e como começar aplicando pouco capital.
  3. Programe o dia e horário  da apresentação, e convide as pessoas para assistir.

O teatro poderá ser encenado pelos alunos, ou histórias por meio de fantoches, devendo os alunos focar no assunto que é empreendedorismo. Uma boa sugestão está logo abaixo

Atividade sobre cidadania e empreendedorismo: Entrevista ao empresário

Ninguém melhor do que aqueles que já passaram por experiências, para contarem qual o segredo do sucesso!

empresario-5211461-9056185Recursos para a atividade sobre cidadania e empreendedorismo:Entrevista ao empresário

  • Gravador, filmadora ou celular
  • Caneta e papel

Passo a passo para atividade sobre cidadania e empreendedorismo: Entrevista ao empresário

  1. O professor poderá elaborar com a turma um dia de entrevista com um dos empresários da cidade.
  2. Para isso, elaborarão um questionário, com as principais perguntas a serem feitas, sobre seu progresso.
  3. Um dos alunos ficará responsável de convidar e agendar a entrevista.
  4. Se o entrevistado aceitar e tiver condições de ir à escola, será bem melhor. Caso não consiga, os alunos pedirão que os atenda em outro local e assim, gravarão a entrevista, e trarão para os colegas assistirem.
  5. Após a entrevista, você poderá pedir as crianças que façam um relatório da principais dificuldades que empresário relatou, e sobre a forma como ele conseguiu superar

Atividades sobre Empreendedorismo e Cidadania: Passeio pelo centro comercial da cidade

A atividade aqui proposta, levará os alunos à um passeio ao centro comercial da cidade, para que possam conhecer os diversos empreendimentos, como loja, fabricas, barracas, os diversos pontos de comercio.

Recursos para a atividade sobre cidadania e empreendedorismo: Passeio pelo centro comercial da cidade

  • Bloco e caneta para anotação

Passo a passo para atividade sobre cidadania e empreendedorismo:Passeio pelo centro comercial da cidade

  1. Em sala de aula, o professor poderá propor aos alunos,um passeio pelo centro comercial da cidade.
  2. Eles deverão levar, papel e caneta para anotarem o que mais lhe chamarem atenção, como a forma como as lojas se diferenciam uma das outras, nos produtos que oferecem, estruturas,funcionários.
  3. S e for possível, converse com os donos de loja, pergunte -lhe como começaram seu negócio.
  4. tragam para sala os detalhes do passeio e discutam em roda com o professor  sobre a experiência.

A finalidade do passeio, é que eles vejam as lojas, os comércios, com um novo olhar, após terem um pouco de conhecimento sobre empreendimento. E assim, possam formar um conceito diferenciado de como poderão se tornar um empresário, ou assessorar um .

Atividade sobre cidadania e empreendedorismo: Investidor águia

A ciência mostra a águia como uma das aves mais inteligentes, hábeis e fortes que existe. Ela possui qualidades tão similares com um empreendedor de sucesso, que nos servirá como base nessa atividade.

Recursos para a atividade sobre cidadania e empreendedorismo: Investidor águia

  • Computador e telão para Slide
  • Folha de atividades e caneta

Passo a passo para atividade sobre cidadania e empreendedorismo: Investidor águia

  1. O professor terá duas opções nessa atividade: Ele poderá usar o Slide, ou a versão impressa do texto: Investidor águia.
  2. Após a leitura, o professor abrirá espaço para comentários e reflexão
  3. E então, distribuirá uma folha de atividades, para interpretação do texto, com perguntas por ele elaboradas.

Clique no link para ter acesso à história de Biby em powerpoint: Biby a águia em: derterminada à vencer

Pode-se encerrar a atividade, deixando no final um espaço para que o aluno se expresse dizendo se houve   identificação dele com a  águia Biby, ou não.

Atividade sobre cidadania e empreendedorismo: Feira do empreendedor

Para fecharmos com chave de ouro, que tal uma feira? Ensine para a garotada que, para ter sucesso em seu empreendimento, ele precisa de garra, disciplina, compromisso para  conquistar e fidelizar os clientes.

Recursos para a atividade sobre cidadania e empreendedorismo: Feira do empreendedorismo

  • Materiais recicláveis como: caixas de  leite, garrafas descartáveis…

Passo a passo como organizar a Feira de  Empreendedorismo na escola

  1. Marque a data da feira.
  2. Ofereça oficinas para os alunos, para que sejam ensinados a produzirem, objetos com materiais recicláveis e desenvolvam a culinária, para venderem na feira.
  3. Na feira, preferencialmente trabalhem em grupos,repartindo as funções entre os colegas. um vende, outro cobra, e outo faz a propaganda do produto.
  4. O dinheiro das vendas, é preferível que seja de quem investiu, no caso, os alunos.
  5. Isto é aprendizado e estimulo, a se tornarem empreendedores.

Pode-se, caso for combinado, que cada um, entregue para a caixa escolar uma pequena porcentagem de seu ganho na feira, isto estimulará os alunos, à responsabilidade de pagarem os impostos.

FIM

Aí estão algumas atividades, sobre cidadania e empreendedorismo, as quais, poderão ser desenvolvidas em sala de aula, e certamente, mudarão a concepção de empreendedorismo na mentalidade dos alunos.

Esperamos que vocês tenham gostado, e que essa atividade colabore bastante no desenvolvimento da turma.

Não esqueças de curtir nossa página, compartilhar nas redes sociais, ou deixar seu comentário. Isso é muito importante para todos nós!

Até breve!

O que é Racismo?

Você sabe o que é Racismo? Começamos uma nova série com uma responsabilidade fora do comum, que é a apresentar e conceituar dúvidas constantes no dia a dia escolar e cotidiano do aluno e professor.

O que é Racismo?

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Podemos defini-lo como uma atribuição de características biológicas e qualidades morais, intelectuais ou comportamentais que implicam sempre em hierarquizações, onde há a suposição de raças humanas superiores e inferiores. A cor é um dos elementos utilizados para inferiorizar e excluir populações. Discursos racistas tem servido historicamente para a legitimação de relações de dominação, dessa maneira naturalizando desigualdades e justificando violências inimagináveis.

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O Brasil é um dos países mais racistas, e tudo isso não é por acaso: por mais de três séculos foi palco de uma forma de violência contra o ser humano a que atualmente enxergamos dessa maneira, mas que em meados do séculos XVIII era bastante naturalizada e até incentivada: a escravização. Falamos escravização e não escravidão, pois atualmente temos a consciência de que o uso do segundo termo é uma maneira de naturalizar uma instituição e condição anti-natural: a de privação da própria humanidade e da liberdade.

O que é Racismo e sua Relação com o meio escolar

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O tema do racismo é necessário de ser abordado por duas razões: 1 – como método de conscientização contra o racismo e, 2 – de prevenção, para que não haja qualquer tipo de discriminação racial em sala de aula. É necessário que os alunos compreendam as relações raciais, em especial no Brasil, e qual a imagem da desigualdade social que temos no nosso país. Por que a maioria da população nas favelas é negra? Por que é tão difícil vermos negros frequentando espaços elitizados?, são questionamentos necessários de serem feitos em sala de aula e, mais que isso, é importante que os alunos compreendam essas relações e saibam responder essas questões.

O que é Racismo: Ponto Positivos x Pontos Negativos

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Pontos Positivos sobre falar sobre Racismo:

  • Reconhecer que o racismo é uma instituição que gera a marginalização de indivíduos e violência

  • Saber o que é o racismo e como ele está presente nas relações sociais

  • Compreender a relação entre racismo e desigualdade social

Proposta de aula para trabalhar sobre Racismo em sala de aula:

Tema:

Racismo

Objetivos sobre trabalhar Racismo em sala de aula:

Objetivos Gerais sobre a aula de Racismo: Saber o que é o racismo e como ele está presente nas relações sociais

Objetivos Específicos sobre a aula de Racismo: Estimular o aluno a questionar estereótipos e preconceitos raciais difundidos socialmente, além de fazer com que ele compreenda a relação entre o racismo e a desigualdade social.

Conteúdo sobre a aula de Racismo:

Vídeo 1: https://youtube.com/watch?v=ufbZkexu7E0

Vídeo 2: https://youtube.com/watch?v=4X3ptl4jBqk

Texto 1: https://infoescola.com/sociologia/racismo/

Texto 2:

Metodologia sobre a aula de Racismo:

O material audiovisual 1 e 2 nessa matéria são uma introdução acerca do que é o Racismo e porque o consideramos uma violência contra o ser humano em todas as esferas. É interessante expor aos alunos ambos os materiais para que estes se familiarizem com o assunto através de imagens e exemplos do cotidiano. Em seguida, fazê-los questionar discursos, estereótipos e formas de pensar a questão da raça, aproximando-os do assunto e desconstruindo algumas ideias que possivelmente se encaixam em um modelo racista de pensar.

Referências

Filmes sobre Racismo

Histórias Cruzadas, 2011.

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Nos anos 60, no Mississippi, Skeeter é uma garota da sociedade que retorna determinada a se tornar escritora. Ela começa a entrevistar as mulheres negras da cidade, que deixaram suas vidas para trabalhar na criação dos filhos da elite branca, da qual a própria Skeeter faz parte. Aibileen Clark, a emprega da melhor amiga de Skeeter, é a primeira a conceder uma entrevista. Apesar das críticas, Skeeter e Aibileen continuam trabalhando juntas e, aos poucos, conseguem novas adesões.

12 anos de escravidão, 2013.

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Em 1841, Solomon Northup é um negro livre, que vive em paz ao lado da esposa e filhos. Um dia, após aceitar um trabalho que o leva a outra cidade, ele é sequestrado e acorrentado. Vendido como se fosse um escravo, Solomon precisa superar humilhações físicas e emocionais para sobreviver. Ao longo de doze anos, ele passa por dois senhores, Ford e Edwin Epps, que, cada um à sua maneira, exploram seus serviços.

Livros sobre Racismo

Quarto de Despejo: diário de uma favelada

Autora: Carolina Maria de Jesus

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A autora é, até hoje, considerada uma das mais importantes escritoras negras do Brasil. Passou boa parte da vida morando na favela do Canindé, em São Paulo, e sustentando os filhos como catadora de papel, enquanto escrevia diários. Esses diários, depois de publicados, renderam dinheiro e reconhecimento a Carolina de Jesus. É um dos livros brasileiros mais conhecidos no exterior, mas ainda não tão celebrado por aqui.

Na minha pele

Autor: Lázaro Ramos

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SÃO PAULO 08/06/2017 – CADERNO 2 – LÁZARO RAMOS – ator lançará livro intitulado Na Minha Pele pela Cia das Letras – Foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO

Cansado de ser sempre o “negro bem sucedido” e a exceção que, a seu ver, confirma a regra de que os negros são excluídos no Brasil, o ator Lázaro Ramos aceitou escrever um livro sobre as próprias vivências. Não se trata de uma autobiografia convencional: o ator convida os leitores a refletirem sobre gênero, ações afirmativas e discriminação, compartilhando as dúvidas e descobertas que permearam sua trajetória.

Questionário

1 – (UENP) Do ponto de vista sociológico, o Brasil se constituiu sobre o mito da democracia racial principalmente depois da publicação de Casa grande e senzala de Gilberto Freyre (2003). De acordo com Florestan Fernandes (1965) o ideal de miscigenação fora difundido como mecanismo de absorção do mestiço não para a ascensão social do negro, mas para a hegemonia da classe dominante. O mito da democracia racial assentou-se sobre dois fundamentos: 1) o mito do bom senhor; 2) o mito do escravo submisso. Analise as afirmações:

I. A crença no bom senhor exalta a vulgaridade das elites modernas, como diria Contardo Calligaris, e juntamente com uma espécie de pseudocordialidade seriam responsáveis pela manutenção e o aprofundamento das diferenças sociais.

II. O mito do escravo submisso fez com que a sociedade de um modo geral não encarasse de frente a violência da escravidão, fez com que os ouvidos se ensurdecessem aos clamores do movimento negro, por direitos e por justiça.

III. As proposições legislativas sobre a inclusão de negros vão desde o Projeto de Lei que reserva aos negros um percentual fixo de cargos da administração pública, aos que instituem cotas para negros nas universidades públicas e nos meios de comunicação.

Assinale a alternativa correta:

a) todas as afirmações são verdadeiras.

b) apenas a afirmação II é verdadeira.

c) as afirmações I e III são verdadeiras.

d) as afirmações I e II são falsas.

e) todas as afirmações são falsas.

2 – “Quando se menciona o trabalho escravo no Brasil, a primeira lembrança é a da escravidão negra. Realmente, foi ela a mais marcante, a mais longa e terrível; mas o trabalho escravo se inicia no Brasil com a escravidão indígena” (Tomazi, Nelson Dácio (coordenador). Iniciação à Sociologia. São Paulo: Atual, 2000, p.62). Considerando a realidade estabelecida pela implantação do trabalho escravo dos negros africanos trazidos ao Brasil, assinale a alternativa incorreta.

a) As condições de vida dos escravos africanos eram terríveis, razão pela qual a média de vida útil deles não ultrapassava os quinze anos.

b) Os negros africanos reagiram à escravidão das mais diversas formas: através das fugas, dos quilombos, da luta armada, da preservação dos cultos religiosos, da dança, da música.

c) O negro é parte integrante da história brasileira, apesar dos muitos preconceitos que ainda persistem contra eles.

d) O Brasil figura entre os primeiros países latino-americanos a declarar por meio de muitas leis, até a promulgação da lei áurea, a libertação de seus escravos.

e) O fim do tráfico de escravos, no Brasil, ocorreu em meados do século XIX, quando começaram algumas experiências com a mão de obra assalariada de estrangeiros.

Respostas

1 – a, 2 – d.

Fontes

InfoEscola, link: https://infoescola.com/sociologia/racismo/

Exercícios Mundo Educação, link: https://exercicios.brasilescola.uol.com.br/exercicios-historia/exercicios-sobre-democracia-racial.htm#questao-3

10 Atividades sobre impostos e cidadania

As atividades sobre impostos e cidadania, foram preparadas para que o professor tenha suporte, ao ensinar a garotada sobre a importância que existe em pagar os impostos.

Educa-los de forma correta a respeito de um assunto que parece ser tão polemico entre adultos, possibilita a formação de cidadãos conscientes, não apenas de seus direito, mas  também de seus deveres. Por tal motivo trouxemos aqui:

10 Atividades sobre impostos e cidadania

Sonegar impostos é uma prática comum entre brasileiros, que acaba passando de forma errônea para as crianças, as quais aprendem muito com a observação. O melhor caminho será mostra-las, de onde vem e para onde vão os impostos pagos.

Atividade sobre cidadania e impostos: Quem construiu?

Esta atividade abrirá um leque para o professor começar a trabalhar a questão de tributos em sala de aula.

Recursos para a atividade sobre cidadania e Impostos: Quem construiu?

  • Caixa com fotos de edificações publicas
  • Lápis e papel

Passo a passo para a atividade sobre cidadania e impostos: Quem construiu

  1. O professor levará para a sala de aula uma caixa, repleta de figuras ou fotos, da escola, rua asfaltada, coleta de lixo,  posto de saúde, e de outros setores públicos.
  2. Deixe que as crianças coloquem a mão dentro da caixa, e retirem aleatoriamente as imagens.
  3. Peça que um voluntário mostre a figura que tirou,e pergunte  a ele, se sabe quem construiu aquele lugar, e com qual dinheiro comprou todos os materiais usados
  4. Se a criança acertar, lhe dê os parabéns. Da mesma forma permita que mais alguns alunos mostrem suas imagens.
  5. Peça que façam uma construção textual dizendo com qual dinheiro, aquelas edificações foram feitas.

Atividades sobre impostos e cidadania: Imposto direto e  indireto

A oportunidade aqui é fazer a criança diferenciar os impostos diretos e indiretos, o que é pago quando se compra um objeto ou alimento, e aquele que que é pago devido o salário alto ou vários patrimônios, etc .

Recursos para a atividade sobre cidadania e Impostos:Imposto direto e e indireto

  • Folha de atividades com perguntas para serem respondidas V ou F
  • Lápis

Passo a passo para a atividade sobre cidadania e impostos: Imposto direto e indireto

  1. Propomos nessa atividade que o professor organize uma atividade de V ou F.
  2. Após explicar para a turma sobre a diferença do imposto direto e indireto, ele deverá elaborar as perguntas e pedir para a turminha conceituar se é falso ou verdadeiro.
  3. Um exemplo: ” quem compra uma latinha de refrigerante está pagando imposto direto”, a resposta aí seria “F”, pois o imposto pago em uma mercadoria comprada a vista, não necessita saber o quanto apessoa ganha, por isso a afirmação é falsa.
  4. Corrija com a turminha as atividades dando-lhes as respostas corretas, para que não fiquem confusos.

Atividade sobre cidadania e impostos: Cobrando a nota fiscal

O professor nessa atividade, poderá mostrar aos alunos a importância de cobrar dos vendedores a nota fiscal no ato da compra. Deve deixar claro para as crianças  a função da nota fiscal.

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Recursos para a atividade sobre cidadania e Impostos:Cobrando a nota fiscal

  • Diversas notas fiscais vindas de casa
  • Papel e lápis

Passo a passo para a atividade sobre cidadania e impostos:Cobrando a nota fiscal

  1. O professor deve pedir para as crianças, trazerem de casa, notas fiscais de compras que seus pais fizeram. Vale também cupons fiscais de posto de gasolina, farmácia etc
  2. Ele irá mostrar ao alunos, o local onde está explicito o valor do tributo que aquela compra gerou para o governo
  3. O professor então pedirá, que um dos alunos vá até o quadro e faça as anotações.
  4. Os outros alunos, irão ditar os valores de tributos encontrados em suas notas fiscais, e o colega anotar.
  5. No final, o professor irá somar tudo com eles,  e mostrar para as crianças, quanto dinheiro foi recolhido, só nas compras feitas por aquela turma.
  6. Deixe-os cientes de que, quando a nota fiscal é cobrada, a cidadania está funcionado, exigindo que tributos seja entregues para a construção de escolas, hospitais, etc.

A atividade deseja mostrar que são milhares de compras e vendas todos os dias, em supermercados, lojas… Cada vez que um comerciante não emite a nota fiscal,escolas, hospitais e outras dependências públicas ficam sem os recursos. A intensão e despertar as crianças a não aceitarem tal tipo de comportamento.

Atividades sobre impostos e cidadania: Como um trabalhador contribui

A proposta dessa atividade e a leitura de uma fábula, que mostra a contribuição dos trabalhadores da floresta perante o rei Leão. A leitura poderá ser feita pela galerinha no telão ou em texto impresso, seguido de  interpretação textual.

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Recursos para a atividade sobre cidadania e Impostos: Como um trabalhador contribui

  • Texto impresso ou em tela
  • Folha de atividades para a interpretação de textos

Passo a passo para a atividade sobre cidadania e impostos: Como um trabalhador contribui

  1. O professor convidará a turminha para fazer a leitura da Fábula : Imposto de Renda, o rei da selva
  2. Após a leitura, as crianças deverão receber a folha de atividades para que façam a interpretação de texto, elaborada pelo professor.
  3. O professor  deverá ajudar as crianças entenderem que a fábula diz respeito aos trabalhadores que contribuem com seus tributos descontados em folha de pagamento, sendo que aqueles que recebem 1 salário minimo, contribui com 8% …
  4. O búfalo gordinho, que o Leão foi atrás, representa os grandes milionários ou empresários que não contribuem com imposto, mesmo possuindo muito.

Discuta com as crianças  a importância de  tributar, para a construção de um país melhor. Abaixo, está o link da fábula : “Imposto de Renda, o rei da selva” , para os professores que desejarem acessar o conteúdo.

https://demonstre.com/o-imposto-de-renda-o-rei-da-selva/

Atividade sobre cidadania e impostos: Pagar e receber

A atividade que aqui será apresentada, deverá estimular as crianças à memorização de algumas diferenças na forma de tributar, elas irão separar a contribuição e sua aplicação.

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  • Uma caixa ou saco plástico
  • Papel e caneta
  • Fotos de casas, carros, folha de cheque…

Passo a passo para a atividade sobre cidadania e impostos: Pagar e receber

  1. Dentro de um saco plástico  ou caixa, o professor deverá colocar as  várias siglas, e imagens referentes  aos tributos e ao que é feito com eles .
  2. Exemplo: Coloque papeizinhos escritos: IPTU; IPVA; IOF; ICMS…
  3. Coloque na frente da sala, fotos de casas, de carros, de alimentos, folha de cheque…
  4. Sorteie alguns alunos para tirarem os papéis.
  5. Eles deverão tirar o papel na caixa ou saco plástico, dizer à que foto ou imagem aquele imposto está se referindo.
  6. Confirme as respostas e esclareça o que não ficou claro para eles.

Não se pode cobrar, quando não há contribuição, assim como as benfeitorias  deverão ser cobradas quando o povo é contribuinte.

Atividades sobre impostos e cidadania: Calculando a conta de energia elétrica

Sabe aqueles casos em que mãe grita lá de fora: ” Joãozinho deliga o chuveiro!” E não viu que Maria está com secador ligado, o Ricardo conversando com celular ligado na tomada, a televisão e rádio… E ainda tem os tributos para dar uma recheadinha e fazer sua conta de luz ficar mais redonda! Pois é, vamos calcular isso tudo?

 Recursos para a atividade sobre cidadania e Impostos: Calculando a conta de energia elétrica

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  • Papel e lápis
  • conta de luz

Passo a passo para a atividade sobre cidadania e impostos:

Calculando a conta de energia elétrica

  1. Peça a seus alunos para trazerem de casa uma conta de luz
  2. mostre para eles o local onde estão as tarifas que são cobradas nela
  3. Diga a eles para somarem todas as cobranças de encargos e tributos da conta
  4. Peça que eles então subtraia o valor dos encargos e tributos, e então saberão  quanto realmente seria sua conta.
  5. Peça que eles peguem a soma dos tributos e multipliquem por 12 assim saberão o valor anual da taxa da conta de luz.

Atividade sobre cidadania e impostos: Cordel sobre o imposto

Os cordéis não são apenas rimas, eles também podem contar histórias em forma de versos, e que tal usa-los para ajudar guardar o aprendizado ?

varal-9894787-5852740  Recursos para a atividade sobre cidadania e Impostos: Cordel sobre imposto

  • Papel
  • Caneta ou lápis
  • Varais para pendurar os poemas

Passo a passo para a atividade sobre cidadania e impostos: Cordel sobre imposto

  1. O professor irá propor a turma um concurso de Cordéis
  2. As crianças poderão se organizar em grupo, e cada grupo apresentar o seu cordel
  3. Separe de 4 a 5 crianças para serem os jurados, e julgarem os melhores
  4. Podem ilustrar os cordéis e coloca-los no varal se quiserem

As rimas terão que falar sobre cidadania impostos e taxas, de forma coerente. Será uma verdadeira diversão essa atividade. Pode-se usar  a critica também, mas de forma equilibrada .

Atividades sobre impostos e cidadania: Taxa, Contribuição e Imposto, qual a diferença?

Os três são tributos cobrados pelo governo e servem para manutenção dos gastos públicos, mas, existe diferença entre eles, e qual será? Nesta atividade você descobrirá.

 Recursos para a atividade sobre cidadania e Impostos:Taxa, Contribuição e Imposto, qual a diferença?

  • Papel
  • Caneta
  • Folha de atividade impressa

Passo a passo para a atividade sobre cidadania e impostos:Taxa, Contribuição e Imposto, qual a diferença?

  1. O professor deve providenciar uma folha com a atividade para os alunos desenvolverem em sala de aula
  2. Nela deverá conter de um lado as palavras: Taxa, Contribuição, Tributo
  3. Do outro lado deverá ter os serviços e benefícios ligados como:Limpeza urbana, aposentadoria, educação e segurança…
  4. Eles deverão ligar os serviços e benefícios à cada tributo correspondente

Atividade sobre cidadania e impostos: Quem paga quem?

Você sabe quem paga quem? É claro que nós pagamos a nós mesmos enquanto vivemos, mas de que forma? Vamos ver nessa atividade quais tributos pagam quais serviços.

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 Recursos para a atividade sobre cidadania e Impostos: Quem paga quem?

Passo a passo para a atividade sobre cidadania e impostos: Quem paga quem?

  1. A elaboração dessa atividade irá funcionar da seguinte forma, o professor trará para a sala alguns balões e dentro deles haverá os tipos de serviços e benefícios públicos
  2. O aluno voluntário que estourar o balão, deverá responder quem paga o serviço que está no papel do balão que ele estourou
  3. Exemplo: Se no balão dele estiver “aposentadoria”, quem paga é a contribuição especial do INSS que vem do trabalhador ; se sair ” limpeza urbana” quem paga são as taxas, se for “educação e segurança” quem paga são os impostos.

Esses são meios para deixar um pouco mais claro o um assunto que não é tão fácil de desmembrar,  mas precisa ser expandido entre a garotada para que saibam mais sobre cidadania e impostos.

Atividades sobre impostos e cidadania: Cobrando benefícios

Quase todas as atividades aqui, foram direcionadas a mostrar o motivo da contribuição, agora chegou a vez da turminha cobrar o que é direito da população.

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 Recursos para a atividade sobre cidadania e Impostos:Cobrando benefícios

  • Material para confecção de cartazes
  • internet para divulgação

Passo a passo para a atividade sobre cidadania e impostos:Cobrando benefícios

  1.  O professor junto com os alunos deverão fazer uma entrevista com alguns moradores do bairro onde a escola está inserida, para conhecer quais problemas públicos estão sem assistência.
  2. Depois do apanhado, as crianças deverão confeccionar cartazes com dizeres sobre o problema do local, como: Lixo entulhado,escola sem reforma, esgoto aberto, praça abandonada… solicitando aos prefeitos, e governantes que olhem para aquela situação.
  3. Se for possível e seguro, o professor poderá fazer uma passeata com eles pelo bairro, manifestando a cidadania e cobrando o retorno das contribuições em serviços públicos.
  4. Porém, se for arriscado, basta que colem os cartazes nos locais do problema, ou em muros da escola.

Se o povo de uma cidade paga os impostos e taxas, precisam ter serviços dignos, e é isso que essa atividade ensinará a cobrar. Infelizmente não são todos os lugares que o dinheiro publico é bem administrado, por isso as crianças irão apelar.

Fim das atividades sobre impostos e cidadania

Finalizamos aqui, mais uma lista de atividades sobre cidadania e impostos. Com lições que fará a garotada aprender bastante sobre direitos e deveres, relacionados à contribuição, para o bem estar de todos.

Se você gostou das atividades e quer conhecer um pouco mais de nosso trabalho, visite nossas páginas e encontre um mundo de opções interessantes para desenvolver com seus alunos.

Deixe seu comentário, queremos saber se o conteúdo lhe ajudou, curta nossa fan page e passe sempre por aqui, para conferir as novidades elaboradas exatamente para você educador.

 Até mais!

Tipos de dança e o seu valor sociocultural para o mundo

Os tipos de dança se fazem presentes no nosso meio social e cultural a milhares de anos. São expressões artísticas, culturais, religiosas e humanas. Os tipos de dança podem influenciar você e fazer parte do seu meio também. Vem conhecer?

Tipos de Dança

A dança é uma das três principais artes cênicas da antiguidade, ao lado do teatro e da música.

Foram encontrados registros das danças no Egito para a deusa Osíris, em agradecimento e em rituais.

Além disso, foram encontrados registros na Grécia, quando as danças estavam vinculadas aos jogos olímpicos.

Tipos de Dança: Definição

A dança é a arte de movimentar o corpo em determinado ritmo. caracteriza-se tanto por movimentos pré-estabelecidos como improvisados.

É muito utilizada como expressão artística ou como forma de divertimento. No tocante a arte, a dança é a expressão por meio de signos de movimento, com ou sem ligação musical.

Tipos de Dança: Dança Clássica

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A dança clássica é a base para todas as outras danças. O seu surgimento tem origem no renascimento, e é conhecida hoje como Ballet.

A palavra ballet vem do termo “balleto” que significa dançar. Comum em cerimonias de casamentos na Itália. Na frança em 1581, foi criada a primeira companhia clássica.

Depois das companhias de ballet, nasceu também as óperas-ballet e as comédias de ballet Lully e Moliere.

A dança clássica portanto requer concentração e treinos que auxiliam no exercício da elasticidade e flexibilidade.

O vestuário é imprescindível, com roupas aderentes, sapatilhas flexíveis e outras com pontas rígidas.

Não tente realizar os exercícios da ponta dos pés pois para chegar a este nível é necessário exaustivos treinos para trabalhar a rigidez das pernas.

Tipos de Dança: Dança Moderna

Tipos de dança moderna

O termo dança moderna refere-se a dança nascida entre o final do século XIX e começo do século XX.

A dança moderna não exige calçados especiais, pois é comum ver os dançarinos descalços, trabalhando contrações e torções.

Os movimentos são livres, embora possam respeitar determinada técnica de organização coreográfica.

No Brasil a dança moderna teve início durante a segunda guerra mundial. Em busca de abrigo, diversos artistas buscaram uma forma de escapar da Europa.

Boa parte destes artistas refugiaram-se no Brasil, entre o eixo Rio-São Paulo contribuindo para uma nova geração de dançarinos.

Tipos de Dança: Dança de Rua

Tipos de dança: Dança de rua

Com movimentos detalhado, a dança de rua é traduzida como um conjunto cultural de danças.

Suas características são movimentos fortes, sincronizados e harmoniosos, rápidos e coreografados.

Teve sua origem nos EUA em 1929, coincidindo com a quebra da bolsa de valores de Nova York.

Nesta época dançarinos e músicos passaram a realizar suas performances nas ruas afim de fugir da crise que se instalou no país.

No final da década de 1960, a dança de rua foi-se agregando às danças afro-americanas, dando início ao movimento soul.

Depois, James Brown o responsável pela primeira mudança, agregou mais um ritmo, dando início ao funk.

Já em 1980, o break surgiu como uma vertente da dança de rua e teve como precursos o astro Michael Jackson.

Agregado ao movimento de dança de rua podemos citar: o hip-hoprap, grafites, DJ’s, e MC’s.

Tipos de Danças: Culturais

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Danças culturais ou folclóricas que retratam de forma tradicional um povo e sua culturas. São um importante componente cultural.

As danças folclóricas tem origem anônima e geralmente são passadas de geração para geração.

No Brasil, possuímos grandes referencias de danças folclóricas e culturais, tradicionais de cada região.

Geralmente são trabalhadas em roda, com um único participante ao centro, ou em grupo, como nos rituais indígenas.

As principais danças folclóricas são o Maracatú, o Frevo, o Bumba-meu-boi, a catira e a quadrilha.

Tipos de dança: Atividades

Fonte: YouTube

O que é Sociologia

Você sabe o que é Sociologia? Começamos uma nova série com uma responsabilidade fora do comum, que é a apresentar e conceituar dúvidas constantes no dia a dia escolar e cotidiano do aluno e professor.

Vamos começar então com o tema sociologia, que é super atraente, mas tem sido pauta de uma série de injustiças por debater exatamente a política, interação social, o coletivo e relações de poderes em sala de aula.

O que é sociologia?

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De acordo com o livro didático “Sociologia em Movimento”, podemos definir sociologia como uma ramificação das ciências sociais que visa o estudo da sociedade e das suas estruturas sociais: produção, distribuição e consumo de bens, a relação entre consumo, desigualdades sociais e poder… Tudo isso passa pelo estudo das instituições que reforçam esses elementos, tais como o Estado, a Igreja, o Capitalismo, etc.

Como surgiu a sociologia?

A sociedade passou por mudanças radicais com o surgimento do sistema capitalista. Por isso, fez-se necessária uma ciência que pudesse explicar essas transformações sociais, ao mesmo tempo em que trouxesse um olhar crítico sobre esta. Foi nesse momento – mais propriamente dito no século XVIII – que a sociologia deu seus primeiros passos através da Revolução Francesa. Durante a Revolução Francesa, houve um grande apelo científico, em substituição (e crítica) aos fundamentos religiosos que até então regravam a sociedade. Os chamados “iluministas” procuravam compreender a sociedade através de um olhar crítico que passasse bem longe de qualquer princípio religioso. Foi nesse quadro que a sociologia surgiu, mesmo sem ser caracterizada como tal pelos cientistas que a exerciam.

Primeiros cientistas da sociologia

Podemos citar dois cientistas como os mais importantes  no que se refere a instituição científica da sociologia: Augusto Comte e Émile Durkheim. Vamos conhecer um pouco mais sobre ambos e em que momento eles contribuíram com estudos na área da sociologia???

Augusto Comte – o que é sociologiaauguste comte 9498800 4968223

Augusto Comte (1798-1857) foi um pensador francês que é comumente associado ao positivismo. Isso porque foi o principal fundador desse movimento filosófico, que tinha o objetivo de reorganizar o conhecimento humano, sendo isso possível apenas através de transformações sociais. Por pensar na sociedade de maneira crítica e científica, pode ser considerado um dos pioneiros no campo de estudos sociológicos.

mile Durkheim.

Émile Durkheim – o que é sociologia

Émile Durkheim (1858-1917) é conhecido por muitos como o fundador das Ciências Sociais, sendo os seus estudos muito voltados para a área da Sociologia. É um teórico importante, pois sua principal preocupação como cientista era o estudo da “nova sociedade” que se configurava logo após a Revolução Francesa e Revolução Industrial. O principal foco de suas pesquisas consistia no que ele chamou de “fatos sociais”. Estes, seriam “coisas” com poder de coerção dos sujeitos, sem qualquer consideração com suas vontades e individualidades. O fato social existiria, segundo Durkheim, para manter os indivíduos em determinados padrões, de modo a homogeneizar a sociedade, tornando coletivos certos aspectos particulares.

O que é Sociologia e a Relação com o ambiente escolar

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Visto que é papel da escola educar os indivíduos e despertá-los para a sociedade e tudo aquilo que a compõe, é necessário que haja o estudo da Sociologia para que os alunos compreendam como se dão as relações sociais e todas as instituições que lhe caracteriza. Um dos espaços que se propõe a formar cidadãos é, justamente, o meio escolar, então cabe ao professor levar o aluno a refletir sobre seu papel de cidadão e enxergar a sociedade em que está inserido de maneira crítica.

O que é sociologia: Pontos positivos x Negativos

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Pontos Positivos da Sociologia

  • Leva o aluno a desenvolver um senso crítico acerca do meio em que vive, analisando a sociedade com base no que aprende em ambiente escolar
  • Forma cidadãos com capacidade de análise do seu meio social
  • Os alunos aprenderão a reconhecer padrões sociais e instituições que fazem da sociedade aquilo que ela é

Pontos Negativos da Sociologia

  • Os alunos podem encontrar dificuldade para reconhecer os conceitos presentes nos livros didáticos de Sociologia, por isso, cabe ao professor buscar materiais de apoio que estimulem os alunos a uma clareza perante os conteúdos repassados.
  • Alguns livros de Sociologia do ensino básico ainda não atualizaram seus conteúdos para discussões essenciais, tais como: gênero, cultura e poder, etnicidade, etc., o que pode tornar difícil para o professor o trabalho de desconstrução dos alunos. Entretanto, uma alternativa seria o uso de vídeos, leituras complementares e aulas expositivas.

Proposta de aula para trabalhar o conceito de sociologia em sala de aula:

Tema da aula:

Introdução à sociologia

Objetivos da aula de introdução à sociologia:

Geral: Saber identificar as principais características que compõem a Sociologia como ciência

Específicos: Desenvolver o senso crítico com os conhecimentos adquiridos sobre o tema, trazendo para a realidade atual, de modo que o aluno possa melhor identificar e compreender a discussão, construindo seu próprio pensamento acerca do tema.

Conteúdos para aula de introdução à sociologia:

Vídeo 1: https://youtube.com/watch?v=M7s5ryIwi-M

Vídeo 2: https://youtube.com/watch?v=rf5ARKii0ew

Texto 1: https://blogdaboitempo.com.br/2012/11/23/apontamentos-sobre-o-nascimento-da-sociologia/

Texto 2: https://infoescola.com/sociologia/o-que-e-sociologia/

Metodologia sugerida para aula de introdução a sociologia

Pode-se iniciar a aula com o vídeo 2, visto que trata das condições para o surgimento da Sociologia, o que é bom para uma introdução básica ao assunto. Em seguida, é interessante abrir a discussão para questionamentos, instigando os alunos com perguntas do tipo:

  • Para vocês, o que é sociedade?
  • Quais os principais elementos que formam uma sociedade?
  • Então, nesse sentido, o que seria a sociologia?

Então, ao fim das respostas, repassar de maneira didática o conteúdo, relacionando sempre com o que foi dito pelos alunos, de modo que o estudante possa estabelecer uma compreensão melhor do que foi repassado. O vídeo 1 é interessante de ser passado após a conceituação do que é Sociologia, visto que traz informações adicionais sobre o assunto. Em seguida, elaborar atividade individual ou coletiva com base na discussão em sala e/ou no livro didático utilizado pela escola.

Avaliação para aula de introdução à sociologia

Atividade de fixação: questionários ou produções textuais sobre o tema

Seminário dividindo a sala em equipes, estabelecendo para cada uma um conceito dentro do que está sendo visto na Sociologia, tais como: principais teóricos, o que são fatos sociais, o que é o Estado e qual sua influência na sociedade, etc.

Referências

Filme sobre o que é sociologia: Surplus. (Suécia, 2003). Direção: Erik Gandini.

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Muito mais do que uma crítica ao consumismo, este documentário lança um olhar sobre o jeito de ser e de viver da sociedade contemporânea. Muito divulgado pela internet, o filme discute ainda a ordem estabelecida e a própria essência humana.

Livro sobre o que é sociologia: Razão e sensibilidade, de Jane Austen. São Paulo: Penguin Companhia, 2012.

Publicado originalmente em 1811, o romance conta a história de duas irmãs de uma família pertencente à pequena nobreza na Inglaterra do século XIX que enfrentam o mundo de interesses e intrigas da alta aristocracia. Um clássico da literatura inglesa, descreve uma sociedade que impõe valores morais e modos de vida que aprisionam as pessoas.

Livro sobre o que é sociologia: Germinal, de Émile Zola. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.

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Germinal é o nome do primeiro mês da primavera no calendário da Revolução Francesa. Ao usar essa palavra como título de seu livro, Zola associa as sementes das novas plantas à possibilidade de transformação social. Um dos grandes romances do século XIX e o primeiro a tratar da luta de classes, Germinal descreve uma greve em uma mina de carvão e os problemas sofridos pelos mineiros franceses na segunda metade do século XIX.

Questionário para aula tema: o que é sociologia

Questão 1

(UFMA) Os principais fatos histórico-sociais que propiciaram o surgimento da sociologia foram:

  1. a) a Revolução dos cravos em Portugal e a Revolução Moçambicana.
  2. b) a Revolução Industrial e a Revolução Francesa.
  3. c) a Revolução Russa e a Revolução Chinesa.
  4. d) a Revolução Mexicana e a Revolução Nicaraguense.
  5. e) a Revolução Cubana e a Revolução Chinesa

Questão 2

UEM (2011) – Sobre a relação entre a revolução industrial e o surgimento da sociologia como ciência, assinale o que for correto.

  1. a) A consolidação do modelo econômico baseado na indústria conduziu a uma grande concentração da população no ambiente urbano, o qual acabou se constituindo em laboratório para o trabalho de intelectuais interessados no estudo dos problemas que essa nova realidade social gerava.
  2. b) A migração de grandes contingentes populacionais do campo para as cidades gerou uma série de problemas modernos, que passaram a demandar investigações visando à sua resolução ou minimização.
  3. c) Os primeiros intelectuais interessados no estudo dos fenômenos provocados pela revolução industrial compartilhavam uma perspectiva positiva sobre os efeitos do desenvolvimento econômico baseado no modelo capitalista.
  4. d) Os conflitos entre capital e trabalho, potencializados pela concentração dos operários nas fábricas, foram tema de pesquisa dos precursores da sociologia e continuam inspirando debates científicos relevantes na atualidade.
  5. e) A necessidade de controle da força de trabalho fez com que as fábricas e indústrias do século XIX inserissem sociólogos em seus quadros profissionais para atuarem no desenvolvimento de modelos de gestão mais eficientes e produtivos.

Questão 3

De acordo com Émile Durkheim, os fatos sociais são características que moldam o comportamento dos indivíduos em sociedade. Os fatos sociais são definidos pelo autor como sendo:

  1. a) Exteriores ao indivíduo, expressivos e generalizados.
  2. b) Generalizados, expressivos e naturais.
  3. c) Exteriores ao indivíduo, coercitivos e generalizados.
  4. d) Coercitivos, naturais e expressivos.

Respostas

1 – b, 2 – a, 3 – c.

Fontes para saber o que é sociologia

Sociologia Hoje: volúme único: ensino médio / Igor José de Renó Machado… [et al.] – 1. Ed. – São Paulo, Ática, 2013.

Exercícios sobre Sociologia, link: https://exercicios.mundoeducacao.bol.uol.com.br/exercicios-sociologia/exercicios-sobre-Emile-durkheim.htm

Mundo Educação, link: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/sociologia/o-que-sociologia.htm

FIM do texto o que é sociologia

Muito obrigado por ler mais esse texto aqui no blog. É muito bacana e especial tratar temas tão importantes e ter uma audiência que os leem.

Recentemente publiquei uma lista com brincadeiras para debater política, e acho que você também pode gostar dessa lista:

https://demonstre.com/10-brincadeiras-para-aprender-sobre-politica/

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Até a próxima! o/

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