Em pleno 2019 você pode pensar: mas já não vimos tudo? O gênero “romance” já está muito saturado, não é mesmo? Mas um bom contator de histórias sabe como inovar e conseguir resultados surpreendentes.

Nos filmes românticos é bem fácil perceber quando o roteiro funciona ou não, ainda mais visto que esse gênero tem um arco central: casal apaixonado entra em crise e se perguntam sobre seu amor ser o suficiente.

Agora vamos ao que interessa:

Amor à Flor da Pele (2000) – Wong Kar-wai

Amor à Flor da Pele é mais uma parceria incrível do diretor Wong Kar-wai, Christopher Doyle (diretor de fotografia) e William Chang (desenhista de produção / designer / editor personalizado). Juntamente com o ator Tony Leung e a atriz Maggie Cheung.

A trama conta história de dois vizinhos que se unem e constroem uma conexão, depois de descobrir que seus parceiros tinham um caso. Mostra o amor com suas faces mais ambíguas: os segredos, solidão, traições, oportunidades que não aproveitadas e com um erotismo requintado. Mostra o amor com suas faces mais ambíguas: os segredos, solidão, traições, oportunidades que não aproveitadas e com um erotismo requintado.

A sutileza dos gestos e olhares torna o filme ainda mais delicado, mostrando tudo de forma mais espontânea, já que Wong Kar-wai não tinha um roteiro, e foi criando o filme durante as gravações, que duraram cerca de 1 ano.

When Harry Met Sally … (1989) – Rob Reiner

Esse aqui pode ser considerado um dos clássicos com o tema: mas e se estragar a amizade?

Harry e Sally se encontram, acabaram de sair da faculdade e estão cansado de se relacionar com pessoas erradas. Durante uma ligação, eles se perguntam se deviam ter ficado juntos no passado, já que se conheciam há tempo tempo.

Esse é o filme mais engraçado e leve da lista, ele conta com várias cenas engraçadas e emocionantes. Talvez a melhor cena do filme seja a cena do restaurante, o mais curioso é que ela foi improvisada. Isso mostra como o diretor soube explorar os atores, e eles mostram a química que têm em cena.

Leia mais:

As Três Cores: Rouge (1994) – Krzysztof Kieslowski

Rouge é o último filme da trilogias “As Três Cores”, de Krzysztof Kieslowski, diretor polonês, a trilogia se baseia nos ideais Revolucionários Franceses, por isso as cores (azul, branco e vermelho).

O filme conta a história de uma bailarina, um juiz e um estudante de direito que têm uma ligação bem misteriosa, o enredo questiona muito bem as escolhas e situações que estão fora do controle dos personagens. Rouge combina sons e elementos visuais de uma maneira que poucas vezes foram vistas.

É uma história de amor única, através de universos paralelos.

HER (2013) – Spike Jonze

A tecnologia mudou muito a forma como nós nos relacionamos, e Her nos faz refletir sobre isso de uma maneira muito poética, melancólica e sutil. A performance de Joaquim Phoneix e a delicadeza da voz de Scarlet Johansson acentuam mais ainda a atmosfera do filme.

Samantha é programada para ajudar no que for necessário, mas parece que a sociedade enxerga a como uma salvação para os seus problemas (emocionais). Theo não escapa disso, ele está com problemas para assinar seu divórcio e tem constantes flashbacks dos momentos felizes que teve com sua ex esposa. Ele acaba projetando seus sentimentos em Samantha.

Em certo momento do filme, Samantha apresenta a Theo o filósofo Allan Watts, Watts que sempre tratou do tema do filme, com um vislumbre mais profundo do que se passa. Christopher Orr disse melhor: “uma síntese improvável, ao mesmo tempo tecnológica e transcendental. Uma obra de ficção científica que é também uma investigação sobre a natureza do amor.”

Uma história super tocante, delicada, e principalmente, humana, sobre o limite que os sentimentos humanos têm, e se têm.

Luzes da Cidade (1931) – Charlie Chaplin

Luzes na Cidade é o quinto trabalho de Chaplin, considero não apenas como o melhor trabalho do diretor, mas também um marco na história do cinema. O principal tema tratado aqui é como o amor é visto.

O filme conta a história do vagabundo (famoso personagem de Chaplin), que se apaixona por uma florista, ela precisa de dinheiro para uma operação nos olhos, então um misterioso homem milionário aparece e a ajuda. Só com esse enredo, Luzes da Cidade trata de uma percepção do amor de uma maneira muito profunda.

Você precisa ver para acreditar verdadeiramente? Este filme mostra o amor de forma incondicional e pungente, deixa o telespectador comovido.

Fonte: Taste Of Cinema

Em pleno 2019 você pode pensar: mas já não vimos tudo? O gênero “romance” já está muito saturado, não é mesmo? Mas um bom contator de histórias sabe como inovar e conseguir resultados surpreendentes.

Nos filmes românticos é bem fácil perceber quando o roteiro funciona ou não, ainda mais visto que esse gênero tem um arco central: casal apaixonado entra em crise e se perguntam sobre seu amor ser o suficiente.

Agora vamos ao que interessa:

Amor à Flor da Pele (2000) – Wong Kar-wai

Amor à Flor da Pele é mais uma parceria incrível do diretor Wong Kar-wai, Christopher Doyle (diretor de fotografia) e William Chang (desenhista de produção / designer / editor personalizado). Juntamente com o ator Tony Leung e a atriz Maggie Cheung.

A trama conta história de dois vizinhos que se unem e constroem uma conexão, depois de descobrir que seus parceiros tinham um caso. Mostra o amor com suas faces mais ambíguas: os segredos, solidão, traições, oportunidades que não aproveitadas e com um erotismo requintado. Mostra o amor com suas faces mais ambíguas: os segredos, solidão, traições, oportunidades que não aproveitadas e com um erotismo requintado.

A sutileza dos gestos e olhares torna o filme ainda mais delicado, mostrando tudo de forma mais espontânea, já que Wong Kar-wai não tinha um roteiro, e foi criando o filme durante as gravações, que duraram cerca de 1 ano.

When Harry Met Sally … (1989) – Rob Reiner

Esse aqui pode ser considerado um dos clássicos com o tema: mas e se estragar a amizade?

Harry e Sally se encontram, acabaram de sair da faculdade e estão cansado de se relacionar com pessoas erradas. Durante uma ligação, eles se perguntam se deviam ter ficado juntos no passado, já que se conheciam há tempo tempo.

Esse é o filme mais engraçado e leve da lista, ele conta com várias cenas engraçadas e emocionantes. Talvez a melhor cena do filme seja a cena do restaurante, o mais curioso é que ela foi improvisada. Isso mostra como o diretor soube explorar os atores, e eles mostram a química que têm em cena.

Leia mais:

As Três Cores: Rouge (1994) – Krzysztof Kieslowski

Rouge é o último filme da trilogias “As Três Cores”, de Krzysztof Kieslowski, diretor polonês, a trilogia se baseia nos ideais Revolucionários Franceses, por isso as cores (azul, branco e vermelho).

O filme conta a história de uma bailarina, um juiz e um estudante de direito que têm uma ligação bem misteriosa, o enredo questiona muito bem as escolhas e situações que estão fora do controle dos personagens. Rouge combina sons e elementos visuais de uma maneira que poucas vezes foram vistas.

É uma história de amor única, através de universos paralelos.

HER (2013) – Spike Jonze

A tecnologia mudou muito a forma como nós nos relacionamos, e Her nos faz refletir sobre isso de uma maneira muito poética, melancólica e sutil. A performance de Joaquim Phoneix e a delicadeza da voz de Scarlet Johansson acentuam mais ainda a atmosfera do filme.

Samantha é programada para ajudar no que for necessário, mas parece que a sociedade enxerga a como uma salvação para os seus problemas (emocionais). Theo não escapa disso, ele está com problemas para assinar seu divórcio e tem constantes flashbacks dos momentos felizes que teve com sua ex esposa. Ele acaba projetando seus sentimentos em Samantha.

Em certo momento do filme, Samantha apresenta a Theo o filósofo Allan Watts, Watts que sempre tratou do tema do filme, com um vislumbre mais profundo do que se passa. Christopher Orr disse melhor: “uma síntese improvável, ao mesmo tempo tecnológica e transcendental. Uma obra de ficção científica que é também uma investigação sobre a natureza do amor.”

Uma história super tocante, delicada, e principalmente, humana, sobre o limite que os sentimentos humanos têm, e se têm.

Luzes da Cidade (1931) – Charlie Chaplin

Luzes na Cidade é o quinto trabalho de Chaplin, considero não apenas como o melhor trabalho do diretor, mas também um marco na história do cinema. O principal tema tratado aqui é como o amor é visto.

O filme conta a história do vagabundo (famoso personagem de Chaplin), que se apaixona por uma florista, ela precisa de dinheiro para uma operação nos olhos, então um misterioso homem milionário aparece e a ajuda. Só com esse enredo, Luzes da Cidade trata de uma percepção do amor de uma maneira muito profunda.

Você precisa ver para acreditar verdadeiramente? Este filme mostra o amor de forma incondicional e pungente, deixa o telespectador comovido.

Fonte: Taste Of Cinema

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